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Sábado, 19 de Agosto de 2017
NOTÍCIAS
    17-07-2008 | 11:07
    Embalados pelo bom momento do agronegócio brasileiro e pela construção civil, a indústria de implementos rodoviários deverá crescer 20% este ano, chegando a 120 mil unidades de reboques, semireboques e equipamentos sobrechassi. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), Rafael Wolf Campos, disse que essa previsão é conservadora, já que o segundo semestre é historicamente o período mais forte do ano para vendas de implementos.

     

    "Revisamos a projeção de crescimento. Esperávamos crescer 10% este ano, mas o mercado demandou tanto no primeiro semestre que tivemos que rever as estimativas", disse Campos. Somente no primeiro semestre deste ano, o mercado interno absorveu 27.398 reboques e semi-reboques, volume 39,94% superior ao apurado no mesmo período do ano passado, quando foram vendidos 19.579 unidades. Já a comercialização de carrocerias sobrechassi chegou a 31.939 unidades, aumento de 36,41% em comparação aos seis primeiros meses de 2007.

     

    Segundo Campos, a indústria de implementos está com a capacidade quase tomada. "Os investimentos que as empresas fizeram no ano passado, garantem a produção de 120 mil para este ano. A capacidade acredito que esteja em 130 mil unidades", disse o dirigente. Para o próximo ano, Campos acredita que as empresas vão intensificar os investimentos, já que as vendas no segundo semestre são mais fortes para o setor.

     

    As exportações também cresceram na casa dos 20%, mesmo com a valorização cambial, que afeta a rentabilidade das empresas. No primeiro semestre foram exportados 2.813 reboques e semi-reboques ante 2.224 equipamentos embarcados de janeiro a junho de 2007, crescimento de 26,48%. "Para as exportações a expectativa é crescer entre 3% a 4%. O nosso maior mercado ainda é a América do Sul com 50% dos negócios, mas os embarques para a África estão crescendo muito. Hoje, já representam 30% do total exportado. É um mercado em ascensão", disse Campos. Segundo o dirigente, o Oriente Médio é o terceiro maior mercado da indústria com 20% das exportações.

     

    Baú frigorífico cai: Campos ressaltou que as vendas de equipamentos tipo baú frigorífico, que caíram 15,8% no primeiro semestre, devem recuperar o desempenho até o final do ano. "Perdemos muito com o embargo da carne brasileira na Europa no início do ano e ainda não conseguimos recuperar essa queda, mesmo que a situação já tenha se normalizado", disse Campos. De janeiro a junho deste ano foram comercializadas 746 baús frigoríficos ante 886 unidades vendidas no primeiro semestre do ano passado.

     

    Já as vendas de equipamentos chamados carrega-tudo cresceram 115% passando de 266 para 572 unidades. Outro modelo que se destacou no primeiro semestre foi o tipo silo, que cresceu 142,77% e chegou a 403 unidades vendidas no primeiro semestre deste ano. "O modelo basculante ainda é um dos equipamentos mais produzidos". No primeiro semestre, foram vendidas 2.748 unidades ante 1.570 comercializadas no mesmo período de 2006, crescimento de 75%.

     

    Fonte: NTC e Logística
    17-07-2008 | 11:07
    Proibição do amianto: fim do uso de insumo básico para a construção civil pode afetar programas de habitação social, prejudicar o andamento do PAC e colocar empregos em risco

    “Não contestamos a Lei, mas o setor da construção civil e a sociedade precisam de tempo para uma adaptação às novas regras”, afirma José Carlos de Oliveira Lima, diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp.

    A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio de seu Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), solicitou à Fundação Getúlio Vargas (FGV) um estudo que avalie os possíveis impactos da Lei no 12.684/07, que proíbe a extração, o uso e a comercialização do amianto crisotila no Estado de São Paulo.

    O diretor do Deconcic/Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, observa que a interrupção abrupta no uso do amianto pode acarretar problemas sociais, principalmente se o exemplo de São Paulo for seguido e o banimento imediato do amianto ocorrer em escala nacional: “É preciso que as empresas tenham tempo para adaptar seus processos produtivos. Afinal, estamos falando de um setor que fatura R$ 2,5 bilhões ao ano, que mantém 17 fábricas pelo País e gera 170 mil empregos”, alerta Oliveira Lima. Sua expectativa é que o estudo da FGV forneça subsídios técnicos para negociar um período de transição: em outros países que erradicaram o amianto, o prazo para adaptação foi de cinco anos, em média.

    Outro aspecto lembrado por Oliveira Lima é o papel do amianto nas obras de moradia popular: “As coberturas de fibrocimento estão presentes em 70% das moradias feitas em autoconstrução ou por meio dos programas de habitação social do governo federal, dos estados e municípios”, observa. Em razão de seu baixo custo, o amianto crisotila é largamente utilizado na fabricação de caixas d’água, telhas onduladas, tubulações, discos de embreagem, mangueiras, papéis e papelões.

    As preocupações do setor de construção civil, cuja expectativa de crescimento gira em torno dos 15% no ano de 2008, também se estendem às obras do PAC, que poderão ser prejudicadas caso ocorra uma crise de desabastecimento. “Há apenas uma empresa no Brasil que trabalha com os fios sintéticos que substituem o amianto”, ressalta o diretor do Deconcic. “E sua produção poderia atender apenas 10% do total da demanda do País, que atualmente é de 60 mil toneladas/ano”, explica. O resultado seria uma “corrida” a outros produtos alternativos. No entanto, as empresas não estão preparadas para atender às necessidades do mercado, e a conseqüência direta de um aumento de demanda muito superior à capacidade de produção seria a elevação de preços.

