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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    19-08-2008 | 11:08
    A arrecadação tributária de Mato Grosso é destaque nacional pelo melhor desempenho do país. O Diário do Comércio e Indústria (DCI), jornal de circulação nacional, mostra em reportagem que Mato Grosso apresentou um crescimento acima da média nacional e despertou o interesse de várias unidades da federação brasileira que buscam no modelo de gestão implementada pelo secretário de Fazenda, Eder Moraes, alternativas para o aumento também de suas receitas.

     

    A reportagem destaca que a arrecadação do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o principal componente da receita tributária, passou de R$ 1,73 bilhão no primeiro semestre de 2007, para R$ 2,01 bilhões até junho deste ano, incremento de 21%, e a receita pública total do primeiro semestre foi de R$ 4,14 bilhões, o melhor desempenho do país, proporcionalmente.

     

    A arrecadação de ICMS nas operações comerciais, envolvendo a soja, é citada na reportagem, já que cresceu 95% no período, passando de R$ 55,7 milhões para R$ 108,9 milhões. "Criamos um controle apurado da porteira até a trading que exporta o produto", diz Moraes.

     

    Dados com base em 2005 demonstram que o Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso foi de R$ 37,4 bilhões. Estima-se que em 2008 esteja na ordem de R$ 46 bilhões, o que significa que a carga tributária aplicada nos impostos estaduais está na relação de 9%, ou seja, apesar de todas as ações fiscais, o Estado ainda possui carga tributária abaixo da média nacional, da ordem de 12%, o que estimula, sobremaneira, investimentos em Mato Grosso.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-08-2008 | 11:08
    Na semana passada a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou a 2ª Mostra de Responsabilidade Socioambiental na Bienal do Ibirapuera, com a meta de criar um novo modelo de produção que alie crescimento econômico e compromisso socioambiental.

     

    Instituições bancárias, indústrias e ongs estiveram apresentando cases de projetos sociais com diversas parcerias com as comunidades mas na maioria dos casos voltados para resolver problemas sociais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-08-2008 | 12:08

    O Sinduscon-MT comunica o falecimento do ex-presidente do Crea-MT, Engenheiro Agrônomo Ainabil Machado Lobo, na madrugada desta segunda-feira (18.08), em Cuiabá.

     

    O velório, do ex-presidente, será realizado nesta segunda-feira, a partir das 11h, na capela Jardins, localizada na Rua Manoel Ferreira de Mendonça, nº 364, Bairro Bandeirantes (fundos da Prosol) - Capela Orquídea.

     O sepultamento será às 18h no cemitério da Piedade.

    18-08-2008 | 10:08
    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 13, o Projeto de Lei Complementar 378/06, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que extingue a contribuição social devida pelo empregador em caso de despedida sem justa causa. A contribuição tem alíquota de 10% sobre o valor dos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devidos durante a vigência do contrato de trabalho, acrescida das remunerações aplicáveis aos saldos das contas.

     

    A contribuição foi criada em 2001, pela Lei Complementar 110, para pagar parte das despesas do governo com a ressarcimento aos trabalhadores pelo expurgo da inflação nas contas do FGTS pelos Planos Verão e Collor 1, em 89 e 90. Ao todo, calcula-se que o ressarcimento tenha custado R$ 55 bilhões. A maior parte, relativa aos trabalhadores que fizeram acordo com a Caixa Econômica Federal, terminou de ser paga em janeiro de 2007.

     

    A proposta foi aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Milton Monti (PR-SP). O projeto original de Mendes Thame fixa em cinco anos o prazo de vigência da contribuição - que terminaria em outubro de 2006. O projeto não diz o que será feito com as contribuições pagas depois disso. O substitutivo aprovado determina simplesmente a extinção da contribuição.

     

     

    Nada justifica

     

    Milton Monti considera que a proposta é justa e necessária, porque os trabalhadores já foram ressarcidos. "Nada mais justifica a manutenção dessa contribuição extraordinária", argumenta. Segundo ele, a contribuição foi criada para ser provisória e não deve se tornar permanente, "encarecendo o custo do trabalho e inibindo a formalização do emprego".

     

    Mendes Thame argumenta que o patrimônio do FGTS teve um grande crescimento nos últimos anos e que a CEF vem obtendo expressivos resultados financeiros, a ponto de ter sido autorizada pelo governo a pagar antecipadamente os complementos de atualização, efetivando créditos de valor igual ou superior a R$ 100 nas contas vinculadas. Para Mendes Thame, nessas circunstâncias a contribuição tornou-se uma "injustiça contra o setor produtivo que precisa ser corrigida".

