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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    05-09-2008 | 10:09
    Chega a 400 mil o número de empresas que podem ser excluídas do Simples Nacional por falta de pagamento de impostos à Fazenda Pública Federal, segundo informou a Receita Federal.

    Os procedimentos para a exclusão já foram iniciados com a emissão de Atos Declaratórios Executivos (ADE).O ADE que está sendo enviado aos contribuintes em dívida com o Fisco contém todas as informações necessárias para a regularização dos débitos. A consulta também poderá ser feita no site da Receita www.receita.fazenda.gov.br . O prazo para as empresas recorrerem é de um mês.A partir de 1o de janeiro de 2009 as empresas que não resolverem as pendências serão automaticamente excluídas do Simples Nacional. A Receita lembra que os débitos inscritos em Dívida Ativa podem ser regularizados no endereço da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (www.pgfn.gov.br).

     

    Os débitos não previdenciários com valor até R$ 100 mil podem ser parcelados diretamente na internet sem a necessidade de comparecimento aos Centros de Atendimento ao Contribuinte.

     

    O Simples-Nacional foi instituído em dezembro de 2006 e permitiu às empresas de pequeno porte e às microempresas recolher, de forma unificada, tributos e contribuições de competência da União, dos estados e dos municípios. Atualmente, 3.020.849 empresas estão na base de dados do Simples-Nacional.

    fonte:Mídia News
    05-09-2008 | 10:09
    Apesar da melhora observada nas negociações salariais nos últimos anos, o ganho real alcançado ainda não foi suficiente para recuperar a renda média do trabalhador registrada em 2002. A avaliação foi feita hoje (4) pelo economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) do Rio de Janeiro, Jardel Leal.

    O supervisor do Dieese no estado, Paulo Jager, acrescentou que, para que o trabalhador tenha um ganho real, é importante não interromper o crescimento da economia. “Aumento de juros e arrocho da política monetária são muito ruins”, disse.

    Ele acredita que, no segundo semestre, quando ocorre o novo período de acordos salariais, de setembro a novembro, deverá melhorar o patamar das negociações, “porque os resultados das empresas, generalizadamente, são muito bons”.

    Segundo ele, a redução do desemprego no país ainda é localizada e não se pode dizer que contribuiu para aumentar o poder de barganha dos trabalhadores nas negociações por reajustes salariais, no primeiro semestre.

    Pelos estudos do Dieese, ainda há regiões metropolitanas que apresentam patamar elevado de desemprego, de até 15%. “É muito alto. Ainda tem muita pressão sobre a oferta de trabalho. Isso faz com que o nosso mercado de trabalho precise de um crescimento de 4% a 5% para a gente começar a sentir uma diferença generalizada.” Em contrapartida, de acordo com Jager, falta pessoal em algumas categorias.

    A avaliação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no país, mostra que os ganhos reais obtidos pelos trabalhadores, nas negociações por reajustes de salários, estão bem abaixo do crescimento da economia. “O PIB está crescendo na faixa de 4,5% a 5% e os ganhos reais estão na faixa de 1%. Eles não estão andando na mesma velocidade", afirmou.

     

    Fonte: Olhar Direto
    05-09-2008 | 10:09

    Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos últimos 12 meses encerrados em julho somaram R$ 79,1 bilhões, com aumento de 30%. As aprovações em 12 meses foram de R$ 108 bilhões, com expansão de 16%. Segundo nota divulgada ontem, os projetos enquadrados no banco, ainda sujeitos à aprovação, totalizaram R$ 133,2 bilhões em 12 meses (o que representa um aumento de 21%) e as consultas para novos investimentos atingiram R$ 155 bilhões no período (que significa elevação de 26%). De acordo com o BNDES, "estes números reforçam o cenário de sustentação do crescimento da economia".

     

    Segundo o banco, as maiores demandas continuam lideradas pelos segmentos de infra-estrutura e da indústria. Nos últimos 12 meses, os desembolsos para infra-estrutura somaram R$ 32,6 bilhões (representando 41% do total liberado no período) e para indústria R$ 30,2 bilhões (38% do total). As aprovações, no período, atingiram R$ 45,6 bilhões em infra-estrutura (crescimento de 36%) e R$ 46 bilhões para indústria (alta de 4%).

     

    Os financiamentos liberados para o setor de infra-estrutura cresceram 74% entre agosto de 2007 e julho de 2008, liderados pelo crescimento dos desembolsos para transporte terrestre (R$ 14,8 bilhões, alta de 68%) e energia elétrica (R$ 7,8 bilhões, alta de 92%). "Os recentes investimentos em infra-estrutura tendem a estimular aportes em novos projetos na economia, especialmente na indústria".

     

    2008 - No acumulado de janeiro a julho, os desembolsos do BNDES totalizaram R$ 45,46 bilhões, com aumento de 46% ante igual período do ano passado, divulgou hoje o banco de fomento. No mesmo período, as aprovações somaram R$ 58,99 bilhões, com expansão de 19% na comparação com janeiro a julho de 2007. A expansão dos investimentos industriais fica clara quando se analisa o resultado dos sete primeiros meses de 2008. Os projetos destinados à indústria receberam R$ 18,5 bilhões (crescimento de 26% ante igual período do ano anterior) e a infra-estrutura R$ 17,2 bilhões (aumento de 68%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09

             O aumento da oferta de emprego na construção civil reduziu o número de candidatos por vaga e levou as empresas a anteciparem contratações e ampliar suas estratégias de capacitação.

     

     

    Os governos, por sua vez, também estão buscando formas de possibilitar a entrada de novas pessoas no setor, investindo em cursos de qualificação voltados para desempregados e integrantes do Bolsa Família.

     

     

    Em São Paulo, 3 mil vagas serão abertas agora em setembro pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) em parceria com o governo estadual para pessoas cadastradas no Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT).

     

     

             O aquecimento do setor começou há dois anos. Em 2007, foram criadas 176 mil novas vagas - o dobro da média dos anos anteriores - e que representou 11% do total de empregos formais abertos no Brasil naquele ano.

