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Domingo, 24 de Setembro de 2017
NOTÍCIAS
    29-05-2008 | 21:05

    “Não corremos risco de parar nossas obras por falta de cimento”, essa afirmação é do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luis Carlos Richter, dada durante a reunião que foi realizada nesta quinta-feira (29), entre o Sindicato e a empresa Votorantim, representada no evento por Marcelo Chamma - de São Paulo.  A reunião serviu para traçar metas para a regularização do abastecimento do cimento no Estado.

    Uma das alternativas apresentada foi a construção de um moinho e de um novo forno na cidade de Nobres. Outra possibilidade, é a de trazer cimento do estado de Sergipe. “É importante ressaltar que a falta do cimento está generalizada. Todas as fábricas do país estão operando no limite, por isso precisamos nos precaver”, reforçou Richter.

    O presidente do Sinduscon-MT explicou ainda que a reunião foi importante, pois aproximou as indústrias do setor da construção. “Buscamos soluções eficientes e eficazes e para isso é importante que possamos contar com as indústrias fornecedoras”, reafirmou Luis Carlos.

    29-05-2008 | 09:05
    Em Cuiabá valor da bolsa varia entre R$ 21 e R$ 25; quem precisa não encontra item


    Depois de ter paralisado a produção por aproximadamente uma semana no início do mês de maio, a fábrica de cimentos Itaú, da Votorantim, em Nobres, ainda não conseguiu estabilizar a oferta do produto no mercado. As lojas de material de construção estão buscando o cimento em São Paulo, Brasília e Paraná. O resultado isso é o aumento do preço ao consumidor, por conta do frete. Mas não é só isso. As empresas ainda encontram dificuldades de trazer o cimento para Mato Grosso devido à falta de caminhões que queiram vir para o Estado.

    O presidente da Associação do Comércio Varejista de Materiais de Construção do Estado (Acomac), Venceslau Júnior, diz que se hoje tivesse 10 carretas em Brasília, todas viriam cheias de cimento para cá. Na capital federal há disponibilidade do produto, assim como em São Paulo, mas não há caminhões para fazer o transporte. O problema é que Mato Grosso está sem carga de retorno. Os principais produtos de retorno do Estado são soja e madeira. A safra de soja já foi concluída e a madeira não está podendo ser transportada. E os caminhões não podem fazer viagem sem retorno garantido porque o prejuízo é grande.

    Ou seja, os empresários estão sendo penalizados duas vezes. Conforme Júnior, a saca de 50 quilos de cimento está sendo vendida em Cuiabá de R$ 21 a R$ 25. Por volta do dia 10 de maio, o preço mais alto verificado era R$ 21. Logo no início do mês a fábrica de cimentos em Nobres, que responde por 80% do mercado mato-grossense, havia parado a produção para manutenção não prevista nos fornos. Quase uma semana depois, a produção foi retomada e a previsão da Votorantim, segundo a assessoria de imprensa, era que o abastecimento voltasse ao normal em quatro dias.

    Agora, o mercado enfrenta o mesmo problema. O presidente da Acomac diz que a Cimentos Itaú não está conseguindo atender a demanda. Ele frisa que a cota de compra dos comerciantes foi reduzida pela metade ou até mesmo um terço. Para "piorar" a situação, a demanda está aquecida. Júnior conta que a informação passada pela indústria é que em duas semanas o fornecimento de cimento estará normalizado.

    Maria Gomes da Silva, que está construindo quitinetes, reclama da alta no preço do cimento. Ela diz que há 20 dias conseguiu comprar o produto a R$ 17. Agora o preço menor que ela achou foi R$ 23. A consumidora também frisa que comprou 100 sacas antes e hoje não consegue nem 10. "O preço está absurdo e acho estranho que apesar do problema ser na fábrica de cimentos Itaú, as outras marcas também tenham aumentado o valor". Fonte: Gazeta Digital
    29-05-2008 | 09:05

    A engenheira civil Alessandra Tieni conta que na obra em que trabalha teve alterar o cronograma de trabalho, dando prioridade aos serviços que ocupam menos cimento. Ela explica, por exemplo, que gasta 70 sacas de cimento para completar uma laje, então, esse serviço não está sendo feito. Conforme Alessandra, as obras sofrem atraso sim. "Por mais que você substitua um trabalho por outro, todo o cronograma acaba tendo atraso".

