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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
NOTÍCIAS
    15-08-2008 | 10:08
    Investir em Saúde e Segurança no Trabalho reduz custos para a empresa? Esse será alguns dos temas que serão apresentados aos empresários do setor de base florestal no Workshop "Saúde e Segurança no Trabalho", que será realizado em Sinop (500 km de Cuiabá), no dia 30 de agosto, durante o Promadeira 2008.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-08-2008 | 10:08
    Recursos em 2008 já são 328,4% superior ao montante registrado em 2007, quando foram investidos R$ 233,414 milhões no Estado

     

    Mato Grosso deve receber R$ 1 bilhão em investimentos feitos por novas empresas até o final deste ano. A projeção foi feita ontem pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, ao afirmar que se a atração de novos empreendedores se manter na mesma proporção dos números atuais, várias cidades mato-grossenses serão contempladas com a pulverização dos recursos promovendo um efeito cascata em vários segmentos econômicos. O aporte financeiro se refere a empresas enquadradas no Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), criado pelo governo o Estado e que concede benefícios fiscais.

     

    Segundo balanço divulgado pelo secretário, o volume de recursos que o Estado deve receber em 2008 é 328,4% superior ao montante registrado no ano passado, quando foram investidos R$ 233,414 milhões. Somente no primeiro semestre deste ano, o aporte financeiro somou R$ 670,220 milhões, o que equivale a uma expansão de 187,1% sobre a cifra registrada em todo o ano passado. Nadaf faz questão de frisar que se trata de investimentos decorrentes de contados feitos este ano e não de processos que estavam parados na secretaria.

     

    O dinheiro aplicado no Estado está sendo feito por um total de 38 empresas que juntas vão gerar 2,220 mil vagas formais e outros 8,466 mil empregos indiretos. Durante todo o ano passado foram 31 empresas, que foram responsáveis pela contratação de 1,654 mil pessoas e pela geração de 4,377 mil empregos diretos. Comparando estes números aos do verificado nos primeiros seis meses deste ano, houve um crescimento de 22,5% na quantidade de empresas e no número de empregos diretos e indiretos, a alta foi de 34,2% e 93,4%, respectivamente. Entre os segmentos de atuação destas empresas estão frigoríficos, beneficiamento de produtos alimentícios, couro, plástico, reciclagem, entre outros.

     

    "Estas empresas estão em fase de construção de suas unidades. Elas serão instaladas em 18 municípios e fomentar a economia como um todo. O mais importante não é o valor que elas vão investir, mas sim a pulverização dos recursos nas regiões", diz o secretário ao informar que os investimentos em determinados segmentos fomentam toda a cadeia, beneficiando um número maior de pessoas. Nadaf acrescenta ainda que o desempenho da secretaria na captação de novos investimentos se deve a um modelo de gestão implementado, no qual prioriza o atendimento ao empresário, e é mais ágil na análise e aprovação ou reprovação dos projetos (em no máximo 30 dias).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-08-2008 | 10:08
    Aprovado há 2 dias pela Câmara dos Deputados, o projeto de lei que amplia a licença maternidade de 4 para 6 meses já divide opiniões em Mato Grosso. A proposta é facultativa e as empresas que concederem o prazo maior receberão incentivos fiscais do governo federal. Para a Sociedade Mato-grossense de Pediatria (Somape), essa é uma grande vitória em favor da vida. Mas a preocupação do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Cuiabá, José Aguiar, é de que os funcionários obriguem os patrões a incorporar o benefício de maneira compulsória durante o dissídio coletivo.

     

    Ele diz que não é contra a mudança, mas acredita que vai provocar muitos problemas aos comerciantes já penalizados por tantos encargos trabalhistas. A situação pode gerar desvantagens às mulheres quando competirem com homens por uma mesma vaga. Outro ponto complicado. Ao ampliar para 6 meses pode dar brecha para que daqui a pouco o afastamento seja de 1 ano. Atualmente a licença maternidade é acompanhada dos 30 dias de férias, o que tornou normal a funcionária ficar em casa durante 5 meses. "No lado empresarial se torna difícil administrar a questão, porque alguém vai ter que fazer o serviço dela, além de haver pagamento do 13º salário e férias embutido".

     

    O vice-presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Roberto Peron, diz que a legislação afeta as micros e pequenas empresas, mas é provável que os grandes empreendimentos se manifestem a favor, até porque já estão obrigados a manter creches para as funcionárias. Do ponto de vista humano, o prazo maior para a amamentação é positiva. "Na minha empresa, ofereci a oportunidade para um funcionária sair mais cedo para amamentar, mas isso gerou outra questão: alguém terá que substituí-la nesse período, será que todos podem assumir essas consequências?".

