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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
NOTÍCIAS
    09-09-2008 | 11:09
    A Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de baixa umidade do ar às defesas civis dos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Bahia, Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará e Distrito Federal.

    Entre hoje (8) e quarta-feira (10), uma massa de ar seco cobre grande parte do Brasil e mantém as condições de baixos índices de umidade relativa do ar no oeste e centro da Bahia, no centro-sul do Maranhão, no centro-sul do Piauí, no Tocantins, no sudeste do Pará, no centro-leste e nordeste do Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, no centro-norte, noroeste e leste de Minas Gerais, Goiás e no Distrito Federal.

    Persiste o alerta de que a umidade relativa mínima fica em torno dos 20%. Hoje (8), o alerta é válido para centro-oeste e norte do Mato Grosso do Sul, centro-oeste, norte e leste goiano. Amanhã (9) e quarta-feira (10), o alerta estende-se para o sul do Mato Grosso, Triângulo Mineiro, todo o estado do Mato Grosso do Sul e de Goiás.A Secretaria Nacional de Defesa Civil desaconselha atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10 e 17h, especialmente entre as 14 e 16h, período do dia em que a umidade do ar fica mais baixa. Orienta-se também para a ingestão de bastante líquido para não ter problemas de desidratação.Alerta-se também que o tempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Com isso, recomenda-se à população não fazer fogueiras nas proximidades de matas e florestas.

    Além disso, os motoristas que trafegarem por regiões sujeitas a incêndios deverão ter atenção redobrada devido à visibilidade reduzida pela fumaça, e também evitarem jogar pontas de cigarros para fora dos veículos.

     

    Fonte: Mídia News
    09-09-2008 | 11:09
               Na semana em que serão conhecidos dois importantes indicadores da economia, o PIB (Produto Interno Bruto) e a nova taxa básica de juros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o crescimento da economia é "robusto", mas não gera pressões inflacionárias. 
          

         Mantega afirmou que o país cresce a taxas acima de 4% e de até 5% ao ano, "como está ocorrendo nos dias de hoje". Disse também que a taxa de investimento, importante fator para que não haja aumento da demanda acima da oferta, cresce a mais de 15% ao ano. 
          

         "É um país dinâmico, que tem a oferta crescendo acompanhando a demanda, portanto, não gera pressões inflacionárias. Esta robustez do Brasil nos deu o reconhecimento internacional", afirmou. 
          
         Na próxima quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) se reúne para avaliar um novo aumento dos juros, que devem subir de 13% para 13,75% ao ano, segundo previsões do mercado financeiro. Uma das principais preocupações do BC é o aumento forte da demanda em relação à oferta, o que pode pressionar a inflação. 
          
         PIB 
          
         No mesmo dia, mais cedo, o IBGE divulga os números do PIB, que devem mostrar forte crescimento do país, apoiado no aumento da demanda. 
          
         Em relação ao PIB, o ministro afirmou várias vezes que os resultados são "robustos" e que o país deixou para trás "aquele crescimento modesto das décadas anteriores". 
          
         "O Brasil deixou de ser um país do presente e do passado para ser um país do futuro. O Brasil hoje tem um horizonte de longo prazo e, com essas condições que foram criadas, nós poderemos ter esse crescimento sustentável se repetindo ao longo de muitos e muitos anos", disse. 
          
         As afirmações do ministro foram feitas durante a cerimônia de descerramento da placa comemorativa dos 200 anos do Ministério da Fazenda, realizada na sede do ministério, em Brasília. 
          
         Crise internacional 
          
         Em relação à crise internacional, Mantega afirmou que o Brasil hoje é um país que tem uma baixa volatilidade externa e creditou o resultado ao trabalho "eficiente e perspicaz" do Ministério da Fazenda de todos os governos. 
          
         "Conseguimos fortalecer os fundamentos econômicos. O Brasil hoje consegue uma economia sob controle, mesmo diante de um quadro internacional diverso", afirmou. 
         
    Fonte: 24 Horas News
    09-09-2008 | 11:09
    O intercâmbio comercial entre Brasil e Japão será o assunto do encontro entre empresários do grupo internacional Sojitz e empreendedores mato-grossenses, nesta sexta-feira (12), às 14h, na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt). Participam da reunião o vice-presidente da Sojitz do Brasil S.A., Tomoyoshi Egami, e o diretor da Sojitz do Brasil/São Paulo, Ikuya Sekine, que vão repassar o interesse do grupo em investir no Estado.

     

    De acordo com a diretoria da Sojitz, os setores de infra-estrutura, logística, comércio e esmagamento de soja, mineração e estrutura portuária serão os próximos investimentos do grupo, fato que oportunizará negócios com empresários mato-grossenses. A iniciativa de receber os investidores japoneses partiu da Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) que, durante participação no Fórum de Legisladores Tóquio G8+5, ocorrido em junho, verificou o interesse do grupo pelo Estado, tanto na comercialização de produtos quanto no turismo. “São setores que os japoneses enxergam como grandes potenciais, fato que os instiga a conhecer mais sobre o Brasil, em especial Mato Grosso”.

     

    Para o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan, o encontro reforça o cenário atual de aquecimento da economia mato-grossense. “O Estado cresce com índices comparados aos dos ‘tigres asiáticos’ e essa realidade abre muitos mercados para os empresários locais, que devem aproveitar a oportunidade para engrandecer seus negócios”, avalia. As inscrições para o encontro são gratuitas e podem ser feitas no site da Fiemt (www.fiemt.com.br). As vagas são limitadas. Mais informações pelos telefones (65) 3611-1594 e 3611-1678.

     

    SOJITZ - A SDB (Sojitz do Brasil) surgiu em 2004 pela fusão de duas tradings japonesas (Nissho Iwai e Nichimen), atuantes há quase meio século no mercado brasileiro. Oferece aos clientes e parceiros soluções integradas para investimento e administração de projetos, acordos financeiros, informações de mercado, marketing para exportação de produtos brasileiros, introdução de tecnologia de ponta, importação de produtos de alta tecnologia e valor agregado para o mercado brasileiro, soluções de logística, consultoria, entre outras. Sediado em Tóquio, Japão, o Grupo Sojitz coordena uma rede de 72 escritórios e 621 empresas subsidiárias e coligadas pelo mundo todo.

