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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017
NOTÍCIAS
    24-06-2008 | 10:06
    O Governo do Estado está enviando uma mensagem à Assembléia Legislativa como forma de estimular o transporte internacional de carga no Aeroporto Marechal Rondon.

    Como ocorre atualmente no Porto Seco, os empresários teriam uma redução de 12% para 2% nos produtos a serem comercializados fora do Estado e de 17% para 10% na comercialização em Mato Grosso.

    A informação é dada na tarde desta segunda-feira (23.06) pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em Mato Grosso, Pedro Nadaf, em entrevista coletiva concedida na sede do Sebrae, momento antes de uma reunião sobre integração com países da fronteira, da qual participou empresários, o superintendente da Infraero em Mato Grosso, Kennedy Soares de Freitas, e o secretário-chefe da Casa Civil, Eumar Novacki.

    Além da criação da alfândega, o Governo de Mato Grosso reivindica a abertura da área internacional de passageiros no Aeroporto Marechal Rondon. “O superintendente da Infraero nos informou que a expectativa é a de que os vôos internacionais comecem a operar em Cuiabá ainda em setembro deste ano”, explicou Nadaf.

    Fonte: Mídia News
    24-06-2008 | 10:06

    O secretário de Fazenda, Éder de Moraes, anunciou ontem que a receita do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) bateu novo recorde em Mato Grosso. "A arrecadação do ITCD teve crescimento de 286% nos cinco primeiros meses de 2008 na comparação com igual período do ano passado", ressaltou. Nesse período, segundo ele, o Estado, através da Sefaz, arrecadou R$ 6,70 milhões em ITCD, ao passo que no mesmo período do ano passado, foi de R$ 1,87 milhão. O montante previsto nos cinco primeiros meses de 2008 era de R$ 2,31 milhões, ou seja, R$ 4,39 milhões menor do que foi efetivado.

    Éder de Moraes disse que o aumento do imposto é consequência de uma série de ações que estão sendo planejadas e executadas pela Sefaz com o objetivo de aprimorar a defesa da ordem tributária. "Essas ações são positivas porque combatem a evasão fiscal e protegem o contribuinte cidadão, cumpridor de suas obrigações", destacou. Para o secretário, a arrecadação do ITCD até agora neste ano reflete o trabalho dos técnicos do órgão em manter o fluxo regular de arrecadação estadual. "Existe parte da arrecadação que é excepcional. Esperamos que a receita do ITCD continue a ter essas contribuições ao longo do tempo", ressaltou.

    Mato Grosso é o único Estado do país que audita in loco os bens declarados pelos contribuintes que sofrem a incidência do ITCD. "As atividades de fiscalização visam a controlar a cobrança do imposto. Estamos implementando também melhorias no Sistema de Arrecadação do ITCD, para concretizar a informatização total das declarações on-line em todo o Estado", enfatizou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    24-06-2008 | 10:06

    O governo do Estado está enviando uma mensagem à Assembléia Legislativa como forma de estimular o transporte internacional de cargas no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. Como ocorre atualmente no Porto Seco, os empresários teriam uma redução de 12% para 2% nos produtos a serem comercializados fora do Estado e de 17% para 10% na comercialização em Mato Grosso.

    O anúncio foi feito ontem à tarde, pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em Mato Grosso, Pedro Nadaf. Além da criação da alfândega, o Estado reivindica a abertura da área internacional de passageiros no Aeroporto Marechal Rondon. “O superintendente da Infraero nos informou que a expectativa é a de que os vôos internacionais comecem a operar em Cuiabá ainda em setembro deste ano”, disse Nadaf.

    Paralelamente às ações administrativas, o secretário afirmou que será instalado no dia 3 de julho o Conselho Permanente de Exportação de Mato Grosso, com representantes do governo do Estado e de todo o setor produtivo ligado ao comércio exterior. “Além disso, estamos trabalhando na criação do Centro de Excelência em Comércio Exterior (Cecomex), uma ação que iremos impulsionar no interior do Estado, para fomentar o comércio exterior e criar ambientes favoráveis à sua prática”. 

    Fonte: Diário de Cuiabá
    23-06-2008 | 11:06
    Brasília - A projeção de analistas de mercado para o saldo da  balança comercial (exportações menos importações) em 2008 caiu de US$ 23,35 bilhões para US$ 23 bilhões. A informação consta do boletim Focus, publicação elaborada todas as semanas pelo Banco Central, com base em consulta a  analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.

