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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    26-08-2008 | 11:08
    O menor avanço da inflação em agosto impulsionou o aumento de 6,2% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do mês, segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Aloísio Campelo.

     

    De acordo com ele, as desacelerações de preços mensuradas pelos índices inflacionários em agosto conduziram a uma melhora na avaliação da situação da economia local, quesito que foi determinante para a taxa positiva do ICC no mês. O economista lembrou que, de julho para agosto, o porcentual de entrevistados que avaliam a situação econômica local como boa subiu de 12,0% para 13,8%. Já os entrevistados que avaliam como ruim caiu de 51,0% para 40,6%. "Não é um consumidor superotimista que temos em agosto, mas bem menos pessimista do que o registrado no mês passado", completou Campelo, lembrando que o índice estava com queda de 3,9% em julho. "O ICC estava em uma fase de deterioração, em meses anteriores", afirmou. Campelo comentou ainda que a melhora no ICC foi puxada por avaliação de consumidores mais abastados.

     

    Ao analisar a evolução do índice por faixas de renda, a confiança do consumidor subiu 10,9% em agosto entre os consumidores com renda acima de R$ 9.600 - e apenas 2,5% entre os consumidores com rendimento até R$ 2.100. "O consumidor de baixa renda ainda está cauteloso e preocupado", disse Campelo. Ele lembrou que, este ano, a disparada nos preços dos alimentos afetou mais a camada da população mais pobre, que destina a maior parte de seus gastos para compra de itens alimentícios. Compras - A melhora na confiança do consumidor em agosto não sinaliza uma futura explosão de consumo para os próximos meses, afirmou Campelo. Segundo ele, embora tenha ocorrido, de uma maneira geral, uma recuperação no humor do consumidor, a intenção de compra, ainda opera em um patamar mais baixo do que em igual período no ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    Aço bruto - A produção de aço bruto no Brasil atingiu o recorde de 3,2 milhões de toneladas no mês passado, com aumento de 11,5% sobre o mesmo mês do ano passado, informou ontem o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS). O aumento deve-se basicamente aos produtos de menor valor agregado já que os laminados, que continuam tendo a maior produção, até caíram um pouco, de 2,206 milhões de toneladas em julho do ano passado para 2,182 milhões de toneladas em julho deste ano. A queda nos laminados se deve aos produtos planos, cuja produção em julho foi de 1,208 milhão de toneladas, 9,5% abaixo da ocorrida no mesmo mês de 2007. Por outro lado, houve recorde em produtos longos com a marca de 974,2 mil toneladas (+11,9%).

     

    Saldo negativo - O saldo da balança comercial brasileira da quarta semana de agosto (dias 18 a 22 deste mês) foi negativo. O déficit de US$ 840 milhões, foi resultado de US$ 3,731 bilhões em exportações (média diária de US$ 746,2 milhões) e US$ 4,571 bilhões em importações (média diária de US$ 914,2 milhões). Com o resultado da quarta semana de agosto, o superávit acumulado no mês caiu para US$ 1,279 bilhão e, no ano, para US$ 15,932 bilhões. No período dos últimos 12 meses até o dia 22 deste mês, o acumulado é de US$ 31,042 bilhões. O superávit acumulado de agosto é 46,73% menor que o superávit do mesmo período de 2007, que foi de US$ 2,401 bilhões. A média diária das exportações, na comparação com agosto de 2007, cresceu 42,1%, enquanto a média das importações aumentou 69,7%. Em relação a julho passado, a média das exportações aumentou 4,9%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
     Indústrias estão indo para outros lugares do estado e não para Cuiabá e Várzea Grande, entre outros motivos, porque não se tem uma produção adequada no entorno dessas cidades que abastece certos setores industriais.

     

    Mandaram-me uns dados interessantes sobre a produção nesta região. É tudo de gente da iniciativa privada. Até agora não há nada que tenha vindo do governo.

     

    Os dados mostram que o frete aqui é mais barato do que produzir no Nortão. Também é mais barato receber os insumos agrícolas. O preço da terra na região estaria entre 1.500 a 5.000 mil reais por hectare. O preço é o de hoje, no momento que se criar aqui um clima de venda de terras o preço vai subir.

     

    Falam que a terra regional é fértil. Que não existe terra absolutamente ruim. Estudos mostrariam que tipo de adubagem necessitaria a terra. Um estudo que pode ser feito pela Embrapa, Fundação MT ou até mesmo pela UFMT.

