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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
NOTÍCIAS
    01-07-2008 | 11:07

    O ICI (Índice de Confiança da Indústria) da FGV (Fundação Getulio Vargas) registrou alta de 1,6% neste mês em relação a maio, ao passar de 119,9 para 121,8 pontos. No mesmo período do ano passado, o índice havia ficado estável. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira.

    Na comparação com junho de 2007, o índice avançou 3% --contra 1,4% em maio, na mesma base de comparação. O resultado mostra que o setor industrial continuou sustentando, em junho, o ritmo de atividade médio dos últimos meses.

    O ISA (Índice da Situação Atual) subiu de 125,1 no mês passado para 126,6 pontos neste mês. Foi o maior avanço registrado nos últimos três anos para essa época do ano. No mesmo período, o IE (Índice de Expectativas) subiu de 114,6 para 117,1 pontos. Em 12 meses, os dois índices subiram 3%.

    A avaliação favorável em relação à demanda foi um dos fatores que contribuíram para a avaliação da situação atual. A parcela de empresas que consideram o nível atual de demanda como forte aumentou de 27% em junho de 2007 para 31% neste mês; a proporção das que avaliam o atual momento como fraco desacelerou de 8% para 6%.

    Entre as expectativas, há um otimismo maior em junho deste ano tanto para a produção quanto para a contratação de pessoal. Das 1.031 empresas consultadas, 49% programam uma expansão a produção industrial nos próximos três meses (contra 42% em junho de 2007) e 9% uma redução (contra 8%). Já para o contingente de mão-de-obra, 33% prevêem ampliação (contra 26% em junho de 2007) e 9%, diminuição (contra 8%).

    Fonte: Folha online
    01-07-2008 | 11:07

    A produção industrial do país recuou 0,5% em maio, na comparação com o mês anterior, quando havia tido expansão de 0,2%, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa foi a segunda queda da atividade em 2008 --em fevereiro também caiu 0,5%.

    No ano, a produção industrial tem crescimento de 6,2%, na comparação com os primeiros cinco meses de 2007. Neste período, segundo o IBGE, houve crescimento em 20 dos 27 segmentos pesquisados.

    Na comparação com maio do ano passado, foi verificada alta de 2,4%. No acumulado dos últimos 12 meses, a produção industrial tem crescimento de 6,7%. A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve queda na produção em 16 dos 27 ramos pesquisados em maio, na comparação com abril, com destaque para o setor automotivo (- 5,5%%) e de máquinas e equipamentos (- 4,7%).

    Por outro lado, os principais resultados positivos foram constatados nos setores de bebidas (9,1%), refino de petróleo e produção de álcool (3,3%) e outros produtos químicos (3,1%). Entre as categorias de uso, os bens de capital registraram queda de 4,9% na produção de maio, na comparação com o mês anterior. Os bens de consumo duráveis caíram 1,3% na mesma base de comparação.

    Os bens de consumo semi e não duráveis tiveram a principal variação positiva, com alta de 1,3% em relação a abril. A produção de bens intermediários subiu 0,3% na comparação com o mês anterior.

    Na comparação com maio do ano passado, houve incremento da produção em 15 das 27 atividades analisadas. A produção automobilística registrou expansão de 6,5% nessa base comparativa. Também avançaram as produções da indústria extrativa (7,2%) e outros equipamentos de transporte (24,2%).

    Apresentaram queda, na relação com maio do ano passado, as produções de fumo (-21,3%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (-9,7%) e calçados e artigos de couro (-12,9%).

    Fonte: Folha online
    01-07-2008 | 11:07
    Esta é a 14ª projeção de alta seguida observada pelo Banco Central no mercado.
    A expectativa para a inflação em 2008 está prestes a ultrapassar o teto da meta para o ano. Pesquisa divulgada ontem pelo Banco Central mostra que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) das cinco instituições financeiras que mais acertam as projeções subiu de 6,16% para 6,44%, muito perto do limite superior da meta, que é 6,50%. A expectativa de repasse de preços do atacado para o consumidor reforça a aposta de que o teto deve ser rompido brevemente.

    Não são apenas as instituições do chamado "Top 5" que estão mais pessimistas com os preços. Levando em conta todas as cerca de 80 instituições consultadas pelo BC, a previsão para o IPCA em 2008 subiu de 6,08% para 6,30%, na 14ª elevação consecutiva.

    "A alta registrada no atacado vai ser repassada, ainda que parcialmente, para o consumidor", disse o economista da Rosenberg & Associados, Luís Fernando Azevedo, consultoria que está entre as cinco que mais acertam as previsões para a inflação. Para ele, o rompimento do teto da meta deve acontecer "nas próximas semanas".

    O economista diz que as previsões tendem a continuar subindo motivadas pelo repasse dos aumentos em produtos como a carne bovina, que continua com preços de entressafra em plena safra, e produtos petroquímicos, que seguem a alta dos preços internacionais do petróleo.

    Para 2009, a previsão para o IPCA subiu pela terceira semana consecutiva, de 4,78% para 4,80%. A continuidade do aumento de preços no próximo ano tem feito com que o mercado fique mais pessimista com a política monetária.

    Até a semana passada, o mercado apostava em redução da taxa Selic de 1,25 ponto porcentual no decorrer do ano que vem. Agora, analistas crêem em redução de apenas 0,75 ponto. Assim, o juro deve terminar 2009 em 13,50%, contra aposta de 13% da semana passada.