    Quanto à cotação do dólar ao final de 2008, a estimativa foi reduzida de R$ 1,70 para R$ 1,68. A projeção para o déficit em transações correntes (transações do Brasil com o exterior) permanece em US$ 23 bilhões. Os analistas também reduziram estimativa para a entrada de investimento estrangeiro direto (caracterizado pelo interesse duradouro do investidor na atividade produtiva do empreendimento) no Brasil neste ano, de US$ 34,15 bilhões para US$ 34 bilhões.

    Também foi reduzida a projeção para o crescimento da produção industrial, que passou de 5,63% para 5,61%. Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi mantida a estimativa de 4,80% em 2008, assim como permaneceu inalterada a projeção para a relação entre dívida e PIB (41,10%).Fonte: Agência Brasil
    23-06-2008 | 10:06
    Além de os preços de alimentos continuarem subindo, mais um grupo de produtos vêm jogar ainda mais lenha na fogueira inflacionária: os custos da construção civil. É o que mostra a segunda prévia de junho do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que apontou inflação de 1,83%, um avanço em comparação à alta de 1,54% nos preços em igual prévia em maio.

    A aceleração é também a mais alta, na mesma base de comparação, desde dezembro de 2002, quando esse tipo de indicador subiu 3,26%. Dos três itens que compõem o indicador, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de 0,82% em maio para 2,84% em junho, a maior alta de junho de 1995.

    Na mesma base de comparação, o Índice de Preços por Atacado (IPA) passou de 2,02% para 2,05%; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) saiu de alta de 0,47% para alta de 0,78%.

    Segundo o coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, foi esse avanço mais intenso de preços na construção civil o responsável pela aceleração da segunda prévia do IGP-M de junho. Ele calculou que o INCC foi responsável por praticamente dois terços da aceleração da segunda prévia do IGP-M.

    Ele observou que, em termos de peso, o setor da construção civil é o de menor participação no resultado total do IGP-M, com apenas 10% do total do índice. Mas o avanço de preços no setor foi tão intenso que acabou por contribuir mais do que o atacado e o varejo na formação do índice -que representam 60% e 30% do total do índice, respectivamente. "A taxa de elevação de preços do atacado ficou praticamente parada (de 2,02% para 2,05%). Foi o avanço de preços da construção civil que contribuiu mais", afirmou o economista.

    Fonte: Gazeta Digital

    23-06-2008 | 10:06
    Além de reunir a cadeia produtiva do setor, feirão da CEF oferta mais de 3 mil imóveis. A busca da casa própria deverá levar até o Centro de Evento do Pantanal, em Cuiabá, cerca de seis mil pessoas até amanhã, quando se encerra a primeira edição do Salão de Negócios da Habitação, evento que está reunindo num mesmo espaço toda a cadeia produtiva da habitação, inclusive, 4º Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal.

    De com o secretário estadual de Indústria, Comércio, Minas e Energia, e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae em Mato Grosso, Pedro Nadaf, o evento, tem duas grandes vertentes – facilitar a concretização do sonho da casa própria e movimentar o setor. “Mato Grosso está com o mercado aquecido, uma vez que a taxa de crescimento de sua economia é bem superior à nacional – enquanto o Brasil cresce entre 4% e 5% ao ano, a taxa mato-grossense chega a 10%”.

    Para a superintendente nacional da CEF, Milena Vieira Pinheiro, que esteve em Cuiabá para a abertura do Salão – realizada na última quinta-feira -, a expectativa é movimentar nos quatro dias de duração do Feirão da Casa Própria cerca de R$ 50 milhões, uma vez que foram colocados três mil imóveis à disposição dos interessados.

    “Recursos não faltam, já que a CEF aplicou em 2007, apenas no setor habitacional, R$ 176 bilhões. Ou seja, 7% do Produto Interno Bruto [PIB] brasileiro”, informou.

    De acordo com o superintendente regional da CEF em Mato Grosso, Ivo Carlos Zecchin, a expectativa é que todos os imóveis sejam negociados. “Caso atinjamos essa meta, dobraremos o valor movimentado em 2007, que ficou na casa dos R$ 20 milhões, um aumento de 150%”, informou.

    “Este salão é uma forma de provocar, de forma positiva, o mercado”, afirma o vice-presidente do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi), Marco Pessoz. “O Salão promove facilidades para os interessados em adquirir o seu imóvel, cujos preços variam de R$ 20 mil a R$ 500 mil. Ou seja, imóveis para todos os bolsos”.

    SEGMENTO - A cadeia da habitação que reivindicava um evento anual foi atendida. Além da Confortex, realizada a cada dois anos, passam a contar também com o Salão, cuja periodicidade será a mesma - isto é, a cada dois anos. “A economia e a procura por novos imóveis garantem a realização de ambos os eventos”, defendeu Luiz Carlos Richter Fernandes, presidente do Sindicato das Indústrias da Construção.