     

    Outro dado sobre a terra é que ela não está no bioma amazônico. Lugar que hoje tem o agudo olhar nacional e mundial para se produzir. Chamo atenção, no entanto, para a questão ambiental numa região que circunda o rio Cuiabá. Deve-se ter cuidado especial.

     

    A Baixada tem também calcário por perto, insumo que poderá ser utilizado para a produção agrícola. Uma produção que não será tão extensiva como a da soja. Não há campo para isso. Seriam bens que ajudassem no alimento do gado confinado, aves e suíno.

     

    Também acham que as terras da Baixada são mais fáceis de serem trabalhadas, já estão abertas. Estariam, em tese, fora dos novos rigores dos órgãos ambientais de que não se pode derrubar além de limites estabelecidos. Já fizeram isso mais de século atrás.

     

    As terras da Baixada teriam ainda mais facilidades de créditos. Outros créditos poderiam até ser criados para ajudar no desenvolvimento desta região.

     

    A reposição de peças para as máquinas seria mais em conta do que em lugares mais distantes. Também se teria a facilidade de se estar perto dos órgãos que estão envolvidos na questão da terra, como Incra, Sema, Ibama, Famato, Seder e georreferenciamentos.

     

    Um dado que chama a atenção na avaliação desse pessoal é que o regime de chuvas aqui seria mais apropriado que, por exemplo, no Nortão. Lá há chuva em demasia que atrapalha a colheita ou o plantio. Que aqui se tem menos chuva e é mais bem distribuída.

     

    E, por fim, o que de fato interessa: levando em conta os dados aí de cima seria possível um ganho de cinco reais por saca produzida. Um ganho muito bom, na verdade.

     

    Seria interessante que o governo entrasse nessa discussão. Em MT, no geral, um assunto não é levado em consideração se for levantado por grupos ou pessoas de fora de um governo. Só vai em frente se o assunto for criação do governo do momento.

     

    Uma besteira antiga que merecia ser revista pela importância desse tema para uma empobrecida região. Seria interessante ainda que assunto como este fosse discutido agora na eleição para prefeitos de toda a Baixada. Reconheço que é pedir demais.

     

    Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta às terças, quintas e aos domingos. E-mail: pox@terra.com.br; site: www.alfredomenezes. com

     

    Fonte: Gazeta Digital
    26-08-2008 | 11:08
    O volume de crédito do Sistema Financeiro Nacional chegou a R$ 1,085 trilhão em julho, o que equivale a 37% da soma de bens e serviços produzidos no país, o Produto Interno Bruto (PIB). Esse é o maior percentual da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em julho de 1994. A maior taxa registrada anteriormente foi em janeiro de 1995, quando o percentual chegou a 36,8%, segundo dados do BC.

    A taxa média de juros (pessoas físicas e jurídicas) subiu. O percentual anual passou de 38%, em junho, para 39,4% em julho. Nos 12 meses fechados em julho, a taxa média subiu 3,5%. No ano, a alta é de 5,6%.

    No caso das operações destinadas apenas a pessoas físicas, a taxa média anual passou de 49,1% em junho para 51,4% no mês passado. Essa é a maior taxa desde janeiro de 2007, quando ficou em 52,3% ao ano.

    A taxa média de juros anuais para empresas (pessoa jurídica) passou de 26,6%, em junho para 27,5% no mês passado, a maior desde agosto de 2006, quando ficou em 27,9%.

    Os juros cobrados pelo uso do cheque especial continuam em alta. Em junlho chegaram a 162,7% ao ano, a maior desde agosto de 2003 (163,9%). Em junho, a taxa havia sido de 159,1% ao ano. O aumento foi de 23,5 pontos percentuais em 12 meses e 24,6 pontos percentuais no ano. O saldo do cheque especial no mês para pessoas físicas chegou a R$ 15,561 bilhões, em julho, com uma redução de 1%, em relação ao mês anterior. A população recorre mais ao crédito pessoal (R$ 118,805 bilhões) e a outras modalidades, como cartão de crédito (R$ 20,468 bilhões).

    Os consumidores também estão pagando mais pelo crédito pessoal, que inclui operações com desconto em folha de pagamento. A taxa de juros passou de 51,4% em junho para 53,6% em julho. No ano o aumento foi de 7,8 pontos percentuais e em 12 meses, 3 pontos percentuais.

    A taxa de juro para a compra de veículos passou de 31,1% ao ano para 33,5% ao ano. A alta no ano foi 4,7 pontos percentuais e em 12 meses, 4,8 pontos percentuais.

