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Domingo, 24 de Setembro de 2017
NOTÍCIAS
    14-06-2008 | 11:06
     O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, previu hoje um "longo período de baixo crescimento" para a economia mundial, apesar dos bons dados macroeconômicos do primeiro trimestre.
         
         Em entrevista coletiva concedida ao término da cúpula de ministros de Finanças do Grupo dos Sete Países Mais Desenvolvidos e a Rússia (G8), em Osaka (Japão), Strauss-Kahn indicou que haverá um arrefecimento, embora "não muito profundo".
         
         O diretor-gerente do FMI admitiu, no entanto, que os dados do PIB do primeiro trimestre na Europa, nos Estados Unidos e no Japão foram "melhores que o esperado", mas disse que "o perfil dos próximos meses não variará substancialmente".
         
         Além disso, o diretor da instituição multilateral se referiu na entrevista coletiva ao aumento dos preços dos alimentos e do petróleo, aspectos que praticamente centraram a reunião dos ministros do G8 em Osaka.
         
         Na sua opinião, há razões "de economia real" por trás dessas fortes altas, sobretudo o desequilíbrio entre a oferta e a demanda de matérias-primas.
         
         Ele reconheceu, no entanto, que isso "não é suficiente para explicar" a alta nos preços que, no caso do petróleo, chegaram a duplicar em apenas um ano.
         
         Strauss-Kahn disse que, durante o encontro, alguns ministros de Finanças falaram sobre a possibilidade de os movimentos especulativos serem uma das razões, apesar de só o italiano Giulio Tremonti o ter dito abertamente neste encontro.
         
         A cúpula econômica de Osaka acabou neste sábado com uma declaração dos membros do G8 (Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Itália, Japão e Rússia) na qual expressam sua preocupação com as pressões inflacionárias derivadas dos altos preços do petróleo e dos alimentos, e com os "ventos contrários" que ameaçam a economia mundial. 
    Fonte: 24 horas news
    14-06-2008 | 11:06

    Pesquisa realizada pelo Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon) de São Paulo constatou junto a dez instituições bancárias que a taxa média mensal de juros para empréstimo pessoal aumentou de 5,59% no mês passado para 5,61% este mês. O maior aumento foi de um banco oficial, o Banco do Brasil, que alterou sua taxa de 5,60% para 5,90%.

    Dos demais bancos pesquisados, apenas o HSBC aumentou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,74% para 4,78%, na comparação de maio para junho, enquanto o Unibanco baixou de 6,59% para 6,45% ao mês. Os outros bancos pesquisados (Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco, Nossa Caixa, Real, Safra e Santander) mantiveram as taxas de crédito pessoal.

    A mesma pesquisa verificou que o aumento foi maior nos juros do cheque especial, cuja taxa média de 8,61% ao mês, em maio, evoluiu para 8,73%. Nesse caso, a maior variação (de 10,74%) foi do Santander, que alterou a taxa de 8,38% no mês passado para 9,28%. O BB também aumentou sua taxa de 8,15% para 8,30%, enquanto o HSBC passou de 8,43% para 8,60%. Nos demais bancos não houve alteração na taxa do cheque especial.
    Fonte: Mídia News

     

     

     

    14-06-2008 | 11:06
    O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, previu hoje um "longo período de baixo crescimento" para a economia mundial, apesar dos bons dados macroeconômicos do primeiro trimestre

    Em entrevista coletiva concedida ao término da cúpula de ministros de Finanças do Grupo dos Sete Países Mais Desenvolvidos e a Rússia (G8), em Osaka (Japão), Strauss-Kahn indicou que haverá um arrefecimento, embora "não muito profundo".

    O diretor-gerente do FMI admitiu, no entanto, que os dados do PIB do primeiro trimestre na Europa, nos Estados Unidos e no Japão foram "melhores que o esperado", mas disse que "o perfil dos próximos meses não variará substancialmente".

    Além disso, o diretor da instituição multilateral se referiu na entrevista coletiva ao aumento dos preços dos alimentos e do petróleo, aspectos que praticamente centraram a reunião dos ministros do G8 em Osaka.

    Na sua opinião, há razões "de economia real" por trás dessas fortes altas, sobretudo o desequilíbrio entre a oferta e a demanda de matérias-primas.