     

    Fonte 24 Horas News
    08-09-2008 | 12:09

    O IGP-Di (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) teve deflação de 0,38% em agosto, contra 1,12% de alta em julho. Foi o menor índice desde março de 2006, quando houve deflação de 0,45%. No ano, o índice acumula alta de 7,93% e, nos 12 meses até agosto, a alta acumulada é de 12,80%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

     

    A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de agosto foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

     

    O IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou deflação de 0,80%, contra 1,28% em julho. O índice relativo a Bens Finais teve ligeira variação positiva de 0,07%, abaixo dos 0,44% um mês antes, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de alta de 1,25% para deflação 0,31%). Excluídos os alimentos in natura e combustíveis, o índice de bens finais subiu 0,07%, abaixo do 0,65% de agosto.

     

    O índice do grupo Bens Intermediários subiu 1,35%, contra 1,86% em julho, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 1,77% para 0,57%). Excluídos combustíveis e lubrificantes para a produção, o índice subiu 1,50%, contra 1,73% um mês antes.

     

    No estágio das Matérias-Primas Brutas, houve queda de 1,39% em julho para -4,84% em agosto. Os destaques foram soja em grão (2,01% para -12,39%), tomate (0,44% para -50,19%) e milho em grão (5,71% para -12,52%). Em alta ficaram cana-de-açúcar (0,12% para 1,82%), fumo em folha (-0,30% para 2,89%) e aves (3,28% para 3,90%).

     

    O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,14%, contra 0,53% em julho, com destaque para os grupos Alimentação (0,83% para -0,71%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,69% para 0,43%). Os itens que se sobressaíram foram hortaliças e legumes (-1,66% para -8,54%), Arroz e Feijão (2,29% para -3,49%), carnes bovinas (3,39% para -0,51%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,37% para 0,23%) e medicamentos em geral (0,22% para 0,15%).

     

    Já os grupos Despesas Diversas (0,43% para 1,04%), Vestuário (-0,54% para -0,23%), Habitação (0,59% para 0,72%), Educação, Leitura e Recreação (0,22% para 0,26%) e Transportes (0,19% para 0,21%) subiram, com destaque para cigarros (de estabilidade para alta de 1,06%), calçados (-0,06% para 0,55%), tarifa de telefone fixo residencial (0,69% para 2,11%), salas de espetáculo (-0,55% para 1,89%) e serviços de oficina (-0,15% para 1,15%). O núcleo do IPC subiu 0,30% em agosto, mesma de julho.

     

    O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 1,18%, contra 1,46% um mês. O grupo Serviços desacelerou de 1,05% para 0,66%. O grupo Mão-de-Obra também apresentou desaceleração, de 1,14% em julho para 0,11% em agosto. Já o grupo Materiais avançou de 1,88% para 2,40%.

     

    Fonte: Folha on-line

     

    08-09-2008 | 12:09
    Jornalista, membro do Conpresb (Conselho de Gestão da Área de Preservação de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade)

     

            Sob o título acima, publiquei em 1992, no Correio Braziliense, artigo em que denunciava o processo de poluição visual da nossa jovem capital, fazendo apelo ao então governador Joaquim Roriz para que tomasse providências quanto à disciplina na instalação de outdoors, placas, banners, letreiros e outros engenhos publicitários.

     

     

            Somente agora, 16 anos depois, o governo Arruda conseguiu a proeza da limpeza visual da cidade, pelo menos no que se refere aos outdoors do Plano Piloto.

     

     

     Ação que se soma à retirada dos camelôs das ruas, com a instalação dos shoppings populares, e à demolição dos prédios irregulares abandonados na área tombada de Brasília, ações que podem servir de referência como atos politicamente corretos que os governadores e prefeitos devem realizar.

     

     

            Recordo que, no artigo, afirmei que estava ficando difícil fotografar Brasília, pois as placas, letreiros e painéis tomavam conta de uma paisagem planejada por nossos idealizadores para ser uma cidade limpa despojada da febre de néon que inunda e torna poluídas visualmente outras cidades.

     

     

    A única exceção prevista por Lucio Costa para a instalação de placas de néon nas fachadas, na descrição do Plano Piloto, foi o Setor de Diversões, pelas características evidentes do local, que requer um toque de diversão, de vida noturna, de movimento.

     

     

     Fora disso, a cidade foi planejada para ser limpa, clean, com prédios de concreto aparente ou vidro, amplos espaços e o horizonte vazado, criando a já famosa sensação do céu como o mar de Brasília, que tanto tem inspirado os nossos artistas com ligação com a cidade, como Ney Matogrosso, Cássia Eller, Oswaldo Montenegro, Renato Russo e outros luminares da nossa rica constelação musical.

     

     

     

            Havia a prática condenável das construtoras de deixar no topo dos prédios, mesmo após o habite-se, placa com o nome da empresa.

     

     

    Prática infelizmente ainda hoje vista em Águas Claras e outras cidades, sem nenhuma fiscalização por parte das administrações regionais.

     

     

            Lembrei que esse tipo de propaganda pode gerar efeito contrário, uma antipatia à marca da empresa, como ocorreu no Rio de Janeiro, na época dos famosos espigões, obrigando uma das maiores construtoras do país de então, a Gomes de Almeida Fernandes, a mudar a sua marca para Gafisa, para se livrar da pecha de símbolo do capitalismo selvagem e do desrespeito ao espaço urbano.

     

     

            Na ocasião, fiz apelo ao então jovem empresário Paulo Octávio para que retirasse a placa com seu nome do topo dos prédios do Kubitschek Plaza e Manhattan Flat, no que ele prontamente atendeu, colaborando para o início de campanha que empreendemos no Conpresb (Conselho de Gestão da Área de Preservação de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade) para uma disciplina legal dos outdoors, enfrentando o lobby das empresas.

