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Sábado, 24 de Junho de 2017
NOTÍCIAS
    23-05-2008 | 16:05
    O candidato a reeleição à presidência do Conselho Regional de Arquitetura e Agronomia de mato Grosso (Crea-MT), o engenheiro  civil, Tarcisio Vezzi Bassan visitará nesta segunda-feira (26) o Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso (Sinduscon-MT) para apresentar suas propostas à categoria.

    A apresentação será feita em convite do presidente do Sindicato dos Engenheiros (Senge), Sr. Luiz Benedito e o Vice-Presidente do Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícias de Engenharia (Ibapi), Sr. Pedro Augusto e o Sinduscon.

    A reunião, que será realizada no auditório do Sinduscon, está prevista para às 19h30.     

    21-05-2008 | 17:05

    A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) prorrogou para o dia 1º de junho o início da obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), em substituição à nota fiscal modelo 1 ou 1-A, para os contribuintes do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) integrantes dos segmentos econômicos que teriam de aderir à sistemática a partir do dia 1º de abril. A prorrogação do prazo não se aplica aos fabricantes e distribuidores de cigarros, distribuidores, produtores, formuladores e importadores de combustíveis líquidos e transportadores e revendedores retalhistas.

    A medida, prevista no Decreto nº 1.324, publicado no Diário Oficial da última quinta-feira (15.05), só se aplica aos contribuintes que tenham solicitado ou que solicitarem a prorrogação de prazo junto ao Fisco Estadual. “Autorizamos a prorrogação do prazo em virtude das dificuldades de alguns contribuintes mato-grossenses de implementar, em tempo hábil, as adequações necessárias nos sistemas de informação de suas empresas para cumprirem a obrigação acessória de emissão da Nota Fiscal Eletrônica”, justifica o secretário de Fazenda, Eder de Moraes Dias.

    Ele observa que o adiamento de prazo será válido para os contribuintes que tiverem protocolizado o pedido de prorrogação antes do dia 1º de abril. Já aqueles que ainda não o tiverem feito e quiserem usufruir da medida, devem formular o pedido junto às Agências Fazendárias e endereçá-lo à Gerência de Informações Digitais (GIDI) da Superintendência de Informações sobre ICMS (Suic) da Sefaz. Assim, as solicitações serão deferidas automaticamente.

    O contribuinte que já tenha formulado pedido de prorrogação, solicitando prazo menor que o dia 1º de junho e que queira se beneficiar da medida, deve fazer novo pedido. Dessa forma, será desconsiderado o prazo pleiteado anteriormente. A prorrogação de prazo para o dia 1º de junho valerá também para os contribuintes que requereram a exclusão do uso da NF-e, independentemente do resultado dos pedidos de exclusão.

    Assim, conforme salienta o secretário de Fazenda, até dia 31 de maio a fiscalização de mercadorias terá caráter orientativo, não se aplicando as penalidades cabíveis, caso o contribuinte mato-grossense não utilize NF-e em suas operações. A prorrogação de prazo não se aplica aos segmentos de cigarros, distribuidores, combustíveis e transportadores e revendedores retalhistas porque a obrigatoriedade de emissão do documento fiscal eletrônico, nesses casos, está prevista no projeto nacional da NF-e.

    O Governo de Mato Grosso estendeu a contribuintes de outros segmentos econômicos do Estado a obrigatoriedade de utilização da NF-e, no primeiro momento. São eles: comércio atacadista em geral, inclusive de autopeças, de material de construção ou de veículos automotores; frigoríficos e indústrias de bebidas; comércio ou indústria madeireira ou moveleira; comércio, indústria ou exportação de soja; e estabelecimentos que realizem operações interestaduais ou de exportação com açúcar, álcool, algodão, arroz, borracha, couro bovino, laticínios, madeira, milho e soja.

    O Projeto da NF-e é uma iniciativa da Secretaria da Receita Federal em parceria com as Secretarias de Fazenda dos Estados e empresas voluntárias. Mais informações no portal eletrônico da Nota Fiscal Eletrônica: www.sefaz.mt.gov.br/nfe.

    Fonte: Sefaz-MT
    21-05-2008 | 17:05

     

    Mesmo sem a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a Receita Federal conseguiu arrecadar de janeiro a abril deste ano R$ 221,495 bilhões, um crescimento de R$ 24,907 bilhões em termos reais (descontada a inflação), alta de 12,56% em relação aos quatro primeiros meses de 2007. Em valores nominais, a arrecadação no primeiro quadrimestre foi superior em R$ 33,59 bilhões.

    Contribuíram para o bom resultado, segundo a Receita Federal, a expansão de 14,8% no volume geral de vendas no primeiro trimestre, o aumento de 31,9% na venda de veículos no mercado interno entre janeiro e abril, de 6,6% na produção industrial nos últimos 12 meses e de 6,3% no primeiro trimestre e ainda a ampliação das importações, de 44,21%, e da massa salarial, de 14,56%.

    Os dados revelam que o Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica (IRPJ) registrou um aumento real de 23,38% de janeiro a abril, o IRPF cresceu 21,50% e o imposto de importação se elevou em 26,84%. O crescimento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi de 146,42%, gerando ao caixa do governo um total de R$ 6,190 bilhões, enquanto a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) se elevou em 22,39% reais e o Imposto de Renda (IR) retido na fonte sobre rendimentos do trabalho se expandiu 25,55%. A CPMF registrou uma arrecadação residual de R$ 1 bilhão.

    O montante arrecadado com o IOF nos quatro primeiros meses deste ano representa metade do total arrecadado pela CPMF no primeiro quadrimestre de 2007, quando atualizado pelo IPCA o tributo arrecadou R$ 12,106 bilhões.

    Resultado de abril

    Só em abril, a arrecadação de impostos e contribuições federais somou em abril R$ 59,754 bilhões, um crescimento real de 11,44% em relação a abril de 2007 e de 16,52% acima em termos do registrado em março deste ano. O IOF rendeu aos cofres públicos em abril R$ 1,714 bilhão, valor 157,99% superior em termos reais ao registrado em abril de 2007, de R$ 664 milhões. As operações de crédito de pessoas físicas foram as que mais geraram arrecadação com IOF em abril, de R$ 703 milhões, seguidas das operações de crédito a pessoas jurídicas, de R$ 618 milhões.