    O 1º Salão de Negócios da Habitação, que concentra mais de 50 empresas em 24 estandes, é uma realização do Sebrae em Mato Grosso, governo do Estado e Caixa Econômica Federal, com o apoio da Escola Senai de Construção (Sistema Federação das Indústrias de Mato Grosso), Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso (Sinduscon/MT), Sindicato da Habitação (Secovi/MT), Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci-MT) e Imóvel Top.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    23-06-2008 | 10:06

    Economistas e analistas do mercado financeiro aumentaram novamente suas previsões para a inflação em 2008, segundo a pesquisa semanal do Banco Central conhecida como relatório Focus.

    A expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta de inflação, subiu pela 13ª semana seguida. O IPCA deve fechar o ano a 6,08%, acima dos 5,80% esperados até a semana passada. Se confirmado, o indicador ficaria acima do centro da meta de inflação para esse ano, que é de 4,5%.

    Para 2009, a previsão para o IPCA subiu de 4,63% para 4,78%.

    Os demais indicadores de inflação pesquisados pela instituição também tiveram as projeções para 2008 elevadas pelo mercado. O maior destaque foram os IGPs, que servem de base para o reajuste de aluguéis e tarifas.

    A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu de 9,96% para 11,02%; o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve a previsão aumentada de 10% para 10,36%; e o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) ficaria em 5,79%, ante 5,52% da semana anterior. A estimativa de inflação para os preços administrados subiu de 3,70% para 3,75%. Juros

     Os economistas mantiveram a previsão de que a taxa básica de juros termine 2008 em 14,25% ao ano, feita na semana passada. Para o final de 2009, a estimativa de que a Selic estaria em 12,75% subiu para 12,30% ao ano.

    No início do mês, o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) aumentou a taxa básica de juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Na ata da reunião, os diretores do BC dizem que continuarão aumentando os juros "enquanto for necessário". Agora, o mercado espera um aumento para 12,75% na reunião do Copom do final de julho; para 13,25% na reunião no início de setembro; 13,75% em outubro; e para 14,25% em dezembro (o Copom se reúne a cada 45 dias aproximadamente).

    PIB

    A previsão para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) se manteve em 4,80% em 2008. Para 2009, foi mantida a taxa de 4%. Ambas estão abaixo da projeção oficial do governo, de 5% para os dois anos.

    A estimativa para o dólar caiu de R$ 1,70 para R$ 1,68 no final deste ano. Para dezembro de 2009, a previsão ficou em R$ 1,77.

    A previsão do saldo da balança comercial em 2008 caiu de US$ 23,35 bilhões para US$ 23 bilhões. Para 2009, caiu de US$ 15,61 bilhões para US$ 15 bilhões.

    Contas externas

    Caíram as expectativas de investimentos estrangeiros diretos, de US$ 34,15 bilhões para US$ 34 bilhões (2008). Para 2009, foi mantida a previsão de US$ 30 bilhões.

    Foi mantida a previsão para a relação dívida/PIB, em 41,10% neste ano, e no saldo em conta corrente, com um resultado negativo de US$ 23 bilhões em 2008.

    Fonte: Folha online
    23-06-2008 | 10:06
    Os bens de capital importados em 2008 estão com preços médios 10% superiores aos registrados no ano passado. O reajuste de preço do minério de ferro, a demanda mundial aquecida por máquinas e equipamentos e o dólar desvalorizado estão entre os fatores de pressão para alta dos preços no exterior. No Brasil, as importações cresceram 47,6% nos cinco primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O porcentual mostra uma tendência de alta no ritmo de crescimento das compras no exterior, uma vez que no ano passado o aumento foi de 32,7%, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

    O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Indústrias (Abimei), Thomas Lee, diz que o aumento do preço do minério de ferro no exterior, principal matéria-prima para a fabricação de máquinas, já está sendo repassado. Ele observa um reajuste médio de 10% a 15% nas encomendas de máquinas e equipamentos importados nos primeiros meses do ano, principalmente dos países asiáticos. Até o final do segundo trimestre, Lee prevê novo reajuste de, pelo menos, mais 5%.

    Dados de abril da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) apontam a curva de alta nos preços. Enquanto no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, os preços dos bens de capital importados aumentaram 10%, em abril sobre o mesmo mês de 2007 o crescimento chega a 11,2%. Em todo o ano passado, o avanço foi de apenas 2,9%, na comparação com 2006.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    20-06-2008 | 11:06
    Os interessados em comprar imóveis, decorar a casa ou até mesmo fazer uma pequena reforma podem visitar o 1º Salão de Negócios da Habitação e Mostra da Construção Civil, que acontece até domingo (22.06), no Centro de Eventos do Pantanal. A expectativa é que pelo menos seis mil pessoas visitem a feira. Com espaço amplo e bem arejado, o consumidor terá a oportunidade ver as novidades de nove segmentos do setor da construção civil. Além disso, também poderá consultar arquitetos e outros profissionais da área sobre dúvidas que podem surgir na hora de comprar, construir ou reformar um imóvel.