     

    Projeto -Segue agora para sanção presidencial. Deve começar a valer até dezembro deste ano. As empresas poderão aderir voluntariamente para descontar do Imposto de Renda devido o valor integral dos salários pagos durante os dois meses adicionais da licença. De autoria da senadora Patrícia Saboya, a proposta foi aprovada em caráter terminativo (sem necessidade de aprovação do plenário) em outubro no Senado e chegou à Câmara em novembro.

     

    O estado de São Paulo e diversas empresas já se anteciparam, como Avon, Natura e Staroup Jeans. Em Mato Grosso, a Prefeitura de Cuiabá se manifestou a favor da implantação da lei a partir de 2009.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-08-2008 | 15:08

    O Presidente do Sinduscon-MT, Luiz Carlos Richter Fernandes, assinou ontem dia 13 de agosto, contrato de concessão de uso de bem e imóvel da área doada pelo Governo do Estado de Mato-Grosso para a construção da  sede da entidade, que atenderá a todos os associados e demais empresas do setor. A solicitação junto ao Governador do Estado, Sr. Blairo Borges Maggi, havia sido feita por representantes do Sinduscon há dois anos, e agora concretizada. 
    14-08-2008 | 12:08
    O Excelentíssimo Senhor Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, através do Sinduscon-MT, convida a todos os associados a participarem do Encontro com a Secretaria de Relações do Trabalho – SRT/MTE, que acontecerá no dia 15/08/2008, às 09 horas, no Centro de Eventos do Pantanal, Auditório dos Minerais com a seguinte programação:

     > 09 horas- Abertura

    > 09:30– Atualidades – Sindicalismo e Relações do Trabalho      

    Luiz Antonio de Medeiros – Secretário de Relações do Trabalho – SRT/MTE

     

    > 10 horas– Sistema MEDIADOR – Orientações Técnicas

             Carolina de Siqueira Grossi – Assessora SRT/MTE

     

    > 11 horas – Intervalo

     

    > 11:15– Atualização Sindical/ CNES – Orientações Técnicas         

    Zilmara David de Alencar – Coordenadora de Registro Sindical SRT/MTE

     

    > 11:45– Debates

     

    > 12:30Registro Sindical – Atendimento SRT        

     Técnicos da SRT

     

    > 13:30 – Encerramento

     

    Atenciosamente

     

    A Diretoria

    SINDUSCON-MT
    14-08-2008 | 12:08
    A continuidade no crescimento da massa salarial e do rendimento médio real dos trabalhadores não vai impedir que o Banco Central (BC) cumpra o objetivo de desacelerar a demanda doméstica, segundo avaliam economistas. A expectativa é que os resultados vigorosos do rendimento no mercado de trabalho, assim como o nível de atividade, reduzam o ritmo de expansão a partir do final de 2008.

    O IBGE divulgou um aumento acumulado de 6,5%, no primeiro semestre, na folha de pagamento real (massa salarial) da indústria. Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do instituto de junho mostraram uma desaceleração no aumento da renda média real (1,7% ante junho do ano passado), mas ainda um forte crescimento da massa de rendimento real (7,9%, neste caso referente a maio ante maio de 2007).

    Para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, o aumento na renda "não deve afetar seriamente" os objetivos do BC. "A demanda está forte de fato, tanto na indústria quanto no comércio, mas o próprio BC sabe que leva um certo tempo para que os aumentos da Selic tenham efeito. Acredito que apenas no final do ano isso deva acontecer e aí começaremos a ver crescimentos bem menores tanto de produção quanto de renda", disse.

    No entanto, ele admite que "no momento essa desaceleração não vai aparecer de fato e a gente ainda verá bons resultados (das estatísticas econômicas) no curto prazo".

     

    As contas de Vale a partir da PME apontam um aumento de 4,6% na massa salarial em 2008, desacelerando para 3,5% no ano que vem. Ambos os resultados serão bem inferiores aos apresentados no ano passado (6,3%) e em 2006 (quando houve alta de 6,4%).

    A expectativa de desaceleração do crescimento da renda e da economia apenas a partir do final deste ano é compartilhada pelo economista do Banco Real, Cristiano Souza. Ele argumenta que há uma defasagem entre o início da alta dos juros e seus reflexos na economia e "os efeitos estarão mais claros no final deste ano e início do ano que vem", inclusive sobre o crédito e os salários, ambos propulsores da atual demanda aquecida.

