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Sábado, 21 de Outubro de 2017
NOTÍCIAS
    12-06-2008 | 10:06

    Decisão do Condel/FCO dobra volume de recursos para o setor de comércio e serviços, que terá este ano R$ 162 milhões

    O Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional Centro-Oeste (Condel/FCO) aprovou em sua reunião de ontem, em Cuiabá, a ampliação do volume de recursos destinados ao comércio e serviços de 10% para 20%. Este montante será calculado sobre o orçamento de R$ 846 milhões do FCO previsto para 2008. Com isso, a participação do comércio – que seria de R$ 84,60 milhões sem a mudança aprovada ontem – salta para R$ 169,20 milhões.

    “Esta ampliação vai permitir mais fôlego ao setor”, disse o presidente da Federação do Comércio, Bens e Serviços do Estado (Fecomércio), Hermes Martins da Cunha. Segundo ele, o aumento do volume de crédito para o comércio e serviço “era uma reivindicação antiga” da classe empresarial mato-grossenses.

    “Com mais recursos poderemos fazer novos investimentos, ampliar, expandir as empresas e gerar mais empregos”, analisou.

    Na opinião do presidente do Sindicato Intermunicipal do Comércio de Tecidos, Confecções e Armarinhos de Cuiabá e Várzea Grande, Roberto Perón, a medida irá “oxigenar” o comércio e serviços. “Estamos com demanda reprimida de crédito e a ampliação do volume de crédito chega em boa hora para o setor, pois irá injetar mais dinheiro na economia e fomentar a atividade comercial no Estado”.

    Os limites de contratação serão definidos de acordo com o tamanho do empreendimento. Para as microempresas, o teto é de R$ 90 mil; pequenas, R$ 270 mil; médio porte, R$ 810 mil e, grande porte, R$ 2,43 milhões. O prazo para pagamento é de 18 meses, com seis meses de carência.

    O secretário executivo do FCO, Antônio Totó Parente, enfatizou a importância econômica e social do fundo, lembrando que ano a ano estão sendo destinados “cada vez mais recursos para os micro e pequenos empresários e produtores”.

    FCO RURAL – O volume de recursos disponíveis para o FCO Rural, em 2008, deverá ser de R$ 423 milhões, dividindo o orçamento com o setor empresarial, que ficará com a outra parte dos recursos.

    No ano passado, Mato Grosso foi contemplado com recursos da ordem de 435,91 milhões do FCO Rural, aplicados em projetos de fomento ao setor agrícola. O orçamento no ano passado representou incremento de 25,40% em relação ao montante de 2006, R$ 347,60 milhões.

    De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Rural, até o final de 2007 foram gerados cerca de 30 mil empregos diretos com os investimentos no setor rural.

    Dos R$ 435,91 milhões, 51% (R$ 222,31 milhões) foram reservados para os mini e pequenos produtores, ficando o restante do orçamento para os médios e grandes produtores.

    No período de quatro anos – 2003 a 2006, a Câmara de Política Agrícola da Seder analisou 5,68 mil cartas-consultas, totalizando contratações da ordem de R$ 1,286 bilhão para projetos com recursos do FCO Rural, ante uma demanda de 3,307 bilhões em Mato Grosso no mesmo período. No mesmo período os empregos gerados com os recursos do FCO Rural totalizaram 97,89 mil empregos diretos. “Isso mostra que o FCO cumpre uma função social muito importante”, afirma o coordenador do FCO Rural, Dimas Gomes Neto.

    JUROS - Em 2007, houve redução nas taxas de juro na modalidade FCO Rural para as quatro categorias de produtores: para os mini, as taxas de juros anuais caíram de 6% para 5%; para pequenos e médios, de 8,75% para 7,25%; e, para os grandes produtores, de 10,75% para 9%. Com o “bônus de adimplência” essas taxas caem, respectivamente, para 4,25%, 6,16% e 7,65%.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    12-06-2008 | 10:06
    Aumento no preço dos materiais faz o custo da construção civil subir. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra que o metro quadrado da obra está 2,81% mais caro.

     

    Fonte: TVCA

     

    12-06-2008 | 10:06

    O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder de Moraes Dias, alerta para o aumento dos custos da dívida pública estadual. O índice do IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de maio acendeu a luz amarela das finanças públicas, isso porque a inflação bateu 1,88% e o acumulado dos últimos doze meses do IGP-DI já representa 12,14%.

    "Se considerarmos a média dos últimos 12 meses a correção da dívida pública de Mato Grosso projeta 18,19% de juros e correções, o que significa um aumento preocupante que poderá gerar um acréscimo nos resíduos dos contratos amparados pelas Leis Federais nºs 8727/93 e 9496/97. Aquilo que vínhamos alertando está se materializando e a insegurança quanto ao prazo final da dívida volta a assolar nossa equipe e a sociedade de Mato Grosso”, afirma o secretário.

