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Sábado, 18 de Novembro de 2017
NOTÍCIAS
    18-06-2008 | 10:06
     Técnicos da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT) receberam na segunda-feira (16.06) na sede do órgão, em Cuiabá, representantes do segmento de revenda de máquinas de construção civil, a fim de discutir assuntos pertinentes à política tributária aplicável ao setor.

    Na ocasião, os empresários apresentaram aos representantes da Secretaria de Fazenda sugestões para o Regulamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (RICMS). Eles ficaram de formalizar as sugestões junto ao órgão nos próximos dias.

    Como preceitua o governo Blairo Maggi, a Sefaz está aberta ao diálogo e a atender, na medida do possível, às reivindicações dos segmentos econômicos.

     

    Fonte: Mídia News
    18-06-2008 | 10:06

    O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, criticou hoje (17) a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). Segundo ele, este não é o momento político para discutir aumento de impostos.

    "A hora não é de criar imposto, mas de discutir a reforma tributária. A carga tributária no Brasil tem de ser discutida no bojo global e não simplesmente com a criação de mais um imposto", analisou ao participar de sessão no Senado em homenagem ao senador Jefferson Péres (PDT-AM), morto no mês passado.

    Segundo Britto, se for aprovada no Congresso, é possível que a questão venha a ser questionada no Supremo Tribunal Federal. "Ela não é conveniente. Não é politicamente correta, porque simboliza mais essa mentalidade perversa de que, no Brasil, se administra, aumentando impostos.O que tem feito o país ser campeão em imposto no mundo", ressaltou.

    A CSS, que terá alíquota de 0,1% e incidirá sobre toda movimentação financeira, foi aprovada na semana passada na Câmara. Hoje devem ser votados quatro destaques da proposta. Um dos itens retira a base de cálculo da alíquota o que, na prática, invialibiliza a contribuição. Em seguida, a CSS segue para o Senado.

    Fonte: Mídia News

    18-06-2008 | 10:06
    O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, disse nesta terça-feira que há espaço para que a taxa de juros Selic caia a níveis semelhantes ao que é praticado no México.

    Ele ressaltou que isso só poderá acontecer quando a alta dos preços dos alimentos cessarem, e a inflação estiver mais controlada.

    A taxa real (descontada a inflação) mexicana atual é de 2,6%, e a brasileira alcança 6,9% (também real).

    A opinião de Coutinho foi compartilhada pelo ex-presidente do BC (Banco Central), Armínio Fraga, que disse acreditar que a taxa possa chegar a um patamar de 4% em "um tempo não muito distante". "Não vejo porque não esperar que a taxa de juros caia para níveis semelhantes ao do México. Não temos que ter complexo, passada essa fase, acredito que ela vai cair", comentou Fraga.

    Coutinho lembrou que o governo está "muito preocupado" com a alta da inflação, e acrescentou que o presidente Lula deverá anunciar, em breve, medidas para a promoção de oferta de alimentos, para que sejam mitigadas pressões internas, e também em alguns lugares do mundo.

     "Não sei quanto tempo vai durar a pressão internacional de preços sobre commodities. Ainda há aceleração, esperamos que isso, em algum momento, pare", afirmou Coutinho.

    Em seminário sobre financiamento de longo prazo, na sede do BNDES, Armínio Fraga sugeriu que a TJLP (Taxa de Juros de Longo prazo) deixe de ser utilizada como indexador dos empréstimos feitos pelo banco. Coutinho admitiu essa possibilidade, e disse que há idéias ainda especulativas sobre a questão, que ainda não estão amadurecidas.

    "É uma matéria que estamos estudando também. Mas quero deixar claro que jamais faremos qualquer mudança que crie insegurança nos contratos já realizados. Não vamos produzir nenhuma incerteza sobre contratos já feitos. Se formos mudar regras, faremos isso de maneira muito cuidadosa, apenas para ter um outro tipo de regra melhor da que já existe hoje", observou.

    Coutinho negou ainda que haja intenção de aumentar a TJLP. Segundo ele, a taxa vai ficar estável porque traduz a confiança de que a economia brasileira manterá estabilidade de preços.

    "Estamos passando por um período de pressões transitórias, a inflação será mantida sob controle, e portanto, não faz sentido mexer numa variável de longo prazo", acrescentou.

    O estímulo ao investimento foi a medida defendida pelo presidente do BNDES garantir estabilidade futura da oferta e de preços. Para Coutinho, o ciclo de investimento deve ser sustentado, mesmo que se opte por crescer de forma mais lenta.

