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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    28-08-2008 | 11:08
    'A proposta de Orçamento Geral da União enviada hoje (27) ao Congresso prevê que o salário mínimo passará dos atuais R$ 415 para R$ 464,72 em 2009. O valor é maior que os R$ 453,67 divulgados pela manhã pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ao entregar o projeto no Congresso.

    O ministro disse que, mais cedo, havia passado a informação errada porque se baseou no valor fixado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Segundo ele, o mínimo ficará maior que o originalmente previsto porque o governo adotará, para o próximo ano, o cálculo acertado com as centrais sindicais pelo qual o mínimo será reajustado pela inflação e pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás.

    No final de 2006, o governo fechou um acordo com as centrais para definir um cronograma de aumento para o salário mínimo até 2010. Na época, foi encaminhado um projeto de lei para o Congresso, que ainda não foi aprovado. Apesar disso, a fórmula já será aplicada no próximo ano.

    “O projeto ainda não foi aprovado, mas o critério foi incluído na LDO, então tivemos de aplicar a nova fórmula, o que elevou até o valor [R$ 453,67] aprovado na própria lei”, explicou o ministro.

    Paulo Bernardo também justificou o fato de a proposta de orçamento estimar crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem. Segundo ele, as medidas tomadas para conter a oferta de dinheiro e combater a inflação terão reflexo sobre a atividade econômica somente em 2009.

    “Neste ano, o aumento dos juros e das medidas de restrição ao crédito ainda tiveram efeito zero, mas em 2009 certamente o crescimento será um pouco menor”, afirmou o ministro.

    Pela proposta, a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrará o próximo ano no centro da meta de 4,5%. Esse número está bem abaixo da estimativa das instituições financeiras ouvidas semanalmente pelo banco Central, que apostam no IPCA a 5% no fim de 2009.

    Mesmo com a projeção fora de linha em relação às previsões do mercado, o ministro afirmou que o orçamento deve perseguir o centro da meta de inflação. “O papel do Banco Central é fazer a inflação convergir para os 4,5%, então temos de seguir essa determinação ao elaborar o orçamento”, concluiu.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 17:08
    No período de 29 a 30 desse mês, quatro mini-cursos técnicos estarão sendo oferecidos pela MULTIPLUS na sede do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA – em Cuiabá. Podem se inscrever, engenheiros e arquitetos. Os cursos têm duração de dois dias e contam com a coordenação do Prof. Dr. Harold Hirth Jr., Ph.D. pela Universidade da Califórnia, Berkeley e diretor Técnico da MULTIPLUS. Os cursos são destinados a engenheiros e arquitetos.Esses mini-cursos são desenvolvidos "ao vivo" e mostrados com projetor multimídia, com projetos específicos de cada área, ensinando como aumentar a produtividade, qualidade e lucratividade de seus projetos, através dos modernos  Softwares CAD/CAE. Também são apresentados quais os principais conceitos, recursos e benefícios destes Softwares e como adaptar sua forma de projetar para trabalhar em 3D, com alto nível de automação, melhor visualização e evitando interferências durante a execução da obra.O CREA-MT está localizado em Cuiabá na avenida Historiador Rubens de Mendonça, 491, bairro Araés. Pra fazer a inscrição è somente acessar o link www.multiplus.com/minicursos.htm 

     

    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO, DIA E HORÁRIO DOS MINI-CURSOS

     

     29/09 - Projeto Arquitetônico e Orçamento feitos no CAD – Das 09h00 às 12h00: Cria Maquete Eletrônica em 3D gerando perspectivas, renderizações e animações e quantitativos de materiais. Conceito de: "Maquete Eletrônica" em 3D composto por objetos. Utilização de rotinas para escadas, telhados, cópia de andares, amplas bibliotecas de componentes, geração de cortes, fachadas, perspectivas, renderização, maquete eletrônica e animações, quantitativos de materiais, interface com softwares de orçamento. Orçamento, Planejamento e Controle de Obras através de software "amigável" com janelas interativas e acesso rápido aos vários níveis de composições e insumos. Possibilidade de facilmente Modificar e Criar Novas Bases de Preços e Composições, utilização de Bases tais como Padronizada (IPT), DNIT, SIURB, EMOP, alteração ou criação de composições, consideração do BDI, consistência e ajustes do orçamento, impressão do orçamento, cronograma físico-financeiro e de relatórios gerenciais com interface com editores de texto (Word, etc.) visualizadores (Acrobat e html) e planilhas (Excel, etc.). Recursos para Planejamento, Medição e Controle da Obra e Financeiro da Construtora. Levantamento diretamente de projetos e plantas feiras no CAD sem precisar ter o AutoCAD.

    29/09 - Instalações Elétricas, Hidráulicas e Ar-Condicionado no CAD – das 18h00 às 22h00: Projeto de Instalação Elétrica com alto nível de automação.  Instalações mono, bi ou tri-fásica com 110, 220 ou 380V tensão fase-neutro, com lançamento automático de tomadas, cálculo luminotécnico e distribuição automática de luminárias, lançamento automático da fiação. Bibliotecas de componentes inteligentes com todas as características dos componentes reais (voltagem, carga, circuito, código,  etc.), cálculo de bitolas de fios e de eletrodutos, quadro de cargas com balanceamento de fases, calcula os disjuntores, diagramas uni, bi ou trifilar, diagrama unifilar geral (desde o poste da rua) lista de materiais e interface com software de orçamento, arquitetura ou Excel. Projeto de Instalação Hidráulica de Água Fria, Quente, Esgoto, Águas Pluviais, Incêndio e Gás, com lançamento automático dos componentes e da tubulação em planta e isométrico utilizando bibliotecas de protótipos. Bibliotecas de peças inteligentes permitem o cálculo de pressão e velocidade em qualquer ponto da tubulação, cálculo de bombas, cálculo de Redes de Hidrantes e Sprinklers, gera legenda descritiva detalhada, levanta listas de materiais e interface com software de orçamento, arquitetura e Excel. Projeto de Detalhamento de Ar condicionado. Efetua o Cálculo da Carga Térmica, detalhamento dos dutos, detalhamento da rede hidráulica, levanta lista de materiais, faz interface com software de orçamento, arquitetura e Excel.

