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Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
NOTÍCIAS
    16-07-2008 | 11:07
         O IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) subiu 2%, em julho, contra 1,96% em junho. No ano, o índice acumula alta de 8,64% e nos 12 meses até julho, a alta acumulada foi de 14,72%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
         
         A metodologia aplicada na apuração do IGP-10 é a mesma do IGP-M e do IGP-DI --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
               
         O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 2,54% neste mês, contra alta de 2,21% em junho. Os Bens Finais desaceleraram, de de 1,65% em junho para 0,66% em julho, com destaque para o subgrupo alimentos in natura (de 8,03% para 1,11%). Excluídos os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, a alta foi de 0,58%, contra 1,08% um mês antes.
         
         O índice do grupo Bens Intermediários subiu 2,60% neste mês, contra 2,36% em junho. O destaque foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 1,20% passou para 2,20%). Excluído o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, a alta foi de 2,50%, contra 2,02% um mês antes.
         
         O índice de Matérias-Primas Brutas subiu de 2,64% em junho para 4,54% em julho, com destaque para soja em grão (de 1,33% para 12,88%), bovinos (de 5,90% para 11,15%) e milho em grão (de -2,93% para 6,93%). Já os itens arroz em casca (de 13,22% para -4,31%), minério de ferro (de 11,29% para -1,01%) e tomate (de 10,48% para 2,64%) subiram.
         
         O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) desacelerou para uma alta de 0,65% em julho, contra 0,93% em junho. O destaque foi o grupo Alimentação (de 2,40% para 1,56%), com os itens hortaliças e legumes (10,28% para -1,42%), panificados e biscoitos (4,30% para 0,86%) e massas e farinhas (3,84% para 1,20%).
         
         Também contribuíram para a desaceleração do índice os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,54% para 0,23%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,72% para 0,56%), Transportes (0,14% para 0,11%), Habitação (0,32% para 0,30%) e Vestuário (0,16% para 0,15%), com destaques para passagem aérea (10,78% para 0,92%), artigos de higiene e cuidados pessoais (1,02% para 0,79%), óleo diesel (6,23% para 2,06%), gás de bujão (1,74% para 0,28%) e calçados infantis (1,26% para -2,55%).
         
         O grupo Despesas Diversas (0,11% para 0,33%) foi o único a apresentar alta, com destaque para o item mensalidade para TV por assinatura (-0,48% para 0,66%).
         
         O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou em julho taxa de variação de 1,50%, abaixo do resultado do mês anterior, de 2,66%. A taxa do grupo Materiais recuou de 1,83% para 1,61%. O grupo Mão-de-Obra também desacelerou de 3,69% em junho para 1,40% em julho. Foram decrescentes os impactos dos reajustes salariais nas cidades de Goiânia e São Paulo e crescentes em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Apenas o grupo Serviços teve sua taxa de variação elevada, de 1,40% em junho para 1,48% em julho.
         
    Fonte: 24 Horas News
    16-07-2008 | 11:07
    O IPC-S referente ao período até o último dia 15 teve alta de 0,69%, 0,10 ponto percentual abaixo do índice registrado na coleta encerrada em 7 de julho. Foi a menor taxa de variação registrada pelo índice, desde a primeira semana de abril de 2008, quando o IPC-S apresentou variação de 0,64%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

     

    A principal contribuição para redução veio do grupo Alimentação, que passou de 1,93% para 1,56%. Dos 21 itens componentes do subgrupo Gêneros Alimentícios, 16 registraram desaceleração, com destaque para arroz e feijão (10,64% para 7,67%), carnes bovinas (7,94% para 6,99%) e massas e farinhas (1,45% para 0,81%).

     

    Os grupos Vestuário (0,40% para 0,09%), Educação, Leitura e Recreação (0,30% para 0,27%) e Despesas Diversas (0,40% para 0,36%) também tiveram desaceleração, com destaque para roupas (0,49% para 0,16%), passagem aérea (3,10% para 0,42%) e mensalidade para TV por assinatura (1,09% para 0,70%).

     

    Já os grupos Habitação (0,30% para 0,36%) e Transportes (0,11% para 0,17%) registraram alta, com destaque para tarifa de eletricidade residencial (-0,66% para 0,04%) e gás natural veicular (3,73% para 4,23%).

     

    O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a variação apurada na última divulgação, 0,59%. Nesta classe de despesa, os destaques foram os itens artigos de higiene e cuidado pessoal (que subiu de 0,84% para 0,93%) e medicamentos em geral (que desacelerou de 0,34% para 0,26%).