    Para 2008, analistas mantiveram a previsão de Selic em 14,25%, o que indica aposta de elevação de dois pontos porcentuais na taxa até o final do ano.

    Mas Luís Fernando Azevedo é mais pessimista. Para ele, o juro deve subir 0,75 nas próximas duas reuniões - julho e setembro - e 0,50 ponto nos dois últimos encontros do ano - outubro e dezembro, o que levaria a Selic para 14,75%. "Além dessas altas, a taxa poderia continuar subindo no início de 2009 até chegar em 15,50%", afirma.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    30-06-2008 | 13:06
    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de Mato Grosso (Sinduscon -MT) Luis Carlos Richter Fernandes participou na semana passada (dias 26 e 27) da reunião do Conselho de Administração Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que também contou com a presença da Ministra da Casa Civil da presidência da república, Dilma Rousseff, além do presidente do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

    No primeiro dia, o presidente do grupo Gerdau debateu com os representantes da Indústria da Construção a situação atual e as perspectivas para o país, com foco no setor da construção civil. Já no segundo dia do encontro, realizado na cidade do Rio de Janeiro, representantes do setor da construção apresentaram propostas para aumentar o crescimento econômico do país, para a Ministra da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff. O documento, elaborado pela Câmara CBIC, propôs uma série de ações que vão desde a realização de reformas estruturais, como a tributária e a trabalhista, além de um programa de investimentos na área de Habitação de Interesse Social (HIS). A Ministra também fez uma apresentação sobre o andamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

    O evento também foi marcado pela posse da nova diretoria da Câmara CBIC, que tem como presidente o Sr. Paulo Simão. Representantes dos Sindicatos da Construção de todo o  país participaram da reunião.

    30-06-2008 | 10:06
    A decisão do Governo de Mato Grosso de autorizar a importação de cimento via Porto Seco de Cuiabá já reflete positivamente no mercado interno. Isso porque, desde que a medida foi anunciada, no dia 11 de junho, a principal empresa fabricante do produto no Estado vem procurando alternativas para abastecer o mercado. Com isso, a oferta e a demanda começam a ser reguladas.

    Preocupado com a escassez de cimento em Mato Grosso, o Governo do Estado, por meio das Secretarias de Fazenda (Sefaz) e Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), autorizou as empresas credenciadas na Sicme até o dia 30 de junho, a importarem cimento pelo Porto Seco de Cuiabá pelo prazo de 90 dias, a partir do dia 12 de junho, quando foi publicada a Instrução Normativa nº 02/2008, que estabelece normas complementares sobre o assunto.

    Mato Grosso concede diferimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) nas operações de importação processadas nos recintos do Porto Seco, cujo índice é de 17%. Em outras palavras, é concedida a suspensão temporária do pagamento de tributos até o momento da nacionalização (total ou parcial) da mercadoria. Além disso, se o importador for o consumidor final do produto, ou seja, se não comercializar o produto importado, a carga tributária final é 0%.

    Caso o produto seja comercializado, é tributado em 10% para vendas dentro do Estado e em 2% para vendas fora de Mato Grosso. O secretário de Fazenda, Eder de Moraes Dias, observa que a medida demonstra o comprometimento do Governo do Estado com o contribuinte, no que tange ao desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso.

    Fonte : Assessoria/Sefaz-MT
    27-06-2008 | 11:06

    André Azevedo e Klever Kolberg do Rally Dakar vão ministrar palestra "Superando desafios no deserto e no mundo dos negócios"André Azevedo e Klever Kolberg, tetracampeões do Rally Dakar, serão os palestrantes do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), que acontecerá em São Luís (MA), nos dias 22, 23 e 24 de outubro de 2008.

    Essa dupla de engenheiros está preparando sua equipe para, mais uma vez, representar o Brasil no Rally Dakar - o maior e mais difícil rally do mundo. Nas participações anteriores a equipe já chegou várias vezes ao pódio, sendo seis como vencedora de uma categoria.

    Na maior prova da América do Sul, o Rally dos Sertões, o time de Klever e André é tetracampeão na categoria Motos, bicampeão na categoria Carros e tricampeão na categoria Caminhões.

    Klever e André colocam toda sua história e expertise nesses desafios a serviço da sua empresa, através de palestras.

    No ENIC, André Azevedo e Klever Kolberg vão contar, de maneira interessante e atraente, suas histórias, derrotas e vitórias, no mundo competitivo e de constantes mudanças do Rally Dakar.

    Nas palestras que realizam, eles transferem sua experiência para a realidade das empresas de forma espontânea, estabelecendo um benchmarking bastante efetivo. Mostram, ainda, como é possível administrar crises, superar desafios e alcançar resultados, motivando os participantes a enfrentar, com criatividade, diferentes cenários, transformando problemas e dificuldades em soluções e oportunidades.

    O objetivo é proporcionar uma reflexão através de exemplos sobre desafios e resultados.Os dois adiantam para o site do ENIC algumas dicas que costumam repassar aos participantes de suas palestras.

    Mudanças

    • Transforme as dificuldades e crises em desafios e oportunidades. Seja criativo e persistente. Não desperdice energia com lamentações ou pessimismo. Aperfeiçoe os sucessos e inove constantemente;
    • Seja pró-ativo e empreendedor. Tenha iniciativa e considere soluções alternativas. Desenvolva a capacidade de sonhar e investir seu melhor esforço para torná-lo realidade;
    • Tempos difíceis devem ser enfrentados com serenidade e muito preparo;

    Planejamento

    • Transforme as dificuldades e crises em desafios e oportunidades. Seja criativo e persistente. Não desperdice energia com lamentações ou pessimismo. Aperfeiçoe os sucessos e inove constantemente;
    • Seja pró-ativo e empreendedor. Tenha iniciativa e considere soluções alternativas.

