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Sábado, 21 de Outubro de 2017
NOTÍCIAS
    22-07-2008 | 12:07
    As projeções para a inflação sobem sem parar desde o final de março e a maioria do mercado financeiro já acredita que o Banco Central (BC) não conseguirá cumprir a meta em 2008. Na pesquisa Focus divulgada ontem pelo BC, a estimativa de 80 instituições para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 6,48% para 6,53%, número maior que o nível máximo aceitável na meta, que é de 6,50%. A despeito da desaceleração de alguns preços nas últimas semanas, analistas continuam elevando suas projeções.

     

     A estimativa para o Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna (IGP-DI), por exemplo, passou de 11,66% para 12,03%, na 19ª alta seguida. Esse indicador é influenciado pelos preços no atacado, que têm subido mais rapidamente que os praticados ao consumidor. Apesar da disparada da inflação em 2008, a preocupação do mercado está em 2009.

     

    Entre esses itens, estão os aluguéis e tarifas públicas como eletricidade e telefonia.

     

    A tensão é reforçada com a possibilidade de reajustes dessa mesma magnitude nos salários. "A inflação de 2008 já está dada e as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) terão impacto só em 2009. Portanto, tanto o mercado e o BC miram só o próximo ano", diz o superintendente do Banco Banif, Rodrigo Trotta.

     

    De acordo com pesquisa, o mercado manteve a previsão de que a Taxa Selic terminará 2008 em 14,25% ao ano.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    22-07-2008 | 12:07
    Brasília - A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para definir a taxa básica de juros para os próximos 45 dias, a Selic, começa na tarde de hoje (22).

    No primeiro dia de reunião os chefes de departamento do BC fazem apresentações técnicas sobre a conjuntura econômica e financeira. Amanhã, será feita análise das projeções atualizadas da inflação para que seja definida a nova meta da Selic por decisão dos diretores e do presidente do Banco Central.

    A Selic, usada pelo Banco Central para ajudar a controlar a inflação, é a taxa de juros média que incide sobre os  financiamentos diários com prazo de um dia útil (overnight), lastreados por títulos públicos registrados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

    Depois que o Copom estabelece a taxa Selic, cabe à mesa de operações do mercado aberto do Banco Central manter a taxa diária próxima à meta.

    De acordo com o boletim Focus, divulgado ontem (21) pelo Banco Central,  analistas de mercado esperam que seja mantida a "dosagem" do aumento dos juros em 0,5 ponto percentual como fez nas duas últimas reuniões realizadas pelo Comitê.

    Atualmente, a meta da Selic está em 12,25%, um ponto percentual acima do valor fixado (11,25%) no início deste ano, caracterizado pelo alta de alimentos e commodities no mundo. No mercado interno, o Banco Central vê descompasso entre oferta e demanda.

    Para o final do ano, a estimativa dos analistas de mercado é que os juros básicos cheguem a 14,25%. Para 2009, eles projetam 13,75%.

    O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles tem dito que a inflação deve convergir para o centro da meta de 4,5% no próximo ano. Nos 12 meses fechados em junho, a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está em 6,06% próxima do limite da meta de 6,5%.

    Ao definir a meta de inflação, o Conselho Monetário Nacional estabeleceu uma margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ou seja, a inflação estará na meta se ficar no intervalo de 2,5% a 6,5%. Mas os analistas de mercado já projetam o IPCA em 6,53% ao final de 2008. Para o próximo o ano, que tem a mesma meta, a expectativa é que a inflação seja de 5%.

    No caso de a meta de inflação não ser cumprida, cabe ao Banco Central comunicar por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda o motivo para o descumprimento, as medidas que serão adotadas para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo para o qual se espera que as providências produzam efeito.

    A última vez que houve descumprimento da meta foi em 2003, quando a inflação medida pelo IPCA chegou a 9,3%. Naquele ano, o limite superior da meta era de 6,5%, com centro em 4%.

     

    Fonte: Agência Brasil
    21-07-2008 | 12:07
    O Brasil lidera a exportação para a Argentina em quase todos os segmentos ligados a casa e construção civil. O superávit brasileiro com o país vizinho no setor é de US$ 348 milhões. Os dados são resultados de um estudo realizado pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sobre as oportunidades dos empresários brasileiros deste setor na Argentina.