    Alessandra trabalha em uma construtora que compra o cimento direto da fábrica da Votorantim em Nobres. Segundo ela, as compras do produto estão suspensas até segunda-feira porque a indústria está fazendo manutenção dos equipamentos. A engenheira destaca que na semana retrasada só conseguiu cadastrar um pedido de compra de cimento. O produto chegou esta semana. E nesta semana, quando ela quis cadastrar outra compra, não conseguiu. O cadastro só será feito semana que vem.

    A engenheira lembra que os problemas com o fornecimento de cimento pela fábrica da Votorantim em Nobres começaram no final do ano passado, entre setembro e novembro. Na época, diz ela, foi preciso até demitir funcionários, pela quebra no andamento das obras. Alessandra não acredita que vá acontecer a mesma coisa novamente. De acordo com ela, a previsão da fábrica é que a situação normalize em breve.

     

    A engenheira Alessandra destaca ainda que no ano passado, quando houve a interrupção na produção de cimento, o retorno do fornecimento trouxe junto um aumento de preço. A saca, que a construtora onde ela trabalha comprava por R$ 11, passou a valer R$ 14,80. (VC)

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

    28-05-2008 | 10:05

    Além da aprovação das solicitações para enquadramento nos programas de incentivos fiscais do governo do Estado, o Cedem aprovou também 17 cartas-consulta referentes ao pedido de financiamentos pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) Empresarial. Os projetos aprovados ontem somam R$ 43,207 milhões e serão responsáveis pela geração de 977 empregos entre diretos e indiretos em várias cidades mato-grossenses.

    As empresas que solicitaram financiamento via FCO Empresarial atuam em diversos segmentos, entre frigoríficos, comércio e serviços, indústria de fabricação de adubos e fertilizantes, fabricação de materiais plásticos, turismo, distribuidoras de alimentos, madeireira, entre outros. Os municípios contemplados com os investimentos são Aripuanã, Campo Verde, Várzea Grande, Brasnorte, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Rondonópolis, Sinop e Sorriso, o que deve incrementar a atividade industrial, comercial e de prestação de serviços nas respectivas cidades.

    O secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Pedro Nadaf, pondera que a aprovação do Cedem dos pedidos de financiamento via fundo não é garantia de que os recursos serão liberados às empresas, pois há outros trâmites, como a análise dos documentos por parte do Banco do Brasil, de viabilidade do projeto antes que o montante seja liberado.

    De acordo com acompanhamento do Banco do Brasil, para 2008 serão disponibilizados R$ 423,104 milhões para o FCO Empresarial sendo que deste total R$ 64,945 milhões já foram contratados e outros R$ 580,393 milhões estão em processo de análise no agente financeiro. O valor que está sendo avaliado pelo banco é superior ao que ainda está disponível, que totaliza R$ 358,159 milhões. A demanda, que já supera em R$ 222,234 milhões a oferta será tema da próxima reunião do Conselho Deliberativo do Fundo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel), marcada para o dia 11 de junho em Mato Grosso, quando será pedido a redistribuição dos recursos de outros setores para o Empresarial seja contemplado e nenhum projeto seja vetado. (FR) 

    Fonte: Gazeta Digital 

    27-05-2008 | 17:05

    O Sinduscon-MT realizou nesta segunda-feira (26) uma reunião para discutir a convenção coletiva dos profissionais da Construção Civil. O evento que tem como objetivo discutir os interesses da categoria contou com as presenças dos senhores: Alfredo Nunes Neto (ANN), Cezário Siqueira G. Neto (Sisan), Rui Massaru Manabe (Plaenge), Cláudio Cleber Ottaiano (Embracon) e com o presidente do Sinduscon, Carlos Richter Fernandes (Conenge).

