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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
NOTÍCIAS
    04-08-2008 | 12:08
    O CUB (Custo Unitário Único) da construção civil apresentou considerável desaceleração na inflação do setor. Em julho, o indicador teve alta de 0,60% em relação a junho, quando havia crescido 2,14%. Em maio o índice havia chegado a 2,72%. O CUB é o índice oficial, calculado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV Projetos, que reflete a variação dos custos do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil paulista.

    É o segundo mês consecutivo que o indicador mostra desaceleração nas variações mensais. Em julho, contribuíram para o resultado os custos administrativos (salário dos engenheiros), que subiram 1,50%, os custos com mão-de-obra, que voltaram a se equilibrar depois dos reajustes salariais concedidos em maio e aumentaram 0,32% - em junho o aumento foi de 2,86% -, e os custos com os insumos, que também tiveram redução de ritmo e cresceram 0,86% em julho.

    A média ponderada entre essas variações resultou no crescimento de 0,60% do CUB Representativo da construção civil paulista (R8-N) em julho, equivalente ao custo de R$ 793,98 por metro quadrado.

    No fechamento do primeiro semestre de 2008, o indicador registra alta de 6,68%. Nos últimos 12 meses encerrados em julho, o aumento é de 9,70%.

    Em julho, os insumos que tiveram aumentos de preços superiores à variação de 1,76% do IGP-M, foram:

    Óleo Diesel (+6,57%)
    Registro de pressão (+5,58%)
    Placa de gesso (+5,18%)
    Prego (+4,21%)
    Bloco de concreto (+4,08%)
    Placa cerâmica (+3,57%)
    Brita (+2,83%)
    Bacia sanitária (+2,56%)
    Locação de betoneira (+2,41%)
    Eletroduto PVC rígido (+2,05%)
    Esquadrias (+1,96%)

     

     

    Fonte: Sinduscon-SP
    04-08-2008 | 12:08
    O faturamento da indústria brasileira cresceu 8,4% no primeiro semestre de 2008, segundo dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Trata-se do melhor resultado para um primeiro semestre de toda a série histórica, iniciada em 2003.

     

    Na comparação entre maio e junho, a alta foi de 3,8%, o que também representa a maior elevação para meses de junho desde o início da série histórica.

     

    Na comparação de junho deste ano com o mesmo mês do ano passado, houve uma aceleração sobre a comparação de maio para maio. O índice passou de 5,4% (maio) para 10,5% (junho).

     

    As horas trabalhadas na produção cresceram 1,5% de junho para maio, o menor resultado desde setembro de 2003. Em relação ao nível de emprego, houve expansão de 0,5% na comparação mensal e de 4% na comparação anual.

     

    Segundo a CNI, os dados mostram uma tendência de expansão no emprego que vem sendo registrada há quase três anos.

     

    Capacidade instalada

     

    Já a utilização da capacidade instalada, indicador que mede o uso de máquinas e equipamentos das indústrias, subiu de 82,5% em maio para 83,3% em junho, segundo dados dessazonalizados.

     

    A CNI afirma que o resultado diverge do apresentado no mês anterior, quando o mesmo indicador apresentou desaceleração. A volatilidade deste indicador, ressalta a CNI, 'não altera a trajetória de estabilidade no uso da capacidade, que vem sendo observada desde o quatro trimestre de 2007.

     

    Na média no segundo trimestre, o indicador ficou em 83%, valor semelhante ao registrado nos últimos nove meses.

     

    Os dois setores que mais se destacaram foram de metalurgia básica e veículos automotores, cujo uso supera os 90%.

     

    Fonte: Folha on-line
    04-08-2008 | 12:08
    Pelo segundo mês seguido, os ganhos das aplicações financeiras perderam para a inflação. Em julho, enquanto o IGP-M teve alta de 1,76%, os fundos de renda fixa tiveram valorização média de apenas 1,02% e a poupança, 0,69%. Já a Bolsa acumulou queda de 8,47% no mês. O fundo de investimento FGTS-Vale perdeu 24,13% e o FGTS-Petrobras caiu 26,07%.Banco Central: juros subirão mais intensamente
    Ata do Copom revela preocupação com inflação e cita ação vigorosa. Mercado prevê nova alta de 0,75 ponto na Selic

     

    A recente piora na expectativa de inflação, sobretudo para 2009, com a contínua pressão na demanda interna, vai levar o Banco Central (BC) a manter uma política monetária austera, ou seja, de juros altos. A indicação foi dada pela ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada ontem, que, ao menos, corroborou a percepção do mercado de que o ciclo de altas será mais curto, mas mais intenso.
     
    O BC resistiu ao máximo para aumentar mais os juros.
     
    Mas não deu, porque as expectativas pioraram muito, afetando 2009 - disse o economistachefe da corretora Concórdia, Elson Teles, que aposta numa Selic a 15% ao ano no início de 2009. Antes, avaliava que esse patamar ocorreria apenas no segundo trimestre.
     
    A pesquisa Focus do BC, que ouve 80 instituições financeiras no país, mostra que o mercado calcula IPCA de 5% em 2009, distanciando-se do centro da meta do governo, de 4,5%, com margem de dois pontos para mais ou para menos. Sobre 2008, o cenário é ainda pior: inflação de 6,58%, estourando o teto do objetivo.
     
    Aperto monetário afetará crescimento em 2009 Segundo a ata, "a estratégia adotada pelo Copom visa a trazer a inflação de volta à meta central de 4,5%, estabelecida pelo CMN, tempestivamente, isto é, já em 2009". A demanda interna mais aquecida, sem contrapartida da oferta, é a principal preocupação da autoridade monetária.
     
    Na semana passada, o Copom pegou de surpresa boa parte do mercado ao elevar a Selic em 0,75 ponto percentual, para 13% anuais, ritmo que o mercado espera ser repetido na próxima reunião, em setembro. Nas duas reuniões anteriores, os ajustes haviam sido de 0,5 ponto cada.
     