    “Queremos deixar claro que não estamos questionando a decisão do Supremo Tribunal Federal, que derrubou a liminar que suspendia a efetividade da Lei no 12.684/07. Apenas achamos prudente que o governo conceda um prazo para a adequação”, pondera Oliveira Lima.

    “O risco da exposição ocupacional está praticamente descartado, visto que, neste assunto, a nossa legislação trabalhista sobressai como uma das mais modernas e desenvolvidas do mundo”, acrescenta o diretor do Deconcic. Um Parecer Técnico do DMA — Departamento de Meio Ambiente da Fiesp — é bastante esclarecedor sobre esse tema.

    Quanto à saúde do trabalhador, principal argumento pró-proibição, o diretor do Deconcic observa que, segundo o Instituto Brasileiro do Crisotila, não há registro de aparecimento de doença funcional em operários que ingressaram em atividades ligadas ao amianto a partir da década de 80.

    O amianto branco, conhecido como crisotila, é uma fibra mineral de características físico-químicas distintas do amianto anfibólio, que foi proibido em todo o mundo devido à sua nocividade. Segundo seus fabricantes, o amianto crisotila não oferece os mesmos riscos à saúde, já que a sua composição é diferente e seu uso é controlado, obedecendo a rigorosas normas de segurança.

     

    Fonte: Portal Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    “Não houve diminuição do emprego, mas geração de vagas na indústria não apresenta mais o dinamismo que vinha apresentando em 2007”, diz diretor do Depecon

    A indústria paulista de transformação fechou o mês de junho com geração de cinco mil postos de trabalho, ou variação de 0,21% ante maio, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp). Em termos ajustados, houve aumento de 0,19% em maio.

    “Não é um sinal ruim, pois não houve diminuição no número de empregos, mas a geração de vagas na indústria não apresenta mais o dinamismo que vinha apresentando em 2007, com taxas expressivas a cada mês”, comparou Paulo Francini, diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) das entidades.

    Acomodação do emprego

    Segundo o diretor, a força na geração de empregos se aquietou em relação ao que vinha ocorrendo, e a acomodação está disseminada pelos vários setores da indústria – associada a alguns fatores como diminuição do ritmo de crescimento da renda, afetada pela taxa de inflação, e concessão de crédito.

    “A acomodação na taxa de emprego é um reflexo da própria atividade industrial, que não apresenta o mesmo grau de aceleração. A demanda, que é o combustível básico da atividade, já mostra sinais de cansaço”, ressaltou Francini.

    Setor sucroalcooleiro

    De acordo com informações do Depecon, apesar de recuar nas contratações no último mês (-0,01%), por uma tendência normal de estabilidade nessa época do ano, o setor sucroalcooleiro foi responsável pela geração de 104 mil vagas de janeiro a junho, o que corresponde a 74% do total de 141 mil postos de trabalho abertos pela indústria em 2008.

    O crescimento do emprego industrial em termos percentuais é de 6,48% no acumulado do ano, e de 4,72% nos últimos 12 meses.

    Indicadores setoriais

    Das 21 atividades industriais que compõem a amostra da pesquisa, 14 tiveram desempenho positivo, quatro apresentaram queda e três registraram estabilidade nas contratações em junho.

    O principal destaque positivo foi o segmento de Equipamentos de Informática (10,75%), indicando bom nível de atividade como reflexo da desoneração do setor e da mudança do regime tributário, que estimulou a compra de produtos nacionais. Na seqüência, Móveis e Indústrias Diversas (2,65%) e Metalurgia Básica (1,82%) também foram destaques.

    As variações negativas mais expressivas vieram dos setores de Couro, Artigos de Viagem e Calçados (-4,88%), Coque, Refino de Petróleo e Álcool (-2,84%) e Madeira (-0,74%).

    Regiões

    Das 36 Diretorias Regionais do Ciesp pesquisadas, 18 registraram bom desempenho no mês, 16 tiveram queda e duas ficaram estáveis.

    Matão liderou as contratações pelo segundo mês consecutivo, com crescimento de 3,04% - influenciado por Produtos Alimentares (7,28%), com destaque para a produção de suco de laranja, e Metalúrgica (2,45%), em decorrência dos implementos agrícolas.

    Sertãozinho foi a segunda região em que o emprego mais cresceu em junho, com alta de 1,31%, puxada pelos setores de Produtos Alimentares (1,53%) e Máquinas e Equipamentos (1,32%), ligados à produção de açúcar e álcool.

    Em terceiro lugar, Sorocaba registrou expansão de 1,19% na geração de empregos na indústria, com destaque para Material Elétrico, Eletrônico e de Comunicação (9,30%), principalmente pelo setor de informática, e Produtos Alimentares (3,65%).

    O nível de emprego industrial teve queda mais expressiva nas regiões de Jaú (-2,14%), puxada por um recuo sazonal em Calçados (-4,48%), em função do período de mudança de coleção, e Produtos Alimentares (-2,65%); Santos, com queda de 2% influenciada pelos setores de Máquinas e Equipamentos (-7,39%) e Edição, Impressão e Reprodução de Gravações (-7,25%); e Franca, devido à queda em Couro e Artigos de Viagem (-1,97%) e Calçados (-1,58%), também sazonal.

     

    Fonte: Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    Setor que movimenta cerca de R$2,5 bilhões ao ano e é responsável por 170 mil empregos prevê novas adequações após suspensão do uso do produto, considerado nocivo à saúde humana

    Representantes da cadeia da construção civil reuniram-se nesta segunda-feira (14), na sede da Fiesp, para debater as conseqüências e ações previstas com a substituição do uso da fibra do amianto. A maior preocupação dos empresários é o risco de desabastecimento no mercado de produtos – como caixas d’água, telhas de fibrocimento onduladas e planas - que dependem da matéria-prima em sua fabricação.