     

    Fonte: CBIC

     

    Apoio/Divulgação: Sinduscon-MT
    18-08-2008 | 10:08
    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados acatou na última terça-feira, 12, o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 663/08, que aprova um ajuste ao acordo de cooperação financeira firmado entre Brasil e Alemanha em 1991, para destinar cerca de 8,7 milhões de euros (aproximadamente R$ 18,4 milhões) à segunda fase do projeto Saneamento Básico Ceará.

     

    Dos 8,7 milhões de euros, 1 milhão virá do banco federal alemão KfW (sigla para Instituto de Crédito para a Reconstrução) e outros 7,7 milhões, de um programa que o governo alemão financiou em Sergipe, mas que serão transferidos para o projeto cearense. O texto encaminhado pelo Executivo não explica, no entanto, as condições de quitação do empréstimo ao banco.

     

    O ajuste também abre ao Brasil uma linha de crédito não-reembolsável de 3 milhões de euros (R$ 7,2 milhões) junto ao KfW, também destinado ao projeto de saneamento. O projeto recebeu parecer favorável do relator, deputado Mauro Benevides (PMDB-CE).

     

    Fonte: CBIC

     

    Apoio/Divulgação: Sinduscon-MT
    18-08-2008 | 10:08
    A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) rejeitou, na última quarta-feira, 13, o Projeto de Lei 3039/00, do ex-deputado Júlio Redecker, que autoriza saques no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de ações de empresas privadas de capital aberto.

     

    O relator na comissão, deputado Mauro Nazif (PSB-RO), defendeu a rejeição da proposta por considerar que esse tipo de aplicação, mesmo limitada a 50% do saldo da conta vinculada do trabalhador (limite imposto no texto do projeto), é arriscada "tendo em vista a possibilidade de os rendimentos das ações de empresas privadas serem negativos".

     

    Nazif também sugeriu - e a comissão acatou - a rejeição do PL 5023/01, do ex-deputado José Carlos Coutinho, que, entre outras medidas, autoriza a aplicação de até 50% do FGTS em cotas dos fundos mútuos de privatização para negociações no âmbito do Programa Nacional de Desestatização.

     

     

    Fonte: CBIC

    Apoio/Divulgação: Sinduscon-MT
    18-08-2008 | 10:08
    Os empresários dos setores de comércio e serviços de Mato Grosso estão otimistas com o mercado econômico do Estado e acreditam no avanço da economia para o segundo semestre de 2008. Uma pesquisa feita pela Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio - MT) indicou que 79% da classe empresarial está otimista em relação ao mercado mato-grossense e 85% acredita na manutenção da estabilidade econômica.

     

    A pesquisa também revelou que 86% dos empresários esperam um crescimento econômico do Estado, sendo que 13% dos entrevistados avaliam o Governo Estadual como ótimo e 42% o considera bom. Em relação ao Brasil, 81% da classe acreditam no crescimento do país e 4% avaliam o Governo Federal como ótimo.

     

    Para o secretário de Indústria, Comércio Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, o resultado da pesquisa é conseqüência do programa de trabalho desenvolvido pelo Governo, que possui uma política de verticalização da economia, que agrega mais valor ao produto do Estado, distribuindo renda e melhorando a qualidade de vida da população.

     

    Empresário do ramo de confecções de Cuiabá, Paulo Sérgio Ribeiro, disse que o primeiro semestre do ano foi muito bom. De acordo com ele, a empresa teve uma média de crescimento de 10% a 13% e a expectativa é fechar o ano com 20%. “Creio que haverá um crescimento econômico no país e no Estado. Estou otimista e acredito fielmente no desenvolvimento de Mato Grosso. Estou satisfeito com o trabalho desempenhado pelo Governo Estadual”.

     

    De acordo com o presidente do Grupo Bigolin, empresa de materiais para construção, Olivo Bigolin, o Estado vai agregar mais valor aos produtos com essa política de verticalização. “Percebo um grande desenvolvimento em Mato Grosso. Gosto da política do Governo e espero que continue assim. Também fico contente com a melhoria do poder aquisitivo de compra da classe mais desfavorecida”.

     

    Abundância de matéria prima e espaço físico, em Mato Grosso, são os fatores que fazem o empresário Geraldo Prado, do ramo de confecções de Cuiabá, acreditar no potencial e desenvolvimento do Estado. “A política de Governo tem descentralizado a economia, deixando todos com poder de igualdade. Isso é um ganho para os empresários e para toda a comunidade, pois há uma melhor distribuição de renda no Estado”.