    A mensagem do BC é que ele quer convergir a inflação para 4,5% em 2009, e que vai continuar monitorando a evolução da demanda interna - disse o economista-chefe do Unibanco, Marcelo Salomon, que também crê em altas fortes da Selic, até chegar a 15,25%, num espaço de tempo mais curto. - O BC não fechou nenhuma porta. Se o cenário piorar, pode continuar aumentando ainda mais os juros.
     

    Pela ata, o BC deixou claro que agirá vigorosamente no combate à inflação, repetindo a expressão usada pelo presidente Henrique Meirelles uma semana antes da reunião do Copom em audiência no Senado.
     
    CNI: atividade industrial continua aquecida A principal conseqüência do aperto monetário se dá na atividade econômica, uma vez que juros mais altos desestimulam o consumo ao encarecer o crédito.  Analistas prevêem uma alta do PIB (conjunto de bens e serviços do país) de 4,8% em 2008, recuando para até 3,5% em 2009.
     
    Já a atividade industrial continuou aquecida no segundo trimestre, disse ontem a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Pesquisa com 1.488 empresas revelou que o indicador de produção chegou a 56,5 pontos - o índice varia de 0 a 100, e valores acima de 50 indicam aumento da produção. No primeiro trimestre, o índice estava em 52,2 e, no segundo trimestre de 2007, em 56,2. Mas uma média maior de estoques indica uma desaceleração futura

     

    CMN: R$ 3 bi para afetados pelo câmbio
     
    Recursos liberados, anunciados em maio, somarão R$ 12 bi em 2 anos

     

    O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem a liberação de R$ 3 bilhões, no âmbito da política industrial do governo, anunciada em maio, para empresas que estejam sofrendo com a valorização cambial.
     
    O montante, que será oferecido pelo BNDES, já estava previsto e faz parte do calendário de liberação do total de R$ 12 bilhões nos próximos dois anos. Outros R$ 3 bilhões já haviam sido oferecidos. A linha, batizada de Revitaliza, vai beneficiar, entre outros, os setores têxtil, de couro, madeira e prestação de serviços de tecnologia da informação.
     
    O CMN também aprovou medidas que ampliam a área de atuação dos três bancos de desenvolvimento estaduais existentes no país.
     
    Agora, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE, que atua no Paraná, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul), o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais e o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo poderão participar de projetos em estados limítrofes.
     
    Ou seja, a instituição mineira poderá financiar projetos no Rio, por exemplo. Esses bancos, que em maio passado tinham estoque de operações de crédito de R$ 4,883 bilhões, têm atuação semelhante à do BNDES: financiam sobretudo a atividade do setor produtivo.
     
    O CMN aprovou ainda participações de capital estrangeiro em três instituições financeiras no país. No grupo gaúcho Random, que pretende abrir banco múltiplo, permitiu que até 49% do capital da nova instituição fique com investidores de fora. Em relação à também gaúcha financeira Topazio, que deve virar banco, o Conselho aprovou que o seu controle seja feito por um brasileiro que mora no Uruguai e era visto como "estrangeiro". Por último, o CMN permitiu a compra do banco BGN pelo francês BNP Paribas.

     

    DESMONTE

     

    O choque dado pela Argentina na tarifa de energia elétrica pode marcar o início de uma tentativa do governo Cristina de bater em retirada de forma organizada.

    Parte da política econômica temerária adotada pelo casal Kirchner, o congelamento tarifário produziu retração nos investimentos e apagões.
     
    Como esperado.
     
    A torcida é para que a presidente consiga rever o modelo herdado do marido, sem ressuscitar a hiperinflação e deflagrar uma corrida contra o peso.
     
    A cada dia que passa, fica mais evidente que o Brasil se livrou de uma armadilha quando Lula não deu ouvidos aos conselheiros animados com a política econômica argentina.

     

    'NYT': Brasil vai realizar seu potencial

     

    "O Brasil, a maior economia da América do Sul, está finalmente pronto para realizar seu potencial como ator global, à medida que o país goza da sua maior expansão econômica em três décadas".
     
    Essa é a avaliação do "New York Times", em ampla reportagem publicada ontem.
     
    O jornal americano ressalta que isso afeta todos os setores da economia, gerando um grupo de superricos e levando os pobres para a classe média.
     
    Essa pujança econômica, diz o "Times", também deu ao Brasil mais impulso para enfrentar EUA e Europa na Organização Mundial do Comércio (OMC).
     
    "Apesar do temor dos investidores sobre os pendores esquerdistas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2002, ele tem demonstrado um toque leve em relação à condução da economia, evitando os impulsos populistas dos líderes de Venezuela e Bolívia".
     
    Francisco Ferreira, economista do Banco Mundial, lembra que a desigualdade de renda recuou seis pontos percentuais desde 2001, mais que qualquer outro país da América do Sul.
     
    Segundo o "Times", essa expansão deve durar.
     
    Isso porque o Brasil diversificou sua base industrial, pode ampliar sua área agrícola e tem recursos naturais não explorados - como as recentes descobertas da Petrobras.
     
    E "tem a vantagem de um enorme mercado interno - 185 milhões de pessoas - que ficou mais rico".

     

    Pelo 2º mês, inflação supera todas as aplicações
    Renda fixa lidera ganhos, Bolsa cai 8,47% e fundos de Vale e Petrobras perdem mais de 24%

     

     

    A incerteza com relação ao crescimento mundial neste e no próximo ano e a volta das más notícias do mercado imobiliário americano fizeram com que a inflação, pelo segundo mês consecutivo, superasse as principais aplicações financeiras em julho e no acumulado deste ano. Enquanto a inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) registrou alta de 1,76% em julho, o principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o Ibovespa, acumulou queda de 8,47% no mês.
     
    Também foi o segundo mês seguido de perdas para a Bolsa.
     