    Ele reconheceu, no entanto, que isso "não é suficiente para explicar" a alta nos preços que, no caso do petróleo, chegaram a duplicar em apenas um ano.

    Strauss-Kahn disse que, durante o encontro, alguns ministros de Finanças falaram sobre a possibilidade de os movimentos especulativos serem uma das razões, apesar de só o italiano Giulio Tremonti o ter dito abertamente neste encontro.

    A cúpula econômica de Osaka acabou hoje com uma declaração dos membros do G8 (Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Itália, Japão e Rússia) no qual expressam sua preocupação com as pressões inflacionárias derivadas dos altos preços do petróleo e dos alimentos, e com os "ventos contrários" que ameaçam a economia mundial.  Fonte: Agência Brasil

    13-06-2008 | 18:06

    O presidente do Sinduscon-MT, Luis Carlos Richter Fernandes participou nesta quinta-feira (dia 12) de uma reunião com a secretária Estadual de Trabalho, Emprego e Cidadania, Terezinha Maggi, e representantes do Senai- MT para discutir as melhores alternativas de uso do projeto de qualificação e inserção profissional para os beneficiários do Programa Bolsa Família, que é vinculado ao Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), e que serão colocadas em prática pelo Plano Nacional de Qualificação (PNQ), por meio de Planos Setoriais de Qualificação (PlanSeQ). 

    Uma das alternativas apresentadas é o uso da estrutura da Escola da Construção para a qualificação, além de incentivos para a contratação da mão de obra qualificada por esse projeto.     
    13-06-2008 | 09:06

    Tem publicação prevista para hoje ou no máximo segunda-feira o ato da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) que libera, em caráter de excepcionalidade, por 90 dias, a importação de cimento via Porto Seco de Cuiabá. O titular da pasta, Pedro Nadaf, assinou o ato ontem, após a definição das regras, e disse que iria encaminhar o documento para publicação no Diário Oficial o mais rápido possível para dar agilidade ao processo. Conforme o secretário a medida se tornou necessária porque muitas obras privadas e governamentais estão paradas pela falta de cimento.

    Só poderão fazer a operação de importação via Porto Seco as empresas credenciadas para isso. Aquelas que ainda não estão aptas e tiverem interesse terão até o dia 30 de junho para dar entrada na carta consulta junto à Sicme. Dentro da Secretaria, Nadaf garante que a tramitação é rápida. Mesmo assim, ele frisa que não vai abrir mão de qualquer dos documentos exigidos. Ou seja, mesmo que a liberação seja em caráter excepcional, por tempo determinado, as empresas terão que seguir todos os trâmites normais para se credenciar.

    A importação de cimento pelo Porto Seco não é permitida normalmente porque há produção interna do produto. A Votorantin tem uma fábrica na cidade de Nobres que é responsável pelo abastecimento de 80% do mercado. Mas consecutivos problemas em um dos fornos da indústria já provocaram a paralisação da produção por três vezes do final do ano passado para cá. A situação levou ao desabastecimento do mercado. Apesar da produção do cimento Itaú já ter voltado ao normal, o abastecimento ainda não está regularizado.

    A saída que os comerciantes têm encontrado é trazer cimento de São Paulo, Paraná e Distrito Federal. O processo encarece o preço do produto por conta do frete. Além disso, a falta de carretas que venham para Mato Grosso é outro empecilho. Tudo isso resultou na alta do preço de venda do cimento no varejo e escassez do produto. A saca que era vendida até por R$ 17 passou para R$ 26. E as lojas não têm cimento para vender na quantidade demandada pelo Estado, já que o setor da construção civil está aquecido.

    Para importar cimento pelo Porto Seco, o setor de material de construção terá que pagar 10% de ICMS. Se a importação for interestadual, a alíquota cai para 2%. Tanto Sicme, quanto Sefaz, acreditam que a medida pode ajudar a resolver a falta de cimento no mercado.

    Fonte: Gazeta Digital

    13-06-2008 | 09:06

    A importação de cimento pelo Porto Seco de Cuiabá não vai resolver de forma imediata o problema de desabastecimento do mercado. Além disso, ainda não há uma definição se a operação é viável para o comércio legal. Quem diz é o presidente da Associação do Comércio Varejista de Materiais de Construção (Acomac), José Venceslau de Souza Júnior. De acordo com ele, é preciso aguardar a publicação em Diário Oficial da liberação da importação de cimento pelo Porto Seco, com todas as regras e definições para poder avaliar o quanto ela será benéfica ou não.