     

    O levantamento, coordenado pelo Departamento de Pesquisa da Federação do Estado de Mato Grosso, foi realizado nos municípios de Alta Floresta, Barra do Garças, Campo Verde, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sapezal, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande. Ao todo foram entrevistados 400 empresários, sendo 250 do setor de comércio e 150 de serviços.

     

    O objetivo da pesquisa, realizada no período de 10/06/08 à 22/06/08, foi coletar a expectativa do setor produtivo para as tendências do mercado brasileiro, e mato-grossense, neste segundo semestre de 2008.

     

    Fonte: O documento
    18-08-2008 | 10:08

         Em retribuição à visita feita pelo governador Blairo Maggi, durante sua missão governamental nos Estados Unidos da América, no ano passado, uma comitiva de dirigentes da Word Trade Center, uma associação sem fins lucrativos dedicada à promoção e facilitação do comércio mundial, instalada no Estado de Arkansas (Estados Unidos da América) e ligada à universidade daquele Estado, reuniu-se com o governador nesta sexta-feira (15.08), no palácio Paiaguás.
         
         Segundo Sidney Borges dos Santos da empresa Sorriso Contagia, que acompanha junto com outros empresários o grupo de consultores, eles vão conhecer de perto o município de Sorriso, onde terão uma primeira impressão para posterior avaliação técnica das possibilidades de negócios no município. “Ao mesmo tempo, a consultoria apresentará aos empresários mato-grossenses, as melhores possibilidades de investimentos, oportunizando um grande intercâmbio com ênfase comercial para os dois Estados”, afirmou.
         
         O Word Trade Center é uma associação que atua numa comunidade de quase 300 cidades e 90 países por meio de um poderoso conjunto de informações e serviços. Mais de 750 mil empresas estão filiadas à Word Trade Center em todo o mundo. A missão da associação é apoiar a criação e bom funcionamento de cada um dos centros do comércio mundial, o que aumenta a estabilidade, paz e o desenvolvimento no comércio mundial proporcionando o crescimento econômico.
         

    Fonte: 24 Horas News
    18-08-2008 | 10:08
    Em uma  entrevista de mais de uma hora ao site Olhar Direto, o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, fez um balanço destes seis meses frente à pasta e falou sobre os investimentos previstos para o Estado ainda em 2008 e perspectivas futuras, além de revelar as mudanças implantadas por ele na Secretaria.

    Mato Grosso tem previsto para este ano um investimento de R$ 1,5 bilhão por parte de empresas e indústrias que devem se instalar no Estado. Todas elas já iniciaram conversação com a Sicme. A vinda desses empreendimentos deve gerar ao menos 15 mil empregos diretos e indiretos. Nadaf conta ainda que existem outros 20 novos projetos, sendo um deles, a instalação de uma montadora de carrocerias de caminhões.

    Além disso, 611 empresas estão sendo incentivas a virem para o Estado. O que representa para a economia de Mato Grosso um investimento de R$ 6 bilhões e a geração de 50 mil empregos. Até julho, o Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou mais de R$ 45,5 milhões de intenções de investimentos para Mato Grosso, relacionados a projetos do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado de Mato Grosso (Prodeic).

    Com todos estes incentivos, através da redução de ICMS, Mato Grosso sofre uma mudança no perfil econômico e vem deixando de ser apenas um estado voltado para agropecuária e passa a se industrializar. Atualmente, existem indústrias de curtimento de couro bovino, produção de proteína animal (bovina, frango, e suína), ração, além de granjas, fábricas de cerâmica, biodiesel, ração, cimento. Segundo Nadaf, com a industrialização dos produtos manufaturados, o valor agregado é 15 vezes maior do que o valor primário.

    Além disso, com a geração de emprego aumenta-se também a renda do município. O que beneficia outros setores como comércio. “É um ciclo”, resume Nadaf.

    Mudanças

    O secretário diz ainda que após assumir a pasta, em fevereiro, realizou mudanças, principalmente na foram de relacionamento e na interlocução de todo segmento do governo. Ele revela que nestes seis meses realizou mudanças na estrutura organizacional.

    Nadaf também mudou a forma de atuar com os investidores. Ele explica que além dos atrativos fiscais, também mostra o potencial de Mato Grosso, fala sobre toda a logística oferecida pelo Estado e o que representa no contexto Centro Oeste e Brasil. Para o secretário, Mato Grosso é hoje o Estado com maior perfil econômico e que mais cresce no país. “Antes do governador Blairo Maggi, era o Estado que corria atrás de empresários. Hoje ocorre o inverso, são eles que vêm atrás”, afirma.