    No fim de junho, a Bolsa registrava 65.017 pontos. Desde o pico do índice, em 20 de maio, aos 73.516 pontos, o índice acumula perda de 19,06%.
     
    Entre as aplicações financeiras, os fundos de renda fixa - que compram títulos com taxas de juros prefixadas - foram os que tiveram o melhor desempenho, segundo dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) até o dia 25 de julho: acumularam valorização média de 1,02%. No ano sobem 6,91%.
     

    Já os fundos DI - mais conservadores, pois compram papéis que acompanham a taxa básica de juros definida pelo Banco Central, a Selic, hoje em 13% ao ano - tiveram ganho de 0,88% no mês encerrado ontem, acumulando ganho de 6,26% em 2008. Na terceira colocação ficaria a poupança, com rentabilidade de 0,69% no mês e de 4,21% no ano. As piores aplicações também estiveram ligadas ao mercado de ações. Os fundos de investimento de quem aplicou parte do fundo de garantia (FGTS) em ações da Vale tiveram perda de 24,13% no mês, e os de papéis da Petrobras, 26,07% Para o administrador de investimentos Fabio Colombo, embora os fundos atrelados à taxa de juros (renda fixa e DI) estejam perdendo da inflação, ainda devem continuar sendo os de melhor desempenho nos próximos meses.
     

    Influenciada por Copom, Bolsa recua 0,82% No último dia do mês, a Bovespa teve um pregão de intensa volatilidade, e o seu principal índice fechou em queda de 0,82%, para 59.505 pontos, puxada pela divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, que decide o rumo da taxa básica de juros.
     
    O documento foi considerado mais conservador do que o esperado, segundo analistas, o que aumenta o receio de uma elevação de juros de mais 0,75 ponto percentual na próxima reunião, em 9 e 10 de setembro, como aconteceu na última, na semana passada.
     
    O tom da ata foi um pouco mais duro do que o mercado esperava e as pessoas começam a se dividir de novo entre 0,50 ponto e os que acreditam em 0,75. Ainda é cedo para falar em alta de 0,75. Vamos esperar os números de inflação, que estão mostrando uma pequena melhora - diz Rafael Moysés, gestor da Umuarama.
     
    A divulgação do PIB (soma de bens e serviços produzidos no país) dos Estados Unidos do segundo trimestre, com crescimento de 1,9%, considerado fraco, também ajudou a puxar as bolsas para baixo, ele reconhece. Em Nova York, o Dow Jones caiu 1,78% e o eletrônico Nasdaq, 0,18%.
     
    Com a conseqüente expectativa de menor crescimento dos EUA e mundial, as commodities (matérias-primas, como o petróleo) voltaram a cair.
     
    Em Nova York, o barril do produto caiu 2,20%, para US$ 123,98. No Brasil, a queda foi ainda mais estimulada pelo fato de o Ibovespa ter peso de 43,38% de ações de empresas ligadas a matérias-primas, principalmente Vale e Petrobras.
     
    As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da estatal caíram 1,64% e as da mineradora, 1,82%.

     

    Fonte: CBIC
    04-08-2008 | 11:08
    O cenário para investimentos estrangeiros que a missão empresarial brasileira encontrará na Argentina não parece muito animador. O governo viveu um conflito com o setor agropecuário durante quatro meses, o qual gerou um locaute do setor, bloqueio de estradas e o desabastecimento.

     

    Mas, mesmo antes da fase atual, o governo da presidente Cristina Kirchner, assim como o anterior, de seu marido Néstor (2003-2007), já aplicava políticas pouco estimulantes aos investidores, como controle de preços e restrições às exportações. Em 2007, o país captou só 5,4% dos investimentos feitos na América Latina.

     

    Além disso, o país (e suas empresas) sofre com a constante ameaça de crise energética, com a crescente inflação e com freqüentes piquetes de trabalhadores e setores insatisfeitos.

     

    Ainda assim, no país só se fala da "invasão brasileira", o boom recente de compras e investimentos de empresas do Brasil no país vizinho. Em maio, a têxtil Santana instalou sua primeira fábrica no norte do país. Em junho, o grupo de publicidade Totalcom anunciou a compra da maior empresa de marketing promocional argentina.

     

    Nos últimos anos, o Brasil entrou forte no mercado local com a compra de empresas tradicionais, como a cimenteira Loma Negra, a cervejaria Quilmes e a empresa de calçados Alpargatas. Segundo relatório da consultoria Deloitte, as empresas brasileiras investiram US$ 8 bilhões no país desde 2002.

     

    "Alentadas pelas condições financeiras favoráveis, as empresas brasileiras seguem avançando na Argentina entre a tomada de controle de companhias e ampliações de fábricas", diz a Deloitte.

     

    Neste ano, só a Província de Buenos Aires prevê receber US$ 190 milhões em investimentos brasileiros.

     

    Mas, por que, diante de um cenário tão desfavorável, acontece o tal "avanço brasileiro"? Uma reportagem recente do jornal "Clarín" atribui a invasão a um certo otimismo característico do povo vizinho.

     

    Na prática, esse otimismo pode ser traduzido por uma visão a longo prazo. "Nós já tivemos o apagão. Olhando em perspectiva, também tivemos as greves do ABC. Ontem, esses mesmos problemas daqui nós sofremos lá", afirma Humberto de Farias, ex-diretor-geral da cimenteira Loma Negra, empresa do grupo Camargo Corrêa, que investirá cerca de US$ 100 milhões no país neste ano.

     

    O crescimento da construção civil no país também é um estímulo. "Existe uma demanda de infra-estrutura que permite dizer: há espaço para crescer."

     

    Além de estabelecer perspectivas a longo prazo, a economista da Fundação de Investigações Econômicas Latino-Americanas (Fiel) Marcela Cristini destaca como vantagens para o Brasil o fato de a Argentina ser quase uma extensão do mercado brasileiro e de o país ter comprado empresas a bons preços.

