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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018
NOTÍCIAS
    13-09-2008 | 12:09
    Para atingir os 100% de aplicação dos recursos estimados pelo secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (SCO), Totó Parente, para 2009, o próximo passo a ser dado é colocar em prática o projeto FCO Itinerante, que percorrerá as principais regiões do Estado para divulgar o fundo aos empresários, além do funcionamento, como ter acesso, taxas de juros e demais vantagens em relação a outras linhas de crédito. Ele prevê ainda que, com o aquecimento da economia, o governo federal arrecadará mais impostos (Imposto sobre Produtos Importados - IPI - e Imposto de Renda - IR), que constituem o fundo.

     

    Conforme o secretário, do total recolhido, 0,5% pe repassado ao fundo e como a projeção é de aumento da arrecadação, a estimativa é que Mato Grosso registre um aumento de 15% nos recursos disponíveis no ano que vem, por isso é importante trabalhar na divulgação do FCO, para aumentar a demanda e não deixar sobrar dinheiro. "Temos que fazer como Goiás, que no ano passado aplicou 106% dos recursos, ou seja, teve 6% do montante de outros Estados alocados para lá, e para este ano já está perto dos 100%".

     

    O secretário de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso, Neldo Ego Weirich, afirma que o projeto do FCO Itinerante deve começar após as eleições e prosseguirá no ano que vem para que um número maior de agricultores, principalmente os pequenos conheçam mais esta opção, que apresenta juros mais baixos que os praticados pelas instituições financeiras. "Já temos uma equipe trabalhando em todo o planejamento para que aumentemos a informação no Estado", diz ao analisar que a sobra de recursos que vem ocorrendo em Mato Grosso é decorrente da desinformação dos empresários, o que deve mudar no ano que vem.

     

    Ele lembra que a divulgação será o passo principal para que os projetos sejam apresentados, os quais passarão pela análise do banco que disponibiliza o dinheiro, atentando para a viabilidade econômica do projeto, geração de emprego e renda, entre outros. A programação completa e as diretrizes para 2009 serão divulgadas após reunião realizada em dezembro.(FR)

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-09-2008 | 12:09
    O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, afirmou que a dissensão registrada na última reunião do Copom, na qual três diretores votaram pela redução do ritmo de alta dos juros de 0,75 ponto percentual em julho para 0,50 ponto percentual, indica que a Selic não deverá subir até o final do ano com a mesma intensidade prevista por analistas antes daquele encontro.

     

    "Hoje há de certa maneira um descolamento entre a perspectiva da inflação, que está em queda, e os prognósticos (de especialistas) relativos à necessidade de elevação das taxas de juros", afirmou. Pochmann ressaltou que o recente movimento de alta da inflação que atingiu o Brasil veio em boa parte do exterior, especialmente por meio do preços de commodities.

     

    Nesse contexto, segundo ele, o poder do aumento de juros para conter a alta dos índices de preços é residual. O presidente do Ipea destacou que caso ocorra uma inflação de demanda, o que na sua opinião não está ocorrendo, então o aumento da Selic se tornaria eficiente para corrigir a alta do custo de vida.

     

    Na avaliação de Pochmann, há fatores que justificam o entusiasmo com a evolução recente da economia manifestado por autoridades do governo e empresários, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Conselho Administrativo do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter.

     

    "Há razões para o otimismo depois de duas décadas muito difíceis, quando a taxa de investimento não crescia, o nível de expansão (do PIB) era muito baixo e o desemprego estava muito elevado", comentou.

     

    "Hoje estamos crescendo duas vezes mais do que a média do patamar registrado nos anos 1990", afirmou o presidente do Ipea. Contudo, ele manifestou que as contas nacionais devem registrar no segundo semestre, especialmente no último trimestre, uma desaceleração do nível de atividade devido, entre outros fatores, ao aperto monetário adotado pelo Banco Central a partir de abril.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    13-09-2008 | 12:09
    O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que o Brasil deve criar pouco mais de 2 milhões de empregos em 2008, marca que vai superar em 31,8% a geração de 1,517 milhão de postos de trabalho gerados em 2007. "O Brasil entrou no paradigma do círculo virtuoso. É impressionante como o país está crescendo em todas as suas regiões, sobretudo nas cidades do interior. Os investimentos estão registrando fortes níveis de expansão. A Petrobras está descobrindo novos poços de pré-sal. Tudo conspira a favor do país, que está se tornando uma Meca dos investimentos."