    Um exemplo disso, é que há pouco mais de uma semana, Nadaf recebeu dois dos principais diretores do grupo Votarantim, que lhe garantiu além da ampliação da produção de 900 mil toneladas para 1,3 milhão até maio de 2009. Também já fechou a construção de uma nova planta que vai para Rondonópolis.

     

    Fonte: Olhar Direto
    18-08-2008 | 10:08
    O governo vai enfrentar, no Senado, uma nova reivindicação em torno da Medida Provisória da renegociação das dívidas agrícolas: os fazendeiros que estão em dia com os pagamentos de seus empréstimos também querem pagar juros menores Na Câmara, onde a MP 432 já foi aprovada, o governo sofreu uma derrota pesada: os deputados aprovaram a troca da taxa Selic pela TJLP como indexador de correção dos débitos inscritos na Dívida Ativa da União. Como defesa, o governo suspendeu até segunda ordem o anúncio de novas medidas de ampliação do pacote que haviam sido acertadas e deveriam ser baixadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

     

    Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, a troca do indexador é uma medida que precisa ser "aplaudida". Ele acredita, no entanto, que a decisão abriu uma brecha para uma mudança nas taxas cobradas dos produtores que pagam suas prestações em dia. "Acho justo reduzir o juro da Dívida Ativa, mas quem está adimplente também precisa pagar menos."

     

    O argumento do governo para defender a Selic para a Dívida Ativa é que os contratos dos produtores inadimplentes serão corrigidos por um taxa inferior à cobrada nos contratos dos agricultores adimplentes. O menor juro do crédito rural para a agricultura empresarial é 6,75% ao ano. A TJLP é de 6,25% ao ano.

     

    Lopes de Freitas não espera uma negociação fácil e defende que os parlamentares da bancada não arredem o pé das discussões. "Acho difícil o governo engolir a TJLP", admite. Ele, no entanto, disse que a bancada não pode exigir muito. "Às vezes o ótimo é inimigo do bom". O senador Neuto de Conto (PMDB-SC), que preside a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, é o nome mais cotado para relator da 432. Ele defende a retomada da proposta negociada com o governo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-08-2008 | 10:08
    A retração na oferta de crédito internacional obrigou as empresas brasileiras a buscarem alternativas domésticas para financiar investimentos. Um termômetro da mudança é a forte expansão dos empréstimos bancários, na casa de 30% no primeiro semestre, e a evolução das captações feitas no mercado de renda fixa, com emissão de debêntures e notas promissórias. Já as operações no mercado externo recuaram 36%.

     

    O lançamento de ações, uma das principais fontes de recursos das empresas nos últimos anos, foi prejudicado pelo mau humor do ambiente internacional, que reduziu o apetite do estrangeiro por papéis de mercados emergentes. Com investimentos na carteira, as empresas tiveram de retornar ao mercado doméstico, apesar do atual ciclo de alta dos juros.

     

    Essa foi uma das grandes surpresas da última safra de balanços dos bancos. Nos quatro principais bancos nacionais (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Unibanco), a carteira de crédito para grandes empresas cresceu 30% no primeiro semestre, ante igual período de 2007, e somou R$ 180,3 bilhões. "Nos últimos anos, houve uma mudança grande de escala das companhias brasileiras. Com isso, as necessidades operacionais e de investimento também cresceram", diz o diretor-executivo do Bradesco, Sérgio Clemente.

     

    Segundo ele, parte da demanda foi suprida pelas Ofertas Públicas Iniciais (IPOs). Mas, com a turbulência no ambiente internacional, devido os prejuízos bilionários dos bancos com as hipotecas de alto risco (subprime), esse mercado se fechou. No primeiro semestre, apenas quatro novas empresas entraram no mercado acionário, o que representou uma queda de 44,5% no volume total de ofertas, conforme a Associação Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid).

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-08-2008 | 10:08
    A diretoria do Banco Central aprovou circular que altera o regulamento do mercado de câmbio e capitais internacionais. As mudanças da Circular 3.401 visam reduzir os custos de transações e desburocratizar as operações.

     

    Pela nova regra, o Banco Central reduziu as restrições impostas na regulamentação do mercado de câmbio e capitais internacionais, a começar pelo fim da limitação de que as corretoras e distribuidoras de títulos e valores só podiam operar até US$ 500 mil.