    De acordo com o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/MT, Pedro Nadaf, o objetivo é propiciar à população, o acesso a informações sobre financiamento da casa própria, criar novas oportunidades de negócios e dar mais visibilidade para as empresas expositoras e às cadeias produtivas ligadas ao setor. “Mato Grosso vive um momento de pleno desenvolvimento econômico. Com isso, o setor de construção civil é um dos mais aquecidos e este evento é a oportunidade de aproximar consumidor e fornecedor”, destaca.

    A representante da Superintendência Nacional da Caixa Econômica Federal, Milena Vieira Pinho garantiu que há pelo menos R$ 50 milhões para ser aplicado durante o salão. “É o dobro do que disponibilizamos no ano passado. Além disso, temos pessoas capacitadas e boas taxas para que todos possam realizar o sonho de ter a casa própria. O cliente pode sair do evento com negócio fechado. Infelizmente não poderemos escriturar o imóvel porque não temos cartório dentro da Feira”, diz.

    Nadaf acrescenta que no primeiro mandato do governador Blairo Maggi foram entregues pelo menos 30 mil casas populares. Destas, 70% foram construídas em parceria com a Caixa Econômica Federal. “Uma das atrações do evento é a exposição da casa popular, uma réplica do que o governo está construindo e entregando para a população”, ressalta.

    O secretário aproveitou para anunciar a chegada de novos investimentos no Estado. Segundo ele, já está em negociação a implantação da primeira fábrica de piso e cerâmica do Estado de Mato Grosso. “Esta semana também autorizamos a importação de cimento que acontecerá por um tempo determinado, já que havia muitas construções paradas em função da falta do produto”, destaca.

    O evento é realizado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, Sebrae/MT e Caixa Econômica Federal e conta com o apoio da Escola Senai de Construção - Sistema Federação das Indústrias de Mato Grosso, Sindicato das Indústrias da Construção de Mato Grosso (Sinduscon), Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi), Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci) e Imóvel Top.

     

    Fonte: Sicme
    20-06-2008 | 11:06
    A abertura do evento Salão de Negócios da Habitação e Mostra da Construção Civil aconteceu nesta quinta-feira (dia 19) no Centro de Eventos do Pantanal. A solenidade contou com a presença do presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT) Luis Carlos Richter Fernandes, dos secretários Pedro Nadaf (Sicme) e Yenes Magalhães (Seplan), do superintendente da Caixa Econômica Federal em Mato Grosso, Ivo Carlos Zecchin, e do presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan.
    O evento continua aberta até este domingo (dia 22) e é aberta ao público.

    20-06-2008 | 11:06
    A redução do volume de exportação de aço brasileiro , em decorrência do redirecionamento da oferta para o mercado interno, não deve trazer impacto negativo para o caixa das empresas com as receitas em dólar. De acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), as vendas faturadas registraram elevação de 16,9% em maio, para US$ 617 mil.

    Tal elevação é resultado dos recentes aumentos dos preços de aço no exterior, já que no mesmo mês as vendas externas de produtos acabados, de maior valor agregado, apresentaram queda de 25,6%, para 323,2 mil toneladas. Nos produtos semi-acabados (placas, blocos e tarugos), houve crescimento de 4,7% nas exportações, para 392,9 mil toneladas, a elevação que, segundo o IBS, está relacionada com o aumento de capacidade instalada com a entrada, em 2007, de novos projetos.

    No acumulado do ano até maio, o crescimento da receita com exportações foi menos significativo, de 2,5%, para US$ 2,69 milhões, embora o volume de produtos embarcados tenha registrado queda de 11,3%, para 3,79 milhões de toneladas. O mercado nacional de aço também deve favorecer um bom crescimento das receitas das companhias. As vendas internas batem recorde após recorde.

    Em maio, tanto a comercialização de produtos laminados planos quanto de laminados longos alcançaram novas marcas, com alta de 7,8% e 21,3%, respectivamente, para 1,14 milhão de toneladas e 797 mil toneladas. Com isso, as vendas totais de produtos laminados atingiu 1,9 milhão de toneladas, 13% acima do registrado em igual mês de 2007. "Houve crescimento de compras em todos os setores, mas especialmente no automotivo, construção civil e distribuição", destacou a entidade, em nota. A produção brasileira de aço bruto em maio foi de 3 milhões de toneladas, alta de 2,8% ante mesmo mês de 2007.

