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Domingo, 24 de Junho de 2018
NOTÍCIAS
    11-08-2008 | 11:08
    Indicador acumula alta de 2,7% desde o início do ano. Folha de pagamento cresceu 0,2% em junho, segundo o IBGE.

     

    O nível de emprego na indústria brasileira avançou 0,5% em junho na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumula alta de 2,7% desde o início do ano, no melhor resultado para um primeiro semestre da série histórica do IBGE, iniciada em dezembro de 2000. 

     

     

    A taxa de junho compensou o recuo acumulado de 0,4% nos dois meses anteriores. Em relação a junho de 2007, o emprego registrou acréscimo de 2,5%, completando dois anos de taxas positivas no confronto com igual mês do ano anterior. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 2,8%.

     

     

     Locais - Na comparação entre meses de junho, dez dos catorze locais pesquisados aumentaram o contingente de trabalhadores. Os destaques ficaram para São Paulo, com alta de 3,6%, Minas Gerais (5,3% e região Norte e Centro-Oeste (4,1%).

    Na indústria paulista, as principais contribuições positivas vieram de máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (16,8%), produtos químicos (19,9%), meios de transporte (9,2%) e máquinas e equipamentos (7,0%). Na indústria mineira, as pressões positivas mais relevantes vieram de alimentos e bebidas (10,8%). Já n região Norte e Centro-Oeste, alimentos e bebidas (15,4%) foi o grupo com principal destaque.

     

     Folha de pagamento e horas pagas - O valor real da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria cresceu 0,2% em junho na comparação com o mês anterior, na segunda taxa positiva seguida, acumulando acréscimo de 1,0%. Frente a junho de 2007, a alta foi de 6,7%. No acumulado do ano, o resultado ficou positivo em 6,5%.

    Na comparação entre meses de junho, a maior contribuição positiva veio de São Paulo (7,5%), sustentado pelos avanços na folha de pagamento real nos setores de meios de transporte (16,3%), produtos químicos (10,4%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (8,8%). Em seguida, vale citar Minas Gerais (9,0%), região Norte e Centro-oeste (9,6%), e Nordeste (5,5%).

    O número de horas pagas pela indústria em junho registrou acréscimo de 0,7% em relação ao mês anterior, na série livre dos efeitos sazonais, após recuar 0,7% em maio. A comparação com igual mês do ano anterior assinalou expansão de 2,6%, vigésima quinta taxa positiva consecutiva.

    Nos confrontos para períodos mais abrangentes, os índices trimestral e acumulado no ano também apontaram avanços: 2,3% e 2,7%, respectivamente. O índice acumulado nos últimos doze meses também mostrou estabilidade na passagem de maio (2,4%) para junho (2,5%).

     

    Fonte: G1
    09-08-2008 | 12:08

    O Sinduscon-MT participou nesta sexta-feira (08/08) da Audiência Pública, que tratou da implementação de projetos de prevenção e combate a incêndio e pânico nos estabelecimentos comerciais e prédios de uso comum em Cuiabá. Representando o Sindicato, estavam o Presidente Senhor Luiz Carlos Richter, e o Superintendente Senhor Manuel J. Coelho.

     

    O Crea-MT (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), foi representado pelo Diretor Administrativo, Givaldo Dias Campos, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), pelo Coronel Cavalcante, o (SHRBS) Sindicato de Hotéis Bares e Restaurantes, pelo Presidente Senhor Luiz Carlos de Oliveira Nigro, a AMM (Associação Mato-grossense dos Municípios) pelo Coordenador técnico, Eng. Ildomar Freitas de Oliveira. Representantes da Prefeitura Municipal de Cuiabá também estavam presentes esclarecendo dúvidas.

     

    Segundo o Senhor Luiz Carlos, Presidente do Sinduscon-MT, o resultado da audiência foi satisfatório, pois ficou tudo bem esclarecido, além de ter sido uma boa iniciativa, sendo preciso que todos os órgãos envolvidos entrem em um consenso para que os problemas apresentados possam ser resolvidos.
    09-08-2008 | 12:08
    Comunicação ganha novo formato

     

    A Rede da Construção, composta pelas assessorias de comunicação/imprensa das entidades associadas à CBIC, terá, a partir de hoje, um novo formato. O objetivo é utilizar, de forma mais eficaz, esse importante meio de divulgação das ações e notícias do setor, pela sua agilidade e capilaridade, unificando a posição da Indústria da Construção em nível nacional. A Assessoria de Comunicação da entidade enviará freqüentemente as principais notícias da Indústria da Construção, bem como positions papers com o posicionamento da entidade sobre temas de interesse do setor. Além disso, enviará também fotografias de eventos, quando houver a cobertura fotográfica, a fim de auxiliá-los a disseminar ainda mais as ações e os trabalhos desenvolvidos.

     

    Fonte: CBIC
    09-08-2008 | 12:08
    Segundo entidade, país é acompanhado apenas por China e Índia. Grupo prevê desaceleração nos países desenvolvidos. O Brasil lidera a expansão do ciclo de atividade econômica entre as principais economias do mundo e é acompanhado apenas pela China entre as únicas duas grandes economias que dão sinais positivos no ritmo de crescimento, diz um levantamento da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta sexta-feira (8).