    Segundo Souza, os empregadores acreditavam, no início deste ano, que a economia continuaria crescendo em velocidade acelerada, sem interferência da alta de juros iniciada em abril, e os reajustes salariais do primeiro semestre acompanharam essa expectativa.

     

    A partir de agora, ele acredita que caberá ao BC acompanhar os resultados das negociações salariais das datas-base do segundo semestre para avaliar qual será a necessidade de prolongamento, ou não, do ciclo de elevação da Selic para além do final deste ano. Souza acredita que a taxa básica fechará 2008 em 14,75% e permanecerá nesse patamar nos primeiros meses do ano que vem.

    O economista do Banco Real explica que sua estimativa para a Selic está ancorada na percepção de que as negociações salariais não serão bem-sucedidas para os trabalhadores, neste segundo semestre, como foram no ano passado e no início deste ano.

    "Nossa visão é que as negociações serão mais difíceis agora, os empresários já perceberam que o BC está buscando abertamente a meta de 4,5% (em 2009) e tende a conseguir alcançá-la", observou.

     

    Fonte: Mídia News
    14-08-2008 | 12:08
    As bancadas de deputados de Minas e do Pará e parlamentares do Mato Grosso, Tocantins e Goiás fazem uma exigência para aprovar o relatório da reforma tributária do deputado Sandro Mabel (PR-GO). Eles querem a elevação dos royalties cobrados de empresas que exploram minério em seus Estados --leia-se, a Vale.

    Anteontem, Mabel conversou sobre o assunto com o governador Aécio Neves, de Minas. "A temperatura está subindo muito", afirmou o deputado.

     

    Mineradoras como a Vale pagam atualmente de royalties 1,5% sobre seu faturamento líquido.

    Os Estados querem que a cobrança seja igual à do petróleo: 5% sobre o faturamento bruto, que é muito maior --com isso, a arrecadação de Minas --que recebe R$ 100 milhões anuais de royalties-- quintuplicaria.

     

    A Vale faz carga contra. Os Estados devem radicalizar para obrigar a empresa a aceitar ao menos alíquota de 2,5% sobre o faturamento bruto.

     

    Fonte: Mídia News
    14-08-2008 | 12:08
    O desenvolvimento econômico de Mato Grosso é uma notícia propalada aos quatro ventos e, como dizem os economistas, o estado é a "bola da vez". A chegada de novos investimentos promete gerar mais empregos e aumentar nosso índice de crescimento, que já é bem maior que a média nacional. No entanto, é preciso que a sociedade esteja preparada para este novo cenário.

     

    Para que o crescimento seja sustentável é preciso qualificação em todas as esferas. As entidades que fomentam a expansão econômica têm que ser as primeiras a reconhecer esta necessidade e iniciar um trabalho que possa contribuir efetivamente com o desenvolvimento do estado. A Facmat, Federação das Associações Comerciais do Estado, acredita que é possível estimular estas transformações começando no próprio âmbito da entidade.

     

    Nos dias 14 e 15 de agosto, em Cuiabá, um encontro vai reunir os presidentes de todas as Associações Comerciais do Estado para discutir como melhorar a gestão organizacional e formular planos para que a onda de prosperidade vire uma realidade plena e concreta - e não somente um momento de euforia. O objetivo é melhorar o funcionamento das entidades e formar líderes capazes de contribuir ativamente na evolução da sociedade.

     

    Dinamizar o funcionamento das associações é um meio de estimular também o associativismo entre as entidades e atingir a grande meta de qualificar o trabalhador do estado - outro tema do encontro das Associações Comerciais. Pois, infelizmente, apesar da abertura de tantas vagas, o estado continua sofrendo com a falta de mão-de-obra capacitada. O que pode se tornar uma inversão curiosa e perversa: há emprego, mas falta pessoal.

     

    Para impedir que isso aconteça, vamos traçar um perfil das diferentes necessidades de cada região e preparar os líderes das Associações para atuarem na criação de programas de formação profissional que permitam o crescimento permanente do estado.

     

    Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente licenciado do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-MT. E-mail: p.nadaf@terra.com.br

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-08-2008 | 12:08
    O Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ontem liminar que suspende o andamento de ações judiciais que pedem a exclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na base de cálculo do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A decisão foi tomada durante sessão de julgamento do pedido de liminar da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC), interposta pela União.