    Fonte: CNT
    20-06-2008 | 11:06
    O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, registrou a geração de 202.984 empregos formais em maio deste ano. Esse resultado foi menor do que o verificado em igual período de 2007, quando foram criados 212.217 postos de trabalho.

    No acumulado de janeiro a maio, a abertura de novos empregos totalizou 1.051.946, número recorde de criação de postos de trabalho da série histórica do Caged. O valor, segundo o Ministério do Trabalho, é 15% maior do que o recorde anterior, que ocorreu em igual período de 2007, quando foram criados 913.836 postos de trabalho.

    Nos últimos 12 meses até maio, foram gerados 1.755.502 empregos formais. O resultado é superior ao verificado no mesmo período do ano passado, quando foram registradas 1.374.179 novas vagas.

    Segundo o Ministério do Trabalho, entre 2003 e 2008 foram criados 7.320.714 empregos formais.

    O setor de serviços voltou a liderar, em maio, pelo quarto mês consecutivo, a geração de postos de trabalho com carteira assinada. Foram abertos 55.361 novos empregos no setor, quantidade bem acima da verificada em maio de 2007, quando foram criados 39.590 novos postos no mesmo segmento.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    20-06-2008 | 11:06

    De janeiro a maio de 2008 Cuiabá teve 4.897 de saldo de empregos gerados, o que significa um aumento de 4,55% em relação ao ano passado.

    Segundo o Ministério do Trabalho, em todo o Brasil mais de 1 milhão de vagas foram abertas de janeiro a maio deste ano, recorde absoluto da série histórica do Caged para este período, que tem início em janeiro de 2004. Foram criados exatos 1,05 milhão de empregos com carteira assinada nos cinco primeiros meses deste ano.

    O setor econômico que mais contribuiu para a abertura de vagas no acumulado deste ano foi o de Serviços, com 365 mil vagas abertas, contra 289 mil em igual período de 2007. "O setor de Serviços tem sido muito forte no Brasil. São os hotéis, os restaurantes, o setor de Educação", disse Lupi a jornalistas.

    A indústria de transformação, por sua vez, gerou a criação de 265 mil empregos formais neste ano, contra 271 mil em igual período do ano passado. A construção civil teve forte crescimento em 2008, com 160 mil vagas abertas de janeiro a maio deste ano, contra 79 mil em igual período de 2007. Já o Comércio foi responsável pela abertura de 83 mil empregos com carteira assinada até maio de 2008, na comparação com 68 mil no mesmo período do ano passado.

    Fonte: Olhar Direto
    20-06-2008 | 11:06
    Apesar da arrecadação recorde registrada nos cinco primeiros meses do ano, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, afirmou que não é possível afirmar que houve aumento da carga tributária.

    Rachid disse que o governo vai completar o período 2004/2009 com uma desoneração de R$ 92 bilhões em tributos, o equivalente a quase dois meses de arrecadação nos patamares atuais.

    Segundo ele, houve uma formalização e um crescimento maior da economia, o que contribuiu para aumentar a arrecadação. "A carga é arrecadação sobre PIB, mas nós tivemos um crescimento maior da economia", afirmou.

    Um estudo divulgado na última segunda-feira pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) aponta que a carga tributária atingiu o maior patamar da história, de 38,9% do PIB (Produto Interno Bruto) no primeiro trimestre deste ano, representando um aumento de 1,87 ponto percentual em relação ao ano passado.

    O secretário disse também que a arrecadação tende a estabilizar nos próximos meses em patamares mais baixos que o registrado no início do ano, quando chegou a cresce mais de 20%.

    "A arrecadação não terá a elevação que teve nos últimos meses. Ela tende a se estabilizar", disse.

    Arrecadação

    A arrecadação federal de impostos e tributos fechou os primeiros cinco meses do ano em R$ 275,4 bilhões. O resultado é recorde e representa uma alta de 11,13% sobre o mesmo período do ano passado.

    Somente no mês de maio, foram arrecadados R$ 50,4 bilhões, uma queda de 16,26% em relação ao resultado de abril. Na comparação com maio do ano passado, no entanto, houve crescimento de 5,16%. O valor é recorde para os meses de maio.

    Os impostos que mais caíram na comparação com o mês anterior foram o Imposto de Renda Pessoa Física e Jurídica (-27,5%) e a CSLL paga pelas empresas (-41%). Segundo a Receita, a queda nesse tipo de comparação é verificada todos os anos, devido ao pagamento da primeira parcela do IRPF e IRFP/CSLL em abril.

