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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    20-06-2008 | 11:06
    O volume de recursos aplicados pela Caixa Econômica Federal no setor da habitação em Mato Grosso deverá atingir a cifra de R$ 400 milhões este ano, crescimento 48,14% em relação ao montante injetado pela instituição em 2007 (R$ 270 milhões). Até agora, de acordo com a Superintendência da CEF, já foram aplicados R$ 230 milhões, mais de 50% dos recursos previstos no orçamento deste ano.

    As fontes são diversas. Da Caixa Econômica e Sociedade Brasileira de Poupança e Empréstimos (SBPE), estão previstos R$ 120 milhões. O FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) deverá participar com R$ 100 milhões, mesmo montante do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), enquanto a contrapartida do governo federal (com recursos a fundo perdido), será de R$ 90 milhões.

    A Caixa Econômica oferece diversas modalidades de financiamento, visando atender às diferentes camadas sociais e faixas de renda, entre eles o PAR, a Carta de Crédito FGTS, a Carta de Crédito SBPE e o Imóvel na Planta.

    Por conta dessas opções, a procura por crédito imobiliário vem crescendo a cada ano em Mato Grosso. “Na verdade, o que existe é uma carência de soluções habitacionais que vêm sendo suprida através dos investimentos que a Caixa vem realizando no setor. A Caixa vem aumentando e batendo recordes sucessivos no setor. Temos programas para atender todas as faixas de renda e alternativas que se encaixam ao perfil salarial dos trabalhadores”, explica o superintendente da Caixa em Mato Grosso, Ivo Carlos Zecchin.

    No caso da Carta de Crédito FGTS, a faixa de renda atendida vai de 1 salário mínimo a R$ 4,9 mil, com prazo de até 30 anos para pagar. O limite do financiamento, com recursos do FGTS, varia de acordo com a renda do trabalhador e os juros oscilam entre 5,5% e 8,5% ao ano. Este programa financia até 100% do valor do imóvel.

    A Carta de Crédito SBPE e o programa da Caixa destinam-se à construção e aquisição de imóveis com recursos da poupança, podendo ser pago também em até 30 anos e financiando até 80% do valor do imóvel (no caso de Cuiabá), com juros de 8,5% a 12%.

    A Caixa conta ainda com programas de financiamento às famílias de baixa renda – como o “Tô Feliz” - em parceria com o governo do Estado, que quita o financiamento. Por meio deste programa já foram construídas 2,5 mil casas em 32 municípios, com investimentos de R$ 18 milhões. Objetivo é construir em torno de 10 mil imóveis em Mato Grosso. Até agora foram edificadas mais de cinco mil casas.

    JUROS E PRAZO - O aumento da procura pelo financiamento imobiliário é conseqüência direta do alongamento dos prazos de financiamento e redução das taxas de juros, principal atrativo para os mutuários que desejam reformar, ampliar ou construir um imóvel.

    De uma forma geral, todas as instituições que operam com financiamentos imobiliários ajustaram suas taxas de juros para baixo.

    Para a Superintendência da Caixa Econômica, a ampliação do prazo e a redução das taxas vão estimular o setor habitacional e estimular a construção de imóveis em Cuiabá, pois “houve ganho nas duas pontas e isso irá beneficiar todo o mercado”.

    A distribuição dos contratos mostra que 55% dos financiamentos são de imóveis na planta, 15% de imóveis novos e 30% de imóveis usados. O prazo médio dos empréstimos é de 144 meses.

    SALÃO – Foi aberto ontem no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o 1º Salão de Negócios da Habitação, Mostra da Construção Civil e 4º Feirão da Casa Própria.

    Promovido pelo Sebrae em Mato Grosso, Caixa Econômica Federal e governo estadual, com o apoio de uma rede de parceiros, o Salão vai até o próximo domingo, dia 22, das 10 horas às 22 horas.

    O salão tem como proposta informar o público visitante sobre financiamento da casa própria e criar novas oportunidades de negócios para o setor.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    20-06-2008 | 11:06

    Metade das metas fixadas na nova política industrial até 2010 não será cumprida, aponta estudo da Fiesp sobre o plano anunciado no mês passado pelo governo Lula. A avaliação é endossada pelo Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

    A política industrial pretende assegurar o crescimento econômico acima de 5% ao ano e ajustar a capacidade de produção a um novo patamar de consumo, o que pode afastar o risco de inflação por demanda.