     

    Na prática, a média de operações hoje é de apenas R$ 250 mil, mas a diretoria do BC resolveu acabar com a restrição que impedia possíveis movimentações em valores maiores. Para fazer a movimentação, a operadora tem que demonstrar cobertura financeira suficiente para suportar a exposição cambial.

     

    Atualmente, existem 150 corretoras e distribuidoras atuando no mercado nacional, mas apenas 74 têm autorização do BC para operar câmbio. Com a desburocratização da medida, as 86 restantes também vão poder entrar no segmento de mercado como correspondentes dos agentes autorizados.

     

    Com isso, o BC cria condições para que as corretoras e distribuidoras abram o leque de atuação em todo o país, dando-lhes condições de maior capilaridade no atendimento a clientes de qualquer região.

     

    Além disso, como se trata de medida apenas de ordem operacional, o BC soltou as amarras do burocracia cambial na base do "tudo é permitido, desde que não seja ilegal".

     

    Outra decisão de "limpeza burocrática" na mesma circular é a permissão para uso do cartão de crédito internacional no pagamento de serviços prestados por brasileiros também fora do território nacional. Acaba, portanto, com a regra que só permitia o pagamento com cartão de crédito para serviços prestados aqui.

     

    A liberalização que já existia na aquisição de bens, agora vale também na quitação de serviços, tanto aqui quanto lá fora.

     

    O Banco Central eliminou, ainda, a obrigação que o cliente tinha de informar à autoridade monetária, com antecedência mínima de 30 dias, a quitação antecipada de compromissos de natureza financeira no exterior, registrados no BC. O comunicado, agora, pode ser feito até no momento da liqüidação da operação.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-08-2008 | 11:08
    O montante vai resultar em um incremento de 57,9% sobre os números obtidos em 2007 quando foram embarcados US$ 5,130 bi

     

    Mato Grosso deve fechar 2008 com US$ 8,101 bilhões exportados. O montante vai resultar em um incremento de 57,9% sobre os números obtidos no ano passado quando foram embarcados US$ 5,130 bilhões ao mercado externo. A projeção para as vendas externas para este ano fazem parte de um cálculo aritmético que mostra a tendência do mercado internacional mato-grossense, baseado no comportamento atual. Os dados foram formatados por técnicos da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e pela Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), e divulgados ontem em entrevista coletiva que analisou os números da balança comercial local referente nos primeiros sete meses de 2008.

     

    Só para se ter uma idéia, entre janeiro e julho deste ano, Mato Grosso exportou US$ 4,726 bilhões, o que equivale a 92,1% de todo o montante embarcado durante os 12 meses do ano passado. Já na comparação com os números obtidos no mesmo período do ano passado, quando foram exportados US$ 2,718 bilhões, a alta é de 73,8%. O presidente em exercício da Fiemt, Jandir Milan, afirma que a projeção está baseada nos números consolidados no mês passado, que ultrapassou a cifra dos US$ 900 milhões. "A perspectiva já ultrapassou a previsão que tínhamos no mês passado, quando projetávamos fechar o ano com aproximadamente US$ 7 bilhões negociados no mercado externo", diz ao completar que a participação da soja, do milho e da carne vem se destacando na pauta de exportações do país.

     

    Seguindo também a tendência ascendente, as importações também vêm registrando alta este ano, com exceção do mês de março, quando houve queda de 9,5%, baixando de US$ 53,337 milhões no ano passado para US$ 48,267 milhões este ano. Nos outros meses, os percentuais de variação sobre o mesmo período do ano anterior foram positivos. Em julho por exemplo, os produtos adquiridos no mercado externo somaram US$ 140,154 milhões, aumento de 138,6% em relação aos US$ 58,717 milhões no sétimo mês de 2007. Já no acumulado dos primeiros sete meses do ano foram contabilizados US$ 791,185 milhões, 104,4% a mais que os US$ 386,963 milhões, de igual período do ano passado.