    Segundo Eder de Moraes, a reestruturação das dívidas proposta pelo Governo Estadual, se aprovada na sua essência, resguarda o Estado dessas “intempéries econômicas”, uma vez que as taxas de juros serão pré-fixadas e haverá segurança quanto ao começo, meio e fim da dívida.

    "A possibilidade de inchar a dívida transferindo o excesso dos juros para o saldo devedor dos contratos em vigência é tudo o que o governo e a sociedade repelem e não desejam”, acrescenta.

    Para o secretário, o IGP-DI, embora muitos economistas defendem que o Governo Federal possui instrumentos de controle na sua condução, pois indexa outras dívidas, salários, etc, no âmbito federal é composto pela variável do consumo.

    “Daí o aumento da SELIC, objetivando frear o consumo, entretanto, essas medidas são tomadas depois do estrago feito e possui efeito retardado sobre nossos desembolsos finais, sendo dessa forma canceroso para o Mato Grosso. Nossa proposta de reestruturação corrige essas anomalias", concluiu Eder de Moraes.

    Fonte: Mídia News

     

    12-06-2008 | 10:06

    O Banco Central indicou nesta quinta-feira (12) que deve mesmo voltar a aumentar a taxa básica de juros do país nos próximos meses para evitar uma alta generalizada da inflação. A informação faz parte da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC).

    A ata do Copom é divulgada na semana seguinte à reunião que decide os rumos da taxa básica de juros, a Selic. Na semana passada, o BC elevou os juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Os economistas do mercado financeiro acreditam que a taxa terminará o ano em 14% ao ano.

    "O Comitê acredita que a atual postura de política monetária [o aumento dos juros], a ser mantida enquanto for necessário, irá assegurar a convergência da inflação para a trajetória das metas", diz o BC na ata.

    O Copom fala, entretanto, na possibilidade de alterar essa política no futuro caso seja necessário.

    "Evidentemente, na eventualidade de se verificar alteração no perfil de riscos que implique modificação do cenário prospectivo básico traçado para a inflação pelo Comitê neste momento, a estratégia de política monetária será prontamente adequada às circunstâncias".

    O BC diz que o risco de um cenário inflacionário "menos benigno segue elevado". Ou seja, ainda há riscos de que a inflação não termine o ano no centro da meta, de 4,5%.

    "Em particular, cabe à política monetária atuar para que impactos inicialmente localizados sobre os índices de inflação, parcialmente derivados de ajustes de preços relativos que ocorrem em escala global, não levem, por meio de uma piora das expectativas, a uma deterioração persistente da dinâmica inflacionária", diz o BC na ata.

    BC também já fala agora em crescimento mais moderado do crédito, embora diga que ele deve continuar impulsionando a atividade econômica.

    Fonte: Folha online

     

    12-06-2008 | 09:06
    A assessoria do Supremo Tribunal Federal (STF) informou que não seria mais julgado ontem o pedido de liminar para suspender todas as ações que tramitam na Justiça e que contestam a inclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) na base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O STF também decidiu transformar em súmula vinculante o entendimento de que o parágrafo 3º, do artigo 192 da Constituição de 1988, revogado por uma emenda de 2003, dependeria de lei complementar. Esse ponto definia que os juros deveriam ser limitados a 12% ao ano.
    11-06-2008 | 13:06
    O grande vilão do Custo Unitário Básico (CUB) da Construção Civil no mês de maio foi o cimento que registrou um aumento de 17,46% com relação ao mês passado, sendo que no acumulado dos últimos 12 meses o aumento é de 42,31%. O cimento, junto com a porta interna (16,77%), a bancada de pia de mármore (15,66%), a tinta látex (13,78%) e a esquadria de correr (11,77%) são os fatores que impulsionaram o CUB deste mês que atingiu o valor de R$ 625,89 - 2,81% a mais, comparado ao mês de abril. Nesse mesmo mês o cimento teve uma alta de 3,62%, o que representa um incremento de mais de 13% de um mês para o outro. Para entender como esse aumento pode influencias na construção basta levar em conta que as empresas quando fazem um orçamento de uma obra calculam o preço que devem gastar com o todo. Isso é feito com o preço vigente no mercado no momento da cotação, prevendo uma pequena variação de custos. Um aumento como esse, pode chegar a inviabilizar uma obra prejudicando todo seguimento da construção, assim como os seus clientes.     

     

    “Nos últimos meses o cimento já vinha dando sinal de que poderia nos proporcionar problemas ao ponto do Sinduscon – MT já está buscando alternativas para frear essa alta e ao mesmo tempo evitar a falta do produto no estado”, declarou o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Carlos Richter Fernandes.