    Sob alegação que produtos à base de amianto seriam prejudiciais à saúde, o Superior Tribunal Federal (STF) derrubou a liminar que suspendia a efetividade da Lei nº 12.684/07. “Com essa decisão, teremos que estudar um mecanismo para manter o trabalho dessas empresas. Precisamos achar uma forma de viabilizar aspectos técnicos, fornecimento de matéria-prima e o custo que todo esse processo acarretará no preço final para o consumidor”, ressaltou Marcos Evangelista da Roz, representante da Infibra.

    Outro ponto discutido durante o encontro foi a possível substituição dos produtos e materiais – que já estariam no mercado - que têm amianto em sua composição. Para o vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação, José Carlos de Oliveira Lima, é necessário desenvolver um projeto voltado ao abastecimento do mercado. “Estamos criando um grupo de trabalho para buscar respostas às dúvidas quanto à interrupção do uso que essa matéria-prima está trazendo para a cadeia da construção”.

    Participaram da reunião, o presidente da Eternit, Élio Martins; Luiz Fernando Marchi Jr., da Infibra; Rui Inocêncio, da Imbralit; Alberto Martins Neto, da Confibra; Roberto Luiz Corrêa Netto, da Saint Gobain Brasilit, e Carlos Roberto Petrini do Simprocin.

     

    Fonte: Fiesp
    17-07-2008 | 11:07
    Logo após anunciar uma nova unidade de produção em Mato Grosso, a Votorantim Cimentos se prepara para mais um investimento no estado, mais precisamente em Cuiabá. A empresa irá montar uma nova Unidade de Agregados (areia e brita), materiais essenciais para o setor de construção. Dentro de 15 dias, a empresa espera já ter montado escritório avançado em Cuiabá.

     

    Inflação - A forte alta dos preços no primeiro quadrimestre de 2008 já provoca reflexos no comportamento de compra dos brasileiros. Um estudo que foi desenvolvido por técnicos da LatinPanel, maior empresa de pesquisa de consumo domiciliar da América Latina, mostra que os produtos considerados básicos (margarina, óleo, extrato de tomate, açúcar, leites, pães, farinha, papel higiênico, desodorante, entre outros itens de uso do dia-a-dia) já registram uma perda bastante considerável de domicílios compradores.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-07-2008 | 11:07
    A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, por meio da Gerência Executiva de Fiscalização Segmentada, da Superintendência de Fiscalização, já constituiu R$ 582 milhões em créditos tributários junto a empresas de 16 segmentos de atividade econômica do Estado, nos primeiros seis meses deste ano. O montante supera em 105% a meta definida pela Assessoria de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Apea) da Sefaz, de R$ 552 milhões, para todo o ano de 2008.

    O total de créditos constituídos inclui débitos de contribuintes relativos ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), com correção monetária, juros e multas, referentes a fatos geradores do período de 2003 a 2008. O montante de R$ 582 milhões foi constituído por meio de Notificações Auto de Infração (NAIs) lavradas e Termos de Intimação (TIs).

    O secretário de Fazenda, Éder Moraes, destaca que a superação da meta se deve aos vários instrumentos utilizados pela Sefaz para otimizar a constituição de créditos, entre eles o Plano Anual de Fiscalização de Estabelecimentos e Transportadoras (Pafet), formalizado pela Portaria nº 75/2007.

    “Há um planejamento prévio das ações fiscais, inclusive daquelas motivadas por denúncias ou requisitadas por outros órgãos do Estado. Dessa forma, procuramos dar maior efetividade às nossas ações no sentido de que a força desprendida pelos fiscais de Tributos da Sufis traga o melhor retorno aos cofres públicos”, salienta Éder de Moraes.

    O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz, Marcel Souza de Cursi, observa que esse desempenho é resultado também do processo de reformulação da Sufis. “Reconhecemos importantes mudanças na Superintendência de Fiscalização, unidade da receita pública que, na gestão do atual superintendente, gerentes e equipe, tem se empenhado para se reestruturar e se profissionalizar mais e mais. Não só a fiscalização de estabelecimento, mas a aduana também está se modernizando, a cada dia”, frisa o secretário-adjunto.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-07-2008 | 11:07
    Projeção divulgada pela Fecomércio, ontem, aponta que índice será o maior da década. Semestre fecha 12% maior em relação a 2007
    O comércio mato-grossense deverá encerrar o ano com incremento de 15% em relação a 2007, o que será o maior crescimento da década. O índice, caso confirmado, irá superar a projeção feita no início do ano pela Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso, que previa aumento de 12% nas vendas. “Realmente será uma surpresa agradável, pois não esperávamos que o comércio fosse tão bem este ano, apesar da aceleração econômica impulsionada pela estabilidade, aumento do consumo e dos investimentos, e o bom momento vivido pelo agronegócio”, avaliou o presidente da entidade, Pedro Nadaf. No primeiro semestre do ano, as vendas apresentam crescimento de 12% sobre os números de 2007.

    Essas projeções foram divulgadas ontem pela manhã, durante apresentação da pesquisa conjuntural realizada com empresários mato-grossenses no período de 10 a 22 de junho, em 13 cidades, incluindo Cuiabá. No total foram ouvidas 400 empresas, sendo 250 do comércio e 150 da área de prestação de serviços.

    A pesquisa mostra o otimismo da classe empresarial em relação aos principais quesitos da análise conjuntural, como estabilidade econômica, inflação, crescimento, posição de mercado e emprego.

    No primeiro item, estabilidade econômica, 85% dos empresários responderam que estão otimistas e, outros 15%, não acreditam na estabilidade da economia no segundo semestre do ano.

    Apesar da alta dos preços nos últimos meses, 43% dos empresários acreditam que a inflação no semestre ficará entre zero e 3%, enquanto 37% dos entrevistados apostam em taxas entre 3,1% e 6%. “Isso mostra que a economia já começa a dar sinais de inflação, motivada pelos preços praticados pelos fornecedores junto ao comércio varejista”, explica Nadaf.