     

     

            O apelo que faço agora é ao presidente da Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Adalberto Valadão, para que oriente os associados a usarem placas só enquanto permanece a obra, evitando desgaste à imagem das empresas.

     

     

            E, também, ao Governo do Distrito Federal, no caso para que continue com a limpeza visual do DF, permitindo outdoors fora da área tombada, mas com rigor e disciplina.

     

     

     Por exemplo, estabelecendo a distância mínima de 250 metros entre um engenho e outro, conforme decreto recentemente publicado regulamentando a Lei 3.036, e proibindo os outdoors de colunas de madeira ou PVC a pouco mais de um metro do solo, o que contribuirá para que o morador ou motorista possa ver as árvores, o gramado e os jardins.

     

     

     Afinal de contas, os cidadãos das cidades-satélites não são cidadãos de segunda categoria.

     

     

            Resta muito o que fazer, inclusive no que se refere à disciplina da sinalização visual urbana das placas e letreiros no comércio local, já objeto da repulsa de Oscar Niemeyer, que ficou horrorizado em sua última visita a Brasília com a proliferação dessas placas de forma caótica.

     

     

     Essas e outras questões precisam urgentemente de definições do GDF, com a reativação do Conpresb, pois Brasília deve ser um modelo, uma referência para o Brasil também nessa área. Todos sairemos ganhando.

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 12:09
    Governo americano intervém na Freddie e Fannie e determina a troca de diretores.

     

     

    Companhias possuem US$ 6 tri em empréstimos

     

     

            O Tesouro americano colocou sob tutela as companhias de refinanciamento hipotecário Freddie Mac e Fannie Mae, até que se recuperem da crise financeira provocada pelo estouro da bolha de crédito imobiliário.

     

     

    "Esse plano é o melhor meio de proteger nossos mercados e os contribuintes do risco sistêmico imposto pela situação financeira atual", declarou o secretário americano do Tesouro, Henry Paulson, em anúncio feito ontem.

     

     

     

            De acordo com o Tesouro americano, as duas companhias possuem quase a metade dos US$ 12 trilhões em empréstimos para a habitação nos EUA e emitiram US$ 5 trilhões em títulos apoiados por dívida e hipoteca.

     

     

     Mais de US$ 3 trilhões desses fundos estão nas mãos de instituições financeiras dos EUA, enquanto o restante pertence estrangeiras.

     

     

            Por meio de comunicado, o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, aprovou a intervenção.

     

     

     "Eu apoio firmemente a decisão do diretor da Agência Federal de Financiamento de Moradia, James Lockhart, de colocar a Fannie Mae e a Freddie Mac sob tutela, assim como as medidas adotadas pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, para garantir a solidez financeira desses dois organismos", declarou.

     

     

     "Essas etapas necessárias vão ajudar a reforçar o mercado americano imobiliário e a promover estabilidade nos mercados financeiros", acrescentou o presidente do Fed.

     

     

     

            O Tesouro americano indicou que a direção das duas companhias foi esvaziada e que vai comprar na Bolsa as ações das duas empresas.

     

     

     Henry Paulson disse que o governo do presidente George Bush está disposto a investir US$ 100 bilhões de dólares em cada uma das empresas.

     

     

    "Com base no que aprendemos sobre as instituições nas quatro últimas semanas, inclusive o que aprendemos sobre suas necessidades de capital, e tendo em vista as condições atuais do mercado, concluí que seria do melhor interesse do contribuinte fazer um simples investimento em capital nestas empresas", informou.

     

     

     

            Confiantes em sua capacidade de refinanciamento, Fannie Mae e Freddie Mac compram dos bancos empréstimos imobiliários que eles concedem a particulares e os vendem em seguida a investidores institucionais.

     

     

    Os bancos ganham com isso liquidez para realizar novos empréstimos, contribuindo assim para o dinamismo do mercado imobiliário.

     

     

     Fannie Mae e Freddie Mac respondem por mais de 40% dos empréstimos imobiliários concedidos nos EUA.

     

     

    Os dois grupos vêm garantindo há 40 anos a fluidez do mercado de crédito imobiliário do país ao facilitar o acesso da classe média americana à casa própria.

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 12:09
    O mercado de imóveis do Brasil está vivendo um momento diferente e não deve passar por turbulência semelhante à americana, diz o presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), José Conde Caldas.

     

     

     

            Ele afirma que o setor passa por um movimento de expansão na construção de imóveis, principalmente para a classe C.

     

     

     

     E frisa que o episódio nos EUA mostra que é preciso cuidado com a alavancagem: - Estamos pensando numa forma de avaliar o potencial de crédito dos agentes financeiros para que não emprestem mais do que podem, entusiasmados com a demanda reprimida.

     

            (Nadja Sampaio)

     

    Fonte: CBIC
    08-09-2008 | 11:09
    A transformação da matéria-prima em estágio bruto, a exemplo das commodities exportadas por Mato Grosso, em produtos agregados é o principal desafio da cadeia produtiva para se consolidar e estender as chances de fomento a competitividade no mercado internacional. Este é o principal desafio apontado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex), para o Estado, bem como o cenário nacional a ser alcançado.

    Para o gestor de projetos Avay Miranda Júnior, as unidades da federação precisam levar em conta não apenas a destinação de diferentes produtos ao mercado internacional. Ele defende maior industrialização, levando-se em conta as condições de mercado.

    "Precisamos trabalhar com a agregação aqui. Nos interessa vender o farelo de soja para a Holanda, ou o frango, a carne de porco, a carne bovina? Este envolvimento de agregação de valor interno é substancial para subirmos de país eexportador de commodities", declarou, em entrevista ao Só Notícias.

    Em Mato Grosso, grande parcela das exportações é liderada pelo complexo agrícola. No acumulado de janeiro a agosto, por exemplo, de grãos de soja, mesmo triturados, as vendas somaram US$2,6 bilhões, ou 56,64% do volume total. Bagaços e outros resíduos extraídos negociados US$696 milhões (14,73%). Avay Júnior explica que entre as formas de agregar valor a matéria-prima está sua inserção em outros cadeias produtivas.