     

    Na opinião do secretário Pedro Nadaf, da Sicme, tão importante quanto as exportações são as importações, que mostram que o Estado possui indústrias com parques industriais renovados que tornam os produtos competitivos se comparado ao dos demais países. "Para tanto implantamos este mês o Conselho Permanente de Exportação de Mato Grosso (CPEX-MT), com intuito de propor ações e políticas públicas para fortalecer a atuação do Estado no mercado internacional, além de seminários e a participação de empresários locais em feiras internacionais para mostrar os produtos locais e fazer novos contatos".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-08-2008 | 11:08
    Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam um quadro positivo para a produção industrial regional brasileira de janeiro a junho deste ano. A expansão da atividade que ocorreu praticamente em todo país, no primeiro semestre, foi de 6,3%. Dos 14 estados que apresentaram alta, sete registraram marcas acima da média. O destaque foi o Espírito Santo (16,1%), seguido por Paraná (11,3%), Goiás (11,1%), São Paulo (9,8%), Pernambuco (7,9%), Amazonas (7,5%) e Minas Gerais (6,6%). Os demais resultados foram: Pará (6,1%), Nordeste e Bahia (ambos com 4,6%), Rio Grande do Sul (4,4%), Ceará (2,6%), Rio de Janeiro (2,3%) e Santa Catarina (1,3%).

     

    A agroindústria brasileira também teve um crescimento 4,2% de janeiro a julho e seu bom bom desempenho está relacionado ao crescimento da safra, ao aumento do consumo do mercado interno, por conta da expansão da renda, e a um cenário externo favorável para a agricultura, com crescimento do volume exportado e dos preços. Segundo a pesquisa, esses fatores contribuíram ainda para a expansão da renda do setor e para o investimento em máquinas e equipamentos agrícolas (43,5%), adubos e fertilizantes (10,3%) e rações (7,5%). No semestre, o bom resultado da agricultura foi influenciado positivamente pelas condições climáticas favoráveis e pelo aumento do uso de defensivos, adubos e fertilizantes, que contribuíram para o aumento da produtividade.

     

    O mesmo levantamento aponta ainda que a safra deste ano será 9% maior do que a do ano passado, com uma produção de 145,1 milhões de toneladas. A área plantada também aumenta e a estimativa para 2008 de 47,3 milhões de hectares é 4,3% maior que a área plantada de grãos em 2007. As culturas investigadas que ocupam as maiores áreas são a soja, o milho e o arroz e elas representam 90% da safra.

     

    Mato Grosso não integra o quadro dos Estados com produção industrial positiva, o que não é novidade, afinal a base da economia mato-grossense é o agronegócio. Somos responsáveis pelo grosso da produção brasileira no campo, ocupando o primeiro lugar no ranking de várias culturais.

     

    Mesmo com uma produção tão expressiva no campo, ainda não conseguimos avançar e ultrapassar o estágio de meros produtores de commodities para atingirmos o patamar em que a agregação de valor aos produtos permite uma melhor distribuição de renda e um real desenvolvimento econômico e social.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-08-2008 | 11:08

         A CNI (Confederação Nacional da Indústria) avalia que a ampliação da licença-maternidade para seis meses "sacrificará" a competitividade da indústria brasileira.
         
         "Não é dureza de coração, mas quatro meses de licença-maternidade estão de bom tamanho", afirmou o presidente do Conselho de Relações do Trabalho da entidade empresarial, Francisco Gadelha, que tem quatro filhas.
         
         Segundo a CNI, ainda não há orientação formal da confederação para que as empresas venham a adotar o programa que garantirá dois meses a mais de licença para suas funcionárias.
         
         "Do ponto de vista humano, a proposta é interessante. Mas isso nos preocupa muito, pois estão sendo criados mais encargos para as empresas. Daqui a pouco, na hora de contratar, as empresas vão começar a evitar mulheres que possam ter filhos", afirmou.
         
         Anteontem, a Câmara aprovou o projeto que amplia a licença-maternidade. Como a proposta já foi votada no Senado, segue para sanção presidencial, mas só deve entrar em vigor em 2010.
         
         Pelo projeto, só funcionárias de empresas poderão ser beneficiadas. Trabalhadoras autônomas e empregadas domésticas não terão direito aos dois meses adicionais.
         
         Para que a funcionária tenha acesso ao benefício ampliado, a empresa precisará aderir ao programa Empresa Cidadã. Os dois meses extras de salário-maternidade poderão ser abatidos pela empresa no Imposto de Renda. Isso deverá custar à Receita Federal uma isenção fiscal de aproximadamente R$ 800 milhões, caso todos os estabelecimentos do país optem pelo programa.
         
         A ampliação da licença-maternidade é opcional para todas as empresas privadas e se estende a mulheres que adotarem crianças.
         
         Hoje, a licença de quatro meses é custeada pela Previdência Social, que gasta anualmente R$ 2,1 bilhões com o pagamento do benefício. O salário-maternidade é pago diretamente pela empresa à trabalhadora, mas depois é deduzido das contribuições previdenciárias devidas pelo estabelecimento ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
         
         O secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer, explicou que as mudanças na licença-maternidade não têm efeito direto no caixa da Previdência, já que a isenção fiscal será concedida pela Receita. "Mas melhorará as contas da Previdência porque essa criança mais saudável no futuro precisará menos da Previdência."
         