    A inadimplência geral, considerados atrasos superiores a 90 dias, chegou a 4,2%, contra 4% de junho. Para as pessoas jurídicas, a inadimplência permaneceu em 1,7% e para as pessoas físicas subiu de 7% para 7,3%.

    O prazo médio dos financiamentos para as empresas chegou a 299 dias corridos em julho, contra 303 dias corridos de junho. Para as famílias, o prazo médio passou de 466 para 467 dias corridos.

     

    Fonte: Olhar Direto
    26-08-2008 | 11:08
    A Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembléia Legislativa analisa um projeto de lei que dispõe sobre a proibição do indeferimento de crédito para financiamento habitacional em virtude de inclusão de nome nos cadastros de proteção ao crédito.
    “Direitos fundamentais são os considerados indispensáveis à pessoa humana e o direito social à moradia é um deles, reconhecido e garantido por uma ordem constitucional que se concretiza no individuo em dimensão objetiva, formando, assim, um dos principais pressupostos com que fazer eficaz a dignidade da pessoa humana”, justificou o autor da proposta, deputado José Riva (PP).

    Se sancionada, a lei abrangerá os financiamentos habitacionais concedidos pelos órgãos e instituições públicas estaduais, conveniadas ou em parceria com instituições privadas, em razão da inclusão do nome do consumidor nos cadastros de proteção ao crédito. A medida se aplica também ao financiamento habitacional consignado em folha de pagamento.

    A ação, segundo o autor do projeto, deputado José Riva (PP), visa garantir aos cidadãos o direito social à moradia, conforme prevê a Constituição Federal, em seu art 6º.

    “É patente, assim, a necessidade de garantir aos consumidores o direito a moradia, não podendo existir nenhum empecilho além do razoável, sendo este o caso em que o pagamento das prestações é consignado em folha de pagamento, visto que esta representa garantia por si só mais do que eficaz aos interesses do concedente”, destacou o parlamentar.

     

    Fonte: Olhar Direto
    26-08-2008 | 11:08
         O mercado mantém as reduções nas projeções de inflação para o ano. O Boletim Focus mostrou a previsão média de 6,34% para a variação do IPCA agora em 2008. Na semana passada, a projeção média estava em 6,44%. Isso mostra a incorporação da queda de preços detectada pelos diversos índices, tanto no atacado como no varejo. 
          
         O IPC-S, da FGV, também divulgado neste início de semana, registrou alta de 0,24% na terceira prévia do mês, ante a variação de 0,34% da apuração anterior. Esta foi a menor variação do índice desde julho de 2006. Portanto, em mais de dois anos. Baixa puxada por alimentação, que teve deflação de 0,45%. 
          
         Para 2009, o mercado ainda mantém alguma cautela- a projeção média continua em 5%, acima do ponto central de meta, de 4,5%, objetivo do Banco Central na implementação do aperto monetário. Vários fatores ainda podem limitar a baixa dos índices, como os reajustes das tarifas administradas, dos serviços em geral e outros contratos, que refletem a inflação passada, além de aumentos sancionados pela demanda aquecida. Por enquanto, há uma certa dúvida até mesmo quanto ao ritmo de queda dos preços de commodities no exterior, como petróleo e grãos, que pode ter muita influência na evolução dos preços domésticos. 
          
         Esses fatores também levam o mercado a manter as projeções de uma elevação mais forte dos juros básicos. Por aí, não houve alteração. As projeções para a selic permanecem em 14,75% para o fechamento de 2008; e 14% para 2009. 
          
         Só uma queda mais acentuada da inflação, para um nível que garanta o cumprimento do ponto central da meta, no próximo ano, é que poderá derrubar não só as projeções do mercado, mas também a dosagem de ajuste da Selic nas próximas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária).
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
    Economistas defenderam, em São Paulo, a criação de uma poupança pública brasileira, a fim de servir como suporte para ampliar o crescimento do país. No entanto, em entrevista exclusiva ao AE Broadcast Ao Vivo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou essa possibilidade, explicando que a criação dessa poupança só será possível quando o país dispuser de um superávit nominal.

     

    Os defensores da idéia são o diretor do Centro de Desenvolvimento Internacional da Kennedy School of Government, da Harvard University, Ricardo Hausmann, o diretor- executivo do Unibanco Marcos Lisboa e o professor do Ibmec São Paulo Marcelo Moura, que apresentaram suas posições durante o "Seminário Internacional Brazil"s Growth Diagnosis", promovido pelo Ibmec São Paulo.