     

    "Além de tudo, tomaram empresas líderes de mercado e escolheram áreas de atuação menos vulneráveis às crises", afirma Cristini. Segundo a especialista, apenas as empresas que compraram frigoríficos na Argentina, que sofrem tanto com a restrição às exportações quanto com a crise do campo, "devem estar pensando duas vezes no que fizeram".

     

    A fórmula de atuar em mercados "seguros" e escolher marcas emblemáticas se confirma no caso da cervejaria Quilmes, controlada pela Inbev, fusão entre a brasileira Ambev e a belga Interbrew.

     

    "Apesar dos fatos recentes, não vemos um cenário de crise", diz um dos diretores da empresa, Mariano Botas.

     

    O cenário argentino também não parece assustador para o publicitário Eduardo Fischer, da Totalcom, que começou a investir no país no auge da crise, em 2002, mas fugiu da Venezuela há quatro anos. "Na Argentina, mesmo com crise, há um mercado de consumo, de grife, que se mantém. Na Venezuela, o [presidente Hugo] Chávez acabou com esse mercado", explica

     

     

    Fonte: NTC e Logística
    04-08-2008 | 11:08
    O número de empresas instaladas nos sete primeiros meses subiu 8% em relação ao mesmo período do ano passado. Dados do Departamento de Tributação mostram que entre janeiro a julho foram 270 de pequeno, médio e grande portes que iniciaram suas atividades, ante as 250 em 2007. Atualmente, estão em atividade mais de 3,4 mil empreendimentos nos mais diversos segmentos. Comércios e prestadores de serviços formam a maior parcela.

    No quadrimestre, havia subido 2% entre um ano e outro. Nos cinco primeiros meses, 3,3%, e, no semestre, outros 6%. O cenário estimula a geração de empregos, já que mais funcionários serão necessários para as respectivas atividades, contribuindo para o desenvolvimento da economia. Entre janeiro a junho, por exemplo, o comércio admitiu 1.628 trabalhadores.

    Números divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego apontaram que as demissões chegaram a casa dos 1.411 funcionários. Ainda assim, 217 continuaram atuando, sendo este o segundo melhor resultado do ano, ficando atrás da construção, onde o total de trabalhadores ativos foi maior (594).

    No setor de prestação de serviços, 823 trabalhadores com carteiras assinadas foram contratados e, 658, dispensados.

     

    Fonte: Só notícias
    04-08-2008 | 11:08
      As previsões do mercado financeiro para a inflação caíram pela primeira vez após 18 semanas consecutivas de expectativas de alta, segundo o boletim Focus do Banco Central, divulgados nesta segunda-feira. O boletim também mostra a expectativa de aumento na Selic no fim deste ano.
         
         A expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) neste ano, que serve como meta de inflação, recuou de 6,58% na semana passada para 6,54% na divulgação de hoje. O teto da meta de inflação para esse ano é de 6,50% (o centro da meta é de 4,5% com dois pontos percentuais de tolerância para cima e para baixo).
         
         A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) recuou de 12,18% para 12.13%; e o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve a previsão diminuída de 12,04% para 12%. A expectativa para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) passou de 6,69% para 6,53%.
         
         Para 2009, a previsão para o IPCA manteve-se em 5%, acima do centro da meta, mas ainda dentro da margem de tolerância. Para o IGP-M ficou em 5,5% --mesma da semana passada. Houve mudança em relação ao IGP-DI, de 5,37% para 5,40%, e do IPC-Fipe, de 4,55% para 4,61%.
         
         Juros
         
         Os economistas ainda revisaram a previsão para a taxa Selic neste ano. No fim de julho, o BC aumentou os juros de 12,25% para 13% ao ano. Foi o maior aumento desde o início do governo Lula, numa tentativa de trazer a inflação de volta para o centro da meta no próximo ano.
         
         Com isso, a previsão para a taxa no fim do ano passou de 14,25% para 14,50%. Para o final de 2009, a estimativa para a Selic foi mantida em 14% ao ano.
         
         Para o PIB (Produto Interno Bruto), os economistas ouvidos pelo BC mantiveram a previsão de crescimento para este ano e para 2009 --em 4,80% e 3,90% respectivamente.
          Fonte: 24 horas news
    04-08-2008 | 11:08
    Há boas e más notícias a respeito da inflação. As boas: arrefeceu a pressão internacional dos preços dos alimentos, que muito contribuiu para elevar os índices inflacionários; a direção do Banco Central tomou as medidas de política monetária ao seu alcance; em conseqüência, para os consumidores, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, a inflação passou de 0,89% para 0,65%, do mês passado para cá.

     

    As más: o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor, há pouco divulgado pela Confederação Nacional da Indústria, revelou muito pessimismo: 48% dos consumidores acreditam que a inflação vai aumentar e outros 20%, que "vai aumentar muito. São 68%! Como a inflação resulta também de fatores psicológicos, tal pessimismo é preocupante. E a ele se junta o resultado de sondagem que a Fundação Getúlio Vargas acaba de fazer, segundo o qual 45% das empresas pretendem elevar os preços dos seus produtos.

     

    Um balanço entre o otimismo e o pessimismo, no entanto, mostraria que a situação não é tão feia como parecia há um ou dois meses. Afinal, o preço dos alimentos, em julho, teve reajuste de 1,41%, contra 2,20% do mês anterior. Essa melhora, contudo, não exime as autoridades de manterem-se em posição de alerta máximo. Seria a hora de o governo dar a sua contribuição, reduzindo substancialmente a gastança pública. Não procede a afirmação do presidente Lula de que "o governo não tem mais onde cortar gasto". Não sei de gasto que tenha sido cortado. Sei de gasto que sofreu acréscimo. No ano passado, "nasceram" mais 626 cargos em comissão, desses que, além de generosamente remunerados, dispensam o democrático concurso público; e ainda na última quinta-feira, mais 295, a maior parte para atender à Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, transformada em mais um ministério. Com isso, eleva-se para 22.815 o número de cargos comissionados, ocupados por um exército de "companheiros" e outros apaniguados da base parlamentar governista.