     

     

     Em 2008, apenas até julho, já foram 232 mil novas vagas na construção civil, alta de 15% em relação ao estoque total de empregos formais existentes no setor em dezembro do ano passado.

     

     

     E o ritmo de 15% foi três vezes superior ao de geração de vagas em toda a economia brasileira, que ficou em 5,4% até julho.

     

     

             Antes do aquecimento do setor, a disponibilidade de mão-de-obra possibilitava às empresas recrutarem seus funcionários um mês antes do início das construções.

     

     

    Hoje, já há companhias iniciando o processo de contratação de pessoal com seis meses de antecedência para assegurar a disponibilidade de mão-de-obra e para dar mais tempo para a capacitação.

     

     

     

             "A dinâmica no setor foi sempre de urgência, com pouco tempo para o preenchimento das posições, situação que era possível de ser gerenciada por conta do volume menor de obras e do número maior de profissionais disponíveis", diz Deborah Carceles, gerente de treinamento e desenvolvimento da Camargo Corrêa.

     

     

     Diante de um cenário mais apertado para contratação, desde o início de 2007, a empresa tem se preparado para que seis meses antes das obras ela já possa conhecer as demandas e buscar funcionários.

     

     

             Na Rossi Residencial, o recrutamento de mão-de-obra, que antes de 2006 era feito até um mês antes de iniciar o serviço, também está sendo realizado seis meses antes do início da obra.

     

     

    A empresa costuma contratar construtoras locais menores que, por sua vez, fazem o recrutamento de pessoal.

     

     

    Isso, segundo o diretor de Engenharia da Rossi, Alcides Gonçalves, não significa pagar antecipadamente. "O importante é começar a obra com o contrato na mão", diz.

     

     

             Essa precaução se tornou necessária pela redução da disponibilidade de trabalhadores e pelo perfil menos experiente das pessoas que buscam as vagas.

     

     

    Segundo Edyano Bittencourt, coordenador de operações da Delta Construções, hoje a quantidade de pessoas que pleiteiam vagas nas obras é de 30% a 40% inferior do que há dois anos.

     

     

    Segundo Gonçalves, da Rossi, a procura por vagas, que já foi intensa antes de 2005, está equilibrada.

     

     

    "Aquele operário que tinha que fazer 'bico' não existe mais, veio para a formalidade. Esse vácuo foi preenchido", diz. As empresas são unânimes em dizer que estão conseguindo preencher todas as vagas no nível operário, mesmo diante da menor oferta de trabalhadores. A necessidade de capacitação, contudo, aumentou.

     

     

     

             Apesar da falta de experiência prática, a escolaridade das pessoas que procuram qualificação para cargos na construção civil tem aumentado, segundo o diretor do Senai de Tatuapé, na capital paulista, Carlos Eduardo Cabanas.

     

     

    Na década de 80, conta, as pessoas dos cursos operacionais - pedreiros, pintores etc - tinham em média 50 anos e haviam cursado até a terceira série do fundamental.

     

     

             "Hoje vemos muitos trabalhadores ingressando com 30 a 35 anos de idade e com mais escolaridade", diz.

     

     

     Na unidade do Tatuapé, onde são oferecidos apenas cursos nessa área, 75% dos alunos hoje possuem ensino fundamental completo.

     

     

    "A construção civil hoje exige mais qualidade, e passou a ser mais atraente por conta do incremento do salário."

     

     

             Além disso, o setor vem experimentando novas tecnologias, o que também abre espaço para a entrada de mulheres, que eram 5% nesses cursos na década de 80 e hoje representam 35% dos alunos.

     

     

     "Essas mudanças foram aceleradas nos últimos dois anos por conta do aumento das contratações e dos investimentos, mas é uma tendência", diz Cabana.

     

     

             O período de vacas magras no setor, que caracterizou toda a década de 90, fez com que a construção civil perdesse trabalhadores para outros setores mais aquecidos.

     

     

     Hoje, o caminho passou a ser inverso, e depois de terem absorvido toda a mão-de-obra qualificada disponível, as construtoras passam a contratar desempregados da indústria de transformação e até do agronegócio, como cortadores de cana-de-açúcar.

     

     

             Um reflexo de que tem chegado às empresas muita gente que não se encaixa no perfil desejado são os baixos números de vagas preenchidas por meio de cadastros públicos.

     

     

    Em São Paulo, até julho deste ano já foram oferecidas 13,6 mil vagas no cadastro estadual de emprego, número que já representa 84% das vagas oferecidas em 2007. O percentual de preenchimento, no entanto, é menor: de 20% frente a 27% no ano passado.

     

     

     

             Juan Sanchez, coordenador do Programa Estadual de Qualificação Profissional (PEQ) da Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo (Sert-SP), explica que a falta de capacitação e de escolaridade compatível faz com que seja comum a secretaria preencher apenas 30% das vagas oferecidas. No caso da construção civil, esse quadro se agrava por conta do forte aumento de oferta de empregos.

     

     

             Segundo Sanchez, esse percentual não significa que as vagas não estejam sendo preenchidas, já que a empresa divulga a mesma vaga em vários lugares.

     

     

     O quadro mostra, porém, a dificuldade que é encontrar, entre as pessoas dispostas a trabalhar nesse mercado, o perfil que as empresas precisam.

     

     

             Na Rossi Residencial, o aquecimento do setor fez com que nos últimos dois anos os canteiros de obras da empresa passassem de 30 para 80, com perspectiva de chegar a 140 em 2009.

     

     

    Isso significa contratar mais 2,5 mil trabalhadores, duplicando o atual corpo de funcionários em operação direta.

     

     

             O desafio é generalizado. Em dezembro de 2006, a Camargo Corrêa tinha 2,5 mil funcionários.

     

    Um ano depois estava com 19,4 mil, e em junho eram 30,5 mil.

     

    A tendência para 2009 é manter o ritmo elevado de contratações, assim como na construtora OAS, que está hoje com 23 mil operários, número 59% maior que no início do ano.

     

     

             A Equipav Construção empregava cem pessoas no começo de 2006, e hoje está com mil funcionários, com perspectiva de chegar a 1,5 mil a 2 mil pessoas no ano que vem.