     

    O estudo aponta que o setor de casa e construção da Argentina foi beneficiado pelo aumento do consumo e dos investimentos registrado nos últimos anos. Com isso, houve um aumento na venda de propriedades novas e nas reformas, e as classes média e alta buscam cada vez mais produtos de maior qualidade e de valor agregado.

     

    A coordenadora da unidade de inteligência comercial da Apex, Ana Paula Repezza, diz que o Brasil deve aproveitar este cenário positivo, tirando proveito de vantagens como a proximidade geográfica e as facilidades tarifárias proporcionadas pelo Mercosul.

     

    Apesar disso, quem quiser negociar com a Argentina deve prestar atenção a fatores como a inflação, a intervenção do Estado na economia e o risco energético, que pode comprometer os setores de máquinas, equipamentos e eletroeletrônicos.

     

    Os empresários brasileiros também devem ficar atentos à concorrência, especialmente dos países asiáticos. A China fica em segundo lugar em quase todos os segmentos e a Tailândia assinou com a Argentina um acordo de preferências comerciais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-07-2008 | 12:07
    A qualificação profissional foi o ponto de partida para as mudanças que ocorreram na vida da professora Marilene Paes de Barros. Depois de passar por três cursos na área da culinária, ela que apenas gostava de cozinhar, decidiu aproveitar suas novas habilidades para fazer do prazer uma profissão. Marilene não só aprendeu as técnicas da culinária, como tornou-se multiplicadora da capacitação e proprietária de uma marmitaria em Cuiabá.

    A empreendedora está entre os mais de 53 mil trabalhadores que o Governo do Estado, juntamente com demais parcerias, qualificou gratuitamente desde 2003. Os cursos oferecidos abrangem o comércio, indústria, informática, construção civil, turismo, pecuária, agricultura, entre outros. Todos esses realizados por intermédio da Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs).

    Marilene, por exemplo, foi aluna dos cursos de comida regional, culinária e salgado básico. “Nessas aulas aprendi muito. Não só a preparar certos pratos, como também noções de higiene e reaproveitamento de alimentos. Desde então, comecei a pensar a abrir uma marmitaria, já que eu estava fora do mercado de trabalho há algum tempo. Aluguei um espaço e fui adquirindo tudo aos poucos. Aqui só trabalha a família mesmo, com a ajuda de meu esposo e filhos. Vendemos diariamente cerca de 25 marmitas, ao preço de R$ 5,00. Já prato feito são mais de 30 por dia, revendido também a R$ 5,00 cada. O lucro da marmitaria aplico no próprio negócio. Já comprei freezer, microondas, jogos de mesa e cadeira, engradados, bancada de self-service, pratos e talheres”, contou.

    Levi Paes de Barros apóia a atitude da esposa. “Ajudo ela no que posso e incentivei sempre suas decisões. Me proponho a ajudar nos serviços da casa para que ela possa buscar qualificação profissional”, disse.

    Para a secretária Terezinha Maggi, a qualificação profissional é o caminho para a melhoria de vida. “É importante ensinarmos essas pessoas a descobrirem seu potencial. Somente o trabalho pode levar a uma melhor condição, gerando renda para a família. O Governo do Estado tem constantemente a preocupação de desenvolver cursos nas mais diversas áreas, justamente para que a oportunidade seja para todos. Agradecemos também aos parceiros, que executam as qualificações”, destacou.

    NOVAS VAGAS - Neste momento a Setecs, em parceria com o Senai, está com inscrições abertas para cursos de qualificação na área da informática e construção civil. Ao todo, são oferecidas 720 vagas, e todos os cursos são gratuitos. Para se inscrever, basta ter no mínimo 18 anos e comparecer na Escola da Construção do Senai, localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá. É preciso levar cópia dos documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de endereço e carteira de trabalho, o que significa que os candidatos também precisam ter cadastro no Sistema Nacional de Emprego (Sine). O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 22h.

     

    Fonte: Secom
    21-07-2008 | 12:07
    O momento vivido pela construção civil fez o setor acumular o melhor desempenho entre janeiro a junho em Sorriso, quanto ao número de empregados contratados com carteiras assinadas, ocupando a primeira colocação dentre os segmentos que mais mantiveram empregados ativos, levando-se em conta a diferença entre as contratações e demissões. No primeiro semestre, abriu 1.373 novas vagas para pedreiros, serventes, mestres-de-obra, entre outros, enquanto desligou 779. Foram 594 que permanecem trabalhando. O número é maior porque o balanço do Ministério do Trabalho só considera os trabalhadores com carteiras assinadas.