     

    Para Hausmann, o crescimento da atividade brasileira tem sido lento e, mesmo assim, registra taxas acima de seu limite potencial. O que estaria "segurando" a expansão brasileira, de acordo com ele, seria a falta de uma poupança pública. Para Lisboa, a falta de uma poupança pública é o principal problema do Brasil hoje.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-08-2008 | 11:08
    No cargo há menos de um mês, a nova secretária da Receita Federal do Brasil, Lina Vieira, se prepara para conduzir uma reestruturação do órgão em todo o país. O objetivo é melhorar o relacionamento da Receita com os contribuintes, pessoas físicas ou jurídicas.

     

    A deterioração dos procedimentos internos exige mudanças no regimento interno para conferir ao trabalho da secretaria mais eficiência e agilidade. Um dos principais focos da reestruturação é assegurar um melhor relacionamento com as empresas, que se queixam das dificuldades até mesmo para resolver pendências simples, como erros no preenchimento de declarações de pagamento dos tributos.

     

    Lina também quer fortalecer as aduanas em todo o país. Há um descontentamento com o atraso do programa de modernização das aduanas. Lançado em 2005, o plano previa a compra de equipamentos, principalmente scanners sofisticados, capazes de visualizar o interior dos contêineres e caminhões sem a necessidade de abri-los. Depois de três anos, nenhum foi adquirido.

     

    Além do atraso no cronograma, a Receita enfrentou problemas na licitação internacional de 37 scanners. As propostas foram finalmente entregues na quinta-feira (21) e o resultado será divulgado no dia 29 de agosto.

     

    A reestruturação dos procedimentos possibilitará uma maior integração da Receita com outros setores do Ministério da Fazenda que cuidam da cobrança de dívidas tributárias, como o

     

    Conselho de Contribuintes e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Essa é uma cobrança do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que está inserida no bojo da reforma, já anunciada, do sistema de cobrança de dívidas da União, que o governo vai encaminhar ao Congresso Nacional. "O governo quer cobrar mais e com maior eficiência", disse uma fonte ao Grupo Estado. Segundo a fonte, a secretária da receita quer fazer a reestruturação rapidamente.

     

    A secretária também pretende, aos poucos, sem grandes traumas para a continuidade dos trabalhos, modificar a cúpula da Receita (secretários, superintendentes, coordenadores). Ela assumiu o cargo, antes ocupado por Jorge Rachid, no fim de julho e não fez modificação entre os principais auxiliares.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-08-2008 | 11:08
    A taxa de inflação que o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M) de agosto revelará nesta semana, na quarta-feira (27), é o principal entre os indicadores da agenda doméstica do final de agosto. O índice que será divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FVG) é o que está melhor sintonizado com o comportamento e formação de preços das commodities no mercado internacional.

     

    Desde que os preços das commodities começaram a desacelerar, há dois meses, o IGP-M bem como outros IGPs, passaram a mostrar perda de força no movimento de alta de preços. Trata-se de um comportamento inerente a um indicador de preços intensivo em matérias-primas com preços forjados no mercado internacional. Elas compõem o Índice de Preços no Atacado (IPA), subíndice que responde por 60% dos IGPs.

     

    Em junho, o IGP-M fechou com uma alta de 1,98%, desacelerou para 1,76% em julho, e fechou com quedas de 0,01% e 0,12%, respectivamente, nas primeira e segunda prévias de agosto. As quedas só não foram maiores porque internamente, os preços dos produtos industrializados ainda continuam pressionados. Além disso, dado o grau de correlação entre as variações dos valores das commodities no mercado internacional e os preços no atacado no mercado doméstico, não vai demorar muito para que os preços no atacado voltem a subir, especialmente os do segmento agrícola. Nesta semana, as commodities voltaram a experimentar novos patamares no mercado externo. E o IGP-M de agosto servirá para, pelo menos, dar subsídios para os analistas começarem a avaliar os passos seguintes dos preços no atacado.

     

    Também na quarta-feira, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgará o seu Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a cidade de São Paulo referente à terceira quadrissemana de agosto. A tendência é de mais uma desaceleração dos preços que, segundo a Fundação, caiu pela nona vez consecutiva na segunda quadrissemana de agosto - período de 30 dias encerrado no dia 15. No centro destas desacelerações estão os menores preços dos alimentos. No caso do IPC da Fipe, os impactos dos alimentos são mais diretos porque estão na ponta do consumidor.