     

    Lupi disse que a criação de empregos em agosto deverá bater novo recorde para todos os meses de agosto na história. Embora não tenha dado mais detalhes sobre o número de postos de trabalho que serão criados, ele estima que, no mês passado, no acumulado em um ano, a geração de postos de trabalho deve ficar próxima a 2 milhões de vagas.

     

    Na avaliação dele, que deixou claro que está empolgado com a expansão do nível de atividade do país, a economia nacional deve registrar um crescimento de 6% em 2008, o que superaria a marca de 5,4% de elevação do PIB apurado em 2007. "Muitos especialistas riram quando eu disse, no início do ano, que o Brasil iria apresentar um crescimento muito forte em 2008. Agora, com a expansão (de 6,1% do PIB no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2007), acredito que estão reconsiderando suas avaliações."

     

    No terceiro seminário "Capital e Trabalho, Compromisso Estratégico para a Sustentabilidade", realizado em São Paulo, o ministro reforçou a avaliação do presidente Lula de que o Brasil está no caminho certo para registrar um crescimento robusto de longo prazo, porque consegue avançar os fundamentos macroeconômicos ao mesmo tempo que mantêm a inflação sob controle. "A inflação é ruim para o trabalhador, ela só ajuda quem especula. Portanto, esse é um valor conquistado pela sociedade que precisa e vai ser preservado."

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-09-2008 | 12:09
    Dados da organização não-governamental (ONG) Instituto Centro de Vida (ICV) mostram que Mato Grosso deixou de ganhar no último ano R$ 625 milhões. O recurso viria se a quantidade de carbono que o estado conseguiu reduzir (7,5%) fosse vendido. Esse valor representa metade do que todo o Brasil conseguiu reduzir em 2007 (15%). Para começar a ganhar dinheiro com a floresta em pé é que o governo do Estado apresentou ontem, no final do seminário "Mudanças Climáticas", promovido pelo ICV e a ONG Instituto Socioambiental em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) seu Plano Estadual de Mudanças Climáticas.

     

    O secretário de Meio Ambiente, Luís Henrique Daldegan, disse que, frente ao problema, a Sema vem colocando em prática uma série de medidas para reduzir os impactos causados pelas mudanças no clima. A principal delas é a criação de um Fórum sobre o assunto. "Nosso Fórum está pronto há muito tempo. Mas não queríamos lançar algo apenas por lançar como ocorre em outros estados. Queríamos ter políticas públicas vindas da sociedade. Por isso, esperamos esse evento".

     

    O Fórum vai permitir uma ampla discussão com diversos setores da sociedade e será um mecanismo de mobilização para ações de adaptação, redução das emissões de gases de efeito estufa (GEEs), além de identificar vulnerabilidades, visto que as atividades produtivas do Estado são altamente dependentes do clima. Esta ação é apoiada pelo Iclei (sigla para Governos Locais pela Sustentabilidade), do Reino Unido.

     

    Outras ações destacadas por ele foram: a criação da secretaria-adjunta e coordenadoria de Mudanças Climáticas; a redução do índice de desmatamentos e queimadas; os pactos setoriais com setores como soja e sucroalcooleiro para recuperar e preservar Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal. Tudo isso visando a fixação de carbono no solo.

     

    Falou também do Plano Estadual de Combate e prevenção às queimadas, onde foi investido R$ 4,5 mi. "O resultado disso foi que nos últimos 3 anos o desmatamento caiu 59% em toda a Amazônia e Mato Grosso foi para o segundo lugar em desmate. Isso propiciou a não emissão de 500 milhões de toneladas de gás carbônico".

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-09-2008 | 12:09
    A edição 2008 do horário de verão começará no dia 19 de outubro e irá até o dia 15 de fevereiro do ano que vem. A nova data agora é fixa, do terceiro domingo de outubro ao terceiro domingo de fevereiro, conforme decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e publicado no Diário Oficial da União esta semana. O novo horário, que prevê o atraso de uma hora nos relógios, entrará em vigor nos Estados de Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

     

    A expectativa do governo é de que haja uma redução no consumo de energia de 4% a 5% no horário de pico, o que equivale a uma economia de 2 mil megawatts (MW), o suficiente para abastecer uma cidade com 6 milhões de habitantes. No ano passado, Mato Grosso economizou 23,508 mil megawatts hora (MWh) de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN) no horário de ponta. A energia economizada correspondeu a uma redução de 6,10% no consumo no horário de maior demanda (das 18h às 22h), e daria para abastecer Chapada dos Guimarães durante um ano.

