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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    01-09-2008 | 10:09
    "A fúria do Estado não é pela arrecadação ou pelo aumento de tributos, mas sim pela ordem tributária a fim de se eliminar a concorrência desleal e predatória", garantiu o secretário de Fazenda, Eder Moraes Dias, ao contestar que a atual política fazendária quer colocar os empresários contra a parede.

    "Só quem sonega será fiscalizado, porque o sonegador desequilibra o princípio básico da concorrência justa de mercado, gera desemprego e desestabiliza qualquer setor econômico", assegura o secretário de Fazenda, em entrevista exclusiva ao Olhar Direto, ressaltando que o papel do Estado de manter o equilíbrio em cada segmento será cumprido.

    Na avaliação do secretário, só reclama quem não está cumprindo suas obrigações tributárias, porque o Estado apenas cumpre o seu papel de mediador do mercado. 

    "Do mesmo jeito que o mercado se protege contra os inadimplentes, o Estado está procurando se proteger contra quem sonega e quem pratica uma concorrência desleal ao não recolher os impostos de forma regular e injusta", salienta.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou hoje (1) o crescimento da economia brasileira como responsável e duradouro. Na semana passada, ele apresentou uma espécie de radiografia do atual cenário econômico do país no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). De acordo com Lula, depois de mais de 20 anos de “economia atrofiada” com poucos investimentos e muito desemprego, o país entrou – a partir de 2003 – em um “novo ciclo de crescimento”.

    “A economia se estabiliza, a credibilidade nacional e internacional aumenta e os empresários brasileiros e o poder público começam a fazer os investimentos que o Brasil precisa para gerar os empregos e o desenvolvimento que tanto sonhamos.”

    Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele destacou que a taxa de investimento no país cresce, atualmente, mais que o dobro do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Segundo ele, os números demonstram “confiança” nas políticas de governo, nas leis aprovadas pelo Congresso Nacional e na importância do Brasil no cenário mundial.

    “No fundo, todo mundo sabe que na hora que o empresário faz o investimento, esse investimento vai gerar emprego e um consumidor, que vai ser comprador. Portanto, ele vai consumir, vai aumentar mais a demanda e vai ser preciso mais investimento.”

    Para o presidente, esta é a receita para que o Brasil se transforme “definitivamente” em um país de economia rica e com justiça social. A principal tarefa, de acordo com ele, é equilibrar o crescimento econômico e a distribuição de renda.

    Lula afirmou, entretanto, que o “sacrifício” enfrentado pelo país para que alcançasse o atual ciclo de desenvolvimento “ainda não passou” e que é preciso “cautela” e “ousadia”, por exemplo, no controle da inflação.

    “Controlar a inflação não é apenas responsabilidade do governo. Temos alguns instrumentos e o povo tem outros. Na medida que o povo percebe que um determinado produto está subindo muito de preço, precisa deixar de comprar aquele produto para que ele volte ao preço norma.”.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    O Projeto de Lei Complementar de autoria do executivo municipal que amplia de 4 para 6 meses a licença-maternidade das servidoras públicas de Cuiabá será apreciado na terça-feira (02-09), a partir das 9h, em sessão da Câmara Municipal. Conforme o documento, a prorrogação será garantida à funcionária mediante requerimento efetivado até o final do primeiro mês após o parto. Durante esse período, terá direito à remuneração integral, mas não poderá ter nenhum outro vínculo empregatício. Se a proposta for aprovada, Cuiabá será a 100ª cidade adotar a medida. 

    A proposta acrescenta o parágrafo 5º e altera o artigo 105, da Lei Complementar nº 093/2003. Já foi colocada em discussão no local pelo vereador Edivá Alves no dia 21 de agosto, mas não entrou em pauta porque a sessão foi encerrada antes do previsto por falta de quorum. O texto foi elaborado pelo executivo municipal a partir dos itens de orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria, que realiza uma campanha nacional pela ampliação da licença-maternidade.

    A mudança se baseia no processo biológico natural e ideal, embora não único, para a construção da ligação afetiva que ocorre no primeiro ano de vida da criança a partir do aleitamento materno. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a amamentação além de permitir nutrição ao bebê, a partir do contato físico com a mãe, gera identificação recíproca e “o despertar” de resposta e estímulos sensoriais e emocionais. A recomendação é aleitamento materno exclusivo nos 6 primeiros meses de vida. Mesmo para aquelas que não conseguirem oferecer leite humano, o direito é garantido pela Constituição Federal.

    O secretário-adjunto de Assistência Social e Desenvolvimento (Smasdh), o pediatra Euze Carvalho, explica que a implantação significa um avanço para a sociedade. No país, outros 99 municípios aderiram. Em Londrina, cidade do Paraná que tem cerca de 600 mil habitantes, praticamente igual à Capital mato-grossense, a experiência tem sido positiva. Ao contrário do que se esperava, em dois anos de implantação, só 85 mulheres utilizaram o benefício, o que não provocou nenhum impacto nas finanças públicas.

    Por ser profissional da área, explica que o aleitamento materno traz inúmeras vantagens e inclusive economia nos setores da saúde, já que as crianças têm menos chances desenvolver vários tipos de infecções, as intestinais e a hepatite A são mais freqüentes. Pesquisas científicas já comprovaram que amamentar previne doenças também nas mulheres, câncer de mama, ovário e diabetes compõem algumas delas. Do ponto de vista nutricional, o leite materno contém todos os ingredientes de que a criança precisa nos primeiros meses de vida.