    "Não devemos refrear o investimento. Quando o consumo cresce aceleradamente, cria um descompasso, e às vezes, é preferível crescer um pouco mais devagar, calibrar o crescimento e crescer de forma mais consistente com o aumento da oferta", afirmou.

    Fonte: Folha online

    18-06-2008 | 10:06
    O presidente do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia), Flávio Azevedo, disse hoje que o abastecimento do mercado brasileiro de aço está garantido e que a demanda interna não terá influência sobre o preço do produto.

    Azevedo esteve reunido hoje na Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Fazenda para tratar do assunto com o governo.

    Ele apresentou dados que mostram que a capacidade instalada do setor poderá aumentar no mesmo ritmo do consumo interno. Hoje, o país tem uma capacidade de produção de 40 milhões de toneladas de aço para um consumo de 22 milhões. A expectativa é passar para 63 milhões e 40 milhões, respectivamente, até 2015.

    "Apesar dos setores de construção civil e automotivo terem iniciado o ano com crescimento muito expressivo, eles serão plenamente atendidos", disse. "A questão do aumento de preço por causa de demanda não existe."

     

    Fonte: Folha online
    18-06-2008 | 10:06
    O aumento da inflação no mês passado provocou estragos não apenas no poder de compra dos salários, mas, também nos ganhos da caderneta de poupança. Segundo levantamento da empresa de informações financeiras Economática, a rentabilidade da poupança foi de 0,574% em maio, enquanto a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurada pelo IBGE, subiu 0,97% no período. A diferença significa que o poupador perdeu 0,214% do valor real do dinheiro aplicado.

    Na prática, é como se o poupador que tinha R$ 1 mil no final de abril hoje precisasse depositar mais R$ 2,14 para que o dinheiro aplicado não tivesse o poder de compra corroído pela inflação.

    De acordo com a Economática, o resultado no mês passado foi o pior desde março de 2003, quando a rentabilidade da poupança teve queda real (descontado a inflação) de 0,346%. No acumulado de 2008 até abril, o rendimento real da aplicação em caderneta de poupança também ficou negativo, em 0,013%. O resultado negativo de maio pode ser visto como um desestímulo às aplicações num dos mais tradicionais investimentos.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    18-06-2008 | 10:06
    O governo federal está preocupado com a alta dos alimentos, mas avalia ser possível controlar a inflação e manter o crescimento econômico. O diagnóstico foi feito ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião da coordenação política, no Palácio do Planalto. Lula cobrou empenho dos ministros no lançamento do Programa de Incentivo à Produtividade da Agricultura Familiar, previsto para o fim deste mês.

    O grande desafio do governo, disse o presidente, é conter a escalada inflacionária e a alta do petróleo. Da mesma forma que fez na reunião ministerial, há nove dias, Lula destacou a importância do programa de estímulo à produção de fertilizantes. Lembrou que o Brasil importa 80% dos fertilizantes e alguns deles tiveram alta de 300% nos últimos meses. Para o presidente, o aumento do preço dos alimentos é um fenômeno mundial.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse aos colegas que é importante mostrar o governo unido para enfrentar a alta dos preços. A ordem é manter o discurso de que tudo está sendo feito para combater a inflação. Na avaliação da cúpula do governo, medidas preventivas para arrefecer as pressões já começaram a surtir efeito.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    18-06-2008 | 10:06

    No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades comerciais de veículos e de material de construção, Mato Grosso obtém um desempenho ainda melhor. De janeiro a abril deste ano, as vendas acumulam crescimento de 15,7% sobre os mesmos meses de 2007, e em abril, o incremento é de 21,4% sobre o quarto mês do ano passado. E a receita aumentou 25,6% em abril sobre o mesmo mês do ano anterior e nos quatro meses o lucro aumento 20,1% sobre o mesmo intervalo de 2007.

    O diretor regional da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Mato Grosso (Fenabrave-MT), Paulo Cesar Boscolo, confirma que as facilidades oferecidas pelo mercado, como taxas de juros menores, financiamentos mais longos e acesso ao crédito facilitado, o consumo tende a aumentar, seguindo um aquecimento verificado em todo o país. A novidade no setor, segundo ele, é que as montadoras estão disponibilizando uma quantidade maior de veículos às revendedoras, o que reflete significativamente no tempo de espera pelo carro depois do fechamento do contrato de compra. "Agora as revendas que vendiam 100 carros por mês tem 200 disponíveis para formação de estoques, tendo os automóveis à pronta entrega. Isso só vai refletir na variação que se tinha anteriormente nas

    vendas".

