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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    02-06-2008 | 10:06

    Será realizada nesta segunda-feira (02) a reunião mensal com os associados do Sinduscon – MT. O evento que está marcado para começar às 17h30, terá 15 minutos de tolerância, tem como pauta: assuntos administrativos, atividades da diretoria, além de assuntos gerais.

    Após a reunião uma equipe do IEL irá fazer uma rápida apresentação sobre os cursos voltados para a área da qualidade com atuação na Construção Civil.  

    PS.: Os Senhores Associados que necessitem ser representados nas Assembléias Gerias e nas reuniões da Diretoria e Associados desta entidade, deverão munir seu representante com procuração particular (modelo já enviado) e com firma reconhecida; a Procuração deverá ser especifica para cada evento.

    02-06-2008 | 10:06

    Reação positiva no início do ano leva a Sefaz a projetar crescimento de 15% para 2008. Fim da crise do agronegócio e queda das taxas de juros influenciaram números


    A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços no primeiro quadrimestre de 2008 ficou acima das projeções dos economistas. Os números da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), apontam crescimento de 16,84% no período, com a arrecadação saltando de R$ 1,05 bilhão para R$ 1,23 bilhão, no acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, em relação a igual período de 2007.

    Na avaliação do assessor especial da Sefaz, economista Vivaldo Lopes, “Mato Grosso retomou definitivamente os rumos do crescimento e, por conta disto, a tendência é de que em 2008, a arrecadação de ICMS continue crescendo”.

    Para ele, 2007 “foi o ano da recuperação econômica de Mato Grosso”, quando os preços das commodities reagiram e os níveis de crescimento atingiram seus patamares mais altos dos últimos anos. “2008 será o ano da consolidação da nossa economia, quando deveremos retomar os níveis de crescimento antes da crise do agronegócio”.

    Levando-se em conta indicadores como consumo de energia, arrecadação de impostos (estadual e federal), empregos formais, exportações e outros componentes, ele chega à conclusão de que Mato Grosso deu um salto expressivo em sua economia.

    “Esses indicadores mostram que em 2007 o comportamento da economia mato-grossense foi muito bom. Quando ocorre esse aquecimento nas atividades econômicas, há um reflexo direto na arrecadação de impostos e no nível dos investimentos”, analisou.

    Lopes aponta algumas razões para o crescimento da arrecadação, como o fim da crise do agronegócio, queda das taxas de juro e controle inflacionário. “Para 2008 a nossa expectativa é de que a arrecadação apresente crescimento ainda maior que o do ano passado, na casa de 15%”, estima.

    FISCALIZAÇÃO - Outro fator que teve forte influência no desempenho da arrecadação no ano passado, segundo o economista, foi a boa performance da máquina arrecadadora do Estado. “A máquina fazendária está muito bem aparelha e, com isso, pudemos inclusive superar as projeções de arrecadação para o período. Acredito que temos tudo para continuar crescendo”, afirmou Lopes.

    Ele atribui o resultado também ao “esforço fiscal concentrado” da Secretaria de Fazenda. “Reforçamos nosso aparelhamento fiscal e desenvolvemos ações especiais nos postos de fronteira”, diz, lembrando que a Sefaz está implementando um conjunto de medidas visando o fortalecimento da arrecadação no Estado sem aumentar os impostos.

    Na avaliação do presidente do Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais (Sinfate), Otarci Nunes da Rosa, o aumento da arrecadação é resultado de uma série de fatores conjunturais, como a recuperação econômica do Estado, a chegada dos novos fiscais e a nova visão de planejamento adotada pelo secretário Éder de Moraes Dias. “Realmente, ele {Éder] deu um novo rumo à política fiscal do Estado e os resultados já começam a aparecer”.

    INVESTIMENTOS – Por conta disso, o economista Vivaldo Lopes diz que o momento é oportuno para investimentos, especialmente em função da perspectiva de crescimento para o Brasil e para a economia mundial, que continua aquecida.

    “Observamos a expansão do consumo, do crédito e o aumento dos investimentos externos no Brasil”, afirma Vivaldo, acrescentando que o país tem tudo para manter a estabilidade econômica através do controle inflacionário, taxas de juros mais baixas e maior oferta de emprego.
    MARCONDES MACIEL
    Da Reportagem

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-06-2008 | 10:06

    O debate sobre a criação do Fundo Soberano do Brasil mostrou que o presidente Lula, cada vez mais, busca conselhos fora do governo para conduzir sua política econômica. No episódio em curso, por sinal, ele foi pressionado por seus interlocutores a tomar uma decisão à qual resistia: admitir um esforço fiscal maior neste ano.