     

    E o número de ministros? Nunca na história do Brasil houve tantos. São 37, cada um com gabinete, secretárias, assessores, motoristas, carros, viagens, cartões corporativos e demais "mordomias" e vantagens. São tantos que, há algum tempo, numa reunião de comissão técnica do Senado, um destacado senador governista, jocosamente desafiado a citar os nomes de todos os ministros, acabou sorrindo "amarelo" depois de não ter conseguido chegar à metade.

     

    Então, como não haver "mais onde cortar gasto"? Bastaria começar pela excessiva e desnecessária quantidade de cargos comissionados, que, não raro, são cabides-de-emprego, e pelo corte, ao meio, do número de ministros. Sem falar em outras despesas, como as numerosas viagens oficiais, que poderiam ser limitadas, como o governo acabou tendo de fazer com os cartões corporativos depois de o esbanjamento ter sido denunciado pela imprensa e de o Congresso haver criado uma CPI, que, apesar de todos os pesares, criou fortes constrangimentos para o Planalto.

     

    A máquina pública está obesa. Carece, urgentemente, de uma lipoaspiração. O povo brasileiro agradeceria.

     

    Arthur Virgílio é senador pelo Amazonas, líder do PSDB e escreve em A Gazeta aos domingos

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-08-2008 | 11:08
    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai manter as linhas de crédito com taxas de juros mais moderadas voltadas à indústria de infra-estrutura e à indústria de base. A garantia foi dada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a executivos da Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib). Ele também sugeriu aos empresários que captem recursos no mercado de capitais. Em entrevista à imprensa logo após o encontro, na sede da Abdib, em São Paulo , Mantega procurou afastar o temor de um eventual desaquecimento interno por causa do ajuste da política monetária e fiscal adotado para conter a inflação. "A economia está caminhando para um patamar adequado".

     

    Ao se referir aos investimentos em infra-estrutura, o ministro informou que não estão previstas mudanças no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e que deverá ser cumprida a meta do setor de investir nos próximos dois anos, algo superior a R$ 100 bilhões. Ele destacou que o crescimento da economia brasileira será "menos robusto" do que o do ano passado. "Não dá para ter 5,5% ou 6%, mas dá para alcançarmos entre 4,5% e 5%", projetou ele, acrescentando que" o país continua na rota do crescimento sustentado".

     

    Na avaliação de Mantega, é um crescimento vigoroso. Fazendo uma analogia com o resto do mundo, ele afirmou que o Brasil tem vantagens competitivas em relação a vários países que convivem "com inflação alta e crescimento baixo". No Brasil, assinalou, a inflação está moderada.

    Mantega disse que "o pior já passou no campo da inflação" e comemorou o fato de, nos últimos dias, terem sido anunciados índices inflacionários em desaceleração, como, por exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe)-; o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e o Índice de Preços ao Consumidor- Semanal (IPC-S), da Fundação Getulio Vargas (FGV. Este último foi divulgado hoje e aponta que a taxa fechou o mês de julho em 0,53%, 0,14 ponto percentual abaixo da terceira prévia do mês.

     

    Ele observou que há uma reversão no quadro internacional e ainda que não seja um cenário definitivo, considera ser "um bom início".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    04-08-2008 | 11:08
    O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse nesta segunda-feira que o país é o único que ainda está dentro dos limites das suas respectivas metas de inflação. E, para ele, o Brasil fechará o ano desta forma.

     

    "Somente o Brasil ainda está dentro das metas ou da margem de tolerância [das metas]", disse durante seminário realizado na FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo.

     

    No mês passado, o ministro havia dito que, além do Brasil, somente o Canadá também estava com a inflação dentro dos limites. "Vi que o Canadá também passou [do teto]", disse.

     

    Pelas contas de Mantega, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, indicador usado para a meta de inflação brasileira) deve fechar o ano em 6,5%, em cima do topo da meta --4,5%, com margem de tolerância para cima ou para baixo. Já o mercado financeiro, segundo a pesquisa semanal Focus do Banco Central, aposta que o indicador avança 6,53% e estoura o teto da meta.

     

    Ele ainda disse acreditar que o IPCA voltará para o centro da meta no próximo ano. Mantega baseia a sua crença no fato de que o aumento de preço das commodities agrícolas já chegou ao topo. "Mesmo se não recuassem, só o fato de não crescerem deixaria de alimentar o processo inflacionário", explicou.

     

    O IPCA acumulado em 12 meses, apontou, está em 6,06%, enquanto que o grupo de Alimentos e Bebidas subiu 15,79%.

     

    Para ele, o mundo passa pela "maior crise financeira e de commodities desde a 2ª Guerra Mundial".

     

    Mas Mantega também admitiu que a demanda interna também tem sua parcela de culpa no avanço da inflação. "A demanda doméstica aqueceu um pouco além do desejado", disse. "Este choque [no preço das commodities] veio num momento que a economia do Brasil estava aquecida."

     

    Uma prova seria a previsão da Fazenda para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) entre 4,8% e 5%, enquanto que a demanda no mesmo período deverá crescer 7,1%.

     

    Fonte: Folha on-line
    02-08-2008 | 11:08
    Funcionários da empresa Zortea Construções LTDA. participaram na manhã desta quinta-feira (31), de uma palestra promovida pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-MT), sobre “OS Problemas do Alcoolismo no Seio da Família. Cerca de 100 pessoas compareceram ao encontro.

     

    Segundo a assistente social do sindicato, Osmarina Félix o encontro serviu para alertar sobre o consumo excessivo da bebida, que pode causar conseqüências como à dependência e desentendimentos no lar.

     

    Além disso, Osmarina alerta que a dependência pode comprometer a renda familiar e o relacionamento conjugal. “As famílias que possuem casos de ‘doentes alcoólicos’ os filhos tendem a adquirir, atraso no desenvolvimento, dificuldade na aprendizagem, perturbações no comportamento, insucesso  e abandono escolar”, destacou.