    Ele revela que o boom no setor, que começou no ano passado, com a demanda maior que a oferta, as lojas só vendiam o que as montadoras podiam entregar, o que já está mudando nos últimos dois meses. Assim, as empresas terão um número maior de carros para vender, o que não vai mais acarretar em uma diferença em percentual tão acentuada como nos meses anteriores. (FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    18-06-2008 | 10:06
    A pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) de Projeções e Expectativas de Mercado mostra que os bancos revisaram para cima suas expectativas de crescimento da economia para este ano de 4,66% para 4,78%. O levantamento, feito nos dias 12 e 13 de junho e divulgado ontem, revelou que os bancos estão menos otimistas quanto ao consumo das famílias. A média das projeções foi revisada em baixa, de 6,06% para 5,99%. Já os investimentos, medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) devem crescer 11,72%, taxa superior à estimativa anterior, de 11,15%.

    Para 2009, as instituições financeiras reduziram sua projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de forma moderada, de 4,19% para 4,18%. A previsão de consumo das famílias avançou de 5,09% para 5,20%, e a da FBCF, de 9,10% para 9,54%. "Já existe uma preocupação em relação à inflação e ao impacto disso no orçamento familiar e como isso afeta o consumo das famílias daqui para frente", ressaltou o economista-chefe da Febraban, Nicola Tingas.

    Entretanto, o lado positivo é a expansão dos investimentos. "O investimento está crescendo, e isso faz com que a gente tenha uma manutenção do nível de emprego e renda", disse. Na avaliação do economista, é necessário um "balizamento das condições de oferta". Desta forma, uma pequena desaceleração na demanda para dar tempo de a oferta se equilibrar com ela é "muito importante".

    Para Tingas, esse movimento pode justificar a política gradual do Banco Central. "Aparentemente a condução (da política monetária) se mantém sadia, privilegiando a manutenção das expectativas", de tal forma que o processo de investimentos não seja interrompido.

    O risco para 2009 é de uma reversão do crescimento mundial, alerta Tingas. De acordo com o levantamento, as maiores preocupações do mercado são também o aumento dos preços das matérias-primas (commodities) e da pressão inflacionária no cenário global. Item alimentação - No Brasil, o maior risco destacado pelos bancos é a pressão dos preços dos alimentos e também dos preços administrados, assim como o descompasso entre a oferta e a demanda na economia.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-06-2008 | 11:06
    Os investimentos da Votoratim em Mato Grosso estão aumentando. Nesta segunda-feira (16.06), dois diretores da fábrica de cimentos do grupo em Nobres (146km a Médio-Norte de Cuiabá), apresentaram ao Governo do Estado o projeto de ampliação da planta fabril no município que aumentará, num prazo de um a dois anos e meio, a produção em mais de um milhão de tonelada/ano.

    O anúncio foi feito, nesta manhã, pelo diretor de Planejamento da fábrica, Luiz Alberto de Castro Santos, e pelo gerente de Responsabilidade Social, Flávio Chantre, ao vice-governador Silval Barbosa e ao secretário de Estado de Fazenda, Eder de Moraes Dias, no gabinete da Vice-governadoria no Palácio Paiaguás. Os diretores garantem investimentos de mais de R$ 300 milhões.

    Somente neste ano, investem R$ 80 milhões na instalação de mais um forno industrial que aumentará a capacidade de produção em mais 400 mil toneladas/ano. Hoje, são produzidas 900 mil t/ano. De acordo com os diretores, até o final do ano concluem o investimento. No projeto de ampliação da planta, protocolado junto ao Executivo estadual, o grupo investe R$ 300 millhões.

    Dentro desse projeto, os diretores anunciaram ainda a fabricação de Pozolana, um produto derivado da matéria-prima do cimento que poderá ser adicionado à fabricação do mesmo. Sendo possível adicionar 40% de Pozolana na base de produção do cimento. Dessa forma, avaliaram, a fábrica dobrará a capacidade de produção em Mato Grosso e regularizará o mercado.

    “Foi nos informado que o valor FOB do cimento da fábrica não foi alterado. Ele está saindo da fábrica para o comércio no valor de R$ 13. Sub entende-se que o valor não poderia ser comercializado acima de R$ 17, mas tem algumas regiões do Estado que estão custando R$ 29 a bolsa. O que está havendo é um abuso e possivelmente a cartelização do preço do cimento”, argumentou o secretário Éder.