    Acumulado no ano

    O imposto que mais subiu nos cinco primeiros meses do ano foi o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), alvo de elevação em algumas de suas alíquotas no início do ano como forma de compensar as perdas com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

    Foram R$ 7,96 bilhões para os cofres públicos, aumento de 150% em relação aos primeiros cinco meses de 2007. A maior parte desse valor veio da tributação das operações de crédito com pessoas físicas, que passaram a ser tributadas em janeiro deste ano.

    Em termos absolutos, o aumento foi puxado pela arrecadação das empresas. O IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) renderam, respectivamente, R$ 38,8 bilhões (+22,14%) e R$ 18,5 bilhões (+22%) para o governo.

    A Receita vem atribuindo esses números à alta lucratividade das empresas e bancos no último trimestre de 2007, que se refletiu na arrecadação no início deste ano, principalmente no mês de janeiro. Vale lembrar que a alíquota da CSLL sobre os bancos também subiu para compensar as perdas com o fim da CPMF.

    O IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) cresceu 9,4% no ano e somou R$ 6,8 bilhões. Por fim, as receitas previdenciárias cresceram 12,8%, para R$ 69 bilhões.

    Também foi destaque no ano a arrecadação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que cresceu 19,7% (R$ 15,5 bilhões). Os destaques foram o IPI sobre automóveis (+34%), sobre fumo (+25%) e sobre importações (+20,5%).

    Fonte: Folha online

    20-06-2008 | 11:06
    O feirão realizado pela Caixa Econômica Federal trará imóveis novos, usados e na planta. Entre os usados, estão imóveis que foram retomados pela Caixa de inadimplentes e alguns estão ocupados.

    Os imóveis retomados são vendidos de duas maneiras. Por meio de concorrência pública, que é quando o interessado faz uma proposta em um envelope fechado e ganha a melhor oferta, e por venda direta, que são os imóveis que não foram vendidos na concorrência pública. Nesse caso, o primeiro interessado que der o lance mínimo ganha. Em ambos os casos, é fixado um valor mínimo e um caução para participar.

    A Caixa fez um convênio com o Creci (conselho de corretores) e o sindicato dos corretores, que estarão atendendo no local. Se o cliente tiver interesse, ele poderá visitar o imóvel com o corretor.

    Como a Caixa já tem a documentação dos imóveis disponíveis será mais fácil sair com o contrato já assinado. O interessado deverá apresentar apenas seus documentos para liberar o financiamento.

    Fonte: Diário de Cuiabá
    20-06-2008 | 11:06
    O volume de recursos aplicados pela Caixa Econômica Federal no setor da habitação em Mato Grosso deverá atingir a cifra de R$ 400 milhões este ano, crescimento 48,14% em relação ao montante injetado pela instituição em 2007 (R$ 270 milhões). Até agora, de acordo com a Superintendência da CEF, já foram aplicados R$ 230 milhões, mais de 50% dos recursos previstos no orçamento deste ano.

    As fontes são diversas. Da Caixa Econômica e Sociedade Brasileira de Poupança e Empréstimos (SBPE), estão previstos R$ 120 milhões. O FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) deverá participar com R$ 100 milhões, mesmo montante do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), enquanto a contrapartida do governo federal (com recursos a fundo perdido), será de R$ 90 milhões.

    A Caixa Econômica oferece diversas modalidades de financiamento, visando atender às diferentes camadas sociais e faixas de renda, entre eles o PAR, a Carta de Crédito FGTS, a Carta de Crédito SBPE e o Imóvel na Planta.

    Por conta dessas opções, a procura por crédito imobiliário vem crescendo a cada ano em Mato Grosso. “Na verdade, o que existe é uma carência de soluções habitacionais que vêm sendo suprida através dos investimentos que a Caixa vem realizando no setor. A Caixa vem aumentando e batendo recordes sucessivos no setor. Temos programas para atender todas as faixas de renda e alternativas que se encaixam ao perfil salarial dos trabalhadores”, explica o superintendente da Caixa em Mato Grosso, Ivo Carlos Zecchin.

    No caso da Carta de Crédito FGTS, a faixa de renda atendida vai de 1 salário mínimo a R$ 4,9 mil, com prazo de até 30 anos para pagar. O limite do financiamento, com recursos do FGTS, varia de acordo com a renda do trabalhador e os juros oscilam entre 5,5% e 8,5% ao ano. Este programa financia até 100% do valor do imóvel.

    A Carta de Crédito SBPE e o programa da Caixa destinam-se à construção e aquisição de imóveis com recursos da poupança, podendo ser pago também em até 30 anos e financiando até 80% do valor do imóvel (no caso de Cuiabá), com juros de 8,5% a 12%.