    Desde que o ministro Guido Mantega (Fazenda) comunicou como seriam as regras de funcionamento do fundo, Lula conversou com vários economistas de dentro e de fora do governo para decidir sobre o melhor formato desse novo instrumento, que será apresentado na terça-feira ao Conselho Político do governo.

    O presidente ouviu de pelo menos quatro economistas que ele deveria se limitar, no momento, a elevar o superávit primário e deixar a criação do fundo para outro momento: Luiz Gonzaga Belluzzo, Delfim Netto, João Paulo dos Reis Velloso e Aloizio Mercadante, senador pelo PT de São Paulo.

    Esses economistas, com a ajuda do ex-ministro e deputado Antonio Palocci Filho (PT-SP), disseram a Lula que o dinheiro do esforço fiscal adicional não deveria ser usado neste momento para a compra de dólares. Isso poderia prejudicar o combate à inflação e reduziria o impacto do anúncio de uma redução de gastos nas expectativas do mercado.

    Lula, porém, sempre foi simpático à idéia de criar o fundo. Era estimulado pelo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, outro interlocutor freqüente do presidente para questões econômicas.

    Desde o início, Mantega avaliou que a criação do fundo poderia ser a oportunidade de conjugar as duas coisas: aumentar o superávit primário e destinar os recursos para o caixa do fundo soberano.

    Assim, faria uma economia extra de gastos públicos e ajudaria o BC no combate à inflação. Ao mesmo tempo, usaria o dinheiro do fundo para operar no mercado de câmbio e evitar a desvalorização mais acentuada do dólar.

    Na tentativa de vender bem a idéia, Mantega e Coutinho enfatizaram os detalhes do novo fundo e focaram a estratégia no fato de ele ser criado com o excesso de arrecadação, funcionar como instrumento adicional para intervenção no câmbio e ser uma fonte de recursos no exterior para financiar a expansão de empresas brasileiras.

    Com isso, acabaram atravessando o discurso, bateram de frente com os demais economistas-conselheiros do presidente Lula e embolaram o meio-de-campo. Coutinho saiu da linha de frente, e Mantega ficou sozinho.

    Solução construída

    Depois de ver sua idéia bombardeada dentro e fora do governo, o ministro tentou recomeçar do zero e buscou uma saída negociada. O próprio presidente Lula pediu que ele "construísse uma solução" em conjunto com Palocci e Mercadante.

    O ministro da Fazenda disse aos dois petistas que defendia o ajuste fiscal adicional para acabar com o discurso do Banco Central de que está sozinho no combate à inflação. A resistência vinha do Palácio do Planalto, mais precisamente do próprio presidente e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

    Na conversa com Palocci e Mercadante, Mantega afirmou que concordava em postergar o uso do fundo para operar no mercado de câmbio. Até porque, para isso, precisa ter o fundo aprovado pelo Congresso e regulamentado. Mas, para convencer Lula a fazer o ajuste fiscal adicional, ele considerava fundamental dizer que a medida viria acompanhada do fundo soberano.

    Assim, o esforço fiscal maior ganha uma cara nova, e o governo, argumento para rebater a tese de que está seguindo o mesmo receituário econômico de sempre.

    Mantega entrou em contato com o presidente para pedir sua aprovação ao modelo fechado, o que conseguiu na última quinta-feira. Um assessor do presidente comentou na sexta-feira que o episódio do fundo soberano mostrou claramente que no segundo mandato o Ministério da Fazenda não tem a mesma autonomia do primeiro, quando era comandado por Palocci.

    Mantega conta com a confiança de Lula, mas o presidente faz questão de ouvir seus interlocutores econômicos preferidos --Belluzzo, Delfim e Palocci- antes de tomar qualquer decisão na área econômica.