    Dos empresários entrevistados, 81% apostam em crescimento econômico no país e 86% afirmam que a economia de Mato Grosso continuará crescendo no segundo semestre deste ano.

    Em relação à posição de mercado, 79% dos empresários afirmam estar otimistas, 5% estão pessimistas e, 16%, mostraram-se indiferentes.

    Os empresários revelam otimismo também quanto à taxa de emprego, sendo que 47% deles acreditam na estabilidade e, 36%, apostam no aumento da oferta de postos de trabalho no segundo período do ano. Apenas 17% afirmam que o nível de emprego cairá.

    Quanto à forma de pagamento no comércio, a modalidade mais usada pelos consumidores no primeiro semestre do ano foi “à vista”, com 27% da opinião dos entrevistados; crediário e duplicatas, 25%; cheques, 23%; e, cartão de crédito, 25%.

    Os juros concentram-se principalmente em taxas de até 2% para 53% dos entrevistados: 2,1% a 4% para 25% dos empresários; 4,1% a 6% para 16% dos entrevistados e, 6,1% a 8%, para 6% dos empresários.

    GOVERNO - A pesquisa avaliou também a expectativa dos empresários sobre os governos estadual e federal neste segundo semestre do ano. Em relação ao governo do Estado, 42% dos entrevistados acreditam que o desempenho da administração será bom, 13% ótimo, 37% regular e 8% ruim. Os índices ficaram próximos aos do primeiro semestre do ano, que apontavam 41% (bom), 9% (ótimo), 36% (regular) e 14% ruim.

    No que tange à avaliação do governo federal, 24% apostam que o desempenho será bom, 4% acham que será ótimo, 53% regular e, 19%, ruim. Nadaf deixa claro que estes percentuais não devem ser interpretados como tendência de voto, mas sim, como análise da postura dos administradores frente à política econômica adotada pelos governos e aos investimentos em infra-estrutura.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-07-2008 | 11:07
    O coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, previu ontem que o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) pode fechar o ano com resultado entre 11% e 12%, faixa já citada relatório semanal Focus do Banco Central (BC), que informa as expectativas de instituições financeiras no País sobre indicadores econômicos. Ele fez o comentário ao informar que a taxa em 12 meses até julho do IGP-10 acumula alta de 14,72% - a mais elevada desde outubro de 2003, quando subiu 18,94%. "Acho que nenhum analista tem feito projeções de IGPs abaixo de 10% para 2008", comentou.

     

    Quadros observou que, em um cenário com uma taxa em 2008 já bastante pressionada em seu acumulado em 12 meses, isso pode conduzir à pontos de inércia inflacionária para o primeiro semestre de 2009. "A taxa em 12 meses sempre demora um pouco para recuar, porque ela carrega taxas de elevações de preços que não estão mais ocorrendo", comentou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-07-2008 | 11:07
    A alta dos índices de inflação, causada principalmente pela elevação dos preços internacionais dos alimentos e petróleo, reduz o ritmo de crescimento da indústria em 2008. Apesar disso, segundo Paulo Francini, diretor do departamento de economia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a atividade industrial ainda não está ruim.

     

    "Mas aquele vigor que observamos no ano passado já não existe mais. A demanda em alguns setores mostra um sinal de cansaço", explicou Francini.

     

    Segundo a Fiesp, a taxa de crescimento do emprego industrial deve ficar entre 3,5% e 4% este ano. Em 2007, a entidade registrou expansão 5,01%, com a geração de 104 mil vagas.

     

    Nesta terça-feira, a Fiesp divulgou que o nível de empregoda indústria de transformação do Estado de São Paulo subiu 0,21% (5.000 vagas criadas) em junho na comparação com o mês anterior, segundo dados sem ajuste sazonal. Em maio, a alta sobre abril tinha sido de 0,35%, com abertura de 8 mil vagas.

     

    Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, a alta no emprego no mês passado foi de 0,19%. No acumulado do primeiro semestre, o nível de emprego está 6,48% maior que no mesmo período do ano passado, com 141 mil novas vagas abertas. O setor que mais contratou foi o sucroalcooleiro, com 34.002 vagas.

     

    Juros: Para Francini, a inflação e as elevações dos juros básicos no país geram expectativas dos industriais quanto ao emprego no ano que vem.

     

    "O empresário não toma decisões lendo jornal mas conforme a demanda da sua empresa. "[A preocupação] sobre a taxa de crescimento se volta mais para 2009 que este ano", disse. Porém, ao contrário do que ocorre normalmente, a Fiesp não critica a atual política de elevação da taxa Selic do Banco Central para combater a inflação. "Nós achamos que a luta contra o crescimento da inflação tem de ser tomada. Acreditamos que vai crescer ainda mais a taxa de juros", argumentou Francini.

     

    Para a Fiesp, a alta da inflação é maior para a população de menor renda, pois essa faixa gasta a maior parte do salário com o consumo de alimentos, retraindo a demanda para outras coisas.

     

    Setores: No levantamento de junho, o setor de máquinas para escritórios e equipamentos de informática, principalmente, teve crescimento de 10,75% no emprego. Francini afirmou que a redução de tributos para a área de informática, com a redução da informalidade, reflete positivamente em todas as empresas do setor.

     

    "A demanda por produtos de informáticas cresce na proporção de dois dígitos", informou. Apesar de apresentar redução no emprego em junho, com variação negativa de 2,84% em relação a maio, o setor de Coque, Petróleo, Combustíveis nucleares e Álcool ainda lidera a geração de vagas no acumulado do ano, com 34,99%, seguido por alimentos e bebidas, com 28,50%.