     

    Desse modo, todos os processos que questionam a cobrança do ICMS na base de cálculo do Pis e da Cofins ficarão congelados em um período de 180 dias, prazo em que o STF terá para julgar o mérito da ação. O objetivo do governo federal é que a cobrança seja mantida, caso contrário, terá um impacto econômico significativo decorrente da suspensão da cobrança do imposto embutido na contribuição. O assessor jurídico da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Victor Maizman, afirma que o processo da entidade que pede a suspensão da dupla cobrança não terá reflexo, uma vez que já foi julgado na primeira e segunda instâncias, com decisão favorável aos contribuintes. "Temos agora que aguardar que o mérito seja julgado. Caso o Supremo não julgue no prazo de seis meses, a liminar perde seu efeito e volta tudo como estava antes da liminar", diz ao informar que a federação ainda aguarda o julgamento do processo.

     

    Em maio, os ministros do STF receberam a visita do ministro da Fazenda, Guido Mantega, o que causou estranheza ao advogado da Fiemt, pois ele deve ter aproveitado para mostrar a importância aos cofres públicos de manter a arrecadação como está. Maizman considera ainda que o recolhimento do ICMS embutido no PIS e na Cofins onera o empresário em 1% e que o ganho de causa por parte da Fiemt vai acarretar em uma "avalanche" de medidas judiciais da mesma natureza, o que segundo o governo refletirá nos serviços de saúde e assistência social.

     

    A alíquota da Cofins é de 7,6% e a do Pis é de 1,65% para a empresa que opta por declarar o Imposto de Renda sobre o lucro real. Para as que declaram sobre o lucro presumido o recolhimento é de 3% à Cofins e a do Pis é de 1,65%. Estimativas da Receita Federal calculam que a retirada do ICMS da base de cálculo reduzirá a arrecadação em cerca de R$ 12 bilhões anualmente.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-08-2008 | 12:08
    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rouseff, disse ontem que é "fundamental" que os recursos investidos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sejam "devidamente" gastos.

     

    Na cerimônia de sorteio de municípios a serem fiscalizados pela Controladoria Geral da União (CGU), exclusivamente quanto à aplicação de recursos do PAC, a ministra destacou que a utilização de dinheiro público em obras de saneamento e habitação do programa deve ser feita "sem critérios pessoais ou políticos".

     

    "É fundamental a destinação de recursos para uma obra com início, meio e fim e que não seja interminável. Esse monitoramento é imprescindível. Não deixemos que esses recursos escoem para outros bolsos."

     

    Para Dilma, o país já deu passos "bastante sólidos" para seu fortalecimento institucional e a CGU que fiscalizará os 50 municípios sorteados ontem representa "um dos pilares sobre os quais se estrutura a coisa pública".

     

    O ministro da CGU, Jorge Hage, avaliou que o sorteio promovido pela Caixa Econômica Federal é "especial" por diferenciar-se das outras 26 edições, já que a fiscalização acontecerá apenas em obras do PAC. "São obras de saneamento e de habitação, pulverizadas em diversas localidades onde a interferência do governo federal tem limites", disse.

     

    Ele afirmou que o trabalho de fiscalização começa dentro de duas semanas, depois que material referente a cada município for analisado. De 2003 até hoje, a CGU realizou 14.378 ações de controle. A maioria das irregularidades, segundo Hage, correspondem a notas fiscais frias e documentos falsos apresentados durante o processo de licitação.

     

    A presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Coelho, lembrou que o primeiro sorteio para a fiscalização de repasses públicos aos municípios ocorreu em abril de 2003 e que a medida representa "um exemplo da boa prática de acompanhamento, que dá garantia aos recursos públicos."

     

    Já o ministro das Cidades, Márcio Fortes, alertou que é preciso ter "cuidado" na destinação de "cada centavo" para programas do governo federal. Para ele, o sorteio de municípios a serem fiscalizados sob a ótica específica do PAC deve se repetir, para que as obras sejam realizadas "com inteiro e total respeito à Constituição".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-08-2008 | 12:08
    Os dados de inflação de 2008 estão favorecendo os consumidores que buscam, além de comida, também diversão e arte. Os dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, ao contrário do que vem ocorrendo com os produtos alimentícios, o grupo de recreação está ajudando a segurar a inflação.