     

    Segundo a profissional, esse vício pode acarretar no descrédito da família ao “doente alcoólico”, estresse, medo, isolamento, vergonha e culpa.

    De acordo com dados do Ministério da Saúde, o álcool é a droga preferida dos brasileiros (68,7% do total), seguido pelo tabaco, maconha, cola, estimulantes, ansiolíticos, cocaína, xaropes e estimulantes, nesta ordem. No País, 90% das internações em hospitais psiquiátricos por dependência de drogas, acontecem devido ao álcool. O alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo. Além disso, causa 350 doenças (físicas e psiquiátricas) e torna dependentes da droga um de cada dez usuários de álcool.

     

     

    02-08-2008 | 11:08
    O deputado estadual João Malheiros (PR) sugeriu a integração do Conselho Temático de Assuntos Legislativos da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) para discutir o aprimoramento dos projetos de lei de interesse do setor no estado.

     

    Ao todo, tramitam nas comissões da AL 38 matérias licitadas na área. Especificamente, constam também na pauta da Casa de Leis mensagens do Poder Executivo para atender a demanda da indústria, como a que altera o Fundei, taxando a indústria em 30% dos impostos para custear despesas da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração, além de outra mensagem que taxa o setor de mineração com o pagamento de imposto ao Fethab.

     

    O presidente do conselho, Sérgio Ricardo Inoui e o presidente da Fiemt, Jandir José Milan, criticaram a atitude do Executivo e pediram maior participação no debate dos projetos que devem entrar em votação. "O dinheiro da indústria é para financiar projetos de interesse do setor", explicou Sérgio Ricardo.

     

    A categoria solicitou que seja melhorado o nível de informações das propostas que atingem a área industrial de Mato Grosso. Sobre o assunto, o deputado Ademir Brunetto (PT) convidou os empresários a participarem dos debates sobre a mensagem sobre a mineração, na Câmara Setorial Temática da Base Mineral da Assembléia Legislativa. Brunetto afirmou que vai definir a data com os membros da CST. "É norma que os empresários queiram saber de que forma será a cobrança da taxa sobre o setor", avaliou Brunetto.

     

    Jandir Milan alerta para a fuga de investimentos no Estado diante da atual política tributária adotada pelo governo. "A Votorantin e uma empresa do Canadá abortaram seus investimentos depois de saberem sobre essa decisão", disse Jandir. "Estamos sempre abertos às discussões do que é divergente e convergente. No entanto, é preciso que haja subsídios do setor para aprimorar alguns projetos", afirmou Malheiros.

     

    Fonte: O documento
    02-08-2008 | 11:08
    Conforme informações da Câmara de Dirigentes Lojistas-CDL Cuiabá, foi publicado neste dia 29, no Diário Oficial do Estado que circulou no dia 30, o Decreto nº 1.480/2008, que prevê a compensação de valores do ICMS Garantido Integral recolhidos a maior, no período compreendido entre 1º de maio de 2008 até a data da publicação deste Decreto, que se refere à dobra do mark-up para as notais fiscais de empresas incentivadas de outros estados.

     

     “Além da compensação dos valores recolhidos a título de acréscimos, entre as previsões do Decreto estão as penalidades, na proporção do recolhimento de imposto indevido ou maior que o devido”, esclarece o presidente da CDL Cuiabá, José Alberto Vieira de Aguiar.

     

    Os interessados terão até o dia 30 de setembro de 2008 para formalizar o requerimento junto à Agência Fazendária do seu domicílio tributário. Vale ressaltar que os pedidos formulados após o prazo estipulado serão indeferidos pela Agência Fazendária.

     

    Recebido o pedido, a Agência Fazendária deverá encaminhá-lo, conforme o caso, para análise e deliberação quanto ao direito de compensação. Uma vez reconhecido o direito à compensação, esta será processada pela Gerência de Gestão de Crédito Fiscal da Superintendência de informações do ICMS – GGCF/SUIC junto ao Sistema de Conta Corrente Fiscal, mantido no âmbito da Secretaria de Estado de Fazenda, mediante confronto do valor dos créditos ali registrados.

     

    “Caso não exista débito a compensar no Sistema de Conta Corrente Fiscal ou, quando após a compensação, remanescer saldo credor em favor do contribuinte, o respectivo valor será compensado pela GGCF/SUIC com débitos futuros do ICMS Garantido Integral”, completa José Alberto.

     

    Fonte: O documento
    02-08-2008 | 11:08
    A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) realizou nesta sexta-feira (01) o lançamento da Agenda Legislativa da Indústria, documento que reúne a posição do setor em relação aos principais projetos de lei em tramitação na Assembléia Legislativa. No Estado, a agenda – em âmbito nacional elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) – será confeccionada periodicamente pela Fiemt, por meio do Conselho Temático de Assuntos Legislativos (Coal), focando diferentes temas: meio ambiente, infra-estrutura, responsabilidade social, ambiente econômico e indicações setoriais.

     

    “A Agenda Legislativa da Indústria de Mato Grosso se constitui como um documento que visa oferecer uma valiosa contribuição do setor industrial ao Estado, a partir do acompanhamento de políticas que tenham como objetivo final o fortalecimento do setor”, enfatiza o presidente do Sistema Fiemt, Jandir Milan. O documento é composto por 38 projetos de lei, em tramitação na Assembléia, que são definidos na Agenda como convergentes ou divergentes, de acordo com o posicionamento da Fiemt em relação às especificações de cada ementa. “O objetivo principal é ampliar a interação entre o setor e o Poder Legislativo, colaborando com a classe parlamentar na criação de um sistema normativo para o crescimento econômico de Mato Grosso”, avalia o presidente do Coal, Sérgio Inoui.