     

    Nos dois setores, segundo a Fiesp, a plantação e colheita da cana-de-açúcar têm grande influência e é normal que a contratação de novos empregados fique estabilizada até o fim do ano.

     

    "O campo já está com os empregos que iria gerar [neste ano] e até o fim de 2008 o emprego na indústria deve estabilizar", informou Francini. Segundo o diretor da Fiesp, os meses de fevereiro, março, abril e maio serão utilizados para a contratação de mão-de-obra, e em novembro, dezembro e janeiro esses empregos temporários desaparecem.

     

    Fonte: Mídia News
    17-07-2008 | 11:07
         O desempenho econômico estadual, e do país como um todo, tem feito com que a maior parte da classe empresarial mato-grossense aposte em estabilidade e crescimento. O presidente do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso – Fecomércio/MT, Pedro Nadaf, em coletiva para a imprensa na manhã de hoje, 16/07, divulgou e avaliou as expectativas dos empresários do setor, conforme dados levantados pelo Departamento de Pesquisas Econômicas da entidade, em relação ao segundo semestre de 2008. Dentre outros números relevantes, ele destacou que 86% apostam no crescimento estadual, o maior percentual registrado desde 2003, ficou 21% acima do mesmo período do ano passado. Nadaf fez na oportunidade uma comparativa com as expectativas anteriores e apresentou também os números de títulos protestados, recuperação judicial e falências.
         
         Nadaf acredita que o bom desempenho no mercado mato-grossense se deve as commodities do estado no campo do agronegócios, que exerce um peso significante na economia regional. O presidente disse que a projeção de crescimento para Mato Grosso neste ano é de 10% do PIB.
         
         Foram ouvidos no período de 10 a 22 de junho de 2008, 400 empresas, 250 do comércio e 150 de serviços, na capital e 12 cidades mato-grossenses: Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sapezal, Sinop, Sorriso, Várzea Grande e Tangará da Serra.
         
         Em nível nacional, no que se refere ao crescimento econômico, 81% dos pesquisados, responderam positivamente, o percentual é também o maior desde 2003. Para se ter uma idéia, em relação ao ano passado, no mesmo período aumentou o grau de otimismo em 18%. Num comparativo, vale destacar que em 2005, no segundo semestre estava quase a metade 44%. O otimismo em Mato Grosso, que é hoje é 86%, estava no segundo semestre de 2007, na ordem de 65%, e em 2005, também mais baixo 53%. A média, entretanto, é sempre maior que a brasileira em nível de boas expectativas.
         
         
         
         Estabilidade, inflação
         
         No primeiro item da pesquisa, referente manutenção da estabilidade econômica no semestre, o percentual é de 85% positivo, neste caso o mesmo que do primeiro semestre e apenas um ponto percentual acima do mesmo período de 2007.
         
         O segundo item da pesquisa mostra resultado de queda nas expectativas positivas em relação a inflação em índices mais baixos nos próximos meses. Dos entrevistados, 43% acreditam que ficará no patamar entre 0 a 3%, no mesmo período do ano passado 58% apostavam neste percentual, e no primeiro semestre de 2008, 57%, uma queda, portanto, muito acentuada. Os demais percentuais respectivamente foram: 37%, de 3,1 a 6%, 12%, de 6.1 a 10%. E o mais preocupante, 8% respondeu que ultrapassará 10,1%, sendo que desde o segundo semestre de 2005 este percentual não passava de 1%.
         
         
         
          Posição de mercado e empregos
         
          No que se refere à posição sobre o mercado, 79% dos entrevistados revelam-se otimistas, aumentou 8% em relação ao mesmo período do ano passado, mas teve uma queda de 2% no que se refere ao primeiro semestre, que obteve o melhor número desde 2003.
         
          No que tange ao quesito emprego, 47% acreditam na estabilidade, 17% que diminua e 36 % que aumente. O percentual de aumento de emprego é o maior desde 2003. No mesmo período de 2007, 15% acreditava que aumentaria as vagas, e 68% apostavam na estabilidade. Ou seja, os empresários estarão contratando mais e demitindo menos, o que é um bom sinal para o mercado regional.
         
          Vendas
         
         Outro número apresentado, que demonstra estabilidade foi em relação às vendas, a maior parte respondeu que será efetuada neste semestre à vista, pois 27% revelaram esta tendência, a tendência se aproxima a da registrada no semestre passado, 28% e diminuiu 3% no mesmo período de 2007. Através do crediário e duplicatas, o percentual é 25%, superior em 1% tomando-se por base a última pesquisa feita em janeiro deste ano; 223% cheque pré-datado, 2% inferior, ao mesmo período e 25% no cartão de crédito, o mesmo resultado do segundo semestre de 2007.
         
         No tocante a prática de juros, o índice de 0 a 2% obteve a resposta da maioria dos entrevistados, 53%. Na seqüência, a pratica de 2,1 a 4%, foi de 25%, 16% acreditam que de 4.1% a 6% e de 6.1 a 8%, teve a resposta de 6%, nenhum acredita em prática superior a 8,1%.
         
         Sobre os governos
         
         Os governos estadual e federal foram avaliados na pesquisa de expectativas, e estão melhorando o desempenho na avaliação, sendo que o de Mato Grosso recebeu 13% de ótimo, no mesmo período em 2008 era de 9%; 42% no quesito bom; 37% regular e 8% ruim. Ao passo que o do Brasil teve o seguinte resultado: 4% ótimo, aumentou 3%, tomando-se por base o segundo semestre de 2007, e na seqüência 24% bom, 53% regular e 19% ruim.
         