    Isso tem gerado especulações sobre um possível enfraquecimento de Mantega, que poderia estar correndo o risco de perder o cargo. Um auxiliar de Lula diz, no entanto, que ele é o ministro da Fazenda ideal, já que não faz sombra ao presidente Lula e não tem receio de recuar diante das pressões do Palácio do Planalto.
    Fonte: Folha de S.Paulo

    02-06-2008 | 10:06
    As obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) que dependem do Orçamento federal seguem em ritmo considerado "lentamente ridículo" por empresários ligados à área de infra-estrutura, mas a iniciativa privada --ao lado da Petrobras e de alguns Estados-- já tomou a dianteira na infra-estrutura do país, informa Fernando Canzian em reportagem na edição da Folha deste domingo.Segundo o texto, dados dos primeiros cinco meses do ano (até 28 de maio) do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira) mostram que, de um orçamento de R$ 15,7 bilhões para o PAC autorizado para 2008, só 0,74% (R$ 116,7 milhões) foi desembolsado até agora. Já os investimentos das empresas, principalmente nos setores de petróleo, siderurgia e mineração, que também têm impacto positivo para a infra-estrutura rodoviária e portuária, ganharam novo ritmo.

    Na sexta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai esperar o fim do processo eleitoral para voltar a inaugurar obras do PAC nas capitais do país. Em março, Lula havia afirmado que passaria o primeiro semestre do ano viajando e inaugurando obras pelo país. "Agora minha vida vai ser essa. Menos tempo em Brasília, mais tempo viajando esse país. Porque quanto mais obra, mais emprego e mais renda [vamos ter]. E melhor será a qualidade de vida das pessoas", disse ele em Araraquara (SP).

    Na segunda-feira (26), a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse, em entrevista no "Programa do Jô", da Globo, que o PAC tem uma família grande, formada por ministros, governadores e prefeitos envolvidos nas obras do programa. Dilma, que é chamada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de "mãe do PAC", admitiu que é uma "mãe cuidadosa".

    Fonte: Folha Online

     

    31-05-2008 | 11:05

    As indústrias mato-grossenses que ainda não se inscreveram para participar da 13ª edição do Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho (PSQT) terão até o dia 13 de junho para garantir a sua participação. As inscrições, que encerrariam nesta sexta-feira (30.05), foram prorrogadas para atender às empresas que deixaram o procedimento para a última hora. Promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) em todo o país, o PSQT valoriza o esforço das indústrias na adoção de melhores práticas de gestão e medidas que construam um ambiente de trabalho seguro, saudável e produtivo. A participação é gratuita.

     

    Podem se inscrever indústrias de micro, pequeno, médio e grande porte. Ao participar do PSQT, a empresa recebe uma consultoria gratuita na área de gestão. Após o término da avaliação, o Sesi-MT entrega um relatório que aponta os pontos positivos e aqueles que precisam ser melhorados para que a empresa atinja os padrões de excelência de gestão. São avaliados os itens: sistema de gestão de pessoas, educação e desenvolvimento, qualidade de vida e desenvolvimento sócio-ambiental.

     

    A premiação é realizada em três etapas: Estadual, Regional e Nacional. As vencedoras estaduais e regionais receberão o Troféu PSQT 2008 e um certificado de participação, e as nacionais receberão também o selo Prêmio SESI Qualidade no Trabalho 2008 e a Medalha da Ordem do Mérito do Trabalho, concedida pelo Ministério do Trabalho. O prêmio possui também a Categoria Especial, destinada às empresas que ganharam o PSQT em seus estados nas duas últimas edições.

     

    PSQT 2007 – Em 2007, Mato Grosso registrou a participação de 36 indústrias, um aumento de 44% em relação ao ano anterior. “A cada ano notamos uma significativa evolução no número de empresas participantes no PSQT e queremos aumentar ainda mais esse índice”, explica a coordenadora estadual do prêmio, Viviane Lima de Andrade. As vencedoras da etapa estadual em 2007 foram: Gráfica Genus (categoria micro empresa), Cloro MT (pequena), Refrigerantes Marajá (média) e AmBev (grande empresa).

     

    AVALIAÇÃO – O PSQT considera como base para formulação de seus critérios de avaliação os fundamentos da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), que elaborou o Modelo de Excelência da Gestão. Para avaliar os participantes, o Sesi prioriza o exercício da responsabilidade social dentro e fora da empresa. Podem participar indústrias de todo o Estado. As inscrições devem ser feitas no site www.sesi.org.br/psqt , no link ‘Inscrições no PSQT 2008’, no lado direito da tela. Informações pelo telefone (65) 3611-1510.

     Fonte: Unecom - Sistema FIEMT

     

    31-05-2008 | 11:05

     


    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem (30) que fará o que for preciso para evitar a volta da inflação. "Tenham certeza que farei qualquer sacrifício, seja remédio amargo (...). Farei qualquer coisa país para não permitir que a inflação volte, porque, quando voltar, vai quebrar é o bolso do povo pobre, trabalhador. Nós, do governo, vamos fazer o sacrifício que tivermos que fazer para manter uma política fiscal responsável".