    "Há uma gama que pode ser feita a partir do produto básico nacional. O desafio é entender o desejo do consumidor mundial para fazer aquilo que deseja comprar", salientou, lembrando que investimentos em aviários, abatedouros, criatórios de suinos, entre outros, "são algumas das formas de se agregar valor ao produto soja, tão abudante em Mato Grosso".

    O desafio para o país é, segundo o gestor, mostrar suas potencialidades quanto a transformação de matéria bruta. Tratando do setor madeireiro, o representante da agência lembra a necessidade de tornar mais visível a produção interna brasileira.

    "O essencial é promover a imagem para que o mundo possa ampliar suas compras e possamos ocupar uma fatia de mercado de produtos com alto valor agregado. Não nos interessa exportar tora, mas lâminas, pisos, entre outros. Este é o dever de casa, modernizar equipamentos, investir no atendimento ao consumidor e melhorar a imagem socioambiental", considerou.

    Segundo Avay, é preciso "falar ao consumidor mundial a qualidade do produto" porque, tratando especificamente da madeira, poucos têm conhecimento da excelência da produção local e nacional. "Ocorre que o mercado europeu, americano, asiático não conhece. A resistência, a beleza e a plasticidade, precisamos mostrar isto, investir em desenvolvimento de novas tecnologias, adequação as normas internacionais", salientou.

    Por outro lado, para a Apex, há a necessidade uma ação conjunta entre Governos, setor produtivo e sociedade para superação dos entraves existentes entre cada setor, incluindo-se neste universo questões tributárias, funcionamento, entre outras. "É juntar esforços para melhorar este processo", ressaltou.

    Quanto a novos investimentos - indústrias - para transformar a matéria-prima mato-grossense, o secretário de secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, diz que o Estado tem realizado um mapeamento das regiões produtivas para incentivar a vinda de empresas. "Estamos com uma política de mapear as deficiências de alguma regiões com logística, mão-de-obra, para levarmos novos empreendimentos", falou.

     

    Fonte: Só notícias
    08-09-2008 | 11:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), promove nos dias 08, 10 e 11 de setembro a palestra "Nova ART" com o superintendente do Crea-RS, Engenheiro Luiz Carlos Dias Garcia. O objetivo é mostrar ao profissional como utilizar a nova Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), que está sendo implantada pelo Conselho no Estado.

     

    Além da como utilizá-la e acessá-la via internet, a palestra mostrará suas vantagens e segurança. O presidente do Conselho, Engenheiro Civil, Tarciso Bassan, ressalta que é imprescindível a presença de diretorias de entidades, associados e demais profissionais da área tecnológica, pois o Crea-MT está modernizando seu sistema e implantando on-line (via internet) todos os seus serviços aos profissionais.

     

    Vale ressaltar que a partir de 15 de setembro deste ano, todas as ARTs serão emitidas somente pela internet.

     

    Em Cuiabá (08), a palestra será no auditório Rubens Paes de Barros Filho, na sede do Crea-MT, localizada na Avenida Rubens de Mendonça, 491. Em Rondonópolis, a palestra será no auditório da sede da inspetoria. Já em Sinop será no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Todas com início previsto para as 19h.

     

    A organização dos eventos no interior do Estado são da AENOR e da AEAGRO.

     

    Interessados em participar devem confirmar presença pelo telefone (65) 3315-3027 a partir das 12h desta segunda-feira ou pelo e-mail para ascom@crea-mt.org.br.

     

    Fonte: O documento

     

    08-09-2008 | 11:09
         Embora os últimos índices de inflação tenham surpreendido para menos, o mercado financeiro mantém a "aposta" de que o Banco Central vai ajustar a taxa básica de juros do país (Selic) de 13% para 13,75% na reunião desta semana. E esse ajuste não deve parar neste mês, mas prosseguir até dezembro, quando a autoridade monetária deve estancar o ciclo de alta da Selic.
         
         Tudo porque é consenso entre os economistas de bancos e corretoras de que o alvo do BC não é a inflação deste ano, mas do próximo. E as expectativas para 2009 estão há cerca de um mês firmemente apontando para um IPCA de 5% (acima do centro da meta, de 4,5%). O IPCA é o índice oficial de preços utilizado para o regime de metas do governo.
         
         "Apesar de ter havido melhora nos últimos dados de inflação, principalmente em função da queda nos preços das matérias-primas, ainda há muitas incertezas para o cenário de inflação em 2009", avalia o economista da corretora Concórdia, Elson Teles.
         
         Analistas também esperam que o BC não "afrouxe" o discurso anti-inflação, vazado tanto pelo comunicado pós-reunião quanto pela ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na semana seguinte. Esses documentos são utilizados pelo banco para atuar sobre as expectativas dos agentes financeiros.
         
         "O Banco Central irá manter um discurso duro, em busca de ancorar as expectativas de inflação, e sem grandes surpresas, deverá haver ainda mais três aumentos de juros, que devem encerrar o ciclo ainda esse ano levando a Selic a 14,75%", espera a equipe de análise econômica da corretora Ativa.
         
         A Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito) é uma das poucas vozes do mercado financeiro a apostar num ajuste da taxa Selic menor que 0,75 ponto percentual. Para o economista-chefe da instituição, Istvan Kasznar, o juro básico será elevado para 13,50%.
         