    Avanço Nacional – O projeto de lei 281/2005 de ampliação de 4 para 6 meses da licença-maternidade da senadora Patrícia Saboya foi aprovada no último dia 13, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Passa a ter validade para as empresas privadas a partir da sanção do presidente, que deve ocorrer até o final desse ano. No setor público, a partir de 2010. A mudança não é obrigatória, sim facultativa. Um Programa Empresa Cidadã oferecerá incentivos fiscais para empresas que prorrogarem o tempo de permanência das mamães em casa.

     

    Fonte: Olhar Direto
    01-09-2008 | 10:09
    Um grande programa de modernização à gestão pública, que deverá revolucionar os conceitos de administração e provocar uma forte sinergia em diversas áreas do governo estadual, será lançado no próximo dia 3 de setembro, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt). Para a assinatura do plano de trabalho do Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), que tem custo estimado de R$ 9 milhões, estará em Cuiabá o presidente de honra do MBC e presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, e o diretor-presidente do MBC, Cláudio Gastal. Pelo lado do governo assinam o convênio o governador Blairo Maggi e o secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias.

    “[O PMGP] será o maior legado do governador Blairo Maggi às futuras administrações”, define Éder Moraes. Segundo ele, além de permitir a ampla modernização da gestão pública, o programa – inspirado no trabalho que está sendo realizado em vários estados - dará também uma forte contribuição à área da Tecnologia da Informação (TI), com foco sempre voltado para o melhor desempenho da máquina pública e o aumento da arrecadação e dos investimentos em áreas estratégicas do Estado. “O trabalho será realizado com base em novos procedimentos, simplificação dos processos e na celeridade da administração por meio de uma gestão eficiente, moderna e competitiva”, explica o secretário.

    Ele acredita que os resultados efetivos começarão a aparecer 120 dias após a conclusão do diagnóstico sobre a administração nas áreas de fazenda, segurança, meio ambiente, administração, planejamento e trânsito. A consultoria para a melhoria de resultados e modernização institucional será disponibilizada pelo Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), por meio do MBC e da Fiemt. Aproximadamente 400 servidores do quadro efetivo das secretarias serão treinados para repassar a metodologia de gestão para resultados.

    O INDG é responsável pelo bem sucedido programa de modernização da gestão de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas e Sergipe. Os serviços apresentam diferenciais em relação aos existentes no mercado, pois visam à obtenção de resultados rápidos.

    A iniciativa de contratação do INDG partiu do secretário Eder Moraes tão logo assumiu a Sefaz, há mais de seis meses, por considerar o programa de modernização da gestão um dos mais completos do País. "O programa vai atacar não só o controle de custos e a melhoria de receita, mas também vai atender à expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente, o que melhora a atmosfera de negócios em Mato Grosso", afirmou o secretário.

    Na área da segurança pública o projeto tem a finalidade de auxiliar o Estado a reduzir índices de criminalidade, por meio do sistema de gestão em foco de resultados. Também fazem parte do projeto o planejamento estratégico e reestruturação organizacional da Secretaria de Justiça e Segurança Pública.

    Na Secretaria de Meio Ambiente o projeto visa melhorar os indicadores do meio ambiente através da definição de metas em seu planejamento estratégico e pela readequação de processos críticos, de modo que Mato Grosso esteja entre os estados com os melhores resultados nestes indicadores, visando, sobretudo, reduzir os prazos para concessão de licenças ambientais e o desmatamento ilegal por corte raso, aumentar o número de propriedades rurais licenciadas, diminuir os focos de calor no período proibitivo de queimadas, ampliar área sob regime de manejo florestal de uso múltiplo e aumentar a recuperação de áreas degradadas e reserva legal. (MM)

    Fonte: Diário de Cuiabá
    01-09-2008 | 10:09
    A indústria britânica precisa diminuir sua pegada ecológica, ou seja, a marca que deixa no planeta pela atividade, e deve começar o processo nos próximos dois ou três anos. Quem diz isso é o próprio setor, em um estudo encomendado pela Confederação Britânica de Indústrias (CBI), que será apresentado amanhã no Brasil. O grupo de trabalho responsável pelo estudo, formado por 18 das maiores empresas do país, emite aproximadamente 370 milhões de toneladas de CO2, o equivalente a cerca de 1% das emissões globais de gases do efeito estufa. São companhias que empregam quase 2 milhões de pessoas no mundo e geram uma receita anual de US$ 1,8 trilhão de dólares. As cem maiores empresas da Grã-Bretanha respondem, sozinhas, por cerca de 1,5% de todo o CO2 que é emitido anualmente no planeta.

     

    O relatório sugere uma série de medidas, entre elas investir pesadamente em eficiência energética, incorporar políticas de baixa emissão de carbono, inclusive com o envolvimento dos funcionários, medir sistematicamente suas emissões e fornecer essas informações aos consumidores, de forma transparente. Pede do governo britânico, em contrapartida, incentivos, regulamentação e estruturas tributárias, além de investimentos no desenvolvimento de novas tecnologias e do estabelecimento de um preço real e de longo prazo para o carbono, cujo mercado eles esperam que se expanda.

