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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
NOTÍCIAS
    29-08-2008 | 11:08
    O consumo de energia elétrica do setor industrial de Mato Grosso cresceu 13,4% em julho deste ano na comparação com o mesmo intervalo de 2007. Na região Centro-Oeste, a alta na demanda energética foi de 10,4% também sobre o sétimo mês do ano passado. No país, o crescimento foi menor, 5,3%, ou seja, 8,1 pontos percentuais a menos em relação à expansão registrada pelas indústrias mato-grossenses. Os números fazem parte da Resenha Mensal de Energia Elétrica, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão do governo federal.

     

    De acordo com os dados divulgados pela empresa, o consumo energético atendido pelo sistema elétrico nacional totalizou 32,509 mil Gigawatt-hora (GWh) no sétimo mês deste ano, segundo maior índice do ano, com crescimento de 6,1% sobre o verificado no mesmo período do ano passado. A demanda equivale ao consumo dos setores residencial, comercial, industrial e outros.

     

    Para o presidente em exercício da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir José

    Milan, a expansão verificada este ano, não no mês de julho isoladamente, mas no decorrer do ano é devido ao aumento das indústrias em operação no Estado. Segundo ele, a tendência é que o consumo de energia do Estado aumente cada vez mais, pois com novas plantas industriais atuando na região, é normal que a demanda pelo insumo aumente. "Muitas indústrias estão se instalando em Mato Grosso e quando estiverem operando em plena capacidade, a produção aumentará e consequentemente o consumo de energia".

     

    Esta semana, por exemplo, o Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou intensões de investimentos de cerca de R$ 62,3 milhões para Mato Grosso. Ao todo devem ser gerados mais de 2,5 mil empregos, entre diretos e indiretos. Os investimentos serão aplicados em 30 municípios mato-grossenses.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
         O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou ontem o aumento de R$ 2,05 bilhões no seu orçamento destinado para financiamentos habitacionais. Desse valor, R$ 500 milhões devem ir para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. 
          
         Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões. 
          
         Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e a municípios que tenham projetos na área habitacional destinado à população de baixa renda. 
          
         Um dos motivos para essa elevação no volume de recursos destinado ao setor imobiliário foi o aumento, acima do esperado, na arrecadação do FGTS. 
          
         Ontem, o Conselho Curador -formado por representantes do governo, de empresas e de sindicatos de trabalhadores- elevou de R$ 2,7 bilhões para R$ 6,7 bilhões sua projeção para a arrecadação líquida -já descontados os saques- do fundo neste ano. 
          
         Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, essa elevação reflete o aumento na geração de empregos com carteira assinada no país, o que significa crescimento também no número de pessoas contribuindo para o fundo. 
          
         "Nada mostra com tanta força a criação de empregos do que isso [o aumento na arrecadação do FGTS]", afirmou Lupi. 
          
         BNDES 
          
         Além disso, foi aprovada ontem a liberação de R$ 6 bilhões para reforçar o caixa do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Essa injeção de recursos será feita por meio de uma operação envolvendo títulos públicos que o FGTS tem em sua carteira e que serão repassados ao banco estatal. 
          
         Os papéis, conhecidos como CVS, foram emitidos pelo Tesouro Nacional para cobrir o rombo deixado por financiamentos concedidos por meio do antigo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Esses títulos têm prazo de 30 anos e pagam juros de até 6,17% ao ano. 
          
         Após a aprovação dada pelo Conselho Curador, os CVS serão transferidos ao BNDES, que irá procurar o Tesouro Nacional para acertar o resgate antecipado desses papéis. 
          
         Diante do ritmo de crescimento da economia, a procura por empréstimos do banco estatal deve ultrapassar os R$ 80 bilhões fixados como teto para este ano, o que o tem levado a buscar fontes alternativas de recursos. 
          
         O valor anunciado ontem ficou um pouco abaixo do que vinha sendo negociado. A estimativa inicial do governo era repassar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões para o BNDES. Para evitar perdas para os trabalhadores, o banco pagará ao FGTS a mesma remuneração recebida atualmente do Tesouro.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    28-08-2008 | 11:08
    A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou hoje (27) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva proposta para acabar com o déficit de 8 milhões de moradias para quem ganha menos de cinco salários mínimos, em 15 anos.

    Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, as construtoras esperam conseguir dinheiro do governo para tocar o projeto. Uma das idéias é que a União subsidie parte do custo para a construção das casas. Safady não informou o porcentual, mas estima que para construir uma unidade para quem ganha um salário mínimo seria necessário subsidiar a metade.

    Ainda conforme Safady, os custos podem chegar a R$ 300 bilhões. De acordo com ele, o presidente Lula recebeu bem a proposta. “O presidente está disposto a acabar com esse problema”, disse após a reunião com Lula.