     

    Desenvolva a capacidade de sonhar e investir seu melhor esforço para torná-lo realidade;
    • Tempos difíceis devem ser enfrentados com serenidade e muito preparo;

     

    Trabalho em equipe (team building)

    • Celebre, equipes precisam de energia e comemoração;
    • Reconheça o trabalho e a importância dos outros;
    • Bom relacionamento e a comunicação fazem a diferença;
    • Sincronize, integre, comprometa-se com o objetivo comum;
    • Cooperação. Pratique o “ganha-ganha”, quem vence é o grupo;
    • Desenvolva a habilidade para harmonizar interesses distintos de vários parceiros;

     

    Comunicação & Liderança

    • Crie, atraia e retenha talentos;
    • Pratique elogios e compartilhe os sucessos;
    • Inspire o crescimento e as mudanças positivas;
    • Saiba lidar com os egos, gerenciando conflitos e articulando acordos;
    • Valorize as diferenças estabelecendo ética, transparência, criando união e confiança;
    • Motive, incentive, escute, facilite, envolva e compartilhe responsabilidades;
    • Mostre o caminho, dê o exemplo (walk, the talk);
    • Estabeleça um ambiente saudável e criativo, onde as pessoas sejam livres, com equilíbrio,

     

    Qualidade & Excelência

    • Crie indicadores para monitorar, verificar, melhorar e aperfeiçoar;
    • A melhoria contínua através do treinamento e preparação prévios, constantes e progressivos. Sempre é possível crescer, evoluir e superar;
    • A determinação exige combinar perseverança com transigência, corrigindo o rumo, superando obstáculos;
    • Seja rápido e ágil. Seja o primeiro, tenha velocidade de ação e sentido de urgência;
    • Seja eficaz. Não confunda esforço com resultado;
    • Riscos podem e muitas vezes precisam ser enfrentados. Gerencie os riscos maximizando os resultados positivos, minimizando adversidades e controlando suas conseqüências;
    • Administrando o tempo. O importante e urgente vem em primeiro lugar;
    • Aprenda com os erros. O fracasso pode ser uma ótima fonte de aprendizado. Não desperdice a experiência;
    • Entenda, atenda e encante o cliente.

    Fonte: ENIC

     

     

     

    27-06-2008 | 11:06

    Carregamento chegou esta semana ao comércio, mas mercado não está regularizado. O primeiro carregamento de cimentos Poti, da Votorantim, vindo de Sergipe, chegou em Cuiabá esta semana e foi distribuído para as lojas. Mas, como o mercado já vinha há um tempo desabastecido, ainda não foi suficiente para resolver o problema, como era previsto. Mas até ontem, o vice-presidente da Associação do Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac/MT), Antonio Vicente de Arruda, nem tinha visto ainda o cimento Poti no mercado. Ele disse ter informação que o produto estava no centro de distribuição da Votorantim, mas ainda não havia sido distribuído. A Votorantim garantiu, no entanto, que a primeira entrega às lojas foi feita na segunda-feira à tarde.

    A expectativa quanto à chegada do cimento de Sergipe é grande, porque somente com ele o mercado deve voltar a ser regulado. Arruda, que é dono da Moinho materiais de construção, está trazendo cimento de Corumbá, de uma fábrica da Camargo Corrêa, que também está abastecendo outras duas grandes empresas em Cuiabá. "Os comerciantes estão se virando como podem". Mesmo assim, ainda não há cimento "a vontade". As lojas estão limitando as vendas por cliente.

    Importação - Além do cimento que a Votorantim vai trazer de Sergipe, outra possível solução para o mercado é a importação do produto via Porto Seco, que foi autorizada em princípio por 90 dias pela Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). Por enquanto, nada foi importado. No entanto, o gerente de logística do Porto Seco, Elton Erthal, frisa que já estão havendo tentativas de importação. Não há como prever quando deve chegar um primeiro carregamento porque as empresas ainda não conseguiram um mercado fornecedor.

    Estão sendo buscados os mercados mais próximos de Mato Grosso para facilitar a logística, caso contrário a operação se torna inviável pelo valor. Até agora, já foram contatados Paraguai, Bolívia e Chile. A Votorantim, fabricante do cimento Itaú, responde por aproximadamente 70% do mercado do produto em Mato Grosso, mas não está mais conseguindo suprir a demanda por conta do aquecimento do setor da construção.

    Fonte: Gazeta Digital
    27-06-2008 | 11:06

    A Abrea (Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto) pediu formalmente ontem, em Brasília, à OIT (Organização Internacional do Trabalho) um pronunciamento sobre o fato de indústrias brasileiras que extraem e usam amianto para produzir telhas e caixas-d'água patrocinarem entidades de trabalhadores para defender o uso controlado do mineral no país.

    O pedido foi feito por meio de queixa para que a OIT recomende ao governo brasileiro a adoção de medidas que possam proibir o que a Abrea entende como "prática anti-sindical". A Abrea se baseia no artigo 2º da Convenção 98 da OIT, que "veda às organizações de empresas manter com recursos organizações de trabalhadores com o objeto de sujeitá-las ao controle de empregadores".

