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Domingo, 24 de Setembro de 2017
NOTÍCIAS
    11-06-2008 | 10:06

    A construção civil impulsionou a expansão da indústria, que cresceu 6,9% no primeiro trimestre deste ano. É a maior taxa de expansão da indústria desde o segundo trimestre de 2004, quando foi de 12,3%, segundo divulgação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas pela economia do país) de janeiro a março deste ano.

    Somente a construção civil teve crescimento de 8,8% de janeiro a março, na comparação com igual período em 2007. É maior nível de expansão industrial desde o período de abril a junho de 2004, quando tal incremento chegara a 10,6%.

    A indústria de transformação foi outro destaque no resultado geral da industria, com alta de 7,3% no primeiro trimestre deste ano. O segmento de transformação e a construção civil representam, juntos, 80% da produção industrial. "A indústria foi o grande destaque da economia no primeiro trimestre, e foi puxada pela construção civil, e também pela indústria de transformação", afirmou a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

     

    O crescimento da atividade de construção civil pode ser explicada pela maior oferta de crédito habitacional, que em valores nominais, teve aumento de 24,6%. Já a indústria de transformação também foi impulsionado pelo maior acesso ao crédito, e pela taxa de juros mais baixa, que facilitou o investimento. O subsetor teve o resultado influenciado pelo desempenho das produções de máquinas e equipamentos, da industria automobilística, além de material elétrico e metalurgia.

     

    Nos últimos quatro trimestres, a indústria acumula alta de 5,7%. Por outro lado, a indústria extrativa mineral, que engloba as produções de petróleo e de minério de ferro, cresceu em ritmo menor. Na comparação com janeiro a abril de 2007, esse incremento ficou em 3,3%. A extração de minério de ferro aumentou 10,8%, e a de petróleo e gás cresceu 3%. A produção de óleo e gás representa 62% da indústria extrativa, e a de minério corresponde a 27%.

     

    "O menor desempenho da indústria de petróleo e gás pode ser explicado pelo atraso na entrada de plataformas e pelas paradas programadas nas unidades da Petrobras", observou Palis.

     

    Fonte: Folha online 
    11-06-2008 | 10:06

    O custo da construção civil em Mato Grosso aumentou 8,1% em maio deste ano em relação ao mesmo período de 2007. O valor do metro quadrado atingiu R$ 591,34 no quinto mês deste ano contra R$ 547,02, em igual intervalo do ano anterior. A diferença no preço já está provocando um freio nos consumidores que estavam planejando alguma reforma. Os dados fazem parte de pesquisa mensal realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e foram divulgados ontem.

    Mesmo com o incremento registrado na variação anual, o custo mato-grossense é menor que o verificado no Brasil, que somou R$ 629,12 em maio deste ano, aumento de 7,5% sobre os R$ 585,96 contabilizados no mesmo mês de 2007. Ainda de acordo com o levantamento do IBGE, no Centro-Oeste, o custo registrado em maio atingiu R$ 601,12, o que equivale a 1,65% a mais que o valor de Mato Grosso. O menor foi constatado em Goiás, com R$ 587,13, mesmo assim 2,8% maior que os R$ 571,07 de maio de 2007.

    Para o vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Júlio Flávio Miranda, a alta nos custos está refletindo diretamente na execução das obras, já que onera o valor das construções contratadas até um ano atrás e que não continham preços tão elevados. "Assim temos que fazer manobras para que os custos não sejam aumentados ainda mais. Além do incremento está faltando produtos básicos no mercado, que prejudica o consumidor varejista e as grandes indústrias".

    Em relação a janeiro deste ano, o custo mato-grossense acumula alta de 1,7%. No primeiro mês de 2008, o valor registrado foi de R$ 581,32. "Com a elevação nos preços da cesta básica da construção o consumidor que tinha feito um orçamento no final do ano passado e vai comprar agora fica assustado com a diferença e acaba desistindo da compra", diz Miranda ao afirmar que os aumentos são consequência da estabilidade econômica, que ofereceu condições para que os consumidores investissem em reformas mas que em contrapartida, as indústrias produtoras dos insumos não estavam preparadas para atender a demanda, que não aumentou somente em Mato Grosso, mas no país.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    11-06-2008 | 10:06

    O grande vilão no custo da construção civil no Estado é o cimento. De janeiro até ontem, a majoração na bolsa com 50 kg chega a 56,2%. Em janeiro, o produto foi vendido por até R$ 16 e ontem estava sendo oferecido em algumas lojas por até R$ 25, acompanhamento da Associação dos Comerciantes de Material de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT). O presidente da entidade, Wenceslau Souza Júnior, afirma que ainda não há uma previsão de quando o preço do cimento voltará a cair.

    "Mesmo que a indústria de Mato Grosso já tenha retomado a produção, a oferta não é suficiente para atender a demanda. Uma indústria que poderia a ajudar no abastecimento local, com sede no Mato Grosso do Sul, está com problemas em um equipamento e não está produzindo, o que reduz ainda mais a oferta no Estado", diz Souza Júnior que é proprietário da Verdão Material para Construção. Na loja dele, a venda aos consumidores está sendo controlada para que possa atender uma quantidade maior de clientes.