     

     

    "Acho que em 2009 vamos ter dificuldades para contratar", diz Labieno Mendonça, diretor-superintendente da empresa.

     

    Fonte: CBIC

    04-09-2008 | 11:09
    O Governo do Estado, através da Secretaria de Infra-estrutura (Sinfra-MT), assinou ontem convênio com a Caixa Econômica Federal (CEF), no valor de R$ 93,2 milhões, para construção de 2.533 casas em Cuiabá e Várzea Grande. A solenidade foi realizada no gabinete do governador Blairo Maggi. As moradias serão construídas pelo programa estadual de Habitação "Meu Lar" de acordo com o Programa de Arrendamento Residencial (PAR).

     

    Estado irá investir R$ 7,6 milhões para diminuir o valor das parcelas a serem pagas se tornem mais baixas para a população. O programa prevê a construção, no bairro Tijucal, dos residenciais Belita Costa Marques (488 casas) e Avelino Lima Barros (500), e na Avenida das Torres, o Cláudio Marcheti (473).

     

    Já em Várzea Grande, serão construídos, na rodovia Mário Andreazza, os residenciais Júlio Domingos de Campos (500 casas) e Cloves Vettorato (264), e no bairro Capela do Piçarrão o conjunto habitacional Milton Figueiredo (308). Durante o ato, Blairo Maggi, autorizou o secretário de Infra-estrutura, Vilceu Marcheti, a conveniar com a CEF a construção de mais três conjuntos habitacionais dentro da modalidade PAR em Sinop, Várzea Grande e Rondonópolis, totalizando mais 1.168 casas. Serão eles o José Adriano Leitão (488 casas), em Sinop, o Júlio Domingos de Campos II (180), em Várzea Grande, e o José Antônio Fagundes (500) em Rondonópolis.

     

    Maggi disse ao superintendente da Caixa Econômica em Mato Grosso, Ivo Carlos Zecchin, que busque recursos para a construção de mais casas.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09

    produção industrial subiu em dez das 14 regiões pesquisadas em julho na comparação com o mês anterior, informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na média nacional, a indústria apresentou alta de 1% na mesma base de comparação.

     

    Os principais incremento foram verificados em Goiás (3,1%), Pará e Amazonas (2,3% cada um), Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo (2,1% cada um), Minas Gerais (1,8%) e Bahia (1,5%). Essas regiões ficaram acima da média nacional.

     

    Ao mesmo tempo, tiveram queda na passagem de junho para julho Pernambuco (-3,2%), Ceará (-1,4%), Rio Grande do Sul (-1,1%) e região Nordeste (-1,0%) registraram resultados negativos. Rio de Janeiro (0,6%) e São Paulo (0,3%) cresceram abaixo da média.

     

    Na comparação com julho do ano passado, a atividade industrial cresceu em 13 das 14 regiões analisadas. Na média nacional, a indústria cresceu 8,5%, na mesma base de comparação.

     

    As principais altas foram notadas em Goiás (17,6%), Paraná (15,1%), Espírito Santo (14,3%), São Paulo (10,9%), Pará e Minas Gerais (ambos com 8,6%) e Amazonas (8,5%). Abaixo do nível de crescimento nacional, apareceram Ceará (6,3%), Rio Grande do Sul (6,2%), Rio de Janeiro (5,4%), Santa Catarina (3,6%), Pernambuco (1,7%) e Bahia (0,5%).

     

    No acumulado de janeiro a julho, todas as regiões apresentam crescimento na produção industrial, com destaque para o Espírito Santo (12,8%), Paraná (11,8%) e São Paulo (10%).

     

    No acumulado de 12 meses até julho, a produção industrial também foi ampliada em todas as regiões, principalmente no Espírito Santo (13,9%), São Paulo e Paraná (ambos com 9,3%). Na média nacional, esse avanço foi de 6,8%.

     

    Fonte: Folha on-line
    04-09-2008 | 11:09
    O Banco Central calcula que a desaceleração na economia mundial prevista por organismos multilaterais como o FMI (Fundo Monetário Internacional) terá efeitos mínimos sobre a economia brasileira.

     

    Em julho, o FMI reestimou o crescimento mundial para 4,1%, quase 1 ponto percentual abaixo dos 5% registrados em 2007. Se esse cenário se confirmar, o efeito sobre o PIB brasileiro será de apenas 0,1 ponto. Ou seja, o país cresceria 4,9% em 2008, em vez dos 5% projetados pelo governo.

     

    No câmbio, o impacto estimado pelo BC é de 0,12 ponto percentual. Dessa forma, a taxa hoje estimada pelo mercado em R$ 1,62 para o final do ano seria mais próxima de R$ 1,63. A outra variável calculada pelo BC foram as exportações, onde a crise internacional custaria apenas 0,08% de redução no ritmo de alta das vendas.

     

    Essas estimativas foram apresentadas pelo diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, na reunião do G20, grupo de países emergentes, na semana passada no Rio de Janeiro.

     

    "O impacto da crise internacional no Brasil é menor por duas razões boas. A primeira é que a desaceleração mundial não parece ser muito acentuada. A outra é que os países emergentes estão em situação muito melhor de solvência externa do que nos anos 90", afirma o economista do banco WestLB, Roberto Padovani.

     

    O baixo grau de abertura da economia é outro motivo apontado por Mesquita para o reduzido impacto da crise no Brasil. A desaceleração mundial indica demanda externa menor por produtos brasileiros. Mas, como o país exporta e importa pouco em relação ao tamanho de sua economia, essa procura menor por bens brasileiros não deve ter impacto relevante.

     

    Os dados do BC permitem concluir que o Brasil está mais protegido da crise internacional. Mas mostram também que o país não poderá contar com a ajuda externa para reduzir o ritmo de crescimento interno.

     

    Ou seja, uma desaceleração mundial não garante que o Brasil crescerá menos e, portanto, que o BC poderá parar de subir os juros para conter a economia. Desde abril, o juro subiu de 11,25% ao ano para 13%.