    O repasse de recursos de empresas a entidades sindicais ocorre por meio do Instituto Brasileiro do Crisotila, criado em 2002 e patrocinado por 11 indústrias.

    "A queixa denuncia a grave violação da liberdade e da autonomia sindicais em função da ajuda financeira da indústria do amianto a entidades sindicais, como está explícito no Acordo Nacional para Uso Controlado do Amianto Crisotila [tipo que existe no país]".

    Esse acordo foi firmado entre a Comissão Nacional dos Trabalhadores do Amianto (CNTA), ligada à CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria), 7 sindicatos de trabalhadores, 11 indústrias e o Instituto Brasileiro do Crisotila.

    "O Estado tem de tomar medidas para censurar essa relação. Se a OIT emite um pronunciamento em relação a isso, o Brasil pode sofrer retaliações perante outros países, já que as relações comerciais entre os países são pautadas pela observância de cláusulas sociais", afirma Mauro de Azevedo Menezes, advogado da Abrea.

    Para Élio A. Martins, presidente da Eternit, uma das 11 empresas que assinam o acordo com a comissão de trabalhadores, o repasse é transparente.

    "Vivemos em uma democracia e isso [queixa à OIT] só engrandece a discussão. O acordo é transparente. A lei federal nº 9.055 [que disciplina o uso do amianto no Brasil] prevê repasse para treinamento dos trabalhadores. Eles precisam ser treinados, viajar, participar de seminários para ter mais informação e discutir o assunto."

    Martins afirma que "seria interessante ver de onde vêm os recursos que financiam essas associações [que representam ex-trabalhadores, como a Abrea] que defendem o fim do amianto no país".

    O presidente da Eternit esteve ontem na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) para discutir o uso controlado do amianto e o impacto que o banimento do mineral teria no país.

     "Existe uma pesquisa em curso, realizada pela USP e pela Unicamp, que vai dar uma resposta científica a esse debate." Ele diz que não é possível comparar o banimento no Brasil com o banimento na Europa. "Lá se usava o amianto anfibólio; aqui se usa o crisotila."

    "Se a pesquisa constatar que o produto está contaminando a população, e se não houver meios de evitar isso, engrossarei a fileira dos que pedem o banimento. Mas a única exigência que faço é que a OMS [Organização Mundial da Saúde] diga que as fibras alternativas são seguras e não causam riscos. O que se tem de informação hoje é que o risco dessas fibras [alternativas] é indeterminado."

    Martins também destaca que, desde a década de 80, não há novos casos registrados de doenças causadas pelo uso do amianto no Brasil. "A maioria das pessoas que está identificada com problema ou que fez acordo com a companhia está dentro da pesquisa da Sama, passando pelas juntas médicas da USP e da Unicamp.

    Parte dos processos contra a companhia chegou ao final porque, no momento da perícia, se confirmou que não tinha problema da doença ou que a doença não era causada pelo amianto."

    Fonte: Folha online
    27-06-2008 | 10:06

    Ministra apresentará balanço do PAC aos empresários do setor

    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apresenta no próximo dia 27, durante a reunião do Conselho de Administração da CBIC, na sede do Sinduscon-Rio, no Rio de Janeiro, a atual situação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No dia anterior, às 20h, no Pestana Rio Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerday Johannpeter, participará de jantar com os empresários do setor, ocasião em que debaterá as perspectivas para o país, com foco no setor da Construção.

     

    Fonte: CBIC
    27-06-2008 | 10:06

    Índice, porém, fica dentro das estimativas dos analistas; até junho, indicador acumula elevações de 6,82% no ano

    RIO - A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) em junho subiu 1,98%, em comparação com a alta de 1,61% apurada pelo índice em maio. Trata-se da maior taxa para esse índice desde fevereiro de 2003, quando o IGP-M subiu 2,28%. A taxa, porém, ficou dentro das estimativas dos analistas ouvidos pelo Agência Estado, que esperavam um resultado entre 1,75% e 2,10%, e foi superior à mediana das projeções (1,89%). A informação foi anunciada nesta sexta-feira, 27, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    A FGV anunciou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M de junho. O Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 2,27% em junho, ante avanço de 2,01% em maio. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou aumento de 0,89% em junho, em comparação com a elevação de 0,68% em maio. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou taxa positiva de 2,67% em junho, ante alta de 1,10% em maio.

     

    No varejo, os destaques ficaram por conta da movimentação de preços nos grupos Alimentação (de 1,77% para 2,20%) e Habitação (de 0,02% para 0,41%). Na primeira classe de despesa, houve aumentos mais intensos nos preços de arroz e feijão (0,56% para 11,16%) e de carnes bovinas (2,79% para 6,72%). Já na segunda, a maior influência para a taxa maior partiu da deflação mais fraca do item tarifa de eletricidade residencial (-2,02% para -0,39%).

     

    Ao analisar a movimentação de preços no âmbito dos produtos, a FGV informou que as altas de preço mais expressivas no varejo foram registradas em arroz branco (17,61%); batata-inglesa (12,98%); e carne moída (8,12%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em mamão da amazônia - papaya (-31,33%); laranja pêra (-9,46%); e cebola (-6,24%).

     

    Já a aceleração de preços na construção civil, de maio para junho (de 1,10% para 2,67%), foi influenciada por elevações de preços mais intensas em materiais e serviços (de 1,23% para 1,73%); e mão-de-obra (de 0,96% para 3,75%).