    No montante do CUB podemos dividir os custos em quatro sendo 60,38% para os materiais, 36,65% para a Mão de Obra, 2,10% para as Despesas Administrativas e 0,87% com os Equipamentos. A referência para a base desses cálculos é a de um projeto residencial (R8-N), que é representado por um edifício residencial multifamiliar de oito andares, onde o tipo de acabamento é de padrão normal, composto por três dormitórios, sendo uma suíte com banheiro, banheiro social, sala, circulação, cozinha, área de serviço com banheiro e varanda.

    O CUB serve de referencia para construtoras fazerem seus orçamentos e para instituições como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que usam o CUB para liberações de Certidões Negativas de Débitos (CND) das empresas do setor. Como tal, o CUB não deve ser comparado a outros índices do setor da construção, calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Getúlio Vargas (FGV), que empregam metodologias distintas para finalidades igualmente diferenciadas.  

    11-06-2008 | 10:06

    A construção civil impulsionou a expansão da indústria, que cresceu 6,9% no primeiro trimestre deste ano. É a maior taxa de expansão da indústria desde o segundo trimestre de 2004, quando foi de 12,3%, segundo divulgação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas pela economia do país) de janeiro a março deste ano.

    Somente a construção civil teve crescimento de 8,8% de janeiro a março, na comparação com igual período em 2007. É maior nível de expansão industrial desde o período de abril a junho de 2004, quando tal incremento chegara a 10,6%.

    A indústria de transformação foi outro destaque no resultado geral da industria, com alta de 7,3% no primeiro trimestre deste ano. O segmento de transformação e a construção civil representam, juntos, 80% da produção industrial. "A indústria foi o grande destaque da economia no primeiro trimestre, e foi puxada pela construção civil, e também pela indústria de transformação", afirmou a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

     

    O crescimento da atividade de construção civil pode ser explicada pela maior oferta de crédito habitacional, que em valores nominais, teve aumento de 24,6%. Já a indústria de transformação também foi impulsionado pelo maior acesso ao crédito, e pela taxa de juros mais baixa, que facilitou o investimento. O subsetor teve o resultado influenciado pelo desempenho das produções de máquinas e equipamentos, da industria automobilística, além de material elétrico e metalurgia.

     

    Nos últimos quatro trimestres, a indústria acumula alta de 5,7%. Por outro lado, a indústria extrativa mineral, que engloba as produções de petróleo e de minério de ferro, cresceu em ritmo menor. Na comparação com janeiro a abril de 2007, esse incremento ficou em 3,3%. A extração de minério de ferro aumentou 10,8%, e a de petróleo e gás cresceu 3%. A produção de óleo e gás representa 62% da indústria extrativa, e a de minério corresponde a 27%.

     

    "O menor desempenho da indústria de petróleo e gás pode ser explicado pelo atraso na entrada de plataformas e pelas paradas programadas nas unidades da Petrobras", observou Palis.

     

    Fonte: Folha online 
    11-06-2008 | 10:06

    O custo da construção civil em Mato Grosso aumentou 8,1% em maio deste ano em relação ao mesmo período de 2007. O valor do metro quadrado atingiu R$ 591,34 no quinto mês deste ano contra R$ 547,02, em igual intervalo do ano anterior. A diferença no preço já está provocando um freio nos consumidores que estavam planejando alguma reforma. Os dados fazem parte de pesquisa mensal realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e foram divulgados ontem.

    Mesmo com o incremento registrado na variação anual, o custo mato-grossense é menor que o verificado no Brasil, que somou R$ 629,12 em maio deste ano, aumento de 7,5% sobre os R$ 585,96 contabilizados no mesmo mês de 2007. Ainda de acordo com o levantamento do IBGE, no Centro-Oeste, o custo registrado em maio atingiu R$ 601,12, o que equivale a 1,65% a mais que o valor de Mato Grosso. O menor foi constatado em Goiás, com R$ 587,13, mesmo assim 2,8% maior que os R$ 571,07 de maio de 2007.

    Para o vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Júlio Flávio Miranda, a alta nos custos está refletindo diretamente na execução das obras, já que onera o valor das construções contratadas até um ano atrás e que não continham preços tão elevados. "Assim temos que fazer manobras para que os custos não sejam aumentados ainda mais. Além do incremento está faltando produtos básicos no mercado, que prejudica o consumidor varejista e as grandes indústrias".

