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Sábado, 18 de Novembro de 2017
NOTÍCIAS
    16-06-2008 | 19:06
    O Sinduscon Mato Grosso participou nesta segunda-feira (dia 16) de mais uma reunião com a empresa Votorantim para tentar controlar a falta de cimento no Estado. Em curto prazo ficou definido que o Estado vai trazer de Sergipe entre 200 a 500 toneladas/dia de cimento. Já a médio prazo a Votorantim se comprometeu em iniciar no mês de janeiro a construção de mais um forno na fábrica da cidade de Nobres. E a longo prazo a empresa garantiu o investimento de R$ 300 milhões para a construção de mais uma fábrica, também na cidade de Nobres, em dois anos.   

     

    Com essas medidas o Sinduscon acredita que será possível dar um fôlego aos empresários que vivem a expectativa de aumento da procura pelo produto. Participaram da reunião o presidente do Sinduscon-MT, Luis Carlos Richter Fernandes e o representante da empresa Votorantim, Marcelo Chamma.
    16-06-2008 | 18:06
    A comissão do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT) se reuniu nesta sexta-feira (dia 12) para a última rodada de negociação da convenção coletiva. Com o acordo, o próximo passo é levar a decisão á Delegacia Regional do Trabalho de Mato Grosso (DRT-MT) para homologação. Participaram da reunião o vice- presidente de relações trabalhista do Sinduscon, Cláudio Cleber Ottaiano, e o presidente do sindicato dos trabalhadores do setor, Círio Nunes da Silva.
    16-06-2008 | 12:06
    O V Encontro Nacional dos Programas da Qualidade da Construção, será realizado em 23 e 24 de junho de 2008 na cidade de Belém.

     

    O Encontro será promovido pelo Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Habitação e da Coordenação Geral do PBQP-H, e será realizado pelo Pará Obras e Secretaria de Estado de Governo.

     

    O V Encontro, assim como em suas edições anteriores, contará com a participação de representantes de Governos Estaduais e de entidades públicas e privadas ligadas à Construção Civil.

     

    O objetivo do evento, que acontecerá no Complexo Turístico Estação das Docas, é agregar as experiências de consolidação do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat nos Estados, divulgar e debater os resultados obtidos na implementação dos programas da qualidade nos segmentos da Construção Civil brasileira, e avançar no processo de harmonização do PBQP-H nos Estados. 

    Fonte: ABPC

    16-06-2008 | 12:06
    A indústria da construção civil contratou 152,4 mil novos trabalhadores em todo o país no primeiro quadrimestre de 2008, segundo levantamento do SindusCon-SP e da FGV Projetos. No ano, o aumento é de 8,3%. 

     

    Em abril, foram empregados 38,6 mil novos funcionários, uma variação positiva de 2% ante o mês anterior, o que elevou o estoque de mão-de-obra da construção civil para 1,987 milhão, o maior desde 1995, quando o estudo teve a metodologia atualizada. Já nos últimos 12 meses encerrados em abril, a alta é de 16,6%.

      

    No Estado de São Paulo, foram criadas 48,9 mil vagas no quadrimestre, um aumento de 9,4% no total de trabalhadores da construção civil paulista. Com isso, o estoque de mão-de-obra do setor no Estado atingiu o patamar de 565 mil empregados com carteira registrada. Nos últimos 12 meses encerrados em abril, mês em que foram geradas 11,6 mil vagas, a alta do índice é de 21,3%.

      

    Na Capital paulista, o avanço do índice nos quatro primeiros meses do ano foi de 9,7%, com a criação de 24,1 mil postos de trabalho. Em abril, foram contratados 6,6 mil funcionários, uma alta de 2,5% sobre março. Já nos últimos 12 meses, o crescimento chega a 25%. Com isso, o estoque de mão-de-obra da construção civil no município de São Paulo atingiu o patamar de 271,4 mil empregados com carteira registrada.

      

    Regiões do Brasil – Com resultados positivos em todas as regiões do país, a maior variação mensal percentual do nível de emprego na construção civil foi no Centro-Oeste, que registrou alta de 3,2% em abril (+4,8 mil trabalhadores), comparado a março. Já na Região Sudeste, o crescimento foi de 2,3%, ou 25.445 vagas a mais.

      

    No Sul, as 5,1 mil vagas geradas em abril representaram avanço de 1,9% e, no Nordeste, foram contratados 1,9 mil trabalhadores, o equivalente ao aumento de 0,5% - ambos na base de comparação mensal referente a março.

    Mas o principal destaque positivo de abril ficou por conta do Norte, que após três meses de perdas voltou a apresentar crescimento e teve 1,3% de alta no índice, o que representou para a região 1,2 novas vagas na construção civil.

    Fonte: Sinduscon SP

    16-06-2008 | 12:06

    O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) subiu 1,07% no período até o dia 15 deste mês, taxa 0,05 ponto percentual (p.p.) abaixo do registrado na semana até o dia 7 (1,12%). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Os preços dos alimentos desta vez foram os que mais contribuíram para a redução.