    30/09 - Projeto de Estruturas Metálicas e de Madeira no CAD- Das 9h00 às 12h00: Projeto Estrutural: abrangendo a análise estrutural, verificação e otimização de perfis pelo critério de mínimo peso. Bibliotecas com perfis brasileiros laminados, soldados e chapa dobrada conforme várias normas: NBR, AISC, AISI. EUROCODE e outras. Materiais podem ser aço ou madeira. Levanta Lista de Perfis, gera desenhos unifilares de projeto e visualização interativa da estrutura em 3D com sombra e luz, com zoom e vários ângulos. Integração com o Software de Detalhamento. Detalhamento automático utilizando uma Maquete 3D da estrutura. Elabora o detalhamento completo de todas as peças, ligações soldadas e parafusadas, placas de base, escadas inclinadas e marinheiro, plataformas retas e circulares, etc. geração das cotas e da marcação das peças e listas de materiais para fabricação. Utilização de Rotinas Paramétricas para geração automática de para torres, edifícios de andares múltiplos, galpões, coberturas, etc.. Croquis de fabricação e arquivo CAM. Cálculo de ligações soldadas e parafusadas. Integração com Software para Gestão da Produção.

    - 30/09 - Concreto Armado, Pré-moldado e Alvenaria Estrutural -  Das18h00 às 22h00: Aprenda como atingir uma alto nível de automação no Cálculo de Edifícios abrangendo o lançamento automático da estrutura através do CAD, geração automática de todos os carregamentos e combinações incluindo vento, dimensionamento e detalhamento de todas as peças, desenho de formas e armaduras, tabelas de ferro, quantitativos e memorial de cálculo com grande produtividade. Veja como considerar a estrutura toda integrada como pórtico espacial com elementos finitos de laje ou muros de concreto, considerando o vento, efeito de 2a. ordem e efeito sísmico. Cálculo de várias concepções estruturais tais como: laje plana, cogumelo, pré-fabricada, nervurada, alveolar, steel-deck, rampas, escadas e lajes inclinadas, pilares-parede, reservatórios e cortinas, blocos sobre estacas, sapatas corridas e isoladas, radiers sobre solo elástico, consoles, estruturas mistas concreto-aço. Também serão apresentados Softwares para situações específicas tais como Pré-moldados, Alvenaria Estrutural Armada, Muros de Arrimo, Fundações, Cortinas Atirantadas, Galerias em Concreto, e Editor Paramétrico de Formas e Armaduras. (Laura Lucena - DRT 449/02/52-MT)

    27-08-2008 | 11:08
         O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou ontem o aumento de R$ 2,05 bilhões no seu orçamento destinado para financiamentos habitacionais. Desse valor, R$ 500 milhões devem ir para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. 
          
         Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões. 
          
         Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e a municípios que tenham projetos na área habitacional destinado à população de baixa renda. 
          
         Um dos motivos para essa elevação no volume de recursos destinado ao setor imobiliário foi o aumento, acima do esperado, na arrecadação do FGTS. 
          
         Ontem, o Conselho Curador -formado por representantes do governo, de empresas e de sindicatos de trabalhadores- elevou de R$ 2,7 bilhões para R$ 6,7 bilhões sua projeção para a arrecadação líquida -já descontados os saques- do fundo neste ano. 
          
         Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, essa elevação reflete o aumento na geração de empregos com carteira assinada no país, o que significa crescimento também no número de pessoas contribuindo para o fundo. 
          
         "Nada mostra com tanta força a criação de empregos do que isso [o aumento na arrecadação do FGTS]", afirmou Lupi. 
          
         BNDES 
          
         Além disso, foi aprovada ontem a liberação de R$ 6 bilhões para reforçar o caixa do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Essa injeção de recursos será feita por meio de uma operação envolvendo títulos públicos que o FGTS tem em sua carteira e que serão repassados ao banco estatal. 
          
         Os papéis, conhecidos como CVS, foram emitidos pelo Tesouro Nacional para cobrir o rombo deixado por financiamentos concedidos por meio do antigo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Esses títulos têm prazo de 30 anos e pagam juros de até 6,17% ao ano. 
          
         Após a aprovação dada pelo Conselho Curador, os CVS serão transferidos ao BNDES, que irá procurar o Tesouro Nacional para acertar o resgate antecipado desses papéis. 
          
         Diante do ritmo de crescimento da economia, a procura por empréstimos do banco estatal deve ultrapassar os R$ 80 bilhões fixados como teto para este ano, o que o tem levado a buscar fontes alternativas de recursos. 
          
         O valor anunciado ontem ficou um pouco abaixo do que vinha sendo negociado. A estimativa inicial do governo era repassar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões para o BNDES. Para evitar perdas para os trabalhadores, o banco pagará ao FGTS a mesma remuneração recebida atualmente do Tesouro.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    27-08-2008 | 10:08
    O Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou intenções de investimentos de mais de R$ 62,3 milhões para Mato Grosso, nesta terça-feira (26).

    A aprovação ocorreu durante a quarta reunião extraordinária do conselho, realizada na Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). Ao todo devem ser gerados mais de 2.500 empregos, entre diretos e indiretos.