     

    De acordo com o documento, o crescimento dos países do G-7, grupo das nações mais desenvolvidas, deve sofrer uma desaceleração ainda maior nos próximos meses. A OCDE faz a estimativa baseada em uma série de indicadores, como o ciclo de produtividade de um país, desemprego, crescimento per capita e atividade industrial, além do próprio Produto Interno Bruto (PIB).

     

    De acordo com a entidade, o índice para o Brasil aumentou em 2,2 pontos entre maio e junho e somou 106,9 pontos, o mais alto entre as economias avaliadas pela OCDE. Em segundo lugar veio a China, com 104,9 pontos. Isso não significa, porém, que em termos de PIB o Brasil esteja crescendo a taxas acima dos demais emergentes. A criação de empregos e a resistência da economia à desaceleração mundial foram alguns dos pontos que contribuíram para o resultado do Brasil na avaliação.

     

     G-7

    No geral, as conclusões da OCDE não são nada animadoras para a economia mundial. A entidade estima que as economias européias e americana podem sofrer uma queda ainda maior que a que já foi registrada diante da crise no sistema financeiro e alta dos preços do petróleo.

     

    Para a OCDE, os dados de junho "indicam a continuação de uma desaceleração na economia para todas os países do G-7". Segundo a entidade, todos os demais países ricos também sofrerão pelos próximos meses. Entre maio e junho deste ano, a OCDE alerta que o grupo de países ricos sofreu uma queda de 0,6 ponto, atingindo 96,8 pontos. Em comparação a junho de 2007, a queda é de 5,0 pontos.

     

    Fonte: G1
    09-08-2008 | 12:08
    O desenvolvimento econômico de Mato Grosso tem despertado o interesse de diversos setores do país e também do exterior. Ciente desse crescimento, o Banco Mundial promoverá a palestra ‘Um olhar para Mato Grosso’, no dia 14 de agosto, em Cuiabá, para abordar os financiamentos existentes e a visão que a instituição tem do Brasil e de Mato Grosso. O palestrante será o diretor executivo do Banco Mundial, Rogério Studart. O evento é gratuito e será promovido na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), a partir das 14h, para empresários do setor produtivo.

    “O interesse do Banco Mundial em demonstrar as formas de financiamento oferecidas aos empresários mato-grossenses comprova que estamos em pleno processo de desenvolvimento”, garante o presidente em exercício do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), Jandir Milan. O Banco Mundial é uma agência do sistema das Nações Unidas que auxilia governos de países em desenvolvimento, por meio de empréstimos e experiência técnica para projetos em diversas áreas, como educação, saúde e infra-estrutura.

    Rogério Studart é doutor em Economia pela University College, Londres, Inglaterra, e mestre e bacharel em Economia pela UFRJ. Especialista em Macroeconomia, Sistemas Financeiros e Financiamento do Desenvolvimento, atuou no BID, na Comissão Econômica para a América Econômica e Caribe (CEPAL), em Santiago Chile, na Divisão de Macroeconomia da UNCTAD (Nações Unidas), no IBGE e no Chase Manhattan Bank. Sua tese de doutorado foi premiada como a melhor em teoria monetária da Universidade de Londres em 1992 e publicada pela Editora Routledge com o mesmo título. Publicou 38 artigos sobre macroeconomia, sistemas financeiros e financiamento do desenvolvimento em periódicos especializados de diversos países.

    Durante a palestra, além da abordagem sobre os financiamentos, o diretor executivo do Banco Mundial discorrerá sobre a estrutura de governança, o processo operacional da instituição e os setores da economia que podem ser beneficiados com os financiamentos. A senadora de Mato Grosso, Serys Slhessarenko, participará do evento juntamente com representantes de diversas entidades estaduais. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas até 13 de agosto pelo telefone (65) 3611-1594.

     

    Fonte: Olhar Direto
    09-08-2008 | 11:08
    Acompanhando recentemente o noticiário, observo que nenhum setor vai tão bem neste país quanto o da construção civil. Economistas e presidentes de associações relacionadas estão revendo as projeções feitas no início do ano e projetando um crescimento pelo menos nos próximos dois anos.

     

    Não é à toa que os investimentos na construção têm sido contínuos e de grande monta. O total de obras levantadas neste país nos últimos dois anos equivale praticamente à construção de um novo estado ou de uma nova nação. Somos como um canteiro de obras que não pára de expandir, pois há sempre algo a ser feito.

     

    O primeiro semestre desse ano já mostrou a que veio. A indústria de materiais de construção faturou R$ 45 bilhões, 28,2% a mais em relação a igual período do ano passado. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), as projeções foram revistas e o crescimento no faturamento para este ano passaram de 15% para 18%.

     

    Junto com o faturamento, cresce também o emprego no setor. Já são mais de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada na construção civil. De acordo com o Sinduscon-SP, este resultado é o melhor dos últimos 13 anos, quando a metodologia do estudo foi reformulada. Apenas de janeiro a maio desse ano, foram criados mais de 185 mil postos de trabalho - um crescimento de 10,1% e um número quase igual ao total dos doze meses de 2007.