     

    Na apresentação ao G20, Mesquita reforçou o diagnóstico de que a demanda interna vem crescendo em ritmo muito maior do que a capacidade que os fornecedores nacionais têm de produzir. Esse descompasso é considerado pelos diretores do banco como a principal razão para o aumento da inflação.

     

    Mesquita apresentou gráficos em que procurou mostrar que a subida dos preços não é resultado somente do aumento dos preços de alimentos ou da alta do petróleo.

     

    O diagnóstico do BC não é consenso no governo. A equipe do ministro Guido Mantega (Fazenda) atribui o repique da inflação aos choques de commodities. Daí a disputa sobre a necessidade ou não de nova alta dos juros.

     

    Fonte: Folha on-line
    04-09-2008 | 11:09
    A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) também lançou ontem, em âmbito estadual, o Prêmio MPE Brasil, que compõe o programa MT Competitivo, resultado do convênio entre o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), que integra o Sistema Fiemt. Após as assinaturas dos convênios entre governo e instituições privadas, que firmaram acordo para implementação do PMGP, a solenidade prosseguiu com o lançamento do Prêmio MPE Brasil.

    O objetivo do prêmio é mostrar os bons exemplos de micro e pequenas empresas, sediadas no Estado, que por meio da aplicação de métodos de gestão tiveram resultados significativos tanto no empreendimento como na comunidade. “Queremos provar que boas práticas de gestão são possíveis em quaisquer empresas, sejam elas micro ou pequenas e atuantes em todos os segmentos”, pontuou o diretor regional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), Gustavo de Oliveira.

    Em âmbito estadual, o Prêmio MPE Brasil compõe o programa MT Competitivo, resultado do convênio entre o MBC, Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) e IEL-MT. O prêmio dissemina os conceitos de qualidade e competitividade, além de permitir uma auto-avaliação das características de comportamento empreendedor dos participantes e a avaliação da gestão da empresa com base em critérios do Modelo de Excelência® da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ): liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas e processos.

    De acordo com Oliveira, o prêmio funciona como um incentivo para as empresas. “Conceitos que se traduzam em competitividade industrial sempre servirão de exemplo de sucesso para as empresas”, avalia.

    PRÊMIO - Para concorrer, as micro e pequenas empresas de Mato Grosso devem se inscrever até o dia 30 de setembro, em quatro categorias, de acordo com o segmento de atuação: Indústria, Comércio, Serviços e Agronegócio. A categoria Destaque irá premiar ações voltadas às ‘Boas Práticas de Responsabilidade Socioambiental’.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    04-09-2008 | 11:09
    Governo de Mato Grosso e MBC lançam programa de modernização. Incremento de receita e redução de gastos são metas do PMGP

     

    O presidente de honra do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, esteve ontem em Cuiabá para assinar, com o governo do Estado e a Federação das Indústrias no Estado (Fiemt), o plano de trabalho do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), que deverá implantar uma nova mentalidade de gestão no âmbito da administração pública. Por meio deste programa, o governo estadual espera incrementar a receita e reduzir gastos com a máquina em seis órgãos do governo. A previsão é de um incremento real de R$ 218 milhões na arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), além de uma redução de R$ 70 milhões com contas correntes do governo em um período de 17 meses.

    O projeto tem um custo estimado de R$ 9,05 milhões e, por meio do MBC e da Fiemt, será contratado o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do consultor Vicente Falconi, que irá disponibilizar consultoria para a melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da fazenda, segurança, meio ambiente, administração, planejamento e Detran. Responsável pela implantação do programa de modernização da gestão nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas e Sergipe, a consultoria vai capacitar 240 servidores do quadro efetivo das áreas trabalhadas, e repassar a metodologia de gestão para resultados.

    EVOLUÇÃO - Na opinião do secretário de Estado de Fazenda, Éder de Moraes Dias, o PMGP será o maior legado que o governador Blairo Maggi deixará às futuras administrações. Segundo ele, além de permitir a modernização da gestão pública, o programa dará também uma forte contribuição à área da Tecnologia da Informação (TI). Ele acredita que os resultados práticos poderão aparecer quatro meses após a conclusão do diagnóstico que o governo irá realizar nas áreas selecionadas para a implantação do programa.

    A apresentação do PMGP coube ao assessor especial da Sefaz, Vivaldo Lopes, que destacou os objetivos estratégicos para cada uma das áreas envolvidas no projeto. “De uma forma geral, o programa visa melhorar a governança corporativa pública, contribuindo para a melhoria do ambiente de negócios e aumentando os investimentos públicos em infra-estrutura econômica e social”, frisou ele.

    De acordo com Éder de Moraes, o programa contempla não só o controle de custos e a melhoria de receita, “mas atende também à expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente”.

    O vice-presidente da Fiemt, Edgar Teodoro Borges, destacou que um ambiente de melhor segurança e de menor burocracia na área ambiental “consegue atrair com mais facilidades os investimentos”. Segundo ele, ninguém vai querer investir em um estado com problemas sociais e onde existem dificuldades na área ambiental.

    “Para tanto, vamos melhorar os índices de criminalidade contra pessoas e patrimônio”, explica Éder. Na área do meio ambiente, o governo espera definir metas de planejamento estratégico e readequação de processos. Entre as ações, ele aponta a redução dos prazos para concessão de licenças ambientais, diminuição do desmatamento ilegal, aumento do número de propriedades rurais licenciadas, ampliação da recuperação de áreas degradadas e criação de novas unidades de conservação.

    Com o PMGP, Éder de Moraes acredita que o governo alcançará grandes avanços em termos de resultados e prática administrativa. “Mato Grosso não poderia ficar de fora deste pelotão de elite formado pelos estados que hoje têm o privilégio de contar com o apoio de um instituto de desenvolvimento gerencial do quilate do INDG”.