     

    As taxas de inflação só não têm sido menores no âmbito do IPC-Fipe porque o indicador tem refletido a alta de alguns preços monitorados, como energia elétrica, gás canalizado, telefonia e pedágios, entre outros. Na primeira quadrissemana deste mês, o IPC-Fipe fechou em 0,38% e desacelerou para 0,34% na segunda parcial do mês.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    25-08-2008 | 11:08
    O Brasil ganhou importância no cenário internacional. Entre 2006 e 2007, o País teve o maior crescimento de investimentos diretos estrangeiros entre as economias emergentes, à frente de China, Índia e Rússia, segundo a Unctad, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. O volume dobrou - saiu de US$ 18,8 bilhões para US$ 37,4 bilhões. Até julho deste ano, encostou em US$ 20 bilhões, o que leva a acreditar que o País deve atingir este ano o mesmo patamar de 2007, contrariando a tendência mundial, que aponta queda de 37% no fluxo de investimentos.

    Quando a expressão Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) foi cunhada pelo banco Goldman Sachs, há sete anos, economistas do mundo inteiro questionaram a presença do Brasil. Até 2006, ainda não havia consenso se o País poderia ou não fazer parte do bloco que dominaria a economia em 40 anos. O banco revisou suas análises e o manteve na lista. Ainda assim, para muitas multinacionais e fundos de participação estrangeiros, o Brasil só foi redescoberto mais recentemente. "O País está passando por novas fases de crescimento, diferente dos vôos de galinha de antes. Os investidores agora conseguem enxergar a longo prazo", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luis Afonso Lima.


    O avanço em alguns aspectos macroeconômicos é indiscutível. Com a inflação sob controle, os juros em queda, a melhora na renda e a maior oferta de crédito, o consumo disparou, fazendo a festa das montadoras, das construtoras, das empresas de alimentos, dos bancos, das fabricantes de eletroeletrônicos e do varejo de forma geral. O Brasil ainda perde em termos de tamanho e custo de mão-de-obra, mas os estrangeiros estão sendo atraídos principalmente pelo crescimento do mercado local. Nesse quesito, o País já ganha da China, iguala-se à Índia e só perde para a Rússia, segundo levantamento da Unctad e elaborado pela Sobeet.

     

    Fonte: Olhar Direto
    25-08-2008 | 11:08
         O mercado brasileiro reduziu mais uma vez a estimativa para a inflação este ano, mas deixou inalterada as projeções para a taxa básica de juro. 
          
         De acordo com pesquisa feita pelo Banco Central, divulgada nesta segunda-feira, analistas reduziram para 6,34 por cento a estimativa para a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que baliza a política de metas de inflação no país. 
          
         No levantamento anterior, analistas esperavam que a inflação este ano atingisse 6,44 por cento. 
          
         Apesar da mudança no cenário de curto prazo, o quadro para 2009 continua o mesmo. Analistas acreditam que o IPCA fechará o próximo ano com alta de 5 por cento. 
          
         Com isso, o cenário de juro traçado pelos analistas também não sofreu alterações. Os cálculos apontam para uma taxa de juro de 14,75 por cento ao final deste ano e de 14,0 por cento em dezembro de 2009. 
          
         Em termos de crescimento, a aposta é que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 4,80 por cento este ano, mesmo patamar indicado no levantamento anterior. Mas para 2009, a projeção sofreu mais um corte, passando de 3,70 por cento para 3,65 por cento.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
          Após dez anos praticamente impedidos de aumentar suas dívidas, os governos estaduais retomaram o endividamento. Até a semana passada, obtiveram autorização do Tesouro para tomar R$ 9,5 bilhões em dívidas. 
          
         O valor é 281% superior a tudo o que foi emprestado no ano passado. É também um volume inédito nas finanças estaduais desde 2002. 
          
         A mudança reflete uma nova etapa no relacionamento entre governo federal e Estados. Por ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Tesouro Nacional tem procurado maneiras de flexibilizar e viabilizar a realização de investimentos pelos governadores. 
          
         "Nos empenhamos e permitimos que os Estados tomem esses empréstimos quando eles têm desempenho fiscal satisfatório, quando estão em dia, pagando, saneando as finanças públicas", afirmou o ministro Guido Mantega (Fazenda) na semana passada, durante programa oficial de rádio, ao comentar o empréstimo tomado pelo Rio Grande do Sul. 
          