     

    Nos mais de 20 anos em que trabalho pelo setor, jamais vi um momento tão propício a investidores, empresários, e população de uma forma geral que sonha com sua casa própria. O crédito facilitado e a baixa cotação do dólar têm contribuído, e muito, para o setor, tanto na compra quanto também para o aluguel de equipamentos, propiciando maiores produtividades nos processos construtivos. Esse aquecimento é algo formidável para o país.

     

    Mas todo este avanço esta trazendo também algumas preocupações. Uma delas é a tão temida inflação. O expressivo aumento do aço e outros insumos, impactou diretamente no custo da obra e dos equipamentos de construção civil.

     

    Outra grande preocupação é com o meio ambiente. Os processos fabris da indústria de materiais da construção e os sistemas construtivos praticados no Brasil ainda são muito poluentes e geram grandes toneladas de entulho. Precisamos unir esforços para alcançar o nível de desenvolvimento tão almejado sem, contudo, prejudicar o meio ambiente e colocando o ser humano em primeiro lugar.

     

    Altino Cristofoletti Junior é engenheiro civil em São Paulo

     

    Fonte: Gazeta Digital
    08-08-2008 | 10:08
    O Banco Central vê com cautela as projeções que apontam para uma trajetória de queda da inflação no país, apesar de prever para os próximos seis meses a redução gradual das vendas no varejo e na atividade industrial --reflexo da política de alta na taxa de juros e da desaceleração econômica global.

     

    "É bom que a gente não tenha sempre surpresas negativas com a inflação, mas pode ser prematuro dizer que os últimos números estabelecem já uma tendência", afirmou, ontem em Recife (PE), o diretor de Política Econômica do Banco Central, Mário Mesquita.

     

    Segundo ele, os números da atividade econômica ainda "continuam bastante fortes, especialmente no que diz respeito às vendas". A produção, disse, também apresenta dados "bastante robustos".

     

    De junho de 2007 a maio de 2008, afirmou o diretor do BC, as vendas no varejo cresceram 10,3% no país, comparadas com o mesmo período anterior. Esse percentual sobe para 14,1%, se forem incluídos os negócios envolvendo materiais de construção, automóveis, autopeças e motocicletas.

     

    Para Mesquita, os reflexos das altas na taxa básica de juros começarão a ser sentidos somente neste semestre.

     

    "A política monetária sempre atua com defasagem", disse. "O começo do processo de ajuste da taxa foi em abril. Os efeitos sobre a demanda devem começar a aparecer com maior nitidez nos próximos dois trimestres."

     

    Sobre a atividade industrial, o diretor do BC afirmou que há uma expectativa de desaceleração econômica global e que "se espera alguma moderação na expansão" do setor.

     

    "Os efeitos da política monetária podem atuar na mesma direção, mas ainda a gente projeta para este ano um crescimento do PIB de 4,8%, que é consistente, com expansão da indústria."

     

    Saída de dólares

     

    Sobre a intensificação da saída de dólares do Brasil, que chegou a US$ 2,494 bilhões em julho -pior resultado desde dezembro de 2006-, Mesquita não se mostrou preocupado. "A fuga de dólares não representou a venda de um centavo das nossas reservas externas."

     

     

    Fonte: Folha on-line
    08-08-2008 | 10:08


    As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) responderam, até 30 de julho, por R$ 49,7 bilhões da carteira total do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Desse volume, R$ 34,7 bilhões são de financiamentos já aprovados ou contratados. O total, que leva em conta 170 projetos, pode crescer ainda mais até o fim do ano. De acordo com o presidente do banco, Luciano Coutinho, ainda há pedidos que representam mais R$ 20 bilhões em outros empreendimentos ligados ao programa do governo federal.

     

    "O PAC tem o papel de incentivar o investimento em infra-estrutura, e o BNDES tem sido o principal alavancador da iniciativa privada neste processo", defendeu Coutinho. O peso dos negócios em infra-estrutura também se refletiu nos desembolsos do BNDES no primeiro semestre. De acordo com dados divulgados ontem, foram liberados R$ 38,6 bilhões, com alta de 56,2% ante o primeiro semestre do ano passado. Desse total, R$ 15,2 bilhões foram destinados ao setor, o que representa crescimento de 83,2% ante igual período do ano passado.

     

    A indústria ficou com R$ 16,1 bilhões, crescendo 42,6% sobre o acumulado de janeiro a junho de 2007. "O setor deve encerrar o ano superando os montantes destinados à indústria, que tem sido a líder de financiamentos nos últimos anos", observou Coutinho. O setor de serviços, por sua vez, recebeu no semestre R$ 3,8 bilhões, com alta de 41,4%. Coutinho chamou a atenção, ainda, para a "recuperação" da agropecuária, que obteve financiamentos de R$ 2,8 bilhões, com expansão de 15,8%.

     

    Na mesma proporção caminharam as liberações nos 12 meses até junho, que alcançaram o recorde de R$ 78,8 bilhões, crescendo 34% em relação aos 12 meses anteriores. Mais uma vez, os investimentos em infra-estrutura ditaram o ritmo, recebendo R$ 32,5 bilhões, seguidos pela indústria, com R$ 31,2 bilhões. Os números do acumulado de 12 meses deixaram ainda mais evidente a necessidade do BNDES de aumentar o orçamento para este ano.