    O deputado federal Homero Pereira destacou o “tripé” do programa, sustentado principalmente na questão ambiental, na segurança e no planejamento. “Vamos construir Mato Grosso dentro dos indicadores da sustentabilidade”, ressaltou.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    04-09-2008 | 11:09
    Os fatores políticos, econômicos e culturais muitas vezes interferem nos negócios dos empreendedores. Cabe a eles aproveitar estes acontecimentos externos para gerar inovações que tragam benefícios. Temos como exemplo a atual "Lei Seca", que já provocou uma baixa de mais de 25% das vendas em bares no Brasil. Alguns já acharam a saída para essa situação, como os restaurantes da Zona Oeste da cidade de São Paulo, que contrataram alguns motoristas para ficarem à disposição dos clientes que se excederem com a bebida.

     

    Outro exemplo de um acontecimento que acarretará mudanças na vida das pessoas é que, devido às restrições impostas aos caminhoneiros, a partir deste mês 80 feiras livres deverão ser encerradas uma hora antes do habitual. Assim, caberá aos feirantes acharem uma alternativa para que não tenham prejuízo nos seus negócios e, ainda, lucrem com isso de alguma forma, já que o bom vendedor é aquele que não se abala com as demandas externas e, sim, o que consegue adaptar-se rapidamente à situação reversa.

     

    No começo da minha carreira, vendia anúncios de lista telefônica. Para chegar à categoria de consultor especialista em vendas, precisei criar maneiras de superar as minhas metas para alcançar meus objetivos. Ao contrário dos exemplos acima, não esperei fatores externos influenciarem no meu trabalho: resolvi mudar antes disso acontecer e desenvolvi uma metodologia de vendas, com o nome de WinnersMap, que tem como foco a "difusão" da metodologia para empresas de médio e grande porte e também para profissionais de vendas. A WinnersMap ensina como um vendedor deve agir diante de uma venda. Primeiramente, ele precisa desmistificar a idéia de que os profissionais devem saber de tudo, pois a arte de vender é simples, natural do ser humano. A metodologia ensina também que o vendedor deve chamar o cliente pelo seu nome para criar um vínculo com ele ou até mesmo para quebrar uma possível barreira no ato da venda.

     

    Portanto, os empreendedores devem estar atentos a todos os fatores políticos e econômicos que ocorrem no mundo, já que muitas vezes eles interferem no cotidiano das empresas. Quando isso acontecer, o dono do estabelecimento não deve se apavorar e criticar as mudanças, e sim começar a pensar em uma nova alternativa para não deixar as vendas caírem e, quem sabe, até aumentar o lucro do empreendimento.

     

    Dominic de Souza é consultor especialista em vendas, empresário e autor do livro "Como vender o seu Produto ou Serviço como algo Concreto"

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09
    O Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) apresentou alta de 0,38% em agosto e ficou acima do resultado da terceira quadrissemana (0,35%) do mês, mas recuou em relação ao fechamento de julho (0,45%). O índice, que mede a inflação na cidade de São Paulo, veio dentro das previsões dos analistas, que iam de 0,33% a 0,45%, segundo pesquisa da Agência Estado.

     

    O grupo Habitação alcançou 1,03% em agosto, acima da terceira prévia (0,67%) e do resultado de julho (-0,09%). Transportes teve variação de 0,29%, após variações de 0,30% na terceira leitura do mês e de 0,32% em julho. O segmento Despesas Pessoais variou 0,75% em agosto, ficando acima da terceira quadrissemana (0,70%), mas abaixo do mês retrasado (1,19%).

     

    Saúde encerrou agosto em alta de 0,44%, abaixo da terceira apuração (0,49%) e do dado de julho (0,56%). Vestuário registrou deflação de 0,38%, após alta de 0,13% na terceira quadrissemana. Em julho, o grupo teve deflação de 0,03%.

     

    O grupo Educação apresentou variações de 0,12% em agosto, 0,09% na terceira prévia, e 0,05% em julho. Alimentação fechou o mês passado com deflação de 0,49%, acima da taxa negativa da terceira prévia (0,20%). Em julho, o grupo fechou em alta de 1,07%. Veja como ficaram os itens que compõem o IPC-Fipe de agosto: Habitação: 1,03% Alimentação: -0,49% Transportes: 0,29% Despesas Pessoais: 0,75% Saúde: 0,44% Vestuário: -0,38% Educação: 0,12% Índice Geral: 0,38%

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09
    Novos indicadores econômicos divulgados ontem, agora pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), comprovam o forte crescimento da indústria em julho, fator "especialmente relevante por ocorrer sobre uma base de comparação muito alta", reforça a CNI. De acordo com a entidade, em julho a utilização da capacidade instalada da indústria de transformação atingiu 83,5%, nível recorde desde o início da série histórica, em 2003.

     

    Em junho o nível do uso da capacidade havia sido de 83,3% e, em julho do ano passado, 82,5%. O faturamento real da indústria de transformação cresceu 0,2% em julho, na comparação com junho, e subiu 13,2% na comparação com igual mês de 2007, segundo a CNI. No acumulado do ano até julho, o faturamento real teve expansão de 9%, em relação a igual período do ano passado.

     

    As horas trabalhadas na indústria tiveram alta de 0,5% em julho ante junho. Na comparação com julho de 2007, as horas trabalhadas subiram 7,2%. No acumulado do ano até julho, tiveram expansão de 6,1%. O emprego na indústria, por sua vez, subiu 0,6% em julho ante junho. Na comparação com igual mês de 2007, o emprego subiu 4,4%, mesmo índice do acumulado do ano. A massa salarial real subiu 3,5% em julho, ante junho. Esse indicador foi divulgado sem ajuste sazonal. Na comparação com julho de 2007, a alta da massa salarial foi de 5,7% e no acumulado do ano, 5,6%.