    O secretário informou que a Sefaz e a Delegacia Fazendária iniciarão um Força Tarefa para averiguações.

    Fonte: Secom MT

    17-06-2008 | 10:06
    Empresas do setor imobiliário e da construção civil estarão concentrados a partir de quinta-feira (19) no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, para o 1º Salão da Habitação. Até domingo (22), várias empresas do segmento de compra, venda e locação de imóveis, decoração, paisagismo, arquitetura, lojas de material de construção e agentes financeiros vão expor seus produtos para fomentar negócios. Durante o evento, será realizado também a quarta edição do Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal (CEF).

    De acordo com a diretora do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae-MT), Leide Garcia Kataiama, a entidade e outros segmentos do setor decidiram organizar, depois de algumas reuniões, um evento que contemplasse toda a cadeia, desde a indústria até lojas varejistas de material de construção, para que todos possam encontrar possibilidade de negócios. "Nosso objetivo é mostrar oportunidades para os consumidores em relação à habitação e construção civil. A exemplo do que ocorre com a Confortex, queremos levar produtos voltados para o lar às pessoas, reunindo tudo em um só lugar", diz ao acrescentar que o evento será bianual. A diretora não arrisca o montante a ser negociado, mas diz que a expectativa é que passem pelo local cerca de 6 mil pessoas nos três dias da feira.

    Feirão da Casa Própria - Um dos eventos mais esperados durante o Salão da Habitação será o 4º Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica. O gerente regional de habitação da CEF, Edy Soares, afirma que serão expostos vários imóveis que poderão ser financiados pelo banco com condições especiais. Ele explica que imóveis usados podem ter até 80% do valor financiado pela Caixa, sendo que os novos têm até 100% do valor parcelado.

    As taxas de juros variam de 5,5% a 11% ao ano (a.a.) dependendo da renda do cliente e do valor do bem. O prazo para quitar o imóvel pode ser de até 30 anos.

    O gerente afirma que de janeiro até ontem, a Caixa havia liberado R$ 120 milhões em financiamentos para habitação com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e via Caixa. "Não temos os números exatos do mesmo período do ano passado, mas há um crescimento em torno de 20%".Serviço - A abertura do 1º Salão da Habitação ocorre no dia 19 às 19h30. Nos demais dias, a feira estará aberta ao público das 10h às 22h.

    Fonte: Gazeta Digital

    17-06-2008 | 10:06

    Os diretores da Votorantim que estiveram em Cuiabá ontem para dar uma entrevista coletiva sobre as ações da empresa para resolver o problema de desabastecimento de cimento em Mato Grosso também se reuniram com o governador Blairo Maggi e o secretário de Estado de Fazenda, Eder Moraes. Eles anunciaram a construção de uma nova fábrica, também em Nobres, com capacidade de produção de 1 milhão de toneladas ano. O alvo principal dessa nova fábrica será, além de Mato Grosso, Rondônia e Acre. Na reunião com Maggi e Moraes, os empresários pediram ainda a inclusão do projeto nos programas de incentivo fiscal do governo.

    A nova fábrica deve ficar pronta em dois anos. O investimento total é de R$ 300 milhões, com geração de mil empregos diretos durante a obra. Depois, serão 500 operários para colocar a unidade em funcionamento. Além dessa de Mato Grosso, o diretor de Planejamento da Votorantim, Luiz Alberto de Castro Santos, aponta projetos de outras quatro novas fábricas integradas no país e seis novas moagens de cimento. Serão R$ 2 bilhões de investimentos em todo o Brasil. Com isso, a Votorantim vai passar de uma produção atual de 25 milhões de toneladas ano para 34 milhões de toneladas.

    O diretor comercial da Votorantim, Marcelo Chamma, nega que a definição de investimentos em Mato Grosso tenha se dado porque o governo do Estado resolveu liberar a importação de cimento pelo Porto Seco, como tentativa de solução do problema do desabastecimento.

    Ele acredita que com a entrada do cimento Poti no mercado, o abastecimento deve se normalizar em até 60 dias. A fábrica da Votorantim em Nobres responde hoje pelo abastecimento de aproximadamente 70% do mercado.