    A ação mais "amarga" adotada pelo governo nos últimos meses é a elevação dos juros, pelo Banco Central. Hoje, o ministro Guido Mantega (Fazenda) anunciou oficialmente a criação do Fundo Soberano do Brasil. Os recursos para o fundo virão de uma economia adicional de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) que o governo passará a fazer, o que eleva a sua meta de superávit primário dos atuais 3,8% para 4,3%.

    Lula participou de cerimônia na qual foram assinadas atos relativos a obras do PAC nas áreas de saneamento e habitação e lançado o Plano de Desenvolvimento Sustentável do Marajó.

    O presidente disse ainda que não permitirá que o Brasil volte a ter recessão, e que é necessário que haja pelo menos 20 anos de crescimento sustentável para que o país tenha uma economia saudável.

    Também foram comemorados o grau de investimento dado ontem ao Brasil pela agência Fitch Ratings e a descoberta de mais uma reserva de petróleo pela Petrobras.

    Lula comparou o grau de investimento com uma pessoa interessada em comprar no crediário. "É como se fosse na loja e não tive condição de comprar porque estava desempregada, com dívidas. (...) Mas se você trabalha, está com as contas em dia, você pode obter empréstimos, merece o investment grade."

    Em seguida, Lula disse que os adversários atribuem à sorte as coisas boas que têm acontecido no país durante seu governo. "Meus adversários dizem: o Lula tem sorte". E completou: "Tudo isso é sorte, mas, se não tivéssemos trabalhado duro para consertar a economia brasileira, para contornar a inflação --e vocês sabem o quanto sofremos em 2003, porque tivemos que fazer um ajuste duro."

    Crise dos alimentos

    Lula destacou a necessidade de identificar oportunidades em momentos de crise e citou a alta dos preços dos alimentos no mundo. "Tem uma crise de alimentos, os preços do alimento estão subindo e, graças a Deus, eu não vejo isso como problema, eu vejo isso como uma solução, porque este país tem terra, este país tem água, este país tem sol e este país tem tecnologia e gente que sabe plantar", disse.

    Para o presidente, se há mais pessoas com poder de consumir alimentos no mundo, o Brasil pode "produzir para que a gente possa levar comida para quem quiser comer".

    "Com a agricultura familiar, vamos incentivá-la, vamos financiá-la, vamos levar assistência técnica, porque se depender deste país ninguém vai passar fome no mundo."

    Fonte: Folha Online com Agência Brasil

     

    31-05-2008 | 11:05
    Motivo de temor quanto ao atendimento do consumo e à estabilidade dos preços no mercado, o nível de utilização da capacidade instalada da indústria voltou a crescer em maio, mas com um caráter favorável. Segundo a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a pressão sobre setores mais críticos --como material de transporte e metalurgia-- diminuiu, com o avanço de outros com margens maiores de expansão.

    "Segmentos ultrapessionados tiveram uma sinalização favorável [com recuo no nível de utilização da capacidade instalada], como reflexo de investimentos, e alguns se expandiram, onde havia certa ociosidade. Está havendo um reequilíbrio da capacidade instalada", avaliou Aloisio Campelo Junior, coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV.

    Conforme os dados da sondagem industrial da FGV, divulgados nesta sexta-feira, o nível geral de utilização da capacidade instalada da indústria ficou em 85,6% (sem ajuste sazonal) em maio, contra 85,1% em abril e 85,2% em março. O setor de metalurgia, por exemplo, atingiu nível de utilização de 92,1% em maio, ante 92,5% em abril deste ano e 94,4% em maio de 2007. O de material de transporte e autopeças ficou em 92,5% em maio deste ano, contra 93,2% no mês anterior e 86% em maio de 2007 (antes do início da disparada da indústria).

    Por outro lado, o setor de alimento ampliou o nível de utilização da capacidade instalada em maio (para 83,9% ante 81% em abril), assim como o de minerais não-metálicos (para 89,4% ante 87,5%).

    "Os níveis continuam altos, mas o fato de ter cedido na ponta é favorável. Mas os ajustes são positivos. O setor de minerais não-metálicos, que tem muita influência de construção, deve ser melhor monitorado", disse.

    Também merece atenção, segundo Campelo, o nível da produção industrial. Segundo as previsões da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação apuradas pela FGV, a produção prevista apontou recuo de 0,7% em maio deste ano em relação a maio de 2007.

