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Sábado, 19 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    23-07-2008 | 11:07
    Um dos setores da economia que mais crescem no Estado fecha o semestre com saldo considerado recorde no MT

    Embalada pelo forte ritmo das obras em todas as áreas da engenharia, a construção civil de Mato Grosso comemora crescimento de 27,20% no volume de contratações no primeiro semestre de 2008, o maior dos últimos 20 anos. Dados divulgados ontem pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado (Sinduscon) apontam que entre os meses de janeiro a junho deste ano o setor empregou 18 mil trabalhadores e demitiu 13 mil em Mato Grosso. “Tivemos um saldo positivo de cinco mil postos de trabalho nestes seis meses, o que significa um novo recorde”, diz o presidente da entidade, Luís Carlos Richter Fernandes.

    Segundo ele, o crescimento é motivado pelo grande volume de obras que em andamento atualmente no Estado, como os edifícios residenciais, fábricas, PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) e conjuntos habitacionais.

    “O setor vem crescendo e o nível de empregos vem aumentando mês a mês. Temos observado também que o consumo de cimento vem aumentando e vários lançamentos estão sendo feitos. A nossa expectativa é de que R$ 250 milhões sejam injetados pelo PAC só na região da Grande Cuiabá”, afirma Luís Carlos.

    Segundo ele, o número de financiamentos habitacionais aumentaram e, com as facilidades de crédito, juros baixos e prazos longos, a tendência é de que o setor continue aquecido nos próximos anos. “Apostamos nesse crescimento porque todos os indicadores econômicos do setor são positivos”.

    Luís Carlos informou que o setor habitacional é que gera o maior volume de empregos na construção civil, seguido das obras públicas, indústrias e energia (PCHs).

    MÃO-DE-OBRA - A expectativa do Sinduscon é de que o setor mantenha o ritmo de crescimento no segundo semestre do ano em função do grande volume de obras e projetos a serem lançados.

    Por conta deste super aquecimento, Luís Carlos diz que o setor começa a ter problemas com a falta de mão-de-obra especializada e básica, como pedreiros, carpinteiros, eletricistas e encanadores.

    Na avaliação do Sinduscon, uma das explicações para a expansão do setor imobiliário é o crescimento do agronegócio no Estado nos últimos anos, o que vem acarretando a carência também de profissionais qualificados para atuar em diversas áreas, como de acabamento, instalação de pisos e revestimentos.

    O problema levou o Sindicato das Indústrias da Construção do Estado (Sinduscon) a firmar parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Mato Grosso, para a realização de cursos de formação, qualificação e aperfeiçoamento de profissionais na área da construção civil.

    Os empresários apontam que a falta de mão-de-obra na construção civil fez crescer a oferta de salário como forma de atrair os profissionais e, ainda assim, faltam trabalhadores nos canteiros de obra das construtoras.

    Segundo o presidente do Sinduscon, na média os salários hoje variam entre R$ 600 a 700. Um pedreiro de acabamento pode ganhar até R$ 1,5 mil. "São salários acima da média para pedreiro de acabamento", observa Luís Carlos.

    De acordo com a pesquisa, o estoque de mão-de-obra da construção civil em todo o Brasil já é de 2,020 milhões. Somente nos primeiros cinco meses de 2008, foram criadas 185,3 mil vagas formais, número que está bem próximo aos 206,6 postos de trabalho gerados em todo o ano de 2007.

    BRASIL - No acumulado do ano até maio, o crescimento registrado é de 10,1%. Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o aumento do total de trabalhadores do setor é ainda maior, de 17,5%. Na variação mensal de maio ante abril é de 1,6%.

    A região Centro-Oeste foi que apresentou o maior crescimento proporcional no acumulado do ano – de janeiro a maio a alta é de 15,2%. Em seguida está o Sudeste, que no mesmo período teve elevação de 10,7% no índice. Já na variação mensal, em maio, o destaque é a região Norte, que cresceu 3,1% em relação a abril. O Centro-Oeste aparece novamente com destaque e teve elevação de 2,6% mês a mês.

    Segundo o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, “o crescimento deve perdurar por muitos anos com os investimentos em infra-estrutura, a expansão do credito imobiliário e uma taxa de juros mais equilibrada no longo prazo”, completa.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    23-07-2008 | 11:07
    Setor vive melhor ciclo de crescimento dos últimos 25 anos, segundo o setor. O atual ciclo de expansão da indústria brasileira de material de construção já é o maior dos últimos 25 anos. O setor vive há dois anos com altas ininterruptas de vendas. Segundo o presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), Melvyn David Fox, o encerramento do primeiro semestre de 2008 levou o setor a rever as projeções de crescimento do faturamento neste ano de 15% para 18% sobre o resultado de 2007.
     
    Isso deve elevar as receitas do conjunto da indústria a R$ 92,4 bilhões, cifra R$ 13 bilhões superior à obtida em 2007.
     