    Outra proposta apresentada por Safady é uma parceria público-privada para recuperação da Esplanada dos Ministérios e construção dos sete anexos que faltam. Uma das hipóteses de parceria seria as construtoras arcarem com os custos e, em troca, o governo cederia terrenos e projeções aos empresários. Safady garante que a reforma significará redução das contas de água, luz e outros gastos. O orçamento estimado é de R$ 300 milhões.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-08-2008 | 11:08
    Na próxima semana, a Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap) disponibilizará na internet informações sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), assim como telefones de contato para denúncias e pedido de informações. Hoje (27-08) de manhã, a presidente da Sanecap, Eliana Rondon, apresentou ao prefeito Wilson Santos e à equipe de secretariado dados sobre a operacionalização dos trabalhos cuja meta é universalizar o tratamento da água em Cuiabá. A reunião ocorreu na sede da 16ª Prefeitura em Movimento, que ocorre até sábado (30) no Jardim Florianópolis.

    Pelo site da Sanecap (www.sanecap.com.br), o cidadão poderá averiguar quais bairros contemplados, bem como o nome das empresas que irão executar as obras e informações sobre os contratos. Lá, haverá também o cronograma dos trabalhos e os valores de cada projeto, assim como a quantia destinada pela União, Estado e Município. Esses dados já estão disponíveis no site da Sanecap. Porém, agora passam a ser atualizados e disponibilizados por meio da Unidade Executora Local, equipe fiscalizadora do PAC que conta com apoio de representantes de órgãos federais, estaduais e do município, além de voluntários da sociedade civil.

    Ao todo, o PAC terá investimentos de aproximadamente R$ 238 milhões. Serão beneficiados 78 bairros com abastecimento de água e 48 comunidades com rede de esgoto. O PAC já está em execução na Capital com obras da Estação de Tratamento de Esgoto do Dom Aquino e operacionalização no Jardim Vitória.

    Os telefones para denúncias ou informações são (65) 3051 9725 e 9218 2207. O contato também pode ser feito pela internet, por meio do e-mail pac@sanecap.com.br.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-08-2008 | 11:08
     O Brasil tem cerca de 24 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, mas as cidades brasileiras estão longe de receber esse público de maneira ideal. Da mesma forma, esse imenso grupo ainda é ignorado pelo mercado como consumidor e pelos políticos como eleitor.

    A opinião é de Niusarete Margarida de Lima, da Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde). Ela lembrou que o país vai sediar uma copa do mundo dentro de seis anos e que as cidades precisam se preparar para receber turistas portadores de deficiência, que representam um segmento como qualquer outro, com grande poder de consumo.

    “Nós estamos em um processo de eliminação de barreiras, mas não estamos preparados integralmente para que a pessoa com deficiência tenha o seu direito de ir e vir respeitado. Ela paga impostos e consome como qualquer outro cidadão”, assinalou Niusarete, durante a abertura, nessa quarta-feira (27), da Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro.

    Segundo ela, o governo federal determinou um investimento de R$ 2 bilhões, até 2010, com ações em municípios acima de 60 mil habitantes. Entre as prioridades, está a acessibilidade às escolas, com ruas e meios de transporte adaptados para receber estudantes portadores de deficiência.

    Para Niusarete, os políticos estão pecando em suas campanhas ao não vislumbrar o potencial eleitoral dos portadores de deficiência. “Se você considerar que cada um tem uma família com mais três pessoas, isso representa um grande contingente de eleitores no país. Ainda falta consciência de que existem brasileiros portadores de algum tipo de deficiência que são produtivos, consumidores, eleitores e que participam da sociedade”, disse.

     

    Fonte: Olhar Direto
    28-08-2008 | 11:08
    Há muitas características consideradas como fundamentais no desenvolvimento do perfil das pessoas empreendedoras, a liderança, a paixão pelo que fazem à boa comunicação, a atitude, a visão, a inovação e a motivação estão entre elas.

     

    A vida prepara os empreendedores e a educação ao empreendedorismo contribui com a sua formação, sendo que há inclusive escolas com este foco, até mesmo em nível superior, dando ferramentas para que tenham clareza, estilo e eficiência, seja na atividade profissional, como nos negócios.

     

    Os empreendedores, é bom enfatizar, não são somente os que têm empresas, mas também os que se dedicam a uma profissão, ou representam organizações e que fazem a diferença, exercendo suas respectivas lideranças e observando atentamente as tendências de mercado. Sabem separar a quantidade de tempo, pela qualidade de tempo e estabelecem objetivos grandiosos, sem que se desviem do caminho do alto desempenho, da eficácia e das grandes idéias, e buscam uma abordagem positiva da própria vida, da sua auto-realização e também da realização coletiva. São partícipes na construção de redes saudáveis e proficientes no estabelecimento de parcerias ganha-ganha.

