Olá, seja bem-vindo (a)!
Domingo, 19 de Novembro de 2017
NOTÍCIAS
    10-07-2008 | 12:07
    O ritmo de crescimento da inflação surpreendeu no segundo trimestre e fez a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisar para baixo a projeção de expansão econômica neste ano, de 5% para 4,7%. O novo dado consta do Informe Conjuntural, divulgado ontem. O arrefecimento nas previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) decorre também da trajetória de alta da taxa Selic. Porém, o economista-chefe da confederação, Flavio Castelo Branco, disse que os sinais de desaceleração da economia, no momento, estão mais atrelados aos picos inflacionários - que foram mais intensos no segundo trimestre - que corroem a renda do consumidor. E desperta o sinal amarelo na decisão dos investimentos na produção.

    "A intensidade do aumento da inflação neste segundo trimestre surpreendeu um pouco", disse o economista, em entrevista à Gazeta Mercantil.

    Os setores que devem puxar a economia para baixo são aqueles que já estão sendo prejudicados pela depreciação do dólar ante o real. Os têxteis, calçados e bens de consumo mais leve que têm dificuldade de concorrer com os importados, avaliou o economista. A inflação mantém-se em alta, mesmo diante do processo de aperto monetário, e já se encosta no limite máximo da meta de 6,5% estipulada este ano pelo governo.

    A CNI revisou a projeção do IPCA _ usado pelo governo para estabelecer as metas anuais de inflação _ para 6,4%, um forte avanço em relação à previsão de março, quando indicava 4,7%, ainda um pouco acima do centro a meta de 4,5%.

    Assim como outros economistas do mercado e instituições, a CNI reitera no relatório que as principais fontes primárias da inflação são provenientes do mercado internacional, sobretudo dos preços das commodities. Porém, diz a CNI, tal cenário coincide com o aquecimento do consumo interno beneficiado pelo aumento do crédito e da massa salarial alicerçado pela criação do emprego. Isso eleva o consumo na praça. A CNI acredita que a taxa de desemprego chegará em dezembro em 6,7%, perfazendo uma média anual ao redor de 8%. A demanda elevada desperta a atenção do Banco Central que deve manter o processo de aperto monetário para "dificultar" que os atuais preços externos contaminem os do Brasil. A CNI já aposta na desaceleração da demanda neste semestre.

    "A principal pressão da inflação vem do mercado internacional, mas a demanda interna forte favorece o espraiamento do aumento dos preços no País", argumentou Castelo Branco, demonstrado certamente um apoio à atual política do Banco Central. "A política monetária é para dificultar que os preços internos sejam contaminados pelos externos. E evitar que a inflação seja elevada para outro patamar (acima do teto da meta)", avaliou.

    No Informe Conjuntural de julho, a CNI diz que o compromisso do Governo Federal de elevar a meta do superávit primário para 4,3% do PIB em 2008, ante 3,8%, representa uma ajuda importante para a redução dos gastos públicos e conter um pouco a demanda. Neste caso, argumenta, o governo está dividindo com o Banco Central o "ônus de combater à inflação", via aumento do juro.

    A CNI lembra que a política monetária leva um certo tempo para surtir efeito na economia. Por essa causa, a instituição acredita que os efeitos da inflação poderão ser mais sentidos no próximo ano. "Dificilmente a economia terá uma performance elevada em 2009.

    O crescimento poderá ser menor do que em 2008 (4,7%)", avalia o economista. Entretanto, ele garante que o ciclo de crescimento econômico do Brasil é vigoroso, não será abortado pela política monetária e descartou o chamado "vôo de galinha".

     

    Fonte: NTC e Logística
    10-07-2008 | 12:07
    A produção industrial no Estado de São Paulo teve ligeira expansão de 1,1% em junho (dado com ajuste sazonal) em relação ao registrado em maio, segundo o SPI (Sinalizador da Produção Industrial), elaborado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pela AES Eletropaulo e divulgado nesta quinta-feira.

    Segundo o documento, com essa expansão, a indústria paulista voltaria a apresentar um resultado favorável após o fraco desempenho de maio, quando a produção teve queda de 0,3%. No acumulado em 12 meses, o resultado implica na diminuição da taxa de crescimento de 8,6%, em maio, para 8,4%, em junho.

    Fonte: Folha on-line

    10-07-2008 | 12:07
    A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,74% em junho, o que representa desaceleração frente aos 0,79% verificados em maio, informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se do maio índice para o mês de junho desde 1996, quando o IPCA havia subido 1,19%.

    Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 6,06%, acima dos 5,58% identificados nos 12 meses imediatamente anteriores, aproximando-se ainda mais do teto superior à meta, de 6,50% estipulado pelo Banco Central. Em junho de 2007, a inflação pelo IPCA subira 0,28%.