    Souza observa que essa é uma reivindicação antiga da Acomac, vem desde o ano passado, quando o Estado enfrentou uma grande crise no abastecimento. Na época, conta ele, a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) ficou de estudar o pedido e não houve retorno. Só agora saiu o anúncio. Mas, segundo Souza, a questão não é simples. "Claro que a liberação é um primeiro passo, mas agora precisamos fazer contatos com indústrias de outros países e ver a viabilidade do negócio".

    Para que seja viável a importação pelo Porto Seco o custo operacional precisa ser interessante. Ou seja, devem ser buscados países mais próximos de Mato Grosso, com preço bom no produto e no frete. Depois disso ainda vem a questão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

    O presidente da Acomac frisa que atualmente, quando o comerciante traz cimento de outros estados não paga ICMS, quem recolhe esse imposto é a indústria.

    Fonte: Gazeta Digital
    13-06-2008 | 09:06

    O secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias, utiliza no governo do Estado a política fiscal para a regulação do mercado. Um exemplo, é o caso específico da autorização da importação do cimento no Porto Seco de Cuiabá.

    A medida foi adotada para viabilizar o abastecimento de cimento no mercado interno, contra os "barões" do setor, como Itaú e Votoratim. As duas indústrias - as maiores do Brasil - não estavam conseguindo abastecer Mato Grosso, o que ocasionou a escassez do produto, além de encarecê-lo, já que a demanda hoje é maior do que a oferta.

    Esse fato trouxe o "fantasma" da cobrança do "ágio" pelo cimento, fez com que Éder Moraes, concedesse deferimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) nas operações de importação de produto processadas nos recintos do Porto Seco.

    Na operação subseqüente de circulação interna, a carga tributária efetiva nas operações corresponde à alíquota de 10%. Já nas saídas subseqüentes referentes ao comércio interestadual, a de 2%. "Além de regular o mercado, esperamos que, com a medida, os preços do cimento diminuam", enfatizou, ao anunciar, anteontem a medida.

    Fonte: Gazeta Digital         

     

     

    13-06-2008 | 09:06
    Empresários vêem a criação da CSS como “desastrosa” e anunciam que o imposto deve ser repassado aos preços
    A classe empresarial de Mato Grosso reagiu ontem com indignação à aprovação – pela Câmara dos Deputados - da criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que incidirá sobre as movimentações financeiras com uma alíquota de 0,1% já a partir de janeiro de 2009. A expectativa é de que a CSS traga uma receita adicional de R$ 11,8 bilhões ao caixa do governo. A proposta será submetida agora à aprovação do Senado.

    Em Mato Grosso, os empresários questionam se o volume de recursos arrecadados pelo governo já não seria suficiente para a manutenção dos serviços na área da saúde. Paulo Gasparotto, presidente do Fórum Empresarial do Estado (Foremat) e coordenador da Câmara Tributária da Federação do Comércio (Fecomércio), diz que o orçamento da União é “extremamente reforçado pelo excesso de arrecadação, mais do que suficiente para fazer com que a saúde seja contemplada dentro das suas necessidades. Acreditamos que não seriam necessários mais recursos extras para este setor”, argumenta.

    Para ele, a CSS traz um “efeito pernicioso para a população” e o grande prejudicado mais uma vez será o trabalhador. “Os impostos já representam uma carga tributária de 40% para a sociedade. Com a criação da CSS todos vão pagar, pois é um imposto em cascata, tributando o trabalhador e o setor produtivo em todas as fases de produção e em todas as transações. No caso do trabalhador, o prejuízo será em dobro, pois ele pagará quando receber o salário e quando comprar um produto, já que o imposto será repassado nos preços das mercadorias”.

    O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, diz que todos se sentiram “aliviados” com a queda da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) em dezembro do ano passado. “O que notamos é que, mesmo com o aumento de arrecadação, o governo decide criar um novo imposto”, critica.

    MOBILIZAÇÃO - Ele informou que a Frente Parlamentar Mista Pró-Comércio Varejista, instalada com 209 deputados e 30 senadores e que, na última sexta-feira, fez uma manifestação no Congresso contra a criação do novo imposto, continuará mobilizada para pressionar o Senado a não aprovar a CSS.