     

    Com relação ao profissional empreendedor, estes são vistos pelos empresários não como empregados, mas como parceiros, que participam do dia a dia da empresa, seja no campo das decisões, ou das novas idéias, consideradas como importantes, para o surgimento de produtos, serviços e projetos inovadores. Não é raro, portanto, que profissionais empreendedores com temperamento modesto trazem a melhoria no desempenho, e também o maior comprometimento de equipe.

     

    O profissional empreendedor é um parceiro que não pensa em divisão de lucros, mas sim em deixar a marca de seu talento de forma muito personalizada na empresa. Com isso passam a se diferenciar e tornarem-se pessoas chaves para o sucesso, legitimando a cada dia seu alto grau de competência, o qual raramente empresas ou instituições abrem mão, deixam de reconhecer seus méritos ou permitem a saída dos respectivos quadros, perdendo-os para a concorrência.

     

    No que tange a liderança de uma pessoa empreendedora, encerro o artigo, reportando-me ao mediador da Sales Training International, Claudiney Fullmann, diretor-presidente da Educator, que dissemina conhecimentos com foco estratégico para a formação de cidadãos íntegros e produtivos. Ele diz que um líder é formado por um alicerce, estruturado pelos seus valores, pelas suas crenças, pelos padrões comportamentais e a busca do conhecimento, e a isso ele acresce ainda há três Cs cabeça, coração e coragem.

     

    Os empreendedores não só tiram lições de seus erros e acertos, como também deixam verdadeiras lições. Nosso Brasil é um celeiro fértil de empreendedores e isso é ótimo para o nosso aprendizado diário e para a construção de um mundo alicerçado em bons exemplos.

     

    Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/ Senac-MT

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) aprovou ontem projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) que estabelece cotas para afro-descendentes nas empresas públicas e privadas. O texto reserva para esse segmento da população 20% dos cargos em comissão do grupo de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) da administração pública, "que será ampliada gradativamente até que a ocupação desses cargos por afro-brasileiros seja equivalente à proporção dessas pessoas na população brasileira".

     

    Quanto às empresas privadas, as que tiverem mais de 200 empregados, deverão reservar 46% delas para afro-descendentes. O projeto estabelece ainda que os empregadores não poderão pedir fotografia ou declaração de raça ou cor dos candidatos a emprego A tramitação do projeto está apenas começando.

     

    Terá, ainda de ser examinado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, antes de ser encaminhada novamente para apreciação da Câmara dos Deputados.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    O Sistema Nacional de Emprego de Mato Grosso (Sine/MT) estará hoje, a partir das 08h30, no município de Poconé. O objetivo é selecionar candidatos para preencher mais de 500 vagas de emprego na área da construção civil. Juntamente com um representante do setor de Recursos Humanos da contratante, o Sine estará até 17h selecionando os interessados no Sindicato Rural, que fica na Avenida Dom Aquino, s/nº, Centro.

     

    Incentivo - O governo de São Paulo isentou de ICMS a venda de sanduíches Big Mac nos restaurantes do McDonald"s do Estado que participarem do McDia Feliz, marcado para o próximo domingo (30). O McDia Feliz completa 20 anos em 2008 e consiste em reverter toda a renda obtida com a venda de sanduíches Big Mac -exceto alguns impostos - para projetos de instituições que atendem crianças e adolescentes em tratamento de câncer. O Conselho Nacional de Política Fazendária autorizou os Estados a isentar do ICMS a comercialização dos sanduíches durante a promoção.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    Uma sondagem especial, divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a valorização do real frente ao dólar provocou uma perda de mercado pelas indústrias brasileiras. Segundo o levantamento, duas em cada três empresas que concorrem com produtos importados perderam participação no mercado doméstico e metade das empresas exportadoras deixou de exportar ou perdeu participação no mercado internacional nos últimos 12 meses.

     

    O levantamento da CNI informa que em quatro setores - têxteis, calçados, vestuário e equipamentos hospitalares e de precisão - a competição com produtos importados é mais intensa e levou 75% das empresas a perderem participação no mercado doméstico. O documento avalia ainda que, embora mais expostas à concorrência com produtos importados, as grandes empresas estão mais preparadas para enfrentar essa concorrência.

     

    A sondagem mostra que nove em cada 10 empresas adotaram alguma estratégia para aumentar a competitividade de seus produtos diante da concorrência dos produtos importados. Cinqüenta por cento delas reduziram os custos e 35% aumentaram o investimento em qualidade e design do produto. Em relação ao mercado externo, o levantamento mostra que as empresas de médio porte são as que apresentam maiores registros de interrupção das exportações em 2008 e queda na participação no mercado internacional.