    No ano, o IPCA acumula alta de 3,64%. No mesmo período em 2007, a inflação não havia passado de 2,08%. A taxa em 12 meses é a maior desde novembro de 2005 (6,22%) e, para um primeiro semestre, é a maior alta desde 2003.

    Os alimentos voltaram a pressionar o índice e tiveram alta de 2,11%, acima dos 1,95% constatados no mês anterior. A contribuição deste grupo representou 0,47 ponto percentual do IPCA, representando 63% do resultado total.

    Apenas no primeiro semestre, os alimentos acumulam alta de 8,64%, próximo dos 10,79% registrados ao longo de todo o ano de 2007.

    Segundo o IBGE, o aumento dos alimentos foi generalizado, e apenas o óleo de soja (-2,76%) e as frutas (-1,96%) tiveram queda significativa. O item carnes foi responsável pela maior contribuição individual (0,14 p.p.), com alta de 6,91%. O arroz subiu 9,90% e acumula alta de 38,21% em 2008. Já o feijão carioca registrou elevação de 15,55%.

    Os produtos não-alimentícios registraram aumento de 0,34% em junho, abaixo dos 0,46% de maio. No ano, o grupo acumula alta de 2,26%, ante 1,60% no primeiro semestre de 2007.

    O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado entre as famílias com renda mensal até seis salários mínimos, ficou em 0,91% em junho, ante 0,96% de maio. Nos 12 meses encerrados em junho, o indicador acumula elevação de 7,28%, acima dos 6,64% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores.

    Fonte: Folha on-line
    10-07-2008 | 11:07
    O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) reafirmou nesta quinta-feira que é prioridade do governo controlar a inflação sem comprometer o crescimento do país.

    "O IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] apontou hoje inflação um tiquinho menor do que em maio. Mas ainda é preocupante. Mas estamos em um patamar mais baixo e controlado. Há consciência no país de que temos que bater duro na inflação", disse o ministro durante o evento "O Impacto do Brasil na Economia Global", realizado em São Paulo.

    A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou alta de 0,74% em junho, o que representa desaceleração frente aos 0,79% verificados em maio, informou o IBGE.

    O ministro disse ainda que o Brasil saiu ileso da crise creditícia no mercado imobiliário americano e que hoje tem condições de manter suas "políticas intactas".

    "Estamos muito otimistas. Quando pensaríamos que o Brasil sairia ileso da crise do mercado imobiliário dos Estados Unidos? (...) Mesmo com o recrudescimento da inflação no cenário mundial, o Brasil é um dos poucos que conseguem manter a inflação dentro da meta estipulada pelo governo", disse.

    Bernardo fez referência ao IPCA em 12 meses, que ficou em 6,06%, dizendo que é uma mostra que "o sistema está resistindo". A meta de inflação do governo em 2008 é de 4,5% para o IPCA, com margem de tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. O ministro destacou, no entanto, que o Brasil precisa avançar em questões como as reformas tributária e política.

    "O Brasil precisa de uma reforma política que resgate as condições de operação das instituições e a credibilidade na política. Temos uma infinidade de partidos que não são respeitados. É difícil, mas precisamos que se tenha consenso", disse Bernardo.

    Ele revelou, inclusive, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a procurar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para realizar uma campanha que promova essa reforma. A partir da reforma política, disse Bernardo, as outras reformas podem ser aceleradas porque "as dificuldades políticas acabam sendo um entrave para as demais."

    Fonte: Folha on-line
    10-07-2008 | 11:07
    O MEC (Ministério da Educação) anunciou na terça-feira (8) a abertura de 143 cursos técnicos a distância. Intitulado e-Tec (Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil), o programa, segundo o ministério, oferecerá 50 mil vagas gratuitas para jovens de todo o país.

    Os cursos serão divididos em 14 áreas: informática, enfermagem, metalurgia, meio ambiente, agropecuária, turismo, construção civil, gestão, indústria, recursos pesqueiros, saúde, comércio, artes, química e telecomunicações.

    De acordo com o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, o programa permitirá ao futuro profissional "uma boa preparação para o mercado de trabalho".

    Os cursos terão duração média de um a dois anos e contarão com tutoria presencial e a distância oferecida em pólos de apoio.

    Os processos seletivos começarão em agosto. Segundo o MEC, a lista de pólos de apoio presencial aprovados foi publicada no "Diário Oficial" da União do dia 4.

    Fonte: Olhar direto

    10-07-2008 | 11:07
    Embora o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de junho tenha atingido o pico máximo de inflação no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa sinaliza desaceleração, um crescimento menor . A avaliação foi feita hoje (9) pelo economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros.

    "Esse é um começo, por isso ainda está muito parecido com o [resultado] do mês anterior”, disse ele, em referência ao IGP-DI de junho (1,89%) em relação a variação de preços registrada em maio (1,88%).

    “Mas se observamos por dentro, as pressões que aconteceram antes não devem se repetir, porque vieram de produtos que sobem mais espaçadamente, como minério de ferro e o óleo diesel, já em fase de diminuição dos efeitos sobre o IGP-DI”, explicou o economista.