    Os investimentos serão realizados em quase 30 municípios mato-grossenses, por 42 projetos que pleitearam recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic) e incentivos fiscais por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado de Mato Grosso (Prodeic).

    Dos 42 projetos aprovados pelo Cedem, 35 solicitaram recursos do FCO Empresarial, na ordem de R$ 39,1 milhões. Dois tiveram consulta prévia aprovada para receber recursos do Fundeic, programa de financiamento de micro e pequenas empresas. Cinco serão enquadrados no Prodeic, com investimentos de R$ 23,0 milhões e três empresas tiveram laudos de vistoria aprovados para começarem a usufruir de benefícios via Prodeic.

    Durante a reunião, presidida pelo secretário-adjunto de Desenvolvimento da Sicme, Manoel Antonio Rodrigues Palma, e com a participação do secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, os conselheiros também aprovaram 12 enquadramentos para o Porto Seco e a reserva de três áreas no Distrito Industrial de Cuiabá.

    Vinculado à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o Cedem tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do Estado. O conselho também é o órgão que aprecia e julga os pedidos de incentivos fiscais e financeiros, de acordo com a legislação específica.

    Fonte: Mídia News
    27-08-2008 | 10:08
    A taxa do cheque especial, que vem subindo desde janeiro deste ano, alcançou o patamar de 165,4% ao ano nos 13 primeiros dias de agosto, segundo dados parciais divulgados pelo Banco Central. Com esse aumento, a modalidade já acumula em alta de mais de 25 pontos percentuais neste ano. Em dezembro de 2007, a taxa estava em 138,1% a.a.

    A maior parte do aumento se deve ao spread bancário, diferença entre a taxa de captação dos bancos e o percentual cobrado nos empréstimos aos seus clientes.

    Em julho, a taxa do cheque especial estava em 162,7% ao ano, sendo que 151 pontos percentuais se referem ao spread bancário. A taxa é a mais alta desde agosto de 2003, e o spread desde julho daquele ano.

    Com a alta dos juros, foi verificada redução de 1% no saldo de crédito concedido nessa modalidade, apesar do aumento de quase 20% acumulado no ano.

    Juros

    A alta dos juros bancários foi generalizada no início de agosto, segundo os dados parciais do BC.

    A taxa geral de juros para pessoa física e jurídica subiu de 39,4% no final de julho para 40% ao ano na parcial do dia 13 de agosto. Para pessoa física, o juro médio subiu de 51,4% para 51,9% a.a. Para as empresas, de 27,5% para 28,1% a.a.

    Mais uma vez a alta está sendo puxada pelo spread, que subiu de 25,6 pontos percentuais para 26,5 pontos.

    Apesar desse aumento, o volume de crédito continua crescendo, com alta de 1,4% para o consumidor e de 2,1% para as empresas no início de agosto.

    Recorde

    No mês passado, o volume de crédito bateu recorde em termos percentuais e alcançou 37% do PIB (Produto Interno Bruto), com R$ 1,086 trilhão.

    O volume de financiamentos cresceu 1,7% no mês e acumula alta de 32,7% em 12 meses, de acordo com o Banco Central. No mês anterior, o crescimento em 12 meses estava em 33,4%, o que significa que houve uma leve desaceleração na alta entre junho e julho.

    Em termos percentuais, o recorde do volume de crédito era de janeiro de 1995, quando estava em 36,8% do PIB. A expectativa do BC é que o percentual de crédito termine o ano em 40% em relação ao PIB.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    Com um representante do comércio no comando da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o setor terá mais investimento em 2008. A informação é do próprio secretário Pedro Nadaf.

    Segundo Nadaf, antes 80% dos recursos do Fundo Centro Oeste eram revertidos para o setor da indústria e somente 3% eram repassados para o comércio. Agora ele garante que os comerciantes terão uma parcela maior, podendo chegar até 20%. “Isto não significa que as coisas vão mudar até porque a indústria vai continuar com a maior parcela, só que serei mais justo na hora de distribuir os recursos”, explica.

    O secretário traça um paralelo entre indústria e comércio. Para ele, continuar a investir na vinda de indústria é a melhor solução, pois se aumenta o número de empregos, gera renda e conseqüentemente ocorrerá a elevação do consumo, o que irá beneficiar o comércio.

    Nadaf revelou que nunca existiu um projeto de fortalecimento do comércio no estado. Atualmente, o governo adotou o projeto “Varejo que dá Certo”, que antes tinha apenas algumas ações apoiadas pelo Estado. Também existirão projetos de capacitação para funcionários do comércio.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    A indústria siderúrgica nacional produziu, em julho, cerca de 3,2 milhões de toneladas de aço bruto, superando em 11,5% a produção do mesmo mês no ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), contribuiu para esse resultado o desempenho dos setores automotivo, de máquinas industriais e da construção civil. De acordo com o IBS, o abastecimento do mercado doméstico continua sendo prioridade para as usinas.

    O resultado é o segundo maior recorde mensal da série histórica, superior aos 3,010 milhões de toneladas apurados em dezembro do ano passado. O destaque foi a produção de aços longos, que atingiu o recorde de 974,2 mil toneladas, com incremento de 11,9%.

    No acumulado de janeiro a julho, a produção chegou a 20,645 milhões de toneladas de aço bruto, maior recorde para o período, com crescimento de 7,6%. No mesmo período do ano passado, a produção foi de 19,195 milhões de toneladas. O estado de Minas Gerais manteve a liderança do setor no país, produzindo até julho 7,439 milhões de toneladas, com 36% de participação no total.