     

    O lançamento da Agenda Legislativa da Indústria foi realizado durante a Reunião de Diretoria do Sistema Fiemt e contou com a presença dos deputados estaduais João Malheiros (PR) e Ademir Brunetto (PT). “É de suma importância que uma instituição como a Fiemt, com o poder de representatividade que tem, se posicione perante os projetos propostos que tramitam na Assembléia, pois somente com esse envolvimento a Casa de Leis tem o parâmetro e suporte necessários para aprimorar ações e benefícios em prol do setor industrial”, pontuou Malheiros.

     

    Fonte: O documento
    02-08-2008 | 11:08
    CBIC apóia realização da pesquisa junto às empresas do setor

     

    O Sinduscon-SP, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), deu início à 36ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção, que visa avaliar o desempenho recente das empresas construtoras e incorporadoras de cada estado e as perspectivas empresariais para os próximos meses.

     

    A pesquisa conta com o apoio da CBIC. Em razão disso, a entidade solicita o empenho dos associados junto aos seus afiliados para que respondam o mais breve possível o questionário.

     

    A pesquisa é dividida em dois blocos de questões, de fácil preenchimento.

     

    O primeiro diz respeito às características da empresa: os segmentos em que atua, o número de trabalhadores ocupados e etc.

     

    O segundo é composto por afirmações sobre o desempenho da empresa e as perspectivas para os próximos meses. Participe!

     

    Fonte: CBIC
    02-08-2008 | 11:08
    Construção Civil como fator de desenvolvimento do país

     

    O Senai lançou no último dia 24, no Centro de Exposições do Sistema Fiergs, em Porto Alegre, o livro "O Senai e a Indústria da Construção - Uma trajetória de sucesso". No livro, o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, destaca a construção como fator de desenvolvimento do país. Para a solução do problema de escassez de mão-de-obra, ressalta os caminhos seguidos pelo setor: um amplo e moderno projeto de inovação tecnológica e o treinamento e capacitação de mão-de-obra em alta escala, e em todo território nacional.

     

    O livro traz a história da construção em fatos, com destaque para a evolução do setor ao longo dos anos e a formação e qualificação profissional, bem como cd com a lista de todas as unidades dos Senais que fazem treinamento na área da Construção Civil. O objetivo é facilitar o acesso dos int eressados aos cursos efetuados na área pelo Senai.

     

    Fonte: CBIC
    02-08-2008 | 11:08

    Dia Nacional da Construção Social será comemorado no sábado. O setor comemora no próximo sábado, 2 de agosto, em 18 estados e no Distrito Federal, o Dia Nacional da Construção Social. Instituído pela CBIC, em 2007, o evento é organizado pelo Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc) da entidade, com apoio dos Seconcis, e coordenado pelas entidades afiliadas.

     

    Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, a participação dos Seconcis, do Sistema CNI (por meio do Senai e Sesi) e a parceria com os Sindicatos dos Trabalhadores são determinantes para o bom resultado da ação.

     

    A expectativa para este ano é de que sejam atendidos 170 mil trabalhadores da construção, nas áreas de saúde, lazer e cidadania.

    A exemplo de 2007 , o Dia Nacional da Construção Social terá, como um de seus objetivos mais nobres, o estímulo às parcerias em sua mais ampla dimensão. "É nossa meta incentivar o voluntariado nas empresas e nas entidades patronais, como parte da tarefa de valorizar a cidadania e divulgar os conceitos de crescimento sustentável", diz Simão.

     

    Fonte: CBIC
    02-08-2008 | 11:08
    As contas do setor público referentes ao primeiro semestre de 2008 revelaram um superávit primário recorde de R$ 86,1 bilhões, o equivalente a 6,1% do PIB. Desde 1991, segundo os números do Banco Central, este é o melhor resultado na série histórica do banco. Este valor representa diferença entre receita e despesas, sem incluir o pagamento dos juros da dívida pública. Vale notar que, entre janeiro e junho deste ano, os juros também foram um recorde, superando em R$ 1,9 bilhão o superávit primário, alcançando R$ 88,02 bilhões. Em outras palavras: o que foi poupado nas receitas dos governos federal, estaduais e municipais, além das estatais, não foi suficiente para quitar a conta dos juros.
     
    Antes da comemoração muito acentuada desses números, é preciso observar que as chamadas metas fiscais definidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias recuaram nos últimos três meses. Em junho as contas do setor público alcançaram saldo positivo (a meta fiscal) de R$ 11,1 bilhões em junho, ante R$ 13,2 bilhões e R$ 18,3 bilhões, respectivamente, em maio e abril. O governo assegura que essas conquistas, apesar do declínio exibido, são produto de um enorme esforço fiscal do setor público, nas três instâncias federativas mais as estatais. Há, no entanto, uma manobra numérica nessa conclusão oficial. Como mostram os números do Tesouro Nacional, em termos nominais, as despesas avançaram 9,79% no primeiro semestre, enquanto a receita líquida (que é obtida após as transferências aos estados e municípios) expandiu 15,7%. Observando-se esses dados, encontra-se a evidência estatística de que o superávit subiu 44% em relação ao que foi alcançado no primeiro semestre de 2007.
     
    O que o Tesouro não destaca é que a arrecadação explodiu, porque a economia cresceu e pagou mais impostos, e o governo apenas aproveitou esse fato para gastar antecipadamente, como mostra o salto de quase 10% nas despesas correntes apenas entre janeiro e junho deste ano. Esse fato não revela maior austeridade nos gastos públicos, mas, apenas, que neste ano foi muito mais fácil alcançar superávit primário. Há, também, a proibição de acelerar certos gastos pela legislação eleitoral. É preciso lembrar que as empresas estatais federais - responsáveis pela contribuição de 6% no superávit primário - foram obrigadas pelo governo central a aumentar os dividendos pagos por essas empresas para o sócio majoritário, ou seja, a União. No ano passado foi o inverso: o governo federal recebeu menos dividendos e as estatais investiram mais. Neste ano, a União aumentou o superávit, via maior dividendo, e cortou a capacidade de investimentos das empresas.
     