    Na loja Moinho Material para Construção, o proprietário, Antônio Vicente Arruda, afirma que a cota que tem para comprar semanalmente é de 2,5 mil unidades, que conforme ele não teve alteração no volume nos últimos meses. A bolsa está sendo vendida por R$ 22,50, alta de 32,3% sobre o preço de janeiro, R$ 17. "A demanda aumentou e a oferta reduziu, elevando os preços no mercado".

    O presidente da Acomac-MT, acrescenta que as lojas menores têm mais dificuldade para abastecer seus estoques, pois não têm condições de trazer o produto de outros Estados e o volume comprado é menor se comparado a outros estabelecimentos (FR).

    Fonte: Gazeta Digital

     

     

    11-06-2008 | 10:06

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje, durante feira do setor da saúde em São Paulo, que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) vai ajudar a conter a inflação. Segundo informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB cresceu 5,8% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, puxado pelo investimento e o consumo das famílias --ao todo, a economia movimentou R$ 665,5 bilhões.

    Segundo Lula, o crescimento do PIB vai ajudar a manter o equilíbrio entre a oferta e demanda e evitar o descontrole da inflação. Lula disse ainda que o "país se encontrou". "Estou convencido de que vamos permanecer assim por muitos anos, não é vôo de galinha."

    Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo

    "É importante lembrar que todos estavam chorando em 2004 e 2005. E hoje o que percebemos é que o país se encontrou consigo mesmo. O Brasil começou a perceber que se ele der certo, a América do Sul vai dar certo, a América Latina vai dar certo. E que a indústria brasileira tem condições de ser carro-chefe do dinamismo", afirmou o presidente.

    Resultados

    O PIB, que mostra o comportamento de uma economia, é a soma das riquezas produzidas por um país --é formado pela indústria, agropecuária e serviços. O PIB também pode ser analisado a partir do consumo, ou seja, pelo ponto de vista de quem se apropriou do que foi produzido. Neste caso, é dividido pelo consumo das famílias, pelo consumo do governo, pelos investimentos feitos pelo governo e empresas privadas e pelas exportações.

    O destaque principal da economia brasileira no início de 2008 foi o setor industrial, que cresceu 6,9% em relação ao primeiro trimestre de 2007. Na comparação com o quarto trimestre, a indústria teve expansão de 1,6%. Somente a construção civil teve crescimento de 8,8% de janeiro a março, na comparação com igual período em 2007.

    Já o setor de serviços registrou incremento de 5% frente ao primeiro trimestre de 2007 e de 1% em relação ao quarto trimestre do ano passado. O setor agropecuário cresceu 2,4%, na comparação com o período de janeiro a março do ano passado. Em relação ao último trimestre de 2007, porém, a agropecuária teve queda de 3,5%.

    O investimento, medido pela chamada formação bruta de capital fixo (FBCF), cresceu 15,2% de janeiro a março, se comparado a igual período no ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2007, houve incremento de 1,3%. O IBGE também registrou que a taxa de investimento em relação ao PIB foi a mais alta para um primeiro trimestre desde 2000: 18,3%.

    O consumo das famílias, por sua vez, aumentou 6,6% no primeiro trimestre na comparação com igual período em 2007, e 0,3% na comparação com o período entre outubro e dezembro do ano passado. É o 18º mês consecutivo de crescimento do consumo familiar no país. Este item teve participação de 60,9% na formação do PIB, o que significa R$ 412,3 bilhões em valores absolutos.

    O consumo do governo registrou alta de 5,8% no primeiro trimestre deste ano, se comparado a igual período em 2007. Em relação ao último trimestre de 2007, o consumo do governo aumentou 4,5%.

    As importações de bens e serviços --mais um indicativo da alta do consumo-- cresceram 18,9% no trimestre, representando R$ 83,9 bilhões. Já as exportações somaram R$ 79,2 bilhões, queda de 2,1% rente ao 1º trimestre de 2007.

    Fonte: Folha online

    11-06-2008 | 10:06
    O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, foi de R$ 665,5 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 5,8% em relação a igual período do ano passado, divulgou hoje (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período de um ano terminado em março, o crescimento também foi de 5,8%.

    O principal destaque foi a indústria, cujo PIB cresceu 6,9% no primeiro trimestre em relação aos três primeiros meses de 2007, a maior alta na comparação com trimestre de ano anterior desde o segundo trimestre de 2004.

    Os investimentos, ou Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), cresceram 15,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2007. Este foi o 17º crescimento consecutivo nessa base de comparação. A taxa de investimento (relação entre a FBCF e o PIB) ficou em 18,3% no primeiro trimestre deste ano, a maior para o mesmo período desde 2001, quando foi de 19,1%. A taxa de investimento foi superior à do primeiro trimestre de 2007 (16,7%). A formação bruta de capital fixo é constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil.

    Crédito para habitação - Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, o crescimento do PIB industrial foi ocasionado, principalmente, pela construção civil e pela indústria de transformação. A construção civil registrou crescimento de 8,8% no primeiro trimestre deste ano ante igual período do ano passado, na maior expansão trimestral desde o segundo trimestre de 2004. Rebeca explicou que o bom desempenho da construção foi "bastante influenciado" pelo crescimento de 24,6%, em termos nominais, do crédito direcionado ao setor de habitação.