    O grupo Alimentação recuou de 2,98% na primeira semana deste mês para 2,78%, com destaque para hortaliças e legumes (12,48% para 9,37%), panificados e biscoitos (4,77% para 3,71%), óleos e gorduras (0,82% para 0,11%) e laticínios (1,20% para 0,92%).

    Os grupos Transportes (0,17% para 0,09%), Vestuário (0,46% para 0,39%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,73% para 0,67%) também recuaram, com destaques para seguro facultativo para veículo (1,70% para -0,07%), calçados (-0,42% para -0,67%) e medicamentos em geral (0,89% para 0,59%), nesta ordem.

    Já os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,44% para 0,56%), Despesas Diversas (-0,02% para 0,07%) e Habitação (0,36% para 0,39%) registraram alta, com destaque para passagem aérea (8,68% para 10,08%), mensalidade para TV por assinatura (-1,24% para -0,50%) e taxa de água e esgoto residencial (0,34% para 0,73%).

     

    Fonte: Folha online

    16-06-2008 | 12:06
    O crescimento e a consolidação do mercado de capitais brasileiro nos últimos anos fizeram o valor das empresas listadas na Bovespa se equiparar pela primeira vez ao tamanho do PIB brasileiro --algo impensável no começo da década.

    As cerca de 450 companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo representam um valor de aproximadamente R$ 2,5 trilhões. O PIB (Produto Interno Bruto) do país fechou 2007 em R$ 2,55 trilhões.

    Em maio, quando a Bovespa atingiu seu recorde histórico de pontuação, o valor das empresas superou os R$ 2,6 trilhões.

    O que se via até 2005 era uma diferença muito grande no tamanho da Bolsa em comparação à economia brasileira. Em 1996, o valor de mercado das empresas cotadas na Bolsa representava aproximadamente 27% do PIB. Em 2000, essa proporção havia subido, mas se mantinha em níveis baixos, em torno de 37%.

    A expansão mais acelerada no valor da Bolsa começou a ser sentida depois de 2005, período em que o mercado acionário iniciou sua retomada, com o número de IPOs (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) crescendo a cada ano.

    Agora, o mercado brasileiro começa a poder ser comparado, em termos proporcionais de tamanho, ao dos países desenvolvidos, em que a correlação entre a Bolsa de Valores e o PIB costuma rondar os 100%.

    "O mercado de capitais embalou nos últimos tempos. Entramos em um outro patamar no que se refere à captação de recursos via mercado de capitais. E a Bolsa está em um novo nível, o que é relevante para atrair capital externo e manter seu ritmo", afirma Carlos Daniel Coradi, diretor-presidente da EFC (Engenheiros Financeiros & Consultores).

    Como os números de capitalização na Bolsa oscilam todos os dias, com o sobe-e-desce das ações, sua correlação com o PIB pode variar bastante em determinado período.

    Mesmo assim, a comparação entre os dois indicadores costuma ser acompanhada pelos analistas, pois serve de parâmetro para medir o desenvolvimento do mercado e a força das empresas de capital aberto.

    No dia 20 de maio, a Bovespa registrou a maior pontuação de sua história: 73.516 pontos. A pontuação acompanha o valor das ações. Assim, um nível recorde de pontos mostra que nunca as ações valeram tanto.

    Esse pico alcançado pela Bolsa é relevante para a economia, pois um mercado de capitais evoluído representa uma importante fonte de diversificação de captação de recursos pelo setor privado.

    As empresas lançam ações para levantar recursos, que posteriormente são utilizados para a realização de novos investimentos ou quitação de dívidas. Dessa forma, um país que tem um mercado de capitais fraco deixa de aproveitar uma relevante fonte de captação de recursos, forçando empresas a dependerem ainda mais de empréstimos bancários.

    "O mercado de capitais tem tido uma expansão muito vigorosa. Isso reflete também uma economia que tem crescido de forma mais sustentável. A diversificação dos instrumentos de financiamento é importante para a economia seguir se expandindo", afirma Roberto Padovani, estrategista de investimentos sênior para a América Latina do WestLB.

    O ano de 2007 foi especialmente significativo na consolidação do mercado de ações: a Bovespa registrou a entrada de 63 novas companhias em seu pregão -o melhor resultado em muitos anos.

    Essa retomada do mercado acionário -que viu o número de empresas listadas cair de mais de 500 companhias no fim da década de 90 para cerca de 390 em 2004- mostra que os empresários estão redescobrindo essa alternativa para levantar recursos. Atualmente, há aproximadamente 450 empresas com ações na Bolsa.

    O que analistas de mercado afirmam é que, mais do que o simples aumento do número de companhias listadas, houve uma melhora no perfil delas.

    Muitas empresas que não mais acreditavam na Bolsa e que passavam longos períodos sem terem seus papéis negociados no pregão cancelaram seus registros de companhia de capital aberto na última década, dando lugar a novatas mais interessadas e confiantes no mercado acionário doméstico.

    Fonte: Folha online
    16-06-2008 | 12:06

    Na semana passada, o governo anunciou que a economia do país está avançando no ritmo mais forte desde 1996: o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 5,8% no período de 12 meses encerrado em março.