     

    Coutinho admitiu que "a demanda por financiamento deve superar os R$ 80 bilhões" e "vai buscar alternativas". Para garantir recursos extras, ele disse que pedirá na próxima reunião do Conselho de Administração, no dia 11, aumento de orçamento para este ano.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    08-08-2008 | 10:08
    O bom comportamento nos preços dos alimentos foi o principal fator que levou à taxa menor do Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), calculado com base nas despesas de consumo das famílias com renda de 1 a 2,5 salários mínimos mensais, e que subiu 0,61% em julho, ante alta de 1,29% em junho.

    Segundo o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz, 91% da desaceleração da taxa do IPC-CI foi causada por quedas e desacelerações de preços dos alimentos. De junho para julho, a taxa de inflação do setor de alimentos passou de 2,50% para 0,98%. Entre os destaques apontados pelo economista, estão desacelerações de preços e deflações em arroz (de 14,37% para 0,72%), feijão (de 15,51% para 6,01%) e hortaliças e legumes (de 0,96% para -2,41%).

    Para o economista, o IPC-CI pode continuar em trajetória de desaceleração. Isso porque os alimentos que estão registrando quedas e desacelerações tendem a continuar nesse sentido, pelo menos até o próximo mês. "O IPC-CI de agosto pode ser menor do que o de julho", afirmou o economista. Isso também deve ajudar a diminuir a taxa em 12 meses do indicador, atualmente em 9,46% e a mais intensa desde o início da série histórica, que começou em janeiro de 2004 - visto que, com o passar do tempo, taxas mensais mais elevadas referentes ao ano passado serão retiradas da série.

    Mas o economista alertou que ainda não há certeza sobre a sustentabilidade desse cenário. "Não é porque os preços dos alimentos estão subindo menos agora que vão continuar assim para sempre", disse.

    Braz ressaltou que os fundamentos de demanda forte e oferta de estoques reduzidos, principalmente no setor de alimentação, permanecem no cenário macroeconômico. Na análise do economista, itens de peso podem voltar a subir nos últimos meses do ano, como carnes bovinas e derivados de soja e de trigo. "Não estamos, definitivamente, livres de pressões nos preços dos alimentos no segundo semestre", afirmou.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    08-08-2008 | 10:08
    A uma platéia composta por dirigentes de entidades que reúnem empreiteiras e indústrias da construção civil, o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin, prometeu que não deixará de pagar eventuais dívidas do governo municipal nem escalonará o pagamento delas, caso seja eleito.
     
    O ex-governador de São Paulo disse que nos seis anos em que esteve no poder não deixou de pagar pelos serviços contratados. Em seu discurso, feito no Instituto de Engenharia, o tucano tentou acalmar credores da prefeitura, que criticaram o governo municipal por ter parcelado o pagamento de uma dívida de cerca de R$ 750 milhões na mudança do governo de Marta Suplicy (PT) para o de José Serra (PSDB), em 2005.
     
    Os empresários do setor de construção civil cobram o compromisso dos candidatos com o pagamento de fornecedores, empreiteiras e prestadores de serviço, para evitar problemas como o que houve no primeiro ano da atual gestão. "A prefeitura não pode quebrar contratos, nem mudar a regra do jogo durante o jogo. Tem de se comprometer com os pagamentos", disse o presidente da Apeop, Arlindo Moura.
     
    Quando Serra assumiu, em 2005, a gestão disse ter encontrado uma dívida de mais de R$ 750 milhões, negada por Marta Suplicy. A gestão escalonou o pagamento em sete anos, até 2012, e gerou desentendimentos com empresários e entidades de classe. O prefeito e candidato Gilberto Kassab (DEM) continuou com o pagamento e segundo a secretaria municipal de finanças, o pagamento das dívidas deve ser antecipado para o outubro, ainda na gestão Kassab. Restam a ser pagos R$ 86 milhões, segundo o governo.
     
    "Não concordamos com as regras de escalonamento. Precisamos de garantias de que os governantes não vão mudar as regras e que vão pagar as contas das administrações anteriores", disse Moura, da Apeop. O presidente o Sinduscon, Sérgio Watanabe, também questionou o método usado pela prefeitura para saldar as dívidas. "O governo argumentou, na época, que não tinha recursos, mas no final do primeiro ano tinha dinheiro em caixa. Cai por terra a argumentação. Se tinha dinheiro, por que não pagaram? Nada mais justo do que isso", argumentou.
     
    O aceno da prefeitura aos empresários, ao prometer o pagamento total da dívida ainda este ano, foi uma forma encontrada por Kassab para diminuir as críticas à prefeitura dizem empresários. Segundo o presidente do Sinicesp, Marlus Renato Dall' Stella, até mesmo o receio de novos "calotes" diminuiu.
     
    A transição dos dois governos foi traumática para centenas de empresários e prestadores de serviços e representantes de entidades, ainda se reflete em críticas a Serra, atual governador de São Paulo. "O cancelamento de empenhos afetou a imagem de Marta, mas o escalonamento feito por Serra gerou uma enorme confusão no setor", comentou José Roberto Bernasconi, da Sinaenco. Empresários reclamam da falta de diálogo com o governador. "Alckmin tinha melhor contato com entidades. Serra é mais fechado e fala pouco com a sociedade", disse Watanabe. Para Edemar de Souza Amorim, do Instituto de Engenharia, "não há diálogo aberto com Serra".