     

    Maturação - Apesar do recorde no nível do uso da capacidade instalada, o economista da CNI Paulo Mol disse que o crescimento é moderado, diante da "expansão intensa" das horas trabalhadas e do emprego na indústria. Segundo ele, isso significa que está havendo maturação dos investimentos, ou seja, expansão do parque fabril. Embora reconheça que a utilização da capacidade instalada está em nível alto, Mol considera que este indicador é um fator de estímulo para mais investimentos por parte dos empresários. "A primeira condição para investimento é o empresário perceber que precisa realizá-lo. Com a UCI (Uso da Capacidade Instalada) em 83,5%, o empresário percebe que precisa investir", declarou Mol.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09
    O Banco Central informou ontem que o fluxo cambial fechou o mês de agosto positivo em US$ 1,944 bilhão. Com esse resultado, foi revertida a tendência de saldos negativos, registrada em junho (-US$ 877 milhões) e julho (-US$ 2,494 bilhões). Em agosto de 2007, o fluxo havia sido positivo em US$ 6,841 bilhões.

     

    De acordo com o BC, o resultado do mês passado teve a contribuição negativa de US$ 2,150 bilhões da conta financeira, decorrente de compras de US$ 47,241 bilhões e vendas de US$ 49,390 bilhões. Em agosto de 2007, o fluxo financeiro havia sido negativo em US$ 39 milhões.

     

    Na conta comercial, foi registrado o ingresso de US$ 4,094 bilhões em agosto de 2008, resultado de exportações de US$ 16,021 bilhões e importações de US$ 11,927 bilhões.

     

    Em agosto do ano passado, o fluxo comercial havia sido positivo em US$ 6,88 bilhões. No acumulado do ano até agosto, o fluxo cambial registra entrada líquida de US$ 14,385 bilhões, fruto da contribuição positiva de US$ 36,281 bilhões da conta comercial e saída líquida de US$ 21,896 bilhões da conta financeira. Em igual período de 2007, o fluxo estava positivo em US$ 70,056 bilhões Bancos Os bancos aumentaram suas posições compradas em dólar no mês passado para US$ 3,754 bilhões.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-09-2008 | 11:09
    A economia de São Paulo chegou a 2008 com vigor renovado e está impulsionando todos os bons indicadores nacionais. Somente no caso da produção industrial, o crescimento paulista no primeiro semestre esteve 56% acima da média nacional, a maior distância do Estado para a média do país apurada na pesquisa do IBGE desde o início da série, em 1992. Os dados paulistas estão acima da média também no emprego metropolitano, no emprego industrial e no varejo.

     

    A diversidade da economia paulista, o aumento da massa salarial na região e o fato de que o Estado tem destaque nos setores que estão puxando a indústria nacional são os principais motivos apontados para a liderança regional no crescimento brasileiro.

     

    No caso específico da indústria, enquanto a média do Brasil mostrou uma expansão de 6,3% no primeiro semestre, no caso de São Paulo chegou a 9,8%. Amanhã, o IBGE vai divulgar os dados regionais da indústria de julho, que devem confirmar a expansão do Estado acima da média.

     

    A economista da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes, comentou, sobre os resultados de São Paulo no primeiro semestre, que o Estado vem puxando a indústria nacional não apenas pelo peso (40% do total da produção do país), mas também pela boa performance.

     

    Isabella Nunes explica que São Paulo tem uma indústria bastante diversificada e que se destaca em segmentos que têm tido maior impacto no desempenho nacional. "Em qualquer corte temporal a indústria paulista está acima da média (nacional), porque os segmentos que estão impulsionando o setor industrial no país são muito fortes em São Paulo", disse.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    03-09-2008 | 11:09
    Cem nomes de empresas, todos os partidos políticos e empregadores do poder público, como a Secretaria Municipal de Infra-Estrutura, por exemplo, foram apresentados ontem no Ministério Público do Trabalho (MPT) como destinatários de notificações pela fiscalização do trabalho ao ar livre.

    As notificações começaram ontem. Os empregadores deverão cumprir medidas de segurança para evitar problemas de saúde em trabalhadores de atividades externas durante o período de estiagem.

    Prevista para terminar no fim deste mês, a estiagem preocupa, devido ao baixo nível de umidade do ar (ontem foi de 14% na Capital) e às altas temperaturas registradas nos últimos dias. Trabalhadores expostos ao sol, como os funcionários da Secretaria Municipal de Infra-Estrutura, poderão ter suas atividades suspensas por determinação do MPT, de acordo com os alertas emitidos pelos boletins da Defesa Civil.

    Esta é uma das medidas de segurança exigidas, como o fornecimento de uniforme adequado com proteção solar, chapéus, água potável e acesso a sanitários.

    Carteiros, lixeiros, pedreiros, garis, fiscais de estacionamento e cabos eleitorais também devem ser protegidos pela fiscalização aos empregadores, que podem ser acionados judicialmente pelo não-cumprimento das medidas de segurança. Denúncias são feitas no 3613-9100. (RD)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    03-09-2008 | 11:09
    São Paulo, Com a retração do mercado acionário, as empresas do mercado imobiliário começam a utilizar mais a securitização de seus recebíveis como forma de captar recursos para financiar suas operações ou mesmo para melhorar seu perfil de dívida.

     

     

     

            Só a emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) aumentou 132,8% neste ano, em relação ao total emitido no ano passado, com 66 operações registradas até agosto, que somaram R$ 3,53 bilhões.

     

     

     

            A construtora e incorporadora Company começou a securitizar parte da sua carteira de recebíveis neste ano, com uma venda de R$ 47 milhões no primeiro semestre deste ano e pretende atingir o montante de R$ 60 milhões até o final do ano.

     

     

     Segundo o vice-presidente financeiro e de relações com investidores da companhia, Luiz Rogelio Tolosa, parte dos recursos captados com a venda da carteira deve ser utilizada para investimento em negócios, compra de terrenos e finalização de obras.

     

     

    "As empresas 'start ups', que começaram do zero, em breve não necessitarão de capital, levantando recursos por meio da securitização de seus lançamentos para financiar seus custos de compra de terrenos e incorporação", diz.

     

     

     

            O diretor da RB Capital, Avelino Palma, responsável pela originação das operações voltadas para o segmento imobiliário residencial, afirma que essa é uma tendência que vem crescendo e que, com a queda do IGP-M, utilizado como referencial para a remuneração das operações imobiliárias, começa a ser acessada por muitas incorporadoras que antes optavam por manter esses recebíveis em carteira.