    Empresários e consumidores querem acreditar que, desta vez, é pra valer. Entretanto, analistas estrangeiros ouvidos pela Folha afirmam que há um considerável risco de os progressos obtidos nos últimos anos não se sustentarem se algumas reformas estruturais não forem feitas --e logo.

    "Pela ótica da comunidade internacional de investidores, o Brasil está muito mais atraente agora do que nos últimos anos, tanto política quanto economicamente", diz Mahrukh Doctor, professora da Universidade de Hull, no Reino Unido, e pesquisadora do Centro para Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford.

    A política monetária levada a cabo pelo Banco Central é sempre citada como um dos pilares da evolução recente do país.

    "Justamente por causa do seu histórico, o Brasil não se mostra complacente com a inflação e seus efeitos. A sociedade, por sua vez, parece estar mais disposta a fazer sacrifícios a fim de evitar que esse mal volte, pois entende que a estabilidade de preços é crucial", comenta Doctor, fazendo uma ressalva em seguida: "Essencial, importantíssima, mas não suficiente, devo dizer".

    A lista das melhorias prioritárias inclui infra-estrutura, sistema tributário, Previdência Social e leis trabalhistas. "O atual governo não está fazendo a sua parte", lamenta Doctor.

    A preocupação mais urgente, na avaliação dos analistas, é com a elevação dos gastos públicos. "Essas despesas estão demasiadamente altas e precisam ser controladas. Aumentar o superávit primário para 4,3% do PIB, como anunciado pelo Ministério da Fazenda há alguns dias, não representa economia nenhuma, na realidade, porque o aperto está sendo obtido a partir de um aumento temporário de arrecadação. Se houver uma crise mundial forte, os ventos favoráveis cessam. As dúvidas quanto a isso devem provocar cautela. É hora de ficar alerta e montar as defesas adequadas para continuar crescendo rápido no médio e longo prazo", destaca Thomas Trebat, diretor-executivo do Instituto para Estudos Brasileiros da Universidade Columbia, nos EUA.

    A consultoria americana Global Insight, uma das mais conceituadas no mundo, prevê que o país termine o ano com um crescimento de 5,1%, que ainda é elevado. Esse número considera um panorama de "aterrissagem suave" para a China --o país se desaceleraria devagar, ainda demandando um grande volume de commodities agrícolas e metálicas do Brasil, porém diminuindo um pouco, também, as pressões sobre os preços das matérias-primas.

    "Apesar das incertezas no cenário global, estamos otimistas porque os investimentos nas empresas têm sido altos e devem continuar assim, de forma a atenderem melhor a demanda interna", diz Rafael Amiel, diretor para a América Latina da Global Insight.

    "O país tem tudo para dar certo. É um forte exportador de alimentos e de tecnologia para biocombustíveis, produtos que serão muito demandados pelo mercado. O governo só não pode deixar de encarar seriamente os desafios que se impõem neste momento. Tem que trabalhar duro para conseguir fazer as mudanças enquanto é possível", reforça Doctor.

    Fonte: Folha online
    14-06-2008 | 11:06
    Oferta de moradias menores e mais baratas cresceu 8% entre janeiro e março.
    Mercado quer conquistar famílias com renda de até dez salários-mínimos.O mercado imobiliário parece ter descoberto um filão que há muito tempo esperava por lançamentos: o de baixa renda. São imóveis de 50 metros quadrados com prestações em torno de R$ 300. A área de lazer é completa, com piscina, quadra e churrasqueira. Mas os prédios têm muitos apartamentos para baratear os custos.

    A oferta de moradias menores e mais baratas cresceu 8% nos três primeiros meses do ano, como mostra pesquisa da Federação do Comércio. É alta para um segmento que estava parado, mas em comparação a outros tipos de imóveis, ainda é tímida. Esse mercado quer conquistar 2,6 milhões de famílias, quase a metade das que moram na Grande São Paulo, que têm renda de até dez salários-mínimos.

    “O que se chama de ‘boom imobiliário’ nos últimos anos ocorre nas faixas de renda que hoje têm acesso a crédito e acesso a imóveis que já são preparados para esses segmentos. São imóveis que são feitos e pensados para esses segmentos, o que não ocorria antigamente”, explica Fábio Pina, assessor econômico da Fecomércio.

     

      Características do imóvelO professor Alexandre Arcanjo procura um apartamento que não o deixe com muitas dívidas, mas também faz questão de ser mimado. “O consumidor não está apenas procurando quatro paredes. Ele está procurando algo mais. Ele procurando ser valorizado. E esse valor não se coloca no papel”, comenta Arcanjo.

    Dentro do apartamento, a suíte tem que estar na lista de qualquer construtora que queira investir em imóveis mais populares. As famílias também escolhem plantas que distribuem melhor os espaços. Em um apartamento, a cozinha americana fez sucesso.

    Endereço o vendedor Rodriano Couto já tem: acaba de comprar em um prédio. Vai ser vizinho de quase 1,7 mil famílias. Quase todas as unidades foram vendidas em seis meses, mas só serão entregues daqui a três anos.