    Também é atribuído à construção civil o crescimento da FBCF, que acumula alta de 14,19% em 12 meses terminados em março.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

     

    11-06-2008 | 10:06
    O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, foi de R$ 665,5 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 5,8% em relação a igual período do ano passado, divulgou ontem (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período de um ano terminado em março, o crescimento também foi de 5,8%. O principal destaque foi a indústria, cujo PIB cresceu 6,9% no primeiro trimestre em relação aos três primeiros meses de 2007, a maior alta na comparação com trimestre de ano anterior desde o segundo trimestre de 2004.

    Os investimentos, ou Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), cresceram 15,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2007. Este foi o 17º crescimento consecutivo nessa base de comparação. A taxa de investimento (relação entre a FBCF e o PIB) ficou em 18,3% no primeiro trimestre deste ano, a maior para o mesmo período desde 2001, quando foi de 19,1%. A taxa de investimento foi superior à do primeiro trimestre de 2007 (16,7%). A formação bruta de capital fixo é constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil.

    Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, o crescimento do PIB industrial foi ocasionado, principalmente, pela construção civil e pela indústria de transformação. A construção civil registrou crescimento de 8,8% no primeiro trimestre deste ano ante igual período do ano passado, na maior expansão trimestral desde o segundo trimestre de 2004. Rebeca explicou que o bom desempenho da construção foi "bastante influenciado" pelo crescimento de 24,6%, em termos nominais, do crédito direcionado ao setor de habitação.

    Também é atribuído à construção civil o crescimento da FBCF, que acumula alta de 14,19% em 12 meses terminados em março. "Um dos fatores que possibilitaram este incremento foi o desempenho da construção civil, que vem se recuperando desde o terceiro trimestre de 2004 nessa base de comparação, e o crescimento da importação de máquinas".

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

     

     

    11-06-2008 | 09:06

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou ontem o crescimento do PIB brasileiro no primeiro trimestre do ano, destacando que a indústria brasileira poderá "ser o carro-chefe, o dínamo do desenvolvimento da América Latina". Apesar da comemoração, ele voltou a alertar para os riscos da volta da inflação. "Não podemos permitir que a inflação volte e que a demanda cresça exageradamente além da oferta, sem que haja uma combinação", afirmou Lula, após participar da inauguração da 15ª Feira Hospitalar, em São Paulo. Na avaliação do presidente, é prazeroso acompanhar o crescimento da economia brasileira, sabendo que isso está ocorrendo de forma sustentada.

    "Sabemos quais os setores da economia estão crescendo", disse, citando as áreas da construção civil, indústria naval, indústria petroquímica e agropecuária, dentre outras. Apesar da citação, Lula frisou: "não devemos achar que tudo está resolvido, o Brasil teve muitos sobressaltos e precisamos manter o equilíbrio da economia, crescendo num ritmo de 4% a 5,5% ao ano". Ainda sobre os números do PIB, Lula disse que eles são alentadores. "Estou convencido de que vamos manter isso por muitos e muitos anos, basta não perder o bom senso", destacou. O presidente reiterou os esforços necessários para o equilíbrio da oferta e demanda para que a inflação não volte a assolar a economia. Lula falou, mais uma vez, do seu desejo de que o País cresça ainda mais. "E não apenas o vôo de galinha que estávamos acostumados a ver na economia brasileira".

     

    Fonte: Gazeta Digital

     
    10-06-2008 | 16:06
    Informações para fazer parte do Grupo de Empresas que desejam importar aço participando do pacote formado pela Comat - Comissão de materiais da CBIC, Coopercons.

     

    Como funciona? Primeiramente foi executado um trabalho junto ao mercado exterior, buscando empresas capacitadas para fornecer cimento e aço CA-50 e CA-60 em compatibilidade com as Normas Brasileiras. Foi desenvolvido um projeto envolvendo uma Empresa de Consultoria em Mercado Exterior e uma Trading. Para alcançar preços vantajosos no aço, estamos importando a carga completa de navio em torno de 14.000 ton a serem distribuídas via COOPERCONS para todo território nacional. Onde não existir Coopercons os Siduscons poderão conduzir junto aos seus associados o processo de divulgação e inscrição. Posteriormente ao aço estaremos abordando importações de cimento.  

     

    Que quantidades posso importar e como posso me habilitar ? A quantidade individual que cada empresa pode importar é proporcional a sua capacitação financeira. De início providenciaremos habilitação no RADAR simplificado, conforme Instrução Normativa SRF nº 455 de 05/10/2004 permitindo que cada empresa importe até o valor de U$ 150,000.00 (cento e cinqüenta mil dólares). A Empresa de Consultoria contratada providenciará todas as formalidades e encaminhamentos necessários para esta habilitação independente da localidade de sua empresa sendo estes serviços cobrados à parte.

     

    As empresas que necessitarem de uma quantidade maior cujo montante venha a ultrapassar o valor de U$ 150.000,00, deverão ser habilitadas no RADAR ordinário, procedimento que pode levar até 30 dias, estando sujeito a analise de viabilidade operacional e capacidade financeira.