    Só Notícias apurou que o comércio foi responsável por 1.628 admissões. Embora o número de vagas seja maior, as demissões acompanharam a mesma tendência do crescimento e atingiram 1.411 trabalhadores. Mesmo assim, 217 continuaram atuando, sendo este o segundo melhor resultado do ano. A agropecuária, que congrega tanto agricultura como pecuária, absorveu 1.431 e demitiu 1.233, mantendo 198 ativos.

    No setor de prestação de serviços foram admitidos 823 trabalhadores com carteiras assinadas e dispensados 658, com 168 ainda ocupando as vagas. No balanço apresentado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, não houve saldo negativo contabilizado, ou um numero maior de demissões a aberturas.

    Os números apresentados por meio do Cadastro geral de Empregados e Desempregados (Caged), constataram um cenário positivo à economia sorrisense no período, com mais pessoas sendo contratadas. O total chegou a 6.338, contra 5.068 demissões, gerando saldo positivo, com 1.270 empregados.

    A realidade apenas de junho também mostrou-se positiva, mediante as 1.211 contratações para 748 demissões.

     

    Fonte: Só notícias
    21-07-2008 | 12:07
    Construção - O Brasil lidera a exportação para a Argentina em quase todos os segmentos ligados a casa e construção civil. O superávit brasileiro com o país vizinho no setor é de US$ 348 milhões. Os dados são resultados de um estudo realizado pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sobre as oportunidades dos empresários brasileiros deste setor na Argentina. O estudo aponta que o setor de casa e construção da Argentina foi batante beneficiado pelo aumento do consumo e dos investimentos registrado nos últimos anos.

     

    Inflação - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá anunciar, na quarta-feira (23), mais uma elevação de 0,50 ponto porcentual na taxa básica de juros, de atuais 12,25% ao ano para 12,75%. É o que espera a maioria esmagadora de 48 instituições financeiras de um total de 60 consultadas pelo AE Projeções. Não haveria novidade neste call, se boa parte dele não resultasse da volta de um bom número de analistas que chegaram a inserir em suas planilhas previsões de aumento, na quarta-feira (23), de 0,75 ponto da Selic.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-07-2008 | 11:07
    A projeção de analistas de mercado para a inflação oficial ultrapassou o limite da meta para este ano. A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,48% para 6,53% neste ano, segundo o boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base em estimativas de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.

    A meta traçada pelo governo para este ano é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Para 2009, que tem a mesma meta, os analistas mantiveram a expectativa de que a inflação chegue a 5%.

    Mesmo com o aumento da expectativa de inflação neste ano, os analistas de mercado não aumentaram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, usada pelo Banco Central para controlar a inflação. A previsão permanece em 14,25% para 2008. Entretanto, para o próximo ano, eles esperam que a Selic chegue a 13,75%. A estimativa anterior era de 13,50%.

    No mercado paulista, a expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (IPC-Fipe) da Universidade de São Paulo (USP), permanece em 6,51%, em 2008. Para o próximo ano, a estimativa subiu de 4,50% para 4,70%.

    Para o atacado, a projeção é de Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 12,03%, ante os 11,66% da semana passada. No caso do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a expectativa passou de 11,92% para 11,96%, neste ano.

    Segundo os analistas, o IGP-M permaneceu em 5,50% em 2009, enquanto o IGP-DI passou de 5,25% para 5,39%. A estimativa para preços administrados subiu 0,01 e chegou a 3,81%, em 2008. Para o próximo ano, a projeção passou de 5% para 5,07%.

     

    Fonte: Olhar direto
    21-07-2008 | 11:07
    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá anunciar, na quarta-feira (dia 23), mais uma elevação de 0,50 ponto porcentual na taxa básica de juros, a Selic, de atuais 12,25% ao ano para 12,75% ao ano. É o que esperam 48 (ou 80%) instituições financeiras, de um total de 60 consultadas pelo AE Projeções, para a reunião do Copom marcada para esta semana.

    A desaceleração da inflação, ainda que pontual, está nos cálculos das instituições que voltaram atrás nas suas projeções de aumento de juros. Foi a fala do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, na terça-feira da semana passada (dia 15), que saciou a fome do mercado por um aumento mais substancioso da Selic.