         "Apesar de a projeção indicar um IPCA acima dos 4,5%, que é o centro da meta, pelo menos dos 6,5%, que é o teto, não vamos passar. E a tendência clara é que em 2009 a inflação convirja cada vez mais para os 4,5%", afirmou.
          Fonte: 24 Horas News
    08-09-2008 | 11:09
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), comunica a todos os profissionais do Sistema que no dia 12 de setembro (sexta-feira), não haverá atendimento ao público na sede do Crea em Cuiabá.
    A superintendente Administrativa e Financeira do Conselho, Elinete Leite Magalhães, explica que como o Crea está modernizando todo o seu sistema e migrando informações, também precisa realizar a capacitação de seus funcionários. "O treinamento ocorrerá desde segunda-feira, dia 08, mas o Atendimento ao Público estará fechado somente na sexta-feira, dia 12, por que usaremos as máquinas do setor para treinar os funcionários das inspetorias e escritórios do interior", explicou.
    A partir da quinta-feira da próxima semana as 21 inspetorias e dois escritórios do Crea no interior também estarão fechados por causa do treinamento realizado para todos os inspetores, fiscais e atendentes na capital. Por tanto, as unidades estarão fechadas para atendimento ao público na quinta e sexta-feira, dias 11 e 12 de setembro.

     

    Fonte: Mídia News
    08-09-2008 | 11:09
    Na próxima terça-feira, a partir das 9 horas, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), do Senado, irá discutir o projeto do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) que altera o fuso horário de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A proposta é igualar o horário dos estados ao de Brasília (DF).

    O projeto de Delcídio é um dos 14 na pauta do CAE de terça-feira e tem boas chances de aprovação, já que o Congresso foi responsável pelo fim do quarto fuso horário brasileiro, até então aplicado ao estado do Acre.

    Apenas seis estados brasileiros não acompanham a hora oficial de Brasília: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Rondônia.

    Conforme a Agência Senado, a ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país. Lá os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.

     

    Fonte: Olhar Direto
    08-09-2008 | 11:09
    O Tribunal de Contas do Estado (TCE) inicia a partir de segunda-feira o treinamento com técnicos das prefeituras, câmaras, entre outros órgãos, para operacionalizar o Sistema GeoObras, que fará o monitoramento das obras públicas, por meio de satélite.

    Nessa primeira etapa, a capacitação será direcionada a órgãos de 24 municípios. O treinamento será ministrado pela coordenadoria de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do TCE e se estenderá até o dia 10 próximo, a partir das 8 horas, na Escola Superior de Contas do TCE, em Cuiabá.

    A participação, conforme determina a Resolução Normativa do TCE 06/2008, é obrigatória. Mas, para garantir o comparecimento, a Presidência do Tribunal encaminhou ofício a todos os gestores convocando a presença de dois representantes.

    A coordenadora de Controle de Obras e Serviços de Engenharia do TCE-MT, Narda Consuelo Silva, explica que a obrigatoriedade é válida não apenas para as prefeituras e órgãos do governo estadual, mas também para as câmaras e entidades da Administração Indireta. Segundo ela, os técnicos serão treinados para inserir no sistema as informações necessárias ao acompanhamento da execução das obras públicas de engenharia.

    O GeoObras está integrado com o Sistema Aplic (Auditoria Pública Informatizada de Contas) desenvolvido pelo próprio TCE para fazer a auditoria concomitante dos recursos públicos. Essa interface permitirá o cruzamento de dados sobre as edificações, como fotografias e imagens de satélite, com aquelas incluídas nos balancetes mensais pelos gestores.

    Além de imagens, o GeoObras terá informações declaratórias fornecidas pelos próprios órgãos de licitações, contratos, medições e pagamentos efetuados para as respectivas obras, o que garantirá o controle social de despesas públicas em serviços de engenharia. Para alimentar o sistema com informações é que o TCE vai treinar técnicos dos órgãos jurisdicionados.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-09-2008 | 11:09
    As intenções de compra do consumidor e as expectativas da indústria para 2009 parecem estar em trajetórias distintas. Enquanto o consumidor parece mais pessimista para o ano que vem, com previsão de um cenário menos favorável para a economia, a indústria continua operando em patamares elevados de capacidade, e se preparando para uma demanda crescente no próximo ano.

     

    Analistas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Fundação Getúlio Vargas (FGV) alertam para uma possível desarmonia entre as expectativas do consumidor e as da indústria. Entretanto, economistas da Fecomercio-RJ e da Confederação Nacional da Indústria apostam em continuidade da demanda no mercado interno em 2009.

     

    O ex- diretor do Banco Central e economista-chefe da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, destaca que, em meados deste ano, todas as principais instituições apontaram um elevado uso de capacidade na indústria. Em sua Sondagem da Indústria da Transformação, a FGV informou que, em agosto, a indústria operou com 86,5% de sua capacidade - o maior nível do ano, e o mais elevado patamar para um mês de agosto, nos últimos dois anos. "Pode ser que esteja ocorrendo um descompasso entre as expectativas do consumidor e as da indústria", alerta.

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    06-09-2008 | 11:09
     A construção civil já emprega mais de 2 milhões de trabalhadores no Brasil. Somente no primeiro semestre deste ano, 229 mil pessoas foram contratadas com carteira assinada em todo o país, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

     

     

    Com tantos recordes quebrados - maior índice de geração de empregos no setor desde 1995 - , a expectativa é de mais um ano aquecido e de oferta de empregos no setor imobiliário brasileiro.

     

     

            "O emprego com carteira assinada no último semestre aumentou 16,7% no país, e 16,6% no DF, percentual bem acima ao do que vinha ocorrendo", destaca a economista e consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

     

     

    Os índices, segundo ela, são resultados da formalização da mão-de-obra.

     

     

    "A construção civil sempre teve a marca de empregar informalmente, e o reflexo da mudança desse período é o emprego com carteira, que cresceu no ano passado cerca de 8% no país, com a maior parte de pessoas empregadas como serventes e pedreiros", esclarece.

     

     

     

            Mas esse aumento de produção do setor causou um descompasso entre a demanda e a oferta de mão-de-obra, como explica Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

    "Um dos grandes gargalos hoje é a capacitação dos trabalhadores.

     

     

     

     Tivemos uma evolução do setor em termos tecnológicos, mas os profissionais da área não acompanharam essa evolução", comenta.

     

     

     

            Nesse ponto, a parceria do setor privado com o governo na qualificação de profissionais para a construção civil é fundamental.

     

     

     

    "É uma preocupação de todo o setor.

     

     

    A Escola Politécnica de São Paulo nos ajudou a levantar tudo o que se faz hoje em termos de capacitação e certificação para a criarmos um sistema nacional de certificação de mão-de-obra", afirma.