    Em relação a janeiro deste ano, o custo mato-grossense acumula alta de 1,7%. No primeiro mês de 2008, o valor registrado foi de R$ 581,32. "Com a elevação nos preços da cesta básica da construção o consumidor que tinha feito um orçamento no final do ano passado e vai comprar agora fica assustado com a diferença e acaba desistindo da compra", diz Miranda ao afirmar que os aumentos são consequência da estabilidade econômica, que ofereceu condições para que os consumidores investissem em reformas mas que em contrapartida, as indústrias produtoras dos insumos não estavam preparadas para atender a demanda, que não aumentou somente em Mato Grosso, mas no país.

     

    Fonte: Gazeta Digital

    11-06-2008 | 10:06

    O grande vilão no custo da construção civil no Estado é o cimento. De janeiro até ontem, a majoração na bolsa com 50 kg chega a 56,2%. Em janeiro, o produto foi vendido por até R$ 16 e ontem estava sendo oferecido em algumas lojas por até R$ 25, acompanhamento da Associação dos Comerciantes de Material de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT). O presidente da entidade, Wenceslau Souza Júnior, afirma que ainda não há uma previsão de quando o preço do cimento voltará a cair.

    "Mesmo que a indústria de Mato Grosso já tenha retomado a produção, a oferta não é suficiente para atender a demanda. Uma indústria que poderia a ajudar no abastecimento local, com sede no Mato Grosso do Sul, está com problemas em um equipamento e não está produzindo, o que reduz ainda mais a oferta no Estado", diz Souza Júnior que é proprietário da Verdão Material para Construção. Na loja dele, a venda aos consumidores está sendo controlada para que possa atender uma quantidade maior de clientes.

    Na loja Moinho Material para Construção, o proprietário, Antônio Vicente Arruda, afirma que a cota que tem para comprar semanalmente é de 2,5 mil unidades, que conforme ele não teve alteração no volume nos últimos meses. A bolsa está sendo vendida por R$ 22,50, alta de 32,3% sobre o preço de janeiro, R$ 17. "A demanda aumentou e a oferta reduziu, elevando os preços no mercado".

    O presidente da Acomac-MT, acrescenta que as lojas menores têm mais dificuldade para abastecer seus estoques, pois não têm condições de trazer o produto de outros Estados e o volume comprado é menor se comparado a outros estabelecimentos (FR).

    Fonte: Gazeta Digital

     

     

    11-06-2008 | 10:06

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje, durante feira do setor da saúde em São Paulo, que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) vai ajudar a conter a inflação. Segundo informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB cresceu 5,8% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, puxado pelo investimento e o consumo das famílias --ao todo, a economia movimentou R$ 665,5 bilhões.

    Segundo Lula, o crescimento do PIB vai ajudar a manter o equilíbrio entre a oferta e demanda e evitar o descontrole da inflação. Lula disse ainda que o "país se encontrou". "Estou convencido de que vamos permanecer assim por muitos anos, não é vôo de galinha."

    Entenda o que é PIB e como é feito seu cálculo

    "É importante lembrar que todos estavam chorando em 2004 e 2005. E hoje o que percebemos é que o país se encontrou consigo mesmo. O Brasil começou a perceber que se ele der certo, a América do Sul vai dar certo, a América Latina vai dar certo. E que a indústria brasileira tem condições de ser carro-chefe do dinamismo", afirmou o presidente.

    Resultados

    O PIB, que mostra o comportamento de uma economia, é a soma das riquezas produzidas por um país --é formado pela indústria, agropecuária e serviços. O PIB também pode ser analisado a partir do consumo, ou seja, pelo ponto de vista de quem se apropriou do que foi produzido. Neste caso, é dividido pelo consumo das famílias, pelo consumo do governo, pelos investimentos feitos pelo governo e empresas privadas e pelas exportações.

    O destaque principal da economia brasileira no início de 2008 foi o setor industrial, que cresceu 6,9% em relação ao primeiro trimestre de 2007. Na comparação com o quarto trimestre, a indústria teve expansão de 1,6%. Somente a construção civil teve crescimento de 8,8% de janeiro a março, na comparação com igual período em 2007.

    Já o setor de serviços registrou incremento de 5% frente ao primeiro trimestre de 2007 e de 1% em relação ao quarto trimestre do ano passado. O setor agropecuário cresceu 2,4%, na comparação com o período de janeiro a março do ano passado. Em relação ao último trimestre de 2007, porém, a agropecuária teve queda de 3,5%.

    O investimento, medido pela chamada formação bruta de capital fixo (FBCF), cresceu 15,2% de janeiro a março, se comparado a igual período no ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2007, houve incremento de 1,3%. O IBGE também registrou que a taxa de investimento em relação ao PIB foi a mais alta para um primeiro trimestre desde 2000: 18,3%.