    Segundo o estudo da Fiesp, o investimento industrial de 21% do PIB (a chamada Formação Bruta de Capital Fixo) e a exportação de US$ 210 bilhões ao ano --1,25% do comércio mundial-- não são mais metas factíveis até 2010.

    A Fiesp acha que o investimento industrial não irá passar de 19% do PIB no horizonte da nova política e que as exportações alcançarão no máximo US$ 196,8 bilhões, 1,06% do comércio mundial.

    A entidade avalia que as outras duas metas (elevação do investimento em pesquisa e desenvolvimento para 0,65% do PIB e ampliação do número de empresas exportadoras para 11,8 mil) serão cumpridas.

    José Ricardo Roriz, diretor do departamento de competitividade da Fiesp, afirma que a elevação dos juros básicos da economia funcionará como um freio ao investimento. O ciclo de queda dos juros básicos iniciado no fim de 2005 coincide com a aceleração dos investimentos. Em abril passado, o Banco Central --ante a aceleração da inflação-- inaugurou um novo ciclo de alta de juros.

    Nas exportações, o problema continua a ser a desvalorização do dólar ante o real. A situação afeta a competitividade do produto brasileiro e expulsa exportadores do mercado.

    "Essas duas situações afetam diretamente o cumprimento dessas metas fixadas na política industrial. Além disso, o governo oferece a desoneração com uma mão e tira com a outra. Depois de conceder desoneração apresentou proposta para uma nova CPMF", critica Roriz.

    Júlio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, concorda com as conclusões da Fiesp. Diz que a meta de investimentos ao ritmo de 21% do PIB por ano a partir de 2010 é ousada, principalmente se considerados os incentivos criados para viabilizá-la. Almeida salienta, no entanto, que tal proposta seria facilmente cumprida se o governo universalizasse o benefício da depreciação acelerada tal qual ofertada aos setores automotivo e de bens de capital.

    O Iedi avalia que na exportação as medidas de apoio não são suficientes. Além do problema do câmbio, Almeida afirma que o governo deveria buscar uma solução para devolver à indústria os R$ 17 bilhões retidos nos Tesouros dos Estados a título de ICMS de exportação.

    Outro lado

    O Ministério do Desenvolvimento rebateu o estudo.

    Segundo Fernanda De Negri, chefe da Assessoria Econômica da pasta, o investimento industrial deste ano está alinhado com as projeções do governo.

    No primeiro trimestre, a expectativa era a de que a Formação Bruta de Capital Fixo estivesse em 17,8% do PIB em termos anualizados. "Chegamos a 18% do PIB", pontua Fernanda. Ela admitiu que o juro maior afeta o investimento, mas minimizou o impacto.

    Para ela, as medidas e os instrumentos de incentivo ao investimento serão suficientes para se sobrepor ao impacto da retomada da elevação do juro.

    O governo rebate com números a avaliação de que o ritmo de crescimento das exportações tende a reduzir com a desvalorização do dólar e a conseqüente perda de competitividade. "Estão dizendo isso desde 2004 e as exportações continuam a crescer", diz Fernanda.

    A média de crescimento das exportações nos últimos cinco anos foi de 21,7%, ante os 16% de expansão mundial.

    Fonte: Folha online
    20-06-2008 | 11:06
     O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou ontem o ranking das 50 cidades que mais geraram emprego, saldo entre contratações e demissões, nos cinco primeiros meses deste ano. Em maoto grosso, a capital do estado alcaçou a 35° posição, gerando 4.897 vagas de trabalho no período.

    Já o estado atingiu a 10° posição entre todos os 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Foram gerados no período pouco mais de 25 mil novos postos de trabalho. Entre os estados do Centro-Oeste, Mato Grosso ficou em segundo lugar, só perdendo para Goiás, que obteve a marca de quase 53 mil novos postos de trabalho.

    Fonte: Folha do Estado

    20-06-2008 | 11:06

    Formal – Setor contratou 1.559 trabalhadores, um aumento de 77% ante a 2007O agropecuário foi o que mais demitiu, com o fim da safra

    O setor da construção civil segurou o nível do emprego formal em mato grosso no mês de maio, obtendo o melhor saldo (diferença entre contratações e demissões) entre os setores produtivos do estado. Foram contratados 1.559 trabalhadores no setor no mês passado, um aumento de 77% ante ao mesmo período de 2007 (879). Só em Cuiabá, a construção abriu 538 novas vagas em maio. No acumulado de cinco meses já são 2.331 contratados somente nesse setor. De forma geral, foram abertas no estado, 2.882 novas vagas no mês passado, somando mais de 25 mil de janeiro a maio. Os dados do cadastro geral de empregados e desempregados (Caged) foram divulgados ontem (19) pelo Ministério do Trabalho. Segundo representantes da construção, o aquecimento do setor voltou no final de 2006 e segue até hoje com perspectiva de novos investimentos devido ao desempenho positivo da economia brasileira.         