     

    Em oito setores - móveis, têxteis, madeira, borracha, veículos automotores, minerais não metálicos, máquinas e equipamentos e equipamentos hospitalares e de precisão - mais da metade das empresas tiveram perda de participação no mercado externo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    O desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pela Fundação Seade em parceria com o Dieese ficou em 14,6% em julho, menor nível para o período desde 1998. A pesquisa foi realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal.

     

    O contingente de desempregados foi estimado em 2,933 milhões de pessoas. O nível de ocupação caiu 0,7% no mês em julho ante junho e subiu 5,2% em relação a julho de 2007. O rendimento médio real dos ocupados, por sua vez, diminuiu 0,7% em junho ante maio, e passou a corresponder a R$ 1.154,00.

     

    Em relação junho de 2007, houve crescimento de 3,8%. A massa de rendimento dos ocupados, uma combinação entre o nível de ocupação e o rendimento, permaneceu relativamente estável (-0,3%) em junho ante maio. Mas, na comparação com junho do ano passado, aumentou 8,4%. São Paulo - O desemprego na região metropolitana de São Paulo ficou em 14,1% em julho, segundo a pesquisa. Embora tenha tido uma pequena elevação em relação a junho (13,9%), o resultado é o menor para meses de julho desde 1996. O contingente de desempregados foi estimado em 1,487 milhão de pessoas. O rendimento médio real dos ocupados caiu 2,3% em junho ante maio e passou a corresponder a R$ 1.205,00.

     

    Em comparação com junho de 2007, o rendimento médio real teve alta de 2,5%. A massa de rendimento dos ocupados também teve redução, de 2,2% em junho ante maio, devido ao decréscimo dos rendimentos reais. Na comparação com junho de 2007, houve alta de 6,8%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
     A inflação de agosto medida pelo Índice Geral de Preços -Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,32%, a menor taxa desde abril de 2006, influenciada principalmente pela queda no preço das commodities. Em julho, o índice havia apresentado alta de 1,76%. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o resultado, até agosto, o IGP-M acumula alta de 8,35% no ano e de 13,63% em 12 meses.

     

    A FGV informou também os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M de agosto. O Índice de Preços por Atacado - Mercado (IPA-M) caiu 0,74% em agosto, ante taxa positiva de 2,2% em julho, e registrou a menor alta desde abril de 2006. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor - Mercado (IPC-M) avançou 0,23% em agosto, em comparação com a elevação de 0,65% em julho.

     

    A taxa acumulada do IGP-M é usada para o cálculo do reajuste para preços de contratos de aluguel e de algumas tarifas de energia elétrica. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M desse mês foi do dia 21 de julho a 20 de agosto.

     

    Para o coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, a deflação de 0,32% registrada pelo IGP-M de agosto, representou uma "mudança" no quadro inflacionário de altas que o indicador da FGV vinha mostrando durante o primeiro semestre de 2008. Ele avaliou que a queda observada teve ligação direta com o momento de recuo nos preços das commodities visto no mercado internacional.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    Agentes de Tributos da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) apreenderam nesta semana seis tratores novos no Posto Fiscal Correntes, localizado no município de Itiquira, na divisa com Mato Grosso do Sul. A empresa proprietária dos veículos está com a inscrição baixada no cadastro de contribuintes do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do Estado há mais de 10 anos.

     

    Os tratores, que vinham de São Paulo, seriam vendidos em Mato Grosso. Em razão da irregularidade cadastral, foram lavrados Termos de Apreensão e Depósito (TAD"s) no valor de R$ 30 mil, mais multa acessória. Os veículos ainda estão retidos no posto fiscal e serão liberados somente depois que os TAD"s forem quitados.

     

    Além disso, a Sefaz tem a informação de que outros 31 tratores, da mesma empresa, devem entrar no Estado nos próximos dias. Caso isso ocorra, serão lavrados outros TAD"s no valor de R$ 155 mil, mais multa acessória.

     

    O secretário de Fazenda, Eder Moraes, enfatiza que é zero a tolerância do Estado aos contribuintes que não cumprem com suas obrigações tributárias. "Estamos atuando pontualmente em defesa da ordem tributária, evitando a concorrência desleal".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    Termina amanhã o prazo para os interessados encaminharem propostas de compra do terreno que servia de garagem à Tut Transportes, em Cuiabá. O imóvel de pouco mais de 15 mil metros quadrados localizado na avenida Fernando Corrêa da Costa, uma das regiões mais valorizadas da capital, foi avaliado em R$ 15 milhões. O dinheiro obtido será usado para o pagamento de cerca de 800 ex-empregados da empresa, além de diversos processos em trâmite na Justiça Estadual.

     

    A venda foi autorizada pelo juiz Luis Aparecido Torres, responsável pelo Núcleo de Conciliação do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso, e será feita por iniciativa particular do imóvel. Essa é uma nova modalidade de expropriação de bens instituída pela Lei 11.382, de dezembro de 2006, e que permite ao credor tomar a iniciativa e providenciar a venda do bem penhorado.