     

    Fonte: Olhar direto
    21-07-2008 | 11:07
    Modernizar a gestão pública como forma de tornar o Estado viável não apenas financeiramente, mas apto a prestar serviços de qualidade sem desperdício e atendendo aqueles que estão sob a guarda do poder público será uma das principais metas do convênio que será assinado pelo governador Blairo Maggi amanhã, 22, no Centro de Convenções do Brasília Alvorada Hotel, entre o Estado de Mato Grosso e o Movimento Brasil Competitivo (MBC).

     

    O empresário Jorge Gerdau é o presidente de Honra do MBC e presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau. No mesmo evento se realiza o 6º Congresso Internacional Brasil Competitivo.Por meio do MBC e da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), será contratado o Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), do consultor Vicente Falconi, para disponibilizar consultoria para melhoria de resultados e modernização institucional nas áreas da fazenda, segurança, meio ambiente, administração, planejamento e Detran.

     

    O convênio vai custar em torno de R$ 9 milhões. O INDG já realizou serviços para Mato Grosso na administração do então governador Dante de Oliveira (PSDB), e a partir do trabalho do mesmo é que ficou definida uma série de medidas que acabaram resultando num melhor aporte financeiro como a criação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e o ICMS Garantido, quando o secretário de Fazenda era o hoje conselheiro, Valter Albano.

     

    A iniciativa de contratação do INDG partiu do secretário de Fazenda, Éder Moraes, assim que assumiu a Secretaria de Fazenda, por considerar o programa de modernização da gestão um dos mais completos do país, atendendo a um insistente pedido do deputado Otaviano Pivetta, líder do PDT, que defende um Estado mais moderno, menos oneroso para a sociedade e mais competente nas soluções dos problemas da sociedade como um todo.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    21-07-2008 | 11:07
    O subfaturamento de mercadorias destinadas a Mato Grosso terá tolerância zero pela direção da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz/MT) a partir desta semana. Uma série de forças-tarefas serão implementadas para coibir essa modalidade de fraude fiscal.

     

    A realização das operações foi motivada pelo fato das equipes de fiscalização da Sefaz detectarem que essa prática tem se intensificado no Estado. Essa constatação é resultado da implantação de um processo de verificação fiscal mais incisivo, por conta da instituição, em 2003, do Programa ICMS Garantido Integral, que consiste na antecipação do recolhimento do imposto, relativamente às operações subseqüentes quando da entrada da mercadoria no território mato-grossense. Tal regime tributário foi implantado com os propósitos de fazer com que os contribuintes paguem o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) de valores presumidos sem acarretar custo elevado ao consumidor final e, também, de garantir ao Estado a receita mínima do imposto das diversas linhas de produtos que processam maior volume de bens e serviços.

     

    Contudo, segundo o secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias, muitas empresas têm desvirtuado esses propósitos, ao negociar com as fábricas os preços declarados nas notas fiscais, geralmente, bem abaixo do valor real, com o intuito de reduzir drasticamente o valor do ICMS a ser recolhido. "Apesar disso, essas empresas continuam penalizando o consumidor final com os preços praticados na praça", observou.

     

    Ele ponderou que contribuinte de fato é o consumidor final, que paga o valor do imposto no preço final do produto.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    Com o segundo maior volume de recursos liberados nos primeiros cinco meses deste ano, o setor industrial (extrativa e de transformação) soma desembolsos no valor de R$ 215,5 milhões, representando 22,4% do montante total liberado este ano. Na comparação com o ano anterior, quando os empréstimos a este segmento totalizaram R$ 28,1 milhões, o crescimento é de 666,9%. O desempenho industrial também é um dos que vem registrando curvatura ascendente no Estado, responsável por boa parte dos postos de trabalho oferecidos no primeiro semestre deste ano.

     

    Somente as indústrias alimentícia e de bebidas são responsáveis por desembolsos no valor de R$ 192,6 milhões e R$ 10,6 milhões, respectivamente, sendo que juntam somam R$ 203,2 milhões nos primeiros cinco meses deste ano. O valor é equivalente a 94,9% do total do setor. No mesmo período de 2007, as duas juntas totalizaram apenas R$ 22,6 milhões em financiamentos, sendo que a de alimentação abocanhou 96,9% do bolo total ou R$ 21,9 milhões.