    No primeiro semestre, a indústria faturou 28,2% mais que em igual período do ano passado, atingindo R$ 45 bilhões. Os dados do chamado Índice Abramat -que acompanha mensalmente a evolução de faturamento da indústria fabricante de material de construção- foram anunciados ontem.
     
    "Em junho, completamos 25 meses de expansão seguida das vendas. É um ciclo de crescimento consistente que não víamos há pelo menos 25 anos", afirma o presidente da Abramat. Só no mês de junho, a indústria vendeu 34,22% a mais sobre o mesmo período do ano anterior.
     
    Considerando os últimos 12 meses, em apenas dois meses as vendas da indústria de material de construção cresceu menos de 15% sobre o mês equivalente no ano anterior.
     
    Dois fatores estão impulsionando as vendas. O setor habitacional tem sido o principal motor de impulso para as compras, mas desde o início do ano um segundo setor começa a ganhar relevância: os investimentos em infra-estrutura.
     
    "Desde o fim do ano passado, os projetos de infra-estrutura do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] começaram a demandar material de construção e isso tem ajudado na expansão das vendas." A indústria diz que o setor suporta as encomendas e que não há risco de inflação por demanda.

     

    Fonte: CBIC
    23-07-2008 | 11:07
    Os bons resultados da construção civil nos primeiros meses do ano resultaram em números recordes para o setor. A venda de materiais de construção e a contratação de trabalhadores para erguer as obras atingiram seus picos em 2008. De janeiro a maio, foram empregadas em todo o país 185,3 mil pessoas com carteira assinada. Pela primeira vez na história, foi atingida a marca de 2 milhões de brasileiros formalizados no setor, segundo levantamento divulgado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), elaborado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Os fabricantes de materiais de construção também comemoraram volumes históricos. No primeiro semestre, o faturamento chegou a R$ 45 bilhões, 28,21% a mais  que no mesmo período de 2007.
     
    O desempenho positivo levou o segmento de material de construção a rever a projeção para incremento de vendas no ano. Passou de 12%, estimativa feita no primeiro trimestre, para 18%. "Estamos em um nível de aceleração muito forte, tanto que revemos nossa expectativa para 2008 e devemos faturar 18% a mais, mesmo com a base de comparação elevada de 2007", afirma o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox.
     
    As obras em andamento puxaram as contratações. No acumulado dos últimos 12 meses, elas aumentaram 17,57% em todo o país. O setor fechou o primeiro semestre de 2008 com 2,020 milhões trabalhadores formais, o maior volume desde que o levantamento começou a ser feito, em 1995. Somando-se aos legalizados os informais, o volume de pessoas empregadas no segmento dobra, segundo estimativa do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Paulo Safady.
     
    Com o aumento da demanda, faltam profissionais em todo o país. No Distrito Federal, as contratações cresceram acima da média nacional. Nos últimos 12 meses, o número de funcionários em empresas do setor aumentou 19,60%, chegando a 54,6 mil formais. E o quadro de pessoal só não aumenta mais porque faltam profissionais. Com a pouca oferta de mão-de-obra, a categoria conseguiu em maio o melhor reajuste de salários dos últimos três anos, 6,5%. "Empresas de outros estados ligam procurando trabalhadores para se mudar de Brasília, mas não achamos profissionais. A rotatividade historicamente sempre foi muito grande, mas agora as empresas passaram a segurar os bons profissionais", afirma o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Brasília Milton Alves de Oliveira.

     

    Crédito Rigoroso - A expansão das vendas do setor imobiliário pode sofrer uma desaceleração neste semestre por causa da elevação das taxas de juros dos financiamentos habitacionais e do maior rigor dos bancos nas concessões de crédito. O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, avalia que os bancos, que estavam muito agressivos na concessão de crédito imobiliário, começam a tirar o pé do acelerador, por conta das incertezas com a crise dos EUA e os riscos de inflação. Expectativa igual tem o analista da Lopes Filho & Associados, João Augusto Frota Salles.

     

    Fonte: CBIC
    23-07-2008 | 11:07
    A lentidão no processo de desaceleração da economia está surpreendendo analistas e será o ponto de avaliação mais complicado para os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para a tomada de decisão sobre a taxa Selic na reunião que começou ontem e será encerrada hoje. Os juros básicos estão em 12,25% ao ano desde a última reunião, em 5 de junho. No mercado de juros ontem, cresceu para 60% a probabilidade de que o Copom opte por elevação da Selic em 0,75 ponto percentual (pp), embora economistas apostem em alta de 0,50 pp.

     

    O economista Francisco Pessoa, da LCA, avalia que os sinais de perda de ritmo na expansão do comércio e da indústria não são claros e "há uma resistência na economia mais forte do que se esperava".

     

    A avaliação de uma economia resistente à perda de vigor é feita também pelo chefe do departamento de economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor de política monetária do BC Carlos Thadeu de Freitas e pela analista da Tendências Consultoria Marcela Prada.