    Segundo Quadros, a desaceleração do IGP-DI será um movimento lento, podendo variar de acordo com as mudanças no cenário econômico mundial, principalmente em relação às commodities agrícolas. “Os produtos agrícolas estão em um cenário de instabilidade”, disse.

    “No balanço geral, deve continuar com uma desaceleração gradativa, exatamente, porque tem a reposição de pressões. Sai um produto que teve um impacto muito grande e entra outro, que pode pelo menos em parte compensar essa desaceleração”, avaliou Quadros.

    De acordo com o economista, do ponto de vista do atacado, os fertilizantes e os alimentos processados, como o arroz ¾, que marcou inflação de 19,67% em maio contra -6,15% em junho, devem puxar para baixo o IGP-DI de julho. O IGP-DI, assim como o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), é utilizado para reajuste de aluguel.

    Fonte: Olhar direto

    10-07-2008 | 11:07
    Insatisfeitos com a decisão do governo em aumentar o valor do marck-up, empresários anunciam disposição para recorrer da medida
    Contrariados com a decisão do governo em aumentar em 100% o valor do “marck-up” - que serve de base para o cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre as notas fiscais interestaduais provenientes de Estados com os quais Mato Grosso não tem convênio – os empresários anunciam que irão recorrer da medida, prevista no decreto estadual 4.540.

    De acordo com o advogado da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), Otacílio Peron, a restituição dos valores cobrados sob efeito desse decreto, relativos ao período de 1 a 22 de junho, será feita por meio de compensação aplicada na carga tributária do mês de agosto e deve ser requerida amanhã pelas empresas junto à Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz).

    “As empresas devem efetuar o pagamento do ICMS do mês anterior e, no dia seguinte, já poderão entrar com a solicitação de restituição do valor cobrado indevidamente”, informou Peron. Ele recomenda ainda que os empresários que tiverem dúvidas sobre como proceder para receber a restituição devem procurar a Sefaz ou a entidade à qual são associados.

    Segundo Peron, a compensação faz parte de um acordo entre o secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias, e representantes de entidades empresariais, como a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado (FCDL), Fórum de Empresários de Mato Grosso (Foremat) e CDL, anunciado na segunda-feira na presença o governador Blairo Maggi.

    MARCK-UP – Otacílio Perón esclareceu que o Decreto 4.540 prevê um aumento de 100% do “mark-up” sobre as notas fiscais interestaduais provenientes de Estados com os quais Mato Grosso não tem convênio. “Isto significa que o empresário teria que pagar o valor do ICMS em dobro”, aponta Peron, acrescentando que entre as conseqüências deste fato, aconteceram apreensões de carregamentos sob o argumento de notas irregulares, “exigindo-se pagamento no ato dos valores dobrados para liberação destas mercadorias”.

    Paulo Silva, presidente da FCDL, diz que o empresário brasileiro já é muito penalizado pela alta carga tributária. “Aumentar ainda mais os tributos sobre as empresas mato-grossenses seria uma forma de impedir o desenvolvimento e inibir a pujança a que este Estado naturalmente está destinado”, enfatizou.

    O presidente da CDL, José Alberto Vieira de Aguiar, pontuou “que espera ver para crer” nesta promessa de Blairo. “No ano passado, alguns acordos feitos pela Sefaz às entidades de representação classista e empresarial não foram sequer registrados no papel, muito menos efetivados, causando transtornos ao empresariado mato-grossense e chegando ao ponto de termos que nos reunir outras vezes para resolver a questão”.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    09-07-2008 | 17:07
    O Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon) recebeu na manhã desta quarta-feira (09), a gerente comercial Lidiane de Oliveira Blank e o vendedor técnico, Flávio Ramos Pedrosa, ambos do grupo Votarantim. Durante a reunião, o presidente do Sindicato, Luiz Carlos Richter Fernandes solicitou informações sobre a revisão dos limites de créditos das construtoras, bem como, o aumento da cota para compra de cimentos para o município de Nobres, em Mato Grosso.

     

    O Sindicato solicitou também, o perfil do consumidor do Acre, Rondônia e Mato Grosso, sendo estes por região e seguimentos, como, Lojas, Construtoras, Concreteiras, Indústrias de Pré-Moldados e Grande Obras.

     

    Outro assunto discutido na ocasião, foi à variação da pauta do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do cimento, dos últimos dois meses e também o valor do ICMS do mesmo produto, recolhido nos últimos 12 meses.

     

    Otimista, Ritcher comemora o fornecimento ágil do cimento em Mato Grosso, a carga que era de 500 toneladas, abastecida diariamente, passou para 800 toneladas/dia. “Hoje temos disponibilidade do material. O prazo máximo de uma entrega é de cinco dias úteis”, enfatizou.