    Fonte : Agência Estado

    21-05-2008 | 16:05

    A indústria da construção civil continua demonstrando vigor e importância no cenário de retomada do crescimento sustentado no Brasil. Segundo levantamento do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, no primeiro trimestre de 2008 o setor já criou 113,8 mil vagas para o país - mais que a metade do total de vagas geradas em todo o ano de 2007, quando registrou 206,6 mil novos postos ao longo do ano.

    Comparado ao desempenho do mesmo período do ano anterior, o crescimento é de 185,5%. Janeiro foi o mês em que houve mais contrações, 43,6 mil, contra 30,9 mil, em fevereiro, e 39,2 mil, em março.

    Assim, o estoque de trabalhadores com carteira assinada bateu novo recorde e atingiu o patamar de 1,948 milhão, equivalente a um avanço de 16,8% em relação ao número total de trabalhadores existente em março do ano passado.

    "A construção civil vive um momento de sólido crescimento. Esses dados comprovam que a crise internacional não atingiu o setor, que tem plenas condições de manter o desempenho para corresponder à expectativa de crescer 10,2% em 2008", analisa o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti.

    No Estado de São Paulo, o aquecimento da construção civil, impulsionado principalmente pelo setor imobiliário, proporcionou a criação de 37,3 mil vagas no primeiro trimestre de 2008. Em relação ao número de postos de trabalhos gerados no primeiro trimestre do ano anterior, a alta é de 126,6%. O estoque de trabalhadores no Estado já chega a 553,4 mil.

    Na capital paulista, foram 17,5 mil novos empregos com carteira assinada de janeiro a março. O aumento registrado no primeiro trimestre é 96%, em relação ao mesmo período de 2007.

    Emprego por regiões do Estado de São Paulo (/ 2008)
    Região Nº´de vagas criadas no primeiro trimestre de 2007 Número de vagas criadas no primeiro trimestre de 2008
    Sede (capital) 8.895 17.516
    Santo André -349 2.531
    Campinas 1.011 3.498
    Ribeirão Preto 2.280 2.659
    Santos -66 1.217
    Sorocaba 2.193 4.010
    São José dos Campos 1.478 3.927
    Bauru 417 694
    São José do Rio Preto 431 582
    Presidente Prudente 207 753


    Regiões do Brasil - O Centro-Oeste foi quem apresentou a maior variação proporcional entre os desempenhos do primeiro trimestre de 2008 e do ano passado. A alta chega a 665,9% - nos primeiros três meses de 2008 já foram contratados 11,7 mil trabalhadores, contra 1,5 mil vagas abertas no mesmo período de 2007.

    O Nordeste também demonstra aquecimento. Ante o primeiro trimestre de 2007, o crescimento no nível de emprego da construção civil da região alcança 337,2%. Comparando com os mesmos períodos, o crescimento no Sudeste é de 148% e no Sul, 115,7%.

    Até mesmo a região Norte, que em 2007 havia apresentado perda de 671 empregos durante os três primeiros meses, esse ano conseguiu se sustentar melhor e no mesmo período deste ano perdeu somente 47 postos de trabalho dentro da indústria de construção civil.

    Emprego por Regiões do Brasil
    Região Nº´de vagas criadas no primeiro trimestre de 2007 Número de vagas criadas no primeiro trimestre de 2008
    Norte -671 -47
    Nordeste 4.042 17.673
    Sudeste 27.932 69.278
    Sul 7.033 15.176
    Centro-Oeste 1.537 11.772
    Brasil (Total) 39.873 113.852

    Fonte: Setor de Economia do SindusCon-SP
    21-05-2008 | 16:05
    O sucesso da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) recém-lançada pelo governo brasileiro vai expor ainda mais as carências brasileiras em formação de mão-de-obra. Os problemas só não são mais graves porque o crescimento não foi tão rápido, dependendo do ritmo de expansão não teremos pessoal, avalia o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato.

    De acordo com Barbato, um dos setores mais sensíveis é a microeletrônica. O empresário elenca também a engenharia da computação como outra área deficiente hoje. "Ninguém vai instalar uma fábrica no Brasil se tem que manter equipes vindas de fora", disse. A produção de componentes é uma das áreas em que o Brasil poderia ter maiores oportunidades, afirmou Barbato, acrescentando que o País é o quinto maior mercado em computadores e tem demanda para investimentos locais da indústria de componentes.

    São áreas que poderiam melhorar significativamente a situação da própria balança comercial, avaliou. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizada em setembro mostrou que a produção é a mais prejudicada com a falta de mão-de-obra qualificada, restringindo o aumento de produtividade e eficiência das empresas. Pesquisa e Tecnologia aparece como a segunda área das empresas com maior impacto devido à falta de qualificação de pessoal.

    Entre as áreas que mais sentem esse descompasso está a de álcool, outros equipamentos de transporte (escavadeiras, carregadeiras etc.), vestuário, indústrias extrativas, máquinas e equipamentos e veículos automotores. Os empresários também destacaram que a defasagem na educação básica dificulta inclusive a aprendizagem tanto na empresa como em cursos técnicos. De acordo com dados da CNI, aproximadamente 80% das empresas investem em programas de formação profissional e 70% delas mantêm políticas de retenção de mão-de-obra qualificada.

    Fonte - Gazeta Mercantil

    16-05-2008 | 16:05

    O Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema FIEMT) comunica o adiamento do Fórum sobre a Reforma Tributária, marcado para o dia 19/05, devido à convocação dos parlamentares palestrantes pela presidência da República, impossilitando a participação dos mesmos. Tão logo seja definida uma nova data para a realização do evento, o Sistema FIEMT divulgará as respectivas informações.

    16-05-2008 | 16:05
    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso, Luis Carlos Richter, participou em Brasília, no último dia 14, da eleição da nova mesa diretora da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e que confirmou, como presidente reeleito - Paulo Safady Simão.

     

    Além da eleição a reunião também serviu para definir que a CBIC irá questionar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério da Previdência sobre a obrigatoriedade da retenção do INSS das obras realizadas pelo poder público.  

     

    Também participou da reunião o diretor geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, que na oportunidade fez uma apresentação sobre as ações do Dnit. O presidente do Sinduscon-MT aproveitou a oportunidade para convidá-lo para fazer essa mesma apresentação em Mato Grosso para o setor empresarial. A previsão é de que a visita seja realizada no mês de julho.  