     

    Segundo Pessoa, a desaceleração pode estar sendo protelada por causa da confiança vigente, o alto nível de geração de emprego e o fato de que, apesar da alta da Selic, alguns segmentos, como construção, ainda estão com juros "extremamente baixos".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    A confiança do empresário industrial brasileiro caiu após quatro trimestres de crescimento, segundo o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) de julho, divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador ficou três pontos abaixo da pesquisa divulgada em abril e 1,3 ponto abaixo do documento de julho de 2007.

     

    Apesar do recuo, o indicador ainda é positivo. O Icei ficou em 59 pontos - numa escala de zero a 100 pontos, sendo que acima de 50 a confiança é positiva. O resultado, no entanto, é preliminar. A CNI alerta que, em razão da greve dos Correios, recebeu as respostas dos questionários de 936 empresas. O universo total é de 1.500 empresas. Por isso, a entidade divulgará a pesquisa completa dentro de dez dias, informando os dados setoriais.

     

    A pesquisa preliminar mostra que houve redução na confiança dos empresários de todos os portes de empresa. Na comparação com abril, o índice relativo às grandes empresas registrou o maior recuo, de 4,1 pontos, enquanto o menor recuo foi registrado entre as empresas de menor porte: 1,8 ponto. A CNI destaca também que a análise dos dados preliminares indica que a redução na confiança dos empresários, decorre, sobretudo, da pior avaliação das condições atuais da economia brasileira.

     

    Na percepção dos empresários há uma deterioração nas condições da economia brasileira. Os dados preliminares indicam ainda redução também no índice de expectativas para os próximos meses. Os dados apontam para redução do otimismo com a evolução futura da empresa e da economia brasileira.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    O Banco do Brasil acaba de lançar o BB Ações Construção Civil, fundo de investimento composto por papéis dos diferentes segmentos desse setor, como construtoras, empresas de intermediação imobiliária e shoppings centers.

    O valor mínimo de aplicação é de R$ 200, com liquidez e rentabilidade diárias, e a taxa de administração é de 2% ao ano.

    O fundo está disponível para clientes pessoas físicas e jurídicas na Internet, nos terminais de auto-atendimento ou nas agências do BB.

     

    Fonte: Mídia News
    23-07-2008 | 11:07
    Em dezembro do ano passado, no processo de votação e rejeição, no Senado, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prorrogava a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011, não houve perdedores. Todos ganharam, em especial a população brasileira, as empresas e os trabalhadores, que deixaram de pagar um tributo desnecessário e equivocado. A União também nada perdeu com o fim da "provisória" contribuição, criada há 11 anos. Afinal, sua extinção foi ainda mais lógica se considerarmos que ela era absolutamente dispensável, injusta e desvirtuada de seu foco original de aplicar mais recursos para melhorar a saúde dos brasileiros.

     

    Este ano, se as despesas com pessoal, Previdência Social e custeio crescerem a taxas inferiores a 10%, o governo, mesmo sem a cobrança da CPMF, terá superávit primário de R$ 30 bilhões, equivalentes a 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Considerando-se a mesma rubrica de R$ 46,3 bilhões de estados, municípios e estatais, o total consolidado chegará a R$ 76 bilhões (2,8% do PIB). Tais números são importantes para suscitar reflexão por parte dos próprios gestores públicos, no contexto da nova realidade sem a contribuição: no Brasil, infelizmente, o aumento da carga tributária é precedente e indutor de maiores gastos. De 2000 a 2007, enquanto o PIB evoluiu 20%, as despesas públicas tiveram expansão de 62,8%. A dívida interna consolidada do setor público do Brasil já alcançou R$ 1,17 trilhão ao fim de maio, correspondendo a 40,8% do PIB, calculado em R$ 2,86 trilhões. Tal cifra é a expressão aritmética de um equivocado cálculo, alimentado pela cultura estatal de se gastar mais do que se arrecada e de inventar arremedos para continuar empurrando a economia com a imensa barriga da improvisação. Enquanto o setor público não for eficiente - o que significa controle das despesas, critério na aplicação da receita fiscal, fixação de prioridades para os gastos e combate intransigente da corrupção -, a sociedade continuará pagando a conta.

     

    Por outro lado, é importante que todos tenham consciência de que o fim da CPMF não terá qualquer conseqüência negativa para a população, como buscaram, inutilmente, apregoar seus defensores. As verbas para a saúde (R$ 47 bilhões) estão garantidas pela emenda constitucional nº 29, de 2000. É importante notar que os programas sociais, como o Bolsa Família, também prescindem da "provisória" taxa, pois estão previstos no Orçamento da União para o presente exercício. Outro argumento improcedente referia-se à lenda de que a CPMF seria imprescindível como instrumento de fiscalização, uma vez que era cobrada sobre toda e qualquer operação realizada por pessoas físicas ou jurídicas. Deve-se lembrar que há uma lei específica para combater a sonegação: a Lei Complementar 105/2001, referente à quebra de sigilo bancário, quando necessário. Basta aplicá-la e acabar com a impunidade! Será muito mais barato e eficaz fazer cumprir tal dispositivo do que cobrar da sociedade quase R$ 40 bilhões/ano para identificar os sonegadores.