    Fonte: Gazeta Digital

    17-06-2008 | 10:06

    A Votorantim Cimentos vai trazer para Mato Grosso cimento de Sergipe. Essa foi a solução encontrada para resolver o problema de desabastecimento do mercado. A empresa tem uma fábrica naquele Estado nordestino que ainda não está operando em sua capacidade total e vai poder atender temporariamente o mercado mato-grossense. Mesmo com o custo do frete, a previsão é que o cimento no varejo tenha o preço reduzido em R$ 3 ou R$ 4. Isso porque os gastos da fábrica serão diluídos por todo o volume fabricado pela unidade de Nobres. O diretor comercial da Votorantim, Marcelo Chamma, estima que o saco do cimento saia da fábrica por R$ 1 a mais.

    Significa que o cimento deve sair dos atuais R$ 23 o saco para R$ 19 ou R$ 20. Antes da alta, o produto era vendido por R$ 18,50. Segundo Chamma a Votorantim deve trazer cimento Poti, de Sergipe, até que janeiro de 2009, data em que deve entrar em operação o novo forno da unidade de Nobres, que vai produzir 320 mil toneladas a mais por ano. Hoje, a produção é de 900 mil toneladas de cimento por ano. A operação de transporte do cimento de Sergipe deve começar de imediato. O primeiro carregamento do Poti deve estar nas lojas de materiais de construção na próxima segunda-feira. A projeção é trazer de 300 a 500 toneladas por dia, ou de 6 mil a 10 mil sacos.

    "A nossa expectativa é abastecer o mercado tão bem quanto antes", diz o diretor comercial da Votorantim. Chamma frisa que a produção do cimento Itaú na fábrica de Nobres está normal e tudo que é produzido está sendo comercializado. Ele frisa que o preço do produto na fábrica não sofreu alteração e que o abastecimento só não está regular porque a demanda aumentou muito. Nos primeiros cinco meses deste ano, Chama destaca que as vendas da unidade de Mato Grosso aumentaram 30%, enquanto o mercado brasileiro teve incremento de 15%. Ele acredita que o setor da construção civil em Mato Grosso ainda deva crescer pelos próximos cinco anos acima da média nacional.

    O diretor comercial da Votorantim diz também que o problema de desabastecimento não foi causado pelas interrupções na produção para manutenção do forno da unidade de Nobres. Conforme ele, é totalmente normal a manutenção de fornos de duas a três vezes no ano. Este ano já houve duas paradas para manutenção. A cada vez são aproximadamente 10 dias sem produção.

    Fonte: Gazeta Digital
    17-06-2008 | 10:06

    Para o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac), Wenceslau Júnior, a medida adotada pela Votorantim deve normalizar o abastecimento do mercado em poucos dias, além de reduzir o preço do cimento no varejo. Segundo ele, o preço havia subido porque os comerciantes estavam gastando com frete para trazer o produto de São Paulo e Brasília.

    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Luiz Carlos Richter, destaca que trazer o cimento de Sergipe vai beneficiar todo mundo. Ele explica que até agora o mais penalizado com o desabastecimento era o pequeno consumidor. "Os grandes tinham contratos fechados com as fábricas e garantiram, além do abastecimento, o preço, que não foi alterado". Já os pequenos além de não terem o produto na quantidade necessitada ainda tiveram que pagar a mais no varejo.

    Richter observa que o setor da construção civil deve continuar aquecido no Estado. Ele lembra que há um crescimento grande de novos investimentos em Mato Grosso. E o problema que antes era a falta de infra-estrutura (asfalto e energia, por exemplo), passou a ser a falta de cimento para as obras.

    O presidente do Sinduscon cita ainda que a liberação da importação de cimento pelo Porto Seco, é apenas um dos elos da cadeia e não resolve todo o problema, por isso há necessidade de várias ações.Ele frisa também que o governo deve assumir sua parte do ônus reduzindo a pauta do cimento (base de cálculo para cobrança de ICMS). (VC)

    Fonte: Gazeta Digital

    17-06-2008 | 10:06

    Grupo Votorantim anunciou ontem a injeção de R$ 300 mi para construção de nova mais uma unidade em Nobres. Diretores do Grupo anunciaram a construção de uma nova planta e a importação emergencial de cimento de Sergipe
    O diretor de Planejamento da Votorantim Cimentos, Luiz Alberto Castro Santos, anunciou ontem em Cuiabá a construção da segunda fábrica de cimento do grupo no município de Nobres (146 quilômetros ao médio norte de Cuiabá). Com investimentos de R$ 300 milhões e prazo de dois anos para entrar em operação, a nova planta duplicará a capacidade de produção da Votorantim (Cimento Itaú) em Mato Grosso, que passará de 1 milhão de toneladas/ano para 2 milhões de toneladas.