     

    Na ocasião também foi discutida a realização do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) que neste ano será realizado em outubro, na cidade de São Luis do Maranhão, capital do Estado do Maranhão.
    16-05-2008 | 13:05
    Durante a reunião da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC), realizada no dia 14, em Brasília, foi abordado o projeto de qualificação e inserção profissional para os beneficiários do Programa Bolsa Família, vinculados às oportunidades geradas pelo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). Essas ações vão se realizadas no âmbito do Plano Nacional de Qualificação (PNQ), por meio de Planos Setoriais de Qualificação (PlanSeQ).

     

    A primeira iniciativa, que é desenvolvida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) e a Casa Civil da Presidência da República, está associada ao setor da Construção Civil, incluindo os segmentos de edificações e construção pesada. Que são setores que apresentam expansão do emprego, devido as obras de infra-estrutura do PAC, bem como a expansão do setor imobiliário.

     

    O projeto atenderá membros de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, entre 18 e 60 anos, com pelo menos a 4ªsérie do ensino fundamental completa.

     

    Os beneficiários serão convocados por carta e deverão se inscrever nos postos do SINE, onde serão identificados no Sistema Integrado de Gestão das Ações de Emprego – SIGAE e ordenados, para eleito de atendimento, pelo Índice de Desenvolvimento Família (IDF). Apenas um membro de casa família, de livre escolha do núcleo familiar, poderá participar das ações de qualificação.

     

    A participação das empresas do setor não é obrigatória, nem constitui condição para o reconhecimento de benefícios do programa.  
    16-05-2008 | 12:05

    Os riscos da erosão e a importância de se acompanhar e controlar a ação. Esse é o tema do livro “Processos Erosivos Conceitos e Ações de Controle”, do professor doutor – Wilson Conciani, lançado nesta quinta-feira (15) e que já tem mais seis livros publicados com temas relacionados à engenharia civil.  

    No livro o professor passa orientações práticas sobre as medidas efetivas de controle dos processos erosivos e cita como exemplo a situação de Chapada dos Guimarães. “Não é possível evitar a erosão, ela é algo natural, que pode se controlar e ainda evitar conseqüências drásticas como o desmoronamento que aconteceu no mês passado no Véu das Noivas - Chapada dos Guimarães. Aquela área já dava sinais de risco. Faltou um estudo mais rígido da situação para evitar tragédias como a que aconteceu”, reforça Conciani.

    Na ocasião, a engenheira sanitarista Suzan Lannes, que fez o prefácio do livro, destacou a importância de publicações como essa. “Tendo em conta a magnitude degradante das práticas que geram erosão bem como a carência, quase vergonhosa, de estudos e desenvolvimentos técnicos destinados a aprimorar as táticas de reparação e, principalmente, de prevenção deste mal, este livro não poderia significar senão pela originalidade como pelo brilhantismo, leitura mais saborosa”, elogiou a engenheira.

    O livro será disponibilizado no Centro Federal de Educação Tecnologia de Mato Grosso (Cefet –MT), que fica na rua Zulmira Canavarros, número 95, no centro de Cuiabá (antiga Escola Técnica Federal- ETF) e no site do professor no endereço: www.conciani.com.br.  

    Mais informações: O professor Conciani, atualmente, concorre à diretoria da Mutua, que é a Caixa de Assistência dos Profissionais do Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso (Crea – MT), assim como a engenheira Lannes que concorre à presidência do Crea.

    14-05-2008 | 16:05
    Na visão do empresariado, a proposta da Reforma Tributária que tramita no Congresso Nacional ainda se apresenta tímida em relação às pretensões de diversos setores da sociedade. Porém, o debate do tema representa, inegavelmente, avanço nas negociações, uma vez que possibilita uma exposição clara e objetiva do atual sistema tributário do país. A proposta será discutida na próxima segunda-feira (19), na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt).Para o presidente do Conselho Temático Econômico e Tributário da Fiemt, Gustavo de Oliveira, entre os principais problemas enfrentados no atual sistema, dois se destacam: a alta carga tributária e a complexidade de apuração dos tributos. “A carga alta gera um grande custo para as empresas, que perdem competitividade em relação a concorrentes de outros países, além de estimular a sonegação”, explica.

    Em relação à complexidade do sistema, Oliveira afirma que gera um alto custo para todos. “Para as empresas, que se vêem obrigadas a dedicar esforços na administração dos diferentes tributos que recolhem; ao Estado, que se desdobra para fiscalizar a arrecadação; e à sociedade em geral, que não reconhece claramente quanto imposto há embutido nos preços dos bens e serviços que consome. Em resumo, no Brasil, os impostos têm taxa alta e baixa qualidade”.

    Segundo o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan, embora a proposta enviada pelo Executivo ao Congresso busque solucionar principalmente estes dois graves defeitos, ainda pode ser aprimorada e se tornar mais arrojada. “Se por um lado ela já reduz significativamente os tributos e simplifica seus cálculos, acreditamos que o número de taxas remanescentes ainda será elevado demais”, avalia.

    Milan explica que a carga tributária remanescente após a implantação das reformas propostas ainda deve girar em torno de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, enquanto que nos países de economia mais moderna esse valor gira em torno de 20%. “A expectativa dos empresários era de que todos os tributos sobre a produção (PIS, COFINS, IPI, ICMS, IRRF, CSSL, etc) fossem agregados em um único imposto, o IVA”, ressalta.Para Oliveira, a sociedade precisa se mobilizar para aprimorar o projeto apresentado.

     

    “Primeiro, criando condições para que as empresas brasileiras sejam altamente competitivas neste mundo globalizado, gerando aqui postos de trabalho que hoje são abertos em outros países. Desonerar mais acentuadamente os encargos sobre a folha de pagamento já seria uma grande melhora, porque reduziria os custos e traria margem para aumentos salariais mais significativos”. Segundo ele, se a isso for somado um sistema tributário altamente focado em desoneração de investimentos e facilitação à exportação, o Brasil teria condições únicas para, em um curto espaço de tempo, tornar-se referência mundial em taxa de crescimento econômico e abertura econômica.

     

    DEBATE REFORMA TRIBUTÁRIA – O evento ocorrerá na próxima segunda-feira (19), a partir das 8h30, na sede do Sistema Fiemt e reunirá o deputado federal Antônio Palocci (PT-SP) - presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária (PEC 233/08) -, o deputado federal, Sandro Mabel (PR-GO) - relator da Comissão -, os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Gollner (DEM-MT), Delcídio Amaral (PT-MS) - Relator da Lei Orçamentária Anual (LOA), Serys Slhessarenko (PT-MT), além do Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Apyy.