         Nadaf apontou que o governo estadual está subindo no conceito empresarial devido a política adotada no sentido de promover melhorias de infra-estrutura, que tem beneficiado muito o interior. Segundo ele, as dificuldades enfrentadas hoje pelo segmento empresarial refere-se mais a falta de capital de giro, do que por questão tributária, sendo que esta reflete negativamente em alguns segmentos e atividades específicas, mas não no todo, falando-se globalmente do mercado interno. No que se refere ao governo federal, o mesmo também teve pontos mais favoráveis, o que Nadaf credita a estabilidade econômica.
         
         Títulos protestados
         
         O mês de junho teve um fechamento positivo no que se refere ao número de títulos protestados que caiu 13,40%, em relação ao mesmo período de 2007, e 9,64% no percentual comparativo acumulado do mesmo mês do ano de 2007, em relação a 2008. Para se ter uma idéia, de janeiro a junho de 2007 tiveram 24.621 ocorrências de protesto, e de janeiro a junho de 2008, 18.934. No que se refere a recuperação judicial a mesma se mantém equilibrada, com uma ocorrência e no tocante a falências, não ocorreram nenhuma no mês de junho, tendo o acumulado do ano cinco ocorrências.  

     

     

    Fonte: 24 Horas news
    17-07-2008 | 11:07
    O setor da construção civil registrou crescimento de 0,2% em maio na zona do euro, na comparação com o mês anterior. Portugal teve a maior queda mensal da União Européia, de 9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo gabinete de estatísticas europeu, o Eurostat.

     

    No conjunto de 27 países da União Européia (UE-27), a produção no setor da construção subiu 0,3% entre abril e maio. Na comparação com maio de 2007, os dados do Eurostat apontam queda de 1,1% na zona do euro. Na UE-27, o setor da construção cresceu 0,7% face a maio de 2007, ainda de acordo com o Eurostat.

     

    Nos 12 meses, a Espanha teve o maior recuo (10,8%), seguido por Portugal (queda de 6,8%) e República Tcheca (variação negativa de 2%). As maiores expansões do setor da construção foram registrados em Romênia (31,5%), Bulgária e Polônia (16,3%).

     

    Entre abril de 2007 e de 2008, o setor havia registrado queda de 1,7% na zona do euro e de 0,1% na UE-27.

     

    Fonte: Folha on-line
    16-07-2008 | 11:07

    O segmento de construção civil de Mato Grosso deve crescer aproximadamente 20%, nesse segundo semestre de 2008, em relação aos seis últimos meses de 2007. As expectativas são do Sindicato das Industrias da Construção Civil do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT). Para Luiz Carlos Fernandes, presidente do sindicato, um dos principais motivadores desse aumento de demanda do segmento seria o início das construções governamentais, como os desenvolvidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além do grande número de prédios que devem ser iniciados e finalizados neste semestre pelas construtoras do Estado. “O mercado está aquecido, no primeiro semestre deste ano nós já sentimos um aumento na demanda de, aproximadamente, 12%. Já para o segundo semestre nossa expectativa é que o crescimento de novas construções, em relação a 2007, seja de 20%, já que nesse período o mercado sempre está mais agitado, por causa do clima seco e vinda de novos investimentos”, acrescenta Fernandes.   Fonte: Folha do Estado
    16-07-2008 | 11:07

    Construção - período de desabastecimento esta no fim e a oferta volta a subir. Venda do produto cresceu 10% no segundo trimestre do ano.

     

    Após o período de desabastecimento de cimento no mercado local, a oferta do material comercializado em Mato Grosso volta a se estabilizar e o preço do produto cai em até 20% em algumas lojas de materiais de construção do Estado, chegando o saco de 50 quilos a ser encontrado por até R$ 19,99.  

     

    A queda no preço do produto foi impulsionada, principalmente, pelo aumento da oferta do cimento fornecido pela industria da Votorantim em Sergipe (Nordeste). A ação da empresa foi tomada para repor os estoques das revendedoras de materiais de construção de Estado.  

     

    Fonte: Folha do Estado
    16-07-2008 | 11:07
    Mato Grosso registrou aumento de 13,8% nas vendas em maio em relação ao mesmo período do ano passado. O índice de crescimento no comércio varejista local está nos mesmos patamares dos dois meses anteriores, quando cresceu 13,3% em março e 13,6% em abri. No acumulado do ano, a alta na comercialização é de 12,2% em relação aos cinco primeiros meses de 2007. Acesso ao crédito, estabilidade da moeda e juros baixos estão entre os fatores que contribuíram para o bom desempenho registrando entre janeiro e maio.

     

    Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados ontem. De acordo com o presidente da Câmara de Dirigentes de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, os bons números apresentados nos primeiros cinco meses deste ano são reflexo principalmente da recuperação dos preços das commodities agrícolas. Conforme ele, com a alta nos preços, todos os demais segmentos, inclusive o comércio varejista sente o reflexo da melhora.

     

    "Já havia uma realidade apontando para números positivos, pois desde o segundo semestre de 2007 o agronegócio vem registrando um bom cenário, o que contagia outros segmentos", diz ao revelar que para o segundo semestre a expectativa também é de crescimento, porém não nos mesmos patamares dos primeiros seis meses deste ano, porque no mesmo período do ano passado já houve incremento. Outro fator que pode frear o desempenho nas vendas é a alta dos juros, já que a inflação está apontando para uma alta.

     

    Seguindo o mesmo comportamento de crescimento, a receita do comércio varejista de Mato Grosso, conforme a pesquisa do IBGE, registrou expansão de 18,9%, maior que os 17,1% e 16,8%, verificados em março e abril, respectivamente. E também já era esperando, já que se aumenta as vendas, o lucro das empresas também obtém aumento. O presidente destaca ainda que um termômetro para as vendas deste semestre será o Dia dos Pais, comemorado em agosto.