     

    A alienação tem a aprovação tanto do juiz-conciliador do Núcleo de Conciliação quanto do juiz Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, da Vara Especializada de Falência e Recuperação Judicial da Comarca de Cuiabá, uma vez que nesta última tramita o processo de recuperação judicial da Tut Transportes. Será considerada vencedora a proposta que tiver o maior lance.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    28-08-2008 | 11:08
    'A proposta de Orçamento Geral da União enviada hoje (27) ao Congresso prevê que o salário mínimo passará dos atuais R$ 415 para R$ 464,72 em 2009. O valor é maior que os R$ 453,67 divulgados pela manhã pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ao entregar o projeto no Congresso.

    O ministro disse que, mais cedo, havia passado a informação errada porque se baseou no valor fixado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Segundo ele, o mínimo ficará maior que o originalmente previsto porque o governo adotará, para o próximo ano, o cálculo acertado com as centrais sindicais pelo qual o mínimo será reajustado pela inflação e pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás.

    No final de 2006, o governo fechou um acordo com as centrais para definir um cronograma de aumento para o salário mínimo até 2010. Na época, foi encaminhado um projeto de lei para o Congresso, que ainda não foi aprovado. Apesar disso, a fórmula já será aplicada no próximo ano.

    “O projeto ainda não foi aprovado, mas o critério foi incluído na LDO, então tivemos de aplicar a nova fórmula, o que elevou até o valor [R$ 453,67] aprovado na própria lei”, explicou o ministro.

    Paulo Bernardo também justificou o fato de a proposta de orçamento estimar crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem. Segundo ele, as medidas tomadas para conter a oferta de dinheiro e combater a inflação terão reflexo sobre a atividade econômica somente em 2009.

    “Neste ano, o aumento dos juros e das medidas de restrição ao crédito ainda tiveram efeito zero, mas em 2009 certamente o crescimento será um pouco menor”, afirmou o ministro.

    Pela proposta, a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrará o próximo ano no centro da meta de 4,5%. Esse número está bem abaixo da estimativa das instituições financeiras ouvidas semanalmente pelo banco Central, que apostam no IPCA a 5% no fim de 2009.

    Mesmo com a projeção fora de linha em relação às previsões do mercado, o ministro afirmou que o orçamento deve perseguir o centro da meta de inflação. “O papel do Banco Central é fazer a inflação convergir para os 4,5%, então temos de seguir essa determinação ao elaborar o orçamento”, concluiu.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 17:08
    No período de 29 a 30 desse mês, quatro mini-cursos técnicos estarão sendo oferecidos pela MULTIPLUS na sede do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA – em Cuiabá. Podem se inscrever, engenheiros e arquitetos. Os cursos têm duração de dois dias e contam com a coordenação do Prof. Dr. Harold Hirth Jr., Ph.D. pela Universidade da Califórnia, Berkeley e diretor Técnico da MULTIPLUS. Os cursos são destinados a engenheiros e arquitetos.Esses mini-cursos são desenvolvidos "ao vivo" e mostrados com projetor multimídia, com projetos específicos de cada área, ensinando como aumentar a produtividade, qualidade e lucratividade de seus projetos, através dos modernos  Softwares CAD/CAE. Também são apresentados quais os principais conceitos, recursos e benefícios destes Softwares e como adaptar sua forma de projetar para trabalhar em 3D, com alto nível de automação, melhor visualização e evitando interferências durante a execução da obra.O CREA-MT está localizado em Cuiabá na avenida Historiador Rubens de Mendonça, 491, bairro Araés. Pra fazer a inscrição è somente acessar o link www.multiplus.com/minicursos.htm 

     

    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO, DIA E HORÁRIO DOS MINI-CURSOS

     

     29/09 - Projeto Arquitetônico e Orçamento feitos no CAD – Das 09h00 às 12h00: Cria Maquete Eletrônica em 3D gerando perspectivas, renderizações e animações e quantitativos de materiais. Conceito de: "Maquete Eletrônica" em 3D composto por objetos. Utilização de rotinas para escadas, telhados, cópia de andares, amplas bibliotecas de componentes, geração de cortes, fachadas, perspectivas, renderização, maquete eletrônica e animações, quantitativos de materiais, interface com softwares de orçamento. Orçamento, Planejamento e Controle de Obras através de software "amigável" com janelas interativas e acesso rápido aos vários níveis de composições e insumos. Possibilidade de facilmente Modificar e Criar Novas Bases de Preços e Composições, utilização de Bases tais como Padronizada (IPT), DNIT, SIURB, EMOP, alteração ou criação de composições, consideração do BDI, consistência e ajustes do orçamento, impressão do orçamento, cronograma físico-financeiro e de relatórios gerenciais com interface com editores de texto (Word, etc.) visualizadores (Acrobat e html) e planilhas (Excel, etc.). Recursos para Planejamento, Medição e Controle da Obra e Financeiro da Construtora. Levantamento diretamente de projetos e plantas feiras no CAD sem precisar ter o AutoCAD.