     

     

     

            É o caso da incorporadora Cyrela Brazil Realty, que tem uma carteira de R$ 6 bilhões e estuda começar a securitizar parte desse montante.

     

     

     "Temos cerca de R$ 600 milhões que podem ser securitizados, e podemos vender parte desses ativos neste ano", diz Luis Largman, diretor financeiro e de relações com investidores.

     

     

     

            Largman ressalta que, entre outras vantagens, a securitização permite a melhora do fluxo de caixa, quitação de dívidas e antecipação do lucro.

     

     

     

            Hoje a maioria das incorporadoras vende sua carteira de unidades comercializadas para uma empresa de securitização após a fase de entrega das chaves da construção.

     

     

    Esses ativos são reunidos em tranches e vendidos no mercado por meio da emissão de CRIs.

     

     

     

            Embora em termos de volume a securitização das chamadas operações pulverizadas, com lastro em recebíveis imobiliários residencial, representem apenas cerca de 30% do volume das estruturações de CRIs das empresas de securitização, esse mercado tende a crescer, segundo Palma, com o aumento dos estoques em carteira das construtoras.

     

     

     

            George Verras, diretor da Brazilian Securities, que detém cerca de 90% das operações desse mercado, destaca também que com a securitização as companhias deixam de ter que gerenciar sua carteira de crédito.

     

     

    O total de emissões da Brazilian Securities, até agosto deste ano, foi de cerca de R$ 650 milhões, sendo R$ 200 milhões de CRIs pulverizados.

     

     

     

            As emissões com lastro em recebíveis imobiliários representaram neste ano, até junho, apenas 4% do volume de operações de securitização, segundo levantamento da consultoria Uqbar.

     

     

     

     "Não performados"        Segundo Palma, as companhias estão começando a se interessar pela estruturação de operações com recebíveis "não performados", isto é, quando a construção do imóvel não está concluída ou nem saiu do papel.

     

     

     

            Porém Palma lembra que, por envolver o risco da construção, esse tipo de operação exige remuneração maior que as operações com recebíveis performados, e por isso, muitas vezes, as construtoras acabam optando pelo financiamento bancário.

     

     

     

            Mesmo com a crise no mercado de crédito imobiliário nos Estados Unidos, a demanda por CRIs continua aquecida, sobretudo por parte dos investidores estrangeiros, já que oferece uma remuneração interessante, principalmente agora em tempos de alta volatilidade no mercado acionário.

                                                                         

    Fonte: CBIC
    03-09-2008 | 11:09
            O potencial do mercado de biocombustível está atraindo, agora, os grandes nomes da engenharia.

     

     

    Para aproveitar o forte movimento de expansão do setor sucroalcooleiro - com cerca de 100 novas usinas em construção, previstas para entrar em operação até 2012 - pesos pesados da construção, como Camargo Corrêa, Método Engenharia, Odebrecht e Queiroz Galvão, cavam oportunidades onde podem.

     

     

     Vale desde gerir a construção de unidades de etanol e associar-se à construção de alcoodutos até abocanhar uma fatia acionária das próprias usinas.

     

     

     

            Para aproveitar a brecha deixada por companhias tradicionais de bens de capital voltadas para o setor sucroalcooleiro, como Dedini, de Piracicaba (SP); Sermatec, de Sertãozinho (SP); e Renk Zanini, de Cravinhos (SP), que mal conseguem dar conta da demanda para atender essas novas unidades, com encomendas fechadas para construção de usinas para os próximos dois anos, a Método Engenharia criou uma divisão específica para gerir a construção de unidades de etanol.

     

     

     

            O objetivo é vender e fazer a gestão do projeto completo ("chave na mão"), desde a estruturação do negócio e o projeto de viabilidade até a construção civil e a compra de equipamentos.

     

     

     "Mudou o perfil do setor, com a entrada de investidores profissionais e multinacionais, que demandam um modelo de soluções integradas", afirma Fernando Ferreira, diretor dessa nova unidade. O objetivo da companhia é que a unidade de energia represente 20% da receita do grupo já em 2009.

     

     

     

            Na semana passada, a Método assinou seu primeiro contrato com a BER (Brasil Energia Renovável) para a gestão da obra de ampliação da usina de Guaricanga, em Presidente Alves (SP).

     

     

    O projeto terá duas fases e pode ultrapassar R$ 60 milhões. A primeira etapa aumenta a capacidade da usina em 25%, para 1,5 milhão de toneladas de cana por safra e, a segunda, prevista para o final de 2009, deverá duplicar a capacidade de produção da unidade.

     

     

     

            A empresa também está se especializando na construção de centrais para a geração de energia a partir do bagaço de cana.

     

     

     "A discussão sobre etanol, hoje global, abriu uma janela de oportunidades muito importante para o mercado de engenharia", diz Ferreira.

     

     

     

            Para os usineiros, a maior concorrência nesse mercado traz vantagens.

     

     

     "Uma usina construída por um grupo como a Método, por exemplo, sai entre 20% e 30% mais barata. Esses grupos assumem o risco de administração e diluem os custos", diz uma fonte ouvida pelo Valor.

     

     

     Referência no mercado internacional, a Dedini também já exporta projetos de usinas "chave na mão", mas para encomendar um projeto desse porte, os empresários têm de entrar na fila. Procurada, a Dedini não comentou a estratégia dos concorrentes.

     

     

     

    Já com uma tradição no mercado sucroalcooleiro, a Procknor Engenharia também oferece equipamentos para o setor de açúcar e álcool. Assim como a Método, também administra novos projetos nessa área.

     

     

     

            Camargo Corrêa, Odebrecht e Queiroz Galvão ainda não se arriscaram a entrar na divisão de equipamentos para açúcar e álcool, mas encontraram um jeito de lucrar nesse setor.

     

     

    O braço Camargo Corrêa Investimentos e Infra-Estrutura tornou-se sócio da Petrobras e Mitsui na construção de alcoodutos, que devem ligar as principais regiões produtoras de álcool aos portos do país, informou a empresa.