     

    Só serão aceitas cargas completas de 01 carreta (25 ton). Uma empresa pode adquirir quantas carretas desejar. A quantidade de aço por bitola tem de ser múltiplo de 01 ton.

     

    Sobre os valores totais da operação será devido proporcionalmente por cada empresa à COOPERCON o percentual de 2%. 

    As Coopercons e Sinduscons deverão enviar até 17/06/2008 relação de todas as empresas interessadas com as quantidades desejadas, conforme ficha de inscrição anexa. Uma vez atingida as 14.000 ton, estaremos oficializando a adesão destas empresas com habilitação no RADAR e demais providências formais.

    Qual tempo necessário para esta importação? Em uma primeira etapa, temos que credenciar e habilitar no RADAR todos os integrantes do grupo adequando suas necessidades e capacitação financeira às quantidades a serem importadas visando gerar uma carta de crédito operativa e aceitável.

    Uma vez concluída esta etapa, vamos oficializar a entrega desta carta aos fabricantes tendo o carregamento início em 30/45 dias. O transporte marítimo demora cerca de 30 dias até sua liberação no Brasil.

    Como fica o transporte interno? A mercadoria já desembaraçada será retirada pelo comprador no porto ou armazém destinado a esta etapa. Neste caso utilizaremos o Porto de Vitória. Este frete deverá ser providenciado individualmente por cada empresa participante do grupo. Porém, estamos em negociação com algumas transportadoras em busca de melhores preços para o grupo considerando o grande volume a ser transportado.

    Qual o preço médio de  01 ton de vergalhão de aço CA 50 e CA 60? Os preços finais em maio/2008, fora o transporte interno do porto até o local de consumo foram cotados em R$ 2.300,00/ton podendo sofrer oscilações, que também podem ser negativas, acarretando melhoria dos preços informados. Os preços por bitola serão informados brevemente. Como referência de frete nacional o transporte do porto de Vitória até Goiânia custa R$130,00 / ton.

    Estes preços são fixos? Todos os preço são fixados em dólar. No momento em que for firmado o pedido ( LOI)  com o fornecedor, o preço da tonelada torna-se fixo porém sujeito as oscilações da moeda americana. Existem também outras variáveis que são frete marítimo e impostos em vigor no período da importação.

     

    Que garantias tenho para receber a mercadoria e quem me garante o produto estar dentro das Normas brasileiras? Existem organismos internacionais registrados na Organização Mundial de Comércio que também são credenciadas no Inmetro – Brasil, que fazem esta certificação garantindo que o produto embarcado é o mesmo que foi comprado. Provavelmente utilizaremos o SGS (Societe Generale de Surveillance) ou outra de empresa de igual conceito.

     

    Minha empresa é de outro estado, posso participar? Sim, este pacote e outros futuros estarão disponíveis para todas Coopercons e Sinduscons de todos Estados. Todo participante seja de qualquer localidade, deve preencher a Fixa de Inscrição, manifestando sua intenção em participar do Grupo.

    10-06-2008 | 15:06
    Foi firmada uma parceria com uma empresa de Consultoria em Comércio Exterior e também com uma Trading, para realizar importações de cimento e aço destinados à construção civil. “Mas para alcançar o preço médio informado de R$ 2.300,00 / ton de aço CA 50/CA 60 já nacionalizados, posto no porto de Vitória, temos que importar a quantia de 14.000 ton. Acreditamos não ser difícil adquirir esta quantidade se a mesma for oferecida pelas Coopercons e Sinduscons a seus associados”, explicou o presidente da Comat/CNIC. O engenheiro Sarkis Nabi Curi.

     

    As adesões podem ser feitas até o dia 17 deste mês, para Coopercon de Goiás onde será centralizada a operação. Em princípio será cobrado de cada empresa participante a quantia de 2% sobre o valor de sua cota - sendo que as regras para distribuição entre às Coopercons, ainda não foram decididas pela Comat.

     

    10-06-2008 | 15:06
    O Sinduscon-MT firmou uma parceria com o Sesi, na qual serão desenvolvidas ações nas áreas da saúde, lazer e educação voltadas aos setor da construção civil. Mas para que isso entre em vigor o Sinduscon/Sesi precisa de algumas informações simples, cujo objetivo é desenvolver um panorama do universo de trabalhadores que poderão ser atendidos. Contamos com a atenção e colaboração de todos.

    Para mais informações quanto à parceria e sobre o questionário, entrar em contato pelo telefone: 3627-3020 ou ainda pelo email - sindusconmt.social@terra.com.br.
    10-06-2008 | 11:06
    A forte atuação da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) na defesa da ordem tributária e a recuperação da economia são alguns dos fatores que levaram o Estado a registrar aumento nominal de 17,52% na arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) no primeiro quadrimestre de 2008 em relação a igual período do ano passado. A arrecadação do ICMS, a principal fonte de receita do Estado, cresceu de R$ 1,058 bilhão para R$ 1,244 bilhão de janeiro a abril de 2008 na comparação com os primeiros quatro meses de 2007.