    Para o mercado interno, foram vendidos 13,568 milhões de toneladas, o que significa acréscimo de 18,2% no acumulado até julho. No mês, as vendas para o mercado interno somaram 2,076 milhões de toneladas, com expansão de 17,5%, de acordo com dados fornecidos pelo IBS. As vendas de laminados foram recordes em aços planos (+ 7,8%) e longos (+32,3%).

    As vendas contratadas para o mercado externo cresceram 29,4% em julho. Segundo o IBS, grande parte desse aumento pode ser explicada pelas vendas de placas de aço, que atingiram 466,5 mil toneladas (+158,9%). O IBS informou que ainda não dispõe de números referentes às exportações de julho, que envolvem o total de aço embarcado para o exterior.

    No primeiro semestre, as exportações de aço totalizaram 5,038 milhões de toneladas, apresentando retração de 10,3% em comparação com igual período de 2007. Em junho, as exportações caíram 8,4% em tonelagem, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em valor, o IBS apurou aumento de 3,2% nas exportações feitas entre janeiro e junho e de 28,2% em junho.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) contará com R$ 21,2 bilhões do Orçamento Fiscal da União em 2009 para aplicação em infra-estrutura logística, energética, social e urbana.

    O número consta no Orçamento que será enviado ao Congresso Nacional até o final desta semana e é R$ 3,2 bilhões maior do que o previsto para o exercício de 2008.

    Embora o orçamento deste ano, na posição de agosto, indique a previsão de R$ 17,977 bilhões de recursos para investimentos no PAC, os valores empenhados e executados - que indicam o andamento de uma obra - estão muito aquém do previsto. Da dotação orçamentária disponível foram empenhados, até o último dia 6 de agosto, apenas R$ 6,4 bilhões e pagos cerca de R$ 576 milhões.

    A visibilidade do PAC se deve a obras incluídas como restos a pagar no ano de 2007. O Tesouro Nacional desembolsou R$ 4,624 bilhões para pagamento de obras inscritas nessa condição. São obras que foram empenhadas com o orçamento do ano passado, mas concluídas apenas nos primeiros oito meses deste ano.

    A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, pediu a seus colaboradores uma reunião para avaliar o atraso no andamento das obras, em uma espécie de prévia para o balanço do segundo quadrimestre, previsto para 24 de setembro.

    O governo mantém a previsão de investir R$ 67,8 bilhões de recursos fiscais no PAC entre 2007 e 2010. Desse total, R$ 55,5 bilhões estão comprometidos em obras.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    Sinop, no norte de Mato Grosso, será mais uma vez a capital estadual da indústria madeireira. Começa hoje, a partir das 20h, a terceira edição do maior evento do setor e um dos maiores do Brasil, o Promadeira 2008. Realizado a cada dois anos no município, a nova edição foca o mercado nacional. Diferente das edições anteriores, quando era voltado principalmente para o mercado exterior, a feira vai aproveitar o momento favorável do consumo doméstico.

    A feira será realizada até o dia 30 e será instalada no espaço que fica entre os prédios do Sindicato das Indústrias Madeireiras (Sindusmad), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Serviço Social da Indústria (Sesi), na avenida dos Jacarandás, no Centro de Sinop (503 quilômetros ao norte de Cuiabá). Durante os quatro dias a programação será formada por rodada internacional de negócios, encontros empresariais, feira de máquinas, equipamentos, móveis e artesanato, palestras técnicas e exposição de indústrias madeireiras, sindicatos e instituições de todo o mundo. O objetivo do Promadeira, que já está na sexta edição nacional, é trazer para Sinop investidores e divulgar o potencial econômico e a diversidade de produtos florestais da região.

    A organização espera mais de 12 mil visitantes, inclusive empresários russos, 90 expositores e a participação de sindicatos de toda a região, como Aripuanã, Alta Floresta, Juara e Juína. Para o presidente do Sindusmad, José Eduardo Pinto, mesmo com o setor vivendo um momento delicado, com a falta de matéria-prima em diversas empresas, o Promadeira pode ser considerado uma vitrine para bons negócios.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-08-2008 | 10:08
    A partir de hoje o setor madeireiro estará concentrado em Sinop, para acompanhar a 5ª edição do Promadeira, que vai até sábado (30), no estacionamento do Senai/Sesi/Sindusmad. Com ampla programação, o evento apresentará palestras, seminários, workshop, feira de máquinas e equipamentos, móveis e biojóias. A expectativa é que um público de 12 mil visitantes passe pelo local.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-08-2008 | 10:08
    Aproximadamente mais 500 contribuintes (empresas) mato-grossenses do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) serão obrigados a utilizar Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir do dia 1º de setembro para documentar suas transações comerciais.

     

    Por conta disso, a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz/MT) oferecerá a partir deste mês, treinamentos a esses contribuintes para orientá-los sobre as medidas necessárias para aderir à sistemática. Para participar dos treinamentos, os contribuintes podem se inscrever até o dia 30 de agosto, na Escola Fazendária, por meio do telefone (65) 3617-2794 ou do e-mail gef@sefaz.mt.gov.br.

     

    Para tanto, é preciso informar o nome da empresa, a inscrição estadual, CNPJ, município de localização da empresa, nome do representante a participar do treinamento com seu respectivo CPF, telefone e e-mail.

     

    Nos treinamentos, os contribuintes aprenderão a baixar o programa emissor da NF-e, a instalar o certificado digital, que garante a validade fiscal e jurídica da assinatura do emitente, e emitir o documento no modo de testes.

     

    Os treinamentos serão divididos por turmas, nos dias 19, 20, 21, 26, 27, 28 de agosto e 2, 3 e 4 de setembro, das 14h às 15h e das 16h às 17h, na Escola Fazendária, localizada na sede da Sefaz, em Cuiabá. As inscrições devem ser confirmadas, pois as vagas são limitadas em 15 por turma.