    “Estava planejando para o ano que vem, mas pode ser que agora atrase um pouco, porque vai ser entregue em 2011. Não sei se vou conseguir enrolar minha noiva até lá”, brincou o vendedor Rodriano Couto.

    As construtoras e imobiliárias descobriram mais uma maneira de garantir as vendas: em muitos casos já não exigem mais comprovação de renda, porque o próprio imóvel fica sendo a garantia do financiamento. 

    Fonte: Portal G1

    14-06-2008 | 11:06

    Saída de indústrias valoriza terrenos e muda bairros paulistanos.
    Metro quadrado na cidade valorizou cerca de 50% em cinco anos.
    Vivendo um de seus melhores momentos na história, o setor imobiliário brasileiro encontra um entrave na cidade de São Paulo: a falta de espaço. Bloqueada de quase todos os lados por outras cidades, a capital paulista não tem para onde se expandir. A resposta de construtoras e incorporadoras à questão tem sido fazer a cidade 'crescer para dentro' - ocupando áreas deixadas pelas indústrias. 

    "É uma solução de desenvolvimento para uma cidade que está densamente ocupada e que não tem mais para onde ir. Os terrenos das indústrias são dos poucos espaços de maior expressão que a cidade tem para crescer", diz Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), empresa privada especializada em consultoria na área imobiliária.

    A readequação de espaços está redefinindo bairros inteiros da cidade, como a Mooca, a Barra Funda e a Chácara Santo Antonio. Nessas regiões, indústrias e galpões dão lugar a grandes empreendimentos residenciais e comerciais, promovendo um adensamento e uma reurbanização.

    "Hoje São Paulo está crescendo nos lugares não tão óbvios, como no passado eram os bairros residenciais", diz Fabio Romano, diretor de incorporação São Paulo da Gafisa, uma das principais construtoras e incorporadoras do país.

     

     Custo alto e centralidade

    Os custo crescentes da mão-de-obra, IPTU, seguro, e as dificuldades de transporte, que pioram a cada dia, 'expulsam' as indústrias da capital para o interior ou para outros estados. "Além disso, muitas sofreram pressões da população ao redor para sair, por conta da poluição", diz o advogado tributarista Ivan Tauil.

    Na saída, as empresas aproveitam para se capitalizar com a venda desses terrenos – só nos últimos cinco anos, o preço médio do metro quadrado na cidade subiu cerca de 50%.

    "Não tem sentido a indústria, cujo objetivo é produzir, ficar em cima de um terreno valioso", diz Pompéia. "Ainda mais quando ela recebe incentivos para ir para outros municípios, benesses fiscais, tributação baixa".

    O presidente da Embraesp aponta, ainda, que muitas das construções industriais paulistanas estão ultrapassadas diante das novas exigências de mercado. "Há uma série de tecnologias que essas construções antigas não atendem. Hoje, é preciso um piso mais reforçado, um pé-direito mais alto que antigamente", diz.

    "É uma estratégia de capitalização das empresas. Vendem os terrenos que têm em regiões valorizadas e têm capacidade de buscar áreas menos valorizadas, e às vezes com melhor infra-estrutura para a atividade que desenvolvem", diz o advogado Tauil.

    A lógica que tira indústrias da cidade é a mesma que traz novos empreendimentos. "Essa debandada das fábricas está gerando negócios para nós. Estamos precisando desses espaços", reconhece o diretor da Gafisa. Foi o que aconteceu com o local ocupado pela fábrica de chocolates da Kopenhagen, no Itaim Bibi. Em 1996, a indústria transferiu a operação para Barueri, na Grande São Paulo, dando lugar ao Brascan Century Plaza, um complexo residencial e de serviços. No Paraíso, no lugar da antiga fábrica da Brahma, hoje há um grande empreendimento residencial recém-completado. Outra cervejaria, a Antarctica, abriu espaço para um condomínio no Butantã.

    "As grandes indústrias saem porque o terreno é muito caro. O ativo fica muito valorizado no terreno, e elas podem buscar outros lugares", diz Marcos Levy, presidente da Brascan Residential Properties.

    Além do terreno no Itaim Bibi, a Brascan também adquiriu, ainda na década de 1980, dois grandes espaços em Moema: o da metalúrgica Barbará e o da fábrica de brindes Pombo (hoje em Cotia). Só o terreno da metalúrgica abriu espaço para cerca de 15 edifícios, segundo Levy.

     

    "Esses espaços já têm toda a infra-estrutura: ruas já prontas, água, luz, metrô e trens próximos", diz João Crestana, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). "São locais excepcionais para o trabalhador morar, perto de uma zona de escritórios, ou de locais onde há serviços, hospitais, universidades", aponta.

     

     Empreendimentos multiuso

    A maior atratividade para as construtoras, no entanto, está no tamanho. "Os terrenos ficaram caros, então você tem que diluir certos custos fixos na escala. Isso é essencial hoje na cidade de São Paulo", diz Crestana. Com um terreno maior, o incorporador consegue reduzir o preço do produto final, construindo um número maior de unidades.