     

    As empresas não assumem uma meta para o setor, mas dão o exemplo ao detalhar seus próprios objetivos. No máximo, dizem que "os setores industrial e de transportes podem contribuir juntos com 40%" das reduções necessárias. "As metas do governo para 2050 são ambiciosas, porém viáveis, tanto do ponto de vista operacional quanto econômico, desde que todos comecemos a agir imediatamente", descreve o relatório.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09

    Diploma na mão, emprego garantido. Essa é a realidade dos alunos que concluem o ensino superior nas Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs). Levantamento feito pelo Centro Paula Souza, responsável pelas instituições, mostra que 93,2% dos que se formaram em 2007 estão trabalhando. Deles, 60% em empresas de grande e médio porte. A área com maior índice de empregabilidade é Tecnologia da Informação (TI): 96,7% dos que concluíram em 2007 o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas estão inseridos no mercado de trabalho. O curso é um dos mais concorridos da Fatec, com 15 candidatos por vaga.

     

    Os cursos que formam tecnólogos, como são chamados os profissionais que se formam em faculdades de tecnologia, duram em média três anos e dão diploma de nível superior. A diferença com relação aos bacharelados é que sua formação é focada no mercado de trabalho, com poucas disciplinas teóricas. O currículo dos cursos oferecidos pelas Fatec, na maioria, são elaborados em parceria com o setor produtivo, o que prepara o profissional para atender às necessidades específicas das empresas da área em que estuda. Outro fator que contribui para a alta empregabilidade é o alinhamento dos cursos com os segmentos das empresas próximas às faculdades. Isso acaba levando chefes de recursos humanos a procurarem por tecnólogos antes mesmo de concluírem o ensino superior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09
    Prêmio - Na solenidade de lançamento do Programa Modernizando a Gestão Pública, a Fiemt também vai lançar, em âmbito estadual, o Prêmio MPE Brasil, que compõe o programa MT Competitivo, resultado do convênio entre o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT), que integra o Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt).

     

    16º Edição - O prêmio, que está em sua 16ª edição, é uma realização conjunta do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Grupo Gerdau, Grupo RBS e conta com o apoio do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

     

    Com o intuito de premiar os empreendedores que colocam em prática a gestão inovadora para se tornarem cada vez mais competitivos no mercado, com produtos de qualidade e boa produtividade, o Prêmio MPE Brasil reconhece nacionalmente empresas que aplicam sistemas de melhoria contínua.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09
    O emprego cresce na indústria e rouba mão-de-obra do comércio, que está contratando em ritmo acelerado para repor os trabalhadores no momento em que o consumo está em franca expansão. A rotatividade da mão-de-obra do comércio aumentou neste ano especialmente em regiões onde há forte concentração de indústrias automobilísticas, siderúrgicas e sucroalcooleiras, atestam grandes redes de supermercados. Com salários mais elevados e sem jornada regular de trabalho nos finais de semana e feriados, as indústrias atraem trabalhadores de outros setores. Em julho, a população ocupada na indústria aumentou 5,8% nas seis principais regiões metropolitanas do País em relação ao mesmo mês de 2007, segundo o IBGE.

     

    A taxa de crescimento na indústria supera a registrada na ocupação como um todo no País, que foi de 4% no período. Já no comércio, a expansão foi de apenas 2,3%.

     

    O comércio é tido como porta de entrada para o mercado de trabalho para muitos brasileiros, pois não exige muita experiência e abriga boa parte da informalidade. "Quando a economia melhora, a migração entre empresas e setores aumenta na medida em que as oportunidades de trabalho se ampliam", diz o professor do Instituto de Economia da Unicamp Cláudio Dedecca. "O comércio acaba sendo doador de mão-de-obra para outros setores".

     

    Estudo feito pelo professor a pedido da Agência Estado, com base nos dados da Relação Anual de Informações (RAIS), do Ministério do Trabalho, mostra aumento na migração dos trabalhadores entre setores e empresas de 2003 a 2006 na Região Metropolitana de São Paulo. De acordo com a RAIS de 2006, a última disponível, 8,8% dos trabalhadores que estavam empregados formalmente no dia 31 de dezembro daquele ano, e também no ano anterior, tinham mudado de emprego e de setor.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    01-09-2008 | 10:09
    O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), lança na quarta-feira (03/09), às 8h30, no salão nobre do Palácio Paiaguás, em Cuiabá, o Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP), em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt). O plano de trabalho do programa em Mato Grosso será assinado pelo governador Blairo Maggi, o presidente de Honra do MBC e presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, o diretor-presidente do MBC, Claudio Gastal, e o secretário de Fazenda, Eder Moraes.

     

    Por meio do MBC e da Fiemt, será contratado o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do consultor Vicente Falconi, para disponibilizar consultoria para melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da Fazenda, Segurança, Meio Ambiente, Administração, Planejamento e Detran. O convênio vai custar em torno de R$ 9 milhões.

     

    A consultoria deverá treinar aproximadamente 400 servidores do quadro efetivo das áreas trabalhadas, e repassar a metodologia de Gestão para Resultados. O INDG é responsável pelo bem sucedido programa de modernização da gestão de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas e Sergipe. Os serviços apresentam diferenciais em relação aos existentes no mercado, pois visam à obtenção de resultados rápidos.