     

    Fonte: CBIC
    08-08-2008 | 10:08
    O governo já considera como praticamente certa a superação da meta de investimentos estabelecida pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que tem como objetivo elevar a taxa de investimento da economia brasileira, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBFC), dos 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2007 para 21% em 2010.
     
    "Somente no primeiro semestre foram anunciados R$ 400 bilhões em investimentos, que crescem com muita força desde o ano passado, indicando que vamos certamente superar a meta", disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, em palestra feita ontem na Federação da Indústria de Minas Gerais (Fiemg).
     
    Segundo ele, o aperto na política monetária não deverá afetar as decisões de expansão produtiva anunciadas. "Todos os investidores sabem que a atual taxa de juros é pontual, devendo ter mais dois ou três novos aumentos ainda, para depois voltar a cair assim que a inflação estiver sob controle", disse. "Além disso, não estamos falando da construção de pizzarias, mas de projetos que envolvem grandes empreendimentos, como refinarias e siderúrgicas."
     
    Na avaliação do ministro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, agiu de forma correta ao elevar os juros porque essa opção era melhor do que a adoção de medidas restritivas ao crédito, que poderiam afetar muito mais a atividade econômica e as perspectivas de investimentos.
     
    "O estoque de crédito ao consumo explica boa parte do nosso crescimento, com destaque para os setores automotivo e de construção civil", disse Miguel Jorge. E mesmo com o impulso que esse volume de crédito vem dando ao consumo, o ministro não vê riscos para um eventual descontrole inflacionário. "Em termos de inflação, estamos numa honrosa lanterna na América Latina e temos os menores índices entre todos os países emergentes."
     
    Para ele, o PIB brasileiro deverá crescer este ano 4,8%, reduzindo o ritmo moderadamente em 2009, quando a expansão deverá ficar em 4%. Miguel Jorge voltou a minimizar o fôlego das importações, que, segundo ele, crescem a um ritmo em torno de 40% ao ano, ante a alta de 25% das exportações. "Pelo menos 70% das nossas compras externas são de bens de capital, matéria-prima e insumos", disse o ministro.
     
    Na área externa, Miguel Jorge afirmou que a meta de exportações estabelecida na PDP, de US$ 208,8 bilhões em 2010, deve ser igualmente superada, uma vez que o volume das vendas externas vem sendo constantemente revisto para cima. A meta deste ano, por exemplo, passou de US$ 160 bilhões para US$ 180 bilhões. "Há estimativas mais otimistas, como a da associação dos exportadores, que prevê um total de US$ 196,8 bilhões", assinalou o ministro.
     
    O primeiro balanço oficial da nova política industrial do governo, lançada na segunda semana de maio, deve ser feito dentro de 30 a 40 dias. "Por enquanto, estamos trabalhando para instalar os fóruns setoriais", disse Miguel Jorge.

     

    Fonte: CBIC
    08-08-2008 | 10:08
    O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) fechou julho com alta de 1,12%, taxa que representa recuo de 0,77 ponto percentual em relação a junho, quando a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela elaboração deste indicador, registrou inflação de 1,89%. A taxa acumulada no período de janeiro a julho é de 8,35%, enquanto a anualizada mostra alta de 14,81%.  O recuo da taxa de inflação no mês de julho foi fortemente pressionado pelos preços no atacado. Segundo a FGV, os preços no atacado medidos pelo Índice de Preços no Atacado (IPA) caíram de 2,29% em junho para 1,28%, uma retração de 1,1 ponto percentual. O IPA tem peso de 60% na composição do IGP-DI.
     
    Os preços ao consumidor medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), peso de 30% na composição do indicador, caíram de 0,77% em junho para 0,53% em julho; e o Índice Nacional dos Custos da Construção (INCC) caiu de 1,92% para 1,46%. O INCC tem peso de 10% na formação da taxa.
     
    A desaceleração IGP-DI em julho foi maior que a esperada pelo mercado financeiro, o que pode abrir espaço para mais ajuste na renda fixa. A avaliação é do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. De acordo com sondagem realizada pelo Banco Central (BC) e divulgada pelo boletim Focus, a expectativa dos analistas era de alta em torno de 1,47%.
     
    Gonçalves acredita que o comportamento, melhor do que o esperado do IGP-DI em julho se deve ao recuo dos preços de produtos agrícolas no atacado (de 3,88% em junho para 1,14% ) e à redução do índice de matérias-primas brutas (de 3,33% para 1,39%), reflexo da queda da cotação de commodities no mercado internacional. "Além disso, as despesas com vestuário e alimentação ficaram menores no varejo, puxando uma redução do Índice de Preços ao Consumidor (IPC). O núcleo do IPC também merece destaque, já que o anterior fica como pico e o corrente volta à média de antes de abril", disse.
     
    No entanto, segundo o economista, vale monitorar o desempenho do Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que apesar de ter captado uma queda nos gastos com mão-de-obra, por conta do impacto menos forte de menores reajustes de salários em várias capitais, ainda é pressionado pelo preço de materiais que continuam subindo.