    Já confirmaram presença no debate o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot, além de deputados estaduais e federais. Mais informações pelos telefones (65) 3611-1678 ou (61) 3311-2239 / (61) 8134-1797.

    Fonte - Assessoria Fiemt

    14-05-2008 | 16:05
    Sem elevar formalmente a meta de superávit primário (receitas menos despesas, sem considerar o pagamento de juros) das contas do setor público, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem a criação do Fundo Soberano do Brasil (FSB). Os objetivos são múltiplos: impedir uma queda maior do dólar, ajudar no combate à inflação, apoiar projetos "estratégicos" de empresas brasileiras no exterior e formar uma poupança para momentos de crise.

    Contrariando a expectativa do mercado, Mantega não anunciou oficialmente um aumento da meta de 3,80% do Produto Interno Bruto (PIB) de superávit primário para este ano. Mas informou que o novo mecanismo será formado com duas fontes de recursos: o excedente fiscal (a parcela da receita que superar a meta) e emissão de títulos do Tesouro Nacional nos mercados para a compra de dólares que serão utilizados nos investimentos do fundo. Na prática, a primeira "perna", depende de uma economia maior de recursos. "Praticamente dá na mesma. Só não dá na mesma porque vai ser o fundo que vai mobilizar esses ativos", disse o ministro.

    O ministro não detalhou, entretanto, em que períodos a sobra do superávit primário será incluída no Fundo e também não explicou se o excedente será do superávit de todo setor público ou só da parcela do Governo Central (Tesouro Nacional, BC e Previdência). Fonte - Agência Estado – Brasília
    14-05-2008 | 16:05

    Com investimento de R$ 20 milhões, a AlphaVille Urbanismo vai lançar o segundo condomínio da empresa em Cuiabá. De frente o AlphaVille 1, o 2 fica ao lado do Parque Tia Nair, construído em parceria da empresa com a prefeitura da Capital. Serão 378 lotes, metade do primeiro empreendimento, com valor de venda inicial, para pagamento à vista, de R$ 78,5 mil. O diretor superintendente da AlphaVille Urbanismo, João Audi, esteve ontem em Cuiabá para falar do assunto e disse que a expectativa é que o AlphaVille Cuiabá 2 tenha o mesmo sucesso do 1.

    Audi explica que Cuiabá foi escolhida para um segundo condomínio da marca por ter uma economia dinâmica, que suporta um investimento desse porte. Além disso, ele citou ainda o aquecimento do setor imobiliário local. Uma mostra disso é que 18 imobiliárias já estão cadastradas para a venda dos terrenos. A convenção de vendas acontece dia 27 de maio e a partir da primeira semana de junho devem começar as vendas efetivamente. Além do pagamento à vista, com preço especial para os primeiros compradores, a AlphaVille tem financiamento próprio em até 72 meses, com taxa de 12% ao ano e parcelas indexadas ao IGPM. Mas é preciso dar 20% do valor total como entrada.  

     

    O diretor de Negócios da AlphaVille, Marcelo Willer, explica ainda haver um apelo de exclusividade nesse segundo condomínio, já que são menos lotes. Ele cita também já terem percebido, por parte dos clientes, uma vontade de adquirir dois lotes. Esses lotes medem, em média 400 metros quadrados. Vão, na verdade, de 360 metros quadrados a 700 metros quadrados.  

    A área total do AlphaVille 2 é de 256 mil metros quadrados, sendo que somente 58% serão ocupados por lotes. Restam 105 mil metros quadrados de área verde, dos quais 45 mil serão incorporados ao Parque Tia Nair, já doados pela empresa. Com essa incorporação, o parque, que pode ser utilizado pela comunidade em geral, vai ter 208 mil metros quadrados.  Desde que se estabeleceu em Cuiabá com o AlphaVille 1, a empresa já investiu em torno de R$ 3 milhões em projetos em parceria com o Ministério Público Estadual e a prefeitura da Capital. Os projetos são a recuperação do córrego do Barbado, o centro de Convivência do bairro Renascer e o Parque Tia Nadir. Também foi feita a recuperação da área no entorno, com adequação, paisagismo e rotatória da avenida Érico Preza.  

    Fonte - Jornal A Gazeta
    14-05-2008 | 16:05
    O diretor-superintendente da AlphaVille Urbanismo, João Audi, destaca que além dos R$ 20 milhões que a empresa vai investir na construção do condomínio, o empreendimento vai fazer circular muito mais dinheiro e gerar emprego e renda na cidade. Ele cita, por exemplo, que serão gerados 200 empregos diretos de imediato. Após isso, cada casa que será construída gera, em média 10 empregos. E ainda depois, quando a família já estiver morando no local, pelo menos dois empregos serão gerados em cada casa. Ao todo, ele calcula aproximadamente a geração de 10 mil empregos em todas as fases do condomínio.

     

    Hoje, Audi frisa que cerca de 100 famílias já devem estar morando no AlphaVille 1 e outras 100 casas estão em construção. Ele lembra que dos mais de 700 lotes do empreendimento, metade foi vendida no lançamento e a outra metade, até a entrega. O prazo normal de entrega de um condomínio desse porte é de dois anos. E esse tempo que o AlphaVille garante aos seus compradores. Contudo, Audi destaca que devido às condições planas do terreno do AlphaVille 2, sem nascentes e que permite ocupação sem impacto ambiental, a previsão é que a entrega do empreendimento ocorra em 18 meses. As obras já começaram.

     

    Conforme o diretor de negócios, Marcelo Willer, a AlphaVille Urbanismo tem 12 anos de expansão pelo Brasil, 12 empreendimentos em construção e 34 projetos. A projeção é que em 2010 a empresa tenha 103 milhões de metros quadrados de área urbanizada já entregue, o que a deve colocar como a maior empresa do mundo na área.

     

    Willer diz que os condomínios são uma alternativa de moradia com qualidade. "Tudo é feito para que o morador tenha tudo ao seu alcance, não precisando sair do condomínio ou dos arredores para suprir suas necessidades básicas". Os empreendimentos têm clube e área comercial, onde podem ser construídas escolas particulares. (VC)

     

    Fonte : Jornal A Gazeta
    14-05-2008 | 15:05
    Tendo como principal objectivo auxiliar as pequenas e médias empresas do sector da Construção na gestão e cálculo da revisão de preços, a AECOPS vai disponibilizar, muito em breve, as aplicações informáticas ReFormula, ReFormulaRAM, ReviPrec, Revi- PrecRAM e JURMOR, que se caracterizam por serem de fácil utilização e disporem de recursos de "Ajuda" em todas as suas funcionalidades, para uma melhor orientação dos utilizadores.