     

    A iniciativa de contratação do INDG partiu do secretário Eder Moraes, assim que assumiu a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso, há mais de seis meses, por considerar o programa de modernização da gestão um dos mais completos do país. "O programa vai atacar não só o controle de custos e a melhoria de receita, mas também vai atender a expectativa de melhoria de serviços de segurança pública e meio ambiente, o que melhora o ambiente de negócios em Mato Grosso", afirmou o secretário.

     

    Ao Estado caberá seguir a cartilha e promover as ações estabelecidas na Lei Orçamentária Anual (LOA), que podem levar a um aumento real da receita do ICMS e do IPVA em R$ 218 milhões e uma economia de R$ 70 milhões no custeio da máquina pública, até o final de 2010. Isso visa a garantir o crescimento sustentado da receita estadual, aumentando a capacidade de investimento em obras de infra-estrutura econômica e social, e a reduzir os gastos em toda a estrutura governamental.

     

    Fonte: Gazeta digital
    01-09-2008 | 10:09
    A Receita Federal irá permitir, a partir de amanhã, o parcelamento de débitos de tributos para quem já aderiu a outros programas desse tipo. O contribuinte poderá dividir valores de até R$ 100 mil por tributo em um prazo de até 60 meses. Estão excluídos apenas os débitos previdenciários.

     

    A técnica da Coordenação de Arrecadação e Cobrança da Receita, Neuza Silva, explicou que a Lei 10.522, de julho de 2002, havia vedado o parcelamento de alguns tributos, como o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), e a possibilidade de haver mais de um parcelamento por contribuinte no mesmo tributo.

     

    A partir de hoje, a Receita, no entanto, estará implementando a Portaria 222, de junho de 2005, que derrubou estas proibições. Com isso, o contribuinte poderá solicitar o parcelamento de vários tributos, desde que no limite de R$ 100 mil para cada um, mesmo que já tenha outros parcelamentos. A permissão vale, inclusive, para o IRRF ou tributos e contribuições retidos ou descontados de terceiros e não recolhidos.

     

    Para débitos acima do valor de R$ 100 mil continuam valendo as vedações estabelecidas na Lei 10.522. Outra novidade é que a solicitação de parcelamento deve ser feita exclusivamente na página da Receita na internet, www.receita.fazenda.gov.br.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-08-2008 | 11:08

    Há poucos dias engenheiros holandeses anunciaram a construção da primeira rodovia com um pavimento capaz de eliminar a poluição. Logo depois, pesquisadores norte-americanos demonstraram uma técnica que permite que o asfalto seja utilizado para aproveitar a energia solar.

     

    Agora foi a vez de pesquisadores espanhóis anunciarem a criação de uma técnica diferente daquela que foi desenvolvida pelos holandeses, mas que é igualmente capaz de capturar os poluentes emitidos pelos carros e caminhões, neutralizando-os e evitando que o ar seja contaminado.

     

    O produto a ser misturado ao asfalto, batizado de "noxer", permitirá que, em dias de sol forte, sejam eliminados até 90% dos óxidos de nitrogênio (chamados NOx), os mais danosos poluentes emitidos pelos canos de escapamento de carros e caminhões. Em dias de sol mais fraco, segundo os pesquisadores, a eficiência chega ao 70%.

     

    O material é usado na forma de um revestimento que se gruda sobre o asfalto. Quando os gases são liberados pelo cano de escapamento, o material gera uma reação química que faz com que esses compostos danosos fiquem grudados sobre o asfalto.

     

    Da mesma forma que acontece na estrada holandesa, uma chuva é suficiente para lavar os resíduos de poluição e fazer com que o material recupere sua capacidade de assimilação.

     

    O composto ativo do material betuminoso que é aplicado sobre o asfalto é o dióxido de titânio, que gera uma reação fotocatalítica que captura os óxidos de nitrogênio.

     

    Fonte: CREA-RJ
    30-08-2008 | 11:08
    O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai começar a notificar empregadores no Estado, a partir da próxima semana, sobre medidas que devem ser adotadas para evitar problemas de saúde nos trabalhadores que exercem atividades externas. A iniciativa se deve à estiagem prolongada e à alarmante baixa umidade relativa do ar registrada nos últimos dias.

    Até o fim da estiagem, previsto para 30 de setembro, as medidas do MPT serão definidas de acordo com boletins do clima expedidos pela Defesa Civil. Está prevista a interrupção das atividades entre as 10h e 16h, elevação do consumo de água e redução de atividades extremas. Este é um trabalho de prevenção, que deve adequar a conduta dos setores que receberem a notificação, como partidos políticos, a

    Secretaria de Infra-estrutura e Obras de Cuiabá e de Várzea Grande,

    Sindicatos de Trabalhadores, empresas de ônibus, Projeto Faixa Verde,

    empresas de coleta de lixo e os Correios. Uma equipe de servidores em alerta informará os empregadores diariamente da necessidade de adotar as medidas de segurança da saúde. O MPT pretende que os trabalhadores também denunciem, caso as medidas não sejam adotadas pelos empregadores. Em caso de descumprimento das medidas, os empregadores podem ser denunciados pelo MPT.