     

    Com alta acumulada de 2,62% de janeiro a julho deste ano, o grupo apresentou resultado bem inferior às taxas acumuladas de 4,19% para o IPCA e de 9,78% dos alimentos no período.

     

    A coordenadora de índices de preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, explica que esse grupo é muito diversificado e tem um peso importante (cerca de 3%) no IPCA e, portanto, uma elevação abaixo da média ajuda a conter a alta do índice. Em julho, o grupo recreação registrou aumento de 1,39%, enquanto Alimentos e Bebidas aumentaram 0,82%. Há algumas deflações no indicador que mede as despesas das famílias com lazer.

     

    No acumulado de janeiro a julho, houve recuos de preços nos ingressos para cinema (-0,87%), nos instrumentos musicais (-1,91%), compra e tratamento de animais (-0,09%), brinquedos (-1,10%), aluguel de DVD e fita de videocassete (-0,71%) e, ainda, boate, danceteria e discoteca (-0,94%).

     

    Por outro lado, a maior alta nesse grupo ocorreu no item ingresso para jogo (40,45%), segundo Eulina por causa do reajuste no preço de uma entrada que estava com preço muito deprimido, cobrada em região do País com pouco peso no total da taxa.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-08-2008 | 11:08
    Seguindo a curva de crescimento nas liberações de crédito realizadas pelo BNDES, o setor de comércio e serviços registrou aumento de 68,7% no primeiro semestre deste ano. Nos seis primeiros meses foram emprestados R$ 239,9 milhões aos empresários locais contra R$ 141,8 milhões em 2007. A alta verificada é, na opinião do vice-presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Roberto Peron, reflexo da recuperação da economia local, em que os comerciantes aproveitam as taxas de juros atraentes para fazer novos investimentos.

     

    Ele afirma que a cifra liberada pelo agente financeiro é destinada à aquisição de equipamentos modernos, como computadores, ampliação e reforma da estrutura física das lojas. "Com o desenvolvimento do setor agropecuário e industrial, a vinda de novas unidades para o Estado, os setores de comércio e serviços também ficam aquecidos", diz ao afirmar que se os juros continuarem competitivos, a tendência é que os números de 2008 sejam ainda mais positivos que os de 2007.

     

    Com a crise no setor primário em 2005 e 2006, o setor comercial e de prestação de serviços apresentou por meses consecutivos retração nas liberações via BNDES, o que vem mudando com a sequência de números positivos obtidos este ano. Segundo Peron, o aquecimento no comércio está propiciando bons resultados também nas vendas. Prova disso é o incremento de 13% nas vendas no Dia dos Pais, superando em três pontos percentuais a meta inicial, de 10%.

     

    O segmento de Serviços Industriais de Utilidade Pública (Siup), que inclui desembolsos para os setores de eletricidade, gás, água e lixo contabilizou R$ 201,8 milhões este ano, aumento de R$ 96,8% em relação aos R$ 102,5 milhões no ano passado. Para a construção foram financiados projetos no valor de R$ 9,6 milhões este ano, incremento de 20% sobre os R$ 8 milhões no primeiro semestre de 2007.(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-08-2008 | 11:08
    A realidade das indústrias de Mato Grosso será diagnosticada nos próximos meses. Desde o início de julho, o Instituto Euvado Lodi (IEL-MT) promove um censo do setor, que resultará no documento "Guia das Empresas 2008". Serão reunidas informações como ramos de atividades, portes das empresas, matérias-primas e produtos comercializados, bem como origem e destino de ambos, geração de resíduos, entre outros. Os trabalhos tiveram início em Várzea Grande e devem prosseguir em Cuiabá e Cáceres.

     

    "A meta é rastrear todo o setor em Mato Grosso, mas ainda precisamos de algumas parcerias para manter a pesquisa", explica a coordenadora de Pesquisa do IEL-MT, Carmen Cenira. Segundo ela, a iniciativa surgiu em virtude da grande demanda recebida pela instituição por informações sobre o segmento. "Empresas de outros Estados nos procuram para levantar dados específicos dos setores nos quais querem investir", afirma.

     

    A pesquisa deve auxiliar também o poder público e entidades de outros setores. "O documento final pode ser traduzido como um perfil industrial de Mato Grosso, que servirá de base para estudos e análises sócio-econômicas", salienta Carmen. A última pesquisa desse porte, realizada pelo IEL-MT, data do ano de 1995. "Todos os segmentos da indústria serão beneficiados, uma vez que os indicadores mostrarão, por exemplo, a quantidade de empresas informais instaladas. Quanto mais os setores se unem, mais eles se fortalecem", destaca a coordenadora.