    “Criamos a frente e nomeamos uma comissão técnica do Sebrae e Banco Central para discutir e regulamentar o uso do cheque. Mas somos contrários à criação da CSS até mesmo por considerar que o governo já dispõe de recursos para cuidar da saúde sem a necessidade de um novo tributo”. José Alberto informou que o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), “publicamente já se manifestou contrário à aprovação da CSS”.

    No ano passado, o Foremat se mobilizou para derrubar no Senado o Projeto de Emenda Constitucional (PEC), que manteria a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) por mais quatro anos.

    O empresário Célio Fernandes aponta perdas para o setor empresarial durante os 12 anos de vigência da CPMF, criada em 1996 e extinta no final do ano passado. “Ninguém mais concorda com esta taxação. O Senado precisa reconhecer isto e votar agora contra a criação da CSS”, afirma Fernandes.

     Fonte: Diário de Cuiabá
    13-06-2008 | 09:06
    O diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou ontem na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara que apesar dos últimos choques de preços, as perspectivas são de que a inflação do Brasil ficará dentro das metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

    A afirmação foi feita no seminário sobre implementação da política monetária, no qual Tombini fez uma defesa do regime de metas de inflação, destacando que ele tem contribuído para manter o custo de vida baixo no Brasil com menor sobrecarga nos juros em relação a outros regimes. "As perspectivas futuras, segundo consenso do mercado, são de uma inflação sob controle e consistente com as metas, a despeito dos choques recentes", disse Tombini.

    O diretor do BC destacou em sua apresentação que a história recente do Brasil e também a experiência internacional mostram que inflação baixa não é incompatível com taxas mais elevadas de crescimento. Ressaltou ainda que a inflação sob controle, ao garantir previsibilidade para tomar as decisões econômicas, é precondição para o crescimento sustentável e, além disso, é fundamental para melhorar a distribuição de renda da população.

    "A inflação é de fato importante para melhorar distribuição de renda", disse Tombini. Ele explicou que para a condução consistente da política monetária no regime de metas é importante a autonomia operacional do BC.

    O centro da meta de inflação para 2008 e para 2009, definido pelo CMN, é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo.

     

    Fonte: Gazeta Digital         
    13-06-2008 | 09:06

    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central diz que vai manter o aperto monetário iniciado em abril por quanto tempo for necessário para manter a inflação de acordo com as metas. O recado foi dado na ata da reunião realizada na semana passada e que decidiu aumentar o juro básico da economia (taxa Selic) em 0,50 ponto percentual, para 12,25% ao ano.

    "O comitê acredita que a atual postura de política monetária, a ser mantida enquanto for necessário, irá assegurar a convergência da inflação para a trajetória das metas", cita o trecho do documento divulgado ontem.

    A afirmação não constava da ata de abril, quando os diretores do BC iniciaram o aumento dos juros (aperto monetário). Na ocasião, os diretores citavam que estavam realizando "de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros" e que isso poderia "reduzir a magnitude do ajuste total a ser implementado".

    Em abril, o juro havia subido 0,50 ponto, para 11,75% ao ano. Desde então, as perspectivas inflacionárias passaram por deterioração, principalmente com a persistência do aumento de preços dos alimentos.

    Apesar de afirmar na ata de junho que o aumento de juros vai prevalecer por quanto for necessário, os diretores do BC observam que uma mudança positiva no cenário dos preços poderia mudar a estratégia monetária. "Na eventualidade de se verificar alteração no perfil de riscos que implique modificação do cenário prospectivo básico traçado para a inflação pelo comitê neste momento, a estratégia de política monetária será prontamente adequada às circunstâncias", completa o documento.

    Demanda elevada - A ata do Copom avalia que segue elevada a chance de que pressões inflacionárias pontuais se disseminem. "O Copom considera que se mantém elevada a probabilidade de que pressões inflacionárias inicialmente localizadas venham a apresentar riscos para a trajetória da inflação".

    Para os diretores do BC, esse risco permanece porque o aquecimento da demanda doméstica e a possibilidade de restrição na oferta de alguns setores podem ensejar "aumento no repasse de pressões sobre preços no atacado para os preços ao consumidor". Esse cenário tem sido acompanhado com "particular atenção" pelo BC. Na avaliação do BC, a expectativa dos agentes para os preços continuam "mostrando elevação significativa nas últimas semanas e que são monitoradas com particular atenção".