     

    De acordo com número divulgados pela Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat) no Sistema Isolado (usinas geradoras a diesel), a queda no consumo foi de 591 MWh ou de 117,587 mil litros de óleo diesel. Considerando a economia total, o percentual de redução no ano passado foi de 1,23%.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    12-09-2008 | 12:09
    Setor segue como motor propulsor do crescimento do país

     

    Mais uma vez o setor da Construção Civil segue como motor propulsor do crescimento do país. De acordo com os números divulgados nesta quarta-feira (10/09) pelo IBGE, a economia brasileira cresceu 6% no segundo trimestre do ano, sendo que a indústria aumentou 5,7%. Somente o setor registrou uma elevação de 9,9%, a maior de todos os demais setores pesquisados. Além disso, foi observado um crescimento nominal de 26, 7% de operações de crédito para o setor de habitação. No período de doze meses, o crescimento é de 7,4%, ante um aumento de 6% da economia como um todo. Para a CBIC, o

     

    Para a CBIC, o setor segue mostrando o seu dinamismo e o seu poder de alavancar a economia como um todo. É com muito otimismo que o setor recebe a notícia de um crescimento tão forte na construção civil, e a perspectiva é de constância no ritmo até o final do ano. Isso é fruto do aumento da confiança do empresariado no futuro do país, e da priorização, por parte do governo, da construção como um dos pilares do desenvolvimento da economia. E é o cidadão brasileiro de baixa renda quem mais se beneficia, com o aumento no número de emprego e de salário.

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    CII/CBIC debate futuro do crédito imobiliário durante o Enic

     

     

    A Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC debaterá importantes temas durante o 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que será realizado de 22 a 24 de outubro, em São Luís, no Maranhão. O evento, promovido pela CBIC, será realizado pelo Sinduscon-MA. No dia 23, a CII/CBIC debaterá os temas "Novos Tempos - parcerias com grandes empresas"; "O futuro do crédito imobiliário", e "Pequenas e médias empresas - Projeto CII". No dia 24, o destaque será "Moradia Digna - Habitação de Interesse Social". Os interessados têm até o dia 22 de setembro para efetuar suas inscrições pelo site. Após esta data, apenas no local do evento. Abaixo a tabela com os valores. Mais informações sobre o encontro, bem como a programação geral estão disponíveis no site do Enic www.enic.org.br.  

     

    CATEGORIA

    de 13/2
    até 20/4

    de 21/4
    até 30/6

    de 1/7
    até 22/9

    No local

    Profissional

    R$ 400,00

    R$ 450,00

    R$ 490,00

    R$ 550,00

    Assessor*

    R$ 300,00

    R$ 350,00

    R$ 380,00

    R$ 450,00

    Estudante**

    R$ 200,00

    R$ 250,00

    R$ 270,00

    R$ 350,00

    Acompanhante

    R$ 300,00 

    R$ 350,00

    R$ 380,00

    R$ 450,00

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    Desempenho do setor reflete confiança dos empresários

     

    Pesquisa do IBGE revela que a economia brasileira cresceu 6% no segundo trimestre do ano, sendo que a indústria aumentou 5,7%. Somente o setor da construção registrou uma elevação de 9,9%, a maior de todos os demais setores pesquisados. Além disso, foi observado um crescimento nominal de 26,7% de operações de crédito para o setor de habitação. No período de doze meses, o crescimento é de 7,4 %, ante um aumento de 6% da economia como um todo. Em matéria publicada

     

    publicada nesta quinta-feira (11) no Jornal do Brasil o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, revela que o bom desempenho do setor da construção é avaliado como um reflexo da confiança do empresariado. "É fruto do aumento da confiança do empresariado no futuro do país, e da priorização, por parte do governo, da construção como um dos pilares do desenvolvimento da economia, avalia.