     

    O fim da contribuição pode constituir-se no marco de uma nova abordagem da questão fiscal, abrindo melhores perspectivas para uma rápida reforma - necessária e eficaz - do sistema tributário brasileiro, que deve ser indutor e não refreador do desenvolvimento. Por tudo isso, é absolutamente equivocada e até desrespeitosa para com a sociedade brasileira a intenção de se criar um novo imposto que "substitua" a CPMF, no caso a Contribuição Social para a Saúde (CSS). O momento é de incentivar os investimentos na produção, que geram empregos e permitem a todos a dignidade de - pelo próprio esforço e mérito - trabalhar e crescer socialmente.

     

    Paulo Skaf é presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    23-07-2008 | 11:07
    A lentidão no processo de desaceleração da economia está surpreendendo analistas e será o ponto de avaliação mais complicado para os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para a tomada de decisão sobre a taxa Selic na reunião iniciada ontem e que termina hoje. Os juros básicos estão em 12,25% ao ano desde a última reunião, em 5 de junho. No mercado de juros ontem, cresceu para 60% a probabilidade de que o Copom opte por elevação da Selic em 0,75 ponto porcentual (pp), embora economistas apostem em alta de 0,50 pp.

    O economista Francisco Pessoa, da LCA, avalia que os sinais de perda de ritmo na expansão do comércio e da indústria não são claros e "há uma resistência na economia mais forte do que se esperava". Para ele, "isso dificulta a política monetária, a questão da atividade é fundamental para o Copom e com esses sinais pouco claros fica complicado".

    A avaliação de uma economia resistente à perda de vigor é feita também pelo chefe do departamento de economia da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e ex-diretor de política monetária do BC Carlos Thadeu de Freitas e pela analista da Tendências Consultoria Marcela Prada.

    Segundo Pessoa, a desaceleração pode estar sendo protelada por causa da confiança vigente, o alto nível de geração de emprego e o fato de que, apesar da alta da Selic, alguns segmentos, como construção, ainda estão com juros "extremamente baixos".

    Para Thadeu de Freitas, "a economia está robusta, há uma resistência muito forte à desaceleração". Ele avalia que isso se deve ao fato de que há confiança de que a perda de ritmo virá, mas será temporária. "Sendo assim, ninguém quer perder espaço ou clientes, sobretudo os bancos", disse.

    Além disso, ele e Pessoa apontam a ampla geração de empregos formais como um dos sustentáculos do atual vigor da economia.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    22-07-2008 | 12:07
    A FEPICOP - Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas enviou a todos os presidentes das Câmaras Municipais portuguesas uma tabela que contém os preços médios de referência por metro quadrado de construção para 2008, com o intuito de assim contribuir para facilitar a tarefa das autarquias no que respeita ao licenciamento de obras, que obedece
    ao disposto no n.º 3 do artigo 31º do Decreto-Lei n.º 12/2004, de 9 de Janeiro.
    Este artigo insere-se no capítulo das obrigações dos donos de obras, das entidades licenciadoras e outras, e refere-se à exigibilidade e verificação das habilitações, sublinhando o ponto 3 que "os donos de obras públicas, os donos de obras particulares nos casos de isenção ou dispensa de licença ou autorização administrativa e as entidades licenciadoras de obras particulares devem assegurar que as obras sejam executadas por detentores de alvará ou título de registo contendo as habilitações correspondentes à natureza e valor dos trabalhos a realizar, nos termos
    do disposto nas portarias referidas nos nº 4 e 5 do artigo 4 e no nº 5 do artigo 6".
    Para ajudar as autarquias a determinarem o valor dos trabalhos a realizar, a FEPICOP lembra, assim, que ele é, em 2008, de 345 a 370 euros por metro quadrado para a construção de habitação social, de 490 a 510 euros/m2 para construção de habitação corrente e de 180 a 220 euros/m2 para a construção industrial.

     

    Fonte: AECOPS
    22-07-2008 | 12:07
    A construção atingiu dois milhões de empregos com carteira assinada em maio deste ano, o que significa novo recorde em número de trabalhadores contratados. Em 12 meses, o crescimento foi de 17,57%.

    João Claudio Robusti, presidente do SindusCon-SP, afirma que o boom do setor, que se iniciou em São Paulo, começa a se espalhar com mais intensidade por outros Estados.

    Segundo dados reunidos pelo sindicato, Centro-Oeste, Sudeste e Norte cresceram acima da média nacional em 12 meses, com avanço de 23,25%, 18,37% e 17,67%, respectivamente.