    A Caixa conta ainda com programas de financiamento às famílias de baixa renda – como o “Tô Feliz” - em parceria com o governo do Estado, que quita o financiamento. Por meio deste programa já foram construídas 2,5 mil casas em 32 municípios, com investimentos de R$ 18 milhões. Objetivo é construir em torno de 10 mil imóveis em Mato Grosso. Até agora foram edificadas mais de cinco mil casas.

    JUROS E PRAZO - O aumento da procura pelo financiamento imobiliário é conseqüência direta do alongamento dos prazos de financiamento e redução das taxas de juros, principal atrativo para os mutuários que desejam reformar, ampliar ou construir um imóvel.

    De uma forma geral, todas as instituições que operam com financiamentos imobiliários ajustaram suas taxas de juros para baixo.

    Para a Superintendência da Caixa Econômica, a ampliação do prazo e a redução das taxas vão estimular o setor habitacional e estimular a construção de imóveis em Cuiabá, pois “houve ganho nas duas pontas e isso irá beneficiar todo o mercado”.

    A distribuição dos contratos mostra que 55% dos financiamentos são de imóveis na planta, 15% de imóveis novos e 30% de imóveis usados. O prazo médio dos empréstimos é de 144 meses.

    SALÃO – Foi aberto ontem no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o 1º Salão de Negócios da Habitação, Mostra da Construção Civil e 4º Feirão da Casa Própria.

    Promovido pelo Sebrae em Mato Grosso, Caixa Econômica Federal e governo estadual, com o apoio de uma rede de parceiros, o Salão vai até o próximo domingo, dia 22, das 10 horas às 22 horas.

    O salão tem como proposta informar o público visitante sobre financiamento da casa própria e criar novas oportunidades de negócios para o setor.

     

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    20-06-2008 | 11:06

    Metade das metas fixadas na nova política industrial até 2010 não será cumprida, aponta estudo da Fiesp sobre o plano anunciado no mês passado pelo governo Lula. A avaliação é endossada pelo Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

    A política industrial pretende assegurar o crescimento econômico acima de 5% ao ano e ajustar a capacidade de produção a um novo patamar de consumo, o que pode afastar o risco de inflação por demanda.

    Segundo o estudo da Fiesp, o investimento industrial de 21% do PIB (a chamada Formação Bruta de Capital Fixo) e a exportação de US$ 210 bilhões ao ano --1,25% do comércio mundial-- não são mais metas factíveis até 2010.

    A Fiesp acha que o investimento industrial não irá passar de 19% do PIB no horizonte da nova política e que as exportações alcançarão no máximo US$ 196,8 bilhões, 1,06% do comércio mundial.

    A entidade avalia que as outras duas metas (elevação do investimento em pesquisa e desenvolvimento para 0,65% do PIB e ampliação do número de empresas exportadoras para 11,8 mil) serão cumpridas.

    José Ricardo Roriz, diretor do departamento de competitividade da Fiesp, afirma que a elevação dos juros básicos da economia funcionará como um freio ao investimento. O ciclo de queda dos juros básicos iniciado no fim de 2005 coincide com a aceleração dos investimentos. Em abril passado, o Banco Central --ante a aceleração da inflação-- inaugurou um novo ciclo de alta de juros.

    Nas exportações, o problema continua a ser a desvalorização do dólar ante o real. A situação afeta a competitividade do produto brasileiro e expulsa exportadores do mercado.

    "Essas duas situações afetam diretamente o cumprimento dessas metas fixadas na política industrial. Além disso, o governo oferece a desoneração com uma mão e tira com a outra. Depois de conceder desoneração apresentou proposta para uma nova CPMF", critica Roriz.

    Júlio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, concorda com as conclusões da Fiesp. Diz que a meta de investimentos ao ritmo de 21% do PIB por ano a partir de 2010 é ousada, principalmente se considerados os incentivos criados para viabilizá-la. Almeida salienta, no entanto, que tal proposta seria facilmente cumprida se o governo universalizasse o benefício da depreciação acelerada tal qual ofertada aos setores automotivo e de bens de capital.

    O Iedi avalia que na exportação as medidas de apoio não são suficientes. Além do problema do câmbio, Almeida afirma que o governo deveria buscar uma solução para devolver à indústria os R$ 17 bilhões retidos nos Tesouros dos Estados a título de ICMS de exportação.

    Outro lado

    O Ministério do Desenvolvimento rebateu o estudo.

    Segundo Fernanda De Negri, chefe da Assessoria Econômica da pasta, o investimento industrial deste ano está alinhado com as projeções do governo.

    No primeiro trimestre, a expectativa era a de que a Formação Bruta de Capital Fixo estivesse em 17,8% do PIB em termos anualizados. "Chegamos a 18% do PIB", pontua Fernanda. Ela admitiu que o juro maior afeta o investimento, mas minimizou o impacto.