    A rigor, é preciso lembrar também que o governo não cessa de inchar a máquina. No mesmo dia em que anunciou com grande alarde os números referentes ao superávit primário, a medida provisória que transformou a Secretaria Especial da Pesca em ministério criou também 268 cargos comissionados em cinco ministérios. O gasto novo representa um custo mensal de R$ 1,070 milhão, sem todos os demais benefícios. E se a máquina incha, por outro lado, os investimentos, em especial os destinados à infra-estrutura, patinam. Basta observar que dos 23 projetos destinados à primeira carteira de obras das Parcerias Público-Privadas (PPP), previstos pelo governo para o período entre 2004 e 2007, nenhum deles saiu do papel. Aliás, dois deles, a Ferrovia Norte-Sul e a BR 116 saíram da relação inicial e passaram para concessão simples, o que quer dizer foram desenvolvidos exclusivamente pela iniciativa privada. O governo não nega esse fato: a diretoria da Unidade de PPP do Ministério do Planejamento reconhece que nenhum investimento foi feito nessas obras, e apenas empurra a culpa para outros órgãos do próprio governo que não atenderam às regulamentações mais recentes, que são mais exigentes em relação às licitações.
     
    Os dados do superávit demonstram que o governo deixou a tarefa do ajuste antiinflacionário só para a política de juros, sem maiores ajudas por parte dos gastos do setor público. O remédio dos juros tem custo alto em termos de investimentos produtivos, como os empresários insistentemente alertam. É fato, como o presidente Lula afirmou na entrevista concedida à Gazeta Mercantil e ao Jornal do Brasil, que a máquina pública precisa saber tratar bem os seus melhores valores. Essa é uma correta interpretação da realidade do setor público, o que é bem diferente de manter uma superpopulação nessa mesma máquina, ainda que paga com salários pouco atraentes. Com esse perfil o serviço público não atrai mesmo os melhores talentos e pouco ajuda o governo a atingir a pretendida e tão esperada meta do déficit nominal zero.

     

    Fonte: CBIC
    01-08-2008 | 11:08
    Funcionários da empresa Zortea Construções LTDA. participaram na manhã desta quinta-feira (31), de uma palestra promovida pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-MT), sobre “OS Problemas do Alcoolismo no Seio da Família. Cerca de 100 pessoas compareceram ao encontro.

     

    Segundo a assistente social do sindicato, Osmarina Félix o encontro serviu para alertar sobre o consumo excessivo da bebida, que pode causar conseqüências como à dependência e desentendimentos no lar.

     

    Além disso, Osmarina alerta que a dependência pode comprometer a renda familiar e o relacionamento conjugal. “As famílias que possuem casos de ‘doentes alcoólicos’ os filhos tendem a adquirir, atraso no desenvolvimento, dificuldade na aprendizagem, perturbações no comportamento, insucesso  e abandono escolar”, destacou.

     

    Segundo a profissional, esse vício pode acarretar no descrédito da família ao “doente alcoólico”, estresse, medo, isolamento, vergonha e culpa. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o álcool é a droga preferida dos brasileiros (68,7% do total), seguido pelo tabaco, maconha, cola, estimulantes, ansiolíticos, cocaína, xaropes e estimulantes, nesta ordem. No País, 90% das internações em hospitais psiquiátricos por dependência de drogas, acontecem devido ao álcool. O alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo. Além disso, causa 350 doenças (físicas e psiquiátricas) e torna dependentes da droga um de cada dez usuários de álcool.

    As empresas – sindicalizadas – que desejarem esta ou outras palestras, cujo tema seja sobre Drogas, DST/AIDS, Tabagismo, LER, DOR, Primeiros Socorros, é só entrar em contato com o Sinduscon-MT pelo telefone (65) 3627-3020 ou enviar um e-mail para: sindusconmt.social@terra.com.br
    01-08-2008 | 11:08

    Construção – Oferta do produto no mercado interno reduziu devido a exportação para a China; valor foi reajustado em 58%

     

    Brasil possui hoje apenas duas empresas fornecedoras

     

    Depois do cimento agora é a vez do aço, destinado a construção civil, faltar no mercado mato-grossense. A dificuldade para o fornecimento do produto é nacional e o motivo, segundo a Associação dos Comerciantes de Material de Construção do Estado (Acomac-MT), é o excesso de exportação do aço para outros países, especialmente a China. O preço do produto já subiu 58% nos últimos sete meses do ano em relação ao mesmo período de 2007.

     

    Até o final do ano o aço usado na construção civil deve registrar novos aumentos de preço.

     

     

    Fonte: Folha do Estado

    01-08-2008 | 10:08
    Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Richter Fernandes, a dificuldade de fornecimento de aço ainda não paralisou o trabalho das obras,. A preocupação maior é com as pequenas construções que precisam recorrer às lojas distribuidoras do produto. Estas, por sua vez, têm alguns estoques reduzidos.

    Fernandes destacou que o aumento de quase 60% do aço acumulado deste ano deve impactar em uma elevação de aproximadamente 3% no preço final do imóvel construído, dependendo do tipo da obra. De acordo com ele essa situação é preocupante porque, além de refletir na construção, prejudica todo o desenvolvimento econômico do país. “Cabe ao governo intervir para diminuir a exportação e priorizar o mercado interno”, opinou.

    Fernandes destacou também que não acredita existir prioridade no fornecimento do aço para as construtoras. A diferença é que elas fazem pedidos com base em planejamento antecipado, enquanto os lojistas dependem da avaliação do estoque mensal de suas empresas.

     

    Cimento – Após um período de desabastecimento de cimento no mercado local, a oferta do material voltou a se estabilizar no mês passado e o preço do produto já caiu até 20% em algumas lojas de materiais de construção. A redução foi impulsionada, principalmente, pelo aumento da oferta do produto trazida de Sergipe pela indústria da Votorntim.(CT)

     

    Fonte: Folha do Estado
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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