     

    Fonte: Folha do Estado
    20-06-2008 | 11:06
    A criação de vagas de trabalho com carteira assinada de janeiro a maio bateu o recorde de 1.051.946, 15% maior do que o recorde anterior, em igual período de 2007, quando foram criados 913.836 postos de trabalho. Em maio, surgiram 202.984 vagas, uma desaceleração em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram criadas 212.217 cargos de emprego formal. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, essa queda se deve a "um fator sazonal no setor sucroalcooleiro". Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, nos últimos 12 meses até maio, foram gerados 1.755.502 empregos formais. O resultado é superior ao verificado no mesmo período do ano passado, quando foram registrados 1.374.179 novas vagas. Para reforçar a criação de empregos no governo Lula, o Ministério do Trabalho ainda contabilizou a criação de vagas entre 2003 e 2008: 7.320.714 de vagas.

    Sazonalidade - Segundo o ministro, no mês de maio foram fechados 7 mil postos de trabalho no Estado de Alagoas por causa do período de entressafra na produção de cana-de-açúcar. "Só isso explica essa diferença de um ano para o outro", disse. "Não é um efeito de contaminação do processo macro de geração de emprego. É uma sazonalidade de um Estado e de uma área específica."

    Lupi preferiu enfatizar o resultado do Caged no acumulado de janeiro a maio de 2008, que já ultrapassou a marca de mais de um 1 milhão de novos empregos formais. Segundo o ministro, a cada dia se confirma a sua previsão de um novo recorde de geração de empregos formais.

    O Ministério do Trabalho projeta a abertura de mais 1,8 milhão de postos em 2008. Em 2007, foram 1,617 milhão. Lupi disse que o aumento do salário mínimo para R$ 415 este ano elevou o consumo, o que, por conseqüência, fez crescer a produção e os postos formais de trabalho no segmento industrial.

    O ministro atribuiu o bom resultado no mercado à "pujança da economia brasileira". Ele destacou a informação de que mais de 30 milhões de brasileiros trabalham, hoje, com carteira assinada.

    Inflação - Lupi avaliou que o aumento dos índices de inflação não tem repercutido no mercado de trabalho. "A inflação é preocupante, é contra o assalariado, mas é o resultado de uma demanda interna aquecida, ou seja, de muita gente estar podendo comprar o que não podia", disse o ministro.

    Fonte: gazeta Digital

    19-06-2008 | 12:06
    O Sinduscon convida todos os associados a participarem do Salão de Negócios da Habitação e mostra da construção Civil que se inicia hoje dia 19 e vai até o dia 22 de junho no Centro de Eventos do Pantanal.
    19-06-2008 | 11:06
    Para MT, empresa pode diversificar sua atuação atendendo geração alternativa, como a biomassa. A SH está presente no Estado fornecendo equipamentos para construção de usinas hidrelétricas nos municípios de Sapezal e Brasnorte
    Líder do mercado de locação de fôrmas, andaimes e escoramentos metálicos, com faturamento de R$ 77 milhões no ano passado, a SH – que já atua em Mato Grosso em obras de energia (hidrelétricas) – anunciou ontem o interesse em investir no Estado em 2009. Atualmente, Mato Grosso está sendo atendido pela empresa por meio da unidade de Brasília.

    “Temos uma visão de expandir a nossa atuação através de novas unidades. Mato Grosso, por apresentar um grande potencial de investimento, sobretudo nas áreas de construção civil e geração elétrica, é um dos mercados sondados pela nossa empresa”, diz o coordenador do Núcleo de Energia da SH, Cleverson Sabatke, sem revelar cifras. Segundo ele, há perspectivas de investimentos em obras de usinas com energia alternativa, através da biomassa (bagaço de cana), “onde Mato Grosso é muito forte e conta com grandes usinas”.

    A SH está presente em Mato Grosso na geração elétrica, fornecendo equipamentos para a construção de usinas hidrelétricas nos municípios de Sapezal e Brasnorte.