     Fonte: Gazeta Digital         

      

    12-06-2008 | 12:06
    Foi realizada nesta quarta-feira (11), no auditório do Sinduscon–MT, uma palestra para explicar a lei que determina à contratação do jovem aprendiz e da pessoa portadora de necessidades especiais nas empresas. A palestra foi ministrada pela procuradora do Ministério Público do Trabalho, Gabriela Tavares de Miranda, que esclareceu os procedimentos legais e penais para quem desrespeitar a legislação. O presidente do Sindicato, Luis Carlos Richter Fernandes, também participou dessa apresentação.
    12-06-2008 | 12:06

    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luis Carlos Richter Fernandes participou nesta quarta-feira (dia 11) de uma reunião com representantes da secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, os consultores Márcio Senise e Cássia Coutinho. 

    O evento, realizado no auditório do Sinduscon-MT, serviu para explicar uma pesquisa que está sendo realizada nos Estados de Mato Grosso, Santa Catarina e São Paulo sobre a educação e a formação continuada na construção civil. Atualmente, os consultores estão colhendo dados para elaboração do projeto piloto que poderá ser implantado em todo país.

     

    12-06-2008 | 10:06

    Deputados e senadores estão brigando para colocar em circulação uma parte polpuda dos mais de R$ 203 bilhões do ativo total do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Vários projetos de lei tramitam no Congresso em regime conclusivo – sem necessidade de ser aprovado em plenário – estratégia que evita um provável debate mais acalorado. Pelo menos meia dúzia de propostas abrem novas possibilidades para que o trabalhador saque seu FGTS, além de alterar o indexador, de modo que o dinheiro renda mais que os 3% anuais mais correção monetária de hoje.

     

    Atualmente, segundo o secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Paulo Furtado, o Fundo é superavitário.

    – São mais de 22 milhões de trabalhadores que contribuem proporcionando uma arrecadação de R$ 41 bilhões por ano, contra saques de R$ 38 bilhões – informou.Hoje, o dinheiro é depositado pelos empregadores e só pode ser retirado em determinadas circunstâncias. Um dos projetos que mais chama a atenção é o apresentado pelo deputado Fernando Coruja (PPS-SC), que permite a utilização de recursos do FGTS na compra de veículos novos.

     

    – Para tanto, o trabalhador deve comprovar que foi proprietário de veículos com mais de 20 anos de uso pelo menos nos últimos seis meses –justifica Coruja. – Além disso, o automóvel antigo deve ser vendido à usina de reciclagem.

    Menos poluição

     

    Coruja afirma que o objetivo da medida é reduzir o número de veículos velhos em circulação. Para ele, além de altamente poluidores, são responsáveis pela maioria dos acidentes de trânsito, ocasionados pelo mau funcionamento mecânico.

     

    O deputado cita dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que mostram que os veículos com mais de 20 anos representam 25% da frota do país. Porém, o deputado não apresentou uma previsão de uso de recursos para o fim proposto e o impacto na produção de veículos no país.

     

    Balanço de produção divulgado ontem pela Anfavea, para 2008 a revisão é de que sejam licenciados 3 milhões de veículos no país, para uma produção de 3.425 milhões e uso de aproximadamente 90% da capacidade instalada do setor.

     

    Consórcio de imóvel

     

    Coruja lembra ainda que grande parte dos proprietários de veículos com mais de 20 anos de uso é constituída por motoristas de baixa renda que, em geral, não dispõem de recursos ou de acesso ao crédito.

     

    Outro projeto que também pretende flexibilizar os saques do Fundo, anteriormente aprovado no Senado, é o que possibilita o uso do saldo do FGTS para o pagamento de prestações ou lances em consórcio de imóveis. O projeto, aprovado nas comissões da Câmara, volta para nova análise do Senado onde se originou também em tramitação terminativa. O segmento de consórcios, hoje regulado e fiscalizado pelo Banco Central (BC), reúne 326 empresas, 3,5 milhões de participantes e R$ 60 bilhões em ativos administrados.

     

    Já o deputado Barbosa Neto (PDT-PR), propôs o uso de recursos do FGTS para o pagamento de plano de previdência privada. O deputado afirma que a previdência pública não se mostra mais atraente para os trabalhadores que possuem melhores rendimentos.