     

    Guia - Tão logo a pesquisa seja concluída, será compilada no "Guia Empresarial 2008", que poderá ser adquirido por meio do IEL-MT. No documento, constarão o ramo de atividade, endereço e contato das indústrias. Informações pelo (65) 3611-1645.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-08-2008 | 11:08
    A continuidade no crescimento da massa salarial e do rendimento médio real dos trabalhadores não vai impedir que o Banco Central (BC) cumpra o objetivo de desacelerar a demanda doméstica, segundo avaliam economistas. A expectativa é que os resultados vigorosos do rendimento no mercado de trabalho, assim como o nível de atividade, reduzam o ritmo de expansão a partir do final de 2008.

     

    Na segunda-feira (11) o IBGE divulgou um aumento acumulado de 6,5%, no primeiro semestre, na folha de pagamento real (massa salarial) da indústria. Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do instituto de junho mostraram uma desaceleração no aumento da renda média real (1,7% ante junho do ano passado), mas ainda um forte crescimento da massa de rendimento real (7,9%, neste caso referente a maio ante maio de 2007).

     

    Para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, o aumento na renda "não deve afetar seriamente" os objetivos do BC. "A demanda está forte de fato, tanto na indústria quanto no comércio, mas o próprio BC sabe que leva um certo tempo para que os aumentos da Selic tenham efeito. Acredito que apenas no final do ano isso deva acontecer e aí começaremos a ver crescimentos bem menores tanto de produção quanto de renda", disse. No entanto, ele admite que "no momento essa desaceleração não vai aparecer de fato e a gente ainda verá bons resultados (das estatísticas econômicas) no curto prazo".

     

    As contas de Vale a partir da PME apontam um aumento de 4,6% na massa salarial em 2008, desacelerando para 3,5% no ano que vem. Ambos os resultados serão bem inferiores aos apresentados no ano passado (6,3%) e em 2006 (quando houve alta de 6,4%).

     

    A expectativa de desaceleração do crescimento da renda e da economia apenas a partir do final deste ano é compartilhada pelo economista do Banco Real, Cristiano Souza. Ele argumenta que há uma defasagem entre o início da alta dos juros e seus reflexos na economia e "os efeitos estarão mais claros no final deste ano e início do ano que vem", inclusive sobre o crédito e os salários.

     

    Segundo Souza, os empregadores acreditavam, no início deste ano, que a economia continuaria crescendo em velocidade acelerada, sem interferência da alta de juros iniciada em abril, e os reajustes salariais do primeiro semestre acompanharam essa expectativa. A partir de agora, ele acredita que caberá ao BC acompanhar os resultados das negociações salariais das datas-base do segundo semestre para avaliar qual será a necessidade de prolongamento, ou não, do ciclo de elevação da Selic para além do final deste ano. Souza acredita que a taxa básica fechará 2008 em 14,75%.

     

    Fonte: gazeta Digital
    13-08-2008 | 10:08
    Um levantamento foi feito por pesquisadores americanos e deve ser publicado hoje Na imensidão da Amazônia há espaço para explorar petróleo

     

    Uma área de 688 mil km2 na floresta amazônica já está dividida em lotes para exploração de petróleo e de gás natural. Os blocos demarcados coincidem com as áreas mais bem preservadas e de maior biodiversidade da Amazônia. Cerca de 71% desse território fica na Amazônia peruana, mas há regiões no Brasil, na Bolívia, no Equador e na Colômbia. O levantamento foi feito por pesquisadores da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), e pelas ONGs norte-americanas Terra é Vida e Salvem as Florestas das Américas. O estudo será publicado hoje na "Public Library of Science" (www.plos org).

     

    Segundo a pesquisa, cerca de 495 mil km² já foram concedidos a empresas para atividades de exploração e produção de petróleo e de gás natural. O resto foi demarcado, mas ainda será leiloado. Nos últimos quatro anos, aumentou o ritmo de demarcação dos blocos para exploração no Peru. Em 2004, eram apenas oito. Hoje, já somam 64. A empresa pública responsável pelo leilão dos lotes é a PerúPetro S.A.

     

    Para Cecília Flores, da Gerência de Relações Comunitárias da PerúPetro, o País não pode prescindir do petróleo e do gás natural para seu crescimento industrial. Mas afirma que o Peru aprendeu com os erros das décadas de 1970 e 1980, quando surgiram vários povoados ao redor dos campos de petróleo, favorecendo o desmatamento. "Hoje, nós possuímos uma legislação socioambiental avançada", afirma Cecília.