    Levy, da Brascan, aponta outra vantagem: "Esse tipo de terreno tem um dono só. Para 'fazer' um terreno desses em outro lugar da zona urbana, é preciso comprar de pelo menos 30 proprietários", diz.

    O modelo de empreendimento atual também exige áreas maiores. "As incorporadoras precisam desses espaços para fazer um condomínio clube, complexos mix com serviços", diz Romano, da Gafisa.

     

    "Isso é o que você está vendo no mundo inteiro, os terrenos 'multiuso'. Acredito que daqui para frente a grande maioria dos empreendimentos vá seguir por esse caminho", concorda o presidente da Embraesp.

     

     Reurbanização Para o paulistano que busca a casa própria, investir em imóveis em áreas readaptadas traz algumas vantagens, segundo os especialistas. A primeira delas é o preço – num bairro nobre, um imóvel custa consideravelmente mais caro.

    Com a reurbanização da região, vem a segunda vantagem: a valorização. Construído em um terreno industrial na Chácara Santo Antônio, o Olimpic, da Gafisa, por exemplo, registrou valorização de 25% em um ano e meio ainda antes de sua conclusão, segundo o diretor da incorporadora.

    "As pessoas estão aceitando hoje morar nesses bairros, o que não aceitavam antes. E o grande interesse desse público está exatamente na valorização desses bairros, o que acontece quando se tornam residenciais", diz Romano.

     

     Disputa

    No radar das incorporadoras estão bairros em todas as regiões da cidade: Vila Leopoldina, Tatuapé, Vila Guilherme, Santo Amaro, Casa Verde.

    Segundo Marcos Levy, da Brascan, hoje já existem até poucas indústrias com terrenos realmente grandes que estão à venda. Um dos mais disputados, o da Giroflex (que se mudou para Taboão da Serra no ano passado), foi negociado no início do ano, segundo informações do mercado.

    A 'jóia da coroa' atualmente é o terreno onde funcionava a fábrica da Monark, na Marginal Pinheiros, com cerca de 140 mil metros quadrados. "As incorporadoras estão quase em licitação", diz o executivo da Gafisa. Estima-se que a área esteja sendo negociada por R$ 300 milhões.

    Fonte: Portal G1

     

     

     

    14-06-2008 | 11:06
     O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, previu hoje um "longo período de baixo crescimento" para a economia mundial, apesar dos bons dados macroeconômicos do primeiro trimestre.
         
         Em entrevista coletiva concedida ao término da cúpula de ministros de Finanças do Grupo dos Sete Países Mais Desenvolvidos e a Rússia (G8), em Osaka (Japão), Strauss-Kahn indicou que haverá um arrefecimento, embora "não muito profundo".
         
         O diretor-gerente do FMI admitiu, no entanto, que os dados do PIB do primeiro trimestre na Europa, nos Estados Unidos e no Japão foram "melhores que o esperado", mas disse que "o perfil dos próximos meses não variará substancialmente".
         
         Além disso, o diretor da instituição multilateral se referiu na entrevista coletiva ao aumento dos preços dos alimentos e do petróleo, aspectos que praticamente centraram a reunião dos ministros do G8 em Osaka.
         
         Na sua opinião, há razões "de economia real" por trás dessas fortes altas, sobretudo o desequilíbrio entre a oferta e a demanda de matérias-primas.
         
         Ele reconheceu, no entanto, que isso "não é suficiente para explicar" a alta nos preços que, no caso do petróleo, chegaram a duplicar em apenas um ano.
         
         Strauss-Kahn disse que, durante o encontro, alguns ministros de Finanças falaram sobre a possibilidade de os movimentos especulativos serem uma das razões, apesar de só o italiano Giulio Tremonti o ter dito abertamente neste encontro.
         
         A cúpula econômica de Osaka acabou neste sábado com uma declaração dos membros do G8 (Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Itália, Japão e Rússia) na qual expressam sua preocupação com as pressões inflacionárias derivadas dos altos preços do petróleo e dos alimentos, e com os "ventos contrários" que ameaçam a economia mundial. 
    Fonte: 24 horas news
    14-06-2008 | 11:06

    Pesquisa realizada pelo Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon) de São Paulo constatou junto a dez instituições bancárias que a taxa média mensal de juros para empréstimo pessoal aumentou de 5,59% no mês passado para 5,61% este mês. O maior aumento foi de um banco oficial, o Banco do Brasil, que alterou sua taxa de 5,60% para 5,90%.

    Dos demais bancos pesquisados, apenas o HSBC aumentou sua taxa de empréstimo pessoal de 4,74% para 4,78%, na comparação de maio para junho, enquanto o Unibanco baixou de 6,59% para 6,45% ao mês. Os outros bancos pesquisados (Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco, Nossa Caixa, Real, Safra e Santander) mantiveram as taxas de crédito pessoal.