    "A produção prevista veio menos potente, indicando desaceleração, mas ainda em nível muito forte. (...) O dado negativo de maio não me assusta, porque a indústria estava crescendo em 2007, sobre uma base muito fraca", disse Campelo.

    Surpreendente, segundo ele, foi o indicador de previsão de emprego, que cresceu 5% nos últimos três meses (março, abril e maio) e 3,4% somente em maio deste ano em relação a igual período do ano anterior. Das 1.015 empresas consultadas, 30% prevêem aumento do contingente de mão-de-obra nos próximos três meses e 10%, redução. Em maio de 2007, estas parcelas haviam sido, respectivamente, de 26% e 10%. Fonte: Folha Online
    30-05-2008 | 10:05
    O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) irá disponibilizar 41 urnas eletrônicas de votação para os 27 municípios que participarão das eleições para o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea) e da caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua). As eleições acontecem no próximo dia 4, das 9 às 19h. As eleições ocorrem a cada três anos. Ao todo, mais de sete mil profissionais da área tecnológica em Mato Grosso irão às urnas para escolher os novos dirigentes. 

    Fonte: TVCA.com.br 

    29-05-2008 | 21:05

    “Não corremos risco de parar nossas obras por falta de cimento”, essa afirmação é do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luis Carlos Richter, dada durante a reunião que foi realizada nesta quinta-feira (29), entre o Sindicato e a empresa Votorantim, representada no evento por Marcelo Chamma - de São Paulo.  A reunião serviu para traçar metas para a regularização do abastecimento do cimento no Estado.

    Uma das alternativas apresentada foi a construção de um moinho e de um novo forno na cidade de Nobres. Outra possibilidade, é a de trazer cimento do estado de Sergipe. “É importante ressaltar que a falta do cimento está generalizada. Todas as fábricas do país estão operando no limite, por isso precisamos nos precaver”, reforçou Richter.

    O presidente do Sinduscon-MT explicou ainda que a reunião foi importante, pois aproximou as indústrias do setor da construção. “Buscamos soluções eficientes e eficazes e para isso é importante que possamos contar com as indústrias fornecedoras”, reafirmou Luis Carlos.

    29-05-2008 | 09:05
    Em Cuiabá valor da bolsa varia entre R$ 21 e R$ 25; quem precisa não encontra item


    Depois de ter paralisado a produção por aproximadamente uma semana no início do mês de maio, a fábrica de cimentos Itaú, da Votorantim, em Nobres, ainda não conseguiu estabilizar a oferta do produto no mercado. As lojas de material de construção estão buscando o cimento em São Paulo, Brasília e Paraná. O resultado isso é o aumento do preço ao consumidor, por conta do frete. Mas não é só isso. As empresas ainda encontram dificuldades de trazer o cimento para Mato Grosso devido à falta de caminhões que queiram vir para o Estado.

    O presidente da Associação do Comércio Varejista de Materiais de Construção do Estado (Acomac), Venceslau Júnior, diz que se hoje tivesse 10 carretas em Brasília, todas viriam cheias de cimento para cá. Na capital federal há disponibilidade do produto, assim como em São Paulo, mas não há caminhões para fazer o transporte. O problema é que Mato Grosso está sem carga de retorno. Os principais produtos de retorno do Estado são soja e madeira. A safra de soja já foi concluída e a madeira não está podendo ser transportada. E os caminhões não podem fazer viagem sem retorno garantido porque o prejuízo é grande.

    Ou seja, os empresários estão sendo penalizados duas vezes. Conforme Júnior, a saca de 50 quilos de cimento está sendo vendida em Cuiabá de R$ 21 a R$ 25. Por volta do dia 10 de maio, o preço mais alto verificado era R$ 21. Logo no início do mês a fábrica de cimentos em Nobres, que responde por 80% do mercado mato-grossense, havia parado a produção para manutenção não prevista nos fornos. Quase uma semana depois, a produção foi retomada e a previsão da Votorantim, segundo a assessoria de imprensa, era que o abastecimento voltasse ao normal em quatro dias.

    Agora, o mercado enfrenta o mesmo problema. O presidente da Acomac diz que a Cimentos Itaú não está conseguindo atender a demanda. Ele frisa que a cota de compra dos comerciantes foi reduzida pela metade ou até mesmo um terço. Para "piorar" a situação, a demanda está aquecida. Júnior conta que a informação passada pela indústria é que em duas semanas o fornecimento de cimento estará normalizado.