     

     

     

    "Queremos uma mão-de-obra de carreira, e não simplesmente um quebra-galho ou algo temporário como é visto ainda hoje, onde os salário são muito baixos", acrescenta.

     

     

     

            O Sinduscon do DF também fez um levantamento com as empresas do setor questionando em quais áreas havia maior necessidade de mão-de-obra qualificada.

     

     

     

    E segundo o vice-presidente Júlio César Peres, a demanda por parte das empresas influenciou o Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) a oferecer cursos de especialização para pedreiro, carpinteiro, pintor e eletricista predial.

     

     

     

    "O mercado não está tendo mais profissionais qualificados para atender o ritmo de construções de Brasília. Quem tem a mão-de-obra profissionalizante está segurando", ressalta.

     

     

     

     Boa fase

            Segundo Peres, esse momento é positivo para construtoras, consumidores e, principalmente, para quem trabalha nas obras, porque a construção civil é o setor que dá resposta imediata na geração de empregos.

     

     

     

    "Assim que começa um canteiro de obras, precisamos do servente para a limpeza do local, para as escavações.

     

     

    Ele é o primeiro que entra e o último que sai.

     

     

     

    E essa mão-de-obra não especializada é que está entrando no mercado de trabalho", explica.

     

     

     

            Opinião que compartilha com o diretor de uma importante empresa de investimentos imobiliários de Brasília e vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Marcelo Carvalho.

     

     

     "É importante lembrar que a construção civil é a grande porta de entrada do trabalhador de pouca qualificação profissional no mercado de trabalho.

     

     

     

     E tem essa capacidade de atrair mão-de-obra e de gerar cinco empregos indiretos, para cada pessoa empregada", destaca.

     

     

     

            No Distrito Federal, o Senai qualifica 600 pessoas por ano em nível básico e técnico com cursos que tentam sanar o déficit profissional.

     

     

     A maior demanda é de trabalhadores com cursos técnicos de edificações e segurança do trabalho, desenhista de arquitetura, eletricista predial e pedreiro em geral, segundo a coordenadora de educação profissional do Senai e Sesi-DF, Learice Barreto.

     

     

     

    Ela diz que o aquecimento do mercado imobiliário refletiu imediatamente na demanda, principalmente do curso de técnico em edificações. Para as demais funções, as próprias empresas têm capacitado seus funcionários.

     

     

     

            Quem se especializou e está com o emprego garantido é o experiente pedreiro Antônio Raimundo Castro, 40 anos, sendo 18 de profissão.

     

     

     

    "Sempre tem emprego na minha profissão, mas de um ano e meio para cá está mais fácil conseguir trabalho.

     

     

    O salário também deu uma melhorada, de R$ 40 para R$ 60 a diária", conta.

     

     

     

            Ele faz parte de um grupo de trabalhadores qualificados que têm curso profissionalizante.

     

     

    Há três anos, Antônio decidiu fazer o curso de pedreiro para deixar de ser servente e conseguir um trabalho melhor.

     

     

    "Depois da formação foi mais fácil conseguir um bom emprego porque as firmas exigiam qualificação e experiência em carteira", revela.

     

     

     

     Mesmo com trabalho garantido e melhora no salário, o pedreiro não parou de estudar.

     

     

     

     "Quem sabe não consigo ser engenheiro! A gente tem que  sonhar!"

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
    O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

    Como conseqüência, houve elevação no preço do produto. "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

     Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

     "Isso já foi sanado.

     

     

    Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

            As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

     A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

     

    Escassez de materiais é coisa do passado

     

     

            O consumo acelerado de cimento chegou a causar problema de desabastecimento nas lojas do Centro-Oeste do meio do ano passado ao início de 2008, principalmente em Goiás e no Mato Grosso.

     

     

     Como conseqüência, houve elevação no preço do produto.

     

     

    "Os problemas foram pontuais.

     

     

    Tivemos escassez de cimento no Centro-Oeste, mais por logística do que por incapacidade de produção", afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat).

     

     

     

            Ele explica que havia capacidade de produção no país, mas não na região.

     

     

    Dessta forma, foi necessário importar cimento de outros lugares, o que demandava mais tempo e custo maior de transporte.

     

     

    "Isso já foi sanado.Várias fábricas de cimento foram reativadas, outras estão sendo construídas.

     

     

     Não estamos tendo nenhuma escassez de produto neste ano, e não vejo perspectiva de falta de produtos em 2008", ressalta.

     

     

     

    As empresas têm se mobilizado para atender a tantos pedidos.

     

     

    A reportagem do Correio foi conferir todo o processo de produção de uma cimenteira, a Votorantim, em Sobradinho, e constatou que o ritmo ali é intenso.

     

     

    São 24 horas funcionando, sete dias por semana. Com relação à falta de cimento, a empresa esclarece que o que aconteceu foi uma manutenção preventiva no moinho da unidade de Nobres/MT, que estava planejada, em maio de 2007, e que a parada não comprometeu a oferta de cimento para o mercado.

     

     

     

            Na época, a Votorantim Cimentos esclareceu que a fábrica opera normalmente, produzindo em sua capacidade máxima, e expedindo o equivalente a 56 mil sacos de cimento por dia.

     

     

     

     Ainda segundo, a cimenteira, a empresa tem condições de abastecer o mercado da construção civil no Brasil, e ainda fará investimentos para aumentar a capacidade de produção e melhorar os canais de distribuição de seus produtos. (ACB)

     

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09

    Especial Ponto a Ponto - Paulo Safady Simão no Correio Braziliense-05/09/2008

     

     

     Ana Clara Brant

     Da equipe do Correio

     

     

             "O momento atual está dentro de um cenário de equilíbrio econômico, de estabilidade, de não endividamento público, de credibilidade externa, de ingresso de recursos de investimentos externos. É um momento completo"

     

     

             Desde 2003 na presidência da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o empresário mineiro Paulo Safady Simão diz que nunca, em toda a sua trajetória profissional, vivenciou um momento tão favorável à construção civil.