    O desempenho, segundo o secretário de Fazenda, Eder de Moraes Dias, é atípico, visto que a arrecadação costuma ter melhor performance a partir do mês de maio, quando se intensifica mais a comercialização da safra de grãos.

    Entretanto, em 2007, Mato Grosso começou a se recuperar da crise econômica iniciada em 2005, impulsionada pelo descompasso entre preços e custos de produção das commodities internacionais. E, para os demais meses de 2008, a expectativa é que, com cenário econômico mais favorável, o desempenho da arrecadação do ICMS se incremente ainda mais.

    Mas o secretário de Fazenda observa que o aprimoramento da sistemática de controle do cumprimento das obrigações tributárias, a intensificação do investimento em tecnologia e a ampliação da percepção do risco fiscal junto aos contribuintes contribuíram substancialmente para o incremento da arrecadação no primeiro quadrimestre de 2008.

    "Estamos implementando um esforço fiscal nunca antes visto em Mato Grosso. Preparamos um pacote com 36 medidas para aumentar a arrecadação, sem majorar os impostos, como investimento em automação dos procedimentos, sobretudo nos postos fiscais, e na qualificação dos servidores e ações pontuais de fiscalização, junto a segmentos específicos", comenta Eder de Moraes.

    O secretário de Fazenda destaca que atribui também o desempenho bem-sucedido da arrecadação ao empenho dos servidores da Receita Pública, do Tesouro Estadual e da Secretaria Executiva do Núcleo Jurídico e Fazendário, em especial dos fiscais e agentes de Tributos Estaduais, na busca constante por resultados, principalmente nas forças-tarefas implementadas junto a vários segmentos econômicos, para identificar se as obrigações tributárias estão sendo cumpridas corretamente.

    "Os servidores assimilaram a mensagem de composição de ações estratégicas e metodologias de mensuração de metas. Este caminho, em que a alta administração fazendária e todo o corpo fazendário percorrem de mãos dadas, com certeza, vai promover crescimento exponencial das nossas receitas e melhorar nossa eficiência fiscal", pontua Eder de Moraes.

    Fonte: O Estadão matogressense

    Data: 10/06/2008

     

     

    10-06-2008 | 11:06
    O aumento dos investimentos puxou o desempenho da indústria no período. O PIB do setorcresceu 6,9% no primeiro trimestre de 2008 ante igual período do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2007, o PIB industrial aumentou 1,6% e em 12 meses teve alta de 5,7%.

     

    Serviços e agropecuária tiveram crescimento abaixo da economia em geral. No caso do PIB dos serviços registrou, houve alta de 5,0% no primeiro trimestre ante igual período de 2007; aumento de 1,0% ante o quarto trimestre do ano passado e de 4,9% em 12 meses.

     

    A agropecuária teve desempenho bem inferior. Cresceu 2,4% ante o primeiro trimestre de 2007; caiu 3,5% comparativamente ao quarto trimestre do ano passado e aumentou 4,9% em 12 meses.

     

    Na nova séria de contas nacionais do IBGE, cujas divulgações tiveram início no ano passado, a agropecuária tem participação de 5,6% no PIB; a indústria, de 27,7%; e os serviços, de 66,7%.

    Fonte: Estadão

    Data: 10/06/2008

     

    10-06-2008 | 10:06
    Os deputados governistas que carregam para o Planalto o andor da recriação da CPMF registravam ontem dissidências de até 20% nos partidos da base na terceira tentativa de votar a proposta que cria a Contribuição Social para a Saúde (CSS), além dos votos contrários de pequenas bancadas como o PV, o PMN, o PHS e o PSC.

    Para aprovar a cobrança são necessários 257 votos e, nos cálculos governistas, a base deverá reunir em torno de 270 a 280 votos. O placar é considerado apertado. Nos últimos dias, os governistas não se preocuparam com o quórum na Câmara e a votação, marcada inicialmente para hoje, só poderá acontecer em sessão à noite. Líderes partidários antecipam que querem deixar para quarta-feira, quando esperam garantir os votos necessários em suas bancadas.

    Desde quinta-feira passada, não houve sessão ordinária no plenário, e não foi cumprido, assim, o prazo para o relator do projeto na comissão de Seguridade Social, Rafael Guerra (PSDB-MG), apresentar o seu parecer. O pedido de prazo foi uma manobra da oposição que acabou adiando em uma semana a votação do projeto da CSS.

    O governo enfrenta focos de resistência entre parlamentares que relutam em assumir o desgaste político de aprovar um novo imposto tão próximo das eleições municipais, da bancada da barganha, que usa momentos decisivos para o governo para pedir o atendimento de suas reivindicações, como a liberação de emendas feitas ao Orçamento da União para suas bases e loteamento de cargos, e deputados que são contra a CSS por convicção.

    O argumento governista apresentado para diminuir dissidências na base de que a cobrança da CSS só será a partir de janeiro do próximo ano tem sido usado pelos próprios aliados para tentar jogar a votação do projeto para outubro. Para evitar desgaste principalmente para os deputados que são candidatos a prefeito, há aliado defendendo que a votação da CSS fique para depois das eleições.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    Data: 10/06/2008
    10-06-2008 | 10:06

    O Federal Reserve (Fed, o BC americano) não permitirá que se instale a idéia de que a inflação vai se acelerar, disse nesta segunda-feira (9) o presidente do banco, Ben Bernanke, em um discurso sobre a situação da primeira economia mundial.