     

    Para o assessor Econômico da Federação das Indústrias de Mato Grosso, este desempenho é motivado pelos vários empreendimentos que foram inaugurados desde o ano passado e que aos poucos têm o volume de recursos liberados pelo agente financeiro. Ele cita, por exemplo, que indústrias como a da Sadia e da Perdigão são algumas das que vieram para o Estado, e que demandaram altos valores para sua instalação. Ele completa ainda que o BNDES financia até 80% do valor total do projeto, sendo que o restante é aporte próprio.

     

    Outro segmento que vem se destacando é o da construção civil, que segundo o balanço do banco, contabilizou R$ 6,6 milhões em empréstimos este ano, aumento de 32% sobre os R$ 5 milhões verificados no mesmo período do ano passado.(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    O setor de Comércio e Serviços de Mato Grosso já conta com participação de 20% no orçamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO) em 2008. Para este ano, os recursos somam R$ 846 milhões, divididos igualmente entre o Rural e o Empresarial, ou seja, ambos com R$ 423 milhões. Anteriormente, a participação do setor era de apenas 10% do volume total, e na última reunião do FCO, realizada no dia 8 deste mês em Brasília, o percentual foi dobrado, atendendo um anseio antigo dos empresários.

     

    Com o percentual antigo, a quantidade de recursos destinados ao segmento era de R$ 84,6 milhões e agora saltará para R$ 169,3 milhões. A majoração na participação já consta na Medida Provisória 432, a mesma que trata da renegociação das dívidas agrícolas, e já foi aprovada pelo governo federal. O Artigo 4º, da MP descreve: "Os Fundos Constitucionais de Financiamento poderão financiar empreendimentos comerciais e de serviços, até o limite de vinte por cento dos recursos previstos, em cada ano, para esses Fundos, admitido que esse limite seja diferenciado por Unidade Federativa e elevado para até trinta por cento, consoante decisão do respectivo conselho deliberativo no contexto da aprovação da programação anual de aplicação dos recursos."

     

    Para o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, a alocação dos recursos favorecendo o setor de Comércio e Serviços é uma conquista, resultado da articulação junto ao governo federal, o que impulsionará a busca pelo financiamento, que tem os menores juros do mercado. Além disso, o setor era o que tinha a maior demanda dentro do orçamento do FCO Empresarial.

     

    Balanço FCO - De acordo com balanço do Banco do Brasil (de janeiro a maio) foram contratados pelo setor de Comércio e Serviços R$ 45,981 milhões divididos entre 529 operações. A cifra é 118,6% maior que o volume liberado no ano passado, quando foram contratados R$ 21,029 milhões em 158 operações.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,59% na segunda quadrissemana de julho, informou ontem a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A alta foi a mais baixa desde o fechamento do mês de abril, quando a inflação na capital paulista subiu 0,54%.

     

    O índice, que mede a inflação na cidade de São Paulo, desacelerou-se em relação ao resultado da primeira quadrissemana (0,77%) e ficou um pouco abaixo das previsões dos analistas, que variavam de 0,60% a 0,72%, segundo pesquisa da Agência Estado. As principais contribuições para o desempenho do índice foram dadas pelos preços dos grupos habitação (que passou de 0,12% para -0,11%) e alimentação (de 2,34% para 1,85%). Também subiram menos os preços dos grupos vestuário (de 0,34% para 0,09%) e educação (de 0,11% para 0,07%). A variação do grupo saúde foi idêntica à da primeira quadrissemana (0,74%). Os grupos que apresentaram elevação entre a primeira e a segunda prévia foram transportes (de 0,12% para 0,17%) e despesas pessoais (de 0,88% para 1,00%).

     

    No grupo habitação, foi determinante a queda dos preços do item energia elétrica para a queda de preços deste grupo. Este movimento de baixa é um reflexo da decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que definiu porcentuais menores para julho do que os de junho para a incidência de PIS/Pasep e Cofins na conta dos consumidores atendidos pela Eletropaulo. Entre os itens que ajudaram na alta menor do grupo alimentação, merece destaque as variações menores de preço do arroz e do feijão.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    Semana passada coordenei um evento da Ello Empresarial, que reuniu empresários e gestores para assistirem ao debate "Competindo com Gigantes", tratando de estratégias para empresas regionais crescerem competindo com marcas mais fortes, muitas vezes mundiais. O debate foi entre três empresários atuantes no mercado de MT e cujas empresas vivem essa realidade. De todas as perguntas que responderam, da platéia ou do mediador, sobre uma delas eu gostaria de falar. A pergunta foi "Afinal, qual é o segredo do sucesso?". Quem não gostaria de saber a resposta desta pergunta? E quantos acreditam que já sabem, porém quando a respondem, não há muitos que concordem. Polêmica à parte, já que o sucesso é uma referência pessoal e, portanto, não há uma única resposta, interessante foi um aspecto apresentado no debate: "O segredo do sucesso está em saber perder".