    O consumo das famílias, por sua vez, aumentou 6,6% no primeiro trimestre na comparação com igual período em 2007, e 0,3% na comparação com o período entre outubro e dezembro do ano passado. É o 18º mês consecutivo de crescimento do consumo familiar no país. Este item teve participação de 60,9% na formação do PIB, o que significa R$ 412,3 bilhões em valores absolutos.

    O consumo do governo registrou alta de 5,8% no primeiro trimestre deste ano, se comparado a igual período em 2007. Em relação ao último trimestre de 2007, o consumo do governo aumentou 4,5%.

    As importações de bens e serviços --mais um indicativo da alta do consumo-- cresceram 18,9% no trimestre, representando R$ 83,9 bilhões. Já as exportações somaram R$ 79,2 bilhões, queda de 2,1% rente ao 1º trimestre de 2007.

    Fonte: Folha online

    11-06-2008 | 10:06
    O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, foi de R$ 665,5 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 5,8% em relação a igual período do ano passado, divulgou hoje (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período de um ano terminado em março, o crescimento também foi de 5,8%.

    O principal destaque foi a indústria, cujo PIB cresceu 6,9% no primeiro trimestre em relação aos três primeiros meses de 2007, a maior alta na comparação com trimestre de ano anterior desde o segundo trimestre de 2004.

    Os investimentos, ou Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), cresceram 15,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2007. Este foi o 17º crescimento consecutivo nessa base de comparação. A taxa de investimento (relação entre a FBCF e o PIB) ficou em 18,3% no primeiro trimestre deste ano, a maior para o mesmo período desde 2001, quando foi de 19,1%. A taxa de investimento foi superior à do primeiro trimestre de 2007 (16,7%). A formação bruta de capital fixo é constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil.

    Crédito para habitação - Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, o crescimento do PIB industrial foi ocasionado, principalmente, pela construção civil e pela indústria de transformação. A construção civil registrou crescimento de 8,8% no primeiro trimestre deste ano ante igual período do ano passado, na maior expansão trimestral desde o segundo trimestre de 2004. Rebeca explicou que o bom desempenho da construção foi "bastante influenciado" pelo crescimento de 24,6%, em termos nominais, do crédito direcionado ao setor de habitação.

    Também é atribuído à construção civil o crescimento da FBCF, que acumula alta de 14,19% em 12 meses terminados em março.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

     

    11-06-2008 | 10:06
    O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, foi de R$ 665,5 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 5,8% em relação a igual período do ano passado, divulgou ontem (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período de um ano terminado em março, o crescimento também foi de 5,8%. O principal destaque foi a indústria, cujo PIB cresceu 6,9% no primeiro trimestre em relação aos três primeiros meses de 2007, a maior alta na comparação com trimestre de ano anterior desde o segundo trimestre de 2004.

    Os investimentos, ou Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), cresceram 15,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2007. Este foi o 17º crescimento consecutivo nessa base de comparação. A taxa de investimento (relação entre a FBCF e o PIB) ficou em 18,3% no primeiro trimestre deste ano, a maior para o mesmo período desde 2001, quando foi de 19,1%. A taxa de investimento foi superior à do primeiro trimestre de 2007 (16,7%). A formação bruta de capital fixo é constituída principalmente por máquinas e equipamentos e pela construção civil.

    Segundo a gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, o crescimento do PIB industrial foi ocasionado, principalmente, pela construção civil e pela indústria de transformação. A construção civil registrou crescimento de 8,8% no primeiro trimestre deste ano ante igual período do ano passado, na maior expansão trimestral desde o segundo trimestre de 2004. Rebeca explicou que o bom desempenho da construção foi "bastante influenciado" pelo crescimento de 24,6%, em termos nominais, do crédito direcionado ao setor de habitação.

    Também é atribuído à construção civil o crescimento da FBCF, que acumula alta de 14,19% em 12 meses terminados em março. "Um dos fatores que possibilitaram este incremento foi o desempenho da construção civil, que vem se recuperando desde o terceiro trimestre de 2004 nessa base de comparação, e o crescimento da importação de máquinas".

     

    Fonte: Gazeta Digital

     

     

     

    11-06-2008 | 09:06

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou ontem o crescimento do PIB brasileiro no primeiro trimestre do ano, destacando que a indústria brasileira poderá "ser o carro-chefe, o dínamo do desenvolvimento da América Latina". Apesar da comemoração, ele voltou a alertar para os riscos da volta da inflação. "Não podemos permitir que a inflação volte e que a demanda cresça exageradamente além da oferta, sem que haja uma combinação", afirmou Lula, após participar da inauguração da 15ª Feira Hospitalar, em São Paulo. Na avaliação do presidente, é prazeroso acompanhar o crescimento da economia brasileira, sabendo que isso está ocorrendo de forma sustentada.