    Para Sabatke, o Estado está em crescimento, mas, é carente de equipamentos na área da construção civil. “Atuamos em todos os segmentos da construção, dando suporte em obras industriais, residenciais, silos (armazenagem) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs)”, conta.

    Ele informou que para 2008 a SH está investindo R$ 40 milhões em equipamentos para locação. Em 2007, investiu R$ 17 milhões. A empresa gera 650 empregos diretos e está presente em sete estados e no Distrito Federal.

    APAGÃO - Cleverson Sabatke lembra que com o risco de racionamento de energia em 2009 previsto por especialistas, vários investimentos foram realizados para aumentar a capacidade de fornecimento de energia do Brasil. Apesar do risco de apagão ter sido descartado, devido ao grande volume de chuvas no primeiro trimestre, a quantidade de obras para geração de energia alavancou os negócios das empresas do setor da construção civil. A SH garantiu mais de R$ 1,9 milhão em contratos de locação de equipamentos nos primeiros cinco meses de 2008.

    No biênio 2007/2008 foram locados mais de 1.700 toneladas de equipamentos para este segmento. De acordo com Sabatke, muitas outras oportunidades de negócios deverão surgir até o final do ano, o que poderá incrementar um aumento significativo no resultado do núcleo de energia da companhia.

    “Tínhamos a meta de captar 19 contratos no primeiro semestre e no momento temos 30, com amplas possibilidades de ampliar esse número”, relata Sabatke. Esse otimismo deve-se ao aquecimento do mercado de construção civil como um todo, particularmente no segmento de geração de energia. Além de locar, a SH também disponibiliza seus equipamentos para venda.

    A SH atende a obras de diferentes portes como UHE (Usina Hidrelétrica), PCH (Pequena Central Hidrelétrica), UTN (Usina Termonuclear) e AHE (Aproveitamento Hidrelétrico).

    Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), atualmente são gerados no Brasil 100,98 mil megawatts (mW) e, para os próximos anos, deve aumentar em 27,24 mil mW, com a construção de 137 obras que se encontram em andamento.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    19-06-2008 | 11:06
    Contratação - A Secretaria de Estado de Infra-estrutura (Sinfra) abriu processo seletivo para a contratação de profissionais nas áreas de engenharia e arquitetura. O edital de abertura foi publicado ontem no Diário Oficial e contempla a contratação de 11 novos servidores pelo período de um ano, sendo prorrogável pelo mesmo prazo.

    Feirão - Empresas do setor imobiliário e da construção civil estarão concentrados a partir de hoje no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, para o 1º Salão da Habitação. Até domingo (22), várias empresas do segmento de compra, venda e locação de imóveis, decoração, paisagismo, arquitetura, lojas de material de construção e agentes financeiros vão expor seus produtos para fomentar negócios. Será realizado também a quarta edição do Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal. A abertura é às 19h30. A partir de amanhã, a feira estará aberta ao público das 10h às 22h.

    Informatização - A Receita Federal iniciará no próximo dia 4 de julho a implantação do uso de processos totalmente digitais, sem utilização de papel, nos recursos apresentados pelos contribuintes contra autuações em cobrança de tributos lançadas pelos fiscais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-06-2008 | 11:06
    Com aporte de R$ 200 milhões, a cervejaria Petrópolis começa a operar em Rondonópolis no dia 4 de julho. A indústria é fabricante das marcas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal e Black Princess e terá capacidade para produzir 250 milhões de litros de cerveja por ano, com expectativa de aumentar o volume de acordo com a demanda. Para o início da atividade foram contratados 247 funcionários.

    De acordo com o gerente da unidade, Paulo Berti, a empresa escolheu Mato Grosso por uma questão estratégica: a distribuição. "O segmento está crescendo e o consumo dos produtos vem aumentando gradativamente", diz ao revelar que a unidade de Rondonópolis começará com a produção da cerveja Crystal e futuramente agregará as outras marcas. A localização dará ainda acesso mais fácil aos demais Estados da região Centro-Oeste e ao Norte do país.

    Na construção da unidade foram empregados 1,027 mil profissionais, que foram responsáveis pela edificação da quarta unidade produtora da cervejaria, que foi fundada em 1994. As outras fábricas estão localizadas no Rio de Janeiro (Teresópolis e Petrópolis) e São Paulo (Boituva). Somente de 2003 a 2006, os investimentos da empresa somaram cerca de R$ 260 milhões, aplicados na compra de equipamentos, mão-de-obra especializada e rede de distribuição, ações que permitiram o incremento na produção que chega a 750 milhões de litros anuais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-06-2008 | 11:06

    IBGE – Com a crise do agronegócio em MT, setor praticamente não cresceu no período; melhora tomou força só no ano passado.