    Maria Gomes da Silva, que está construindo quitinetes, reclama da alta no preço do cimento. Ela diz que há 20 dias conseguiu comprar o produto a R$ 17. Agora o preço menor que ela achou foi R$ 23. A consumidora também frisa que comprou 100 sacas antes e hoje não consegue nem 10. "O preço está absurdo e acho estranho que apesar do problema ser na fábrica de cimentos Itaú, as outras marcas também tenham aumentado o valor". Fonte: Gazeta Digital
    29-05-2008 | 09:05

    A engenheira civil Alessandra Tieni conta que na obra em que trabalha teve alterar o cronograma de trabalho, dando prioridade aos serviços que ocupam menos cimento. Ela explica, por exemplo, que gasta 70 sacas de cimento para completar uma laje, então, esse serviço não está sendo feito. Conforme Alessandra, as obras sofrem atraso sim. "Por mais que você substitua um trabalho por outro, todo o cronograma acaba tendo atraso".

    Alessandra trabalha em uma construtora que compra o cimento direto da fábrica da Votorantim em Nobres. Segundo ela, as compras do produto estão suspensas até segunda-feira porque a indústria está fazendo manutenção dos equipamentos. A engenheira destaca que na semana retrasada só conseguiu cadastrar um pedido de compra de cimento. O produto chegou esta semana. E nesta semana, quando ela quis cadastrar outra compra, não conseguiu. O cadastro só será feito semana que vem.

    A engenheira lembra que os problemas com o fornecimento de cimento pela fábrica da Votorantim em Nobres começaram no final do ano passado, entre setembro e novembro. Na época, diz ela, foi preciso até demitir funcionários, pela quebra no andamento das obras. Alessandra não acredita que vá acontecer a mesma coisa novamente. De acordo com ela, a previsão da fábrica é que a situação normalize em breve.

     

    A engenheira Alessandra destaca ainda que no ano passado, quando houve a interrupção na produção de cimento, o retorno do fornecimento trouxe junto um aumento de preço. A saca, que a construtora onde ela trabalha comprava por R$ 11, passou a valer R$ 14,80. (VC)

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    28-05-2008 | 10:05

    Além da aprovação das solicitações para enquadramento nos programas de incentivos fiscais do governo do Estado, o Cedem aprovou também 17 cartas-consulta referentes ao pedido de financiamentos pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) Empresarial. Os projetos aprovados ontem somam R$ 43,207 milhões e serão responsáveis pela geração de 977 empregos entre diretos e indiretos em várias cidades mato-grossenses.

    As empresas que solicitaram financiamento via FCO Empresarial atuam em diversos segmentos, entre frigoríficos, comércio e serviços, indústria de fabricação de adubos e fertilizantes, fabricação de materiais plásticos, turismo, distribuidoras de alimentos, madeireira, entre outros. Os municípios contemplados com os investimentos são Aripuanã, Campo Verde, Várzea Grande, Brasnorte, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Rondonópolis, Sinop e Sorriso, o que deve incrementar a atividade industrial, comercial e de prestação de serviços nas respectivas cidades.

    O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, pondera que a aprovação do Cedem dos pedidos de financiamento via fundo não é garantia de que os recursos serão liberados às empresas, pois há outros trâmites, como a análise dos documentos por parte do Banco do Brasil, de viabilidade do projeto antes que o montante seja liberado.

    De acordo com acompanhamento do Banco do Brasil, para 2008 serão disponibilizados R$ 423,104 milhões para o FCO Empresarial sendo que deste total R$ 64,945 milhões já foram contratados e outros R$ 580,393 milhões estão em processo de análise no agente financeiro. O valor que está sendo avaliado pelo banco é superior ao que ainda está disponível, que totaliza R$ 358,159 milhões. A demanda, que já supera em R$ 222,234 milhões a oferta será tema da próxima reunião do Conselho Deliberativo do Fundo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel), marcada para o dia 11 de junho em Mato Grosso, quando será pedido a redistribuição dos recursos de outros setores para o Empresarial seja contemplado e nenhum projeto seja vetado. (FR) 

    Fonte: Gazeta Digital 

    27-05-2008 | 17:05

    O Sinduscon-MT realizou nesta segunda-feira (26) uma reunião para discutir a convenção coletiva dos profissionais da Construção Civil. O evento que tem como objetivo discutir os interesses da categoria contou com as presenças dos senhores: Alfredo Nunes Neto (ANN), Cezário Siqueira G. Neto (Sisan), Rui Massaru Manabe (Plaenge), Cláudio Cleber Ottaiano (Embracon) e com o presidente do Sinduscon, Carlos Richter Fernandes (Conenge).