    A mesma pesquisa verificou que o aumento foi maior nos juros do cheque especial, cuja taxa média de 8,61% ao mês, em maio, evoluiu para 8,73%. Nesse caso, a maior variação (de 10,74%) foi do Santander, que alterou a taxa de 8,38% no mês passado para 9,28%. O BB também aumentou sua taxa de 8,15% para 8,30%, enquanto o HSBC passou de 8,43% para 8,60%. Nos demais bancos não houve alteração na taxa do cheque especial.
    Fonte: Mídia News

     

     

     

    14-06-2008 | 11:06
    O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, previu hoje um "longo período de baixo crescimento" para a economia mundial, apesar dos bons dados macroeconômicos do primeiro trimestre

    Em entrevista coletiva concedida ao término da cúpula de ministros de Finanças do Grupo dos Sete Países Mais Desenvolvidos e a Rússia (G8), em Osaka (Japão), Strauss-Kahn indicou que haverá um arrefecimento, embora "não muito profundo".

    O diretor-gerente do FMI admitiu, no entanto, que os dados do PIB do primeiro trimestre na Europa, nos Estados Unidos e no Japão foram "melhores que o esperado", mas disse que "o perfil dos próximos meses não variará substancialmente".

    Além disso, o diretor da instituição multilateral se referiu na entrevista coletiva ao aumento dos preços dos alimentos e do petróleo, aspectos que praticamente centraram a reunião dos ministros do G8 em Osaka.

    Na sua opinião, há razões "de economia real" por trás dessas fortes altas, sobretudo o desequilíbrio entre a oferta e a demanda de matérias-primas.

    Ele reconheceu, no entanto, que isso "não é suficiente para explicar" a alta nos preços que, no caso do petróleo, chegaram a duplicar em apenas um ano.

    Strauss-Kahn disse que, durante o encontro, alguns ministros de Finanças falaram sobre a possibilidade de os movimentos especulativos serem uma das razões, apesar de só o italiano Giulio Tremonti o ter dito abertamente neste encontro.

    A cúpula econômica de Osaka acabou hoje com uma declaração dos membros do G8 (Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Itália, Japão e Rússia) no qual expressam sua preocupação com as pressões inflacionárias derivadas dos altos preços do petróleo e dos alimentos, e com os "ventos contrários" que ameaçam a economia mundial.  Fonte: Agência Brasil

    13-06-2008 | 18:06

    O presidente do Sinduscon-MT, Luis Carlos Richter Fernandes participou nesta quinta-feira (dia 12) de uma reunião com a secretária Estadual de Trabalho, Emprego e Cidadania, Terezinha Maggi, e representantes do Senai- MT para discutir as melhores alternativas de uso do projeto de qualificação e inserção profissional para os beneficiários do Programa Bolsa Família, que é vinculado ao Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), e que serão colocadas em prática pelo Plano Nacional de Qualificação (PNQ), por meio de Planos Setoriais de Qualificação (PlanSeQ). 

    Uma das alternativas apresentadas é o uso da estrutura da Escola da Construção para a qualificação, além de incentivos para a contratação da mão de obra qualificada por esse projeto.     
    13-06-2008 | 09:06

    Tem publicação prevista para hoje ou no máximo segunda-feira o ato da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) que libera, em caráter de excepcionalidade, por 90 dias, a importação de cimento via Porto Seco de Cuiabá. O titular da pasta, Pedro Nadaf, assinou o ato ontem, após a definição das regras, e disse que iria encaminhar o documento para publicação no Diário Oficial o mais rápido possível para dar agilidade ao processo. Conforme o secretário a medida se tornou necessária porque muitas obras privadas e governamentais estão paradas pela falta de cimento.

    Só poderão fazer a operação de importação via Porto Seco as empresas credenciadas para isso. Aquelas que ainda não estão aptas e tiverem interesse terão até o dia 30 de junho para dar entrada na carta consulta junto à Sicme. Dentro da Secretaria, Nadaf garante que a tramitação é rápida. Mesmo assim, ele frisa que não vai abrir mão de qualquer dos documentos exigidos. Ou seja, mesmo que a liberação seja em caráter excepcional, por tempo determinado, as empresas terão que seguir todos os trâmites normais para se credenciar.

    A importação de cimento pelo Porto Seco não é permitida normalmente porque há produção interna do produto. A Votorantin tem uma fábrica na cidade de Nobres que é responsável pelo abastecimento de 80% do mercado. Mas consecutivos problemas em um dos fornos da indústria já provocaram a paralisação da produção por três vezes do final do ano passado para cá. A situação levou ao desabastecimento do mercado. Apesar da produção do cimento Itaú já ter voltado ao normal, o abastecimento ainda não está regularizado.

    A saída que os comerciantes têm encontrado é trazer cimento de São Paulo, Paraná e Distrito Federal. O processo encarece o preço do produto por conta do frete. Além disso, a falta de carretas que venham para Mato Grosso é outro empecilho. Tudo isso resultou na alta do preço de venda do cimento no varejo e escassez do produto. A saca que era vendida até por R$ 17 passou para R$ 26. E as lojas não têm cimento para vender na quantidade demandada pelo Estado, já que o setor da construção civil está aquecido.