     

    A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 22, será divulgada no dia 23.

     

    Fonte: Folha on-line
    15-07-2008 | 11:07
    Financial Times destaca avanço do setor de imóveis em mercados emergentes.A urbanização, o crescimento da classe média e a maior oferta de empréstimos estão impulsionando o mercado imobiliário nas economias emergentes, enquanto o resto do mundo permanece estagnado, afirma uma reportagem publicada na edição desta terça-feira do diário financeiro britânico Financial Times.

     

    De acordo com uma pesquisa citada pelo jornal, o volume de negócios nos países industrializados caiu 54% no primeiro trimestre de 2008 em comparação com o mesmo período do ano passado.

     

    Em contrapartida, diz o estudo feito pela Real Capital Analytics e reproduzido pelo FT, o número de transações nos mercados emergentes subiu 43% nos primeiros três meses do ano.

     

    "Um dos mercados emergentes que mais atrai fluxo de investimento de capital é o Brasil", afirma o jornal. "Com mais de US$ 1 bilhão de negócios fechados a cada trimestre em transações imobiliárias, o país sai à frente de outros rivais da região, como Argentina, México e Chile".

     

    Salários em alta, inflação em baixa e moeda estável estimularam o setor da construção no país, dizem analistas ouvidos pelo FT.

     

    "O Brasil é um bom lugar para se estar atualmente. A combinação de crescimento econômico forte e condições financeiras favoráveis fazem do país um lugar sedutor", afirma ao jornal Sam Lieber, presidente de um fundo de investimentos imobiliários nos Estados Unidos.

     

     Centro econômico

    O jornal americano Christian Science Monitor destacou em reportagem nesta terça-feira o bom momento da economia brasileira, que está "captando um leque de investimentos estrangeiros em setores variados como o da construção imobiliária e de máquinas para agricultura".

     

    "É uma reviravolta fora do comum para um país acostumado ao avanço e ao fracasso, e reforça o lugar do Brasil como o centro de poder da América Latina", afirma o jornal.

     

    "Apesar de muitos países estarem se saindo bem na região - a América Latina está desfrutando de um dos melhores períodos de crescimento econômico em 40 anos, as Nações Unidas lançaram um relatório no mês passado que confirma: o Brasil está ultrapassando seus vizinhos", afirma o Christian Science.

     

    Ainda segundo o jornal, os bons ventos parecem ter chegado para ficar.

     

    "Enquanto o resto do mundo aperta o cinto com medo de recessão, os brasileiros estão colocando as mãos no bolso e tirando dinheiro."

     

    Fonte: Portal G1
    15-07-2008 | 11:07
    Pela 16ª semana seguida, pesquisa feita pelo Banco Central no mercado financeiro aponta para uma alta nas previsões para a inflação deste ano. A projeção média passou de 6,40% para 6,48%, bem próxima do teto da meta, fixado em 6,50%.

     

    Os números do levantamento indicam, porém, que a elevação nas previsões do mercado teria sido maior se não fosse o resultado ligeiramente abaixo do esperado registrado em junho pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). O índice teve alta de 0,74% em junho, enquanto o mercado projetava aumento de 0,78%.

     

    Porém, não há sinais de que o dado do mês passado tenha sido entendido pelos analistas como uma indicação de que a inflação começa a perder força.

     

    Tanto que a projeção para o IPCA do ano que vem subiu pela quinta semana seguida e chegou aos 5% pela primeira vez -estava em 4,91% no levantamento feito uma semana antes. As estimativas feitas para o comportamento da economia no próximo ano mostram que o reajuste nos preços administrados será um dos fatores de pressão inflacionária.

     

    Mesmo com esse maior pessimismo em relação à inflação, a pesquisa não mostra, pelo menos por enquanto, apostas de um aumento mais forte nos juros básicos da economia. Se tudo correr como esperam os analistas ouvidos pelo BC, a taxa Selic irá subir 0,5 ponto percentual e chegará a 12,75% ao ano na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC), marcada para a próxima semana, e continuará em alta até atingir 14,25% em dezembro próximo.

    Fonte: NTC e Logística
    15-07-2008 | 11:07
    As vendas do comércio varejista do país cresceram 0,6% em maio, na comparação com o mês anterior, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a maio de 2007, houve expansão de 10,5%. Segundo o IBGE, o resultado em relação a abril expressa uma pequena aceleração no ritmo de vendas.