    "O Norte e o Centro-Oeste eram regiões que não haviam sido descobertas e agora vemos investimentos maciços na construção civil, puxados pelo PAC e pelo mercado imobiliário", diz Robusti.Os Estados em que a mão-de-obra contratada na construção civil mais cresceu no período foram Mato Grosso do Sul (36,92%), Tocantins (26,63%), Mato Grosso (25,16%), Maranhão (22,12%) e Roraima (21,83%). Em São Paulo, no acumulado em 12 meses, o avanço foi de 21,09%.

    Quanto à evolução do setor, o SindusCon-SP prevê expansão de 10% no PIB da construção civil em 2008, contra avanço em 2007 de 7,9%. No ano que vem, no entanto, Robusti diz que o crescimento pode ser prejudicado pela alta de juros.

    A inflação é outro motivo de preocupação dos empresários, segundo o sindicato. Robusti afirma que o setor estuda medidas para tentar diminuir a alta de preços na construção.

    Fonte: Mídia News
    22-07-2008 | 12:07
    63% maior que a edição anterior, a expectativa é gerar R$ 250 milhões em negócios. A Concrete Show South America 2008 se prepara para ser novamente o principal ponto de encontro internacional de negócios e tecnologias da cadeia do concreto. Mais de 250 expositores utilizarão os 20 mil m² da feira para apresentar as novidades de produtos, equipamentos e serviços do segmento. Toda essa expectativa para o evento pode ser constatada pela expansão para atender às novas adesões. A feira está 63% maior que a edição anterior, enquanto o esperado era de 42%. Além disso, profissionais da construção civil poderão participar do 2° Concrete Congress, evento paralelo que terá mais de 80 palestrantes nacionais e internacionais. A feira da promotora Sienna Interlink tem o objetivo de interligar mercados e fomentar a cadeia da construção civil. O evento acontece de 27 a 29 de agosto, no Transamérica Expo, em São Paulo.
    A construção civil é um dos grandes alavancadores da economia brasileira. No primeiro trimestre de 2008 o PIB da construção cresceu mais que o da indústria, teve alta de 8,8% e o da indústria 6,9%. Diante do bom momento do setor a expectativa é que sejam gerados negócios da ordem de R$ 250 milhões. O aquecimento da construção despertou o interesse de empresas de vários países. “As empresas internacionais já representam 20% dos expositores da feira, um crescimento de 200%”, conta Claudia Godoy, diretora da Sienna Interlink.
    A grade de seminários, workshops e palestras do 2º Concrete Congress cresceu 33% em comparação a edição anterior. Entre os 80 palestrantes estão importantes nomes da arquitetura brasileira como Ruy Oktake e Carlos Bratke, além de alguns ícones da engenharia mundial como o francês Philippe Livernete, o mexicano Fernando Mayagoitia Witron e os americanos Peter Alexander e Howard Hohmann. O 2º Concrete Congress acontece nos dois primeiros dias da feira, 27 e 28 de agosto, nos auditórios.
    Outra novidade é a certificação da Concrete Show South America como a primeira feira de construção civil com o selo “Evento Responsável”. O conceito do programa “Evento Responsável” foi desenvolvido pela empresa Reclicagem com o objetivo de diminuir os impactos ambientais do evento e promover ações para difundir a sustentabilidade envolvendo expositores e visitantes. Dentre as ações estão o gerenciamento de resíduos produzidos pelos expositores e visitantes, processo de neutralização de carbono proveniente do evento, treinamento e conscientização de todos os envolvidos na operação da feira e Prêmio Stand Sustentável para a empresa expositora mais engajada.
    Na última edição da Concrete Show South America estiveram presentes mais de 10 mil profissionais ligados ao setor e para 2008 o esperado é de 12 mil visitantes.

    Fonte: ANEPAC
    22-07-2008 | 12:07
    Brasília - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga hoje (22) o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei). A pesquisa mostra a avaliação do empresariado sobre o momento atual da economia e a expectativa para os próximos seis meses.

    Os dados que serão divulgados são preliminares, uma vez que devido à greve dos Correios, nem todas as respostas dos empresários chegaram à CNI.

    A divulgação será feita eletronicamente, por e-mail e também no site da CNI (www.cni.org.br). O documento estará disponível para os jornalistas a partir das 11h.

     

    Fonte: Agência Brasil
    22-07-2008 | 12:07
    Mesmo sem a CPMF, extinta no ano passado, a arrecadação federal bateu recorde no primeiro semestre deste ano. Se comparada com os seis primeiros meses do ano passado, a receita de impostos e tributos federais cresceu 10,43%, já descontada a inflação. O brasileiro pagou por dia, neste ano, R$ 1,820 bilhão em impostos.

     

    secretário da Receita, Jorge Rachid, disse que o crescimento econômico e as ações administrativas e judiciais contra a sonegação foram os principais responsáveis pela arrecadação de R$ 333,2 bilhões no semestre. Em junho, o governo arrecadou R$ 55,7 bilhões, 7% a mais que no mesmo mês de 2007, descontada a inflação.