    Duas outras regiões do país viveram momentos de expansão.

    O setor da construção civil registrou um crescimento bastante tímido em Mato Grosso no ano de 2006 em ralação a 2005, conforme dados divulgados ontem pela Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). O estudo do instituto apenas comprovou o que o setor no estado já havia sentido. Com a crise do agronegócio, principalmente em 2004, a construção passou por um dos piores momentos entre nos anos seguintes.

     

    Fonte: Folha do Estado
    19-06-2008 | 10:06

    A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) foi de 1,96% em junho, contra uma taxa de 1,52% registrada no mês anterior. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 de maio e 10 de junho. O índice já acumula alta de 6,51% no ano e de 12,71% nos últimos 12 meses.

    Os preços no atacado subiram 2,21% em junho, acima da variação registrada no mês anterior (1,91%), mas os das matérias-primas brutas sofreram desaceleração, passando de uma taxa de 3,36% para 2,64% em junho. Os principais destaques foram arroz em casca (de 31,95% para 13,22%), milhão em grão (de 2,79% para –2,93%) e leite in natura (de 5,56% para 1,83%).

    Já os preços no varejo subiram 0,93% em junho, contra uma alta de 0,67% em maio, puxados principalmente pelos alimentos (de 1,70% para 2,40%). Os produtos que mais aumentaram foram hortaliças e legumes (de 5,06% para 10,28%), arroz e feijão (de -2,28% para 7,82%), carnes bovinas (de 2,12% para 5,14%) e aves e ovos (de -1,45% para 2,64%).

    Também contribuíram para a aceleração do índice os grupos habitação (de 0,10% para 0,32%); educação, leitura e recreação (de 0,01% para 0,54%) e despesas diversas (de 0,08% para 0,11%). No sentido oposto ficaram vestuário (de 0,93% para 0,16%), transportes (de 0,27% para 0,14%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,78% para 0,72%).

    O custo da construção civil registrou em junho uma inflação de 2,66% - acima do resultado do mês anterior, que foi de 0,85%, puxado pela alta dos materiais, dos serviços e da mão-de-obra.


    Fonte: Mídia News
    19-06-2008 | 10:06

    O valor das obras executadas no País cresceu 7,1% em 2006 em termos reais, em relação a 2005, divulgou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2006, com receita operacional de R$ 105,6 bilhões, as empresas de construção realizaram obras e serviços no valor de R$ 110,7 bilhões, dos quais R$ 47,1 bilhões foram construções para entidades públicas, que representaram 42,6% das obras executadas (contra 40,3% em 2005).
         
         Os dados fazem parte da pesquisa anual da indústria da construção, que registrou também cerca de 1,5 milhão de pessoas ocupadas nas cerca de 109 mil empresas do setor.
         
         Quanto aos produtos do setor, entre 2005 e 2006, o valor das obras residenciais cresceu 9,4%. 
          

    Fonte: 14 horas news
    19-06-2008 | 10:06

    As grandes empresas do setor de construção, que contam com pelo menos 250 empregados, perderam espaço para as organizações de menor porte na indústria da construção do país, num intervalo de dez anos. Em 1996, elas eram responsáveis por 71,1% do valor das obras executadas, passando a responder por 64% em 2006.

    As informações constam da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic), divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O coordenador de Indústria do IBGE, Silvio Sales, explica que esse movimento pode estar relacionado ao processo de terceirização do setor, em que as firmas se especializam em determinadas fases das obras.

    “Com isso, você diminui o tamanho médio da empresa e ela se especializa em uma fase da cadeia de produção de um prédio, por exemplo, como acabamento. Por isso, as pequenas vêm ganhando espaço nesse período de dez anos

    Outro fator apontado pela pesquisa que pode estar relacionado a essa realidade é a queda do investimento público no setor entre 1996 e 2006. Essa demanda, que é atendida principalmente pelas grandes empresas, caiu de 76% para 68,3% nesse período.

    Sales destacou, no entanto, que, quando se observam os últimos anos, é possível perceber uma certa reação das grandes empresas que retomaram parte de sua importância.