    Para importar cimento pelo Porto Seco, o setor de material de construção terá que pagar 10% de ICMS. Se a importação for interestadual, a alíquota cai para 2%. Tanto Sicme, quanto Sefaz, acreditam que a medida pode ajudar a resolver a falta de cimento no mercado.

    Fonte: Gazeta Digital

    13-06-2008 | 09:06

    A importação de cimento pelo Porto Seco de Cuiabá não vai resolver de forma imediata o problema de desabastecimento do mercado. Além disso, ainda não há uma definição se a operação é viável para o comércio legal. Quem diz é o presidente da Associação do Comércio Varejista de Materiais de Construção (Acomac), José Venceslau de Souza Júnior. De acordo com ele, é preciso aguardar a publicação em Diário Oficial da liberação da importação de cimento pelo Porto Seco, com todas as regras e definições para poder avaliar o quanto ela será benéfica ou não.

    Souza observa que essa é uma reivindicação antiga da Acomac, vem desde o ano passado, quando o Estado enfrentou uma grande crise no abastecimento. Na época, conta ele, a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) ficou de estudar o pedido e não houve retorno. Só agora saiu o anúncio. Mas, segundo Souza, a questão não é simples. "Claro que a liberação é um primeiro passo, mas agora precisamos fazer contatos com indústrias de outros países e ver a viabilidade do negócio".

    Para que seja viável a importação pelo Porto Seco o custo operacional precisa ser interessante. Ou seja, devem ser buscados países mais próximos de Mato Grosso, com preço bom no produto e no frete. Depois disso ainda vem a questão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

    O presidente da Acomac frisa que atualmente, quando o comerciante traz cimento de outros estados não paga ICMS, quem recolhe esse imposto é a indústria.

    Fonte: Gazeta Digital
    13-06-2008 | 09:06

    O secretário de Fazenda, Éder de Moraes Dias, utiliza no governo do Estado a política fiscal para a regulação do mercado. Um exemplo, é o caso específico da autorização da importação do cimento no Porto Seco de Cuiabá.

    A medida foi adotada para viabilizar o abastecimento de cimento no mercado interno, contra os "barões" do setor, como Itaú e Votoratim. As duas indústrias - as maiores do Brasil - não estavam conseguindo abastecer Mato Grosso, o que ocasionou a escassez do produto, além de encarecê-lo, já que a demanda hoje é maior do que a oferta.

    Esse fato trouxe o "fantasma" da cobrança do "ágio" pelo cimento, fez com que Éder Moraes, concedesse deferimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) nas operações de importação de produto processadas nos recintos do Porto Seco.

    Na operação subseqüente de circulação interna, a carga tributária efetiva nas operações corresponde à alíquota de 10%. Já nas saídas subseqüentes referentes ao comércio interestadual, a de 2%. "Além de regular o mercado, esperamos que, com a medida, os preços do cimento diminuam", enfatizou, ao anunciar, anteontem a medida.

    Fonte: Gazeta Digital         

     

     

    13-06-2008 | 09:06
    Empresários vêem a criação da CSS como “desastrosa” e anunciam que o imposto deve ser repassado aos preços
    A classe empresarial de Mato Grosso reagiu ontem com indignação à aprovação – pela Câmara dos Deputados - da criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que incidirá sobre as movimentações financeiras com uma alíquota de 0,1% já a partir de janeiro de 2009. A expectativa é de que a CSS traga uma receita adicional de R$ 11,8 bilhões ao caixa do governo. A proposta será submetida agora à aprovação do Senado.

    Em Mato Grosso, os empresários questionam se o volume de recursos arrecadados pelo governo já não seria suficiente para a manutenção dos serviços na área da saúde. Paulo Gasparotto, presidente do Fórum Empresarial do Estado (Foremat) e coordenador da Câmara Tributária da Federação do Comércio (Fecomércio), diz que o orçamento da União é “extremamente reforçado pelo excesso de arrecadação, mais do que suficiente para fazer com que a saúde seja contemplada dentro das suas necessidades. Acreditamos que não seriam necessários mais recursos extras para este setor”, argumenta.

    Para ele, a CSS traz um “efeito pernicioso para a população” e o grande prejudicado mais uma vez será o trabalhador. “Os impostos já representam uma carga tributária de 40% para a sociedade. Com a criação da CSS todos vão pagar, pois é um imposto em cascata, tributando o trabalhador e o setor produtivo em todas as fases de produção e em todas as transações. No caso do trabalhador, o prejuízo será em dobro, pois ele pagará quando receber o salário e quando comprar um produto, já que o imposto será repassado nos preços das mercadorias”.

    O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, diz que todos se sentiram “aliviados” com a queda da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) em dezembro do ano passado. “O que notamos é que, mesmo com o aumento de arrecadação, o governo decide criar um novo imposto”, critica.

    MOBILIZAÇÃO - Ele informou que a Frente Parlamentar Mista Pró-Comércio Varejista, instalada com 209 deputados e 30 senadores e que, na última sexta-feira, fez uma manifestação no Congresso contra a criação do novo imposto, continuará mobilizada para pressionar o Senado a não aprovar a CSS.