     

    – Precisamos dar incentivos para o uso de previdência privada, que serve para complementar os rendimentos daqueles que recebem aposentadoria da Previdência Social – justificou Barbosa Neto.

    Fonte - O Estado de São Paulo
    12-06-2008 | 10:06
    A medida é uma forma de viabilizar o abastecimento do produto no mercado. Preocupado com a escassez de cimento em Mato Grosso, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), autorizou a importação do produto no Porto Seco de Cuiabá. O secretário de Fazenda, Eder de Moraes Dias, observa que a medida é uma forma de tentar viabilizar o abastecimento de cimento no mercado interno.

    Isso porque Mato Grosso concede diferimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) nas operações de importação de cimento processadas nos recintos do Porto Seco. Na operação subseqüente de circulação interna, a carga tributária efetiva nas operações corresponde à alíquota de 10%. Já nas saídas subseqüentes referentes ao comércio interestadual, a de 2%. "Além de regular o mercado, esperamos que, com a medida, os preços do cimento diminuam", enfatiza Eder de Moraes.

    O presidente da Associação dos Comerciantes de Material de Construção do Estado (Acomac), Wenceslau Souza Junior, considera a medida do Governo uma alternativa viável para minimizar o problema.

    A falta do produto deve-se ao aquecimento mais intenso na indústria da construção civil, a partir do mês de maio. “Historicamente, após o final das chuvas, há um aquecimento da construção civil no Estado. Contudo, em 2008 esse aquecimento tem sido maior em virtude do maior poder aquisitivo das classes C, D e E”, justifica o presidente da Acomac.

    Ele salienta que a situação agravou-se com problemas no forno da principal indústria de cimento do Estado, localizada no município de Nobres. A unidade produz 80% do cimento consumido em Mato Grosso. “O forno ficou quebrado por cerca de três semanas, o que provocou caos no mercado”, ressaltou Souza Junior.

    Diante disso, Mato Grosso recorreu aos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e do Paraná e ao Distrito Federal para prover o mercado. Entretanto, a importação no mercado interno não foi suficiente para abastecer o Estado, uma vez que os estoques das lojas estão muito baixos. “A informação que temos é que a indústria de Nobres voltou a funcionar, mas ainda não conseguiu produzir o suficiente para abastecer o mercado”, informou o presidente da Acomac.

    Por conta desse descompasso no mercado interno, os preços do cimento subiram, em média, 35% nos últimos meses.
    Fonte: Diário de Cuiabá
    12-06-2008 | 10:06

    Decisão do Condel/FCO dobra volume de recursos para o setor de comércio e serviços, que terá este ano R$ 162 milhões

    O Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional Centro-Oeste (Condel/FCO) aprovou em sua reunião de ontem, em Cuiabá, a ampliação do volume de recursos destinados ao comércio e serviços de 10% para 20%. Este montante será calculado sobre o orçamento de R$ 846 milhões do FCO previsto para 2008. Com isso, a participação do comércio – que seria de R$ 84,60 milhões sem a mudança aprovada ontem – salta para R$ 169,20 milhões.

    “Esta ampliação vai permitir mais fôlego ao setor”, disse o presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços do Estado (Fecomércio), Hermes Martins da Cunha. Segundo ele, o aumento do volume de crédito para o comércio e serviço “era uma reivindicação antiga” da classe empresarial mato-grossenses.

    “Com mais recursos poderemos fazer novos investimentos, ampliar, expandir as empresas e gerar mais empregos”, analisou.

    Na opinião do presidente do Sindicato Intermunicipal do Comércio de Tecidos, Confecções e Armarinhos de Cuiabá e Várzea Grande, Roberto Perón, a medida irá “oxigenar” o comércio e serviços. “Estamos com demanda reprimida de crédito e a ampliação do volume de crédito chega em boa hora para o setor, pois irá injetar mais dinheiro na economia e fomentar a atividade comercial no Estado”.

    Os limites de contratação serão definidos de acordo com o tamanho do empreendimento. Para as microempresas, o teto é de R$ 90 mil; pequenas, R$ 270 mil; médio porte, R$ 810 mil e, grande porte, R$ 2,43 milhões. O prazo para pagamento é de 18 meses, com seis meses de carência.