    Isso ocorre, segundo ele, principalmente no setor de obras de infra-estrutura, que deve apresentar resultados ainda mais expressivos no próximo levantamento, quando devem ser mais bem captados os efeitos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    Entre 1996 e 2006, as grandes companhias passaram de 21,7% do total das empresas para 16,5%. Elas responderam, em 2006, por 59,9% do pessoal ocupado, e pagaram 67,5% dos salários do setor. Dez anos antes, as grandes empresas ocupavam 65% dos empregados da construção civil e pagavam 70,7% do total de remunerações.

    Fonte: Mídia News

    Data: 19/06/2008

     

    19-06-2008 | 10:06
    Preocupado com a alta da inflação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realiza nesta quinta-feira uma reunião com a equipe econômica e conselheiros informais para discutir medidas de controle do gasto público e de restrição à expansão do crédito. A informação está na reportagem de Kennedy Alencar e Guilherme Barros publicada na Folha.No atual modelo, a meta de inflação é de 4,5%, mas há uma margem de dois pontos percentuais para cima ou para baixo a fim de acomodar imprevistos. No ritmo atual de inflação, há o risco de a inflação superar o teto da meta, de 6,5% neste ano, o que Lula quer evitar.

    Lula quer ouvir sugestões do que pode ser feito, mas já cogita cortar o gasto público e elevar o superávit primário a 4,8% do PIB (Produto Interno Bruto), ajudando o Banco Central a não subir tanto os juros.

    Em outra reportagem, o presidente do BC, Henrique Meirelles, disse que a alta do superávit ajuda no combate à inflação e, por isso, "quanto mais, melhor".

    Segundo Meirelles, o aumento dos juros, que teve início em abril, tem efeito imediato cumulativo. Mas o "pico", o efeito completo, deve ocorrer no final deste ano e no início de 2009.

    "O Banco Central está atento e pronto para agir," afirmou. Analistas de mercado consultados pelo BC na pesquisa semanal Focus já trabalham com a aposta de que o IPCA (índice oficial de inflação) ficará em 5,8% neste ano. Sobre a taxa básica de juros, atualmente em 12,25%, o mercado espera que termine 2008 em 14,25%.

     Inflação

    Nesta quarta-feira, o economista da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Salomão Quadros afirmou que a inflação vem se mostrando mais "resistente", e diante disso o BC (Banco Central) terá que continuar elevando a taxa de juros.

    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse na terça-feira (17) que há espaço para que a taxa de juros Selic caia. Ele ressaltou que isso só poderá acontecer quando a alta dos preços dos alimentos cessarem, e a inflação estiver mais controlada. A taxa real (descontada a inflação) mexicana atual é de 2,6%, e a brasileira alcança 6,9% (também real).

    Fonte: Folha online

    19-06-2008 | 10:06
    O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou, em uma entrevista publicada na versão online do jornal "Financial Times" ("FT"), que a "inflação é a principal ameaça para o Brasil e o resto do mundo".

    Meirelles disse que atualmente o perigo de recessão é menor do que o de inflação, e fez um apelo aos bancos centrais de outros países para tentar controlar o aumento dos preços.

    "O risco é que os preços dos alimentos e da matéria-prima continuem a aumentar. Se todos os bancos centrais decidirem que o problema é apenas de outros países, ninguém fará nada a respeito e a inflação irá atingir o mundo todo rapidamente", afirmou Meirelles ao "FT".

    Henrique Meirelles disse que apesar de o Federal Reserve (Fed, o BC americano) ter cortado as taxas de juro nos últimos meses para tentar afastar o risco de recessão, ele está confiante de que os bancos centrais irão voltar suas atenções para a "ameaça maior da inflação", que segundo ele, "é realmente o principal desafio neste momento".

    Controle

    O texto comenta a decisão do Banco Central em aumentar a taxa básica de juros, Selic, em abril e maio deste ano, depois de dois anos de relaxamento monetário.

    Atualmente, a taxa anual está fixada em 12,25%, mas alguns economistas estimam que possa chegar aos 14,25% até o final de 2008, diz o texto.

    Segundo o artigo, na época, o BC justificou o aumento em 0,5 ponto percentual --a elevação comum é de 0,25 ponto percentual-- como uma medida para evitar que o período de aperto na economia fosse mais prolongado.

    Na entrevista ao "FT", Meirelles não fez uma previsão de quanto tempo esse período irá durar.

    A matéria destaca ainda o aumento no Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) que atingiu 5,8% nos últimos 12 meses, além do aumento no Índice de Preço ao Atacado (IPA), que pode atingir 10% no final de 2008.