    27-05-2008 | 17:05
    O candidato a reeleição no Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia (Crea-MT), o engenheiro Tarcisio Vezzi Bassan, participou nessa segunda-feira de uma reunião no Sinduscon-MT Na ocasião o candidato pode apresentar suas propostas e destacar o trabalho que já vinha fazendo em frente ao Conselho.       

    Bassan é o segundo candidato ao Conselho que apresenta suas propostas ao Sindicato. A primeira foi a engenheira sanitarista, Suzan Lannes.

    O Sinduscon-MT reforça os eu espaço para o melhor esclarecimento sobre os profissionais que preiteiam uma vaga no Crea, que é um dos órgãos que representam os interesses da Construção Civil.   
    27-05-2008 | 12:05

    As tropas brasileiras da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) poderão ajudar nas obras de infra-estrutura naquele país, segundo informou o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach.

    De acordo com o porta-voz, o pedido de ajuda foi feito pelo governo haitiano. “O Brasil dará resposta positiva, e já está tentado encaminhar essa situação para que possam ser utilizados os efetivos para que seja reconstruída a infra-estrutura do país”, disse.

    De acordo com Baumbach, a mudança de finalidade das tropas não necessita de uma aprovação da Organização das Nações Unidas (ONU). A própria ONU já havia pedido ao Brasil que aumentasse a quantidade de militares da área de engenharia no Haiti.

    No mês passado, a assessoria do Exército informou que o aumento do número de engenheiros para ajudar na reconstrução precisa passar pelo Congresso Nacional, já que é necessário consentimento na mudança da finalidade das tropas, dedicadas atualmente à manutenção da paz do Haiti.

    Na próxima quarta-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará o Haiti. Além de tratar das novas funções das tropas brasileiras, o presidente deve discutir com o governo haitiano acordos de cooperação agrícola, educacional, produção de hortaliças e combate à violência contra mulheres.

    Depois do Haiti, Lula segue para El Salvador, onde participará na quinta-feira (29) da reunião entre Brasil e o Sistema de Integração Centro-Americano (Sica), bloco formado pela Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Panamá.

    Um dos temas em negociação é uma associação entre o Sica e o Mercosul, um primeiro passo para a criação de uma futura zona de livre comércio entre os dois blocos.

    Outro tema de discussão é a parceria entre o Brasil, os Estados Unidos e El Salvador para produção de etanol.

    El Salvador é um dos quatro países selecionados pelos governos brasileiro e norte-americano como beneficiário de uma cooperação conjunta, em terceiros países, na área de biocombustíveis.

    Em dezembro de 2007, durante visita do presidente salvadorenho Elias Antonio Saca González ao Brasil, foi firmado um acordo para capacitação de técnicos salvadorenhos na produção de biodiesel de mamona.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    27-05-2008 | 12:05

    O promotor titular da 1ª Promotoria Cível de Barra do Garças, Antônio Moreira da Silva, entrou com duas ações cíveis públicas na 3ª Vara de Execuções Penais: uma contra o Governo de Mato Grosso e outra contra o governador Blairo Maggi. O magistrado exige que o juiz titular daquela comarca condene o governo a realizar uma reforma na Cadeia Pública em até 90 dias, caso contrário o Estado estaria condenado a pagar multa diária de R$ 30 mil e Maggi, por estar à frente do executivo, R$ 6 mil. Os detentos daquela cadeia fizeram uma rebelião no fim de semana.