    Para além de economizarem tempo, estas aplicações informáticas permitem ainda "sensibilizar a empresa para a gestão do processo, evidenciando a necessidade de eventuais reajustamentos, uma vez que acompanham o planeamento financeiro da empreitada", referem os autores, em entrevista ao "Jornal da Construção".O cumprimento da legislação em vigor foi uma das grandes preocupações dos criadores destas aplicações, que as desenvolveram em absoluta conformidade com a legislação existente. "Houve uma grande rigidez em cumprir a lei e estas aplicações informáticas defendem o princípio da sua integral aplicação", salientam os autores. Aliás, nestas aplicações "estão fechados os caminhos que podem conduzir a erros, impondo fluxos de cálculo obrigatoriamente dentro das regras legais vigentes", explicam.

    Aspectos inovadores

    Segundo os autores, uma das inovações do ReviPrec é "permitir a medição não mensal", para cobrir as situações em que não se tenha procedido à medição mensal que é preconizada no regime jurídico das empreitadas. A aplicação fornece a possibilidade de desagregar mensalmente o valor de uma medição não mensal, na proporção do que estava contratualmente previsto executar no período em causa.Para além disso, o ReviPrecRAM e o ReFormulaRAM são produtos informáticos destinados especificamente à Região Autónoma da Madeira, área geográfica que tem outros índices, designadamente em número e expressão.  "Estas aplicações informáticas resolvem as mesmas questões, respeitando as especificidades do quadro de referência vigente na região.", referem os autores.

    Áreas funcionais

    Nas aplicações ReFormula e ReFormulaRAM, os utilizadores poderão encontrar como principais áreas funcionais: o estudo de fórmulas, onde se podem analisar e guardar para posterior exploração fórmulas específicas; o reajustamento automático das fórmulas registadas (as 23 fórmulas tipo e as específicas que tenham sido guardadas pelo utilizador); o gráfico do reajustamento de fórmulas; o reajustamento do plano de pagamentos inicial constante da proposta, após ser conhecida a data da consignação, bem como os eventuais reajustamentos posteriores decorrentes de suspensões ou de prorrogações, ou da consideração de trabalhos a menos na empreitada; e, finalmente, a área dos índices, onde podem ser consultados os índices fixados pela Comissão de Índices e Fórmulas de Empreitadas e pelos órgãos competentes da Região Autónoma da Madeira, no caso da aplicação ReFormulaRAM, desde Janeiro de 2004.

    Resolução automática dos problemas

    No caso das aplicações informáticas ReviPrec e ReviPrecRAM, que se destinam à resolução automática dos problemas da revisão de preços de empreitadas, têm como principais áreas funcionais: as empreitadas, onde se procede à introdução da informação de base relativa à empreitada, directamente ou por carregamento de informação previamente guardada em ficheiro; autos de medição e adiantamentos, onde se introduz a informação relativa a estes elementos; coeficientes de actualização aplicáveis aos trabalhos da empreitada, consoante os planos de pagamento previstos; cálculo automático da revisão dos trabalhos contratuais, tomando por referência o plano de pagamentos em vigor, com informação detalhada ao nível de cada auto de medição, valores acumulados e distinção de valores provisórios e definitivos.

    Os utilizadores desta aplicação informática podem ainda fazer o cálculo da revisão dos trabalhos a mais com preços contratuais, bem como dos trabalhos a mais com preços novos.Entre as outras funcionalidades destas aplicações, constam ainda os cronogramas financeiros, onde se pode verificar, no que diz respeito a trabalhos contratuais e a trabalhos a mais com preços contratuais, a evolução das curvas dos valores acumulados dos trabalhos previstos no respectivo plano de pagamentos em vigor e dos realmente executados, objecto dos correspondentes autos de medição.De igual forma, nestas aplicações informáticas podem ainda ser consultados os índices fixados pela Comissão de Índices e Fórmulas de Empreitadas e pelos órgãos competentes da Região Autónoma da Madeira, no caso da aplicação RevPrecRAM, desde Janeiro de 2004. Por último, a aplicação JURMOR engloba três funcionalidades: juros de mora, multas e reembolso de adiantamentos.

    Sessões de apresentação

    Estas aplicações informáticas, de fácil utilização e a preços acessíveis, serão disponibilizadas em CD´s com instruções detalhadas para a instalação dos programas pelos próprios utilizadores. Para estes, será feito um envio regular dos indicadores mensais, através de correio electrónico, incluído na assinatura anual, bem como a assistência a dúvidas de instalação e funcionamento.

    Entretanto, está prevista a realização de diversas sessões de apresentação destas aplicações informáticas, que irão decorrer em Lisboa e junto das Delegações distritais da AECOPS, cujo calendário será divulgado oportunamente. De salientar que os criadores destas aplicações informáticas acumulam uma experiência de mais de 30 anos na área da revisão de preços, tendo José Pontes presidido à Comissão de Índices e Fórmulas de Empreitadas, entre 2002 e 2005, enquanto Martins Nunes, para além de responsável pelo Sector de Revisão de Preços da AECOPS, é membro da Comissão de Índices há 33 anos.

    13-05-2008 | 16:05
    A Reforma Tributária - tema de grande importância para Mato Grosso e para o Brasil - será debatida pela primeira vez no Estado na próxima segunda-feira (19), a partir das 8h30, no auditório da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt). A iniciativa de trazer a discussão a Cuiabá é da Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) e tem o apoio da Fiemt, por conta do impacto direto que a reforma causará no setor produtivo, uma vez que a proposta encaminhada ao Congresso Nacional racionaliza sistema tributário e amplia potencial de crescimento do país. A idéia é levar as discussões para vários Estados do Brasil.

     

    O evento reunirá o deputado federal Antônio Palocci (PT-SP) - presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária (PEC 233/08) -, o deputado federal, Sandro Mabel (PR-GO) - relator da Comissão -, os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Gollner (DEM-MT), Delcídio Amaral (PT-MS) - Relator da Lei Orçamentária Anual (LOA) -, além do Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Apyy.

     

    Para Palocci, os debates regionais são importantes para ouvir ministros, governadores, tributaristas e os representantes dos prefeitos, empresários e trabalhadores. A senadora Serys, atenta a isso, se antecipou e marcou a audiência. “Esta iniciativa é um pedido pessoal feito pelo Presidente Lula, que solicitou uma discussão sobre a Reforma Tributária, fundamental para Mato Grosso. Precisamos esclarecer à população e ouvir os anseios do empresariado, dos sindicatos, dos trabalhadores e de todos interessados nesta matéria”, disse Serys.