    Antes da conclusão da nova fábrica, entretanto, a empresa colocará em funcionamento um novo forno junto à atual planta, com capacidade para produzir 320 mil toneladas de cimento e outros insumos. O forno deve entrar em operação em janeiro de 2009 e significará um acréscimo de 32% sobre a oferta global da fábrica, elevando a produção para 1,32 milhão de toneladas.

    A Votorantim é líder no mercado brasileiro de cimento com mais de 40% de participação, e uma das 10 maiores empresas globais do setor de materiais básicos de construção, com operações no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Bolívia. No ano passado, o faturamento líquido da empresa atingiu R$ 5,6 bilhões.

    “Estamos investindo para aumentar a produção e atender a crescente demanda por cimento nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre”, afirmou o diretor comercial Marcelo Chamma. Segundo ele, o consumo de Mato Grosso está “bem acima da média nacional”. Na verdade, a média de Mato Grosso chega a ser o dobro da média do país, estimada em 15%. No Estado, o consumo médio é de 30%.

    “A nossa previsão é de que Mato Grosso continuará crescendo acima da média devido ao ótimo desempenho da sua economia e à expansão do agronegócio”, afirma Chamma.

    Segundo ele, a indústria da construção civil vive um ciclo de “crescimento sustentável” no Brasil e o compromisso da empresa “é estar ao lado dos clientes e consumidores, acreditando no futuro do país”.

    O diretor de Planejamento da Votorantim, Luiz Castro Santos, explicou que os investimentos anunciados ontem fazem parte do plano de expansão da empresa “somando-se aos investimentos de R$ 1,7 bilhão até 2010 na construção de quatro novas fábricas integradas de cimento nos próximos três anos, além de cinco novas unidades de moagem, reformas, ampliação e modernização de algumas unidades de cimento e argamassa.

    “O nosso objetivo é aumentar a capacidade de produção da empresa em 30%, saltando de 25 milhões de toneladas por ano para 33 milhões de toneladas/ano, e atender a uma tendência de crescimento, regionalização e descentralização do consumo de cimento no Brasil. Queremos também posicionar a empresa geograficamente mais próxima dos mercados de consumo”, afirmou o executivo.

    VENDAS – Dados preliminares da indústria e estimativas de mercado apontam que as vendas de cimento para o mercado interno brasileiro acumuladas nos últimos doze meses – junho de 2007 a maio deste ano – atingiram 47,3 milhões de toneladas, apresentando crescimento de 13,7% sobre igual período anterior.

    No acumulado janeiro-maio de 2008 foram vendidas 20 milhões de toneladas de cimento, da quais 19,7 milhões no mercado interno, representando 15% de aumento sobre igual período de 2007. Em maio deste ano foram vendidas 4,2 milhões de toneladas no mercado interno. As vendas por dia útil apresentaram incremento de 4% sobre abril deste ano e de 20,3% em relação a maio de 2007.

    MATO GROSSO - A Votorantim anuncia que irá trazer cimento da sua fábrica de Laranjeiras (SE), a 2,3 mil quilômetros de Cuiabá. O objetivo é garantir o suprimento do mercado mato-grossense, que ainda continua desabastecido.

    De acordo com Chamma, a empresa irá trazer de 300 a 500 toneladas por dia de cimento (entre 6 mil e 10 mil sacas). “Com isso, o abastecimento será normalizado no máximo em 90 dias”, garante.

    Ele acredita que o custo por bolsa irá encarecer em R$ 1 por saca de 50 Kg, por conta do frete, mas os preços ao consumidor devem cair em torno de R$ 4 por saca em função da oferta, que será aquecida. “Estamos atualmente com preços elevados – R$ 23 a R$ 24 – por causa justamente da falta do produto. Quando estivermos recebendo o cimento de Sergipe, o mercado se ajustará naturalmente e os preços voltarão ao patamar de R$ 19 a R$ 20 a saca”, afirma Chama. Desde setembro do ano passado, o Estado vem tendo problemas para atender ao suprimento de cimentos, item básico da construção civil.  

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-06-2008 | 10:06
    “O setor da construção civil está aquecido e a tendência é o consumo aumentar ainda mais nos próximos meses”, afirma o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção (Sinduscon), Luiz Carlos Richter Fernandes. Segundo ele, a demanda reprimida está em torno de 20%.