     

     

    E a expectativa é de que o setor continue a crescer.

     

     

     "Para este ano teremos um crescimento em torno de 7% .

     

     

    O setor da construção é um dos pilares do desenvolvimento", comemora. Nesta entrevista exclusiva ao Correio, Safady diz que as obras de infra-estrutura do PAC e as que serão feitas para sediar a Copa do Mundo no Brasil, em 2014, são outras boas-novas que vêm por aí, num novo impulso à ascendência da indústria nacional da construção.

     

     

    Confira os principais trechos.

     

     

     

    Revolução         Vivemos uma revolução no mercado imobiliário brasileiro, fruto de um trabalho feito a várias mãos -governo, setor de construção e incorporação - e que modificou todo o marco regulatório do mercado imobiliário nacional, até então cheio de problemas.

     

     

     

    Essa mudança resultou em segurança, transparência, agilidade.

     

     

     A tal ponto que alterou completamente a performance e a atuação dos agentes financeiros, que de desprezo total pelas carteiras imobiliárias passou a tê-las no centro de suas atividades.

     

     

     

     A partir do momento em que se tem o agente financeiro com recursos, interessado e buscando a atividade, começa-se a movimentar o setor como um todo.

     

     

     

    Impulso         O mercado imobiliário é o setor que impulsiona a construção civil no momento.

     

     

     

    Certamente vamos ter essa contribuição aumentada daqui para a frente com as obras de infra-estrutura fomentadas pelo PAC, e mais ainda com as obras da Copa do Mundo.

     

     

    Mas, até o momento, a área imobiliária é que trouxe o setor ao patamar de crescimento em que ele está. Este ano, teremos crescimento em torno de 7%.

     

     

     O setor da construção é um dos pilares do desenvolvimento do país.

     

     

     

     E, pelas nossas projeções, vai continuar a ser nos próximos anos.

     

     

     

    Momento histórico         Tivemos inúmeros cenários favoráveis. Na época do boom do JK, na época da ditadura militar, do milagre brasileiro, também foi este setor que alavancou. Mas havia outros fatores.

     

     

    O momento atual é diferente.

     

     

     Está dentro de um cenário de equilíbrio econômico, de estabilidade, de não endividamento público, de credibilidade externa, de ingresso de recursos de investimentos externos.

     

     

     Enfim, é um momento completo, que, posso até estar errado, mas nunca vi na minha história de empresário.

     

     

     

    Governo

             Estamos em constante audiência com o governo. Levamos nossa preocupação como os gargalos que ainda existem no PAC, que são preocupações constantes do setor. A intenção é que as coisas fluam com mais rapidez, agilidade, transparência, efetividade. E, para isso, a gente tem que estar atento. Hoje em dia, pelo boom do setor, temos problemas de materiais, de mão-de-obra. Então, temos trabalhado em programas de treinamento e capacitação. As indústrias trabalham com projetos de expansão. Mas para tudo isso é necessário esforço conjunto de todo o setor. E o governo tem que ficar atento e nos ajudar, criando novas linhas de financiamento, novos incentivos. São essas as provocações que temos que fazer ao governo para que a roda não pare de girar.

     

     

    Brasília

             O mercado de Brasília sempre foi muito aquecido e um dos mais caros do país porque aqui tem a renda per capita mais alta do Brasil. E é um mercado que tem uma dificuldade muito grande por causa dos terrenos, de projeção. Aqui a terra é pública, e isso cria algumas dificuldades. Porém, as novas construtoras não deixam de vir porque aqui é um mercado extremamente positivo, rico.

     

     

     

    2009

             Sou sempre otimista e esse país tem muita coisa para fazer, ainda mais a partir do momento que o presidente Lula acreditou no setor e deu espaço para crescer.

     

     Mas há uma série de fatores que poderia melhorar para que esse setor possa fluir melhor.

     

    E é para isso que estamos lutando.

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
    A presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU), deputada Angela Amin (PP/SC), fez um pronunciamento nesta terça-feira, 2, no Plenário da Câmara dos Deputados, sobre os trabalhos realizados pela comissão, com destaque para os debates sobre a construção de moradia popular e soluções para o trânsito nas cidades. Ao fazer o balanço, ela informou que priorizou debates de temas como mobilidade urbana, habitação e desenvolvimento. No total, foram discutidos e votados 17 projetos de lei e 14 requerimentos. Além disso, foi apresentada e discutida a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 285/08), que prevê um limite mínimo obrigatório de gastos públicos com habitação popular.

     

    “De abril para cá, realizamos um seminário e quatro audiências públicas”, frisou a deputada, destacando a reunião que discutiu o Plano Nacional de Habitação e a que debateu propostas para o financiamento e construção de moradias de interesse social. “Em todas essas ocasiões, procuramos valorizar as informações técnicas, incentivar e estimular o debate construtivo no sentido de acertar as ações objetivas voltadas à resolução dos problemas”, afirmou.

     

    Déficit habitacional- O Colóquio sobre Habitação de Interesse Social, realizado pela comissão, também foi lembrado pela parlamentar. Segundo ela, o encontro discutiu propostas de aumentar os recursos para o setor e permitir a construção de moradias de interesse social, reduzindo o déficit habitacional no País.

     

    Angela argumentou que, apesar de já existir um conjunto de normas específicas para o setor habitacional, a falta de moradia destinada à população de baixa renda é preocupante.

     

    Durante o pronunciamento, a deputada citou estimativas fornecidas pelo IBGE mostrando que o déficit habitacional brasileiro é hoje de 5,1 milhões de moradias. “Como os dados oficiais não incluem os moradores de palafitas, barracos e outras habitações desprovidas de infra-estrutura básica, pode-se supor, agregando-os aos números oficiais, que o déficit nacional de habitação pode atingir 15 milhões de unidades, ou seja, algo em torno de 55 milhões de brasileiros”, destacou. Angela Amim defende que a moradia seja tratada pela legislação como um efetivo direito social, a exemplo do que já ocorre com a saúde e a educação.