    "Temos que tomar cuidado com o equilíbrio entre oferta e demanda para assegurar que os preços do atacado não ultrapassem os preços do varejo", disse Meirelles ao jornal.

    Segundo ele, já há indícios de que a inflação no varejo se espalhou nas últimas semanas.

    Meirelles disse ainda que o governo está ciente da necessidade de controlar os gastos públicos para combater a inflação.

    Fonte: Folha online
    19-06-2008 | 10:06
    O principal objetivo para a realização de investimentos industriais em 2008 é a expansão da capacidade de produção. É o que revela a pesquisa Quesitos Especiais da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, referente ao período de abril e maio deste ano, divulgada ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com o levantamento, o aumento da capacidade foi citado por 56% do total de 845 empresas consultadas, a maior freqüência relativa da série histórica reconstituída a partir de 1998.

    De acordo com análise da FGV, esta opção de resposta vem sendo apontada com maior freqüência nos anos em que a indústria também prevê maiores taxas de investimento na expansão da capacidade produtiva - o que foi registrado em pesquisa realizada pela FGV no 1º bimestre deste ano. "O resultado de agora sinaliza, portanto, a sustentação das intenções de realização de investimento ao longo de 2008", informou a FGV.

    Segundo a FGV, o segundo motivo para a realização de investimentos em 2008 apontado entre as empresas entrevistadas foi o aumento da eficiência produtiva, lembrada por 28% das empresas - o mais baixo percentual desde 2005 (26%). Também foi citada como motivo de realização de investimentos a substituição de máquinas e/ou equipamentos, lembrada como principal objetivo por 11% das empresas (sendo que esse percentual era de 16% em igual período em 2007). A fundação esclareceu ainda que a proporção de empresas que dizem estar sem programa de investimentos atingiu o nível mais baixo da série: 5% do total. Esse levantamento é feito com regularidade pela FGV, que realiza um "corte" especial nos dados da Sondagem da Indústria, sobre um tema específico.

    Demanda- A pesquisa revelou que a maioria das empresas não teme esgotamento da capacidade devido ao atual cenário de forte demanda interna. De acordo com o levantamento, 73% do total das pesquisadas não acreditam em esgotamento da capacidade. Segundo o levantamento, 27% das empresas pesquisadas citaram a possibilidade de não atender a todas as encomendas. A FGV esclareceu que, das empresas que vislumbram alguma possibilidade de não conseguir atender a todos os pedidos, 87% afirmam que o esgotamento se daria nos próximos 12 meses.

    Fonte: Gazeta Digital

    18-06-2008 | 10:06
    Reflexo do crescimento de setores como agronegócio, construção e mineração, a fila de espera por um caminhão novo pode chegar a nove meses, dependendo do modelo e do local de entrega. As montadoras aceleraram investimentos, mas não têm dado conta da demanda, que aumentou 28% nos cinco primeiros meses deste ano, com 46,5 mil unidades vendidas, segundo a Anfavea. Entre janeiro e maio, foram vendidos 452 caminhões por dia no país, contra 347 em 2007. Em setores como o de transporte pesado, a alta chega a 50%. Carros de passeio também estão demorando a chegar às garagens dos clientes.

    No Rio, há modelos em que a espera pode durar 120 dias, como para o Siena Tetrafuel, da Fiat. - Com a alta da produção (de caminhões), era natural que essa fila de espera diminuísse, mas não foi o que aconteceu - disse o superintendente da Vocal (maior concessionária Volvo no país), Claudio Zattar.

    As montadoras revisaram de 15% para até 35% a estimativa de alta das vendas de caminhões neste ano. Para dar conta da demanda, a fábrica de caminhões da Ford em São Bernardo do Campo passará a operar em dois turnos. Com isso, a produção diária pulará de 136 unidades para 172, com a contratação de 400 funcionários e investimento de R$36 milhões. A espera por caminhões da Ford é de 60 dias, em média, mas, para os modelos pesados, chega a quatro meses.

    - O que produz, vende - disse o superintendente de Vendas da Ford Caminhões, Uílson Campana.

    Com expansão de 140% nas vendas de janeiro a maio, a Iveco, unidade de caminhões do grupo Fiat, anunciou aumento de 52% nos investimentos previstos para a América Latina: de R$375 milhões para R$570 milhões até 2010, dos quais 80% no Brasil. Já a Volvo deve anunciar no segundo semestre novo plano de investimento para o triênio 2009-2011, e a expectativa é de um desembolso superior aos US$100 milhões gastos entre 2006 e 2008.