    No mercado local o cimento continua em falta e os preços chegaram ao patamar de R$ 24. O reflexo direto disso é o atraso nas obras de construção civil. “Já notamos esse problema e a tendência é o cenário se manter por mais algumas semanas até que a situação seja normalizada”, diz o presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado (Acomac), Wenceslau Souza Júnior.

    Segundo ele, o desabastecimento e a conseqüente alta nos preços foram motivados pela paralisação temporária da fábrica de cimento de Nobres e o aquecimento das obras no setor da construção civil.

    Além da alta dos preços, as lojas estão fracionando a venda das bolsas aos consumidores. É o caso da Correia Materiais para Construção, que estava vendendo no máximo três bolsas por cliente. “O produto realmente está escasso, por isso estamos limitando as vendas para atender àqueles que nos procuram”, disse um vendedor da loja. Na Bigolin, o produto ontem estava em falta. “Desde sexta-feira não temos cimento em nossa loja”, disse uma vendedora.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    17-06-2008 | 10:06

    Evento negociou a compra e venda de 7.892 imóveis

    As expectativas da Caixa Econômica foram superadas: durante os quatro dias do 4oFeirão da Casa Própria do Rio, realizado semana passada, foram vendidos 7.892 imóveis, um total de empréstimos de R$ 645 milhões, contra uma estimativa inicial de R$ 600 milhões. Esses valores também estão acima dos R$ 529 milhões apurados nos cinco primeiros meses do ano. Nos próximos sábado e domingo, será a vez de Niterói sediar o feirão da CEF (no Shopping Bay Market). Do total vendido no evento carioca, 45% eram imóveis novos e na planta, o que mudou o perfil dos negócios feitos em anos anteriores, informa o superintendente regional da Caixa, José Domingos Vargas: - Nos feirões anteriores, a relação de vendas era de 70% de usados e 30% de novo
     
    Pelo SFH, preço médio das moradias foi de R$ 90 mil
     
    Vargas destacou que a idade média de compradores também foi mais baixa - entre 25 e 35 anos - o que reflete o que já vinha sendo percebido pelo mercado. E, nos financiamentos concedidos via Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o preço médio dos imóveis vendidos foi de R$ 90 mil. Para a baixa renda, com empréstimos via Carta de Crédito FGTS, o preço médio foi de R$ 45 mil. Vargas registrou ainda grande procura pela Zona Norte: - A demanda foi maior que a oferta. Os empreendedores devem ficar atentos à região. O evento recebeu 98.670 visitantes. Foram oferecidas 55.060 moradias.

    Fonte: CBIC

    17-06-2008 | 10:06

    Comat/CBIC e Coopercons viabilizam importação do produtoA Comissão de Materiais e Tecnologia (Comat) da CBIC, em conjunto com as Coopercons, está formando grupos de empresas interessadas em importar aço para a construção civil com preços inferiores aos praticados no mercado nacional.

     A operação ocorre via parceria com uma trading e uma empresa de consultoria em comércio exterior.

    Mais informações pelo telefone (62) 3095-5155.

     

    Fonte: CBIC
    17-06-2008 | 10:06

    Setor da construção teve alta de 8,8% no período

    O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2008, divulgado nesta terça-feira (10) pelo IBGE, apresentou alta de 5,8% se comparado ao mesmo trimestre de 2007. O PIB somou, a preços de mercado nos primeiros três meses do ano, R$ 665,5 bilhões, sendo R$ 560,7 bilhões referentes ao valor adicionado e R$ 104,8 bilhões aos impostos sobre produtos.

    A indústria foi o setor produtivo que registrou maior destaque no período, com um crescimento de 6,9%, seguida pelos serviços (5,0%) e pela agropecuária (2,4%). Na atividade industrial, o setor da construção teve destaque com um crescimento de 8,8%, a maior taxa desde o segundo trimestre de 2004 (10,6%).

    Segundo o IBGE, o resultado se deve a elevação de 24,6% do crédito direcionado para o segmento de habitação. Ainda de acordo com o IBGE, no que se refere à demanda interna, houve crescimento de 15,2% da formação bruta de capital fixo, explicado, principalmente, pelo crescimento da construção civil e pela produção e importação de máquinas e equipamentos, e a menor taxa real de juros dos trimestres iniciados em 2006.