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09

    Setor não acredita em possibilidade de retração nos próximos meses

     

     

    Nota do Blog do Vicente Nunes desta quinta-feira (11) destaca que a CBIC não vê possibilidade de retração da construção civil nos próximos meses. Para o vice-presidente da CBIC, José Carlos Martins, por mais que se reduza o lançamento de novos empreendimentos, seja pelo aumento dos juros, seja pela elevação dos custos dos insumos e das matérias-primas, há muitas obras contratadas para os próximos três anos, que terão impacto importantíssimo no Produto Interno Bruto (PIB). "Estamos falando de empreendimentos de longo prazo. Há muita coisa vendida que precisa ser construída, cujos impactos no consumo e nos investimentos serão visíveis", destaca Martins. Além disso, segundo ele, a renda continua crescendo, o volume de crédito habitacional em relação ao PIB, mesmo com todo o recente incremento, representa apenas 4% do PIB e há um demanda imensa não atendida. Ou seja, o setor da construção não vive um surto. "A retomada da construção é para valer", avisa. Apesar de todo o otimismo, o vice-presidente da CBIC mantém os pés no chão e diz que o setor deverá crescer 7% neste ano ante 2007. Pelas contas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente no segundo trimestre do ano, a expansão da construção civil foi de 9,9%, um ritmo chinês.

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09
    Objetivo é reformular regulamento para condomínios de edifícios

     

     

    Frente às implicações acarretadas pela eventual sanção da Lei Geral do Turismo, quatro importantes entidades do mercado imobiliário e hoteleiro nacional - FOHB, ABIH-SP, Secovi-SP e a CBIC - enviaram uma carta de manifestação ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pleiteando a reformulação de dois itens do artigo número 24 do projeto de lei, referentes ao regulamento a ser aplicado aos condomínios de edifícios, tais como flats, flat-hotéis, hotés-residence, lofts, apart-hotéis. A mobilização tem como objetivo promover o veto das letras "b" e "e", presentes no inciso II, do artigo em questão, que caso sancionadas, inviabilizariam o funcionamento de mais de 80 empreendimentos do segmento. Apesar de reconhecerem a importância da lei - que tem como objetivo a regularização e o planejamento do turismo nacional - as associações pedem a revisão dos itens, considerados equívocos grave, que mutilariam o crescimento do mercado. Segundo dados levantados pelas associações, a medida acarretaria conseqüências desastrosas para o turismo paulistano, ocasionando a redução de 34% na oferta hoteleira da cidade (14,3 mil quartos), justamente quando se aproximam eventos de pico de ocupação, como o GP do Brasil de Fórmula 1 e o Salão do Automóvel. Tal situação ocasionaria a extinção de 21.450 postos de trabalho, além da perda de arrecadação de mais de R$ 144 milhões em tributos municipais e federais.

     

     

    Fonte: CBIC
    12-09-2008 | 12:09

    O novo aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), para 13,75% ao ano, deverá custar cerca de R$ 2,05 bilhões ao governo federal. Nos cálculos do Banco Central, a cada 1 ponto percentual de alta na taxa básica mantida por 12 meses, a dívida líquida interna sobe o equivalente a 0,23 ponto percentual. Dessa forma, a alta de 0,75 deve elevar em 0,17 ponto percentual a dívida líquida.

     

    Considerando que o BC já havia promovido, anteriormente, duas elevações de 0,50 ponto cada na taxa básica de juros e outra de 0,75, o impacto da política monetária na dívida líquida do setor público, se permanecer durante 12 meses, já se aproxima dos R$ 7 bilhões. O mercado espera mais duas altas de 0,5 ponto neste ano. Assim, o estoque do débito deve sofrer um acréscimo de cerca de R$ 10 bilhões se a taxa chegar a 14,75%, como prevê o mercado, e se mantiver assim por um ano.

     

    Os cálculos tomam como base a dívida pública mobiliária total até julho, que ficou em R$ 1,297 trilhão. Apenas a dívida mobiliária interna estava em R$ 1,204 trilhão. A dívida externa em títulos somou R$ 93,5 bilhões. Do total da dívida mobiliária, 92,8% forma a parcela interna.

     

    O setor público consolidado, que inclui o governo central (União, Banco Central e Previdência Social), estados, municípios e empresas estatais, bem que tentou manter as contas públicas positivas e fez uma economia recorde no acumulado do ano até julho, chegando a R$ 98, 225 bilhões, o chamado superávit primário - arrecadação menos despesas sem contar gastos com os serviços da dívida pública. No entanto, o aperto monetário que levou a Selic, até aquele mês, de 11,25% a 13% ao ano, já havia resultado em um volume também recorde de serviços da dívida para pagar, puxando o saldo financeiro do País novamente para o vermelho. De janeiro a julho, o resultado primário positivo das contas públicas consolidadas representa 6,01% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro equivalente ao período. Em 12 meses encerrados em julho, o superávit primário chega a R$ 120,254 bilhões, ou 4,38% do PIB do período em um ano, próximo da meta prevista pelo governo, que recentemente foi elevada de 3,8% para 4,3%.