     

    As orientações serão fornecidas por meio da Superintendência do Centro Integrado de Atendimento ao Cliente (Sciac) e da Superintendência de Informações do ICMS (Suic) da Sefaz.

     

    OBRIGATORIEDADE

     

    A obrigatoriedade de utilização da NF-e a partir de 1º de setembro atingirá os seguintes segmentos:
    - fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
    - fabricantes de cimento;
    - fabricantes e distribuidores de medicamentos alopáticos para uso humano;
    - agentes que, no Ambiente de Contratação Livre (ACL), vendam energia elétrica ao consumidor final;
    - fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos; relaminados, trefilados e perfilados de aço; e
    - fabricantes de ferro gusa.

     

    Caso os contribuintes desses segmentos deixem de utilizar a sistemática, pagarão multa e terão suas mercadorias apreendidas, além de recolherem o ICMS devido. Isso porque, a partir de 1º de setembro, as notas fiscais em papel emitidas por esses contribuintes serão consideradas inidôneas, ou seja, não terão mais validade.

     

    Portanto, em virtude disso, o secretário de Fazenda, Eder Moraes, recomenda a esses contribuintes não deixarem para emitir o documento eletrônico muito perto do dia 1º de setembro ou somente a partir desta data. Ele aconselha os contribuintes a solicitarem à Sefaz o credenciamento para emissão da NF-e o quanto antes, de forma que a empresa disponha de mais tempo para organizar e executar o seu projeto.

     

    IMPLANTAÇÃO

     

    A NF-e passou a ser utilizada de forma obrigatória para alguns setores desde o dia 1º de abril deste ano, em todo o país. Em Mato Grosso, a implantação do sistema eletrônico de emissão de notas fiscais atingiu, inicialmente, os seguintes segmentos: fabricantes e distribuidores de cigarros; produtores, formuladores, importadores e distribuidores de combustíveis líquidos; transportadores e revendedores retalhistas (TRR); comércio atacadista em geral; frigoríficos e indústria de bebidas; comércio ou indústria madeireira ou moveleira; comércio, indústria ou exportação de soja; e estabelecimentos que realizem operações interestaduais ou de exportação com açúcar, álcool, algodão, arroz, borracha, couro bovino, laticínios, madeira, milho e soja.

     

    Em Mato Grosso, há 2.794 empresas autorizadas a emitir NF-e. De janeiro a 31 de julho de 2008, já foram emitidas 1,4 milhão de notas eletrônicas.

     

    SOBRE O PROJETO

     

    O Projeto da NF-e é uma iniciativa da Secretaria da Receita Federal em parceria com as secretarias de Fazenda dos Estados e grandes empresas voluntárias. A sistemática traz benefícios efetivos a contribuintes, contabilistas e administrações tributárias, como redução de custos de impressão e aquisição de papel; simplificação de obrigações acessórias, como, por exemplo, dispensa de Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF); redução de tempo de parada de caminhões em postos fiscais de fronteira; eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias; melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os Fiscos; diminuição da sonegação e aumento da arrecadação.

     

    SERVIÇO

     

    Mais informações podem ser obtidas nos endereços eletrônicos www.sefaz.mt.gov.br/nfe e www.nfe.fazenda.gov.br. Há também a central de atendimento nacional 0800-9782338. Caso as dúvidas não sejam dirimidas por meio desses dispositivos, a Sefaz/MT disponibilizou os seguintes canais de comunicação:

     

    1 – Atendimento sobre regras da legislação relacionadas à NF-e: das 8h às 18h
    SCIAC - Plantão Fiscal: (65) 3617-2700
    SUIC/GNFS: (65) 3617-2467
    e-mail: nfe@fazenda.mt.gov.br

     

    2 – Atendimento sobre funcionamento técnico de aplicação/certificação digital
    CGTI – Call Center: das 8h às 18h – (65) 3617-2340
    CGTI – Plantão 24 Horas – (65) 3617-2344
    e-mail: callcenter@fazenda.mt.gov.br

     

    Fonte: Fiemt
    27-08-2008 | 10:08
    A economia brasileira atravessa um momento favorável e oferece boas oportunidades de investimentos especialmente nos setores de infra-estrutura e energia. Essa avaliação foi feita nesta segunda-feira, 25 de agosto, durante o 26º Encontro Econômico Brasil-Alemanha. O evento, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã, a BDI, começou neste domingo, 24, e termina na terça-feira, 26, em Colônia, na Alemanha.

    Nas mesas de discussão, os alemães elogiaram a recuperação econômica e listaram as razões para empresas alemãs investirem no Brasil. O presidente da Confederação da Indústrias Alemãs (BDI), Jürgen Thumann, destacou que, recentemente, o Brasil conquistou o grau de investimento das agências de classificação de risco Fitch e Standard & Poor's e deve aplicar cerca de 200 bilhões de euros até 2010 em obras de infra-estrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, o país prepara a Copa do Mundo de 2014. Um projeto que cativou os alemães é o do trem-bala, que deve ligar o Rio de Janeiro a São Paulo, cuja licitação está marcada para 2009. "De trilhos nós entendemos", disse Thumann. Segundo ele, o projeto é "interessantíssimo" para a indústria alemã.

    A expectativa dos empresários brasileiros é que o entusiasmo dos alemães se transforme em investimentos na área de infra-estrutura. De acordo com o diretor-executivo da CNI, José Augusto Coelho Fernandes, as parcerias bilaterais precisam ser ampliadas. "A indústria alemã deve aproveitar as oportunidades de investir em infra-estrutura no Brasil. Um dos grandes objetivos do encontro é trabalhar justamente nessas questões", completou. Ele explicou que o evento ajuda a construir uma agenda de contatos entre os empresários e a identificar os obstáculos às parcerias e ao comércio entre os dois países.