     

    O resultado nos primeiros cinco meses deste ano, na comparação com o mesmo período de 2007, revela alta de 10,9%. Nos últimos 12 meses terminados em maio, a expansão das vendas do comércio é de 10,3%. A receita nominal das vendas do comércio em maio em relação a abril teve crescimento de 1,3%; na comparação com maio de 2007, a alta foi de 16,6%.

     

    O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (segmento que exerce a maior influência entre os itens pesquisados no comércio) reverteu a queda vista em abril e registrou crescimento de 1,1% no volume de vendas, na comparação com abril. Em relação a maio de 2007, houve alta de 8,4%. No acumulado de janeiro a maio, o setor ainda tem elevação de 3,8% nas vendas, e no acumulado dos últimos 12 meses, alta de 6,5%.

     

    Sete das dez atividades pesquisadas registraram elevação em maio, com destaque para o setor de materiais para escritório, informática e comunicação, que teve alta de 5,1%. Outro setor com alta foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico (lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos e brinquedos, entre outros), com crescimento nas vendas de 2% frente a abril.

     

    O comércio varejista ampliado --que inclui vendas de veículos e material de construção-- registrou alta de 0,8% em maio frente a abril. Em relação a maio de 2007, houve alta de 11,3%.

     

    Fonte: Folha on-line
    15-07-2008 | 11:07
    Nesta terça-feira, 15/07. Às 19 horas, no Centro de Eventos do Pantanal – Auditório das Árvores – o Sebrae e Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) promovem Encontro Emirados Árabes Unidos – Perspectivas e Oportunidades, com a presença do secretário da Câmara Árabe–Brasileira, Michel Alaby, e do consultor internacional e guia turístico oficial de Dubai, Daniel Jabbour. O secretário de Indústria, Pedro Nadaf, estará participando do evento voltado a empresários interessados em conhecer as potencialidades de Dubai.
         
         A intenção é promover negócios, aproveitando o roteiro da programação da missão empresarial para a CantonFair, em outubro, em Guangzhou, na China.
         
         Na pauta do encontro, temas como exportação para Dubai, reimportação e reexportação via Dubai, dados e informações de mercado, investimentos e turismo e as facilidades nos demais emirados (Abu Dabi, Sharjah, Ras Al Khaimah, Umm Al Qwain, Ajman e a Fujairah). 

     

    Fonte: 24 Horas news
    15-07-2008 | 11:07
    As vendas de cimento no País atingiram 23,9 milhões de toneladas no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados divulgados ontem pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). O volume representa um aumento de 14,8% em relação ao mesmo período de 2007.

    No acumulado em 12 meses, a alta verificada é de 13,7%, para 47,8 milhões de toneladas. Se consideradas as exportações, o crescimento no semestre cai para 13%. Embora esse seja um setor de pouca tradição no mercado externo - os embarques representaram apenas 1,3% do total das vendas -, houve uma queda significativa nas exportações. As vendas internacionais caíram de 624 mil, de janeiro a junho de 2007, para 328 mil toneladas em 2008, o que significa uma redução de 47,5%.

    "As exportações diminuíram bastante porque as empresas estão redirecionando a produção para o mercado interno", disse o secretário-executivo do SNIC, José Otávio Carvalho. Ele destacou os investimentos em infra-estrutura, puxados pelo PAC, e principalmente o avanço do mercado imobiliário como os fatores responsáveis pelo crescimento nas vendas de cimento no País. As taxas verificadas estão acima das expectativas do sindicato, contou Carvalho.

    Os números dos primeiros meses do ano já levaram a entidade a revisar para cima as previsões para este ano, dos iniciais 11% para 12% de aumento nas vendas. "No segundo semestre deve haver um crescimento menor, pois a segunda metade de 2007 foi um período muito forte", explicou Carvalho.

    "Mas é evidente que é um resultado bom para o setor", acrescentou. As previsões para 2008 indicam uma aceleração quando comparado ao registrado em 2007, quando as vendas foram 10% maiores que no ano anterior. Para o ano que vem, Carvalho arrisca uma projeção de mais 7,5% e 8% de aumento.

    De acordo com ele, depois de um período de crescimento vegetativo do País no começo da década, em 2006 a indústria de cimento conseguiu se recolocar nos patamares de produção e vendas que tinha em 1999. "O ano de 2007 foi o primeiro de crescimento efetivo que tivemos", disse. Desempenho nas regiões O Sudeste continua sendo a região que mais vende, fornecendo mais da metade do volume comercializado no País.