     

    Esta afirmação nos leva à máxima de que nenhum "empresário é de sucesso se já não experimentou ao menos uma vez a falência". Particularmente discordo dessa afirmação, porém concordo que saber perder é, sem dúvidas, um aspecto importantíssimo do sucesso de qualquer empreendimento e, muito mais, para o sucesso de uma vida inteira. Saber perder significa aceitar que as coisas não vão acontecer exatamente da maneira que desejamos ou planejamos, simplesmente porque há fatores demais, variáveis que estão fora dos nossos controles, que vão acontecer. Não se trata de ser pessimista e nem Polyanna. O pessimista só vê o problema e o Polyanna só a solução. Ser otimista pressupõe ver o problema e a solução.

     

    Saber perder pressupõe olhar para uma situação, entender que você cometeu um erro e não se desesperar por isto. Chamamos esta competência, em coaching, de "coeficiente de adversidade". Líderes excepcionais possuem um "QA" altíssimo. Conseguem lidar com obstáculos, muitas vezes chegando ao fundo do poço e sair de lá rapidinho. Não se trata, portanto, de não errar ou nunca passar por uma situação difícil, porque isso é impossível. Mas, sim, experimentar o problema, reconhecer que ele existe, aceitar efetivamente, buscar alternativas para solucioná-lo e colocá-las em prática.

     

    Muitos líderes perdem tempo demais antes de reconhecer que ele existe, porque temem ser percebidos pela equipe, pelos clientes, pelo mercado, como incompetentes. E, muitas vezes, quando resolvem agir já é tarde demais. Saber perder é algo difícil porque requer muita auto-estima, o que sabemos é algo que poucos possuem em "dose certa". Isso porque muitas pessoas acreditam no mito de que alguém de sucesso é alguém "perfeito", que tem todas as respostas, que é "certeiro" nas decisões, que quase nunca erra.

     

    Eu realmente gostaria de conhecer esta pessoa! Mas não creio que o farei em vida. Pare por um minuto e pense. Pense em como você tem lidado com seus erros. Seu erros em cada um dos papéis que vive, seja como pai, como mãe, como filho, como amigo, como profissional, como empresário, enfim, em todos os aspectos da sua vida. Se você olhar com humildade para sua atuação, perceberá quantos erros estão sendo cometidos e quanta oportunidade de melhoria existe.

     

    O segredo está na velocidade em que você percorre a etapa numero 1, de reconhecer o erro, e a de número 4, de colocar as soluções em prática. Não deixe que o mundo te convença do seu erro. Para que alguém te "convença", muitos argumentos precisarão ser ditos e, dependendo da sua auto-exigência com relação à sua performance, o tempo para que haja esse convencimento geralmente é maior do que a situação exige. Se isso precisar acontecer para que você "mude de rumo", poderá ser tarde demais.

     

    Lorena Lacerda é "coach" de executivos em Cuiabá

     

    Fonte: Gazeta Digital
    19-07-2008 | 11:07
    As vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), mais uma instituição revisa para cima sua projeção para o rumo da Selic. Desta vez foi o Citibank Brasil, que substituiu sua estimativa de alta de 0,50 ponto porcentual pela de 0,75 pp na próxima semana.

    No relatório de julho, a equipe do UBS Pactual também explicitou a mudança de posição nesse sentido. Se a expectativa destas instituições estiver correta, a Selic volta a 13% ao ano, nível verificado pela última vez em janeiro do ano passado.

    O economista-chefe do Citibank, Marcelo Kfoury, não descarta a possibilidade de mais instituições mudarem suas projeções até quarta-feira, quando a decisão do Copom será anunciada. "Isso pode acontecer se a Focus voltar a mostrar piora", afirmou.