    Fonte: O Globo

    18-06-2008 | 10:06

    Brasília - Apesar de o Brasil produzir mais aço do que consome, o preço da matéria-prima não deve diminuir porque segue a cotação internacional, disse hoje (17) o presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Flávio Azevedo. Ele reuniu-se com o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, para apresentar um panorama da produção do setor nos próximos anos.

    Mesmo com a pressão das indústrias de bens de capital, de veículos e da construção civil, afirmou Azevedo, o abastecimento está garantido. Ele disse que a oferta do metal estará garantida mesmo que a economia cresça acima do previsto.

    De acordo com o presidente do IBS, a demanda atual de aço no Brasil é de 22 milhões de toneladas. O setor, no entanto, tem capacidade para produzir 40 milhões. Caso a economia tenha crescimento anual superior a 5,5% nos próximos anos, a demanda chegará, em 2015, a 40 milhões de toneladas. Até lá, porém, a produção terá aumentado para R$ 63 milhões de toneladas.

    Segundo Azevedo, essa expansão só será possível por causa de investimentos de US$ 30 bilhões aprovados ou em andamento pelo setor siderúrgico. “Com os investimentos do setor de siderurgia, não existe o mínimo risco de desabastecimento nos próximos anos. Apesar da construção civil e da indústria automotiva terem iniciado o ano com crescimento elevado, eles continuarão plenamente atendidos”, declarou.

    Caso novos investimentos atualmente em estudo sejam aprovados, disse o presidente do IBS, a produção de aço poderá chegar a 80 milhões de toneladas em 2017. Ele, no entanto, admitiu que, com o aquecimento dos setores que mais demandam produtos siderúrgicos, as exportações tiveram de ser diminuídas para dar conta do consumo interno.

    “Como nossa vocação e nossa responsabilidade são com o mercado doméstico, as exportações foram diminuídas desde o segundo semestre do ano passado para manter abastecido o parque nacional”, destacou Azevedo. Atualmente, o Brasil exporta de 25% a 30% da produção, contra 35% registrados há um ano.

    Apesar da sobra de aço no mercado interno, Azevedo informou que o preço da matéria-prima não deve diminuir. Isso porque, mesmo livre de altas provocadas por descompassos entre a demanda e a oferta, o produto segue a cotação internacional. “Os preços de hoje alinhados com preços internacionais, assim como o das matérias-primas. As importações de aço absolutamente muito pequenas”, justificou.

    Desde o final do ano passado, o aço subiu 50% nos mercados externos. A tendência é que a cotação, pressionada principalmente pelo consumo na Índia e na China, continue a aumentar.

    Segundo Azevedo, o governo está conversando com os diversos setores para saber se o crescimento econômico não provocará risco de escassez de produtos nos próximos anos. “É muito importante para o governo saber dos setores que estão na base do crescimento se todos os insumos que estão na cadeia de abastecimento podem dar sustentação e fôlego ao aumento da demanda."

    Fonte: Agência Brasil

    18-06-2008 | 10:06
    Rio de Janeiro - Os resultados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) serão divulgados hoje (18), às 9h, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), durante entrevista coletiva na sede da instituição.

    O levantamento mostra o número de empresas do setor, sua receita, salários pagos e pessoal ocupado, além da participação das grandes empresas no mercado em 1996, 2000 e 2006, separadas por estados.

    Para 2005 e 2006, há dados sobre quatro grandes grupos: obras residenciais; edificações industriais, comerciais e outras não-residenciais; obras de infra-estrutura, entre outros.

     

    Fonte: Agência Brasil
    18-06-2008 | 10:06
     Técnicos da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) receberam na segunda-feira (16.06) na sede do órgão, em Cuiabá, representantes do segmento de revenda de máquinas de construção civil, a fim de discutir assuntos pertinentes à política tributária aplicável ao setor.

    Na ocasião, os empresários apresentaram aos representantes da Secretaria de Fazenda sugestões para o Regulamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (RICMS). Eles ficaram de formalizar as sugestões junto ao órgão nos próximos dias.

    Como preceitua o governo Blairo Maggi, a Sefaz está aberta ao diálogo e a atender, na medida do possível, às reivindicações dos segmentos econômicos.

     

    Fonte: Mídia News
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