     

    Ela aponta que, entre as diversas atividades econômicas baseadas na floresta, a exploração de petróleo é a menos invasiva. "Os protocolos das empresas (para evitar impactos sociais e ambientais) costumam ser mais exigentes do que a própria legislação", justifica.

     

    No Brasil, toda exploração está concentrada na bacia do rio Solimões. Duas empresas atuam na região: Petrobras e a argentina Oil M&S. Por enquanto, só o campo de Urucu, pertencente à Petrobras, está em produção. Cerca de 10% da área utilizada para exploração de petróleo na Amazônia ocidental encontra-se no País.

     

    Para Clinton Jenkins, co-autor do trabalho e pesquisador da Universidade Duke, a primeira recomendação para o Brasil é explorar petróleo sem abrir estradas para impedir o surgimento de novos aglomerados urbanos na floresta amazônica. "Não vai ser difícil para a Petrobras, acostumada a condições de exploração adversas", afirma Clinton Jenkins.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-08-2008 | 10:08
    O tesoureiro da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e ex-secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia de Mato Grosso, Alexandre Furlan, revelou que o prefeito Wilson Santos (PSDB), em quase quatro anos de mandato, nunca visitou a secretaria em busca de parcerias para atrair investimentos para Cuiabá. Para o líder industrial, esse afastamento simboliza a "sobreposição de uma politicagem mesquinha sobre o real interesse público da cidade e de seus habitantes".

     

    "O atual prefeito nunca nos procurou. Acho isso incrível, porque prefeitos de todo o Estado sempre nos visitavam, buscando informações e propondo parcerias. Essa postura do prefeito de Cuiabá passa a idéia retrógrada de que um adversário político não pode ser parceiro, ainda que em jogo estejam os interesses da coletividade", disse Alexandre Furlan, lembrando que PR e PSDB são adversários.

     

    Furlan alertou que, em que pese o descaso de Wilson Santos, novas indústrias de grande porte se instalaram nos últimos quatro anos na Capital, graças à articulação direta do Governo Estadual. "O que veio para Cuiabá se deu pelo trabalho do governador Blairo Maggi, e não do Wilson Santos", apontou Furlan.

     

    Ele observou que, caso tivesse ocorrido a soma de esforços entre Município e Estado, o aporte de investimentos privados canalizados para a Capital poderia ser muito maior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-08-2008 | 10:08
    A realidade das indústrias de Mato Grosso será diagnosticada nos próximos meses. Desde o início de julho, o Instituto Euvado Lodi (IEL-MT) promove um censo do setor, que resultará no documento ‘Guia das Empresas 2008’. Serão reunidas informações como ramos de atividades, portes das empresas, matérias-primas e produtos comercializados, bem como origem e destino de ambos, geração de resíduos, entre outros. Os trabalhos tiveram início em Várzea Grande e devem prosseguir em Cuiabá e Cáceres.

    “A meta é rastrear todo o setor em Mato Grosso, mas ainda precisamos de algumas parcerias para manter a pesquisa”, explica a coordenadora de Pesquisa do IEL-MT, Carmen Cenira. Segundo ela, a iniciativa surgiu em virtude da grande demanda recebida pela instituição por informações sobre o segmento. “Empresas de outros Estados nos procuram para levantar dados específicos dos setores nos quais querem investir”, afirma.

    A pesquisa deve auxiliar também o poder público e entidades de outros setores. “O documento final pode ser traduzido como um perfil industrial de Mato Grosso, que servirá de base para estudos e análises sócio-econômicas”, salienta Carmen. A última pesquisa desse porte, realizada pelo IEL-MT, data do ano de 1995. “Todos os segmentos da indústria serão beneficiados, uma vez que os indicadores mostrarão, por exemplo, a quantidade de empresas informais instaladas. Quanto mais os setores se unem, mais eles se fortalecem”, destaca a coordenadora.



    GUIA EMPRESARIAL 2008 - Tão logo a pesquisa seja concluída, será compilada no ‘Guia Empresarial 2008’, que poderá ser adquirido por meio do IEL-MT. No documento, constarão o ramo de atividade, endereço e contato das indústrias. Atualmente, a entidade já disponibiliza para venda um cadastro de empresas, criado em 2007 e atualizado até junho deste ano, que registra cerca de 4.700 indústrias, com informações específicas para contato. “Os dados serão migrados para o ‘Guia das Empresas 2008’, mas enquanto o documento não é finalizado, as informações já podem ser obtidas em CD ou via internet”, explica Carmen. Informações sobre a pesquisa ou como adquirir o cadastro de empresas pelos telefones (65) 3611-1645 / 3611-1680.