    27-05-2008 | 17:05
    O candidato a reeleição no Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia (Crea-MT), o engenheiro Tarcisio Vezzi Bassan, participou nessa segunda-feira de uma reunião no Sinduscon-MT Na ocasião o candidato pode apresentar suas propostas e destacar o trabalho que já vinha fazendo em frente ao Conselho.       

    Bassan é o segundo candidato ao Conselho que apresenta suas propostas ao Sindicato. A primeira foi a engenheira sanitarista, Suzan Lannes.

    O Sinduscon-MT reforça os eu espaço para o melhor esclarecimento sobre os profissionais que preiteiam uma vaga no Crea, que é um dos órgãos que representam os interesses da Construção Civil.   
    27-05-2008 | 12:05

    As tropas brasileiras da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) poderão ajudar nas obras de infra-estrutura naquele país, segundo informou o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach.

    De acordo com o porta-voz, o pedido de ajuda foi feito pelo governo haitiano. “O Brasil dará resposta positiva, e já está tentado encaminhar essa situação para que possam ser utilizados os efetivos para que seja reconstruída a infra-estrutura do país”, disse.

    De acordo com Baumbach, a mudança de finalidade das tropas não necessita de uma aprovação da Organização das Nações Unidas (ONU). A própria ONU já havia pedido ao Brasil que aumentasse a quantidade de militares da área de engenharia no Haiti.

    No mês passado, a assessoria do Exército informou que o aumento do número de engenheiros para ajudar na reconstrução precisa passar pelo Congresso Nacional, já que é necessário consentimento na mudança da finalidade das tropas, dedicadas atualmente à manutenção da paz do Haiti.

    Na próxima quarta-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará o Haiti. Além de tratar das novas funções das tropas brasileiras, o presidente deve discutir com o governo haitiano acordos de cooperação agrícola, educacional, produção de hortaliças e combate à violência contra mulheres.

    Depois do Haiti, Lula segue para El Salvador, onde participará na quinta-feira (29) da reunião entre Brasil e o Sistema de Integração Centro-Americano (Sica), bloco formado pela Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Panamá.

    Um dos temas em negociação é uma associação entre o Sica e o Mercosul, um primeiro passo para a criação de uma futura zona de livre comércio entre os dois blocos.

    Outro tema de discussão é a parceria entre o Brasil, os Estados Unidos e El Salvador para produção de etanol.

    El Salvador é um dos quatro países selecionados pelos governos brasileiro e norte-americano como beneficiário de uma cooperação conjunta, em terceiros países, na área de biocombustíveis.

    Em dezembro de 2007, durante visita do presidente salvadorenho Elias Antonio Saca González ao Brasil, foi firmado um acordo para capacitação de técnicos salvadorenhos na produção de biodiesel de mamona.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-05-2008 | 12:05

    O promotor titular da 1ª Promotoria Cível de Barra do Garças, Antônio Moreira da Silva, entrou com duas ações cíveis públicas na 3ª Vara de Execuções Penais: uma contra o Governo de Mato Grosso e outra contra o governador Blairo Maggi. O magistrado exige que o juiz titular daquela comarca condene o governo a realizar uma reforma na Cadeia Pública em até 90 dias, caso contrário o Estado estaria condenado a pagar multa diária de R$ 30 mil e Maggi, por estar à frente do executivo, R$ 6 mil. Os detentos daquela cadeia fizeram uma rebelião no fim de semana.

    De acordo com o promotor foi realizada uma vistoria na cadeia em janeiro, onde, na ocasião, ficaram constatadas várias irregularidades. Estiveram presentes representantes da Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros, engenheiros civis e eletricistas e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Todos teriam reprovado as condições em que a cadeia se encontrava. "Na época havia 168 detentos, quando o local comporta 68. hoje continua igual, não há higiene, falta água, há menores presos no local, quando na verdade o Estatuto da Infância e Adolescência determina que eles sejam recolhidos em locais estruturados. Enfim, deu no que deu, tivemos esta rebelião aí e só não morreu ninguém por sorte".

    Outro lado- O procurador geral do Estado, João Virgílio Sobrinho, informou que o governo ainda não foi notificado em relação às duas ações. Ele adianta que nas devidas condições o Estado está pronto para atenderno que for possível o pedido da promotoria de Barra do Bugres.