    O secretário executivo do FCO, Antônio Totó Parente, enfatizou a importância econômica e social do fundo, lembrando que ano a ano estão sendo destinados “cada vez mais recursos para os micro e pequenos empresários e produtores”.

    FCO RURAL – O volume de recursos disponíveis para o FCO Rural, em 2008, deverá ser de R$ 423 milhões, dividindo o orçamento com o setor empresarial, que ficará com a outra parte dos recursos.

    No ano passado, Mato Grosso foi contemplado com recursos da ordem de 435,91 milhões do FCO Rural, aplicados em projetos de fomento ao setor agrícola. O orçamento no ano passado representou incremento de 25,40% em relação ao montante de 2006, R$ 347,60 milhões.

    De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Rural, até o final de 2007 foram gerados cerca de 30 mil empregos diretos com os investimentos no setor rural.

    Dos R$ 435,91 milhões, 51% (R$ 222,31 milhões) foram reservados para os mini e pequenos produtores, ficando o restante do orçamento para os médios e grandes produtores.

    No período de quatro anos – 2003 a 2006, a Câmara de Política Agrícola da Seder analisou 5,68 mil cartas-consultas, totalizando contratações da ordem de R$ 1,286 bilhão para projetos com recursos do FCO Rural, ante uma demanda de 3,307 bilhões em Mato Grosso no mesmo período. No mesmo período os empregos gerados com os recursos do FCO Rural totalizaram 97,89 mil empregos diretos. “Isso mostra que o FCO cumpre uma função social muito importante”, afirma o coordenador do FCO Rural, Dimas Gomes Neto.

    JUROS - Em 2007, houve redução nas taxas de juro na modalidade FCO Rural para as quatro categorias de produtores: para os mini, as taxas de juros anuais caíram de 6% para 5%; para pequenos e médios, de 8,75% para 7,25%; e, para os grandes produtores, de 10,75% para 9%. Com o “bônus de adimplência” essas taxas caem, respectivamente, para 4,25%, 6,16% e 7,65%.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    12-06-2008 | 10:06
    Aumento no preço dos materiais faz o custo da construção civil subir. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra que o metro quadrado da obra está 2,81% mais caro.

     

    Fonte: TVCA

     

    12-06-2008 | 10:06

    O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder de Moraes Dias, alerta para o aumento dos custos da dívida pública estadual. O índice do IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de maio acendeu a luz amarela das finanças públicas, isso porque a inflação bateu 1,88% e o acumulado dos últimos doze meses do IGP-DI já representa 12,14%.

    "Se considerarmos a média dos últimos 12 meses a correção da dívida pública de Mato Grosso projeta 18,19% de juros e correções, o que significa um aumento preocupante que poderá gerar um acréscimo nos resíduos dos contratos amparados pelas Leis Federais nºs 8727/93 e 9496/97. Aquilo que vínhamos alertando está se materializando e a insegurança quanto ao prazo final da dívida volta a assolar nossa equipe e a sociedade de Mato Grosso”, afirma o secretário.

    Segundo Eder de Moraes, a reestruturação das dívidas proposta pelo Governo Estadual, se aprovada na sua essência, resguarda o Estado dessas “intempéries econômicas”, uma vez que as taxas de juros serão pré-fixadas e haverá segurança quanto ao começo, meio e fim da dívida.

    "A possibilidade de inchar a dívida transferindo o excesso dos juros para o saldo devedor dos contratos em vigência é tudo o que o governo e a sociedade repelem e não desejam”, acrescenta.

    Para o secretário, o IGP-DI, embora muitos economistas defendem que o Governo Federal possui instrumentos de controle na sua condução, pois indexa outras dívidas, salários, etc, no âmbito federal é composto pela variável do consumo.

    “Daí o aumento da SELIC, objetivando frear o consumo, entretanto, essas medidas são tomadas depois do estrago feito e possui efeito retardado sobre nossos desembolsos finais, sendo dessa forma canceroso para o Mato Grosso. Nossa proposta de reestruturação corrige essas anomalias", concluiu Eder de Moraes.

    Fonte: Mídia News

     

    12-06-2008 | 10:06

    O Banco Central indicou nesta quinta-feira (12) que deve mesmo voltar a aumentar a taxa básica de juros do país nos próximos meses para evitar uma alta generalizada da inflação. A informação faz parte da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC).