    Comida menos cara

    O IGP-DI captou queda nos preços dos itens básicos na refeição do brasileiro: carne, arroz e feijão. O comportamento desses itens é captado pelo IPC-DI. Três das sete classes de despesas componentes do índice apresentaram baixas. A maior contribuição para a desaceleração do IPC partiu do grupo alimentação (de 1,85% para 0,83%), com destaque para carnes bovinas (de 8,05% para 3,39%), arroz e feijão (de 11,18% para 2,29%) e hortaliças e legumes (de 0,83% para -1,66%). A FGV também registrou deflação nos preços de vestuário (de 0,56% para -0,54%) e recuo em educação, leitura e recreação (de 0,37% para 0,22%) .
     
    Em contrapartida, registraram aumento os grupos: habitação (0,33% para 0,59%), saúde e cuidados pessoais (0,58% para 0,69%), transportes (0,05% para 0,19%) e despesas diversas (0,36% para 0,43%). Nestas classes de despesas, vale mencionar os itens: tarifa de eletricidade residencial (de -0,91% para 1,42%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,81% para 1,37%), gás natural veicular (2,24% para 4,12%) e alimentos para animais domésticos (1,20% para 2,17%), respectivamente.

     

    ICV também cai

     

    O custo de vida do paulistano ficou menor em julho, informou ontem o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). No mês passado, o Índice do Custo de Vida (ICV) registrou alta de 0,87%, o que representa queda de 0,10 ponto percentual em relação a junho. Nos últimos 12 meses, o ICV acumula elevação de 7,05%.
     
    As despesas com alimentos (1,47%) continuam a ser o principal fator de alta da inflação, com contribuição de 0,42 ponto percentual para a taxa geral do ICV. Em segundo lugar está o impacto da elevação da energia elétrica, que sozinha contribuiu com 0,24 ponto percentual no cálculo do índice. Ou seja, caso este último item não tivesse sido reajustado, a inflação deste mês seria da ordem de 0,63%. Outro destaque entre as altas foi habitação (1,49%).
     
    No sentido oposto, houve retração para os grupos equipamento doméstico (-0,40%) e vestuário (-0,39%).

     

    Fonte: CBIC
    08-08-2008 | 09:08
    Os alimentos pressionaram menos e a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) desacelerou para 0,53% em julho, já que no mês anterior registrara alta de 0,74%. O dado foi informado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

     

    Trata-se da menor taxa desde novembro de 2007 (0,38%). O resultado do mês passado, no entanto, é a maior variação para um mês de julho desde 2004, o mesmo indicador apontou inflação de 0,91% em idêntico período.

     

    O IPCA é o índice de preços utilizado pelo governo para o regime de metas de inflação. A meta para este ano e o próximo é 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais.

     

    Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 6,37%, acima dos 6,06% identificados nos 12 meses imediatamente anteriores, aproximando-se ainda mais do teto superior à meta, de 6,50% estipulado pelo Banco Central. Em julho de 2007, a inflação pelo IPCA tinha subido 0,24%. No ano, a inflação acumula alta de 4,19%. No mesmo período em 2007, havia crescido 2,32%.

     

    Alimentos

     

    Os alimentos registraram alta de 1,05%, abaixo dos 2,11% constatados no mês anterior. A contribuição deste grupo representou 0,24 ponto percentual do IPCA, quase a metade do índice.

     

    Tiveram quedas expressivas o arroz, que depois de alta de 9,90% em junho, registrou variação negativa de 0,51% em julho. Também apresentaram taxas negativas a farinha de trigo (de 2,37% em junho para -1,75% em julho) e o pão francês (de 1,32% para -0,11%).

     

    As carnes exerceram a maior pressão individual sobre o IPCA, com 0,09 p.p. Mesmo assim, registraram desaceleração, de 6,91% em junho, para 4,35% no mês seguinte. As refeições fora de casa contribuíram com 0,07 p.p., alta de 1,77%.

     

    Os produtos não-alimentícios aceleraram para 0,38%, ante 0,34% em junho. Influenciaram o resultado tarifas de ônibus interestaduais, que variaram 8,38%, terceira maior contribuição individual, com 0,03 p.p.

     

    INPC

     

    O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado entre as famílias com renda mensal até seis salários mínimos, ficou em 0,58% em julho, ante 0,91% em junho. Nos 12 meses encerrados em abril, o indicador acumula elevação de 7,56%, acima dos 7,28% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores.

     

    Fonte: Folha on-line
    08-08-2008 | 09:08
    'Inflação oficial' teve taxa de 0,53% em julho, ante 0,74% em junho. Alimentos e bebidas subiram menos e contribuíram para queda. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou para 0,53% em julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (8). A taxa da inflação oficial representa a segunda queda mensal consecutiva do indicador, que ficou em 0,74% em junho.

    Apesar da queda, a alta acumulada pelo indicador em 12 meses, de 6,37%, é a maior desde julho de 2005, quando ficou em 6,57%. No ano, o IPCA acumula alta de 4,19%.

    O grupo alimentação e bebidas, que vinha apresentando resultados crescentes nos últimos meses, teve um aumento bem menor, passando de uma taxa de 2,11% em junho para 1,05% em julho. Ainda assim, o grupo contribuiu com 0,24 ponto percentual para o IPCA do mês, ou quase metade da taxa. Mesmo com a desaceleração de julho, o grupo dos alimentícios acumula alta de 9,78% no ano, bem acima de igual período de 2007 (5,26%).