         O Estado com o maior volume de pedidos de crédito em andamento é São Paulo. Do limite de R$ 6,7 bilhões que o governador José Serra (PSDB) conseguiu obter nas negociações com o Tesouro em 2007, R$ 4,441 bilhões já estão sob análise dos técnicos federais.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
          Nos contratos bancários não se aplica a limitação dos juros de 12% ao ano, prevista na Lei de Usura, a não ser quando ficar demonstrada a abusividade da taxa de juros pactuada acima daquele percentual e em relação à taxa média de mercado. Com esse entendimento a Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso proveu, à unanimidade, recurso interposto por uma instituição financeira contra a decisão prolatada no Juízo da 2ª Vara da Comarca de Juína (735 a noroeste de Cuiabá). Na sentença original, a referida taxa foi deferida na ação de embargos do devedor, movida pela correntista, cujo contrato previa taxa de juros de 2,5% ao mês e 34,49% ao ano. 
          
         Conforme os autos, o banco apelante Bradesco S/A buscou a reforma da sentença singular de parcial procedência dos embargos do devedor contra si movidos por uma correntista, e pugnou para que seja mantida a taxa de juros pactuada em 2,5% ao mês e 34,49% ao ano no contrato entre ambos celebrado. O apelante também pediu a inversão do ônus da sucumbência, já que em decisão de Primeira Instância foi determinado o pagamento proporcional das taxas e honorários pelas partes (Recurso de Apelação Cível no. 74065/2008). 
          
         Segundo o relator, desembargador José Ferreira Leite, o recurso merece provimento porque no caso em questão não ficou demonstrado que as taxas afiguram-se abusivas, em relação à taxa média de mercado. A apelada, devidamente intimada, deixou transcorrer o prazo para a apresentação das contra-razões. 
          
          Nesse sentido, afirmou o magistrado, caminha a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça: “... os juros pactuados em taxa superior a 12% ao ano não são considerados abusivos, exceto quando comprovado que são discrepantes em relação à taxa de mercado, após vencida a obrigação, hipótese não corrida nos autos (...)”. (AgRg no REsp. 782.895/SC, Terceira Turma – 19.06.2008 STJ) 
          
          O relator também julgou improcedente os embargos do devedor, condenando, a embargante apelada no pagamento das custas processuais e honorários advocatícios fixado em R$ 2 mil, nos termos do artigo 20, parágrafo 4º do CPC.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    25-08-2008 | 11:08
    Grupos chineses que até agora apenas exportavam máquinas para construção e mineração decidiram produzir esses equipamentos no Brasil. Segundo reportagem de Gitânio Fortes, publicada nesta segunda-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL), cerca de 20 marcas disputam um mercado que, de janeiro a julho deste ano, negociou 8.195 unidades, crescimento de 54,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

     

    Com 20 mil funcionários e seis fábricas na China --uma delas na capital do país, em Pequim-- e unidades nos Estados Unidos e na Índia, o grupo Sany escolhe um terreno para se estabelecer na região de Campinas (SP).

     

    "A compra deve ser fechada ainda neste ano", disse à Folha Shen Chao, diretor de vendas e marketing. A empresa planeja investir, ao todo, US$ 100 milhões no empreendimento. Mil empregos devem ser criados.

     

    De acordo com a reportagem, a valorização do real --que facilita as compras de outros países-- está na raiz do movimento que vem resultando no interesse de grupos chineses investirem em fábricas próprias no Brasil.

     

    Fonte: Folha on-line
    25-08-2008 | 11:08
    Os economistas ouvidos pela pesquisa semanal do Banco Central reduziram, pela quarta semana seguida, a previsão para a inflação em 2008.

     

    Também aumentaram as apostas de que a alta dos juros vai frear o crescimento da economia brasileira em 2009.

     

    A expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) neste ano, que serve como meta de inflação, caiu de 6,44% para 6,34%. Há quatro semanas, estava em 6,58%. Se confirmado, o indicador ficaria abaixo do teto da meta de inflação para esse ano, que é de 6,50% (meta de 4,5% com dois pontos percentuais de tolerância para cima e para baixo).

     

    A estimativa para a inflação para os próximos 12 meses também recuou, de 5,31% para 5,25%. Foi mantida ainda a previsão para o IPCA em 2009 (5%).

     

    Juros

     

    Essas previsões vêm caindo desde que o BC decidiu intensificar o ritmo de aumento da taxa básica de juros, a Selic. Desde o início do ano, a Selic já subiu de 11,25% para 13% ao ano. No final de julho, o BC promoveu o maior aumento de juros desde o início do governo Lula, numa tentativa de trazer a inflação de volta para o centro da meta no próximo ano.

     

    Em relação aos juros, os economistas esperam que a taxa básica (Selic) termine 2008 em 14,75% ao ano, mesma previsão da semana passada. Para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC) de setembro, a aposta é de uma alta de juros para 13,75% ao ano.

     

    Crescimento

     

    A expectativa do mercado financeiro é que os juros mais altos também tenham reflexo no crescimento da economia no próximo ano.