     

    COMBUSTÍVEL VERDE -Outra área que pode incrementar o comércio entre os dois países é a de biocombustíveis. "Queremos criar um mercado para o etanol. A meta do Brasil é fazer com que o produto tenha uma cotação internacional e seja vendido como petróleo", explicou Fernandes. Para isso, o país precisa abrir o caminho das exportações e espera que a Europa use o álcool na mistura com a gasolina. 

     

    Mas isso depende da mudança das políticas européias. Os biocombustíveis enfrentam resistência da opinião pública na Europa, que associa a produção de cana-de-açúcar ao desmatamento da Amazônia e à aceleração dos preços dos alimentos. "O Brasil e a Alemanha têm um futuro de parcerias muito promissor na área de biocombustíveis. Mas precisamos mostrar às pessoas que a produção de etanol não tem nada a ver com a produção de alimentos", afirmou Jürgen Thumann.

     

    Fonte: Fiemt
    27-08-2008 | 10:08
    "O dólar não explica a alta das commodities, mas a fuga do dólar sim", diz Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator. Segundo ele, no longo prazo, não há uma correlação clara e estatisticamente comprovada entre a flutuação do câmbio e das commodities. Contudo, no curto prazo, há relações "claríssimas e indiscutíveis" explicadas por movimentos especulativos. "Não é algo estrutural, mas circunstancial. É algo que dura um tempo, uma bolha".

     

    Os crescentes déficits fiscais, decorrentes da expansão dos gastos de guerra após 2001, a bolha imobiliária e, mais recentemente, o medo de uma recessão nos EUA criaram uma enorme desconfiança de investidores e países em relação ao dólar e papéis de empresas americanas.

     

    O resultado foi uma avalanche de vendas de dólar para financiar a aquisição de outros ativos - especialmente moedas com elevadas taxas de juros (como o real), ações de empresas produtoras de matérias-primas e, claro, contratos futuros de commodities. "A escolha foi por papeis que tivessem características de ativos reais em um período de incerteza", diz Gonçalves, do Fator.

     

    Ficar vendido em dólar e comprado em commodities passou a ser a estratégia dominante e, principalmente, bem-sucedida no mercado financeiro - o que, por si só, consolidou a tese da correlação negativa entre essas duas classes de ativos. Isso fez com que fundos de investimento, soberanos e de pensão aplicassem centenas de bilhões de dólares em contratos de energia, grãos e minérios. O resultado foi uma "financeirização" sem precedentes dos mercados futuros de commodities, que ficaram menos sensíveis a notícias relacionadas aos fundamentos e passaram a integrar um universo regido por indicadores econômicos, especulações, tendências macroeconômicas e estratégias de investimento.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-08-2008 | 10:08
    O Ministério da Fazenda determinou à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) que tome as iniciativas necessárias para promover "a convergência" das normas de contabilidade da União "às normas internacionais de contabilidade". A determinação, que consta da Portaria 184, publicada pela Fazenda na edição de ontem do Diário Oficial da União (D.O.U.), confirma informação antecipada na última sexta-feira (22) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na ocasião, o ministro esclareceu que o novo padrão dará prioridade ao superávit nominal (quando as receitas totais do governo superam as despesas totais), e não mais ao superávit primário ( economia que o governo faz para pagamento de juros da dívida), o que tornará mais transparente a demonstração das contas públicas.

     

    De acordo com o artigo 1º da Portaria, o Tesouro trabalhará no sentido de promover a adequação "às Normas Internacionais de Contabilidade, publicadas pela Federação Internacional de Contabilidade (Ifac, na sigla em inglês) e às Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), respeitados os aspectos formais e conceituais estabelecidos pela legislação vigente".

     

    As iniciativas determinadas pela Fazenda ao Tesouro sobre as diretrizes a serem observadas no setor público quanto aos procedimentos, práticas, elaboração e divulgação das demonstrações contábeis são as seguintes: identificar as necessidades de convergência às normas internacionais de contabilidade publicadas pela Ifac e às normas brasileiras editadas pelo CFC; editar normativos, manuais, instruções de procedimentos contábeis e Plano de Contas Nacional, objetivando a elaboração e a publicação de demonstrações contábeis consolidadas, em consonância com os pronunciamentos do Ifac e com as normas do Conselho Federal de Contabilidade, aplicadas ao setor público; adotar os procedimentos necessários para atingir os objetivos de convergência estabelecido no âmbito do Comitê Gestor da Convergência no Brasil, instituído pela Resolução CFC nº 1.103, de 28 de setembro de 2007.

     

    No artigo 2º, a Portaria 184 estabelece que a Secretaria do Tesouro Nacional promoverá o "!acompanhamento contínuo" das normas contábeis aplicadas ao setor público citadas pelo Ifac e pelo CFC, de modo a garantir que os princípios fundamentais sejam respeitados no âmbito do setor público.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    27-08-2008 | 10:08
    O esforço fiscal nos sete primeiros meses de 2008 superou o previsto para todo o ano. De acordo com relatório divulgado ontem pela Secretaria do Tesouro Nacional, o Governo Central formado pelo Tesouro Nacional, o Banco Central e a Previdência Social economizou R$ 68,430 bilhões. Além de superar a meta de R$ 63,4 bilhões para este ano, o resultado é 43,2% maior que os R$ 47,8 bilhões obtidos nos sete primeiros meses do ano passado. No acumulado de 12 meses, o superávit primário, que é a economia de recursos para pagar os juros da dívida, atingiu 2,86% do Produto Interno Bruto (PIB). A meta estabelecida é de 2,5% do PIB.