     

    Entre os principais problemas do sistema tributário brasileiro estão: a estrutura complexa, que implica em um custo elevado para apuração de tributos e cumprimento de obrigações acessórias pelas empresas; as incidências cumulativas, onerando investimentos e exportações; o aumento de custos de investimento, a resistência a ressarcimento de créditos de ICMS a exportadores; a guerra fiscal, que provoca situação de anarquia tributária; e a elevadíssima tributação da folha de salários.

     

    Com a aprovação da Reforma Tributária encaminhada ao Congresso, que beneficia diretamente às indústrias brasileiras, haverá eliminação de obstáculos para produção mais eficiente e menos custosa. Além disso, implica no fim da guerra fiscal - redução de carga fiscal que incide sobre produtores e consumidores -, principalmente pela desoneração da folha de salários que, conseqüentemente, trará estímulo à formalização e o desenvolvimento mais equilibrado de estados e municípios, com aperfeiçoamento de política de desenvolvimento regional.

     

    Já confirmaram presença no evento o Governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, o prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot, além de deputados estaduais e federais. Mais informações pelos telefones (65) 3611-1678 ou (61) 3311-2239 / (61) 8134-1797.

     

    Fonte: Unecom – Sistema Fiemt com Assessoria da Senadora Serys Slhessarenko

    13-05-2008 | 16:05
    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por determinação do ministro Luiz Marinho, adota, a partir desta segunda-feira (12), mais uma medida de segurança no sistema de agendamento eletrônico (SAE). Desde o ano passado, o sistema vem sendo aprimorado, com gestão permanente, para evitar o mau uso por pessoas que agendam atendimento nas Agências da Previdência Social (APS).

    A partir de agora, no momento em que o usuário informar aos atendentes da Central 135 o Número de Identificação do Trabalhador (NIT) e o Cadastro da Pessoa Física (CPF), serão acionados, automaticamente, todos os bancos de dados da Previdência Social para checar as informações, tanto do segurado como de seu procurador legal, se houver.

    Caso haja alguma divergência, o agendamento é bloqueado e o segurado é orientado a procurar a APS mais próxima de sua residência para atualizar os dados cadastrais. A Central 135 ou o sistema da internet (www.previdencia.gov.br) marcará automaticamente dia e hora para que o segurado providencie a atualização cadastral na APS escolhida. Caso os dados estejam corretos, o segurado será atendido no ato.

    As primeiras medidas de segurança da agenda, iniciadas no segundo semestre do ano passado, já permitiram uma redução de cerca de cinco mil agendamentos irregulares por mês. A partir desta segunda-feira, o INSS pretende reduzir ainda mais as agendas irregulares, abrindo espaço para os segurados que realmente precisam de atendimento.

    Segurança - Ao constatar que o agendamento eletrônico vinha sendo usado indevidamente, com falsas marcações, estrangulando o sistema, o ministro Marinho determinou que os técnicos fizessem um amplo diagnóstico sobre os procedimentos do SAE.

    “Não podemos brincar com as informações. Se as pessoas dão informações erradas, o sistema bloqueará o agendamento e os atendentes recomendarão a correção, pessoalmente, em uma agência. Pretendemos acabar com as fraudes na agenda”, disse.

    Desde junho do ano passado, o INSS vem adotando medidas de gestão da agenda, entre elas a confirmação do agendamento, feita em até 72 horas antes da data marcada. Caso o segurado não possa comparecer, a vaga é imediatamente repassada a outro segurado.

    O objetivo dessas medidas é dar transparência à agenda e possibilitar atendimento rápido e adequado aos segurados da Previdência.

    Nos primeiros meses de confirmação, o Instituto constatou que grande número de segurados não era encontrado por terem fornecido informações erradas, como nome inexistente ou número de telefone de outra pessoa. O INSS passou a exigir, no agendamento, o NIT, o CPF e o termo de aceite, responsabilizando o segurado ou procurador, se for o caso, pelas informações prestadas.

    É justamente quando o atendente pede para confirmar o termo de aceite que quase cinco mil pessoas passaram desistir da agenda. O termo de aceite lembra ao segurado que informações incorretas, falsas ou omissão de informação podem incorrer em crime, previsto no art. 229, do Código Penal, com pena de um a cinco anos de prisão.

    Confirmação - Quando o atendente liga para confirmar a presença em uma APS, ele lembra o horário agendado e pergunta se o segurado ainda tem interesse em comparecer e, também, se possui todos os documentos necessários para que o atendimento seja realizado.

    Ao fazer a confirmação, os atendentes nunca solicitam informações pessoais, como, por exemplo, números de documentos. Esta documentação deve ser levada pelo segurado no dia em que ele for a APS para ser atendido. O operador que faz a confirmação da agenda tem acesso somente ao nome, data, horário e local do atendimento e o tipo de solicitação feita pelo segurado.

    O INSS alerta que, ao ligar para o 135, é essencial informar corretamente os dados da pessoa a ser atendida e de seu procurador, se houver. Essas informações permitirão que o servidor do INSS faça pesquisa prévia e reduza o tempo de permanência do segurado na APS. As informações são fornecidas apenas no momento em que o segurado estiver agendando o atendimento, nunca na confirmação.

    Fonte: ACS/MPS
    13-05-2008 | 15:05
    O STF marcou para a tarde desta quarta-feira (14) a conclusão do julgamento de um processo que corre nos escaninhos do tribunal há 23 anos, desde 1985. O veredicto vai definir o tamanho da mordida da Cofins.

     

    Depois hibernar por mais de duas décadas, o caso começou a ser julgado em agosto de 2006. Porém, a sessão foi suspensa no instante em que sete ministros já haviam votado. Seis dos quais contra o governo. Num plenário de onze 11 togas, estava feita a maioria.

     

    Antes que a derrota do governo pudesse ser transformada em sentença, o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo. Que só agora retorna ao plenário, para deliberação final.

     

    A perspectiva de confirmação da derrota deixa de cabelos hirtos Lula e seus ministros econômicos. Prevalecendo a maioria expressa em 2006, o governo amargará uma perda anual de arrecadação de R$ 12 bilhões.

     

    Não é só: o Tesouro terá de devolver às empresas o pedaço de Cofins recolhido indevidamente nos últimos anos. Coisa de R$ 76 bilhões em cálculo que recua seis anos no calendário.