     

    De acordo com Richter, vários pontos que envolvem a construção civil foram definidas com sucesso, durante a reunião de hoje. “Conseguimos esclarecer alguns fatores da construção civil, um exemplo evidente é o cimento. Estamos recebendo atualmente uma carga maior no Estado, e isso reflete na relação entre fornecedor e consumidor final”, destacou.

     

    Participaram também da reunião, Cláudio Cleber Ottaiano da Construtora Embracon, Esper Haddad Neto da Construtora Panamericana, Milton de Brito  da Construtura Tocantins, Moacir Francisco Figueiredo e Gilmar Costa da Construtora Trimec.
    09-07-2008 | 11:07

    A CNI (Confederação Nacional da Indústria) prevê que a alta da inflação vai comprometer o ritmo de crescimento da economia brasileira em 2008. A entidade divulgou nesta quarta-feira sua nova previsão trimestral para os principais indicadores econômicos nesse ano. A expectativa para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas pelo país) foi revista de 5% para 4,7%.

    Para a CNI, o consumo das famílias brasileiras vai crescer menos (5,5% ante 7,5% da previsão anterior). Também haverá queda nos investimentos (de 14% para 10,5%). Já a previsão para o PIB da indústria foi mantida em 5%.

    As novas estimativas se devem ao aumento da inflação. A CNI revisou sua previsão para o IPCA (índice oficial de preços do IBGE, utilizado como meta de inflação) de 4,7% para 6,4%. A meta para este ano é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% na margem de tolerância.

    "As medidas de política econômica voltadas à contenção da pressão inflacionária em especial a retomada de uma política monetária restritiva irão conduzir à desaceleração da economia", diz a CNI em nota.

    Com a inflação em alta, a CNI espera que a taxa básica de juros termine 2008 em 14,25% ao ano. Hoje, a Selic está em 12,25% ao ano.

    Focus

    As previsões estão próximas aos números divulgados na pesquisa semanal do Banco Central com o mercado financeiro, o relatório Focus. Segundo a pesquisa semanal divulgada na segunda-feira, os economistas prevêem um IPCA de 6,40%, Selic de 14,25% ao ano e um crescimento do PIB de 4,8% em 2008.

    Fonte: Folha on-line
    09-07-2008 | 11:07
    O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu 1,89%, em junho ligeira variação para cima em relação ao registrado em maio, 1,88%. No ano, o índice acumula alta de 7,14% e, nos 12 meses até junho, a alta acumulada foi de 13,96%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
         
         A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de junho foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 30 do mês de referência.
         
         Entenda a diferença entre os principais índices de inflação
         
         O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 2,29%, contra 2,22% um mês antes. O índice relativo a Bens Finais desacelerou para 0,99%, contra 1,45% em maio. A principal contribuição para a desaceleração veio do subgrupo alimentos processados (de 3,13% em maio para 1,68% em junho). Excluídos os preços dos alimentos in natura e dos combustíveis, o índice desacelerou para uma alta de 0,52%, contra 1,28% um mês antes, na mesma comparação.
         
         O índice do grupo Bens Intermediários subiu 2,59% em junho, ante 2,32% em maio, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 0,99% para 1,90%). Excluídos os preços de combustíveis e lubrificantes para a produção, a alta foi de 2,41%, contra 1,88% um mês antes, na mesma comparação.
         
         No estágio das Matérias-Primas Brutas, houve aceleração --de 2,96% em maio para 3,33% em junho, com destaques para soja em grão (0,62% para 10,17%), bovinos (3,98% para 11,29%) e laranja (-18,08% para -10,81%). Já os itens arroz em casca (15,98% para -2,80%), tomate (19,67% para -6,15%) e leite in natura (3,72% para 0,56%) desaceleraram.
         
         O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) desacelerou para 0,77%, contra 0,87% em maio. A maior contribuição para a desaceleração do índice partiu do grupo Alimentação (2,33% para 1,85%), com destaque para hortaliças e legumes (10,20% para 0,83%), panificados e biscoitos (5,12% para 1,61%) e laticínios (1,56% para 0,66%). Também desaceleraram os preços nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,81% para 0,58%) e Transportes (0,21% para 0,05%), com destaque para medicamentos em geral (1,39% para 0,23%) e óleo diesel (7,29% para 2,04%).
         
         Já os grupos Habitação (0,18% para 0,33%), Vestuário (0,37% para 0,56%), Educação, Leitura e Recreação (0,34% para 0,37%) e Despesas Diversas (-0,08% para 0,36%) tiveram alta, com destaque para taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 1,50%), acessórios do vestuário (-0,78% para 1,48%), show musical (-1,74% para 2,89%) e mensalidade para TV por assinatura (-1,23% para 1,05%). O núcleo do IPC subiu 0,44% em junho, repetindo a taxa referente ao mês de maio.
         