     

    Apesar da economia recorde, os gastos com juros somam R$ 106,803 bilhões até julho, ou 6,54% do PIB do País no período. Nos 12 meses até julho, as despesas com pagamento de juros da dívida pública chegam a R$ 173,394 bilhões, ou 6,31% do PIB do período. Deste modo, no ano houve reversão e o saldo das contas públicas voltou a registrar déficit nominal, até julho, de R$ 8,578 bilhões, ou 0,53% do PIB do País no período. No acumulado do ano até maio havia um resultado positivo. Mesmo assim, o desempenho das contas públicas brasileira é melhor que o observado no mesmo período do ano passado, quando o déficit nominal chegou a R$ 13,363 bilhões, ou 0,92% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em julho, o resultado nominal está negativo em R$ 53,140 bilhões -1,94% do PIB do período.

     

    Arrecadação

     

    O forte crescimento da economia deve gerar impactos positivos na arrecadação de impostos. Conseqüentemente, o movimento irá ajudar o governo a consolidar um elevado superávit primário que compense o aumento das despesas com a dívida pública, gerada pela alta dos juros. Esta é a avaliação do professor de economia do Conselho de Economia do Centro-Oeste, Newton Marques.

     

    O professor minimizou os efeitos do aumento dos juros na dívida. "Haverá impacto, mas não tão forte como antigamente. Hoje, os títulos corrigidos pela Selic respondem por cerca de um terço da dívida pública. Em 2004, eram 57% do total", disse.

     

    Além disso, Marques lembrou que, ao contrário do que acontecia no passado recente, o Tesouro já não é o único que perde com altas no juro básico. Hoje, uma parte representativa da dívida pública é em títulos prefixados, nos quais o Tesouro paga juros fixos independentemente do que o BC faz com a Selic.

     

    Em julho, os títulos prefixados representavam 30,88% da dívida, bem acima dos 1,5% de dezembro de 2002. Os bancos, em especial, estão entre os grandes perdedores com a expectativa de alta de juros. Hoje, eles detêm boa dos títulos prefixados colocados pelo Tesouro em mercado.

     

    De acordo com o professor de economia da Trevisan Escola de Negócios, Pedro Vartanian, a inevitável um aumento da dívida pública, mas existem fatores compensatórios. "É necessário o controle da inflação, o crescimento da dívida é uma conseqüência indesejada. Porém, como a inflação aumentou nos últimos meses, reduziu um pouco o valor do débito", diz. Vartanian acrescenta que ainda que tenhamos um aumento no valor absoluto da dívida, em termos reais, isso não impacta tanto nas contas. "Temos de lembrar que o aumento da inflação acaba incrementando também a arrecadação", conclui.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    12-09-2008 | 12:09
    A alta acumulada acima de 20%, em 12 meses, dos preços de materiais básicos de construção, sendo alguns acima de 30%, está provocando o desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de execução de obras públicas e privadas das construtoras, "podendo, inclusive, inviabilizar as obras do PAC", afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. "Será preciso rever os contratos já acertados e reavaliar o valor das licitações", completou. Watanabe explicou que os empresários do setor da construção civil têm o dever de rechaçar aumentos especulativos das matérias-primas "e apoiar as ações dos fabricantes de materiais de construção, na ampliação de sua capacidade produtiva".

     

    Mesmo assim, na próxima semana o setor deve negociar com o Ministério da Fazenda alterações tributárias, como a redução da alíquota de importação de materiais de construção, para compensar o aumento do preço interno. De acordo com o Sinduscon-SP, nos primeiros sete meses de 2008, dos R$ 16,5 bilhões autorizados, apenas, pouco mais de R$ 0,5 bilhão foi pago. "O programa ainda não deslanchou. Isso precisa mudar".

     

    Dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) mostram que passados mais de oito meses do ano, o ritmo de aplicação em obras do PAC ainda é lento. Dos quase R$ 18 bilhões previstos em orçamento, apenas R$ 6,8 bilhões foram efetivamente desembolsados, incluindo os "restos a pagar". Em termos de empenhos, o governo federal comprometeu R$ 8,5 bilhões esse ano, o que equivale a 47% do montante autorizado. Especificamente em agosto, o ritmo dos empenhos foi acelerado. Segundo o Siafi, os órgãos públicos, excluindo as empresas estatais, desembolsaram quase R$ 1,7 bilhão em agosto.