     

    Os economistas que participam da pesquisa do BC reduziram as expectativas de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no próximo ano de 3,70% para 3,65%.

     

    Para 2008, foi mantida a previsão de 4,8%.

     

    Inflação

     

    Em relação aos outros índices de inflação, também houve queda nas previsões para 2008.

     

    A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 10,86% para 10,38%; e o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve a previsão reduzida de 10,96% para 10,73%. A expectativa para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) caiu de 6,48% para 6,44%.

     

    Para 2009, a previsão para o IGP-M ficou estável em 5,50%. A do IGP-DI caiu de 5,32% para 5,30%. Para o IPC-Fipe, passou de 4,64% para 4,67%.

     

    Outros indicadores

     

    A estimativa para o dólar subiu de R$ 1,61 para R$ 1,62 no final deste ano. Para dezembro de 2009, a previsão ficou em R$ 1,72.

     

    A estimativa para o saldo da balança comercial em 2008 ficou estável em US$ 23,3 bilhões. Para 2009, caiu de US$ 15 bilhões para US$ 14,75 bilhões.

     

    A expectativa para o déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 25 bilhões para US$ 25,5 bilhões e aumentou de US$ 33,42 bilhões para US$ 34,80 bilhões em 2009.

     

    Caíram as expectativas de investimentos estrangeiros diretos de US$ 34,65 bilhões para US$ 34,50 bilhões (2008). Para 2009, foi mantida a previsão de US$ 30 bilhões.

     

    A previsão para a relação dívida/PIB neste ano ficou estável em 40,50%. Para 2009, subiu de 39,25% para 39,47%.

     

    Fonte: Folha on-line
    25-08-2008 | 11:08
    Tomate e batata lideraram queda do indicador.
    Transportes e vestuário também contribuíram.

     

    A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) voltou a recuar na terceira semana de agosto. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador ficou em 0,24%, ante 0,34% na pesquisa anterior. A taxa é a menor desde a terceira semana de março de 2008, quando o índice registrou variação de 0,23%.

     

    A queda do indicador foi puxada pelo aprofundamento da deflação nos itens de alimentação, que ficaram, em média, 0,45% mais baratos – na menor taxa desde julho de 2006. Na semana anterior, a taxa do grupo foi de –0,06%.

    Os principais destaques vieram de hortaliças e legumes (de -4,99% para -7,08%), carnes bovinas (de 0,24% para -0,41%), laticínios (de -0,53% para -0,84%) e óleos e gorduras (de -0,39% para -0,86%).

    As maiores influências de baixa sobre o IPC-S também vieram dos alimentos. O preço do tomate recuou 27,22%, enquanto o da batata-inglesa caiu 8,17%. Já o leite longa vida ficou em média 1,98% mais barato. 

     

    Outros grupos
    Também registraram recuos em suas taxas de variação na passagem da segunda para a terceira semana de agosto, contribuindo para a desaceleração do IPC-S, os grupos transportes (de 0,23% para 0,18%), vestuário (de -0,23% para -0,27%) e educação, leitura e recreação (de 0,09% para 0,06%). Nessas classes de despesa, destaque para o comportamento dos itens gasolina (de 0,25% para 0,14%), roupas (de -0,51% para -0,74%) e passeios e férias (de 0,70% para 0,36%).

    Em contrapartida, os grupos despesas diversas (de 0,71% para 0,97%), habitação (de 0,81% para 0,85%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,52% para 0,54%) registraram elevações em suas taxas de variação.

     

    Fonte: G1
    25-08-2008 | 11:08
    ICC registrou alta de 6,2% entre julho e agosto, mostra FGV.
    Percepção sobre situação atual teve melhora de 9,3%.

     

    O consumidor brasileiro entrou em agosto um pouco mais confiante em relação à situação econômica, mostrou pesquisa divulgada nesta segunda-feira (25). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou um aumento de 6,2% entre julho e agosto, recuperando parte das perdas ocorridas nos últimos meses.

     

    "Tanto as avaliações sobre a situação atual quanto as expectativas em relação aos próximos meses tornaram-se mais favoráveis", afirmou a FGV em comunicado.

     

    O índice que apura a situação atual subiu 9,3%, enquanto o índice de expectativas avançou 4,6%.

     

    A sondagem de expectativas do consumidor é realizada pela FGV com base numa amostra de mais de 2 mil residências em sete das principais capitais brasileiras. A pesquisa foi feita entre 1º e 20 de agosto.