         O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) desacelerou para uma alta de 1,92% no mês passado, contra 2,02% em maio. Apenas o grupo Serviços teve alta (de 0,77% em maio para 1,43% em junho). A taxa do grupo Materiais recuou de 1,77% para 1,68%. O grupo Mão-de-Obra também desacelerou (de 2,50% em maio para 2,25% em junho). Foram decrescentes os impactos dos reajustes salariais nas cidades de Fortaleza, Brasília e São Paulo e crescentes em Goiânia, Curitiba e Florianópolis. Fonte: 24 Horas News
    09-07-2008 | 11:07
    O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, advertiu nesta quarta-feira que a inflação em alguns países emergentes da América Latina e da África "está ficando descontrolada".
         
         "Em alguns países emergentes e de baixas rendas, a inflação está ficando descontrolada. Isso quer dizer que a política monetária provavelmente deva ser ajustada", declarou Strauss-Kahn a um grupo de jornalistas em Toyako, no norte do Japão, durante a reunião de cúpula do G8 (grupo dos sete países mais ricos e a Rússia).
         
         Strauss-Khan não indicou exatamente a quais países se referia, mas afirmou que se tratava de nações de América Latina e África.
         
         O diretor-gerente do FMI, que se reuniu em Toyako com os líderes do G8, disse que "o crescimento é uma questão importante", mas que "a inflação é provavelmente hoje a maior ameaça para a economia mundial".
         
         Também considerou que ampliar o G8 (formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido, Itália, Japão e Rússia) para outros países é "certamente uma boa idéia". 

    Fonte: 24 Horas News

    09-07-2008 | 11:07
    "Surfando em uma grande onda de confiança." É dessa forma que o jornal britânico Financial Times (FT) apresentou o Brasil, em um caderno especial de seis páginas sobre o País, divulgado ontem. A série de reportagens mostra os avanços econômicos, políticos e sociais obtidos nos últimos anos, mas aponta que a tarefa de transformação ainda não está completa. "Não é um exagero dizer que o Brasil está à beira do status de superpotência", diz o jornal. Conforme a publicação, em um momento de aumento da demanda por alimentos e energia, o País tem uma posição singular.

    Além de ser um dos maiores produtores agrícolas do mundo, o que inclui o etanol de cana-de-açúcar, o Brasil está entre os líderes da indústria automotiva e em breve deve se tornar um importante exportador de petróleo. O mercado interno está explodindo, o que passou a representar um ímã para o investimento externo direto. "Muito disso se tornou possível pelas reformas feitas nos últimos 15 anos", afirma.


    Segundo o FT, as bases da prosperidade do Brasil foram feitas sob a administração de Fernando Henrique Cardoso, e na época condenadas pelo Partido dos Trabalhadores (PT), então na oposição. "Mas, no governo, Lula e seus conselheiros passaram a ver o valor, especialmente para os pobres, da inflação baixa e da estabilidade econômica."


    Mas a publicação aponta desafios. "A infra-estrutura do País é uma confusão. A saúde pública e os serviços de educação são persistentemente inadequados”, diz. "O custo de falhar ao lidar com essas questões pode trazer outra geração de oportunidades perdidas.” Fonte: Olhar direto
    09-07-2008 | 11:07
    Os empregos na indústria ficaram praticamente inalterados (-0,1%) em maio na comparação com o mês anterior. Já em relação a maio de 2007, houve expansão de 2,1%.

    O resultado completa uma seqüência de 23 taxas positivas neste tipo de comparação. De acordo com os dados divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ritmo de crescimento verificado em maio na comparação anual, no entanto, é “menos intenso que o observado nos últimos meses”.

    Ainda de acordo com o levantamento, de janeiro a maio deste ano, o emprego industrial acumula alta de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 2,7% nos últimos 12 meses.

    Os salários dos trabalhadores do setor subiram 0,8% em relação a abril. Na comparação com maio de 2007, houve aumento de 7,0%. No ano, a folha de pagamento acumula alta de 6,4%. Já o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria recuou 0,7% em maio na comparação com abril. Em relação a maio de 2007, houve crescimento de 1,6%. O índice acumula no ano alta de 2,6%.

    O levantamento do IBGE aponta ainda que as contratações superaram as demissões em nove dos 14 locais investigados e em 12 dos 18 segmentos pesquisados, na comparação com maio de 2007. Os principais avanços foram verificados em São Paulo (3,9%), Minas Gerais (3,5%) e Região Norte e Centro-Oeste (2,3%).

    Setorialmente, houve expansão nas indústrias de máquinas e equipamentos (10,7%), meios de transporte (9,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,3%), produtos de metal (8,6%) e alimentos e bebidas (2,9%). Por outro lado, os empregos recuaram nas indústrias de calçados e artigos de couro (-11,9%), de vestuário (-5,9%) e têxtil (-7,2%). Fonte: Mídia News
    09-07-2008 | 11:07

    Atendendo reivindicação do segmento comercial, o Governo do Estado irá oferecer créditos tributários para que os empresários tenham restituídos os valores empregados no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado com alíquota dobrada entre os dias primeiro de maio e 22 de junho deste ano.