    De acordo com o promotor foi realizada uma vistoria na cadeia em janeiro, onde, na ocasião, ficaram constatadas várias irregularidades. Estiveram presentes representantes da Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros, engenheiros civis e eletricistas e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Todos teriam reprovado as condições em que a cadeia se encontrava. "Na época havia 168 detentos, quando o local comporta 68. hoje continua igual, não há higiene, falta água, há menores presos no local, quando na verdade o Estatuto da Infância e Adolescência determina que eles sejam recolhidos em locais estruturados. Enfim, deu no que deu, tivemos esta rebelião aí e só não morreu ninguém por sorte".

    Outro lado- O procurador geral do Estado, João Virgílio Sobrinho, informou que o governo ainda não foi notificado em relação às duas ações. Ele adianta que nas devidas condições o Estado está pronto para atenderno que for possível o pedido da promotoria de Barra do Bugres.

    Fonte: Gazeta Digita

    26-05-2008 | 11:05

    Outro setor da indústria que registrou saldo expressivo no primeiro quadrimestre deste ano foi o da construção civil, o melhor de todos os segmentos incluindo também os não industriais. Entre janeiro e abril deste ano foram contratadas 11,024 mil pessoas e os desligamentos somaram 8,149 mil resultando em um saldo de 2,875 mil, um incremento de 55,8% se comparado ao saldo de igual período de 2007, quando foram registrados 1,845 mil empregos formais, resultado de 7,445 mil admissões e 5,6 mil demissões.

    O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Fernandes, afirma que desde o ano passado o setor vem registrando aquecimento, resultado da recuperação do setor agrícola, que fomenta também o setor de comércio, serviços e construção. Ele considera que apesar dos percalços do setor, que se esbarra principalmente na qualificação dos profissionais e do fornecimento de insumos, como o cimento, vem obtendo um resultado positivo.

    "A cadeia está se mobilizando para que possa enfrentar os problemas juntos. Firmamos parcerias com o Sesi e Senai para treinamento e qualificação da mão-de-obra, desde o ajudante ao mestre da obra, que têm conhecimentos de segurança no trabalho, higiene, manejo dos resíduos sólidos e qualidade na construção", diz o presidente ao completar que a procura por pessoas capacitadas está aumentando o que faz subir os salários.

    O diretor da Fiemt, Gustavo Oliveira, acrescenta que este ano a Escola Senai da Construção deve formar 25 mil pessoas desde os que já atuam na área (aperfeiçoamento profissional) aos que estão em busca de uma carreira. Entre os cursos oferecidos estão de elétrica, construção civil pesada entre outros. (FR)

    Fonte:A Gazeta
    23-05-2008 | 17:05

    O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, alertou hoje (23), que se a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) for recriada vai gerar "um stress constitucional", com muitas ações contra na corte. "Vamos ter uma certa tensão dialética", afirmou.

    O ministro lembrou que a CPMF quando foi criada, no modelo de emenda à Constituição, foi objeto de controvérsia e polêmica, com sucessivas impugnações no STF. O ministro acredita que mesmo por lei complementar, será difícil criar uma contribuição.

    O ministro Gilmar Mendes não quis fazer considerações sobre a constitucionalidade da proposta, argumentando que pode vir a ter que julgar uma ação no Supremo. Elçe disse que estava apenas fazendo "considerações gerais" sobre a proposta.

    O presidente do Supremo disse que cabe ao Congresso Nacional encontrar uma forma de financiar a saúde.

    Fonte - Agência Brasil

    23-05-2008 | 17:05
    O Sinduscon-MT, buscando uma maior interação com seus associados realizará o curso de CIPA. Mas para isso o sindicato que saber qual a melhor data para o evento e se a sua empresa tem interessem em capacitar e formar funcionários cipeiros. E para isso é fundamental a sua participação. Por isso, criamos essa enquête para saber a sua opinião:

     

    - Na sua empresa há interesse de capacitar e formar cipeiros?

     

    - Quantos empregados?