     

    Fonte: G1
    25-08-2008 | 11:08
    Nos próximos dias, Sinop será palco da maior feira de exposições e negócios do setor madeireiro e moveleiro da região norte de Mato Grosso. Promovido pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado (Sindusmad), o Promadeira 2008 ocorrerá entre os dias 27 a 30 de agosto.

    Com a parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), a feira contará com ciclo de palestras, oficinas, feiras, workshops e espaço para negócios. Com o slogan “Manejar é crescer com sustentabilidade”, o evento espera sensibilizar a sociedade para a preocupação da preservação da floresta e utilização racional dos recursos naturais.

    Para o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, o Promadeira, além de fomentar a economia do Estado, por meio das feiras e exposições, tem o objetivo de subsidiar os empresários do setor de base florestal com informações importantes para o aprimoramento das empresas. “É por meio da troca de informações que as novidades são conhecidas, alternativas apontadas e o crescimento garantido”.

    Este ano, os participantes poderão assistir até 12 palestras e participar de seis oficinas. Além de seminários específicos do Promadeira, haverá dois workshops que promoverão encontros de negócios, debates trabalhistas e oficinas direcionadas aos moveleiros. O primeiro workshop é o de “Comércio Exterior e Política de Desenvolvimento Econômico” e o segundo é “Saúde e Segurança no Trabalho”.

    Na quinta e sexta-feira, as palestras acontecem apenas no período noturno, com início ás 19h. No sábado (30), os seminários começam logo de manhã, às 9h. O ciclo acontecerá no auditório do Senai e as oficinas no Espaço Manejo Florestal (salão de móveis e decoração).

    Realizado a cada dois anos em Mato Grosso, o Promadeira tornou-se referência do setor madeireiro e moveleiro do país. Pela terceira vez consecutiva em Sinop, o evento acontecerá no estacionamento do Sesi/Senai/Sindusmad. A expectativa é reunir mais de12 mil visitantes e 90 expositores nos três espaços da feira: Floresta em Pé (Feira de Madeira); Desenvolvimento Sustentável (Feira de Máquinas, Equipamentos e Institucional) e Manejo Florestal (Salão de Móveis e Decoração). A entrada é gratuita.

    Mais informações: (66) 3531-5900.

     

     

    Fonte: Secom-MT
    23-08-2008 | 11:08
    O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é pouco conhecido pela população, que ainda confunde a autoria das obras e não sabe se o investimento foi feito pelo governo federal, por Estados ou por municípios. A conclusão consta de uma pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), em todo o País, e acendeu o sinal amarelo no Palácio do Planalto.

    O levantamento foi realizado há um mês para medir a eficiência dos programas do governo, às vésperas das eleições municipais, e orientar as ações de propaganda. Os problemas de identidade que atingem o PAC, também revelados em sondagens qualitativas para medir a impressão dos eleitores, surpreenderam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na tentativa de dar visibilidade ao plano e ao conjunto de investimentos no País, Lula promoverá uma megarreunião no Palácio do Planalto, na próxima quinta-feira.


    A pajelança reunirá empresários, integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, líderes e presidentes de partidos da aliança governista. Ao lado da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff - candidata predileta do Planalto para a disputa presidencial, daqui a dois anos -, Lula dirá que há investimentos garantidos no País até 2012. A "mãe do PAC", como Dilma foi batizada por Lula, ficará novamente sob os holofotes.


    O presidente tem reclamado com freqüência da divulgação precária dos programas de seu governo. Fica contrariado também com o fato de prefeitos e governadores não darem crédito para as obras federais.

     

     

    Fonte: Olhar Direto
    23-08-2008 | 11:08
    As obras da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia, já podem ser iniciadas. O projeto básico da usina foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), conforme despacho publicado hoje (22) no Diário Oficial da União.

     

    A aprovação significa que a Aneel concluiu que o projeto tem viabilidade técnica. A decisão da agência só foi emitida depois que o projeto obteve a Outorga de Disponibilidade Hídrica, concedida pela Agência Nacional de Águas (ANA), e a Licença de Instalação, emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

     

    A Usina de Santo Antônio terá 3,1 mil megawatts de capacidade instalada e deverá gerar energia a partir de dezembro de 2012. O valor total do investimento para a construção da hidrelétrica, avaliado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), é de R$ 9,5 bilhões.

     

    A empresa responsável pela obra é a Madeira Energia, resultante do consórcio que venceu o leilão realizado em dezembro do ano passado, formado pela Odebrecht, Furnas, Andrade Gutierres e Cemig.

     

    Fonte: Mídia News
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