     

    Até junho, o IGP-M, usado para reajustar preços de aluguel, acumula elevações de 6,82% no ano e de 13,44% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de junho foi do dia 21 de maio a 20 de junho. 

    Atacado

    Os preços dos produtos agrícolas subiram 3,35% em junho, em comparação com a alta de 2,29% em maio, no âmbito do IGP-M. Eles têm aumentos acumulados de 8,35% no ano e de 37,63% em 12 meses. De acordo com a fundação, os preços dos produtos industriais registraram alta de 1,86% em junho, ante avanço de 1,91% em maio. Esses itens acumulam elevações de 7,88% no ano e de 10,62% em 12 meses

     

    Já os preços das matérias-primas brutas apresentaram taxa positiva de 3,11% em junho, ante elevação de 3,38% em maio. Elas acumulam elevações de 11,08% no ano e de 38,40% em 12 meses, até junho.

     

    Na análise por produtos, as altas de preços mais expressivas no atacado em junho foram registradas em bovinos (9,54%); soja em grão (6,28%); e adubos e fertilizantes compostos (7,63%). Já as mais expressivas quedas de preço, no atacado em junho, foram apuradas em milho em grão (-5,52%); laranja (-12%); e algodão em caroço (-5,53%).

     

    Fonte: Estadão
    27-06-2008 | 10:06

    O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) anunciou hoje (26) que só divulgará estimativas de inflação “quando for conveniente” e ainda no início de todo o ano. As informações são do coordenador do grupo de Análise e Previsões do Ipea, Miguel Bruno.Segundo ele, a orientação para que o Ipea não divulge mais a projeção do índice de inflação a cada três meses, como era feito, veio da Presidência da República e do Núcleo de Assuntos Estratégicos, coordenado pelo ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger.

    Antes, a taxa era divulgada na Carta de Conjuntura. No documento divulgado hoje, o Ipea mantém a variável de inflação projetada, em março, para 2008, entre 4,3% e 5%. “As previsões na visão atual são muito mais insumos de longo prazo”, disse Bruno. 

    Segundo ele, a mudança indica uma nova estratégia do órgão que quer destacar, a partir de agora, análises estruturais do crescimento econômico. “A questão é como explicitar variáveis estruturais para inferir dinâmicas de longo prazo para o desenvolvimento e não para carteira de ativos”, disse Miguel Bruno, em referência ao mercado financeiro.

    “Não que isso não seja importante, mas não se desenvolve um país olhando a renda financeira e, sim, a agricultura, a indústria e o PIB [Produto Interno Bruto] dos setores produtivos, por exemplo”, acrescentou. Segundo o coordenador de Análise e Previsões do Ipea, a medida não indica falta de transparência.

    Bruno enfatizou que o fato de deixar de divulgar a projeção trimestralmente não significa que o Ipea não trabalhe com variáveis mais recentes. “Os números existem, mas não é mais conveniente divulgá-los. Não alimentaremos mais projeções de inflação a todo instante.”

    O Ipea, que antes era subordinado ao Ministério do Planejamento, responde agora à secretaria de Assuntos Estratégicos.

    Fonte: Mídia News
    27-06-2008 | 10:06
    O nível de atividade da indústria paulista em maio subiu 2,1% na comparação com abril. No ano, o indicador acumula 8,3%, com 84% de utilização da capacidade instalada (utilização dos parques industriais). Em abril, o aproveitamento da capacidade instalada foi de 83%.Os dados constam do Indicador do Nível de Atividade (INA), divulgado hoje (26) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

    Fonte: Mídia news
    27-06-2008 | 10:06

    O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) registrou desembolsos de R$ 78,6 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em maio, 36% acima do verificado em igual período anterior. O volume é recorde para um período de 12 meses. As aprovações somaram R$ 110,9 bilhões no período, 24% a mais, na mesma base de comparação. Os enquadramentos ficaram em R$ 129,7 bilhões --21% sobre igual período anterior-- e as consultas chegaram a R$ 142,2 bilhões, o que representa incremento de 20%.

    De janeiro a maio, os desembolsos do banco somaram R$ 32,7 bilhões, 70% acima do verificado em igual período em 2007. As aprovações chegaram a R$ 42,4 bilhões, incremento de 40%; as consultas somaram R$ 66 bilhões, alta de 30%; e os enquadramentos totalizaram, R$ 57,8 bilhões, 28% acima do constatado entre janeiro e maio do ano passado.

    Os desembolsos para o setor de infra-estrutura tiveram crescimento de 85%, totalizando R$ 32,2 bilhões. Esse desempenho foi influenciado pelas liberações para projetos de energia elétrica e transportes terrestres. No ano, os desembolsos para o setor somaram R$ 12,7 bilhões.

    Entre as aprovações, o setor de infra-estrutura continuou liderando, com alta de 58%, totalizando R$ 47,9 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em maio. No ano, chegaram a R$ 14,4 bilhões.

    A indústria teve volume de desembolsos um pouco abaixo, ficando em R$ 32 bilhões, expansão de 8%, com destaque para os segmentos de alimentos e bebida, e química e petroquímica. de janeiro a junho, os desembolsos para projetos industriais chegaram a R$ 14,2 bilhões.

    Para a indústria, as aprovações ficaram no mesmo patamar, ainda que o crescimento não tenha passado de 7% em relação ao período anterior. No ano, totalizam R$ 21,9 bilhões.