     

    Dia do Comerciante- Hoje é comemorado o Dia do Comerciante. E ontem à noite, CDL e a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) recebeu comerciantes de vários segmentos para uma sessão especial para a data da Câmara Municipal de Cuiabá, que foi realizada na Fiemtec.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-07-2008 | 11:07
    Despertar o interesse os empresários de Mato Grosso para o mercado internacional. Este foi o objetivo do Encontro Emirados Árabes Unidos - Perspectivas e Oportunidades promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae) ontem à noite para cerca de 100 empresários de diversos setores da economia local. A idéia é que os empresários conheçam as potencialidades do mercado daquele país, especialmente da cidade de Dubai que vem despertando no cenário internacional como grande consumidor mundial, porém com pequena participação de produtos brasileiros.

     

    Para a gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae-MT, Marta Regina Torezam, com o mundo globalizado os micro e pequenos empresários têm de ir além dos mercados estadual e nacional e focar no mercado externo. "Temos muitos produtos e serviços que podemos oferecer e os empresários têm que conhecer este mercado para emplacar seus produtos, pois o Brasil e Mato Grosso têm tecnologia, mão-de-obra e produtos de grande aceitação naquele mercado. Só falta despertar para os negócios".

     

    Ela completa que grandes prestadores de serviços locais que podem fechar contratos com este país são os da rede hoteleira, construção civil e transporte, aumentando a pauta de exportação local, que hoje está composta basicamente de carnes, metalurgia (ferro e aço) e material de construção. No encontro de ontem, os empresários puderam ouvir opiniões e informações do secretário da Câmara Árabe-brasileira, Michel Alaby e do consultor internacional e guia turístico oficial de Dubai, Daniel Jabbour sobre o mercado existente nos Emirados Árabes Unidos

     

    O evento serviu como base também para o projeto Missão à China que será realizado em outubro e contará com a participação de 32 empresários mato-grossenses. Um dos roteiros é Dubai.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-07-2008 | 11:07
    Uma consulta em cinco principais casas de materias de construções de Cuiabá, sobre o preço do cimento constatou que houve uma queda de 12,4% em relação ao mês junho. Um saco de 50 kg das marcas Cauê (importado de Mato Grosso do Sul ) e Itaú (do município de Nobres -MT) está sendo comercializado entre R$ 21,90 a 23,90. No mês passado, pela falta do produto essas duas marcas chegaram a ser vendidas por R$ 25.

     

    Reconhecimento - O BICBanco recebeu o prêmio de melhor instituição financeira do segmento de middle market do Brasil pelo seu desempenho e foco na concessão de crédito, que representa atualmente 93% de sua carteira. O ranking, base para selecionar as melhores instituições do setor financeiro, foi elaborado pela agência de classificação de riscos Austin Rating.

     

    Incentivos - Aumento da competitividade, geração de emprego e renda são alguns dos frutos do Governo do Estado ao firmar acordos de regime de estimativa com os comerciantes de Mato Grosso. Os incentivos são responsáveis também em aumentar a arrecadação do ICMS por reduzir a informalidade e também a concorrência desleal no setor.  

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-07-2008 | 11:07
    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu ontem (15) 38 integrantes de uma organização criminosa especializada em adulteração de combustíveis, com sede em Alagoas e ramificações em São Paulo e na Bahia. As prisões são parte da Operação Paracelso, na qual foram executados também 34 mandados de busca e apreensão. Com a quadrilha, foram apreendidas 15 armas de fogo de diversos calibres, dinheiro, veículos de carga e de passeio e produtos adulterados.

    De acordo com a PRF, a quadrilha aliciava motoristas de caminhões de combustíveis, que partiam do Pólo Petroquímico de Camaçari (BA), em direção a Pernambuco, pela BR-101. Os caminhoneiros desviavam os veículos para galpões onde os criminosos roubavam parte do combustível e completavam a carga com água ou solventes. O material roubado era vendido com documentação adulterada para indústrias de produtos plásticos, embalagens e detergentes de São Paulo.

    O grupo agia ainda na adulteração de cimento de construção, adicionando cal e areia fina para camuflar o roubo de parte das cargas. Segundo a investigação da PRF, a organização seqüestrava e assassinava caminhoneiros, que não faziam parte do esquema.

    Os presos devem responder pelos crimes de formação de quadrilha, adulteração e comércio ilegal de derivados de petróleo, contrabando de armas e munições, sonegação fiscal, roubo de cargas, seqüestro e homicídio. Pelos cálculos da PRF, os criminosos adulteravam mensalmente mais de 600 mil litros de combustíveis e faturavam cerca de R$ 2 milhões.

     

    Fonte: Olhar Direto
    16-07-2008 | 11:07
         O IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) subiu 2%, em julho, contra 1,96% em junho. No ano, o índice acumula alta de 8,64% e nos 12 meses até julho, a alta acumulada foi de 14,72%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
         
         A metodologia aplicada na apuração do IGP-10 é a mesma do IGP-M e do IGP-DI --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
               
         O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 2,54% neste mês, contra alta de 2,21% em junho. Os Bens Finais desaceleraram, de de 1,65% em junho para 0,66% em julho, com destaque para o subgrupo alimentos in natura (de 8,03% para 1,11%). Excluídos os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, a alta foi de 0,58%, contra 1,08% um mês antes.
         
         O índice do grupo Bens Intermediários subiu 2,60% neste mês, contra 2,36% em junho. O destaque foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 1,20% passou para 2,20%). Excluído o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, a alta foi de 2,50%, contra 2,02% um mês antes.
         
         O índice de Matérias-Primas Brutas subiu de 2,64% em junho para 4,54% em julho, com destaque para soja em grão (de 1,33% para 12,88%), bovinos (de 5,90% para 11,15%) e milho em grão (de -2,93% para 6,93%). Já os itens arroz em casca (de 13,22% para -4,31%), minério de ferro (de 11,29% para -1,01%) e tomate (de 10,48% para 2,64%) subiram.
         