         Segundo Schwarzer, nas contas dos governos federal, estaduais e municipais também não haverá custo adicional com o benefício adicional porque o salário-maternidade contabilmente aparece da mesma forma que um salário regular.
         
         "Mas, só para avaliarmos o efeito, seria de R$ 250 milhões para todo o setor público", disse. Para a administração pública, a adesão à licença ampliada será imediata a partir da sanção da lei pelo presidente Lula.
         
         Competência
         
         Gadelha afirma que o problema da ampliação do benefício é que as empresas serão obrigadas a substituir a trabalhadora por mais tempo, colocando em seu lugar uma pessoa menos preparada para a função.
         
         "Você não vai encontrar alguém com a mesma competência e experiência para ficar seis meses. E, se você não substituir, é sinal de que a funcionária não é necessária para a empresa", afirmou o representante da CNI.
         
         Para a assessora jurídica da Fecomercio SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), Ana Paula Luchesi, o benefício com o IR na licença maior pode ser pequeno em relação ao custo que a empresa pequena terá com falta da funcionária experiente.
         
         A CNC (Confederação Nacional do Comércio) informou que ainda não tem avaliação sobre o projeto. O assunto deverá ser discutido na próxima reunião de diretoria.
          Fonte: 24 Horas News
    16-08-2008 | 11:08
    Alagoas promove V Congresso sobre o tem. O Sinduscon-AL promove nos dias 1º, 2 e 3 de setembro, em Alagoas, o V Congresso de Novas Tecnologias para a Construção Civil. O evento visa promover a discussão e a análise de tendências de um mercado em relevante ascensão, identificando as oportunidades mais rentáveis, conceitos e desafios para o seguimento da construção civil brasileira a médio e longo prazo, bem como para os profissionais de todas as áreas afins, sempre em busca da excelência. Na pauta, temas como: "Globalização, novas tecnologias e seus desafios"; "As novas tecnologias na arquitetura contemporânea"; "Saneamento: universalização, metas no milênio e novas tecnologias"; "Inovações tecnológicas e as novas normas de desempenho"; "A construção civil: um caso de sucesso rumo a excelência"; "Novas tecnologias na construção sustentável"; "Cidade sustentável com inclusão da região metropolitana"; "Projeto - pesquisa - construção"; "A prevenção do crime através do desenho urbano"; "Novo mercado imobiliário, novos consumidores e novas mídias"; "Apresentação do novo projeto da cadeia produtiva da construção civil"; "Tendências de eficiência energética nas edificações"; "As novas soluções tecnológicas para as estruturas", e "Habitação de Interesse Social". Além disso, será realizado o show de humor com Ciro Santos e Augusto Bonequeiro.

     

    Fonte: CBIC
    16-08-2008 | 11:08
    Até o final do ano, o governo brasileiro irá investir mais US$ 400 milhões na Cooperação Andina de Fomento (CAF) para atingir o montante de US$ 800 milhões e se tornar membro cota A da instituição. A idéia, de acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, é permitir a liberação de cerca de US$ 6,4 bilhões em recursos, que serão empregados para financiamento de projetos de empresas brasileiras no setor da construção civil em toda a América Latina e em alguns países da Europa.

     

    "É a oportunidade que estávamos esperando para ganhar mercado no exterior, principalmente na América Latina", destacou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Simão.

     

    Fonte: CBIC
    16-08-2008 | 11:08

     

    Lançamento será este mês

     


    O Sicepot-MG lança no próximo dia 21 de agosto, ás 18h, na sede do sindicato, em Belo Horizonte, a Cartilha de Responsabilidade Social na Construção Pesada. O material foi preparado pelo Núcleo Construção e Cidadania do Sindicato. O evento contará com a palestra do diretor Executivo do Instituto Camargo Corrêa, Francisco de Assis Azevedo.

     

    Fonte: CBIC
    15-08-2008 | 10:08
    O diretor de Relações Institucionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marco Antônio Guarita, advertiu que a política nacional de resíduos sólidos será ineficaz se for imputada a um único ente, como à indústria, a responsabilidade por sua aplicação. Ele fez o alerta durante audiência pública realizada nesta quarta-feira pelo Grupo de Trabalho sobre Resíduos Sólidos, para debater os instrumentos fiscais e tributários necessários à implementação de uma política nacional. Entre esses instrumentos, incluem-se incentivos fiscais para quem proteger o meio ambiente, cobrança pelo uso dos recursos naturais ou pela poluição e uma tributação maior de produtos que degradam o meio ambiente.