    A ata do Copom é divulgada na semana seguinte à reunião que decide os rumos da taxa básica de juros, a Selic. Na semana passada, o BC elevou os juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Os economistas do mercado financeiro acreditam que a taxa terminará o ano em 14% ao ano.

    "O Comitê acredita que a atual postura de política monetária [o aumento dos juros], a ser mantida enquanto for necessário, irá assegurar a convergência da inflação para a trajetória das metas", diz o BC na ata.

    O Copom fala, entretanto, na possibilidade de alterar essa política no futuro caso seja necessário.

    "Evidentemente, na eventualidade de se verificar alteração no perfil de riscos que implique modificação do cenário prospectivo básico traçado para a inflação pelo Comitê neste momento, a estratégia de política monetária será prontamente adequada às circunstâncias".

    O BC diz que o risco de um cenário inflacionário "menos benigno segue elevado". Ou seja, ainda há riscos de que a inflação não termine o ano no centro da meta, de 4,5%.

    "Em particular, cabe à política monetária atuar para que impactos inicialmente localizados sobre os índices de inflação, parcialmente derivados de ajustes de preços relativos que ocorrem em escala global, não levem, por meio de uma piora das expectativas, a uma deterioração persistente da dinâmica inflacionária", diz o BC na ata.

    BC também já fala agora em crescimento mais moderado do crédito, embora diga que ele deve continuar impulsionando a atividade econômica.

    Fonte: Folha online

     

    12-06-2008 | 09:06
    A assessoria do Supremo Tribunal Federal (STF) informou que não seria mais julgado ontem o pedido de liminar para suspender todas as ações que tramitam na Justiça e que contestam a inclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) na base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O STF também decidiu transformar em súmula vinculante o entendimento de que o parágrafo 3º, do artigo 192 da Constituição de 1988, revogado por uma emenda de 2003, dependeria de lei complementar. Esse ponto definia que os juros deveriam ser limitados a 12% ao ano.
    11-06-2008 | 13:06
    O grande vilão do Custo Unitário Básico (CUB) da Construção Civil no mês de maio foi o cimento que registrou um aumento de 17,46% com relação ao mês passado, sendo que no acumulado dos últimos 12 meses o aumento é de 42,31%. O cimento, junto com a porta interna (16,77%), a bancada de pia de mármore (15,66%), a tinta látex (13,78%) e a esquadria de correr (11,77%) são os fatores que impulsionaram o CUB deste mês que atingiu o valor de R$ 625,89 - 2,81% a mais, comparado ao mês de abril. Nesse mesmo mês o cimento teve uma alta de 3,62%, o que representa um incremento de mais de 13% de um mês para o outro. Para entender como esse aumento pode influencias na construção basta levar em conta que as empresas quando fazem um orçamento de uma obra calculam o preço que devem gastar com o todo. Isso é feito com o preço vigente no mercado no momento da cotação, prevendo uma pequena variação de custos. Um aumento como esse, pode chegar a inviabilizar uma obra prejudicando todo seguimento da construção, assim como os seus clientes.     

     

    “Nos últimos meses o cimento já vinha dando sinal de que poderia nos proporcionar problemas ao ponto do Sinduscon – MT já está buscando alternativas para frear essa alta e ao mesmo tempo evitar a falta do produto no estado”, declarou o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Carlos Richter Fernandes.

    No montante do CUB podemos dividir os custos em quatro sendo 60,38% para os materiais, 36,65% para a Mão de Obra, 2,10% para as Despesas Administrativas e 0,87% com os Equipamentos. A referência para a base desses cálculos é a de um projeto residencial (R8-N), que é representado por um edifício residencial multifamiliar de oito andares, onde o tipo de acabamento é de padrão normal, composto por três dormitórios, sendo uma suíte com banheiro, banheiro social, sala, circulação, cozinha, área de serviço com banheiro e varanda.

    O CUB serve de referencia para construtoras fazerem seus orçamentos e para instituições como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que usam o CUB para liberações de Certidões Negativas de Débitos (CND) das empresas do setor. Como tal, o CUB não deve ser comparado a outros índices do setor da construção, calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Getúlio Vargas (FGV), que empregam metodologias distintas para finalidades igualmente diferenciadas.  

Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
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