     

     

    Fonte: NTC e logística
    12-09-2008 | 12:09
    Está faltando cimento no Médio Norte de Mato Grosso. A notícia tem por base levantamento realizado junto às lojas de materiais de construção na cidade de Nova Mutum e com base em informações de cidades vizinhas. A indústria que abastece a região, localizada em Nobres, não estaria dando conta de atender a demanda.

    Em Nova Mutum muitas obras estão andando a passos lentos devido a falta do produto. Para uma cidade que cresce em ritmo frenético e onde se corre contra o tempo, pois o período de chuvas se aproxima, isso é um problema. Segundo dados do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento Urbano foram emitidos entre janeiro e agosto deste ano 791 alvarás de construção, ou seja, obras que tiveram início. Em todo ano passado foram 613.

    Aliando aumento de demanda com escassez de matéria-prima, tem-se um resultado certo: aumento de preço. É o que está acontecendo no caso do cimento. Um saco do produto, que no ano passado chegava ser adquirido a R$10 e no início deste ano passou para R$15, hoje está na casa dos R$27.

    Para o empresário local uma situação complicada. Amilton Schneider, proprietário de uma loja de materiais de construção explicou a questão. “Estamos tendo que buscar cimento em outros Estados. O produto chega aqui com um custo aproximado de R$24. Estamos trabalhando apenas para cobrir as despesas e não deixar os clientes na mão”, disse.

    Questionado sobre as razões que levaram a essa situação, Amilton respondeu que acredita ser pelo fato das indústrias de cimento não terem se reparado por antecedência. “Acho que elas não imaginavam esse aumento de demanda”, disse. A situação não se restringe apenas a Mato Grosso. As vendas de cimento no mercado brasileiro atingiram 33,297 milhões de toneladas nos primeiros oito meses do ano, uma alta de 14,97% em relação ao observado entre janeiro e agosto do ano passado, quando foram vendidas 28,961 milhões de toneladas de cimento no país

     

    Fonte; Só notícias
    12-09-2008 | 11:09
    O aumento dos juros básicos, anunciado ontem (10) pelo Banco Central (BC), mesmo com crescimento da economia acima do esperado e indicações de redução da inflação no país, gera divergências entre analistas econômicos.

    Para o economista, Roberto Padovani, do Banco WestLB do Brasil, ao elevar os juros o BC não estava combatendo a inflação de curto prazo, mas o risco futuro de alta dos preços. Isso porque a inflação no país é influenciada pelo preço das commodities, que se reduziu recentemente. “Mas ninguém sabe o que vai acontecer com as commodities”, disse Padovani.

    O especialista analisa ainda que o BC quer impedir que a inflação cresça acima do potencial, o que também pode gerar inflação. Na opinião de Padovani, o fato de a decisão do BC não ter sido unânime, quanto ao nível de aumento dos juros, indica que nas duas próximas reuniões o ajuste para cima deve ser de meio ponto percentual e não mais de 0,75 ponto percentual.

    O economista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Dércio Munhoz, no entanto, argumenta que ao elevar a taxa básica de juros, o BC quer evitar que investidores estrangeiros que aplicam recursos em títulos públicos saiam do país. Isso porque a Selic remunera essa modalidade de investimento. “O Banco Central sobe a taxa Selic para manter o rendimento real para os investidores”. Esse tipo de aplicação é criticada por não ser caracterizada pelo interesse duradouro do investidor na economia.

    Munhoz afirma que os impactos dos aumentos da Selic na economia neste ano vão levar o governo a pagar R$ 35 bilhões de juros da dívida, a aumentar os custos de produção e a reduzir o poder de compra dos salários. Na opinião de Munhoz, o fato positivo na economia são os aumentos recentes do dólar, o que pode levar a recuperação do poder competitivo de alguns setores e estimular as exportações. “O aumento das exportações pode anular os impactos das medidas do BC. Mas a gente não sabe se como será comportamento do dólar”, afirmou.

     

     

    Fonte: Só notícias
    11-09-2008 | 12:09
    A construção civil foi o segmento de maior destaque na indústria no segundo trimestre, com crescimento de 9,9% na comparação com o segundo trimestre de 2007. "Esse crescimento foi muito influenciado pelas obras públicas e no primeiro trimestre a alta da construção civil também foi próxima de nove", disse Rebeca Paliis, gerente contas trimestrais do IBGE. Ela citou também que houve crescimento do crédito direcionado à habitação de 26,7% no período. "A população ocupada na construção está crescendo 5%".