     

    Os dias disponíveis para o evento são: (escolha um)

     

    - Dias 25 e 26 – em período integral (das 8h às 12h e das 13h às 17h) (   )

    - Dia 27 das 8h às 12h  (   )

    Encaminhe um e-mail com a resposta até a próxima segunda-feira (dia 26). Mais informações pelo e-mail sindusconmt.social@terra.com.br e pelo telefone 3627- 3020.
    23-05-2008 | 16:05

    O Sinduscon-MT realiza no dia 11 de junho, às 18 horas, no auditório do Sindicato, a palestra “Contratação do jovem aprendiz e do portador/a de necessidades especiais. Obrigatoriedade”.  Que será  ministrará pela Procuradora do Trabalho, Dra. Gabriela Tavares de Miranda. O evento tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre a obrigatoriedade da contratação desses jovens que é uma determinação prevista em lei, que será fiscalizada pelo Ministério Público do Trabalho(MPT). O evento é aberto e tem como público alvo empresários, profissionais de departamento pessoal, gestão de pessoas, recursos humanos, advogados trabalhistas e  contadores. O Sinduscon fica na av. Tancredo Neves, nº93, 2º andar, bairro Jardim Petrópolis –Cuiabá (ao lado da Escolinha do Gaúcho). Mais informações pelo telefone 3627-3020.
    23-05-2008 | 16:05
    O candidato a reeleição à presidência do Conselho Regional de Arquitetura e Agronomia de mato Grosso (Crea-MT), o engenheiro  civil, Tarcisio Vezzi Bassan visitará nesta segunda-feira (26) o Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso (Sinduscon-MT) para apresentar suas propostas à categoria.

    A apresentação será feita em convite do presidente do Sindicato dos Engenheiros (Senge), Sr. Luiz Benedito e o Vice-Presidente do Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícias de Engenharia (Ibapi), Sr. Pedro Augusto e o Sinduscon.

    A reunião, que será realizada no auditório do Sinduscon, está prevista para às 19h30.     

    21-05-2008 | 17:05

    A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) prorrogou para o dia 1º de junho o início da obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), em substituição à nota fiscal modelo 1 ou 1-A, para os contribuintes do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) integrantes dos segmentos econômicos que teriam de aderir à sistemática a partir do dia 1º de abril. A prorrogação do prazo não se aplica aos fabricantes e distribuidores de cigarros, distribuidores, produtores, formuladores e importadores de combustíveis líquidos e transportadores e revendedores retalhistas.

    A medida, prevista no Decreto nº 1.324, publicado no Diário Oficial da última quinta-feira (15.05), só se aplica aos contribuintes que tenham solicitado ou que solicitarem a prorrogação de prazo junto ao Fisco Estadual. “Autorizamos a prorrogação do prazo em virtude das dificuldades de alguns contribuintes mato-grossenses de implementar, em tempo hábil, as adequações necessárias nos sistemas de informação de suas empresas para cumprirem a obrigação acessória de emissão da Nota Fiscal Eletrônica”, justifica o secretário de Fazenda, Eder de Moraes Dias.

    Ele observa que o adiamento de prazo será válido para os contribuintes que tiverem protocolizado o pedido de prorrogação antes do dia 1º de abril. Já aqueles que ainda não o tiverem feito e quiserem usufruir da medida, devem formular o pedido junto às Agências Fazendárias e endereçá-lo à Gerência de Informações Digitais (GIDI) da Superintendência de Informações sobre ICMS (Suic) da Sefaz. Assim, as solicitações serão deferidas automaticamente.

    O contribuinte que já tenha formulado pedido de prorrogação, solicitando prazo menor que o dia 1º de junho e que queira se beneficiar da medida, deve fazer novo pedido. Dessa forma, será desconsiderado o prazo pleiteado anteriormente. A prorrogação de prazo para o dia 1º de junho valerá também para os contribuintes que requereram a exclusão do uso da NF-e, independentemente do resultado dos pedidos de exclusão.