    O desconto será aplicado na carga tributária do mês de agosto, tendo direito os contribuintes que estiverem com suas obrigações financeiras regularizadas com o Estado. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (07.07) após reunião entre entidades representativas do setor comercial do Estado e o governador Blairo Maggi.

    O secretário de Fazenda, Eder Moraes, explicou que os valores obtidos com a alíquota dobrada ainda não estão oficializados, mas devem ficar em torno de R$ 13 milhões. O requerimento de compensação deve ser feito pelo site da Sefaz. “Esta decisão da compensação é mais política do que técnica. Juridicamente a margem dobrada está correta”, aponta o secretário.

    Empresários que estiverem com mais de 90 dias em atraso com suas obrigações ao Estado, somando débitos superiores a R$ 50 mil não terão direito à compensação. “Em momento algum Governo e empresários quiseram facilitar a ação de sonegadores fiscais”, observou o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf.

    O presidente do Fórum de Empresários de Mato Grosso (Foremat), Paulo Gasparoto, afirmou que a reposta do Governo foi positiva aos pedidos do mercado econômico. “Era o que esperávamos, estamos satisfeitos”. Ele comentou que a carga do ICMS varia conforme o segmento do produto avaliado, variando entre os 35% e 50%.

    “Esta cobrança dobrada aconteceu a produtos que vem de outros Estados com incentivos que tornam a concorrência local desleal, causando grande desequilíbrio no mercado interno. Queremos tornar o mercado mais competitivo”, pontuou o secretário de Fazenda, Eder Moraes.

    Fonte: Mídia News
    09-07-2008 | 11:07
    As pressões ainda incipientes, mas cada vez maiores pela volta de mecanismos de indexação, particularmente na área de serviços, eram previsíveis diante do recrudescimento dos índices inflacionários, mas devem ser rechaçadas pelo risco que implicam. Ainda agora, até mesmo a oposição aceitou como natural o reajuste determinado pelo Planalto de 8% nos valores do Bolsa Família, pois é evidente que as faixas de menores ganhos são as mais prejudicadas por esse mal. Mas a variação acumulada em 12 meses de 13,44% no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), usado para reajustar serviços como aluguéis, fez soar o alerta sobre a possibilidade de volta de uma dupla nefasta para os brasileiros: a da inflação e a de sistemas automáticos de reposição. Num primeiro momento, esses artifícios podem até passar a idéia de proteger o consumidor, mas em seguida costumam criar um círculo vicioso de aumento de preços difícil de ser rompido.

    A esta altura, a inflação já não se limita ao ‘feijãozinho’, como chegou a definir o ministro da Fazenda, Guido Mantega, pois as altas não se restringem mais aos alimentos. Ainda assim, nem a inflação pode ser considerada em descontrole, nem o seu repasse automático deve ser visto como inevitável. Diante do fenômeno, que é mundial, mas costuma punir de forma mais intensa países em desenvolvimento e as faixas populacionais de menores ganhos, o governo federal demonstrou pelo menos a maturidade de rechaçar qualquer possibilidade de artificialismos. É o que ocorreria, por exemplo, se recorresse a alternativas como congelamento ou controle de preços que, assim como a indexação, demonstraram efeitos desastrosos na prática em anos recentes. O Planalto, porém, falha ao hesitar em tomar medidas mais drásticas sob o ponto de vista do corte das despesas, já que o rigor fiscal é sempre um dos mais providenciais antídotos em momentos mais críticos para a economia.

    A questão é que, quando a inflação se aproxima dos dois dígitos no período de um ano, tem início a corrida dos que tentam se proteger dos seus efeitos. É o caso dos assalariados, que já começam a ver corroída parte dos ganhos excepcionais registrados no valor do salário mínimo nos últimos anos. É o que ocorre também em áreas como a de aluguéis de imóveis, que tendem a se inclinar justamente por índices como o IGP-M, um dos mais influenciáveis em momentos de instabilidade de preços como o atual.

    Além de arriscado, o processo diante do qual o país está à frente neste momento é absolutamente indesejável. Por isso, a rejeição a ameaças como inflação e correções automáticas de preços precisa ser assumida como um compromisso dos governantes e do conjunto da sociedade.



    “A rejeição a ameaças como inflação precisa ser assumida como um compromisso”

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    09-07-2008 | 11:07
    Queda de 0,61% no volume movimentado neste semestre pela aduana não é significativo e reflete a greve dos auditores federais. As importações de Mato Grosso por meio da Estação Aduaneira do Interior (Eadi), o Porto Seco, chegaram a US$ 65,82 milhões, queda de 0,61% em relação aos números do mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados US$ 66,23 milhões. O recuo, segundo a administração do Porto Seco, foi devido à greve de 50 dias dos auditores fiscais da Receita Federal do Brasil, realizada entre março e início de maio.