    O desenvolvimento desse plano é coordenado pelo Procurador do Trabalho Luis Fabiano Pereira. O Comitê de Execução do Plano de Contingência para Queda da Umidade Relativa do Ar do MPT formou um cadastro de empregadores que vai receber a notificação. (Com assessoria)

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-08-2008 | 11:08

     

     

    População cresce na grande maioria das cidades brasileiras, segundo levantamento do IBGE Dados oficiais foram divulgados ontem pelo IBGE e revelam um crescimento populacional no País

     

    No dia 1º de julho, o Brasil tinha 189.612 814 habitantes distribuídos em 5.565 municípios. São Paulo permaneceu como o município mais populoso, com 10.990.249 pessoas. O levantamento foi divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e serve como parâmetro para a distribuição de cotas do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Nele, está incluído o mais novo município brasileiro: Nazária, no Piauí. O Rio de Janeiro segue como o segundo município mais populoso do País, com 6,1 milhões de pessoas, seguido pelos 2,9 milhões de habitantes de Salvador. Belo Horizonte (2,4 milhões) estava em quarto no ranking de 2000, mas foi ultrapassado pelo Distrito Federal (2,5 milhões) e por Fortaleza (2,4 milhões) por uma diferença de quase 40 mil pessoas.

     

    "Em municípios maiores, como São Paulo e Rio de Janeiro, o crescimento demográfico já é muito pequeno. Já tem um limite de saturação física, as taxas de fecundidade são baixas e a população é mais idosa. Então, a tendência delas é incorporar cada vez menos população.

     

    O município paulista de Borá continua sendo o de menor população do País, estimada em 834 habitantes, ou 39 pessoas a mais que em 2000. Naquela época, existiam apenas cinco municípios com população abaixo de 1 mil pessoas, sendo que somente Borá e Serra da Saudade (Minas Gerais) permaneceram nessa condição em 2008.

     

    Embora a taxa de expansão populacional esteja em torno de 1,3% ao ano, a população do País vai deixar de crescer daqui a 30 anos, quando o índice populacional estará em torno de 220 milhões de habitantes. "Vamos bater próximo a 220 milhões, com um número médio de filhos talvez inferior a 1,5 por mulher. A experiência internacional mostra que é muito difícil haver um crescimento após isso. Acomodam os valores culturais, econômicos e a população pára efetivamente de crescer", afirmou o coordenador de População e Indicadores Sociais do IBGE, Luiz Antônio Pinto de Oliveira. A taxa atual de fecundidade no País é de dois filhos por mulher.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-08-2008 | 10:08
     

    Gente, a coisa está feia. Quem é empresário ou gestor sabe do que eu estou falando. Num mercado aquecido com o de MT nesse momento, quem não está com dificuldades de conseguir bons profissionais e os manter na empresa? Nos últimos dias eu ouvi essa "queixa" de pelo menos dez empresários. Todos, sem exceção, têm várias vagas abertas em suas empresas já há algum tempo, porém não conseguem preenchê-las porque parte dos candidatos que aparecem não demonstra ter conhecimentos necessários; a outra parte apresenta comportamentos/atitudes totalmente fora do perfil da função e, a última parte, tem pretensão salarial bem acima do oferecido para o cargo... Ufa! Que sufoco.

     

    O que fazer para conseguir crescer, aproveitar este cenário aquecido do nosso querido Estado, com a equipe necessária para tal? Primeiramente, aceitar a realidade que se apresenta. Quando se aceita a realidade abre-se a visão para novas alternativas. Quem não consegue enxergar que estamos vivendo um momento diferente do mercado, vai continuar com as mesmas ações, políticas e decisões, que já não fazem mais efeito. Existe, sim, uma grande concorrência por bons profissionais, tanto no aspecto técnico quanto comportamental. E nesse cenário, ganha quem for mais "atrativo". Infelizmente é hora de remunerar melhor, dar mais benefícios, mais premiações por resultados, enfim, garantir que o profissional perceba, ao receber a proposta de emprego e comparar com as outras, que realmente vale a pena trabalhar na sua empresa. Além de definir políticas mais atrativas para o mercado é fundamental repensar o perfil de cargo que a sua empresa está buscando,

    porque não dá para ser tão exigente num ambiente de "falta".

    Pode valer mais a pena desenvolver, treinar, do que já contratar alguém com remuneração muito acima da realidade da empresa. Claro que é preciso ter real disponibilidade para treinar... Ou o resultado será pior do que não ter ninguém ocupando o cargo. Depois que conseguir contratar o profissional que tanto deseja, o desafio será o da retenção. Lembrando que estamos convivendo com profissionais da chamada "geração Y" em nossas empresas, paciência na carreira é a menor das competências dessa "turma". São imediatistas, querem ser promovidos depois de míseros sessenta dias de trabalho! Ao entrarem na sua empresa a vaga que conquistaram era "tudo que queriam"; agora já estão enviando currículos para amigos e freqüentando sites de empregos... Uma verdadeira loucura. Mas lembre-se: aceite a realidade. Então mãos à obra: é hora de garantir as melhores condições de trabalho possíveis na empresa, e, principalmente, investir para que o ambiente de trabalho da empresa seja extremamente positivo.