     

    Trânsito- Entre outros temas discutidos na comissão, a deputada citou o debate sobre o trânsito no País. Ela lembrou o esforço dos parlamentares para a realização da audiência pública que reuniu especialistas do setor e contou com a presença do ministro das Cidades, Márcio Fortes.

     

    O debate, segundo a parlamentar, traçou um panorama do trânsito nas grandes cidades e apontou melhorias para o transporte coletivo. Além disso, acrescentou, surgiram alternativas limpas de locomoção, como medidas positivas para ajudar a solucionar o problema do trânsito e melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.

     

     

    Fonte: CBIC
    06-09-2008 | 11:09
         CAE vai examinar projeto que coloca MT e MS no mesmo fuso horário de BrasíliaA Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) reúne-se na terça-feira (9), às 10h, para discutir e votar uma pauta com 14 projetos, entre eles o que altera o fuso horário dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, para que eles fiquem com a mesma hora oficial de Brasília. Hoje, os relógios nesses estados estão atrasados em uma hora em relação à maior parte do Brasil.
         
         Trata-se de um projeto (PLS 177/08) do senador Delcídio Amaral (PT-MS), para quem a mudança apresentará, no geral, benefícios que superam os eventuais transtornos para a população, como levantar-se, às vezes, antes do nascer do sol para ir à escola ou ao trabalho. O relator da matéria é o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que ainda não apresentou seu voto.
         
         Há pouco tempo, o Congresso aprovou projeto do senador Tião Viana (PT-AC), já transformado em lei (11.662/08), que acabou com o quarto fuso horário brasileiro, até então aplicado ao estado do Acre, eliminando uma das duas horas de diferença em relação ao horário de Brasília. Hoje, só seis estados não acompanham a hora oficial de Brasília - Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Rondônia. A ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao estado de Pernambuco, também tem fuso horário diferente do resto do país, mas, nesse caso, os relógios ficam adiantados uma hora em relação a Brasília.
         
         O projeto de Delcídio Amaral chegou a ser relatado pelo então senador Geovani Borges (PMDB-AP), que propôs eliminar todos os fusos horários diferentes de Brasília, exceto o de Fernando de Noronha. O voto de Geovani, no entanto, não chegou a ser analisado, pois ele deixou o mandato - Geovani é suplente do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), que retornou ao Senado depois de uma licença médica.
         
         Constam da pauta da Comissão de Assuntos Econômicos ainda duas mensagens do presidente da República propondo autorização para que as prefeituras de Corumbá (MS) e Uruguaiana (RS) tomem empréstimos externos, com aval da União. Corumbá deve receber US$ 3,2 milhões do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), enquanto Uruguaiana tomará US$ 6,8 milhões do Banco Mundial. Nos dois casos, o dinheiro será usado em obras de infra-estrutura, moradia popular e educação.
          Fonte: 24 Horas News
    06-09-2008 | 11:09
    O Banco do Brasil espera fechar o ano com cerca de R$ 1 bilhão destinados ao financiamento imobiliário, só com recursos da poupança, segundo informou à Agência Brasil o diretor de Novos Negócios do banco, Paulo Rogério Caffarelli.

    Considerando o valor médio de financiamento de R$ 80 mil por mutuário, a perspectiva é firmar sete mil contratos este ano para pessoa física.

    A meta é chegar até 2012 entre os três grandes financiadores da área imobiliária. O mercado, atualmente, é liderado pela Caixa Econômica Federal, banco Itaú e Bradesco.

    Para 2009, ainda não foram fechadas as projeções na área imobiliária. O BB atua, desde dezembro do ano passado, no sistema de crédito imobiliário com recursos próprios, por meio do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). E a partir de junho passou a operar no mercado de crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança, pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

    Balanço parcial do banco mostra que o volume de contratos imobiliários pelo SFH ainda é pequeno, mas o crédito aprovado, ainda não contratado, já supera os R$ 500 milhões.

    “O Banco do Brasil passa a ser mais um banco grande de varejo a oferecer esse produto, como forma de ajudar na resolução do déficit habitacional”, observa Caffarelli. O país tem, hoje, segundo o Ministério das Cidades, um déficit de oito milhões de moradias.

    Outro produto para aquisição da casa própria é o consórcio de imóveis, por meio do qual o mutuário pode optar por pagar a metade das cotas mensais e quitar o restante quando já estiver morando no imóvel. É uma modalide de 200 meses de financiamento.

    O objetivo, segundo Caffarelli, é poupar o mutuário da despesa dupla, já que quem entra em consórcio para financiar a compra da casa própria, em geral, paga aluguel.

    “Geralmente, [o consórcio] é para aquelas pessoas que ainda não têm seu imóvel próprio. E também, não querem, ou não podem naquele momento, adquirir aquele imóvel. Então, começam a pagar o consórcio”, disse.

    As cartas de crédito para aquisição de imóveis pelo BB Consórcio de Imóveis têm valor mínimo de R$ 30 mil e máximo de R$ 300 mil.

    Na área de crédito imobiliário, segundo o diretor de Novos Negócios, o BB tem foco nas faixas de cinco a dez salários mínimos e acima de dez salários.

    Ele destacou que, embora seja a Caixa Econômica a instituição do sistema financeiro com perfil mais voltado para camadas de baixa renda, “nada impede que, no futuro, o Banco do Brasil passe também a ser mais um agente nessas faixas de renda mais baixa”.

    Caffarelli lembrou ainda que o banco busca prestar um atendimento de acordo com o perfil do cliente. Por isso, opera no mercado imobiliário com clientes pessoas físicas e jurídicas, sendo que este último segmento engloba as construtoras e incorporadoras. “A nossa idéia é, justamente, ter um produto adequado e aderente a essa realidade dos nossos clientes.”

    O BB financia até 80% do valor do imóvel. O financiamento para pessoa física vai de R$ 20 mil a R$ 1,5 milhão. E para pessoa jurídica de R$ 1 milhão até R$ 100 milhões.

    Fonte: Olhar Direto
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