     

     

    A Camargo Corrêa terá um terço da participação desses negócios. Os projetos da Petrobras para alcoodutos ainda estão no chamado "fase zero" - ou seja, manutenção das estruturas já existentes.

     

     

            A Odebrecht, que atua desde 2007 como produtora de álcool, por meio de sua empresa de energia, a ETH, também vai participar das obras de construção desses dutos.

     

     

    A divisão de agroenergia do grupo tem duas usinas em operação e outras três em construção, com início das operações previsto para 2009, além de outros seis projetos "greenfield" (construídas a partir do zero).

     

     

     

            Também de olho no mercado de etanol, mas como produtora, a construtora Queiroz Galvão sinalizou no ano passado parceria com a trading japonesa Itochu em projetos de biocombustíveis na Bahia e Pernambuco.

     

     

    No entanto, esses projetos ainda não saíram do papel. Procurado, o grupo não comentou o assunto.

     

     

     

            Além das construtoras, o setor também tem atraído multinacionais, como a americana General Electric (GE).

     

     

    Ela já tem uma divisão em Campinas para fabricação de turbinas.

     

     

     A empresa está focando essa divisão para atuar na fabricação de equipamentos de açúcar e álcool e também para co-geração de energia.

     

     

    A fábrica da empresa em Campinas (SP) vai se dedicar mais fortemente a esse setor.

     

    Fonte: CBIC
    03-09-2008 | 11:09

    A sessão de ontem na Bovespa foi dominada pelas construtoras, em um dia em que o feriado pelo Dia do Trabalho nos Estados Unidos reduziu bastante a liquidez na Bolsa e o comportamento das commodities não ajudou em nada as blue chips. O Ibovespa fechou em queda de 0,93%, pressionado pelas ações de Petrobrás, Vale e siderúrgicas.

     

     

     

            Na ponta oposta, os papéis relacionados à construção civil registraram fortes ganhos, na esteira de mais uma notícia de consolidação no setor.

     

     

    Dentre as maiores altas do índice durante o dia, apareceram Gafisa (8,82%), Rossi Residencial (4,2%) e Cyrela Commercial Properties (3,22%).

     

     

    Fora do índice, a Tenda ON liderou as altas do mercado, com ganho de 22,66%%; Abyara avançou 0,85%; Klabin Segall, 1,81%; e MRV, 0,93%.

     

     

     

            "O mercado tenta se antecipar aos próximos movimentos de consolidação, o que certamente ocorrerá", comentou um operador.

     

     

     

            Conforme operadores, a alta em bloco dos papéis de construtoras indica a aposta de que novas notícias de concentração do setor estão por vir no curto e médio prazos.

     

     

     "Mais adiante, haverá espaço para apenas três ou quatro grandes empresas de construção na Bovespa", comentou outro profissional.

     

     

    Fonte: CBIC
    03-09-2008 | 11:09
    O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), realiza nesta quarta-feira (03.09), às 8h30, no salão nobre do Palácio Paiaguás, em Cuiabá, a solenidade de lançamento do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).

    O plano de trabalho do programa em Mato Grosso será assinado pelo governador Blairo Maggi, o presidente fundador do MBC e presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, o diretor-presidente do MBC, Claudio Gastal, e o secretário de Fazenda, Eder Moraes.

    Por meio do MBC e da Fiemt, será contratado o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do consultor Vicente Falconi, para disponibilizar consultoria para melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da Fazenda, Segurança, Meio Ambiente, Administração, Planejamento e Detran. O convênio vai custar em torno de R$ 9 milhões.

    A consultoria vai capacitar 240 servidores do quadro efetivo das áreas trabalhadas, e repassar a metodologia de Gestão para Resultados. A iniciativa de contratação do INDG partiu do secretário Eder Moraes, assim que assumiu a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, há mais de seis meses, por considerar o programa de modernização da gestão um dos mais completos do país.

    "O programa vai atacar não só o controle de custos e a melhoria de receita, mas também vai atender a expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente, o que melhora o ambiente de negócios em Mato Grosso", afirmou o secretário.

    Fonte: Olhar Direto
    03-09-2008 | 11:09
    A produção de bens de consumo registraram queda de 0,3% em julho na comparação com junho, e aumento de 6,1% em relação a julho de 2007, revela o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, houve alta de 4,8% e em 12 meses, de 5,2%. Dentro dos bens de consumo, os duráveis registraram queda de 5,2% na produção em julho ante junho.

     

    Silvio Sales sublinhou que esse recuo na produção de bens de consumo duráveis está muito mais relacionada ao aumento das importações do que à diminuição da demanda por esses produtos. "No caso dos duráveis, é preciso olhar para o varejo, não há arrefecimento da demanda", disse.

     

    As importações de duráveis aumentaram, em valor (US$ FOB), 78% em julho ante igual mês do ano passado. Essa categoria, que reflete especialmente a fartura de crédito, continuou mostrando bons resultados na comparação com iguais períodos de ano anterior: 9,8% ante julho 2007; 13,3% no ano e também 13,3% em 12 meses.

     

    Os bens de consumo semi e não duráveis registraram estabilidade (0%) ante o mês anterior e alta de 5,0% ante julho do ano passado; 2,1% no ano e 2,8% em 12 meses.

     

    Atipicidades - O efeito calendário favoreceu os dados da indústria de julho, mas terá um efeito negativo sobre os resultados de agosto do setor. Julho contou com dois dias úteis a mais do que junho e um dia útil a mais do que igual mês do ano passado. O mês de agosto de 2008 terá dois dias úteis a menos do que julho.

     

    Segundo Sales, a coordenação de indústria optou por não fazer nenhuma mudança no modelo de ajuste da pesquisa, apesar da forte influência do calendário nos resultados da indústria este ano, porque o modelo "não deve variar em função de atipicidades". O IBGE também reviu o resultado da produção industrial em junho na comparação com maio (de 2,7% para 2,9%), e outras revisões na série com ajuste sazonal, nos resultados de maio ante abril (de -0,6% para -0,7%) e de abril ante março (0,4% para 0,2%).

     

    Fonte: Gazeta Digital
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