     

    Avaliando as causas de desligamento de várias empresas de MT, pude constatar que uma das principais não está relacionada com remuneração, mas, sim, com o relacionamento do funcionário com o superior imediato. Isso mesmo! O funcionário pediu demissão por causa do chefe! Se você não consegue estabelecer uma relação efetivamente produtiva com seus funcionários, ou, ainda, se os gerentes que trabalham na sua empresa não o conseguem, meu amigo, seu problema é sério. Com tanta competição por bons profissionais, vai ser difícil manter um ótimo colaborador na equipe se ele não se sente respeitado e valorizado. Eu sei, eu sei... Quanta coisa,não?! Melhor seria se trabalhássemos só com máquinas... Não teríamos todas essas dores de cabeça... Ok, desabafe e volte ao foco! Converse com sua equipe, entenda o que se passa na sua empresa, tome as rédeas da situação e mude o jogo. Sua empresa merece crescer e você é capaz de conduzi-la nesse sentido com análise, humildade, aceitação, coragem, criatividade e ação. Boa sorte!

     

    Lorena Lacerda é coach de executivos em Mato Grosso

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-08-2008 | 10:08
    Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que, no primeiro semestre deste ano, o país bateu seu recorde histórico de contratação de trabalhadores com carteira assinada. Em todo o Brasil, foram gerados 1,361 milhões de empregos, um aumento de 24,3% em comparação ao mesmo período de 2007. Um dos setores da economia que ainda mais gera oportunidades de emprego é o da construção civil. Somente no primeiro semestre de 2008, o setor já gerou mais vagas formais do que em todo o ano de 2007: 229 mil novos postos de trabalho. Uma alta de 106%.

     

    No setor estão crescendo também as empresas que trabalham com a locação e venda de equipamentos para a construção civil. Nos últimos meses, este segmento pôde comemorar um aumento de aproximadamente 30%. No entanto, os números ainda estão longe do que já é realidade em países bem mais desenvolvidos. Nos Estados Unidos, enquanto se usa de um a dois equipamentos para cada funcionário, aqui no Brasil a média é de um equipamento para cada dez trabalhadores. O país ainda está longe de ser um bom exemplo de consumidor de equipamentos. O equipamento consegue realizar o mesmo trabalho em menos tempo, mas aqui no Brasil tudo é ainda realizado de forma artesanal e menos industrializado. No entanto, a adoção de mais equipamentos, pelo que alguns podem até imaginar, não significa ou representa riscos para a criação de novas oportunidades de emprego. O que pode mudar é a exigência por uma mão-de-obra mais qualificada, por profissionais mais bem capacitados para trabalharem como mestres-de-obra. Hoje, nos canteiros de obra, é possível perceber que há uma forte escassez de profissionais com esse perfil.

     

    O que desejamos é que o ritmo de crescimento do setor (que atualmente representa mais de 5% de todo o PIB - Produto Interno Bruto do país) seja mantido, mas que haja também um esforço para torná-lo mais próximo de uma realidade que há tempos já é vista em outros países desenvolvidos ou que agora pode também ser conferida em outros países que estão passando por esse processo de industrialização da construção civil aliada à profissionalização da mão-de-obra.

     

    Expedito Eloel Arena é engenheiro civil e presidente da Associação Brasileira das Empresas Locadoras de Bens Móveis

     

    Fonte: Gazeta Digital
    30-08-2008 | 10:08
    A equipe de fiscalização volante da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) lavrou 90 Termos de Apreensão e Depósito (TADs), no valor total de R$ 1,1 milhão, no período de 12 a 26 de agosto, quando foram percorridos 28 municípios da região norte do Estado, totalizando aproximadamente 3,5 mil quilômetros. Os TADs lavrados referem-se ao descumprimento de várias obrigações tributárias por contribuintes relativas ao Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

    Do total de R$ 1,1 milhão, já foram arrecadados R$ 857 mil, referentes ao ICMS e multas. Foi efetuada fiscalização de rotina nas principais vias públicas de 28 municípios, nos veículos que possuíam ou conduziam mercadorias. Foram vistoriados 650 veículos e coletados 873 documentos.

    Entre as irregularidades detectadas, mercadorias transportadas sem documentação fiscal, em operação interestadual e interna. Também foram flagrados casos de falta de visto ou de aposição de carimbo em documentos fiscais nos postos fiscais de entrada do Estado, tendo em vista que o transportador evitou a fiscalização, fugindo sorrateiramente dos postos fiscais de divisa.

    A superintendente de Execução Desconcentrada da Sefaz, Rita Valéria Valle, destacou que outras infrações também foram detectadas, como emissão ou recebimento de documento fiscal em valor inferior ao da operação por contribuinte de outras unidades da federação, falta de lançamento do ICMS Substituição Tributária devido por contribuinte substituto nas operações internas e comercialização de mercadorias por contribuinte de Mato Grosso sem emissão de notas saídas.

    A equipe de fiscalização volante percorreu também: Jangada, Rosário Oeste, Nobres, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Itaúba, Nova Santa Helena, Terra Nova do Norte, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Colíder, Carlinda, Alta Floresta, Apiacás, Nova Monte Verde, Nova Bandeirantes, Cotriguaçu, Juruena, Castanheira, Brasnorte, Campo Novo do Parecis e Tangará da Serra.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-08-2008 | 10:08
     Um dos maiores desafios do País hoje é prover mão-de-obra para promover o crescimento sustentado, afirmou hoje o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, durante aula magna realizada para alunos de engenharia da Universidade do Mackenzie, em São Paulo. "Existe hoje grande demanda por profissionais qualificados", disse ele.