    A região vendeu 12,3 milhões de toneladas no primeiro semestre, alta de 10% sobre mesmo período de 2007. As regiões que mais cresceram foram o Norte (945 mil toneladas, alta de 31,2%) e o Sul (3,7 milhões de toneladas, 30% mais). Carvalho explicou que, no semestre, algumas fábricas de São Paulo e Mato Grosso tiveram problemas, o que deve ter puxado as vendas no Sul e Norte para abastecimento das outras regiões.

     

    Fonte: Mídia News
    15-07-2008 | 11:07
    O deputado Sérgio Ricardo alertou o governador Blairo Maggi, do mesmo partido, para a urgência da criação da secretaria estadual de Habitação. A defesa do parlamentar foi feita na tarde de ontem, durante realização da audiência pública que discutiu a LDO.

    O parlamentar questionou os números trabalhados no Estado a respeito do déficit habitacional. “Esse número de 150 mil referentes ao déficit habitacional para mim é muito maior. Acredito que o déficit seja de aproximadamente 300 mil”, ponderou. O parlamentar solicitou empenho do governo para melhorar os investimentos dirigidos ao setor.

    “Insisto que seja criada uma Secretaria para cuidar do setor da habitação. Insisto para a rediscussão de prioridades da sociedade que hoje deixam a desejar na LDO. O setor da habitação deve ser uma das principais ações do governo”, disse.

    De acordo com o parlamentar, a formatação da pasta abre melhores perspectivas para obtenção de recursos. Segundo o secretário estadual de Planejamento, Yênes Magalhães, a Seplan disponibilizou equipe técnica para dar suporte a elaboração de emendas parlamentares. (SF) 

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    15-07-2008 | 11:07
    Mato Grosso registra incremento de 151,1% nos financiamentos para habitação nos primeiros cinco meses deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e maio de 2008 foram emprestados R$ 68,707 milhões destinados para aquisição da casa própria ou para compra de material de construção contra R$ 27,355 milhões em igual intervalo do ano anterior. Os dados são do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), do Banco Central (BC) por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

     

    Estratificando os números, do total liberado este ano, 51,1% o equivalente a R$ 35,138 milhões foram destinados ao financiamento da obra, da compra do material de construção ou para reforma e ampliação das casas já existentes. Na comparação com o ano anterior, quando foram financiados R$ 2,026 milhões, a variação é de 1.637%. Já os recursos destinados à aquisição de imóveis somaram R$ 33,569 milhões este ano ante os R$ 25,329 milhões registrados nos cinco primeiros meses de 2007, um crescimento de 32,5%.

     

    A alta nas liberações vem sendo registrada desde o ano passado. Na análise do economista e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Benedito Dias Pereira, o crescimento verificado nas liberações de recursos para serem aplicados na habitação é decorrente da estabilidade da economia, diante do baixo índice de inflação. Ele explica que com um cenário positivo e sem sinais de instabilidade, os meios mais utilizados pelas pessoas para aplicar e aumentar os rendimentos é o depósito na caderneta de poupança, aumentando a captação dos recursos por parte dos agentes financeiros. Assim, afirma ele, os investimentos em ações, ouro e dólar dão lugar à poupança.

     

    "As instituições financeiras devem destinar uma parte do dinheiro depositado na caderneta de poupança para a habitação. Como cresceu o volume de recursos, um maior número de pessoas foram atendidas e a demanda que era grande deu uma reduzida, mas ainda há déficit de moradia", diz o economista ao avaliar que entre os fatores que estão atraindo as pessoas para a tomada de empréstimos são as taxas de juros menores, facilidade no acesso ao crédito e prazo maior para liquidação da dívida. Ele acrescenta também que se o cenário permanecer assim nos próximos meses, os resultados de 2008 serão ainda mais positivos que os de 2007.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-07-2008 | 11:07
    Para a maioria das pessoas envolvidas no dilema do aquecimento global, o dióxido de carbono é o vilão e as árvores são instrumentos para a salvação do planeta. Além de produzir madeira, sombras e frutos, elas também seqüestram carbono e liberam oxigênio na atmosfera. O pesquisador da Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (GPEA) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), João Carlos Gomes, que também é técnico da Smades, explica que o plantio do Ipê-roxo não é aleatório.

     

    A planta é campeã no seqüestro de carbono. Leva 15 anos para ficar grande e é mais resistente aos impactos. No período de maio a agosto, por exemplo, a falta de água não a impede de reagir, produzindo bonitos buquês de flores. A sua florada é aromática o que atrai abelhas e beija-flores. A beleza também alivia a poluição visual da grande cidade. "Arrancá-lo consiste num grande prejuízo, ainda mais se na substituição forem usadas espécies com madeiras mais leve que seqüestram menos carbono do que aquelas que são mais duras e pesadas".