     

    A indústria extrativa mineral cresceu 5,3% no segundo trimestre ante o mesmo período de 2007, influenciada, principalmente, pelo setor de petróleo e gás, de maior peso, que se expandiu 5,1%. A extração de minério de ferro aumentou 7,3% nessa comparação. Já a indústria de transformação registrou alta de 4,8%, tendo como destaques máquinas e equipamentos, automóveis, metalurgia, material elétrico e produtos químicos.

     

    Os serviços industriais de utilidade pública (Siup), como energia elétrica, água e saneamento tiveram expansão de 4,5%. "O que puxou para cima aí foi o gás. A energia elétrica apresentou taxa mais baixa", contou Rebeca. Setor externo - O setor externo manteve, no segundo trimestre de 2008, a contribuição negativa sobre o PIB que vem sendo registrada desde o primeiro trimestre de 2006, segundo Rebeca. Isso ocorre porque as importações são contabilizadas com sinal negativo no cálculo do PIB e estão crescendo acima das exportações.

     

    No segundo trimestre, segundo Rebeca, houve aceleração no aumento das importações e exportações, especialmente por causa do fim da greve dos auditores federais.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    O Plenário do Senado rejeitou nesta quarta-feira, 10, as emendas apresentadas pela Câmara dos Deputados ao projeto de lei que regula os consórcios (PLS 533/03), mantendo assim a forma original da proposta, aprovada em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em março de 2006. De autoria do ex-senador Aelton Freitas, o projeto será encaminhado à sanção. Uma das principais inovações do projeto é permitir que o consorciado utilize o saldo do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) inclusive para dar lances.

     

    Designado relator ad hoc do projeto, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) explicou que as emendas, que procuravam reduzir os custos burocráticos na transferência de bens adquiridos via consórcio, eram desnecessárias, tendo em vista que o Código Civil já dispõe de forma semelhante às correções propostas. O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o senador José Agripino (DEM-RN) também disseram ser contrários às emendas.

     

    Pela proposta, o trabalhador poderá utilizar parte do saldo do FGTS na liquidação de saldo devedor ou para efetuar lance em consórcio imobiliário. O projeto também determina que quem atuar como administrador de consórcio sem a prévia autorização do Banco Central poderá ser punido com prisão de quatro a oito anos e com pagamento de multa equivalente a 100% das parcelas já recebidas e a receber no referido consórcio.

     

    O projeto define consórcio como a reunião de pessoas físicas ou jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida por uma administradora de consórcio, com o objetivo de facilitar aos integrantes, em igualdade de condições, a aquisição de bens ou serviços por meio de autofinanciamento.

     

    A matéria estabelece que o grupo de consórcio será representado por sua administradora, em caráter irrevogável e irretratável, ativa ou passivamente, em juízo ou fora dele, na defesa dos direitos e interesses coletivamente considerados e para a execução do contrato de participação em um grupo de consórcio, por adesão.

     

    De acordo com a proposta, o interesse do grupo de consórcio prevalece sobre o interesse individual do consorciado. O grupo de consórcio é autônomo em relação aos demais e possui patrimônio próprio, que não se confunde com o de outro grupo, nem com o da própria administradora.

     

     

     

    Fonte: CBIC
    11-09-2008 | 12:09
    A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 10, parecer favorável ao projeto de lei que assegura às famílias com renda mensal inferior a três salários mínimos, residentes em áreas urbanas ou rurais, o direito a assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social para sua própria moradia.

     

    Pelo PLC 13/08, o direito à assistência técnica abrange todos os trabalhos do projeto, acompanhamento e execução da obra, a cargo de profissionais das áreas de Arquitetura, Urbanismo e Engenharia, necessários para edificação, reforma, ampliação ou regularização fundiária da habitação. Os serviços serão custeados por recursos de fundos federais direcionados à habitação de interesse social, por recursos públicos orçamentários ou por recursos privados.

     

    O projeto estabelece também que os serviços de assistência técnica devem priorizar as iniciativas a serem implantadas sob regime de mutirão e aquelas em zonas habitacionais declaradas por lei como de interesse social.

     

    Ainda de acordo com o projeto, a assistência técnica tem, entre outros objetivos, os de qualificar o uso e o aproveitamento racional do espaço edificado e de seu entorno; evitar a ocupação de áreas de risco e de interesse ambiental; e possibilitar a ocupação do sítio urbano conforme a legislação urbanística e ambiental.