    Algumas impressões levaram à revisão da aposta do Citibank, de acordo com Kfoury. A primeira foi a deterioração das expectativas do mercado na pesquisa semanal Focus, do Banco Central, para a inflação de 2009. O documento mostrou que houve uma alta da mediana das projeções de 4,91% para 5% no período. Esta piora, de acordo com ele, manteve o juro real ante no nível de 8,70%, que vem sendo visto desde abril - antes estava em 7%. "Ou seja, mesmo a alta de 1 ponto base da Selic desde abril (duas altas de 0,50 pp foram decididas pelo Copom no período) não surtiu efeito sobre o juro real", considerou.

    Ainda neste ponto, Kfoury acredita que a própria projeção do Banco Central para a inflação do próximo ano deve passar por uma alteração de 4,7%, de acordo com o último Relatório Trimestral de Inflação, divulgado ao final de junho, para 5,1%. "O presidente (do BC, Henrique) Meirelles tem sido enfático ao dizer que a autoridade monetária será firme em trazer a inflação para o centro da meta em 2009", observou. "Se o BC não abandonou a meta e a projeção continua a subir, é compreensível que acelere a alta agora", continuou.

    Ainda que a política monetária exerça um efeito mínimo sobre o IPCA deste ano, Kfoury ressalta que a atuação do BC ficará por conta do canal das expectativas. "O BC ainda está lutando para não romper a meta de 2008, pois isso teria como reflexos a necessidade de uma desinflação maior em 2009 e a perda da credibilidade do BC, o que deixaria Meirelles numa situação não muito confortável", avaliou.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    19-07-2008 | 11:07
    Mato Grosso abriu 34 mil novos postos de trabalho no primeiro semestre. O Cadastro de Empregados e Desempregados aponta que o Estado cresceu muito mais que a média nacional.

     

    Fonte: TVCA
    19-07-2008 | 11:07
    Brasília - O Brasil lidera a exportação para a Argentina em quase todos os segmentos ligados a casa e construção civil. O superávit brasileiro com o país vizinho no setor é de US$ 348 milhões. Os dados são resultados de um estudo realizado pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) sobre as oportunidades dos empresários brasileiros deste setor na Argentina.

    O estudo aponta que o setor de casa e construção da Argentina foi beneficiado pelo aumento do consumo e dos investimentos registrado nos últimos anos. Com isso, houve um aumento na venda de propriedades novas e nas reformas, e as classes média e alta buscam cada vez mais produtos de maior qualidade e de valor agregado.

    A coordenadora da unidade de inteligência comercial da Apex, Ana Paula Repezza, diz que o Brasil deve aproveitar este cenário positivo, tirando proveito de vantagens como a proximidade geográfica e as facilidades tarifárias proporcionadas pelo Mercosul.

    Apesar disso, quem quiser negociar com a Argentina deve prestar atenção a fatores como a inflação, a intervenção do Estado na economia e o risco energético, que pode comprometer os setores de máquinas, equipamentos e eletroeletrônicos.

    Os empresários brasileiros também devem ficar atentos à concorrência, especialmente dos países asiáticos. A China aparece em segundo lugar em quase todos os segmentos e a Tailândia assinou recentemente com a Argentina um acordo de preferências comerciais.

    O caminho para driblar essa concorrência, segundo Repezza, é apostar na qualidade como diferencial dos produtos brasileiros. “Esses países costumam entrar nos mercados através de grandes volumes de vendas, com preços mais baixos e qualidade inferior. Por isso, o produto brasileiro deve se posicionar como um produto de alta qualidade e com um nicho diferenciado”, diz.

    Dentre os segmentos que mais se destacam nas negociações com a Argentina no setor de construção civil, Repezza destaca o setor de vidros, principalmente os utensílios domésticos e objetos decorativos, que tiveram um crescimento de mais de 800% nos últimos anos nas exportações para a Argentina.

    No setor de móveis, as exportações para o país vizinho no ano passado somaram US$ 134 milhões, segundo a coordenadora. Ela cita também o setor de refrigeração e ambientação térmica, metais sanitários, componentes para móveis, além de mármores, granitos e cerâmicas de alta qualidade.

    Os dados levantados pela Apex vão subsidiar o evento Brasil Casa Design, que acontece entre os dias 2 e 4 de setembro, em Buenos Aires. O objetivo é trabalhar a imagem do Brasil como um fornecedor de produtos de alta qualidade, design diferenciado e valor agregado. Para isso, será montada uma casa para exposição, composta apenas por produtos brasileiros.