     

    A arrecadação com o Imposto de Renda cresceu 17% no semestre, para R$ 97 bilhões. Só as pessoas físicas pagaram R$ 8,3 bilhões, 12% a mais que no mesmo período de 2007.

     

    O aumento das alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) no início do ano, para compensar o fim da CPMF, também contribuiu para o aumento das receitas. A arrecadação com o IOF cresceu 151%, somando R$ 9,8 bilhões.

     

    A previsão do governo ao elevar o IOF era aumentar a arrecadação com o imposto em R$ 8 bilhões. Na primeira metade do ano, o objetivo já ficou próximo, com a receita do imposto R$ 5,9 bilhões maior que o apurado no mesmo período do ano passado. Rachid disse que a alta do crédito, de 32,4% para pessoas físicas e de 42,1% para empresas, surpreendeu o governo. Os dados divulgados são do Banco Central, mas ainda não foram divulgados oficialmente pelo órgão.

     

    "Em janeiro, não se apontava aumento do crédito nessa magnitude", disse Rachid. Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do BC, avalia que o governo elevou as alíquotas não só para garantir a arrecadação mais alta mas também para tentar conter o consumo, tarefa, segundo ele, malsucedida.

     

    A arrecadação com a CSLL cresceu 29,5% no semestre, para R$ 22,9 bilhões. A maior lucratividade das empresas contribuiu para o resultado. O aumento da alíquota para o setor financeiro de 9% para 15% só começou a vigorar em maio, com recolhimento em junho. Puxado pelo consumo maior e pelo câmbio, o crescimento das importações elevou em 27,6% a arrecadação do Imposto sobre Importação, para R$ 7,5 bilhões. Já a arrecadação com o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) cresceu 15,8%, para R$ 18,6 bilhões.

     

    Marco Aurélio Garcia, professor de Economia do Ibmec-RJ, lembra que o governo poderá usar o excesso de arrecadação para aumentar o superávit primário (saldo antes do pagamento dos juros da dívida) e reduzir o endividamento ou para elevar os gastos. Ele lamenta que a segunda hipótese seja a mais provável.

     

    Nos cinco primeiros meses deste ano, as maiores despesas do governo foram com pagamentos de benefícios da Previdência Social (R$ 75,8 bilhões), salários e encargos sociais dos servidores públicos (R$ 49,5 bilhões) e pagamento dos juros da dívida (R$ 45,5 bilhões).

     

    Fonte: NTC e Logística
    22-07-2008 | 12:07
    Um novo aumento dos juros, pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, é "absolutamente necessário", disse ontem o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, na Associação Comercial de São Paulo.

     

    "Entre ter juros e inflação, prefiro juros. (...)Mesmo depois de dois aumentos, investimentos de empresas que estão produzindo, vendendo e reinvestindo no país continuam fortes." O ministro acrescentou que "até a Fiesp" (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) concordou que uma elevação é "aceitável" para controlar a inflação.

     

    Questionado sobre como o empresário pode resistir à valorização do real, a alta da inflação e ao aumento dos juros, ele disse: "Desde 1986, o empresário brasileiro passou por seis moedas e oito planos econômicos heterodoxos. Ele vai sobreviver a qualquer tempestade". Para o ministro, a aceleração da inflação é passageira, efeito de fenômenos mundiais com reflexos no Brasil, como a alta dos preços dos alimentos e do petróleo.

     

    O BC se reúne nesta semana para decidir sobre a nova Selic. O mercado financeiro aposta que deverá se manter o ritmo da correção dos juros e elevará a taxa em 0,5 ponto percentual, de 12,25% ao ano para 12,75% ao ano.

     

    Fonte: Folha on-line
    22-07-2008 | 12:07
    As projeções para a inflação sobem sem parar desde o final de março e a maioria do mercado financeiro já acredita que o Banco Central (BC) não conseguirá cumprir a meta em 2008. Na pesquisa Focus divulgada ontem pelo BC, a estimativa de 80 instituições para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 6,48% para 6,53%, número maior que o nível máximo aceitável na meta, que é de 6,50%. A despeito da desaceleração de alguns preços nas últimas semanas, analistas continuam elevando suas projeções.

     

     A estimativa para o Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna (IGP-DI), por exemplo, passou de 11,66% para 12,03%, na 19ª alta seguida. Esse indicador é influenciado pelos preços no atacado, que têm subido mais rapidamente que os praticados ao consumidor. Apesar da disparada da inflação em 2008, a preocupação do mercado está em 2009.

     

    Entre esses itens, estão os aluguéis e tarifas públicas como eletricidade e telefonia.

     

    A tensão é reforçada com a possibilidade de reajustes dessa mesma magnitude nos salários. "A inflação de 2008 já está dada e as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) terão impacto só em 2009. Portanto, tanto o mercado e o BC miram só o próximo ano", diz o superintendente do Banco Banif, Rodrigo Trotta.