     

    É uma perda do tamanho de duas CPMFs. Ou, por outra: equivale a mais de três vezes os R$ 21,4 bilhões de desoneração tributária prometida por Lula na nova política industrial, anunciada nesta segunda-feira (12), no Rio.

     

    Vai abaixo o decálogo da encrenca, uma tentativa do repórter de esmiuçar o processo para os navegantes:

     

    1. A firma Auto Americano, uma distribuidora de autopeças sediada em São Paulo, foi ao Judiciário para questionar a base de cálculo da Cofins. Trata-se da contribuição que financia os gastos públicos com a seguridade social. Pela lei, incide sobre o faturamento das empresas. Mas o cálculo da Cofins inclui o valor do ICMS, imposto cobrado pelos Estados sobre a venda de mercadorias e serviços;

     

    2. A firma de autopeças alegou que o ICMS é dinheiro do governo. Por isso, não deveria ser contado como faturamento da empresa na hora de calcular a Cofins. Julga daqui, decide dali, a causa foi parar no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, sediado em São Paulo. Ali, a Auto Americano perdeu. Os juízes do TRF-3 deram ganho de causa ao governo.

     

    3. Inconformada, a empresa recorreu ao STF, em 1985, ano em que o país ainda era presidido por José Sarney. O processo foi à mesa do ministro Marco Aurélio Mello. Que, em setembro de 1999, proferiu voto favorável à empresa. Nelson Jobim, à época ainda  ministro do Supremo, pediu vista do processo. Alegou que precisava estudar mais detidamente a matéria. Os autos foram à gaveta. Permaneceram longe da luz do Sol até abril de 2006, quando Jobim requereu aposentadoria do tribunal;

     

    4. Em agosto de 2006, o processo voltou ao plenário. Marco Aurélio manteve o voto de 1999. Anota o seguinte: “A base de cálculo da Cofins não pode extravasar, sob o ângulo do faturamento, o valor do negócio, ou seja, a parcela percebida [pela empresa] com a operação mercantil ou similar.” Para ele, a inclusão do ICMS no cálculo, faz com que a Cofins incida “não sobre o faturamento, mas sobre outro tributo”. Era o início do tormento do governo;

     

    5. Acompanharam o voto de Marco Aurélio outros cinco ministros: Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso e Sepúlveda Pertence. Estava feita a maioria a favor da empresa, contra o Tesouro. Mas Gilmar Mendes, hoje presidente do STF, pediu vista dos autos, adiando, de novo, o anúncio do veredicto;

     

    6. Sentindo o cheiro de queimado, o governo protocolou no STF, em outubro de 2007, uma ADC (Ação Declaratória de Constitucionalidade). Trata-se de recurso jurídico de que dispõe o presidente da República para pedir ao Supremo que declare constitucional uma determinada lei. No caso, a lei que permite a inclusão do ICMS na base de cálculo da Cofins. A ação de Lula foi à mesa do ministro Menezes Direito, que ainda não se pronunciou;

     

    7. O que pretende o governo com a sua ADC? Simples: deseja provocar o reinício do julgamento daquele recurso que fora protocolado pela empresa de autopeças. Tenta anular o placar de seis votos já proferidos em desfavor das arcas do Tesouro. Aceitando a ação de Lula, o STF reabre a discussão, retomando-a do ponto zero. E os ministros teriam, em tese, a oportunidade de rever os seus pontos de vista. Com um complicador: Sepúlveda Pertence, um dos que votaram contra o governo, aposentou-se;

     

    8. A pauta da sessão desta quarta-feira (14) inclui as duas ações –a do governo e a da empresa. A ADC de Lula, protocolada sob o número 18, consta do primeiro item. O RE (recurso especial) da vendedora de autopeças, que leva o número 2407/85, é o segundo item;

     

    9. Desde o final do ano passado, o ministro Guido Mantega (Fazenda) e o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, peregrinam pelos gabinetes dos ministros do STF. Tentam sensibilizá-los esgrimindo contas bilionárias. Numa dessas visitas, Mantega levou à mesa a informação de que, derrotado, o governo perderia arrecadação anual de R$ 12 bilhões. Sem contar a cifra que teria de devolver às empresas que movem centenas de processos judiciais contra o governo. Estimou-os em R$ 60 bilhões. Um passivo que, no último mês de abril, foi atualizada pelo advogado-geral Toffoli: R$ 76 bilhões.

     

    10. Prevalecendo o cenário de borrasca, a arrecadação corrente da Cofins começa a ser roída imediatamente. Quanto ao passivo da conta de Toffoli, vai se transformar, por impagável, num monturo de precatórios. Mais um esqueleto acomodado nos armários do Estado. Resta agora saber o que decidirá o STF. O Planalto reza para que os ministros que já votaram dêem meia volta. Ou, na pior das hipóteses, roga para que uma das togas o socorra com um novo e redentor pedido de vista.
    10-05-2008 | 10:05

    A variação do preço médio do saco de 50 quilos de cimento, material básico da construção civil, chegou a 82,2% em março deste ano nos 26 estados e no Distrito Federal, segundo dados fornecidos ao G1 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

     

    Unidades da Federação

    Preço médio em R$ em março de 2006

    Preço médio em R$ em março de 2007

    Preço médio em R$ em março de 2008

    Acre

    22,00

    22,20

    28,00

    Alagoas

    17,50

    17,00

    17,00

    Amapá

    20,25

    22,00

    26,31

    Amazonas

    20,59

    21,94

    24,71

    Bahia

    18,00

    18,50

    18,50

    Ceará

    17,03

    18,00

    18,00

    Distrito Federal

    10,89

    11,25

    15,50

    Espírito Santo

    14,80

    14,90

    16,83

    Goiás

    12,00

    11,50

    16,70

    Maranhão

    18,00

    20,00

    23,00

    Mato Grosso

    12,50

    13,50

    17,84

    Mato Grosso do Sul

    14,90

    15,70

    19,00

    Minas Gerais

    12,00

    9,95

    16,00

    Pará

    17,98

    21,45

    26,50

    Paraíba

    17,00

    16,50

    16,50

    Paraná

    16,85

    15,80

    15,90

    Pernambuco

    18,00

    17,50

    17,00

    Piauí

    17,75

    19,00

    20,45

    Rio de Janeiro

    17,85

    13,43

    16,99

    Rio Grande do Norte

    17,68

    18,00

    18,00

    Rio Grande do Sul

    16,50

    16,70

    16,70

    Rondônia

    18,13

    19,50

    23,00

    Roraima

    28,16

    28,58

    28,24

    Santa Catarina

    17,87

               16,50

    17,00

    São Paulo

    15,50

    13,02

    15,50

    Sergipe

    17,00

    17,00

    17,00

    Tocantins

    16,00

    17,50

    21,50

    Fonte: IBGE

     

    Segundo o IBGE, o menor valor do saco de 50 quilos verificado pelo instituto no mês de março foi no Distrito Federal e em São Paulo, nos quais o preço médio é de R$ 15,50. Já o maior valor foi detectado no estado de Roraima, onde a saca custa em média R$ 28,24.Segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), as variações de preço de um mesmo tipo de cimento acontecem devido ao custo do transporte. "O preço final do cimento é sensível ao frete", disse o secretário executivo do sindicato, José Otávio Carvalho.