    Fonte: Folha online
    26-06-2008 | 11:06

    Embora mais preocupados do que antes com o aumento dos custos, os empresários da construção civil brasileira continuam bastante otimistas. A conclusão é da 35ª Sondagem da Construção, realizada pelo SindusCon-SP e pela FGV Projetos em maio e divulgada em 23 de junho.

    A pesquisa, realizada trimestralmente, contou com uma amostra de 301 empresários da construção em todo o País. Os principais destaques do estudo são as expectativas relacionadas ao desempenho da empresa, perspectivas de desempenho e crescimento econômico, que atingiram níveis recordes – desde que o SindusCon-SP e a FGV Projetos iniciaram a sondagem em 1999, nunca o índice de otimismo desses itens foram tão altos.

    No Brasil, em uma escala de 0 a 100 – valores abaixo de 50 são interpretados como não favorável e acima de 50 otimistas –, a confiança em relação ao desempenho da empresa para 2008 chega a 60,5 pontos, uma alta de 4,9% comparada à última sondagem, feita em fevereiro. A expectativa quanto ao crescimento econômico também bateu recorde e atingiu o patamar de 65 pontos, uma variação de 14,5% em relação a fevereiro.

    Esse indicador contribuiu ainda para o aumento na confiança da condução da política econômica, que vem oscilando bastante, mas apresentou um aumento de 14,1% em relação a fevereiro e marcou 55,6 pontos.

    Em contrapartida, para algumas questões os entrevistados mostraram preocupações. A principal percepção negativa está ligada às expectativas de inflação reduzida, que caiu 14,6%, a 39,5 pontos.

    Esse número sugere que a alta da inflação é a razão para o pessimismo com a evolução futura dos custos, expectativa que caiu mais 10% e chegou a 38,4 pontos. Também houve piora quanto ao indicador de dificuldades financeiras, que desta vez ficou no patamar de 50,1 pontos – para este item, valores abaixo de 50 significam dificuldades menores.

    Para o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, os resultados refletem o aquecimento do setor. “Esses resultados mostram que, apesar da uma relativa piora do quadro inflacionário, também captada pela sondagem, e da elevação progressiva dos juros, o ano de 2008 avança sem que os empresários do setor estejam revertendo suas expectativas de bom desempenho” 

     

    Brasil

     

    São Paulo

     

    Mês

    Variação (%)

     

    Mês

    Variação (%)

     

    Mai/08

    Trimestre

    Ano

     

    Mai/08

    Trimestre

    Ano

    Desempenho da empresa

    60,5

    4,9

    22,0

     

    60,3

    5,1

    23,4

    Dificuldades financeiras

    50,1

    6,2

    4,3

     

    51,6

    6,1

    3,8

    Perspectivas de desempenho

    63,7

    4,1

    7,4

     

    63,0

    4,1

    6,5

    Perspectivas de evolução de custos

    38,4

    -10,0

    -24,5

     

    39,0

    -10,7

    -20,9

    Condução da política econômica

    55,6

    14,1

    -3,2

     

    56,4

    17,1

    -1,6

    Inflação reduzida

    39,5

    -14,6

    -43,6

     

    39,9

    -11,8

    -42,8

    Crescimento econômico

    65,0

    14,5

    16,0

     

    65,4

    15,6

    15,4

    Fonte: SindusCon-SP/FGV Projetos. 1Os dados apresentados na tabela estão dispostos numa escala que vai de “0” a “100”, tendo o valor “50” como centro. Isso quer dizer que valores abaixo de “50” podem ser interpretados como um desempenho, ou perspectiva, não favorável. No caso de dificuldades financeiras, no entanto, valores abaixo de “50” significam dificuldades menores.

    Fonte: Sinduscon-SP

     

     

     

     

    26-06-2008 | 10:06

     O Banco Central (BC) vai aumentar a taxa básica de juros (Selic), enquanto for necessário, segundo afirmou hoje (25) o diretor de Política Monetária da instituição, Mário Mesquita, ao apresentar o Relatório de Inflação. "O compromisso do Banco Central continua sendo inequívoco: fazer o necessário, enquanto for necessário, para trazer a inflação de volta para o centro da meta", disse ele.

    Neste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou os juros básicos em meio ponto percentual em cada uma das reuniões realizadas. A Selic está em 12,25% ao ano, e a expectativa de mercado é que chegue ao final de 2008 a 14,25%.

    O Banco Central reforçou a preocupação com o descompasso entre demanda e oferta, comparando o crescimento da demanda com o do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Enquanto a demanda aumentou em 8,5% no primeiro trimestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano passado, a economia cresceu 5,8%. "O alinhamento perfeito estatisticamente a gente nunca observa, mas uma moderação desse descompasso contribui para aliviar as pressões inflacionárias", disse Mesquita.

    Questionado se o Banco Central demorou a atuar para conter a inflação, Mesquita afirmou que a instituição que sempre toma as decisões com base nas informações disponíveis no momento. "O Banco Central terá novo conjunto de informações a sua disposição para as próximas reuniões." Segundo Mesquita, a melhor contribuição que o Banco Central pode dar para a ampliação do investimento do setor produtivo é controlar a inflação.

    Quanto a negociações salariais com sindicatos em busca de aumentos reais, Mesquita ressaltou que, quando os reajustes de salários acompanham os ganhos de produtividade, não há pressões sobre os custos das empresas. Caso isso não aconteça e as empresas repassem o aumento dos custos para os preços, essa situação pode ocasionar uma deterioração da inflação. "As empresas não devem contar com o Banco Central chancelando essas decisões [de repassar ou não os custos para os preços]", afirmou.