     

    De acordo com pesquisa, o mercado manteve a previsão de que a Taxa Selic terminará 2008 em 14,25% ao ano.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    22-07-2008 | 12:07
    Brasília - A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para definir a taxa básica de juros para os próximos 45 dias, a Selic, começa na tarde de hoje (22).

    No primeiro dia de reunião os chefes de departamento do BC fazem apresentações técnicas sobre a conjuntura econômica e financeira. Amanhã, será feita análise das projeções atualizadas da inflação para que seja definida a nova meta da Selic por decisão dos diretores e do presidente do Banco Central.

    A Selic, usada pelo Banco Central para ajudar a controlar a inflação, é a taxa de juros média que incide sobre os  financiamentos diários com prazo de um dia útil (overnight), lastreados por títulos públicos registrados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

    Depois que o Copom estabelece a taxa Selic, cabe à mesa de operações do mercado aberto do Banco Central manter a taxa diária próxima à meta.

    De acordo com o boletim Focus, divulgado ontem (21) pelo Banco Central,  analistas de mercado esperam que seja mantida a "dosagem" do aumento dos juros em 0,5 ponto percentual como fez nas duas últimas reuniões realizadas pelo Comitê.

    Atualmente, a meta da Selic está em 12,25%, um ponto percentual acima do valor fixado (11,25%) no início deste ano, caracterizado pelo alta de alimentos e commodities no mundo. No mercado interno, o Banco Central vê descompasso entre oferta e demanda.

    Para o final do ano, a estimativa dos analistas de mercado é que os juros básicos cheguem a 14,25%. Para 2009, eles projetam 13,75%.

    O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles tem dito que a inflação deve convergir para o centro da meta de 4,5% no próximo ano. Nos 12 meses fechados em junho, a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está em 6,06% próxima do limite da meta de 6,5%.

    Ao definir a meta de inflação, o Conselho Monetário Nacional estabeleceu uma margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, a inflação estará na meta se ficar no intervalo de 2,5% a 6,5%. Mas os analistas de mercado já projetam o IPCA em 6,53% ao final de 2008. Para o próximo o ano, que tem a mesma meta, a expectativa é que a inflação seja de 5%.

    No caso de a meta de inflação não ser cumprida, cabe ao Banco Central comunicar por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda o motivo para o descumprimento, as medidas que serão adotadas para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo para o qual se espera que as providências produzam efeito.

    A última vez que houve descumprimento da meta foi em 2003, quando a inflação medida pelo IPCA chegou a 9,3%. Naquele ano, o limite superior da meta era de 6,5%, com centro em 4%.

     

    Fonte: Agência Brasil
    21-07-2008 | 12:07
    O Brasil lidera a exportação para a Argentina em quase todos os segmentos ligados a casa e construção civil. O superávit brasileiro com o país vizinho no setor é de US$ 348 milhões. Os dados são resultados de um estudo realizado pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sobre as oportunidades dos empresários brasileiros deste setor na Argentina.

     

    O estudo aponta que o setor de casa e construção da Argentina foi beneficiado pelo aumento do consumo e dos investimentos registrado nos últimos anos. Com isso, houve um aumento na venda de propriedades novas e nas reformas, e as classes média e alta buscam cada vez mais produtos de maior qualidade e de valor agregado.

     

    A coordenadora da unidade de inteligência comercial da Apex, Ana Paula Repezza, diz que o Brasil deve aproveitar este cenário positivo, tirando proveito de vantagens como a proximidade geográfica e as facilidades tarifárias proporcionadas pelo Mercosul.

     

    Apesar disso, quem quiser negociar com a Argentina deve prestar atenção a fatores como a inflação, a intervenção do Estado na economia e o risco energético, que pode comprometer os setores de máquinas, equipamentos e eletroeletrônicos.

     

    Os empresários brasileiros também devem ficar atentos à concorrência, especialmente dos países asiáticos. A China fica em segundo lugar em quase todos os segmentos e a Tailândia assinou com a Argentina um acordo de preferências comerciais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-07-2008 | 12:07
    A qualificação profissional foi o ponto de partida para as mudanças que ocorreram na vida da professora Marilene Paes de Barros. Depois de passar por três cursos na área da culinária, ela que apenas gostava de cozinhar, decidiu aproveitar suas novas habilidades para fazer do prazer uma profissão. Marilene não só aprendeu as técnicas da culinária, como tornou-se multiplicadora da capacitação e proprietária de uma marmitaria em Cuiabá.

    A empreendedora está entre os mais de 53 mil trabalhadores que o Governo do Estado, juntamente com demais parcerias, qualificou gratuitamente desde 2003. Os cursos oferecidos abrangem o comércio, indústria, informática, construção civil, turismo, pecuária, agricultura, entre outros. Todos esses realizados por intermédio da Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs).