    Assim, conforme salienta o secretário de Fazenda, até dia 31 de maio a fiscalização de mercadorias terá caráter orientativo, não se aplicando as penalidades cabíveis, caso o contribuinte mato-grossense não utilize NF-e em suas operações. A prorrogação de prazo não se aplica aos segmentos de cigarros, distribuidores, combustíveis e transportadores e revendedores retalhistas porque a obrigatoriedade de emissão do documento fiscal eletrônico, nesses casos, está prevista no projeto nacional da NF-e.

    O Governo de Mato Grosso estendeu a contribuintes de outros segmentos econômicos do Estado a obrigatoriedade de utilização da NF-e, no primeiro momento. São eles: comércio atacadista em geral, inclusive de autopeças, de material de construção ou de veículos automotores; frigoríficos e indústrias de bebidas; comércio ou indústria madeireira ou moveleira; comércio, indústria ou exportação de soja; e estabelecimentos que realizem operações interestaduais ou de exportação com açúcar, álcool, algodão, arroz, borracha, couro bovino, laticínios, madeira, milho e soja.

    O Projeto da NF-e é uma iniciativa da Secretaria da Receita Federal em parceria com as Secretarias de Fazenda dos Estados e empresas voluntárias. Mais informações no portal eletrônico da Nota Fiscal Eletrônica: www.sefaz.mt.gov.br/nfe.

    Fonte: Sefaz-MT
    21-05-2008 | 17:05

     

    Mesmo sem a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a Receita Federal conseguiu arrecadar de janeiro a abril deste ano R$ 221,495 bilhões, um crescimento de R$ 24,907 bilhões em termos reais (descontada a inflação), alta de 12,56% em relação aos quatro primeiros meses de 2007. Em valores nominais, a arrecadação no primeiro quadrimestre foi superior em R$ 33,59 bilhões.

    Contribuíram para o bom resultado, segundo a Receita Federal, a expansão de 14,8% no volume geral de vendas no primeiro trimestre, o aumento de 31,9% na venda de veículos no mercado interno entre janeiro e abril, de 6,6% na produção industrial nos últimos 12 meses e de 6,3% no primeiro trimestre e ainda a ampliação das importações, de 44,21%, e da massa salarial, de 14,56%.

    Os dados revelam que o Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica (IRPJ) registrou um aumento real de 23,38% de janeiro a abril, o IRPF cresceu 21,50% e o imposto de importação se elevou em 26,84%. O crescimento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi de 146,42%, gerando ao caixa do governo um total de R$ 6,190 bilhões, enquanto a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) se elevou em 22,39% reais e o Imposto de Renda (IR) retido na fonte sobre rendimentos do trabalho se expandiu 25,55%. A CPMF registrou uma arrecadação residual de R$ 1 bilhão.

    O montante arrecadado com o IOF nos quatro primeiros meses deste ano representa metade do total arrecadado pela CPMF no primeiro quadrimestre de 2007, quando atualizado pelo IPCA o tributo arrecadou R$ 12,106 bilhões.

    Resultado de abril

    Só em abril, a arrecadação de impostos e contribuições federais somou em abril R$ 59,754 bilhões, um crescimento real de 11,44% em relação a abril de 2007 e de 16,52% acima em termos do registrado em março deste ano. O IOF rendeu aos cofres públicos em abril R$ 1,714 bilhão, valor 157,99% superior em termos reais ao registrado em abril de 2007, de R$ 664 milhões. As operações de crédito de pessoas físicas foram as que mais geraram arrecadação com IOF em abril, de R$ 703 milhões, seguidas das operações de crédito a pessoas jurídicas, de R$ 618 milhões.

    Fonte : Agência Estado

    21-05-2008 | 16:05

    A indústria da construção civil continua demonstrando vigor e importância no cenário de retomada do crescimento sustentado no Brasil. Segundo levantamento do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, no primeiro trimestre de 2008 o setor já criou 113,8 mil vagas para o país - mais que a metade do total de vagas geradas em todo o ano de 2007, quando registrou 206,6 mil novos postos ao longo do ano.