    “Na verdade, se não tivéssemos greve as importações poderiam chegar perto de US$ 93 milhões”, disse o gerente de Logística da aduana, Elton Erthal. Segundo ele, as perdas podem ter chegado a 40%, o equivalente a US$ 26,32 milhões que deixaram de entrar em Mato Grosso por causa da paralisação.

    Os números do primeiro semestre de 2008 mostram ainda que, na comparação com o primeiro semestre de 2004, (US$ 12,04 milhões) as importações apresentaram incremento de 446%. Sobre os números de 2005 (US$ 15,25 milhões), o crescimento foi de 331% e, em relação a 2006 (US$ 22,76 milhões), as importações do primeiro semestre deste ano tiveram incremento de 189%.

    Na avaliação do gerente de Logística, a baixa cotação do dólar está facilitando as importações e dificultando as exportações. Para Elton Erthal, na hipótese do dólar não se recuperar, a tendência é de que as importações continuem em alta. Ele atribui também o bom desempenho das importações à aquisição de equipamentos e tecnologia pelas empresas que estão se instalando em Mato Grosso.

    Os produtos mais comprados pelas empresas mato-grossenses no primeiro semestre deste ano foram materiais de mídia (CDs e DVDs), colheitadeiras, zinco, polietileno, pneus e veículos.

    Elton acredita que o câmbio deverá manter a curva de crescimento das importações nos próximos meses. “De uma forma geral, os importadores mato-grossenses têm demonstrado interesse em comprar através do Porto Seco e estão conseguindo bons resultados”.

    VANTAGENS – O diretor do Porto Seco, Francisco de Almeida, aponta os incentivos fiscais do governo do Estado como principal fator de atração para as importações. Os benefícios prevêem redução de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de até 83,33% para produtos que não tenham similares produzidos em Mato Grosso.

    “Além disso, todo o trâmite aduaneiro e o desembaraço da documentação tanto para importação quanto para exportação é feito no próprio Estado, facilitando o procedimento às empresas”, lembra ele.

    Outra vantagem do Porto Seco está na proximidade, rapidez e segurança para aqueles que operam com a aduana. “O importador ou exportador pode fazer o acompanhamento de todo o processo até à saída da carga sem a burocracia que, normalmente, acaba desestimulando o operador”, completa Almeida.

    LOGÍSTICA – Para Francisco de Almeida, o desinteresse pelas exportações via Porto Seco tem como principais fatores a defasagem cambial e o alto custo da logística de transporte. “Enquanto este cenário não mudar as exportações vão continuar estagnadas”. Ele prevê, no entanto, uma melhoria nas exportações mato-grossenses a partir da construção de um terminal no porto de Paranaguá e a abertura de um espaço para Mato Grosso no porto de Santos.

    GREVE - Os auditores da Receita Federal paralisaram as atividades em março para reivindicar faixa salarial de R$ 19,7 mil. Isso equipararia a remuneração mais elevada de um auditor a de um delegado da Polícia Federal. A greve tem prejudicado o comércio exterior brasileiro tanto nas exportações quanto nas importações do País, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    09-07-2008 | 11:07
    O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, garantiu que o Brasil não corre atualmente risco de apagão porque, segundo ele, diferentemente de 2001, quando houve racionamento, estão sendo feitos investimentos não só em geração, mas também em transmissão de energia. Destacou que naquela época havia carência de linhas de transmissão, o que dificultava o repasse de energia de uma região para outra.

    Durante depoimento ontem em audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, Lobão lembrou que o Plano Decenal de Energia, que traça as perspectivas do setor até 2017, prevê investimentos de R$ 134 bilhões em geração de energia, dos quais R$ 107 bilhões em energia hidráulica e os restantes R$ 27 bilhões em energia térmica.

    Na área de transmissão, frisou, o Plano Decenal fixa investimentos de R$ 34 bilhões, enquanto na área de petróleo serão investidos R$ 266 bilhões entre este ano e 2012. "Hoje não teremos surpresas desagradáveis. Com energia farta, o crescimento se dará com segurança".

    Ele sublinhou que para manter o crescimento da economia é necessário permanentemente ampliar a oferta de energia, investir em transporte, armazenamento e eficiência energética. De acordo com Lobão, o governo dispõe de todos os instrumentos para garantir que isso aconteça. "O governo faz um planejamento de curto, médio e longo prazos olhando hoje, amanhã e mais adiante", observou. Mo ministro destacou ainda que o comitê de monitoramento do setor elétrico acompanha permanentemente a oferta e a demanda.

    Fonte: Gazeta digital
    09-07-2008 | 11:07
    O emprego industrial caiu 0,1% em maio em relação a abril segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com maio do ano passado, houve aumento de 2,1%. O desempenho do mercado de trabalho industrial foi avaliado pelo economista André Macedo, da coordenação de indústria do instituto, como estável. A ocupação na indústria acumula, de janeiro a maio, alta de 2,8% em relação a igual período do ano passado e, em 12 meses, de 2,7%.