    "Sabemos quais os setores da economia estão crescendo", disse, citando as áreas da construção civil, indústria naval, indústria petroquímica e agropecuária, dentre outras. Apesar da citação, Lula frisou: "não devemos achar que tudo está resolvido, o Brasil teve muitos sobressaltos e precisamos manter o equilíbrio da economia, crescendo num ritmo de 4% a 5,5% ao ano". Ainda sobre os números do PIB, Lula disse que eles são alentadores. "Estou convencido de que vamos manter isso por muitos e muitos anos, basta não perder o bom senso", destacou. O presidente reiterou os esforços necessários para o equilíbrio da oferta e demanda para que a inflação não volte a assolar a economia. Lula falou, mais uma vez, do seu desejo de que o País cresça ainda mais. "E não apenas o vôo de galinha que estávamos acostumados a ver na economia brasileira".

     

    Fonte: Gazeta Digital

     
    10-06-2008 | 16:06
    Informações para fazer parte do Grupo de Empresas que desejam importar aço participando do pacote formado pela Comat - Comissão de materiais da CBIC, Coopercons.

     

    Como funciona? Primeiramente foi executado um trabalho junto ao mercado exterior, buscando empresas capacitadas para fornecer cimento e aço CA-50 e CA-60 em compatibilidade com as Normas Brasileiras. Foi desenvolvido um projeto envolvendo uma Empresa de Consultoria em Mercado Exterior e uma Trading. Para alcançar preços vantajosos no aço, estamos importando a carga completa de navio em torno de 14.000 ton a serem distribuídas via COOPERCONS para todo território nacional. Onde não existir Coopercons os Siduscons poderão conduzir junto aos seus associados o processo de divulgação e inscrição. Posteriormente ao aço estaremos abordando importações de cimento.  

     

    Que quantidades posso importar e como posso me habilitar ? A quantidade individual que cada empresa pode importar é proporcional a sua capacitação financeira. De início providenciaremos habilitação no RADAR simplificado, conforme Instrução Normativa SRF nº 455 de 05/10/2004 permitindo que cada empresa importe até o valor de U$ 150,000.00 (cento e cinqüenta mil dólares). A Empresa de Consultoria contratada providenciará todas as formalidades e encaminhamentos necessários para esta habilitação independente da localidade de sua empresa sendo estes serviços cobrados à parte.

     

    As empresas que necessitarem de uma quantidade maior cujo montante venha a ultrapassar o valor de U$ 150.000,00, deverão ser habilitadas no RADAR ordinário, procedimento que pode levar até 30 dias, estando sujeito a analise de viabilidade operacional e capacidade financeira.

     

    Só serão aceitas cargas completas de 01 carreta (25 ton). Uma empresa pode adquirir quantas carretas desejar. A quantidade de aço por bitola tem de ser múltiplo de 01 ton.

     

    Sobre os valores totais da operação será devido proporcionalmente por cada empresa à COOPERCON o percentual de 2%. 

    As Coopercons e Sinduscons deverão enviar até 17/06/2008 relação de todas as empresas interessadas com as quantidades desejadas, conforme ficha de inscrição anexa. Uma vez atingida as 14.000 ton, estaremos oficializando a adesão destas empresas com habilitação no RADAR e demais providências formais.

    Qual tempo necessário para esta importação? Em uma primeira etapa, temos que credenciar e habilitar no RADAR todos os integrantes do grupo adequando suas necessidades e capacitação financeira às quantidades a serem importadas visando gerar uma carta de crédito operativa e aceitável.

    Uma vez concluída esta etapa, vamos oficializar a entrega desta carta aos fabricantes tendo o carregamento início em 30/45 dias. O transporte marítimo demora cerca de 30 dias até sua liberação no Brasil.

    Como fica o transporte interno? A mercadoria já desembaraçada será retirada pelo comprador no porto ou armazém destinado a esta etapa. Neste caso utilizaremos o Porto de Vitória. Este frete deverá ser providenciado individualmente por cada empresa participante do grupo. Porém, estamos em negociação com algumas transportadoras em busca de melhores preços para o grupo considerando o grande volume a ser transportado.

    Qual o preço médio de  01 ton de vergalhão de aço CA 50 e CA 60? Os preços finais em maio/2008, fora o transporte interno do porto até o local de consumo foram cotados em R$ 2.300,00/ton podendo sofrer oscilações, que também podem ser negativas, acarretando melhoria dos preços informados. Os preços por bitola serão informados brevemente. Como referência de frete nacional o transporte do porto de Vitória até Goiânia custa R$130,00 / ton.

    Estes preços são fixos? Todos os preço são fixados em dólar. No momento em que for firmado o pedido ( LOI)  com o fornecedor, o preço da tonelada torna-se fixo porém sujeito as oscilações da moeda americana. Existem também outras variáveis que são frete marítimo e impostos em vigor no período da importação.