    "O preço depende de uma série de fatores, com a concentração de fábricas na região onde se consome e as distâncias percorridas. A região Sudeste, especialmente Minas Gerais, tem uma maior concentração de fábricas. Em alguns lugares da região Norte, evidentemente, o frete tem uma preponderância maior sobre o preço", afirmou ele ao G1.  

    Os seis estados, onde o cimento pesava mais no bolso do brasileiro no mês de março, são justamente da região Norte. Depois de Roraima, aparecem Acre, com preço médio de R$ 28; Pará, de R$ 26,50; Amapá, de R$ 26,31; Amazonas, de R$ 24,71; e Rondônia, de R$ 23. No Maranhão, no Nordeste, o custo também é de R$ 23. 

     

    Na comparação com março de 2007, segundo o IBGE, o preço médio do saco de 50 quilos do produto subiu em 17 estados e no Distrito Federal e em sete permaneceu estável. A maior alta foi verificada em Minas Gerais, onde passou de R$ 9,95 para R$ 16, com aumento de 60,8%.

     

    Para o secretário executivo do sindicato, o preço do cimento estava defasado. "No ano passado, quando houve essa recuperação do consumo, com uma demanda maior no mercado, não houve propriamente um aumento, mas uma recuperação dos níveis de preço."

     

    "O preço do cimento andou muito reprimido, pois o setor passou praticamente por seis anos de estagnação [entre 2001 e 2006]. Só voltamos a superar o consumo de 1999 no ano passado. Nesse período, o preço de cimento em diversas regiões caiu substancialmente", acrescentou.

     

     Crescimento

     

    No primeiro trimestre deste ano, foram vendidas 11,5 milhões de toneladas de cimento, das quais 11,4 milhões no mercado interno, crescimento de 13,6% na comparação com igual período do ano passado, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento.

    “O mercado continua demandado, tanto que, no primeiro trimestre, houve um crescimento da ordem de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. Nossas projeções para este ano são de um crescimento na ordem de 10%, 11%”, afirmou Carvalho.

    Segundo ele, "o crescimento de consumo se deu no país inteiro". "Em algumas regiões, em termos proporcionais, ele cresceu até mais do que na região Sudeste. O crescimento na região Nordeste, na região Norte e na Centro-Oeste, por exemplo, foi maior do que no Sudeste." No primeiro trimestre de 2008, o maior aumento no consumo foi no Sul, com crescimento de 24,8% sobre igual período do ano passado. Depois, aparecem o Nordeste (15,8%), Centro-Oeste (13,2%) e Norte (12%). No Sudeste, que detém o maior consumo, cresceu 9,9%.

     

    André Luís Nery Do G1
    09-05-2008 | 15:05

    Oferecer soluções personalizadas para contribuir com a qualidade de vida e qualificação do trabalhador da construção civil. Esta é a proposta do projeto ‘Sesi Construção Saudável’, uma parceria do Serviço Social da Indústria (Sesi-MT) com o Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso (Sinduscon-MT), que foi firmada ontem (08), na Escola Senai da Construção. Cerca de 30 empresários do setor participaram do lançamento da parceria, que visa beneficiar as empresas associadas ao sindicato.

    08-05-2008 | 18:05
    O índice do Custo Unitário Básico (CUB) referente ao mês de abril de 2008 em Mato Grosso registrou inflação de 0,04% em relação ao mês de março de 2008 deste ano que chegou a 0,36%. Enquanto março apresentou um índice de R$ 608,55, o mês de abril de 2008 teve aumento de R$ 608,79. O custo do metro quadrado da construção, calculado pelo Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon/MT) indica que a inflação foi ocasionada pela elevação do custo de produtos como a tinta látex PVA, janela de correr, areia, cimento, brita e outros, cujos valores incidem no cálculo final do custo. No caso, a tinta látex PVA sofreu um aumento representativo de 13,54%, sendo que no mês março ela também teve um aumento de 16,57%. Segundo presidente do Sinduscon - MT, Luiz Carlos Richter Fernandes, “Os materiais de acabamento tendem a variar muito de preço, principalmente quando comparamos marcas diferentes, sendo a tinta látex PVA um dos materiais de acabamento que mostrou maior variação neste período, é necessário ficar atento, pois este aumento vem sendo expressivo mês a mês e já começa pesar no bolso das construtoras”. Fernandes acrescentou ainda que “...o cimento também pode ser considerado um vilão, já que teve um aumento de 3,62% em relação ao mês anterior”.  

    Comparando o mês de abril 2007 ao mesmo mês em 2008 conferimos que o valor do metro quadrado ficou mais caro 5,46%. Quando falamos do metro quadrado da construção a referência é de um projeto residencial (R8-N), equivalente a um edifício residencial multifamiliar de oito andares, onde o tipo de acabamento é de padrão normal. De acordo com a NBR 12.721/2006, o seu projeto-padrão é de uma residência composta de três dormitórios, sendo uma suíte com banheiro, banheiro social, sala, circulação, cozinha, área de serviço com banheiro e varanda. Na formação destes custos unitários básicos não foram considerados alguns itens como: elevadores, obras de serviço complementares, ajardinamento e demais serviços conforme descreve a norma.

    O CUB serve de referencia para construtoras fazerem seus orçamentos e para instituições como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que usam o CUB para liberações de Certidões Negativas de Débitos (CND) das empresas do setor. Como tal, o CUB não deve ser comparado a outros índices do setor da construção, calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Getúlio Vargas (FGV), que empregam metodologias distintas para finalidades igualmente diferenciadas.
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
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