     

    Apesar do aperto maior, o governo federal investiu mais neste ano. De janeiro a julho, o valor dos investimentos pagos somou R$ 12,865 bilhões, 49% a mais que os R$ 8,658 bilhões obtidos no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, essa foi a maior expansão registrada até agora.

     

    Os desembolsos com o Projeto Piloto de Investimento (PPI) também aumentaram na comparação com 2007. De acordo com o Tesouro, os pagamentos acumulados com o PPI atingiram R$ 3,31 bilhões de janeiro a julho, mais que o dobro em relação ao R$ 1,611 bilhão gastos nos sete primeiros meses de 2007.

     

    Mesmo com a alta, os gastos com o PPI ainda estão distantes da meta de R$ 13,8 bilhões estabelecida para 2008. O PPI permite excluir do cálculo do superávit primário gastos com investimentos em infra-estrutura e saneamento básico.

     

    No mês de julho, isoladamente, o Governo Central economizou menos que em junho. Segundo o Tesouro, o superávit primário foi de R$ 7,065 bilhões no mês passado, 10,7% a menos que os R$ 7,917 milhões registrados em junho. A economia foi menor em julho devido ao adiantamento do 13º salário aos servidores do Executivo Federal e ao pagamento do abono pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente ao período até o último dia 22 teve desaceleração em cinco das sete capitais nos quais é apurado, informou nesta terça-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas). O índice geral, divulgado ontem, mostrou alta de 0,24%, taxa 0,10 ponto percentual (p.p.) abaixo do registrado no período imediatamente anterior, 0,34%.

     

    A maior desaceleração ocorreu nos preços apurados em Salvador, que caíram de alta de 0,52% para uma de 0,24% --recuo de 0,28 ponto percentual (p.p.). Em seguida vem o recuo observado nos preços em Porto Alegre, que tiveram ligeira variação positiva de 0,02% no período, contra 0,23% de alta uma semana antes (redução de 0,21 p.p.).

     

    São Paulo passou de alta de 0,36% para uma de 0,22% (redução de 0,14 p.p.). Em Recife, o preços subiram 0,21%, contra uma alta de 0,32% uma semana antes (queda de 0,11 p.p.). E em Brasília, os preços tiveram apenas uma ligeira variação para baixo, com alta de 0,37% --há uma semana, a alta apontada foi de 0,40%.

     

    Em Belo Horizonte, os preços subiram 0,67%, contra uma alta de 0,60% uma semana antes; e no Rio de Janeiro houve uma ligeira variação para cima, de 0,15% para 0,17%.

     

    A principal contribuição para a desaceleração no índice geral, segundo a FGV, veio do grupo Alimentação, que teve deflação de 0,45%, a menor taxa desde a segunda semana de julho de 2006, quando houve deflação de 0,64%. Os preços dos alimentos haviam registrado variação negativa de apenas 0,06% na semana encerrada no dia 15 deste mês.

     

    A próxima apuração do IPC-S geral, com dados coletados até o dia 31 deste mês será divulgada no dia 1º de setembro; já a divulgação dos resultados regionais está programada para o dia 2.

     

    Fonte: Folha on-line
    26-08-2008 | 11:08
    O Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto Centro de Vida (ICV) promovem em Cuiabá do dias 9 a 11 de setembro o seminário-oficina "Mudança Climática: Impactos sobre a Agricultura no Mato Grosso e Oportunidades do Mercado de Carbono". O seminário pretende contextualizar e analisar os impactos das mudanças climáticas sobre vários aspectos relacionados à agricultura em Mato Grosso e potenciais oportunidades como o mercado de carbono. A abertura terá a participação de Marcos Santilli do ISA, Sergio Guimarães do ICV e do secretário de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan

     

    Você Sabia? - Em relatório elaborado pela ong Care International e pelo Escritório de Ajuda Humanitária das Nações Unidas , Índia, Paquistão, Afeganistão e Indonésia são países extremamente sensíveis à mudança climática, por sua vulnerabilidade frente a desastres vinculados ao fenômeno, como secas extremas, inundações e ciclones. O relatório afirma que parte dos desafios políticos, entre outros, enfrentados por esses países estão vinculados a esses perigos naturais.

     

    Debates - Durante três dias serão discutidos temas relacionados às mudanças climáticas com instituições de destaque na produção de conhecimento científico brasileiro, tais como Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia(Inpa) , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) , Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Universidade do Estado de são Paulo(USP) . Participam ainda representantes da Sema e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

     

    Borboletas - Considerado um dos mais importantes estudiosos de borboletas dos Estados Unidos, Jim P. Brock esteve mais uma vez ao Brasil estudando e observando o ciclo de vida de mais de 300 espécies que vivem nas matas da RPPN Cristalino, em Alta Floresta. Ao todo, estima-se que existam cerca de 1.800 espécies somente nesta região da Amazônia brasileira. Jim estuda borboletas há 40 anos e já registrou espécies no Equador, Costa Rica, Brasil, Alemanhã, França, Itália, Austria, Canadá e México.

     

    Água, combustível e alimentos - "O fantasma de uma crise que envolva os alimentos, combustível e a água" assedia a maioria das nações em desenvolvimento, alertou Lars Thunell, vice-presidente-executivo da Corporação Financeira Internacional, vinculada ao Banco Mundial. "Creio que estamos em um ponto de inflexão", afirmou. A escassez de água representa uma ameaça ao fornecimento alimentar justamente quando o setor agrícola intensifica a produção, em resposta aos distúrbios pelo encarecimento dos alimentos e pelo aumento da fome e da má-nutrição. No encerramento da Conferência Internacional da Água, encerrada sexta-feira em Estocolmo, Thunell disse que a crescente demanda por água está superando a oferta.