     

    Gomes pontua que há diferenças entre as espécies. Um pé de imbaúba retém apenas a metade de carbono fixada por um Ipê-roxo da mesma idade e tamanho, o mesmo acontece com as demais árvores de grande porte. As igrejas das cidades históricas sobreviveram porque usaram o Ipê em sua estrutura. O outro lado da moeda é que essa espécie, tão disputada na construção civil, está ameaçada de extinção. Ela chega a 60 anos e, em seu habitat, no meio de florestas preservadas, existem exemplares centenários. Em 40 anos, ela pode sugar 2,29 toneladas de CO2 da atmosfera.

     

    Cada árvore, além de retirar o dióxido de carbono de circulação, libera oxigênio na fotossíntese. Para processar energia solar, ela precisa de água, captada no solo pelas raízes. (RD)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-07-2008 | 11:07
    O investimento produtivo brasileiro aumentou substancialmente sua dependência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a partir do ano passado. Principal instrumento de fomento da economia, o banco já optou este ano pela restrição de crédito a áreas consideradas não prioritárias para garantir o financiamento ao aumento de capacidade de produção da economia.

     

    "Nosso objetivo é ter certeza de que o desembolso do BNDES está privilegiando nova capacidade de oferta industrial e novas infra-estruturas. De tal maneira que de fato estejamos cada vez mais contribuindo para a formação de capital fixo na economia", afirmou ao Estado Luciano Coutinho, presidente do banco.

     

    A participação do banco na formação de capital - traduzida, grosso modo, como a participação nos investimentos das empresas - que, historicamente, se situava entre 6% e 6,8%, saltou no ano passado para 8,3% do total. No primeiro semestre ficou perto de 10%, e deve fechar o ano pouco acima disso.

     

    À primeira vista, a impressão é que o BNDES está aumentando a sua importância como opção de financiamento de capital, em detrimento de outras fontes de recursos no mercado financeiro. Coutinho, no entanto, sustenta que não. Embora isso esteja ocorrendo num momento de nervosismo no mercado financeiro global, ele acredita que é o ciclo pesado de investimentos de longo prazo - mais difícil de atrair financiamento privado por causa da demora na maturação - que vem provocando essa mudança.

     

    Principal agente na nova política industrial do governo, o banco anunciou, em 12 de maio, no lançamento oficial do programa, a redução dos spreads (as taxas de risco cobradas em empréstimos), o alongamento dos prazos e a diminuição de custos, especialmente nos projetos do Finame (programa que financia a produção de máquinas e equipamentos industriais). O programa anunciado pelo governo federal prevê financiamentos de R$ 210 bilhões entre 2008 e 2010.

     

    O BNDES já anunciou que a sua liberação de recursos este ano deve chegar a R$ 84 bilhões. Se a projeção se concretizar, isso vai representar uma elevação de quase 30% em relação ao já recorde saldo registrado no ano passado, de R$ 64,9 bilhões.

     

    NOVOS CRITÉRIOS

     

    A carga, porém, é maior do que o banco pode suportar hoje. Para reunir fundos, o banco vai elevar o giro de sua carteira de ações - saldo de compra e venda de títulos na BNDESPar, braço de participações em empresas do banco, deve ficar este ano em R$ 17 bilhões, e adotou, a partir do dia 1º deste mês, novos critérios de concessão de crédito. Operações que eram baseadas 100% na Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), usada como referência nos empréstimos do banco, vão ter essa participação diminuída para até 70% do valor total do empréstimo, em alguns casos. Os outros até 30% da forma de remuneração vão depender do perfil da empresa tomadora.

     

    Para Coutinho, o uso da TJLP (desde julho do ano passado estacionada em 6,25%, independente do movimento dos juros básicos, a Selic) como referência nos financiamentos do banco tem de continuar. Em 2007, pelas estatísticas do próprio BNDES, o investimento alavancado pelo banco, ou seja, que reúne sua participação em financiamentos e contrapartida de recursos das empresas, foi de 12,9%.

     

    De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Economia e Estatística, o saldo da economia no ano passado mostrou que o incremento dos investimentos (medido pela rubrica de Formação Bruta do Capital Fixo - FBCF) foi de 13,4% 

     

    Fonte: NTC e Logística
    14-07-2008 | 11:07
    O grupo industrial alemão Thyssenkrupp aumentará sensivelmente o preço do aço no próximo ano para compensar em suas finanças a alta do preço da energia, afirmou seu presidente, Ekkehard Schulz.