    Após explicar o funcionamento do regime de metas de inflação, o presidente do BC afirmou que, no mundo, a experiência mostra que inflação baixa e sob controle é condição básica para o crescimento: "Não há trade-off (descompasso) de curto prazo entre desemprego e inflação." Ele citou que o BC mira o centro da meta de inflação, de 4,5%, mas ponderou que choques externos em algum momento podem desviar essa taxa para cima ou para baixo. Meirelles lembrou a hiperinflação do passado, quando algumas pessoas tinham, inclusive, licença do trabalho para realizar compras no dia do pagamento do salário. "Resumindo: inflação alta é um desastre."

    Inflação
    Meirelles disse que a análise da inflação atualmente é mais difícil porque ela contém fatores domésticos e internacionais. "Há dois fenômenos acontecendo hoje: a economia brasileira está muito aquecida, com a demanda doméstica muito aquecida, e há uma alta muito grande dos preços da commodities (matérias-primas)", afirmou. "Mas felizmente o governo brasileiro está tomando as medidas adequadas". Segundo ele, o Brasil vive hoje um momento favorável, pois a economia está estabilizada, não apenas com a inflação controlada, mas também porque a parte fiscal está apresentando resultados melhores. "Com as medidas tomadas, já estamos vendo sinais de que, de fato, a inflação está convergindo para a meta", afirmou sem explicitar quais seriam assas sinalizações.

    Meirelles ressaltou que o consumo das famílias tem crescido de forma mais estável do que no passado, ainda que esteja num patamar elevado. O presidente do BC lembrou que na segunda metade dos anos 90 o Brasil chegou a registrar encolhimento do número de vagas de postos de trabalho, mas que recentemente a criação de empregos no País aproxima-se dos 2 milhões. "A massa salarial real está crescendo acima da inflação. Isso significa que a população está ganhando mais", disse, atribuindo a este comportamento o aumento das vendas do varejo da ordem de 10% ao ano, em termos reais, nos últimos anos.

    Meirelles mencionou ainda que a produção industrial do País passou a crescer de forma importante a partir de 2003, e que todos esses fatores juntos aumentam o nível de empregabilidade brasileira. Meirelles ressaltou ainda a expansão, num ritmo elevado, da produção de bens de capitais. Isso, segundo ele, demonstra que os empresários acreditam na continuidade do crescimento do País. "Além disso, o investimento está crescendo mais que o PIB, o que significa que o Brasil está investindo em seu futuro", avaliou.

    O presidente do BC citou ainda a melhora na distribuição de renda, com uma forte migração da população para a classe média, e enfatizou que a política de acúmulo e reservas internacionais tornou o País menos vulnerável externamente e credor líquido. "O Brasil está tendo a possibilidade de experimentar algo que boa parte do mundo já tinha experimentado antes", afirmou.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-08-2008 | 10:08
    O ciclo de aperto monetário iniciado em abril pelo Banco Central para conter os efeitos da combinação de demanda doméstica aquecida e choque das commodities sobre a inflação já começou a surtir resultados, segundo o presidente do BC, Henrique Meirelles. 

    "A boa notícia é que o processo está funcionando e já estamos vendo os sinais de que a inflação está convergindo para o centro da meta", afirmou Meirelles, durante palestra nesta sexta-feira (29). O objetivo do BC é trazer a inflação de volta ao centro da meta, de 4,5%, já em 2009.

    Os últimos dados mostram que a inflação está perdendo força. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), registrou este mês sua menor taxa desde abril de 2006, com deflação de 0,32%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) caiu de 0,34% para 0,24%, puxado pela deflação registrada pelos alimentos.

    Segundo Meirelles, a ação do BC contribuiu para que o Brasil tivesse um desempenho melhor do que a média internacional diante de uma conjunção perigosa de economia interna aquecida, crise de crédito nos Estados Unidos e repique nos preços das matérias-primas.

    "Os Estados Unidos pegaram uma gripe e nós, apenas um resfriado. O Brasil está sendo considerado um país de maior resistência", acrescentou.

    Meta e dados
    A meta de inflação para 2008, 2009 e 2010 é de 4,5%, com intervalo de tolerância de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que baliza a política de metas do governo, subiu 0,53% em julho, mas acumula em 12 meses um avanço de 6,37%.

    De acordo com a última pesquisa do BC com instituições financeiras, a expectativa de inflação pelo IPCA para 2008 está em 6,34%, bem próxima do teto da meta, de 6,5%. Para 2009, no entanto, a expectativa está em 5%.

    Nos próximos dias 9 e 10 de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC se reúne para definir a nova taxa básica de juro, hoje em 13%.

     

    Fonte: Olhar Direto
    30-08-2008 | 10:08
         A inflação mostra sinais de desaceleração. Na quarta-feira, a Fundação Getúlio Vargas informou que o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) registrou, em agosto, deflação mensal pela primeira vez desde 2006. No mesmo dia, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fipe, referente à terceira quadrissemana de agosto, manteve-se praticamente estável. Na sexta passada o IBGE já havia divulgado que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) caíra a quase a metade da variação de julho. O cenário pode ser creditado a um conjunto de fatores, segundo especialistas, principalmente a queda da cotação de commodities no exterior, a alta dos juros no País e a mudança de hábitos do consumidor.
         