    Já no que se refere à demanda externa, as exportações registraram queda de 2,1% no primeiro trimestre de 2008 e as importações também continuaram crescendo (18,9%) pelo 18º trimestre consecutivo. No acumulado dos últimos 12 meses, a economia brasileira cresceu 5,8%.

    A indústria cresceu 5,7%, seguida pela agropecuária e pelos serviços, ambos com crescimento de 4,9%. Dos subsetores industriais, a construção civil foi o destaque com 6,5%, seguido pela indústria de transformação com 6,0%.  Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana cresceu 5,4%.

    A indústria extrativista mineral cresceu 2,8%. Já com relação ao trimestre anterior, o PIB registrou alta de 0,7%, indicando, no entanto, uma desaceleração que já se observava desde o 3º trimestre de 2007.

    Dentre os setores, a indústria também foi o destaque, com crescimento de 1,6%, seguida pelos serviços (1,0%) e pela agropecuária (-3,5%).

     

     

    Fonte: CBIC
    17-06-2008 | 10:06

    A projeção para a inflação de 2008 pelo IPCA teve forte alta e está agora 1,3 ponto percentual acima do centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). No relatório semanal Focus divulgado ontem pelo Banco Central, a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o índice oficial de inflação no país, passou de 5,55% para 5,80%. O centro da meta de inflação é 4,50%.

    Para 2009, a projeção do IPCA subiu de 4,60% para 4,63%, superando também o centro da meta. A meta de inflação, tanto em 2008 quanto 2009, tem margem de tolerância de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. As projeções de inflação pelo Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna (IGP-DI) e Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) para 2008, índices calculados pela Fundação Getúlio Vargas e que refletem bastante a inflação no atacado, também avançaram.

    O IGP-DI subiu de 9,01% para 9,96%, enquanto o IGP-M passou de 8,73% para 10%. Já a previsão para o IPC-Fipe deste ano, que mede a inflação na cidade de São Paulo, passou de 5,50% para 5,52%. A pesquisa Focus reúne projeções de cerca de 100 instituições financeiras. Câmbio e juros - A previsão para a taxa de câmbio, no final deste ano, permaneceu em R$ 1,70 por dólar. Para o final de 2009, a projeção de câmbio caiu de R$ 1,78 para R$ 1,77. Para a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, o mercado financeiro elevou a projeção para 14,25% ao ano, em dezembro de 2008, ante 14% esperados na pesquisa Focus anterior.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-06-2008 | 10:06

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a garantir que o controle da inflação continuará prioritário em seu governo. Em discurso realizado durante homenagem que recebeu na manhã de ontem na BM&F Bovespa pela conquista da classificação de grau de investimento pelo Brasil, Lula admitiu que o país enfrenta uma pressão da inflação sobre alimentos, que é um fenômeno global. Apesar disso, ele assegurou:

    "Nós temos de ter o compromisso de não permitir que a inflação atrapalhe o sonho que o país conquistou". Lula reafirmou que, embora haja um movimento mundial de alta de preços, não é possível permitir que os aumentos pequenos se expandam, colocando em risco as conquistas do país, nem as medidas de longo prazo. O presidente disse que a crise de alimentos no mundo deveria ser classificada de "desafio". Ele assegurou que o Brasil tem condições de dar um grande salto de qualidade na área agrícola, e está preparado para levar seus combustíveis, como biodiesel, para o mercado internacional.

    Apesar de afirmar que manterá a inflação sob controle em seu governo, Lula disse que os mecanismos utilizados para esse controle não devem prejudicar o crescimento sustentável do país. "O Brasil pode atravessar esta onda de crise mundial e continuar em um ritmo de crescimento sustentável", destacou. Ele lembrou que a taxa de investimentos, hoje em torno de 18% do Produto Interno Bruto (PIB), deve chegar a 21% em 2010.

    Ao falar das medidas que seu governo vem tomando para controlar a inflação, Lula elogiou a postura do Banco Central, destacando que a política monetária em vigor vem garantindo o controle da inflação sem prejudicar o ritmo de crescimento da economia. "A inflação não é só responsabilidade do Banco Central e do (ministério da) Fazenda, mas de todos", afirmou. Na avaliação do presidente, o Brasil atingiu um círculo virtuoso, destacando que a aceleração do crescimento foi feita com a inclusão social. "Uma das maiores vantagens da economia brasileira é a potencialidade do seu mercado interno", destacou ele, citando alguns programas de sua gestão.

    Fonte: Gazeta Digital
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