     

    Espera-se que a população mundial, de aproximadamente seis bilhões de pessoas, aumente para cerca de nove bilhões até 2050, com mais de 60% vivendo em megacidades. "Como o consumo de água aumenta onde há desenvolvimento e estilos de vida melhorados, podemos esperar demandas inclusive maiores de água doce", disse Thunell. A agricultura, setor que faz um uso intensivo da água, está se expandindo, e a industrialização e a produção energética estão guiando a demanda, acrescentou.

     

    A Conferência, que teve participação de 2.400 especialistas e funcionários governamentais, terminou com uma grave advertência: que a água e o saneamento se interligam nas raízes da crise alimentar, energética e climática. O Instituto Internacional da Água de Estocolmo disse que o lento avanço em matéria de saneamento fará com que o mundo fracasse no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas. Ao mesmo tempo, uma política fraca, má administração, desperdício cada vez maior e eclosão das demandas hídricas empurrarão o planeta para o ponto de inflexão de uma crise mundial da água.(Envolverde/IPS)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    A partir de amanhã o setor madeireiro estará concentrado em Sinop, para a 5ª edição do Promadeira, que vai até sábado (30), no estacionamento do Senai/Sesi/Sindusmad. Com ampla programação, o evento apresentará palestras, seminários, workshops, feira de máquinas e equipamentos, móveis e biojóias. A expectativa é que um público de 12 mil visitantes passe pelo local, quantidade 100% maior que as 6 mil pessoas registradas na edição anterior, em 2006.

     

    O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, diz que apesar de não ter sido fechada uma estimativa de negócios a serem gerados com o Promadeira 2008, uma das atrações deste ano é a sala de negócios, que reunirá cerca de 90 expositores de máquinas e equipamentos, móveis e outros produtos, o que deve atrair um público não específico. "Temos a confirmado a participação de pessoas vindas de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina".

     

    Já no que diz respeito a melhoria no setor, ele destaca o workshop Saúde e Segurança no Trabalho para o Setor de Base Florestal. Na opinião do presidente, o empresário deve investir na segurança de seus trabalhadores, pois os custos com a prevenção são menores do que com os incidentes. "Vamos mostrar que o investimento na segurança gera economia para a empresa. É muito importante implantar os programas de prevenção".

     

    O comércio exterior também estará em debate durante o evento. Sobre este assunto, Pinto considera que o mercado nacional está aquecido, o que é positivo para o setor madeireiro, que tem reduzindo as exportações, por causa das perdas cambiais em função da baixa no dólar frente ao real. "Para compensar a diferença, temos que colocar no mercado externo produtos mais elaborados, com valor agregado maior".

     

    O Promadeira é realizado a cada dois anos em Mato Grosso, e já é uma referência para o setor madeireiro e moveleiro do país. O evento é promovido pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e pelo Sindusmad.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    A projeção de analistas de mercado para o crescimento da economia em 2009 está em queda pela terceira semana seguida. Segundo o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, a estimativa para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 3,70% para 3,65%. Para este ano, no entanto, a expectativa permanece em 4,80%.

     

    No que diz respeito ao crescimento da produção industrial, a projeção permanece neste ano em 5,50% e, em 2009, em 4,23%. Os analistas estimam que o dólar feche o ano em R$ 1,62, valor maior do que o previsto na pesquisa da semana passada (R$ 1,61). Para 2009, a projeção para a taxa de câmbio permanece em R$ 1,72.

     

    A estimativa para o superávit comercial se manteve em US$ 23,30 bilhões, neste ano, e caiu de US$ 15 bilhões para US$ 14,75 bilhões, em 2009.

     

    Para o déficit em transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior), a projeção subiu de US$ 25 bilhões para US$ 25,5 bilhões.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O menor avanço da inflação em agosto impulsionou o aumento de 6,2% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do mês, segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Aloísio Campelo.

     

    De acordo com ele, as desacelerações de preços mensuradas pelos índices inflacionários em agosto conduziram a uma melhora na avaliação da situação da economia local, quesito que foi determinante para a taxa positiva do ICC no mês. O economista lembrou que, de julho para agosto, o porcentual de entrevistados que avaliam a situação econômica local como boa subiu de 12,0% para 13,8%. Já os entrevistados que avaliam como ruim caiu de 51,0% para 40,6%. "Não é um consumidor superotimista que temos em agosto, mas bem menos pessimista do que o registrado no mês passado", completou Campelo, lembrando que o índice estava com queda de 3,9% em julho. "O ICC estava em uma fase de deterioração, em meses anteriores", afirmou. Campelo comentou ainda que a melhora no ICC foi puxada por avaliação de consumidores mais abastados.

     

    Ao analisar a evolução do índice por faixas de renda, a confiança do consumidor subiu 10,9% em agosto entre os consumidores com renda acima de R$ 9.600 - e apenas 2,5% entre os consumidores com rendimento até R$ 2.100. "O consumidor de baixa renda ainda está cauteloso e preocupado", disse Campelo. Ele lembrou que, este ano, a disparada nos preços dos alimentos afetou mais a camada da população mais pobre, que destina a maior parte de seus gastos para compra de itens alimentícios. Compras - A melhora na confiança do consumidor em agosto não sinaliza uma futura explosão de consumo para os próximos meses, afirmou Campelo. Segundo ele, embora tenha ocorrido, de uma maneira geral, uma recuperação no humor do consumidor, a intenção de compra, ainda opera em um patamar mais baixo do que em igual período no ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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