    Marilene, por exemplo, foi aluna dos cursos de comida regional, culinária e salgado básico. “Nessas aulas aprendi muito. Não só a preparar certos pratos, como também noções de higiene e reaproveitamento de alimentos. Desde então, comecei a pensar a abrir uma marmitaria, já que eu estava fora do mercado de trabalho há algum tempo. Aluguei um espaço e fui adquirindo tudo aos poucos. Aqui só trabalha a família mesmo, com a ajuda de meu esposo e filhos. Vendemos diariamente cerca de 25 marmitas, ao preço de R$ 5,00. Já prato feito são mais de 30 por dia, revendido também a R$ 5,00 cada. O lucro da marmitaria aplico no próprio negócio. Já comprei freezer, microondas, jogos de mesa e cadeira, engradados, bancada de self-service, pratos e talheres”, contou.

    Levi Paes de Barros apóia a atitude da esposa. “Ajudo ela no que posso e incentivei sempre suas decisões. Me proponho a ajudar nos serviços da casa para que ela possa buscar qualificação profissional”, disse.

    Para a secretária Terezinha Maggi, a qualificação profissional é o caminho para a melhoria de vida. “É importante ensinarmos essas pessoas a descobrirem seu potencial. Somente o trabalho pode levar a uma melhor condição, gerando renda para a família. O Governo do Estado tem constantemente a preocupação de desenvolver cursos nas mais diversas áreas, justamente para que a oportunidade seja para todos. Agradecemos também aos parceiros, que executam as qualificações”, destacou.

    NOVAS VAGAS - Neste momento a Setecs, em parceria com o Senai, está com inscrições abertas para cursos de qualificação na área da informática e construção civil. Ao todo, são oferecidas 720 vagas, e todos os cursos são gratuitos. Para se inscrever, basta ter no mínimo 18 anos e comparecer na Escola da Construção do Senai, localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá. É preciso levar cópia dos documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de endereço e carteira de trabalho, o que significa que os candidatos também precisam ter cadastro no Sistema Nacional de Emprego (Sine). O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 22h.

     

    Fonte: Secom
    21-07-2008 | 12:07
    O momento vivido pela construção civil fez o setor acumular o melhor desempenho entre janeiro a junho em Sorriso, quanto ao número de empregados contratados com carteiras assinadas, ocupando a primeira colocação dentre os segmentos que mais mantiveram empregados ativos, levando-se em conta a diferença entre as contratações e demissões. No primeiro semestre, abriu 1.373 novas vagas para pedreiros, serventes, mestres-de-obra, entre outros, enquanto desligou 779. Foram 594 que permanecem trabalhando. O número é maior porque o balanço do Ministério do Trabalho só considera os trabalhadores com carteiras assinadas.

    Só Notícias apurou que o comércio foi responsável por 1.628 admissões. Embora o número de vagas seja maior, as demissões acompanharam a mesma tendência do crescimento e atingiram 1.411 trabalhadores. Mesmo assim, 217 continuaram atuando, sendo este o segundo melhor resultado do ano. A agropecuária, que congrega tanto agricultura como pecuária, absorveu 1.431 e demitiu 1.233, mantendo 198 ativos.

    No setor de prestação de serviços foram admitidos 823 trabalhadores com carteiras assinadas e dispensados 658, com 168 ainda ocupando as vagas. No balanço apresentado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, não houve saldo negativo contabilizado, ou um numero maior de demissões a aberturas.

    Os números apresentados por meio do Cadastro geral de Empregados e Desempregados (Caged), constataram um cenário positivo à economia sorrisense no período, com mais pessoas sendo contratadas. O total chegou a 6.338, contra 5.068 demissões, gerando saldo positivo, com 1.270 empregados.

    A realidade apenas de junho também mostrou-se positiva, mediante as 1.211 contratações para 748 demissões.

     

    Fonte: Só notícias
    21-07-2008 | 12:07
    Construção - O Brasil lidera a exportação para a Argentina em quase todos os segmentos ligados a casa e construção civil. O superávit brasileiro com o país vizinho no setor é de US$ 348 milhões. Os dados são resultados de um estudo realizado pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sobre as oportunidades dos empresários brasileiros deste setor na Argentina. O estudo aponta que o setor de casa e construção da Argentina foi batante beneficiado pelo aumento do consumo e dos investimentos registrado nos últimos anos.

     

    Inflação - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá anunciar, na quarta-feira (23), mais uma elevação de 0,50 ponto porcentual na taxa básica de juros, de atuais 12,25% ao ano para 12,75%. É o que espera a maioria esmagadora de 48 instituições financeiras de um total de 60 consultadas pelo AE Projeções. Não haveria novidade neste call, se boa parte dele não resultasse da volta de um bom número de analistas que chegaram a inserir em suas planilhas previsões de aumento, na quarta-feira (23), de 0,75 ponto da Selic.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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