    Para ela, as medidas e os instrumentos de incentivo ao investimento serão suficientes para se sobrepor ao impacto da retomada da elevação do juro.

    O governo rebate com números a avaliação de que o ritmo de crescimento das exportações tende a reduzir com a desvalorização do dólar e a conseqüente perda de competitividade. "Estão dizendo isso desde 2004 e as exportações continuam a crescer", diz Fernanda.

    A média de crescimento das exportações nos últimos cinco anos foi de 21,7%, ante os 16% de expansão mundial.

    Fonte: Folha online
    20-06-2008 | 11:06
     O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou ontem o ranking das 50 cidades que mais geraram emprego, saldo entre contratações e demissões, nos cinco primeiros meses deste ano. Em maoto grosso, a capital do estado alcaçou a 35° posição, gerando 4.897 vagas de trabalho no período.

    Já o estado atingiu a 10° posição entre todos os 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Foram gerados no período pouco mais de 25 mil novos postos de trabalho. Entre os estados do Centro-Oeste, Mato Grosso ficou em segundo lugar, só perdendo para Goiás, que obteve a marca de quase 53 mil novos postos de trabalho.

    Fonte: Folha do Estado

    20-06-2008 | 11:06

    Formal – Setor contratou 1.559 trabalhadores, um aumento de 77% ante a 2007O agropecuário foi o que mais demitiu, com o fim da safra

    O setor da construção civil segurou o nível do emprego formal em mato grosso no mês de maio, obtendo o melhor saldo (diferença entre contratações e demissões) entre os setores produtivos do estado. Foram contratados 1.559 trabalhadores no setor no mês passado, um aumento de 77% ante ao mesmo período de 2007 (879). Só em Cuiabá, a construção abriu 538 novas vagas em maio. No acumulado de cinco meses já são 2.331 contratados somente nesse setor. De forma geral, foram abertas no estado, 2.882 novas vagas no mês passado, somando mais de 25 mil de janeiro a maio. Os dados do cadastro geral de empregados e desempregados (Caged) foram divulgados ontem (19) pelo Ministério do Trabalho. Segundo representantes da construção, o aquecimento do setor voltou no final de 2006 e segue até hoje com perspectiva de novos investimentos devido ao desempenho positivo da economia brasileira.         

     

    Fonte: Folha do Estado
    20-06-2008 | 11:06
    A criação de vagas de trabalho com carteira assinada de janeiro a maio bateu o recorde de 1.051.946, 15% maior do que o recorde anterior, em igual período de 2007, quando foram criados 913.836 postos de trabalho. Em maio, surgiram 202.984 vagas, uma desaceleração em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram criadas 212.217 cargos de emprego formal. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, essa queda se deve a "um fator sazonal no setor sucroalcooleiro". Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, nos últimos 12 meses até maio, foram gerados 1.755.502 empregos formais. O resultado é superior ao verificado no mesmo período do ano passado, quando foram registrados 1.374.179 novas vagas. Para reforçar a criação de empregos no governo Lula, o Ministério do Trabalho ainda contabilizou a criação de vagas entre 2003 e 2008: 7.320.714 de vagas.

    Sazonalidade - Segundo o ministro, no mês de maio foram fechados 7 mil postos de trabalho no Estado de Alagoas por causa do período de entressafra na produção de cana-de-açúcar. "Só isso explica essa diferença de um ano para o outro", disse. "Não é um efeito de contaminação do processo macro de geração de emprego. É uma sazonalidade de um Estado e de uma área específica."

    Lupi preferiu enfatizar o resultado do Caged no acumulado de janeiro a maio de 2008, que já ultrapassou a marca de mais de um 1 milhão de novos empregos formais. Segundo o ministro, a cada dia se confirma a sua previsão de um novo recorde de geração de empregos formais.

    O Ministério do Trabalho projeta a abertura de mais 1,8 milhão de postos em 2008. Em 2007, foram 1,617 milhão. Lupi disse que o aumento do salário mínimo para R$ 415 este ano elevou o consumo, o que, por conseqüência, fez crescer a produção e os postos formais de trabalho no segmento industrial.

    O ministro atribuiu o bom resultado no mercado à "pujança da economia brasileira". Ele destacou a informação de que mais de 30 milhões de brasileiros trabalham, hoje, com carteira assinada.

    Inflação - Lupi avaliou que o aumento dos índices de inflação não tem repercutido no mercado de trabalho. "A inflação é preocupante, é contra o assalariado, mas é o resultado de uma demanda interna aquecida, ou seja, de muita gente estar podendo comprar o que não podia", disse o ministro.

    Fonte: gazeta Digital

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