    A maioria dos produtos alimentícios mostrou menor crescimento nos preços de um mês para o outro. Mesmo com redução na taxa, as carnes (de 6,91% em junho para 4,35% em julho) mais uma vez ficaram com a maior contribuição individual do mês: 0,09 ponto percentual. A seguir vieram as refeições consumidas fora do domicílio (de 1,42% para 1,77%), com 0,07 ponto percentual.

    Em julho, alguns alimentos registraram variações negativas nos preços. O consumidor passou a pagar menos, por exemplo, pelo arroz, que, de uma alta de 9,90% em junho, passou para uma queda de 0,51%. Além dele, outros produtos importantes na alimentação das famílias apresentaram taxas negativas, como a farinha de trigo (de 2,37% em junho para -1,75% em julho) e o pão francês (de 1,32% para -0,11%).

     

     Não-alimentícios

    Os produtos não-alimentícios subiram 0,38% em julho, ante 0,34% em junho. Segundo o IBGE, a alta maior foi reflexo de reajustes ocorridos em itens importantes com preços administrados ou controlados.

    Dos nove grupos que compõem o IPCA, apenas três mostraram aumento na variação de preços de junho para julho: habitação (de 0,26% para 0,60%), transportes (de 0,26% para 0,46%) e comunicação (de 0,29% para 0,36%).

    As tarifas dos ônibus interestaduais, com reajuste médio de 6% a partir de 1º de julho, tiveram variação de 8,38% e ficaram com a terceira maior contribuição no IPCA do mês: 0,03 ponto percentual. Nos gastos com habitação (0,60%), as principais pressões foram exercidas pelas contas de energia elétrica, com alta de 0,93%. Foram destaques também no grupo a variação de 0,79% na taxa de água e de esgoto e os aluguéis residenciais, com aumento de 0,58%.

    Quanto aos gastos com comunicação (0,36%), a alta foi causada por reajustes autorizados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) nos serviços de telefonia fixa, na última semana de julho, o que levou a uma variação de 0,62% no item.

     

     INPC

    Para as famílias com rendimento entre um e seis salários mínimos, a taxa de inflação de julho ficou em 0,58%, maior que a registrada pelo IPCA. A taxa, no entanto, ficou significativamente menor que a do mês anterior, cujo resultado foi de 0,91%.

    No acumulado no ano, o índice está em 4,87%, superior à taxa de 2,53% referente ao mesmo período de 2007. Nos últimos 12 meses o resultado ficou em 7,56%, pouco acima dos 7,28% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho de 2007, o INPC havia sido de 0,32%.

    Os produtos alimentícios apresentaram variação de 1,09% em julho, enquanto os não-alimentícios aumentaram 0,36%. Em junho, os resultados para esses grupos haviam sido de 2,38% e 0,28%, respectivamente.

     

     

    Fonte: G1
    07-08-2008 | 18:08

    O Sinduscon-MT informa aos seus associados que acontecerá no dia 08 de agosto de 2008, às 9:00 horas, na sede da Promotoria de Justiça, Audiência Pública para tratar, especificamente, da implementação de projetos de prevenção e combate a incêndio e pânico nos estabelecimentos comerciais e prédios de uso comum situados em Cuiabá.

     

    Mais informações: 3613-5202

     

    07-08-2008 | 11:08
    O governo já considera como praticamente certa a superação da meta de investimentos estabelecida pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que tem como objetivo elevar a taxa de investimento da economia brasileira, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBFC), dos 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2007 para 21% em 2010.
     
    "Somente no primeiro semestre foram anunciados R$ 400 bilhões em investimentos, que crescem com muita força desde o ano passado, indicando que vamos certamente superar a meta", disse o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, em palestra feita ontem na Federação da Indústria de Minas Gerais (Fiemg).
     
    Segundo ele, o aperto na política monetária não deverá afetar as decisões de expansão produtiva anunciadas. "Todos os investidores sabem que a atual taxa de juros é pontual, devendo ter mais dois ou três novos aumentos ainda, para depois voltar a cair assim que a inflação estiver sob controle", disse. "Além disso, não estamos falando da construção de pizzarias, mas de projetos que envolvem grandes empreendimentos, como refinarias e siderúrgicas."
     
    Na avaliação do ministro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, agiu de forma correta ao elevar os juros porque essa opção era melhor do que a adoção de medidas restritivas ao crédito, que poderiam afetar muito mais a atividade econômica e as perspectivas de investimentos.
     
    "O estoque de crédito ao consumo explica boa parte do nosso crescimento, com destaque para os setores automotivo e de construção civil", disse Miguel Jorge. E mesmo com o impulso que esse volume de crédito vem dando ao consumo, o ministro não vê riscos para um eventual descontrole inflacionário. "Em termos de inflação, estamos numa honrosa lanterna na América Latina e temos os menores índices entre todos os países emergentes."
     
    Para ele, o PIB brasileiro deverá crescer este ano 4,8%, reduzindo o ritmo moderadamente em 2009, quando a expansão deverá ficar em 4%. Miguel Jorge voltou a minimizar o fôlego das importações, que, segundo ele, crescem a um ritmo em torno de 40% ao ano, ante a alta de 25% das exportações. "Pelo menos 70% das nossas compras externas são de bens de capital, matéria-prima e insumos", disse o ministro.
     