    Mesquita também enfatizou que a atuação preventiva do Banco Central é acertada. Segundo estudo do Banco Central publicado no relatório sobre outros países, "apertos preventivos" duram 17,3 meses, enquanto as mudanças "reativas" na política monetária levam 21,5 meses.

    De acordo com o relatório, a projeção do Banco Central para a inflação é de 6% para este ano, próxima do limite da meta, que é de 6,5%. O centro da meta da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para este ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na variação acumulada do ano do IPCA, até maio, o índice está em 7,1%, ou seja, acima da margem. Segundo o relatório, o estouro do limite da meta em 2008 é de 25%, enquanto no documento de março a probabilidade era de 4%.

    Conforme o relatório, no cenário de referência, que leva em consideração juros básicos constantes em 12,25% e dólar a R$ 1,65, a inflação se reduz para 4,7% ao final de 2009 e sobe para 4,8%, no segundo semestre de 2009. No cenário de mercado, toma como base a trajetória de estimativas para a taxa Selic e de câmbio constante nas pesquisas realizadas com analistas do setor privado, a previsão também é de inflação de 6% neste ano e de 4,7% em 2009.

    Fonte: Olhar Direto
    26-06-2008 | 10:06
    Gestão e treinamento são dois pontos fundamentais para o sucesso de qualquer atividade empresarial. Nas áreas trabalhista e sindical não é diferente. A importância e a própria eficácia do treinamento consistem na apresentação aos participantes, por intermédio de uma abordagem dinâmica e interativa, de uma visão diferenciada quanto à gestão das relações trabalhistas e sindicais, de acordo com aquilo que denominamos processo de negociação coletiva de trabalho, ou seja: uma metodologia moderna de direcionamento estratégico nessa área de atuação.

    O conteúdo do treinamento é construído justamente com base em casos concretos, sendo que os conceitos nele difundidos representam uma visão sistêmica da área sindical (e do processo de negociação) e são semelhantes àqueles de um estratagema de negócios, com planejamento e ações de curto, médio e longo prazo, avaliando-se, consequentemente, resultados dentro desses períodos de tempo.

    Um exemplo concreto é a aplicação de abordagem relativa às competências cruzadas, que combina ao mesmo tempo formas de comunicação entre a liderança, empregados e dirigentes sindicais com um misto de gestão de pessoas e métodos jurídicos que fornece formas de gestão e mecanismos de prevenção do assédio moral.

    Há atualmente à disposição das empresas um arsenal de ferramentas para gestão do ambiente do trabalho, tais como: pesquisas de clima, entrevistas de desligamento, índices de aceitação do "layout" dos ambientes fabris, mapa de vulnerabilidades, mapeamento das demandas trabalhistas, entre outros. Essas ferramentas dão um bom direcionamento do que deve permanecer ou ser modificado para uma boa gestão do ambiente de trabalho.

    A boa gestão do ambiente e essas respostas dos empregados são essenciais para direcionar o projeto. Esse se diferencia por ser efetivado, dentre outros aspectos, por treinamentos, mediante abordagem expositiva, com uma visão crítica que fornece uma análise completa do tema, com uma ampla abertura para o campo da interação e discussão, sendo indicado a todos que participam direta ou indiretamente da gestão das relações sindicais da empresa.

    Na atual conjuntura, a discussão sindical envolve muitos fatores como, por exemplo, debates sobre as cláusulas econômicas. Antigamente, se discutia uma recomposição da inflação na casa de dois dígitos. Isso não acontece mais e a conseqüência é um impulso para uma negociação mais pesada sobre vários enfoques junto a relação de emprego, dentre eles, os mecanismos de remuneração, benefícios e cláusulas sociais. Com isso, a interligação da negociação com os processos de recursos humanos e o gerenciamento das relações trabalhistas tomou uma dimensão maior ainda.

    Atualmente, são muitas as propostas em discussão sobre a reforma sindical. Muito tem se discutido quanto à organização das entidades sindicais, sua forma de custeio, dentre outros temas. Mas, o que de concreto aconteceu foi à aprovação da Emenda 45, que trouxe o "comum acordo" que, em tese, diminui o poder normativo, uma vez que a parte que decidir ingressar com um dissídio deve ter o consenso da outra. Na prática, porém, a discussão ainda não tem um posicionamento solidificado.

    Marcel Tadeu Alves da Silva atua na área de direito coletivo e sindical do Peixoto e Cury Advogados (mts@peixotoecury.com.br)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-06-2008 | 10:06
    O Banco Central (BC) vai aumentar a taxa básica de juros (Selic), enquanto for necessário, segundo afirmou ontem o diretor de Política Monetária da instituição, Mário Mesquita, ao apresentar o Relatório de Inflação. "O compromisso do Banco Central continua sendo inequívoco: fazer o necessário, enquanto for necessário, para trazer a inflação de volta para o centro da meta".

    Neste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou os juros básicos em meio ponto percentual em cada uma das reuniões realizadas. A Selic está em 12,25% ao ano, e a expectativa de mercado é que chegue ao final de 2008 a 14,25%.

    O Banco Central reforçou a preocupação com o descompasso entre demanda e oferta, comparando o crescimento da demanda com o do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Enquanto a demanda aumentou em 8,5% no primeiro trimestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano passado, a economia cresceu 5,8%. "O alinhamento perfeito estatisticamente a gente nunca observa, mas uma moderação desse descompasso contribui para aliviar as pressões inflacionárias", disse Mesquita.