     

    Fonte: Olhar Direto
    13-08-2008 | 10:08
         O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, assinam hoje (13) protocolo de intenções por meio do qual as indústrias paulistas se comprometem a combater o desmatamento ilegal, principalmente na floresta amazônica.
         
         Com o acordo, as indústrias de base florestal vão adquirir apenas produtos de fontes legais e devidamente documentados. O protocolo será assinado às 9h30, durante a abertura da 2ª Mostra Sistema Fiesp de Responsabilidade Socioambiental.

     

    Fonte: 24 Horas News
    13-08-2008 | 10:08
    A produção industrial no Estado de São Paulo deve apresentar desempenho praticamente estável, com ligeira variação positiva de 0,1% em julho (dado com ajuste sazonal) na comparação com junho, segundo o SPI (Sinalizador da Produção Industrial), elaborado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pela AES Eletropaulo e divulgado nesta quarta-feira.

     

    Segundo a FGV, o resultado indica uma leve desaceleração no ritmo de atividade da indústria paulista, que havia crescido 2,8% no mês anterior. Em termos acumulados em 12 meses, o crescimento de 9,3% supera os 8,9% de junho de 2008.

     

    Fonte: Folha on-line
    12-08-2008 | 11:08
    Desempenho é resultado da situação econômica, que tem permitido investimento em imóveis. Entre janeiro e junho de 2008 foram emprestados R$ 79,5 milhões no Estado para compra de imóveis e materiais de construção

    Os financiamentos destinados à habitação em Mato Grosso cresceram 143,3% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e junho de 2008 foram emprestados R$ 79,583 milhões ante os R$ 32,701 milhões verificados em igual intervalo de 2007. O montante é direcionado à aquisição de imóveis e compra dematerial de construção com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os dados sobre as liberações são do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) do Banco Central do Brasil (BC).

     

    O incremento verificado de um ano para outro é resultado da estabilidade econômica vivenciada no país e no Estado, aumentando a renda da população, que por sua vez se encorajou a fazer investimentos de maior valor e com prazo mais longo. Somente para a construção, compra de material, reforma e ampliação, a expansão no crédito liberado foi de 1.344%, passando de R$ 2,596 milhões nos primeiros seis meses de 2007 para R$ 37,499 milhões este ano.

     

    Para o economista Benedito Dias, o crescimento vertiginoso verificado nos financiamentos com estas finalidades é decorrente da estabilidade econômica nacional e estadual, que acarretou no aumento da renda dos trabalhadores que enxergaram a oportunidade de comprar os insumos para a construção oferecidos pelas lojas com taxa de juros menor e outras facilidades que começaram a surgir como por exemplo, os financiamentos feitos pelos próprios estabelecimentos.

     

    Já os empréstimos feitos para a compra de casas ou apartamentos somaram R$ 42,084 milhões este ano, alta de 39,7% se comparado aos R$ 30,105 milhões registrados no ano anterior. Na avaliação do economista, a tendência é que neste semestre as liberações para o setor habitacional continue aquecido contemplando a demanda por moradia existente tanto no âmbito estadual quando no nacional e que aos poucos vem sendo diminuída, mas que ainda não está no nível ideal. "Com aumento da renda e redução no desemprego as pessoas tendem a buscar a moradia própria, que é uma necessidade básica da população".

     

    Mesmo que a taxa básica de juros (Selic) tenha aumentado de 12,25% ao ano para 13% a.a, no mês passado, divulgado pelo Comitê de Política Monetária (Copom), com objetivo e frear a inflação que começa a se aflorar em alguns produtos, principalmente os alimentícios e controlar os preços, o economista Benedito Dias, afirma que se a conjuntura macroeconômica permanecer nestes patamares ainda não irá refletir no desempenho dos empréstimos direcionados à habitação.

     

    Isso porque a economia está estável e a inflação que estava surgindo está desacelerando, tornando o mercado financeiro equilibrado novamente e mais confiante para tomada de crédito com valor maior e prazo mais alongado. Além disso as lojas oferecem condições especiais com parcelamento próprio ou financiado por algum agente financeiro.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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