    A folha de salário real dos trabalhadores do setor registrou alta de 0,8% em maio na comparação com abril; aumento de 7% ante maio do ano passado; expansão de 6,4% no acumulado de janeiro a maio; e alta de 6,1% em 12 meses. Segundo Macedo, o aumento de 2,1% na comparação com maio do ano passado "revela um ritmo menos intenso de expansão do que o verificado nos meses anteriores". Em abril, por exemplo, nessa base de comparação, o aumento na ocupação industrial havia sido de 2,5% e em março, de 3%. Macedo acredita que a perda de ritmo pode ser resultado da base de comparação elevada do ano passado.

    Em termos setoriais, segundo ele, permanece o quadro que vem sendo observado nos últimos meses, já que os segmentos com melhor desempenho na produção, como máquinas e equipamentos, aparelhos eletroeletrônicos e alimentos e bebidas, pressionam positivamente os dados do emprego, enquanto as atividades com resultados piores de atividade, como vestuário, têxtil e calçados, registram queda.

    Setorialmente, no total do país, os destaques positivos do emprego no indicador ante maio de 2007 foram máquinas e equipamentos (10,7%), meios de transporte (9,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,3%), produtos de metal (8,6%) e alimentos e bebidas (2,9%). Os principais impactos negativos foram dados por calçados e artigos de couro (-11,9%), vestuário (-5,9%) e têxtil (-7,2%).

    Fonte: Gazeta Digital
    08-07-2008 | 12:07
    A taxa de emprego no mês de maio apresentou elevação de 2,1%, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação a abril, o índice caiu 0,1%.

    O indicador acumulado entre janeiro e maio ficou em 2,8% e nos últimos 12 meses (2,7%), repetiu a taxa de abril.

    Já a folha de pagamento real cresceu 0,8% no confronto mês a mês. Nas comparações com iguais períodos de 2007, os indicadores salariais foram positivos em 7% no índice mensal e 6,4% no acumulado do ano.

    O acumulado nos últimos 12 meses mostrou ligeira aceleração no ritmo de crescimento (6,1%), após ter ficado estável em março e abril (5,9%) e segue apresentando taxas superiores a 5% desde dezembro de 2007.

    Fonte: Terra
    08-07-2008 | 12:07
    Alta de junho, no entanto, foi menor que a registrada no mês anterior.Custo por metro quadrado passou para R$ 637,69 em junho. A inflação da construção civil recuou para 1,24% em junho, ante 1,87% em maio, segundo dados divulgados nesta terça-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, a inflação do setor acumula alta de 5,28%, acima da variação observada no mesmo período do ano passado, quando ficou em 3,16%.

    A taxa de junho também é bastante superior à do mesmo mês do ano anterior, quando ficou em 0,53%. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 8,26%.

    Ao contrário do observado em maio, quando os reajustes salariais em vários estados pressionaram fortemente os índices, em junho ocorreu uma aceleração mais acentuada dos materiais. O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 629,91 em maio para R$ 637,69 em junho, sendo R$ 363,94 relativos aos materiais e R$ 273,75 à mão-de-obra.

    A parcela do índice relativa aos materiais apresentou forte aceleração, passando, em junho, para 1,44%, alta bem superior àquelas registradas nos cinco primeiros meses do ano (0,67% em janeiro e fevereiro e 0,60% em março, abril e maio).

    Já o componente mão-de-obra, que em maio havia registrado um forte avanço, de 3,54 pontos percentuais em relação a abril, em junho variou 0,96% ainda pressionado, em menor escala, pelos reajustes salariais praticados no Paraná e Rio Grande do Sul.  

    Regional

    Influenciada pelos resultados do Paraná e Rio Grande do Sul, a região Sul apresentou a maior variação (3,62%) em junho. O Norte e o Centro-Oeste ficaram com resultados praticamente iguais (1,05% e 1,04% respectivamente). No Sudeste, o índice teve variação de 0,88% e no Nordeste, de 0,60%.

    A região Sul também registrou as maiores variações no ano (6,43%) e em 12 meses (8,98%). Os menores acumulados, nesses períodos, ficaram com a região Norte (3,84% no ano) e Nordeste (7,34% em 12 meses), respectivamente. Os custos regionais foram os seguintes: R$ 679,07 no Sudeste; R$ 634,22 no Sul; R$ 618,37 no Norte; R$ 607,39 no Centro-Oeste; e R$ 593,99 no Nordeste.

    Fonte: Portal G1
Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT)
Avenida Tancredo Neves, 93 - 2· andar - Bairro Jardim Petrópolis - Cuiabá (MT)
CEP 78070-122 - Fone: (65) 3627-3020
Anuncie - Política de Privacidade
2014 -Todos os Direitos Reservados
V3 Agência Web