     O Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês, equivalente ao Copom no Brasil) "resistirá com firmeza a um agravamento das expectativas da inflação a longo prazo, já que isto poderia desestabilizar o crescimento e alimentar a própria inflação".

    O Fed deve examinar o nível de suas taxas básicas de juros em sua próxima reunião de política monetária, nos dias 24 e 25 deste mês.

    Vários responsáveis manifestaram nos últimos dias seus temores sobre a inflação e descartaram a idéia de uma nova queda na taxa básica, atualmente em 2%.

    Bernanke, que falava na conferência anual do Fed de Boston, estimou que apesar das más notícias sobre o emprego, os últimos indicadores econômicos afetaram apenas "modestamente" as perspectivas de crescimento. "O risco de que a economia enfrente uma desaceleração substancial parece ter diminuído no último mês", afirmou.

    O desemprego cresceu a 5,5% da população ativa em maio nos Estados Unidos, contra 5% em abril, e a economia americana perdeu empregos pelo quinto mês consecutivo, com a redução de 49 mil postos de trabalho, contra 28 mil em abril.

    Fonte: Folha online

    Data: 10/06/2008

     

     

    10-06-2008 | 10:06

    O PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas pela economia do país) brasileiro cresceu 5,8% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira. Ao todo, a economia movimentou R$ 665,5 bilhões de janeiro a março, 0,7% acima do constatado em trimestre imediatamente anterior.

    Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo

    O resultado ficou acima do que previam economistas e analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central na pesquisa semanal conhecida como relatório Focus. Conforme divulgou o BC ontem, o mercado aguardava crescimento de 5,66% no primeiro trimestre de 2008 em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

    Conforme o Focus, a economia brasileira terminaria o ano com crescimento de 4,77%. Para 2009, o mercado financeiro prevê uma expansão de 4%. Ambas estão abaixo da projeção oficial do governo, de 5% para os dois anos.

    Fonte: Folha online

    Data: 10/06/2008

     

    09-06-2008 | 10:06

    O consumidor pouco olha a taxa de juros na hora de tomar um empréstimo no banco. Estudo do Ibmec-SP sobre o uso racional do crédito mostra que a variável que mais estimulou o aumento dos financiamentos nos últimos anos foi a extensão dos prazos de financiamento. 

    Não porque o consumidor procura alongar, a perder de vista, o pagamento de suas dívidas, mas pelo fato de que os prazos maiores permitiram a redução do valor das prestações, colocando as parcelas no orçamento restrito de uma parte da população que não tinha acesso ao crédito. Ou seja, o prazo maior fez pela expansão do crédito o que, de outra forma, só um aumento substancial na renda poderia ter feito.

    Autor do estudo, o economista Domingos Pandeló afirma que a decisão de fazer um empréstimo no banco com juros proibitivos tem mais a ver com necessidades pontuais de caixa e com a comodidade do que com taxas e prazos. Quanto mais fácil a adesão ao financiamento -como o cheque especial, o cartão de crédito e os limites pré-aprovados-, mais irracional o consumidor se mostra do ponto de vista econômico, que avalia a relação custo/ benefício, afirma Pandeló.

    "O banco conhece o comportamento do cliente e tem o crédito pré-aprovado para isso. As operações de longo prazo, que têm maior valor, costumam ser mais racionais porque não envolvem uma decisão impulsiva. Ninguém compra um imóvel por impulso. Tem de negociar o financiamento. O carro talvez não se enquadre nisso, apesar do valor maior.

    É bem comprado para mostrar a ascensão social --não é racional", disse. Para quem pensa que as empresas têm um comportamento mais racional na tomada de crédito, o estudo revela que, em caso de necessidade, tanto pessoas jurídicas quanto consumidores pessoa física aceitam qualquer taxa para honrar seus compromissos. Para as empresas, a irracionalidade no crédito acontece nas operações de curto prazo, como o desconto de duplicatas, o capital de giro e a conta garantida. Termômetro

    Para chegar a essas conclusões, Pandeló pesquisou as séries temporais de volume de crédito do Banco Central desde novembro de 1996. A partir daí, chegou a uma relação de elasticidade para ver o quanto uma variável, como o aumento de juros ou a extensão do prazo, impacta a demanda por crédito.

    No caso dos juros, Pandeló observou que o volume de crédito varia segundo uma correlação que vai de -1 a 1. Quando mais próximo de -1, maior o grau de racionalidade, pois significaria que o crédito encolhe proporcionalmente à medida que os juros sobem. Já a correlação 1 indica o oposto, um comportamento irracional em que o volume de empréstimos cresce com a alta do juro.

    Isso acontece, por exemplo, com o cheque especial, que tem elasticidade de 0,09. "É uma aberração. Significa que, se aumenta a taxa do cheque especial, a demanda cresce um pouquinho. O sujeito está tão endividado que, mesmo aumentando a taxa, precisa tomar mais porque não consegue cobrir aquela dívida", disse Pandeló.