    29/09 - Instalações Elétricas, Hidráulicas e Ar-Condicionado no CAD – das 18h00 às 22h00: Projeto de Instalação Elétrica com alto nível de automação.  Instalações mono, bi ou tri-fásica com 110, 220 ou 380V tensão fase-neutro, com lançamento automático de tomadas, cálculo luminotécnico e distribuição automática de luminárias, lançamento automático da fiação. Bibliotecas de componentes inteligentes com todas as características dos componentes reais (voltagem, carga, circuito, código,  etc.), cálculo de bitolas de fios e de eletrodutos, quadro de cargas com balanceamento de fases, calcula os disjuntores, diagramas uni, bi ou trifilar, diagrama unifilar geral (desde o poste da rua) lista de materiais e interface com software de orçamento, arquitetura ou Excel. Projeto de Instalação Hidráulica de Água Fria, Quente, Esgoto, Águas Pluviais, Incêndio e Gás, com lançamento automático dos componentes e da tubulação em planta e isométrico utilizando bibliotecas de protótipos. Bibliotecas de peças inteligentes permitem o cálculo de pressão e velocidade em qualquer ponto da tubulação, cálculo de bombas, cálculo de Redes de Hidrantes e Sprinklers, gera legenda descritiva detalhada, levanta listas de materiais e interface com software de orçamento, arquitetura e Excel. Projeto de Detalhamento de Ar condicionado. Efetua o Cálculo da Carga Térmica, detalhamento dos dutos, detalhamento da rede hidráulica, levanta lista de materiais, faz interface com software de orçamento, arquitetura e Excel.

    30/09 - Projeto de Estruturas Metálicas e de Madeira no CAD- Das 9h00 às 12h00: Projeto Estrutural: abrangendo a análise estrutural, verificação e otimização de perfis pelo critério de mínimo peso. Bibliotecas com perfis brasileiros laminados, soldados e chapa dobrada conforme várias normas: NBR, AISC, AISI. EUROCODE e outras. Materiais podem ser aço ou madeira. Levanta Lista de Perfis, gera desenhos unifilares de projeto e visualização interativa da estrutura em 3D com sombra e luz, com zoom e vários ângulos. Integração com o Software de Detalhamento. Detalhamento automático utilizando uma Maquete 3D da estrutura. Elabora o detalhamento completo de todas as peças, ligações soldadas e parafusadas, placas de base, escadas inclinadas e marinheiro, plataformas retas e circulares, etc. geração das cotas e da marcação das peças e listas de materiais para fabricação. Utilização de Rotinas Paramétricas para geração automática de para torres, edifícios de andares múltiplos, galpões, coberturas, etc.. Croquis de fabricação e arquivo CAM. Cálculo de ligações soldadas e parafusadas. Integração com Software para Gestão da Produção.

    - 30/09 - Concreto Armado, Pré-moldado e Alvenaria Estrutural -  Das18h00 às 22h00: Aprenda como atingir uma alto nível de automação no Cálculo de Edifícios abrangendo o lançamento automático da estrutura através do CAD, geração automática de todos os carregamentos e combinações incluindo vento, dimensionamento e detalhamento de todas as peças, desenho de formas e armaduras, tabelas de ferro, quantitativos e memorial de cálculo com grande produtividade. Veja como considerar a estrutura toda integrada como pórtico espacial com elementos finitos de laje ou muros de concreto, considerando o vento, efeito de 2a. ordem e efeito sísmico. Cálculo de várias concepções estruturais tais como: laje plana, cogumelo, pré-fabricada, nervurada, alveolar, steel-deck, rampas, escadas e lajes inclinadas, pilares-parede, reservatórios e cortinas, blocos sobre estacas, sapatas corridas e isoladas, radiers sobre solo elástico, consoles, estruturas mistas concreto-aço. Também serão apresentados Softwares para situações específicas tais como Pré-moldados, Alvenaria Estrutural Armada, Muros de Arrimo, Fundações, Cortinas Atirantadas, Galerias em Concreto, e Editor Paramétrico de Formas e Armaduras. (Laura Lucena - DRT 449/02/52-MT)

    27-08-2008 | 11:08
         O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou ontem o aumento de R$ 2,05 bilhões no seu orçamento destinado para financiamentos habitacionais. Desse valor, R$ 500 milhões devem ir para um programa específico para famílias de baixa renda, e o restante, para as linhas de crédito que já contam com dinheiro do fundo. 
          