     

    Que garantias tenho para receber a mercadoria e quem me garante o produto estar dentro das Normas brasileiras? Existem organismos internacionais registrados na Organização Mundial de Comércio que também são credenciadas no Inmetro – Brasil, que fazem esta certificação garantindo que o produto embarcado é o mesmo que foi comprado. Provavelmente utilizaremos o SGS (Societe Generale de Surveillance) ou outra de empresa de igual conceito.

     

    Minha empresa é de outro estado, posso participar? Sim, este pacote e outros futuros estarão disponíveis para todas Coopercons e Sinduscons de todos Estados. Todo participante seja de qualquer localidade, deve preencher a Fixa de Inscrição, manifestando sua intenção em participar do Grupo.

    10-06-2008 | 15:06
    Foi firmada uma parceria com uma empresa de Consultoria em Comércio Exterior e também com uma Trading, para realizar importações de cimento e aço destinados à construção civil. “Mas para alcançar o preço médio informado de R$ 2.300,00 / ton de aço CA 50/CA 60 já nacionalizados, posto no porto de Vitória, temos que importar a quantia de 14.000 ton. Acreditamos não ser difícil adquirir esta quantidade se a mesma for oferecida pelas Coopercons e Sinduscons a seus associados”, explicou o presidente da Comat/CNIC. O engenheiro Sarkis Nabi Curi.

     

    As adesões podem ser feitas até o dia 17 deste mês, para Coopercon de Goiás onde será centralizada a operação. Em princípio será cobrado de cada empresa participante a quantia de 2% sobre o valor de sua cota - sendo que as regras para distribuição entre às Coopercons, ainda não foram decididas pela Comat.

     

    10-06-2008 | 15:06
    O Sinduscon-MT firmou uma parceria com o Sesi, na qual serão desenvolvidas ações nas áreas da saúde, lazer e educação voltadas aos setor da construção civil. Mas para que isso entre em vigor o Sinduscon/Sesi precisa de algumas informações simples, cujo objetivo é desenvolver um panorama do universo de trabalhadores que poderão ser atendidos. Contamos com a atenção e colaboração de todos.

    Para mais informações quanto à parceria e sobre o questionário, entrar em contato pelo telefone: 3627-3020 ou ainda pelo email - sindusconmt.social@terra.com.br.
    10-06-2008 | 11:06
    A forte atuação da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) na defesa da ordem tributária e a recuperação da economia são alguns dos fatores que levaram o Estado a registrar aumento nominal de 17,52% na arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) no primeiro quadrimestre de 2008 em relação a igual período do ano passado. A arrecadação do ICMS, a principal fonte de receita do Estado, cresceu de R$ 1,058 bilhão para R$ 1,244 bilhão de janeiro a abril de 2008 na comparação com os primeiros quatro meses de 2007.

    O desempenho, segundo o secretário de Fazenda, Eder de Moraes Dias, é atípico, visto que a arrecadação costuma ter melhor performance a partir do mês de maio, quando se intensifica mais a comercialização da safra de grãos.

    Entretanto, em 2007, Mato Grosso começou a se recuperar da crise econômica iniciada em 2005, impulsionada pelo descompasso entre preços e custos de produção das commodities internacionais. E, para os demais meses de 2008, a expectativa é que, com cenário econômico mais favorável, o desempenho da arrecadação do ICMS se incremente ainda mais.

    Mas o secretário de Fazenda observa que o aprimoramento da sistemática de controle do cumprimento das obrigações tributárias, a intensificação do investimento em tecnologia e a ampliação da percepção do risco fiscal junto aos contribuintes contribuíram substancialmente para o incremento da arrecadação no primeiro quadrimestre de 2008.

    "Estamos implementando um esforço fiscal nunca antes visto em Mato Grosso. Preparamos um pacote com 36 medidas para aumentar a arrecadação, sem majorar os impostos, como investimento em automação dos procedimentos, sobretudo nos postos fiscais, e na qualificação dos servidores e ações pontuais de fiscalização, junto a segmentos específicos", comenta Eder de Moraes.

    O secretário de Fazenda destaca que atribui também o desempenho bem-sucedido da arrecadação ao empenho dos servidores da Receita Pública, do Tesouro Estadual e da Secretaria Executiva do Núcleo Jurídico e Fazendário, em especial dos fiscais e agentes de Tributos Estaduais, na busca constante por resultados, principalmente nas forças-tarefas implementadas junto a vários segmentos econômicos, para identificar se as obrigações tributárias estão sendo cumpridas corretamente.