    “Criamos a frente e nomeamos uma comissão técnica do Sebrae e Banco Central para discutir e regulamentar o uso do cheque. Mas somos contrários à criação da CSS até mesmo por considerar que o governo já dispõe de recursos para cuidar da saúde sem a necessidade de um novo tributo”. José Alberto informou que o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), “publicamente já se manifestou contrário à aprovação da CSS”.

    No ano passado, o Foremat se mobilizou para derrubar no Senado o Projeto de Emenda Constitucional (PEC), que manteria a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) por mais quatro anos.

    O empresário Célio Fernandes aponta perdas para o setor empresarial durante os 12 anos de vigência da CPMF, criada em 1996 e extinta no final do ano passado. “Ninguém mais concorda com esta taxação. O Senado precisa reconhecer isto e votar agora contra a criação da CSS”, afirma Fernandes.

     Fonte: Diário de Cuiabá
    13-06-2008 | 09:06
    O diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou ontem na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara que apesar dos últimos choques de preços, as perspectivas são de que a inflação do Brasil ficará dentro das metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

    A afirmação foi feita no seminário sobre implementação da política monetária, no qual Tombini fez uma defesa do regime de metas de inflação, destacando que ele tem contribuído para manter o custo de vida baixo no Brasil com menor sobrecarga nos juros em relação a outros regimes. "As perspectivas futuras, segundo consenso do mercado, são de uma inflação sob controle e consistente com as metas, a despeito dos choques recentes", disse Tombini.

    O diretor do BC destacou em sua apresentação que a história recente do Brasil e também a experiência internacional mostram que inflação baixa não é incompatível com taxas mais elevadas de crescimento. Ressaltou ainda que a inflação sob controle, ao garantir previsibilidade para tomar as decisões econômicas, é precondição para o crescimento sustentável e, além disso, é fundamental para melhorar a distribuição de renda da população.

    "A inflação é de fato importante para melhorar distribuição de renda", disse Tombini. Ele explicou que para a condução consistente da política monetária no regime de metas é importante a autonomia operacional do BC.

    O centro da meta de inflação para 2008 e para 2009, definido pelo CMN, é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo.

     

    Fonte: Gazeta Digital         
    13-06-2008 | 09:06

    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central diz que vai manter o aperto monetário iniciado em abril por quanto tempo for necessário para manter a inflação de acordo com as metas. O recado foi dado na ata da reunião realizada na semana passada e que decidiu aumentar o juro básico da economia (taxa Selic) em 0,50 ponto percentual, para 12,25% ao ano.

    "O comitê acredita que a atual postura de política monetária, a ser mantida enquanto for necessário, irá assegurar a convergência da inflação para a trajetória das metas", cita o trecho do documento divulgado ontem.

    A afirmação não constava da ata de abril, quando os diretores do BC iniciaram o aumento dos juros (aperto monetário). Na ocasião, os diretores citavam que estavam realizando "de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros" e que isso poderia "reduzir a magnitude do ajuste total a ser implementado".

    Em abril, o juro havia subido 0,50 ponto, para 11,75% ao ano. Desde então, as perspectivas inflacionárias passaram por deterioração, principalmente com a persistência do aumento de preços dos alimentos.

    Apesar de afirmar na ata de junho que o aumento de juros vai prevalecer por quanto for necessário, os diretores do BC observam que uma mudança positiva no cenário dos preços poderia mudar a estratégia monetária. "Na eventualidade de se verificar alteração no perfil de riscos que implique modificação do cenário prospectivo básico traçado para a inflação pelo comitê neste momento, a estratégia de política monetária será prontamente adequada às circunstâncias", completa o documento.

    Demanda elevada - A ata do Copom avalia que segue elevada a chance de que pressões inflacionárias pontuais se disseminem. "O Copom considera que se mantém elevada a probabilidade de que pressões inflacionárias inicialmente localizadas venham a apresentar riscos para a trajetória da inflação".

    Para os diretores do BC, esse risco permanece porque o aquecimento da demanda doméstica e a possibilidade de restrição na oferta de alguns setores podem ensejar "aumento no repasse de pressões sobre preços no atacado para os preços ao consumidor". Esse cenário tem sido acompanhado com "particular atenção" pelo BC. Na avaliação do BC, a expectativa dos agentes para os preços continuam "mostrando elevação significativa nas últimas semanas e que são monitoradas com particular atenção".

     Fonte: Gazeta Digital         

      

    12-06-2008 | 12:06
    Foi realizada nesta quarta-feira (11), no auditório do Sinduscon–MT, uma palestra para explicar a lei que determina à contratação do jovem aprendiz e da pessoa portadora de necessidades especiais nas empresas. A palestra foi ministrada pela procuradora do Ministério Público do Trabalho, Gabriela Tavares de Miranda, que esclareceu os procedimentos legais e penais para quem desrespeitar a legislação. O presidente do Sindicato, Luis Carlos Richter Fernandes, também participou dessa apresentação.
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