         Com a decisão, sobe para R$ 10,45 bilhões o orçamento do FGTS para a habitação em 2008. Os financiamentos à casa própria propriamente ditos ficarão com R$ 8,45 bilhões. 
          
         Outros R$ 2 bilhões irão para o Pró-Moradia, nome dado a empréstimos concedidos pela Caixa Econômica Federal a Estados e a municípios que tenham projetos na área habitacional destinado à população de baixa renda. 
          
         Um dos motivos para essa elevação no volume de recursos destinado ao setor imobiliário foi o aumento, acima do esperado, na arrecadação do FGTS. 
          
         Ontem, o Conselho Curador -formado por representantes do governo, de empresas e de sindicatos de trabalhadores- elevou de R$ 2,7 bilhões para R$ 6,7 bilhões sua projeção para a arrecadação líquida -já descontados os saques- do fundo neste ano. 
          
         Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, essa elevação reflete o aumento na geração de empregos com carteira assinada no país, o que significa crescimento também no número de pessoas contribuindo para o fundo. 
          
         "Nada mostra com tanta força a criação de empregos do que isso [o aumento na arrecadação do FGTS]", afirmou Lupi. 
          
         BNDES 
          
         Além disso, foi aprovada ontem a liberação de R$ 6 bilhões para reforçar o caixa do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Essa injeção de recursos será feita por meio de uma operação envolvendo títulos públicos que o FGTS tem em sua carteira e que serão repassados ao banco estatal. 
          
         Os papéis, conhecidos como CVS, foram emitidos pelo Tesouro Nacional para cobrir o rombo deixado por financiamentos concedidos por meio do antigo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Esses títulos têm prazo de 30 anos e pagam juros de até 6,17% ao ano. 
          
         Após a aprovação dada pelo Conselho Curador, os CVS serão transferidos ao BNDES, que irá procurar o Tesouro Nacional para acertar o resgate antecipado desses papéis. 
          
         Diante do ritmo de crescimento da economia, a procura por empréstimos do banco estatal deve ultrapassar os R$ 80 bilhões fixados como teto para este ano, o que o tem levado a buscar fontes alternativas de recursos. 
          
         O valor anunciado ontem ficou um pouco abaixo do que vinha sendo negociado. A estimativa inicial do governo era repassar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões para o BNDES. Para evitar perdas para os trabalhadores, o banco pagará ao FGTS a mesma remuneração recebida atualmente do Tesouro.
         

     

    Fonte: 24 Horas News
    27-08-2008 | 10:08
    O Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou intenções de investimentos de mais de R$ 62,3 milhões para Mato Grosso, nesta terça-feira (26).

    A aprovação ocorreu durante a quarta reunião extraordinária do conselho, realizada na Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme). Ao todo devem ser gerados mais de 2.500 empregos, entre diretos e indiretos.

    Os investimentos serão realizados em quase 30 municípios mato-grossenses, por 42 projetos que pleitearam recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic) e incentivos fiscais por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado de Mato Grosso (Prodeic).

    Dos 42 projetos aprovados pelo Cedem, 35 solicitaram recursos do FCO Empresarial, na ordem de R$ 39,1 milhões. Dois tiveram consulta prévia aprovada para receber recursos do Fundeic, programa de financiamento de micro e pequenas empresas. Cinco serão enquadrados no Prodeic, com investimentos de R$ 23,0 milhões e três empresas tiveram laudos de vistoria aprovados para começarem a usufruir de benefícios via Prodeic.

    Durante a reunião, presidida pelo secretário-adjunto de Desenvolvimento da Sicme, Manoel Antonio Rodrigues Palma, e com a participação do secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, os conselheiros também aprovaram 12 enquadramentos para o Porto Seco e a reserva de três áreas no Distrito Industrial de Cuiabá.

    Vinculado à Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o Cedem tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do Estado. O conselho também é o órgão que aprecia e julga os pedidos de incentivos fiscais e financeiros, de acordo com a legislação específica.

    Fonte: Mídia News
    27-08-2008 | 10:08
    A taxa do cheque especial, que vem subindo desde janeiro deste ano, alcançou o patamar de 165,4% ao ano nos 13 primeiros dias de agosto, segundo dados parciais divulgados pelo Banco Central. Com esse aumento, a modalidade já acumula em alta de mais de 25 pontos percentuais neste ano. Em dezembro de 2007, a taxa estava em 138,1% a.a.

    A maior parte do aumento se deve ao spread bancário, diferença entre a taxa de captação dos bancos e o percentual cobrado nos empréstimos aos seus clientes.

    Em julho, a taxa do cheque especial estava em 162,7% ao ano, sendo que 151 pontos percentuais se referem ao spread bancário. A taxa é a mais alta desde agosto de 2003, e o spread desde julho daquele ano.