     

    Em seu voto favorável ao projeto, o senador Paulo Paim (PT-RS) lembra haver, no Brasil, além de déficit de sete milhões de moradias, incontáveis núcleos urbanos mal planejados. Segundo ele, serão relevantes os ganhos sociais que decorrerão da assistência técnica proposta: "Não apenas as famílias e comunidades carentes poderão ver melhoradas suas condições de habitabilidade, como também os núcleos urbanos se beneficiarão generalizadamente de ocupações mais planejadas e qualificadas", afirma o senador.

     

    O projeto será agora examinado pelo Plenário.

     

     

    Fonte: CBIC
    11-09-2008 | 12:09
    Mantega avaliou que o crescimento econômico tem uma qualidade melhor do que em outros períodos porque vem acompanhado da desaceleração da inflação. Ele lembrou que a pesquisa Focus realizada pelo Banco Central junto ao mercado já reduziu a previsão do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano, de 6,56% para 6,27%. "Portanto, abaixo do limite da expansão da meta de inflação", afirmou. A banda superior da meta de inflação é de 6,5%.

     

    O ministro acrescentou que a qualidade do crescimento é constatada ainda pelo aumento dos investimentos, que tiveram um acréscimo maior no segundo trimestre do que o registrado no primeiro trimestre, quando já havia sido de 15,2%. "Esse crescimento sólido da economia vem sendo puxado por investimentos. Isso significa que a demanda está crescendo, mas que também está tendo aumento de oferta", explicou. "A Formação Bruta de Capital Fixo cresceu quase três vezes mais do que a expansão do PIB. Isso é um bom indicador".

     

    Aperto fiscal - Mantega disse que o maior esforço fiscal do governo desacelerou os gastos do setor público no segundo trimestre deste ano. "Com o superávit primário maior, o consumo do governo desacelerou entre o primeiro e o segundo trimestres. Isso era previsto". Mantega também destacou que o setor agropecuário, que apresentou aceleração da atividade, mostra que os agricultores "estão aproveitando os bons preços do mercado doméstico e internacional". O maior ritmo de crescimento foi elogiado pelo ministro, que citou como bom exemplo o aumento dos estoques do País no período.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09
    Seminário - Foi aberto na manhã de segunda-feira (8), o seminário que marca o início do treinamento aos funcionários do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) de Mato Grosso, e aos profissionais e entidades de classe do Sistema. O objetivo é capacitar os colaboradores da sede e inspetorias, pois a partir de 15 de setembro, todos os serviços do Crea funcionarão pela internet. A novidade foi desenvolvida pelo Crea do Rio Grande do Sul, na administração do presidente Engenheiro Agrônomo Gustavo Lange. O Crea será o segundo Conselho, entre 27, a implantar a novidade.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    11-09-2008 | 12:09

    Diante do forte crescimento de 6% registrado pela economia brasileira no primeiro semestre deste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou em 0,75 ponto porcentual a taxa Selic, para 13,75% ao ano, pela quarta vez consecutiva. Desta vez, no entanto, não houve unanimidade na decisão. Cinco diretores do Banco Central (BC) votaram pelo aumento de 0,75 e três para avanço de 0,50 ponto percentual.

     

    A decisão, sem viés, veio de acordo com a expectativa geral do mercado financeiro -dos 55 analistas consultados pela Agência Estado, 54 apostavam que o Banco Central (BC) repetiria a dose dada na última reunião realizada pelo Comitê.

     

    Julho - Antes da reunião de ontem o Copom havia se reunido no dia 23 de julho, ocasião em que decidiu corrigir a taxa básica de juros (Selic), aumentando-a dos então 12,25% para 13% ao ano. Naquela ocasião, a decisão foi tomada por unanimidade e sem viés, conforme nota divulgada pelo Banco Central ao final da reunião do Copom.

     

    Segundo os membros do Copom, o aumento é necessário para conter o aumento do consumo interno e manter a inflação o mais próximo possível do centro da meta de 4,5% ao ano.

     

    Este foi o quarto aumento da taxa neste ano. Na reunião realizada no mês junho, o Copom havia aumentado a taxa de juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Em abril, a alta foi também de meio ponto percentual, com a taxa passando de 11,25% para 11,75%.

     

    Também chamada de Selic, porque remunera os títulos depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia, a taxa básica de juros estava estacionada em 11,25% desde setembro do ano passado.

     

    Fonte: Gazeta Digital
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