         O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) desacelerou para uma alta de 0,65% em julho, contra 0,93% em junho. O destaque foi o grupo Alimentação (de 2,40% para 1,56%), com os itens hortaliças e legumes (10,28% para -1,42%), panificados e biscoitos (4,30% para 0,86%) e massas e farinhas (3,84% para 1,20%).
         
         Também contribuíram para a desaceleração do índice os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,54% para 0,23%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,72% para 0,56%), Transportes (0,14% para 0,11%), Habitação (0,32% para 0,30%) e Vestuário (0,16% para 0,15%), com destaques para passagem aérea (10,78% para 0,92%), artigos de higiene e cuidados pessoais (1,02% para 0,79%), óleo diesel (6,23% para 2,06%), gás de bujão (1,74% para 0,28%) e calçados infantis (1,26% para -2,55%).
         
         O grupo Despesas Diversas (0,11% para 0,33%) foi o único a apresentar alta, com destaque para o item mensalidade para TV por assinatura (-0,48% para 0,66%).
         
         O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou em julho taxa de variação de 1,50%, abaixo do resultado do mês anterior, de 2,66%. A taxa do grupo Materiais recuou de 1,83% para 1,61%. O grupo Mão-de-Obra também desacelerou de 3,69% em junho para 1,40% em julho. Foram decrescentes os impactos dos reajustes salariais nas cidades de Goiânia e São Paulo e crescentes em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Apenas o grupo Serviços teve sua taxa de variação elevada, de 1,40% em junho para 1,48% em julho.
         
    Fonte: 24 Horas News
    16-07-2008 | 11:07
    O IPC-S referente ao período até o último dia 15 teve alta de 0,69%, 0,10 ponto percentual abaixo do índice registrado na coleta encerrada em 7 de julho. Foi a menor taxa de variação registrada pelo índice, desde a primeira semana de abril de 2008, quando o IPC-S apresentou variação de 0,64%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

     

    A principal contribuição para redução veio do grupo Alimentação, que passou de 1,93% para 1,56%. Dos 21 itens componentes do subgrupo Gêneros Alimentícios, 16 registraram desaceleração, com destaque para arroz e feijão (10,64% para 7,67%), carnes bovinas (7,94% para 6,99%) e massas e farinhas (1,45% para 0,81%).

     

    Os grupos Vestuário (0,40% para 0,09%), Educação, Leitura e Recreação (0,30% para 0,27%) e Despesas Diversas (0,40% para 0,36%) também tiveram desaceleração, com destaque para roupas (0,49% para 0,16%), passagem aérea (3,10% para 0,42%) e mensalidade para TV por assinatura (1,09% para 0,70%).

     

    Já os grupos Habitação (0,30% para 0,36%) e Transportes (0,11% para 0,17%) registraram alta, com destaque para tarifa de eletricidade residencial (-0,66% para 0,04%) e gás natural veicular (3,73% para 4,23%).

     

    O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a variação apurada na última divulgação, 0,59%. Nesta classe de despesa, os destaques foram os itens artigos de higiene e cuidado pessoal (que subiu de 0,84% para 0,93%) e medicamentos em geral (que desacelerou de 0,34% para 0,26%).

     

    A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 22, será divulgada no dia 23.

     

    Fonte: Folha on-line
    15-07-2008 | 11:07
    Financial Times destaca avanço do setor de imóveis em mercados emergentes.A urbanização, o crescimento da classe média e a maior oferta de empréstimos estão impulsionando o mercado imobiliário nas economias emergentes, enquanto o resto do mundo permanece estagnado, afirma uma reportagem publicada na edição desta terça-feira do diário financeiro britânico Financial Times.

     

    De acordo com uma pesquisa citada pelo jornal, o volume de negócios nos países industrializados caiu 54% no primeiro trimestre de 2008 em comparação com o mesmo período do ano passado.

     

    Em contrapartida, diz o estudo feito pela Real Capital Analytics e reproduzido pelo FT, o número de transações nos mercados emergentes subiu 43% nos primeiros três meses do ano.

     

    "Um dos mercados emergentes que mais atrai fluxo de investimento de capital é o Brasil", afirma o jornal. "Com mais de US$ 1 bilhão de negócios fechados a cada trimestre em transações imobiliárias, o país sai à frente de outros rivais da região, como Argentina, México e Chile".

     

    Salários em alta, inflação em baixa e moeda estável estimularam o setor da construção no país, dizem analistas ouvidos pelo FT.

     

    "O Brasil é um bom lugar para se estar atualmente. A combinação de crescimento econômico forte e condições financeiras favoráveis fazem do país um lugar sedutor", afirma ao jornal Sam Lieber, presidente de um fundo de investimentos imobiliários nos Estados Unidos.

     

     Centro econômico

    O jornal americano Christian Science Monitor destacou em reportagem nesta terça-feira o bom momento da economia brasileira, que está "captando um leque de investimentos estrangeiros em setores variados como o da construção imobiliária e de máquinas para agricultura".

     

    "É uma reviravolta fora do comum para um país acostumado ao avanço e ao fracasso, e reforça o lugar do Brasil como o centro de poder da América Latina", afirma o jornal.

     

    "Apesar de muitos países estarem se saindo bem na região - a América Latina está desfrutando de um dos melhores períodos de crescimento econômico em 40 anos, as Nações Unidas lançaram um relatório no mês passado que confirma: o Brasil está ultrapassando seus vizinhos", afirma o Christian Science.

     

    Ainda segundo o jornal, os bons ventos parecem ter chegado para ficar.

     

    "Enquanto o resto do mundo aperta o cinto com medo de recessão, os brasileiros estão colocando as mãos no bolso e tirando dinheiro."

     

    Fonte: Portal G1
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