    Questionado se o Banco Central demorou a atuar para conter a inflação, Mesquita afirmou que a instituição que sempre toma as decisões com base nas informações disponíveis no momento. "O Banco Central terá novo conjunto de informações a sua disposição para as próximas reuniões." Segundo Mesquita, a melhor contribuição que o Banco Central pode dar para a ampliação do investimento do setor produtivo é controlar a inflação.

    Meta - De acordo com o relatório, a projeção do Banco Central para a inflação é de 6% para este ano, próxima do limite da meta, que é de 6,5%. O centro da meta da inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para este ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na variação acumulada do ano do IPCA, até maio, o índice está em 7,1%, ou seja, acima da margem. Segundo o relatório, o estouro do limite da meta em 2008 é de 25%, enquanto no documento de março a probabilidade era de 4%.

    Conforme o relatório, no cenário de referência, que leva em consideração juros básicos constantes em 12,25% e dólar a R$ 1,65, a inflação se reduz para 4,7% ao final de 2009 e sobe para 4,8%, no segundo semestre de 2009. No cenário de mercado, toma como base a trajetória de estimativas para a taxa Selic e de câmbio constante nas pesquisas realizadas com analistas do setor privado, a previsão também é de inflação de 6% neste ano e de 4,7% em 2009

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-06-2008 | 10:06
    O 4º Feirão Caixa da Casa Própria em Cuiabá, realizado entre os dias 19 e 22 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, foi um sucesso na opinião dos parceiros e superou todas as expectativas de público. Cerca de 5.500 pessoas visitaram o evento durante os 4 dias de duração. Houve registro da participação de 50 empresas entre construtoras, imobiliárias e comércio de material de construção.

    Cacciola - O Ministério da Justiça informou que a Corte de Apelações de Mônaco rejeitou recurso do ex-banqueiro Salvatore Cacciola e aceitou o pedido de extradição dele, feito pelo governo brasileiro. "A corte considerou o processo legítimo", afirma nota do ministério. Sem margem para mais recursos à Corte de Apelações de Mônaco, a decisão, segundo o Ministério da Justiça, caberá agora ao Executivo do principado. Cacciola foi dono do Banco Marka.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-06-2008 | 10:06
    O Federal Reserve (Fed, o BC americano) manteve nesta quarta-feira sua taxa de juros em 2% ao ano, interrompendo uma seqüência de sete cortes consecutivos. Veja a seguir a nota divulgada após o anúncio da taxa.

    "O Comitê Federal de Mercado Aberto [equivalente ao Copom do Banco Central] decidiu hoje manter sua meta para a taxa dos fundos federais em 2%.

     Informações recentes indicam que a atividade econômica em geral continua a se expandir, em parte refletindo alguma estabilização nos gastos dos consumidores. No entanto, os mercados de trabalho tiveram novo enfraquecimento e os mercados financeiros permanecem sob considerável pressão. Condições restritas de crédito, a contínua contração do mercado imobiliário e a alta nos preços da energia devem pesar no crescimento econômico nos próximos trimestres.

    O comitê espera que a inflação tenha alguma moderação no fim deste ano e no próximo. No entanto, à luz das contínuas altas nos preços da energia e de algumas outras commodities, e da situação elevada de alguns indicadores de expectativas de inflação, a incerteza sobre o cenário de inflação continua alta.

    O afrouxamento substancial da política monetária até hoje, combinado com as medidas em curso para impulsionar a liquidez no mercado, devem ajudar a promover um crescimento moderado ao longo do tempo. Embora os riscos de baixa para o crescimento permaneçam, eles parecem ter diminuído um pouco, e os riscos para a inflação e as expectativas de inflação cresceram. O comitê continuará a monitorar os desenvolvimentos econômicos e financeiros e irá agir conforme o necessário para promover o crescimento sustentável e a estabilidade de preços."

    Fonte: Folha online
    26-06-2008 | 10:06

    "Caminhamos a passos largos para a industrialização de Mato Grosso, mas o mais importante é que estamos gerando empregos, divisas e o crescimento do Estado e dos municípios como um todo", disse ontem o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf na reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem), que aprovou mais de R$ 134,1 milhões de intenções de investimentos. Esta foi a terceira reunião extraordinária. Para o secretário, a industrialização com mais mão-de-obra representa melhor qualidade de vida para a população de uma maneira em geral.

    Nadaf festejou a geração de mais de 1,2 mil empregos, direitos e indiretos, apontando que os recursos chegarão através de 30 projetos em 20 municípios mato-grossenses que pleitearam recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic), além de incentivos fiscais por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic).

    Dos 30 projetos aprovados pelo Cedem, 14 solicitaram recursos do FCO Empresarial, na ordem de R$ 5,6 milhões. Oito tiveram consulta prévia aprovada para receber recursos do Fundeic, programa de financiamento de micro e pequenas empresas. Oito serão enquadrados no Prodeic, com investimentos de R$ 127,9 milhões e duas empresas tiveram laudos de vistoria aprovados para começarem a usufruir de benefícios via Prodeic.

    Os conselheiros aprovaram 10 enquadramentos para o Porto Seco e a reserva de cinco áreas no Distrito Industrial de Cuiabá.

    O Cedem, vinculado à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do Estado. O Conselho também é o órgão que aprecia e julga os pedidos de incentivos fiscais e financeiros, de acordo com a legislação específica.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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