     

    Em entrevista que será publicada amanhã pela revista "Der Spiegel", Schulz diz que os clientes com contrato de um ano e preço fixo para 2008 não serão afetados por essa alta, "mas devem saber que o preço para o ano 2009 subirá consideravelmente".

     

    "É possível que não possamos garantir a provisão das quantidades desejadas, pois a qualidade de nosso aço é limitada", ressaltou o presidente.

     

    Como alternativa, Schulz ofereceu a essas empresas "negociar já uma extensão do contrato, por exemplo, de 1 de julho para 30 de junho de 2009".

     

    "Isso proporcionará a ambas as partes segurança de cálculo", diz.

     

    Vítimas O presidente da Thyssenkrupp se antecipou às críticas que surgirão por esse aumento drástico de preços. "Nós não somos os responsáveis pelo encarecimento da energia, mas sim vítimas", comentou. Segundo o presidente da empresa, entre 70% e 80% dos custos da produção de uma tonelada de aço são com energia.

    Fonte: Folha on-line
    14-07-2008 | 11:07
         A estimativa de inflação do mercado brasileiro colou no teto da meta definida pelo governo para 2008, mostrou pesquisa divulgada nesta segunda-feira. No levantamento semanal feito pelo Banco Central (BC), os analistas consultados elevaram para 6,48%, ante 6,40%, a estimativa para a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2008.
         
         Para o próximo ano, a estimativa para o IPCA foi elevada para 5%, ante estimativa anterior de 4,91%.
         
         A meta de inflação fixada para 2008 e 2009 é de 4,5%, com margem de variação de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. O teto da meta, portanto, é de 6,5%.
         
         A estimativa para o patamar da taxa de juro ao final do ano foi mantida em 14,25%, bem como a previsão para dezembro de 2009, que ficou em 13,50%.
         
    Fonte: 24 Horas News
    14-07-2008 | 11:07
    O governo prepara um pacote de descontos para tentar fazer com que empresas quitem dívidas de aproximadamente R$ 40 bilhões em tributos que estão sendo questionados judicialmente.
         
         A proposta fará parte de uma MP (medida provisória), que tratará de alterações na cobrança das dívidas da Receita Federal e da Previdência Social e a dívida ativa, que inclui débitos em cobrança judicial, no valor total de R$ 1,3 trilhão.
         
         As empresas que desistirem das disputas envolvendo o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) terão um benefício equivalente à correção da dívida pela TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) em vez da Selic, que é usada para atualizar as dívidas com a União.
         
         Para ter uma idéia do que isso pode representar, só nos últimos cinco anos, a TJLP variou 59,07%. Já a Selic chegou a 131,69%, mais que o dobro. Ou seja, o governo vai cortar quase pela metade o valor das dívidas que tenham sido acumuladas desde janeiro de 2003.
         
         "É um novo modelo de cobrança. Hoje, entupimos o sistema de cobrança administrativo e também o Judiciário e arrecadamos pouco", explicou o ministro interino da Fazenda, Nelson Machado --Guido Mantega está em férias.
         
         Multas e juros menores
         
         O desconto aos devedores do Imposto sobre Produtos Industrializados será dado na forma de reduções em multas e juros que são cobrados sobre a dívida ativa da União.
         
         Pela proposta em estudo, quem pagar à vista ou em até seis prestações só quitará 70% dos juros de mora, que equivalem à variação mensal da Selic. A multas de mora (30% e correção pela Selic) e de ofício, que variam de 50% a 150% dependendo da infração, e os encargos legais de 20% corrigidos pela Selic serão anulados.
         
         O governo justifica o benefício como uma estratégia para receber os recursos mais rapidamente e eliminar o risco de perder disputas na Justiça.
         
         Há duas disputas de grande valor no Judiciário sobre o IPI. A primeira, que o governo estima em R$ 20 bilhões, é sobre o direito que empresas têm de abater dos impostos devidos créditos obtidos na compra de mercadorias que têm alíquota zero do Imposto sobre Produtos Industrializados ou não são tributados. Nesse caso, porém, o STF (Supremo Tribunal Federal) já decidiu a favor do governo e entendeu que as empresas não podem fazer esse tipo de compensação.
         
         Incentivos
         
         A outra grande disputa é sobre o incentivo que o governo federal dava às exportações de manufaturados por meio do IPI -estimada na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) em R$ 20 bilhões.
         