    Comparado ao desempenho do mesmo período do ano anterior, o crescimento é de 185,5%. Janeiro foi o mês em que houve mais contrações, 43,6 mil, contra 30,9 mil, em fevereiro, e 39,2 mil, em março.

    Assim, o estoque de trabalhadores com carteira assinada bateu novo recorde e atingiu o patamar de 1,948 milhão, equivalente a um avanço de 16,8% em relação ao número total de trabalhadores existente em março do ano passado.

    "A construção civil vive um momento de sólido crescimento. Esses dados comprovam que a crise internacional não atingiu o setor, que tem plenas condições de manter o desempenho para corresponder à expectativa de crescer 10,2% em 2008", analisa o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti.

    No Estado de São Paulo, o aquecimento da construção civil, impulsionado principalmente pelo setor imobiliário, proporcionou a criação de 37,3 mil vagas no primeiro trimestre de 2008. Em relação ao número de postos de trabalhos gerados no primeiro trimestre do ano anterior, a alta é de 126,6%. O estoque de trabalhadores no Estado já chega a 553,4 mil.

    Na capital paulista, foram 17,5 mil novos empregos com carteira assinada de janeiro a março. O aumento registrado no primeiro trimestre é 96%, em relação ao mesmo período de 2007.

    Emprego por regiões do Estado de São Paulo (/ 2008)
    Região Nº´de vagas criadas no primeiro trimestre de 2007 Número de vagas criadas no primeiro trimestre de 2008
    Sede (capital) 8.895 17.516
    Santo André -349 2.531
    Campinas 1.011 3.498
    Ribeirão Preto 2.280 2.659
    Santos -66 1.217
    Sorocaba 2.193 4.010
    São José dos Campos 1.478 3.927
    Bauru 417 694
    São José do Rio Preto 431 582
    Presidente Prudente 207 753


    Regiões do Brasil - O Centro-Oeste foi quem apresentou a maior variação proporcional entre os desempenhos do primeiro trimestre de 2008 e do ano passado. A alta chega a 665,9% - nos primeiros três meses de 2008 já foram contratados 11,7 mil trabalhadores, contra 1,5 mil vagas abertas no mesmo período de 2007.

    O Nordeste também demonstra aquecimento. Ante o primeiro trimestre de 2007, o crescimento no nível de emprego da construção civil da região alcança 337,2%. Comparando com os mesmos períodos, o crescimento no Sudeste é de 148% e no Sul, 115,7%.

    Até mesmo a região Norte, que em 2007 havia apresentado perda de 671 empregos durante os três primeiros meses, esse ano conseguiu se sustentar melhor e no mesmo período deste ano perdeu somente 47 postos de trabalho dentro da indústria de construção civil.

    Emprego por Regiões do Brasil
    Região Nº´de vagas criadas no primeiro trimestre de 2007 Número de vagas criadas no primeiro trimestre de 2008
    Norte -671 -47
    Nordeste 4.042 17.673
    Sudeste 27.932 69.278
    Sul 7.033 15.176
    Centro-Oeste 1.537 11.772
    Brasil (Total) 39.873 113.852

    Fonte: Setor de Economia do SindusCon-SP
    21-05-2008 | 16:05
    O sucesso da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) recém-lançada pelo governo brasileiro vai expor ainda mais as carências brasileiras em formação de mão-de-obra. Os problemas só não são mais graves porque o crescimento não foi tão rápido, dependendo do ritmo de expansão não teremos pessoal, avalia o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato.