    Fonte: Agência Brasil
    18-07-2008 | 11:07
    Outro setor que se destacou na geração de empregos com carteira assinada no primeiro semestre de 2008 foi o de serviços. O saldo deste segmento foi de 6,354 mil vagas, diferença entre as 31,882 mil contratações e as 25,528 mil demissões. O de comércio empregou 40,971 mil trabalhadores e demitiu 35,876 mil pessoas, responsável por um saldo de 5,095 mil vagas.

     

    A ampliação na oferta de emprego este ano é verificada também na construção civil. No primeiro semestre deste ano, o saldo foi de 5,524 mil. Ao todo foram admitidos 18,650 mil pessoas e as demissões totalizaram 13,126 mil. Na comparação com igual período do ano anterior, o saldo teve um incremento de 65,5%, ante as 3,337 mil vagas verificadas em 2007. As demissões deste segmento no ano passado somaram 9,334 mil e as contratações registraram 12,671 mil.

     

    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Richter, afirma que o desempenho positivo já era esperado. Ele afirma que depois do período da chuva (a partir de abril), os números seriam ainda mais positivos porque as obras seriam retomadas ou mesmo iniciadas com mais intensidade. "O número está dentro de nossas expectativas e projetamos que o saldo no final do ano será ainda maior se comparado a 2007", diz ao explicar que a parceria com a Escola Senai da Construção vai resultar em milhares de profissionais mais qualificados para o mercado de trabalho. Outro fator que está colaborando é a estabilidade no preço do cimento, vendido por uma média de R$ 19,90 ante aos R$ 25 há alguns dias.(FR)

     

    Fonte; Gazeta Digital
    18-07-2008 | 11:07
    A Secretaria de Trabalho, Emprego, Cidadania e Assistência Social (Setecs), em parceria com o Senai, está com inscrições abertas para 11 cursos de qualificação na área da informática e construção civil.

    Ao todo, são oferecidas 720 vagas, e todos os cursos são gratuitos.

    Para se inscrever, basta ter no mínimo 18 anos e comparecer na Escola da Construção do Senai, localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá.

    É preciso levar cópia dos documentos pessoais (RG e CPF), comprovante de endereço e carteira de trabalho, o que significa que os candidatos também precisam ter cadastro no Sistema Nacional de Emprego (Sine). O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 22h.

    As capacitações oferecidas são: informática, almoxarifado, pintor de obras, eletricista instalador predial, apontador de obras, assentador de blocos vasados, aplicador de revestimento cerâmico, armador de ferros, pedreiro de alvenaria, instalador hidráulico, soldagem de eletrodo revestido e informática básica.

     

    As aulas serão realizadas na própria sede do Senai da Construção e os cursos têm horários diferenciados, oferecidos no período da manhã, tarde e noite. O primeiro a iniciar será o de informática, neste sábado (19.07), com aulas das 07h30 às 11h30, e uma segunda turma, com aulas das 12h30 às 16h30.

    Na próxima segunda-feira (21) inicia mais uma turma de informática, com aulas de segunda à sexta-feira, das 19h às 22h. Na mesma data iniciam ainda os cursos de almoxarifado, apontador de obras, assentador de blocos de vasados e aplicador de revestimento cerâmico.

    Já no dia 28 de julho está previsto o início de novas turmas do curso de almoxarifado, pintor de obras, aplicador de revestimento cerâmico e informática básica. As demais capacitações iniciam em agosto.

     

    Fonte: Mídia News
    18-07-2008 | 11:07
    Foi publicado esta semana o edital de licitação visando à contratação de empresa para concluir a obra da Vara do Trabalho de Sinop.

    A empresa vencedora deverá terminar a construção da sede própria da Vara, obra cuja primeira etapa está em fase de conclusão.

    A sessão pública para credenciamento e recebimento das propostas de preços e dos documentos de habilitação será realizada às 10h do dia 31 deste mês, no 4º andar do prédio administrativo do Tribunal Regional do Trabalho (avenida Historiador Rubens de Mendonça, Centro Político e Administrativo, em Cuiabá).

    A licitação é na modalidade tomada de preços, do tipo menor preço global pelo regime de empreitada por preço global.

    O edital completo encontra-se disponível no site do TRT, acessando a opção "Consultas", em seguida "Licitação" e por último "Tomada de Preços". Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (65)3648-4101 e 3648-4301.

    Fonte: Mídia News
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