    Com a alta dos juros, foi verificada redução de 1% no saldo de crédito concedido nessa modalidade, apesar do aumento de quase 20% acumulado no ano.

    Juros

    A alta dos juros bancários foi generalizada no início de agosto, segundo os dados parciais do BC.

    A taxa geral de juros para pessoa física e jurídica subiu de 39,4% no final de julho para 40% ao ano na parcial do dia 13 de agosto. Para pessoa física, o juro médio subiu de 51,4% para 51,9% a.a. Para as empresas, de 27,5% para 28,1% a.a.

    Mais uma vez a alta está sendo puxada pelo spread, que subiu de 25,6 pontos percentuais para 26,5 pontos.

    Apesar desse aumento, o volume de crédito continua crescendo, com alta de 1,4% para o consumidor e de 2,1% para as empresas no início de agosto.

    Recorde

    No mês passado, o volume de crédito bateu recorde em termos percentuais e alcançou 37% do PIB (Produto Interno Bruto), com R$ 1,086 trilhão.

    O volume de financiamentos cresceu 1,7% no mês e acumula alta de 32,7% em 12 meses, de acordo com o Banco Central. No mês anterior, o crescimento em 12 meses estava em 33,4%, o que significa que houve uma leve desaceleração na alta entre junho e julho.

    Em termos percentuais, o recorde do volume de crédito era de janeiro de 1995, quando estava em 36,8% do PIB. A expectativa do BC é que o percentual de crédito termine o ano em 40% em relação ao PIB.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    Com um representante do comércio no comando da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), o setor terá mais investimento em 2008. A informação é do próprio secretário Pedro Nadaf.

    Segundo Nadaf, antes 80% dos recursos do Fundo Centro Oeste eram revertidos para o setor da indústria e somente 3% eram repassados para o comércio. Agora ele garante que os comerciantes terão uma parcela maior, podendo chegar até 20%. “Isto não significa que as coisas vão mudar até porque a indústria vai continuar com a maior parcela, só que serei mais justo na hora de distribuir os recursos”, explica.

    O secretário traça um paralelo entre indústria e comércio. Para ele, continuar a investir na vinda de indústria é a melhor solução, pois se aumenta o número de empregos, gera renda e conseqüentemente ocorrerá a elevação do consumo, o que irá beneficiar o comércio.

    Nadaf revelou que nunca existiu um projeto de fortalecimento do comércio no estado. Atualmente, o governo adotou o projeto “Varejo que dá Certo”, que antes tinha apenas algumas ações apoiadas pelo Estado. Também existirão projetos de capacitação para funcionários do comércio.

     

    Fonte: Olhar Direto
    27-08-2008 | 10:08
    A indústria siderúrgica nacional produziu, em julho, cerca de 3,2 milhões de toneladas de aço bruto, superando em 11,5% a produção do mesmo mês no ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), contribuiu para esse resultado o desempenho dos setores automotivo, de máquinas industriais e da construção civil. De acordo com o IBS, o abastecimento do mercado doméstico continua sendo prioridade para as usinas.

    O resultado é o segundo maior recorde mensal da série histórica, superior aos 3,010 milhões de toneladas apurados em dezembro do ano passado. O destaque foi a produção de aços longos, que atingiu o recorde de 974,2 mil toneladas, com incremento de 11,9%.

    No acumulado de janeiro a julho, a produção chegou a 20,645 milhões de toneladas de aço bruto, maior recorde para o período, com crescimento de 7,6%. No mesmo período do ano passado, a produção foi de 19,195 milhões de toneladas. O estado de Minas Gerais manteve a liderança do setor no país, produzindo até julho 7,439 milhões de toneladas, com 36% de participação no total.

    Para o mercado interno, foram vendidos 13,568 milhões de toneladas, o que significa acréscimo de 18,2% no acumulado até julho. No mês, as vendas para o mercado interno somaram 2,076 milhões de toneladas, com expansão de 17,5%, de acordo com dados fornecidos pelo IBS. As vendas de laminados foram recordes em aços planos (+ 7,8%) e longos (+32,3%).

    As vendas contratadas para o mercado externo cresceram 29,4% em julho. Segundo o IBS, grande parte desse aumento pode ser explicada pelas vendas de placas de aço, que atingiram 466,5 mil toneladas (+158,9%). O IBS informou que ainda não dispõe de números referentes às exportações de julho, que envolvem o total de aço embarcado para o exterior.

    No primeiro semestre, as exportações de aço totalizaram 5,038 milhões de toneladas, apresentando retração de 10,3% em comparação com igual período de 2007. Em junho, as exportações caíram 8,4% em tonelagem, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em valor, o IBS apurou aumento de 3,2% nas exportações feitas entre janeiro e junho e de 28,2% em junho.

     

    Fonte: Olhar Direto
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