    No segmento de pessoa física, o comportamento mais racional foi observado no crédito pessoal, modalidade cuja demanda é mais afetada pelo juro maior. A modalidade, que inclui o crédito consignado, envolve a negociação direta do cliente com o gerente do banco.

    De 1996 até janeiro de 2004, a elasticidade do crédito pessoal era de -0,52, uma das mais racionais vista no estudo. Com a entrada em vigor do consignado, em 2004, essa relação vai para -0,31, indicando uma racionalidade menor.

    Juros x prazo

    No caso do financiamento de veículos, até o início de 2004, a elasticidade do crédito estava em -0,68, seguindo um padrão de alta racionalidade. Depois de 2004, quando os prazos começaram a se dilatar, a correlação continuou negativa, mas em apenas 0,13. Ou seja, com prazos maiores, eventuais aumentos dos juros passaram a ser menos importantes na hora de financiar um carro.

    "A explicação para a queda da racionalidade no financiamento de veículos foi o aumento de prazo. Você começou a incorporar nesse universo pessoas que ficavam fora desse mercado. Hoje, você compra carro novo com prestação entre R$ 200 e R$ 300. São pessoas que não vão tanto pela taxa, e, sim, pelo valor da prestação", disse.

    O mesmo exercício de elasticidade cabe em razão do aumento de prazo de financiamento. No caso, a correlação também varia de -1 a 1, porém em sinal invertido: 1 indica o grau maior de racionalidade, com a extensão de prazo levando ao aumento do crédito; e -1, a situação inversa.

    Para o financiamento de veículos, o aumento de prazo implica numa elasticidade de 0,28 do crédito, daí a explosão no financiamento de veículos, cuja carteira saltou de R$ 31,7 bilhões, no fim de 2003, para R$ 110,7 bilhões no fim do ano passado --aumento de 250%.

    Dos segmentos de financiamento, o cartão de crédito é o mais sensível ao aumento dos prazos, com variação de 0,52. "O parcelamento das compras em até 12 vezes sem juros é o que mais estimula o consumidor a comprar. As prestações ficam baixas, quase insignificantes. Só que uma [parcela] se soma a outra. E, quanto maior o prazo, maior o risco de alguma coisa dar errada", disse.

     Fonte: Folha online

    09-06-2008 | 10:06
    Preocupado com o ritmo forte da expansão do crédito, o Banco Central estuda tomar medidas para esfriar esse mercado, conforme antecipou a Folha no fim do mês passado. O objetivo é evitar o aumento de risco de crédito e reduzir a pressão de demanda na inflação.

    Para Domingos Pandeló, economista do Ibmec-SP, a política adotada pelo Banco Central de aumentar os juros tem pouco impacto na demanda por crédito.

    "O simples aumento da taxa de juros tem um impacto muito pequeno ou quase nenhum na demanda por crédito. Uma parcela significativa das pessoas que tomam recursos e tornam suas contas parceladas olha se a prestação cabe no bolso. E cabe no bolso porque o prazo está maior. A redução dos prazos seria mais eficaz do que o aumento da taxa na contenção da demanda", disse.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, chegou a cogitar um limite nos prazos dos financiamentos, mas a idéia foi rechaçada dentro e fora do governo.

    Uma das idéias em pauta é exigir dos bancos um índice maior de capitalização para os empréstimos de prazo mais longo. Medida semelhante foi adotada no mercado de câmbio, limitando a especulação com moedas.

    Medidas como o aumento do recolhimento compulsório (dinheiro retido pelo BC) também são polêmicas, pois funcionam como um imposto e elevam os custos dos bancos, que são repassados ao crédito.

    Outra preocupação do governo é o lançamento de debêntures (títulos emitidos para captar recursos) das empresas de leasing ligadas a bancos. O Banco Central considera que pode existir um desvirtuamento das operações dos bancos nessa área e que há possibilidade de que algumas estejam até mesmo irregulares.

    Em abril, o volume de crédito liberado no sistema financeiro brasileiro alcançou o recorde de R$ 1 trilhão.

    Fonte: Folha online
    09-06-2008 | 10:06

    A economia brasileira deve registrar um crescimento de 5,66% no primeiro trimestre de 2008 em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Essa é a previsão dos economistas e analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central na pesquisa semanal conhecida como relatório Focus.

    O resultado oficial do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas pela economia do país em um determinado período) será divulgado nesta terça-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    A pesquisa do BC estima ainda uma desaceleração ao longo dos próximos trimestre, quando o PIB cresceria, respectivamente, 5,20%, 4,50% e 4,08%. Os dados consideram sempre a comparação com o mesmo trimestre de 2007.

    Dessa forma, a economia brasileira terminaria o ano com crescimento de 4,77%. Para 2009, o mercado financeiro prevê uma expansão de 4%. Ambas estão abaixo da projeção oficial do governo, de 5% para os dois anos.

    Juros e crise internacional

    A desaceleração do PIB deve acompanhar o aumento da taxa básica de juros promovido pelo BC para tentar manter a inflação próxima do centro da meta para este ano, que é de 4,5%.

    A mesma pesquisa do BC, no entanto, já aponta para uma inflação de 5,55%. No mesmo período, os juros subiriam dos atuais 12,25% ao ano para 14% ao ano até dezembro.