         O governo perdeu no STJ (Superior Tribunal de Justiça) a tese de que o incentivo só valeria até 1983. Os ministros entenderam que as empresas podem abater o crédito nas exportações feitas até 1990.
         
         Mas o setor privado continuou a disputa, que agora está no Supremo Tribunal Federal. Caberá aos ministros do Supremo definir até quando valeu, ou mesmo se o incentivo ainda pode ser aproveitado.
         
         Exportadoras
         
         Essa "briga" interessa principalmente às grandes empresas exportadoras. Segundo o vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto de Castro, a tendência é a de que as companhias não aceitem os descontos oferecidos pelo governo.
         
         "O governo está simplesmente tentando antecipar arrecadação e desestimular o recurso jurídico. Já estamos nisso [na discussão judicial] há muitos anos e não faz sentido aceitar [um acordo] agora", disse Castro.
         
         Para o vice-presidente da associação de comércio exterior, as avaliações de perda do governo são superestimadas e têm como objetivo criar uma "pressão econômica sobre o Supremo [o STF]."
          Fonte: Mídia News
    14-07-2008 | 11:07
    O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de Mato Grosso (Crea-MT) abriu as inscrições para o concurso público destinado a selecionar candidatos para o provimento de 607 vagas do quadro permanente de pessoal do Conselho e para formação de cadastro de reserva, em funções de nível superior, médio e fundamental, com salários que variam de R$ 700 a R$ 2.300.

    O concurso público só foi possível após a realização de um estudo sobre a melhor forma de enquadramento dos funcionários em um Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) tendo em vista que o órgão precisa preencher o seu quadro funcional. De acordo com a legislação vigente é imprescindível a existência de um PCCS para então oferecer as vagas.

    A organização e o planejamento do Concurso Público são de responsabilidade da Comissão Organizadora designada pelo Crea-MT e do executor, o Instituto Cidades. 

    As inscrições serão efetuadas via Internet, pelo site do Instituto Cidades, no período de 08 de julho de 2008 até o dia 18 de agosto de 2008. Ou presenciais, no Pantanal Shopping, na sede do Crea-MT em Cuiabá na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, 491, de segunda a sexta-feira das 12h às 18h; em Várzea Grande no Terminal Rodoviário André Maggi de segunda a sexta-feira das 08h às 12h e das 14h às 17h.

    No interior do estado as inscrições podem ser feitas presencialmente na inspetoria de Sinop, na Avenida das Figueiras, 1538, sala 01, centro de segunda a sexta-feira das 12h às 18h e, no escritório do Crea-MT em Barra do Garças, localizado na rua Presidente Vargas, 612, centro, também de segunda a sexta-feira das 12h às 18h.

    O valor das inscrições para as vagas de Nível Superior é de R$ 90, para as vagas de Nível Médio R$ 45, e para Nível Fundamental Completo R$ 30.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-07-2008 | 11:07
    Na próxima terça-feira(15-07), às 8h, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico(CMDE), se reúne em plenária ordinária para discutir, entre outros temas, a construção de um condomínio residencial de 450 apartamentos na Avenida Beira Rio, ao lado da faculdade Unirondon.

    A reunião será na sede do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA-MT), na Avenida Historiador Rubens de Mendonça(do CPA). Na oportunidade, os empreendedores(LM )organização e hotelaria LTDA) vão apresentar aos conselheiros o Estudo de Impacto de Vizinha do projeto habitacional.

    Fazem parte da pauta do CMDE ainda, Informes Gerais, Leitura e aprovação de duas atas e Palavra Livre. A reunião está sendo convocada pela secretária-executiva do Conselho e presidente do Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano(IPDU) , arquiteta e urbanista Adriana Bussiki Santos.

     

    Fonte: Olhar Direto
    14-07-2008 | 11:07
    Encontro - O Sebrae promove amanhã, às 19 horas, no Centro de Eventos do Pantanal, o Encontro Emirados Árabes Unidos Perspectivas e Oportunidades, com a presença do secretário da Câmara ÁrabeBrasileira, Michel Alaby, bem como do consultor internacional e guia turístico oficial de Dubai, Daniel Jabbour. A iniciativa tem apoio da Federação do Comércio de Bens e Serviços de Mato Grosso (Fecomércio) e Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-07-2008 | 11:07
    O investimento produtivo brasileiro aumentou substancialmente sua dependência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a partir do ano passado. Principal instrumento de fomento da economia, o banco já optou este ano pela restrição de crédito a áreas consideradas não prioritárias para garantir o financiamento ao aumento de capacidade de produção da economia. "Nosso objetivo é ter certeza de que o desembolso do BNDES está privilegiando nova capacidade de oferta industrial e novas infra-estruturas. De tal maneira que de fato estejamos cada vez mais contribuindo para a formação de capital fixo na economia", afirmou Luciano Coutinho, presidente do banco. A participação do banco na formação de capital - traduzida, grosso modo, como a participação nos investimentos das empresas -que, historicamente, se situava entre 6% e 6,8%, saltou no ano passado para 8,3%. No primeiro semestre ficou perto de 10%.