    De acordo com Barbato, um dos setores mais sensíveis é a microeletrônica. O empresário elenca também a engenharia da computação como outra área deficiente hoje. "Ninguém vai instalar uma fábrica no Brasil se tem que manter equipes vindas de fora", disse. A produção de componentes é uma das áreas em que o Brasil poderia ter maiores oportunidades, afirmou Barbato, acrescentando que o País é o quinto maior mercado em computadores e tem demanda para investimentos locais da indústria de componentes.

    São áreas que poderiam melhorar significativamente a situação da própria balança comercial, avaliou. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizada em setembro mostrou que a produção é a mais prejudicada com a falta de mão-de-obra qualificada, restringindo o aumento de produtividade e eficiência das empresas. Pesquisa e Tecnologia aparece como a segunda área das empresas com maior impacto devido à falta de qualificação de pessoal.

    Entre as áreas que mais sentem esse descompasso está a de álcool, outros equipamentos de transporte (escavadeiras, carregadeiras etc.), vestuário, indústrias extrativas, máquinas e equipamentos e veículos automotores. Os empresários também destacaram que a defasagem na educação básica dificulta inclusive a aprendizagem tanto na empresa como em cursos técnicos. De acordo com dados da CNI, aproximadamente 80% das empresas investem em programas de formação profissional e 70% delas mantêm políticas de retenção de mão-de-obra qualificada.

    Fonte - Gazeta Mercantil

    16-05-2008 | 16:05

    O Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema FIEMT) comunica o adiamento do Fórum sobre a Reforma Tributária, marcado para o dia 19/05, devido à convocação dos parlamentares palestrantes pela presidência da República, impossilitando a participação dos mesmos. Tão logo seja definida uma nova data para a realização do evento, o Sistema FIEMT divulgará as respectivas informações.

    16-05-2008 | 16:05
    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso, Luis Carlos Richter, participou em Brasília, no último dia 14, da eleição da nova mesa diretora da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e que confirmou, como presidente reeleito - Paulo Safady Simão.

     

    Além da eleição a reunião também serviu para definir que a CBIC irá questionar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério da Previdência sobre a obrigatoriedade da retenção do INSS das obras realizadas pelo poder público.  

     

    Também participou da reunião o diretor geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, que na oportunidade fez uma apresentação sobre as ações do Dnit. O presidente do Sinduscon-MT aproveitou a oportunidade para convidá-lo para fazer essa mesma apresentação em Mato Grosso para o setor empresarial. A previsão é de que a visita seja realizada no mês de julho.  

     

    Na ocasião também foi discutida a realização do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC) que neste ano será realizado em outubro, na cidade de São Luis do Maranhão, capital do Estado do Maranhão.
    16-05-2008 | 13:05
    Durante a reunião da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC), realizada no dia 14, em Brasília, foi abordado o projeto de qualificação e inserção profissional para os beneficiários do Programa Bolsa Família, vinculados às oportunidades geradas pelo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). Essas ações vão se realizadas no âmbito do Plano Nacional de Qualificação (PNQ), por meio de Planos Setoriais de Qualificação (PlanSeQ).

     

    A primeira iniciativa, que é desenvolvida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) e a Casa Civil da Presidência da República, está associada ao setor da Construção Civil, incluindo os segmentos de edificações e construção pesada. Que são setores que apresentam expansão do emprego, devido as obras de infra-estrutura do PAC, bem como a expansão do setor imobiliário.

     

    O projeto atenderá membros de famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, entre 18 e 60 anos, com pelo menos a 4ªsérie do ensino fundamental completa.

     

    Os beneficiários serão convocados por carta e deverão se inscrever nos postos do SINE, onde serão identificados no Sistema Integrado de Gestão das Ações de Emprego – SIGAE e ordenados, para eleito de atendimento, pelo Índice de Desenvolvimento Família (IDF). Apenas um membro de casa família, de livre escolha do núcleo familiar, poderá participar das ações de qualificação.

     

    A participação das empresas do setor não é obrigatória, nem constitui condição para o reconhecimento de benefícios do programa.  
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