    Fonte: Folha online

    09-06-2008 | 10:06

    Pela terceira semana seguida, os governistas tentarão votar a emenda 29 (que amplia os recursos para a saúde) e a nova CPMF, batizada de CSS (Contribuição Social para Saúde).

    No esforço para assegurar os votos, os aliados fazem acordo e aceitam, como apelaram os governadores, que os Estados descontem os recursos gastos com o Fundeb, o fundo de educação, das receitas que servem de base de cálculo para os 12% vinculados com a área da saúde.

    Apesar da dedicação, os líderes dos partidos aliados fecham uma contabilidade arriscada, com 267 a 272 votos favoráveis. Para aprovar o novo imposto são necessários 257 votos.

    A idéia dos governistas é colocar a emenda 29 com a CSS em votação na quarta-feira, dia de quórum alto na Câmara. Até lá, vão ampliar as reuniões e dar mais atenção aos indecisos. Um dos desafios está dentro da própria base aliada: integrantes do PTB, PV, PR, além do PMN e PHS, resistem à votação, a quatro meses das eleições.

    "A maior demonstração de que a gente tem voto é que a oposição usou de manobra regimental para adiar a votação, pois sabia que ia perder", afirmou o líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE).

    Presidente da Frente Parlamentar da Saúde, Rafael Guerra (PSDB-MG) afirmou que as dificuldades para o governo vão continuar, sinalizando que a oposição manterá obstruções para postergar a votação. "A população não quer a CSS, isso é muito claro", disse.

    O novo imposto, com alíquota de 0,1% sobre movimentações financeiras (contra 0,38% da CPMF), começaria a ser cobrado apenas em 2009.

     

     Fonte: Folha online
    09-06-2008 | 10:06

    O IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu 1,88%, em maio, contra alta de 1,12% em abril, informou nesta segunda-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas). No ano, o índice acumula alta de 5,16% e, nos 12 meses até maio, alta de 12,14%.

    A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de maio foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

    O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 2,22%, contra 1,30% um mês antes. O índice relativo a Bens Finais subiu 1,45% --em abril o índice havia registrado apenas variação positiva de 0,05%. A principal contribuição para a aceleração partiu do subgrupo alimentos in natura (de deflação de 7,58% para alta de 4,04%). Excluídos alimentos in natura e combustíveis, o índice subiu 1,28% (contra 0,84% um mês antes).

     O índice do grupo Bens Intermediários subiu 2,32% em maio, ante 1,88% em abril. O destaque veio do subgrupo materiais e componentes para a construção (de 0,56% para 3,86%). Excluídos combustíveis e lubrificantes para a produção, a alta foi de 1,88%, contra 1,91% no mês anterior.

    No estágio das Matérias-Primas Brutas, houve alta de 2,96% em maio, contra 1,90% em abril. Os destaques foram soja em grão (-4,06% para 0,62%), mandioca (-6,53% para 0,73%) e milho em grão (-1,10% para 2,09%). Em sentido oposto, os destaques foram arroz em casca (27,78% para 15,98%), trigo em grão (9,62% para 0,78%) e leite in natura (5,93% para 3,72%).

    O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,87% em maio, contra 0,72% em abril. A maior contribuição veio do grupo Alimentação (de 1,69% para 2,33%), com destaque para hortaliças e legumes (5,48% para 10,20%), arroz e feijão (-3,47% para 4,57%), carnes bovinas (1,28% para 3,97%) e aves e ovos (-2,41% para 1,68%).

    Também subiram os preços nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,64% para 0,81%) e Educação, Leitura e Recreação (0,07% para 0,34%), com destaque para artigos de higiene e cuidados pessoais (0,26% para 0,98%), serviços de cuidados pessoais (0,22% para 0,37%) e tarifa de passagem aérea (-1,81% para 7,25%).

    Registraram decréscimos os preços nos grupos Habitação (0,22% para 0,18%), Vestuário (1,23% para 0,37%), Transportes (0,33% para 0,21%) e Despesas Diversas (0,19% para -0,08%), com destaque para material de limpeza (1,28% para 0,64%), roupas (1,84% para 0,95%), gasolina (0,78% para 0,12%) e mensalidade para TV por assinatura (0,01% para -1,23%). O núcleo do IPC subiu 0,44% em maio, contra 0,38% em abril.

    Dos 87 itens componentes do índice, foram excluídos 39 para o cálculo do núcleo. Destes, 16 registraram variações acima de 1,47%, linha de corte superior, e 23 apresentaram taxas abaixo de -0,11%, linha de corte inferior. Em maio, o índice de dispersão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 64,69%, 3,29 ponto percentual acima do divulgado em abril, de 61,40%.

    O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 2,02% em maio, contra 0,87% um mês antes. O índice relativo a Materiais passou de alta de 0,92% em abril para 1,77% em maio. A taxa do grupo Serviços subiu de 0,57% para 0,77%. O grupo Mão-de-Obra avançou de 0,88% para 2,50%. A aceleração foi conseqüência de reajustes salariais por ocasião da data base nas cidades de Fortaleza, Brasília, Goiânia e São Paulo.

     Fonte: Folha online

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