     

    Principal agente na nova política industrial do governo, o banco anunciou, em 12 de maio, no lançamento oficial do programa, a redução dos spreads (as taxas de risco cobradas em empréstimos), o alongamento dos prazos e a diminuição de custos, especialmente nos projetos do Finame (programa que financia a produção de máquinas e equipamentos industriais). O programa anunciado pelo governo federal prevê financiamentos de R$ 210 bilhões entre 2008 e 2010.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-07-2008 | 11:07
    A maior preocupação do governo Lula, no momento, é com a escalada da inflação. A percepção é de que, se a economia continuar acelerada, estará criado o "caldo de cultura" para uma próspera especulação com os preços. Um estudo empírico avalia que uma inflação de até 5% é considerada estável. No intervalo entre 5% e 10%, entra no terreno perigoso. Acima de 10% é nível de absoluto risco para a volta da indexação, principalmente em economias como a brasileira, onde a memória inflacionária pode ser destravada diante de qualquer movimento persistente de alta de preços.

     

    "Ninguém suporta uma inflação de dois dígitos. Todos vão querer se defender", diz, preocupado, um ministro. É por isso que o governo desvincula o reajuste de 8% no valor do programa Bolsa Família da tentativa de reindexar o benefício. Para autoridades, trata-se de um problema fiscal de baixo impacto nas contas. Na semana passada, o presidente do BC, Henrique Meirelles, foi claro: vai controlar a desaceleração do ritmo da economia para trazer a inflação de volta ao centro da meta por meio do aumento das taxas de juros.

     

    Henrique Meirelles disse que não será tolerante com a inflação que, no longo prazo, compromete o crescimento econômico. Ele defende uma posição que não foi a que prevaleceu na década de 70, quando o Brasil e outros países optaram pelo crescimento com mais inflação, que redundou nas crises enfrentadas nas décadas de 80 e 90.

     

    O presidente Lula, diante desse cenário, também optou pela desaceleração, sem que o País seja lançado em um processo recessivo por um erro na dosagem das taxas de juros. Entre os ministros, há a percepção de que as condições do país, hoje, são melhores do que as de quatro anos atrás, quando foi iniciado o segundo ciclo de aperto promovido pelo Banco Central.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    14-07-2008 | 11:07
    A estratégia do governo federal para estabilizar a economia é impedir que o ajuste seja feito pelo "efeito destruidor" da inflação, que penaliza as camadas mais pobres da população e desorganiza os preços nos diversos setores econômicos. A calibragem das taxas de juros, capitaneada pelo Banco Central (BC), é ainda o principal instrumento para desacelerar a atividade para algo entre 4% e 4,5% em 2009, sem jogar o País numa recessão desnecessária.

    O cenário mais favorável considera que a economia crescerá um pouco abaixo do Produto Interno Bruto (PIB) potencial, controverso cálculo que aponta qual o ritmo de expansão que não põe em risco o controle dos preços. As estimativas otimistas colocam o PIB potencial em cerca de 5% e as mais pessimistas, na casa dos 4%.

    A desaceleração da economia do ritmo de 5,8%, no fim de 2007, para o intervalo entre 4% a 4,5% no ano que vem, não deve ser entendida como uma medida drástica. "Ninguém quer fazer uma recessão", pondera um ministro. Ele cita como referência o ajuste adotado em 2005, quando o nível de crescimento foi arrastado para a marca dos 3,2%, o que criou "um estado de apreensão" no governo, mas, ainda assim, não inibiu os investimentos privados. A situação é muito diferente e a economia, agora, tem melhor condição de resposta para se adaptar a um ritmo compatível com o desejo de trazer a inflação para a meta de 4,5%, definida para os próximos dois anos.

    O nível de crescimento da economia de 4% é considerado um nível "melhor do que o passado" e um sinalizador mais importante que os 3,2% de 2005. "Um crescimento acima de 4% é uma coisa extraordinária", disseram dois ministros ouvidos pelo Estado.

    O cenário internacional sugere que os países vão desacelerar suas economias.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
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