     

    O grupo de trabalho, instalado em junho, examina o parecer da Comissão Especial sobre Resíduos Sólidos (PL 203/91). O parecer foi aprovado em 2006, mas ainda aguarda votação do Plenário.

     

     

    Responsabilidade do consumidor

     

    O professor de Economia do Meio Ambiente da Universidade Federal do Rio de Janeiro Carlos Eduardo Young ressaltou que a indústria pode estimular a participação do consumidor, fazendo promoção para a devolução do resíduo sólido, como bateria de celular. No caso, o consumidor trocaria a bateria por crédito para telefone.

     

    O presidente da empresa de consultoria ambiental Instituto Brasil Ambiente, Sabetai Calderoni, defendeu a criação de um "vale-reciclagem", com o objetivo de estimular a reciclagem de entulho da construção civil e demolições. O proprietário pagaria uma taxa no licenciamento da obra e receberia um vale para pagar o transporte do entulho até uma central de reciclagem. Calderoni defende ainda prioridade para a reciclagem em relação à implantação de aterros. "Em vez de gastar dinheiro com aterros, os municípios empregariam os recursos em reciclagem", observou.

     

    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os setores que mais geram resíduos atualmente no Brasil são a construção civil, a agricultura e o pecuária. Em 2000, pelos dados do ministério, cerca de 60% dos resíduos coletados foram depositados inadequadamente em lixões; 17%, em aterros controlados; e 13%, em aterros sanitários.

     

     

    Novas tecnologias

     

    O dirigente da CNI, Marco Antônio Guarita, defende a concessão de subsídios para novas tecnologias que minimizem a geração de resíduos não aproveitáveis. "É preciso que sejam criados instrumentos que mudem o comportamento do gerador de resíduos", avisa.

     

    Durante a audiência, o deputado Jorge Kury (DEM-BA) informou que o projeto que cria o imposto ecológico (PL 5974/05) está no gabinete do presidente da Câmara para ser incluído na pauta de votação.

     

    Fonte: Agência Câmara - Aconteceu
    15-08-2008 | 10:08
    Mato Grosso teve um incremento de 73,8% nas exportações nos primeiros sete meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2007.

    De janeiro a julho de 2008 foram embarcados US$ 4,726 bilhões contra US$ 2,718 bilhões registrados no mesmo intervalo do ano anterior.

    Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Somente no mês passado, o volume exportado somou US$ 912,8 milhões, cifra 119,7% maior que os US$ 415,306 milhões verificados no sétimo mês do ano passado. Segundo o levantamento do ministério, os grãos de soja (mesmo triturados) somaram a venda de US$ 2,676 bilhões, o equivalente a 56,6% do volume total enviado ao mercado externo.

    Na comparação com o montante registrado com este produto no ano passado, quando foram exportados US$ 1,333 bilhão, o incremento deste ano é de 100,7%.

    Outro produto de destaque na pauta de exportações mato-grossense nos sete primeiros meses de 2008 foi a carne bovina, congelada

     

    e desossada que abocanhou US$ 349,589 milhões ante os US$ 253,039 milhões contabilizados em igual período de 2007, uma expansão de 38,1%.

    O economista, especialista em Comércio Exterior , Vitor Galesso, considera que os números apresentados pelo Estado este ano estão bastante positivos, chegando a ser surpreendente, já que deste o ano passado está havendo incremento nas vendas externas.

    "A valorização nos preços das commodities está atraindo os produtores e indústrias a exportarem seus produtos, mesmo com a desvalorização cambial".

    Além do desempenho da carne bovina e da soja, que historicamente ocupa o primeiro lugar no ranking de produtos, o milho está surpreendendo. Ele afirma que em 1994 e 1995 a participação do milho era zero nas exportações e que entre 2000 e 2005 foi de apenas 1%.

    Porém, com a demanda pelo produto por parte dos Estados Unidos, para a produção do etanol em 2006 a participação no bolo subiu para 1,16% (o equivalente a US$ 50,205 milhões) e no ano passado explodiu, indo para 12% do total, saltando para US$ 658 milhões.

    "O preço internacional favoreceu a produção com destino à exportação, o que não ocorria no passado", diz ao avaliar que este ano será positivo para as exportações.

     

    Fonte: Mídia News
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