         » IGP-M tem 1ª deflação desde 2006
         » IPC-Fipe varia 0,35% por habitação
         » IPCA-15 de agosto cai quase pela metade 
          
         Segundo o coordenador de análises econômicas da FGV, Salomão Quadros, a queda da inflação medida no último mês se deveu, principalmente, às commodities (matérias-primas que tem seus preços definidos internacionalmente). "O principal (motivo) foi que a cotação dos produtos agrícolas e de outras commodities - como petróleo, químicos, minérios - têm passado por uma queda ou desaceleração na alta de seus preços", explicou. 
          
         O comportamento dos preços das commodities também é apontado como fator preponderante para o controle da inflação no País pelo economista da corretora Gradual André Perfeito. 
          
         "A cesta de consumo do brasileiro é muito mais primária, então qualquer variação em alimentos tem muita influência nos índices de inflação. Estamos mais colados (à variação dos preços das commodities) do que outros países", afirmou. 
          
         Para o coordenador do IPC-Fipe e professor da Universidade de São Paulo, Antonio Evaldo Comune, apesar de ser provocado impacto menor do que a queda dos preços das commodities, a alta na taxa básica de juros, implementada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), já gerou alguma redução no consumo. "Era um efeito esperado", afirmou. 
          
         Na sexta, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse em São Paulo que o processo de desaceleração da inflação via alta dos juros já estava dando efeito e que o índice oficial do governo, o IPCA, estava voltado para o centro da meta, que é de 4,5% neste ano. 
          
         O terceiro fator para a queda da inflação - a ação do consumidor - foi destacada pelo coordenador do IPC-Fipe, Antonio Evaldo Comune. "No caso da carne, (o motivo na queda dos preços) foi consumo. O consumidor migrou para carne de segunda, depois para outros tipos de carne, como o frango", afirmou. Para ele, essa "busca" por alternativas ajuda a controlar a alta dos preços. 
          
         Ainda sob risco 
         Mesmo com a desaceleração mostrada nos últimos índices, os analistas apontam que a inflação ainda deve ser alvo de atenção por parte do governo. Para o economista da Gradual, a análise dos índices, sem o componente alimentação, ainda aponta uma subida mais acentuada dos preços. 
          
         "(A inflação sem o grupo alimentação) está se comportando até bem, não tem oscilado com tanta violência. Mas, nós detectamos que ela tem subido de forma mais acentuada. E é isso mesmo que o BC está querendo combater ", disse ele. 
          
         Outro risco, segundo o economista, é o de uma nova alta acentuada nos preços das commodities. "Da mesma forma que subiu muito forte (o preço das commodities), caiu muito forte, e pode subir de novo. As commodities estão oscilando muito forte e sem tendência definida. Não é confortável para o Banco Central deixar isso muito solto", explicou. 
          
         De acordo com Comune, da Fipe, apesar de bem "comportada", a inflação ainda tem como incógnita o impacto dos preços administrados, como o reajuste de tarifas públicas. Ele destacou que, um dos fatores que impediu uma queda do IPC na 3ª quadrissemana - além da habitação -, foi justamente o aumento da energia elétrica em São Paulo. 
          
         Já para Salomão Quadros, da FGV, além dos alimentos, há outras classes de despesa que fazem com que a inflação ainda cause preocupação. "Preço de serviços, preços de tarifas, repasses de custos que aconteceram no período de inflação em alta. São coisas que podem pressionar ainda. A gente não pode achar que a inflação está resolvida", afirmou. 
         
    Fonte: 24 Horas News 
    29-08-2008 | 12:08
    Acerto entre GDF e BNDES prevê novos empreendimentos, entre os quais a nova rodoviária interestadual e dois hospitais públicos

     

     

            As primeiras obras de infra-estrutura do Distrito Federal com uso das Parcerias Público-Privadas (PPP) começam a sair do papel com a participação do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Foi assinado, ontem, o convênio entre o governo do DF e o banco de fomento para cooperação técnica e financeira na elaboração de projetos.

     

     

            Encabeça a fila de obras a construção da nova rodoviária interestadual de Brasília. Com o orçamento de R$ 47 milhões, a nova estação começa a ser erguida em 10 dias ao lado da estação de metrô do ParkShopping. O centro administrativo deve vir em seguida e custará R$ 440 milhões. Na próxima semana sairá o resultado da licitação disputada por dois consórcios: Via/Odebrecht e Delta Construtora/ Manchester. Também estão previstos o setor com 8 mil habitações para servidores e dois hospitais: um no Recanto das Emas e outro em São Sebastião, em fase de levantamento de dados.

     

     

            Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que assinou o convênio com o governador José Roberto Arruda, o acordo vai conferir agilidade às concessões de financiamentos. "A inovação é que estaremos presentes desde a concepção do projeto, o que vai evitar problemas burocráticos na hora de conceder os recursos aos empresários", disse. (Letícia Nobre)

     

     

     

    Fonte: CBIC
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