    Fonte: Gazeta Digita

    26-05-2008 | 11:05

    Outro setor da indústria que registrou saldo expressivo no primeiro quadrimestre deste ano foi o da construção civil, o melhor de todos os segmentos incluindo também os não industriais. Entre janeiro e abril deste ano foram contratadas 11,024 mil pessoas e os desligamentos somaram 8,149 mil resultando em um saldo de 2,875 mil, um incremento de 55,8% se comparado ao saldo de igual período de 2007, quando foram registrados 1,845 mil empregos formais, resultado de 7,445 mil admissões e 5,6 mil demissões.

    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Fernandes, afirma que desde o ano passado o setor vem registrando aquecimento, resultado da recuperação do setor agrícola, que fomenta também o setor de comércio, serviços e construção. Ele considera que apesar dos percalços do setor, que se esbarra principalmente na qualificação dos profissionais e do fornecimento de insumos, como o cimento, vem obtendo um resultado positivo.

    "A cadeia está se mobilizando para que possa enfrentar os problemas juntos. Firmamos parcerias com o Sesi e Senai para treinamento e qualificação da mão-de-obra, desde o ajudante ao mestre da obra, que têm conhecimentos de segurança no trabalho, higiene, manejo dos resíduos sólidos e qualidade na construção", diz o presidente ao completar que a procura por pessoas capacitadas está aumentando o que faz subir os salários.

    O diretor da Fiemt, Gustavo Oliveira, acrescenta que este ano a Escola Senai da Construção deve formar 25 mil pessoas desde os que já atuam na área (aperfeiçoamento profissional) aos que estão em busca de uma carreira. Entre os cursos oferecidos estão de elétrica, construção civil pesada entre outros. (FR)

    Fonte:A Gazeta
    23-05-2008 | 17:05

    O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, alertou hoje (23), que se a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) for recriada vai gerar "um stress constitucional", com muitas ações contra na corte. "Vamos ter uma certa tensão dialética", afirmou.

    O ministro lembrou que a CPMF quando foi criada, no modelo de emenda à Constituição, foi objeto de controvérsia e polêmica, com sucessivas impugnações no STF. O ministro acredita que mesmo por lei complementar, será difícil criar uma contribuição.

    O ministro Gilmar Mendes não quis fazer considerações sobre a constitucionalidade da proposta, argumentando que pode vir a ter que julgar uma ação no Supremo. Elçe disse que estava apenas fazendo "considerações gerais" sobre a proposta.

    O presidente do Supremo disse que cabe ao Congresso Nacional encontrar uma forma de financiar a saúde.

    Fonte - Agência Brasil

    23-05-2008 | 17:05
    O Sinduscon-MT, buscando uma maior interação com seus associados realizará o curso de CIPA. Mas para isso o sindicato que saber qual a melhor data para o evento e se a sua empresa tem interessem em capacitar e formar funcionários cipeiros. E para isso é fundamental a sua participação. Por isso, criamos essa enquête para saber a sua opinião:

     

    - Na sua empresa há interesse de capacitar e formar cipeiros?

     

    - Quantos empregados?

     

    Os dias disponíveis para o evento são: (escolha um)

     

    - Dias 25 e 26 – em período integral (das 8h às 12h e das 13h às 17h) (   )

    - Dia 27 das 8h às 12h  (   )

    Encaminhe um e-mail com a resposta até a próxima segunda-feira (dia 26). Mais informações pelo e-mail sindusconmt.social@terra.com.br e pelo telefone 3627- 3020.
    23-05-2008 | 16:05

    O Sinduscon-MT realiza no dia 11 de junho, às 18 horas, no auditório do Sindicato, a palestra “Contratação do jovem aprendiz e do portador/a de necessidades especiais. Obrigatoriedade”.  Que será  ministrará pela Procuradora do Trabalho, Dra. Gabriela Tavares de Miranda. O evento tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre a obrigatoriedade da contratação desses jovens que é uma determinação prevista em lei, que será fiscalizada pelo Ministério Público do Trabalho(MPT). O evento é aberto e tem como público alvo empresários, profissionais de departamento pessoal, gestão de pessoas, recursos humanos, advogados trabalhistas e  contadores. O Sinduscon fica na av. Tancredo Neves, nº93, 2º andar, bairro Jardim Petrópolis –Cuiabá (ao lado da Escolinha do Gaúcho). Mais informações pelo telefone 3627-3020.
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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