    "Os servidores assimilaram a mensagem de composição de ações estratégicas e metodologias de mensuração de metas. Este caminho, em que a alta administração fazendária e todo o corpo fazendário percorrem de mãos dadas, com certeza, vai promover crescimento exponencial das nossas receitas e melhorar nossa eficiência fiscal", pontua Eder de Moraes.

    Fonte: O Estadão matogressense

    Data: 10/06/2008

     

     

    10-06-2008 | 11:06
    O aumento dos investimentos puxou o desempenho da indústria no período. O PIB do setorcresceu 6,9% no primeiro trimestre de 2008 ante igual período do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2007, o PIB industrial aumentou 1,6% e em 12 meses teve alta de 5,7%.

     

    Serviços e agropecuária tiveram crescimento abaixo da economia em geral. No caso do PIB dos serviços registrou, houve alta de 5,0% no primeiro trimestre ante igual período de 2007; aumento de 1,0% ante o quarto trimestre do ano passado e de 4,9% em 12 meses.

     

    A agropecuária teve desempenho bem inferior. Cresceu 2,4% ante o primeiro trimestre de 2007; caiu 3,5% comparativamente ao quarto trimestre do ano passado e aumentou 4,9% em 12 meses.

     

    Na nova séria de contas nacionais do IBGE, cujas divulgações tiveram início no ano passado, a agropecuária tem participação de 5,6% no PIB; a indústria, de 27,7%; e os serviços, de 66,7%.

    Fonte: Estadão

    Data: 10/06/2008

     

    10-06-2008 | 10:06
    Os deputados governistas que carregam para o Planalto o andor da recriação da CPMF registravam ontem dissidências de até 20% nos partidos da base na terceira tentativa de votar a proposta que cria a Contribuição Social para a Saúde (CSS), além dos votos contrários de pequenas bancadas como o PV, o PMN, o PHS e o PSC.

    Para aprovar a cobrança são necessários 257 votos e, nos cálculos governistas, a base deverá reunir em torno de 270 a 280 votos. O placar é considerado apertado. Nos últimos dias, os governistas não se preocuparam com o quórum na Câmara e a votação, marcada inicialmente para hoje, só poderá acontecer em sessão à noite. Líderes partidários antecipam que querem deixar para quarta-feira, quando esperam garantir os votos necessários em suas bancadas.

    Desde quinta-feira passada, não houve sessão ordinária no plenário, e não foi cumprido, assim, o prazo para o relator do projeto na comissão de Seguridade Social, Rafael Guerra (PSDB-MG), apresentar o seu parecer. O pedido de prazo foi uma manobra da oposição que acabou adiando em uma semana a votação do projeto da CSS.

    O governo enfrenta focos de resistência entre parlamentares que relutam em assumir o desgaste político de aprovar um novo imposto tão próximo das eleições municipais, da bancada da barganha, que usa momentos decisivos para o governo para pedir o atendimento de suas reivindicações, como a liberação de emendas feitas ao Orçamento da União para suas bases e loteamento de cargos, e deputados que são contra a CSS por convicção.

    O argumento governista apresentado para diminuir dissidências na base de que a cobrança da CSS só será a partir de janeiro do próximo ano tem sido usado pelos próprios aliados para tentar jogar a votação do projeto para outubro. Para evitar desgaste principalmente para os deputados que são candidatos a prefeito, há aliado defendendo que a votação da CSS fique para depois das eleições.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    Data: 10/06/2008
    10-06-2008 | 10:06

    O Federal Reserve (Fed, o BC americano) não permitirá que se instale a idéia de que a inflação vai se acelerar, disse nesta segunda-feira (9) o presidente do banco, Ben Bernanke, em um discurso sobre a situação da primeira economia mundial.

     O Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês, equivalente ao Copom no Brasil) "resistirá com firmeza a um agravamento das expectativas da inflação a longo prazo, já que isto poderia desestabilizar o crescimento e alimentar a própria inflação".

    O Fed deve examinar o nível de suas taxas básicas de juros em sua próxima reunião de política monetária, nos dias 24 e 25 deste mês.

    Vários responsáveis manifestaram nos últimos dias seus temores sobre a inflação e descartaram a idéia de uma nova queda na taxa básica, atualmente em 2%.

    Bernanke, que falava na conferência anual do Fed de Boston, estimou que apesar das más notícias sobre o emprego, os últimos indicadores econômicos afetaram apenas "modestamente" as perspectivas de crescimento. "O risco de que a economia enfrente uma desaceleração substancial parece ter diminuído no último mês", afirmou.

    O desemprego cresceu a 5,5% da população ativa em maio nos Estados Unidos, contra 5% em abril, e a economia americana perdeu empregos pelo quinto mês consecutivo, com a redução de 49 mil postos de trabalho, contra 28 mil em abril.

    Fonte: Folha online

    Data: 10/06/2008

     

     

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