    Na área externa, Miguel Jorge afirmou que a meta de exportações estabelecida na PDP, de US$ 208,8 bilhões em 2010, deve ser igualmente superada, uma vez que o volume das vendas externas vem sendo constantemente revisto para cima. A meta deste ano, por exemplo, passou de US$ 160 bilhões para US$ 180 bilhões. "Há estimativas mais otimistas, como a da associação dos exportadores, que prevê um total de US$ 196,8 bilhões", assinalou o ministro.
     
    O primeiro balanço oficial da nova política industrial do governo, lançada na segunda semana de maio, deve ser feito dentro de 30 a 40 dias. "Por enquanto, estamos trabalhando para instalar os fóruns setoriais", disse Miguel Jorge.

     

    Fonte: CBIC
    07-08-2008 | 11:08
    Em crise por um longo período que durou até 2006, quando desapareceram do mercado local boa parte das construtoras e incorporadoras mais tradicionais, Curitiba enfrenta um "boom" sem precedentes no mercado imobiliário. Nada menos que 12 das 27 grandes empresas que abriram seu capital e foram ao mercado de ações fazer captações entre 2006 e 2007 desembarcaram na cidade com grandes projetos. A ida ao mercado resultou num volume de recursos estimado em R$ 18 bilhões - dinheiro suficiente para investir em novos empreendimentos e outros mercados. A estimativa é a de que, apenas entre o final de 2007 e 2008, sejam lançados projetos com potencial de vendas num valor aproximado de R$ 1,3 bilhão na capital e em municípios da região metropolitana de Curitiba. "O primeiro sinal deste aquecimento foi o aumento absurdo no preço dos terrenos com casos em que o valor está batendo em R$ 2 mil o m, mais do dobro do que era pedido há alguns anos", conta o presidente do Sinduscon-PR, Hamilton Pinheiro Franck.
     
    Segundo o Sinduscon-PR, o volume liberado pela Prefeitura de Curitiba para novas construções em 2008 - janeiro a junho - atingiu 1,46 milhão de m, um aumento de 73% em relação ao mesmo período em 2007 - janeiro a junho - 846 mil m.
     
    Também o número de quase 10 mil unidades liberadas é superior em 78% quando comparado com o mesmo período de 2007 que atingiu 5.5 mil unidades. Do total de 10 mil unidades liberadas para novas construções, 9.07 mil unidades, ou 91% delas, serão destinadas ao uso residencial. De janeiro a junho de 2008 foram lançados 2.079 unidades/apartamentos em empreendimentos residenciais verticais (acima de quatro andares) - 80% a mais do que foi lançado no mesmo período de 2007 (1.155 unidades).
     
    As empresas estão desembarcando com novos conceitos, ou mesmo para trabalhar em setores tradicionais para todas as faixas: desde empreedimentos econômicos até projetos milionários. "Como mercado ficou muito tempo parado e sem lançamentos, está ávido por novas ofertas de qualquer categoria", resume o presidente do Sinduscon-PR. A última a anunciar seu desembarque na região de Curitiba, por exemplo, a Inpar, uma das maiores incorporadoras do país, veio com sua divisão ViVer Empreendimentos Imobiliários, com foco no segmento econômico, para desenvolver projetos com unidades entre R$ 60 mil e R$ 130 mil. Ela irá construir em Sao José dos Pinhais, o ViVer Bosque que, na primeira fase, terá 472 unidades ao preço médio de R$ 92 mil e potencial de vendas projetado em R$ 44 milhões direcionado a famílias com renda mensal a partir de R$ 2.500 (ou seis salarios mínimos).
     
    Boa parte das empresa está escolhendo o caminho das parcerias, fusões e joint ventures com empresas locais - que conhecem o mercado curitibano mas não têm, nem de perto, seu poder de iniciativa, mas muitas estão vindo sozinhas. A Rossi associou-se à Thá, a PDG Realty à LN e a Goldsztein Cyrela ao Grupo Dória, a última anunciando uma previsão de investimentos de R$ 150 milhões em 2008. Já a Gafisa e a Abyara, de São Paulo, entraram sozinhas. Michel Wurman, vice-presidente da PDG Realty, que captou no ano passado R$ 1,5 bilhão com lançamento de ações e debêntures, planeja lançar com a LN entre dois e cinco empreendimentos por ano em Curitiba. "O mercado imobiliário está pronto para decolar, principalmente pelo financiamento de longo prazo", explicou. Já a InCons S/A Incorporadora e Construtora, de São Paulo, anunciou dois empreendimentos imobiliários com lançamentos previstos em 2008 - o primeiro já foi o Condomínio Clube New Age, localizado próximo ao Shopping Palladium, no bairro Portão, com potencial de vendas de R$ 110 milhões.
     
    Um exemplo do poder de fogo das novas empresas é o mega-empreendimento de 560 unidades no Cristo Rei, lançado pela Abyara no final de 2006 com investimentos superiores a R$ 200 milhões e que introduziu o conceito de "condomínio-clube", em Curitiba e que fazem muito sucesso em São Paulo. Com preços médios entre R$ 400 mil e R$ 500 mil o empreendimento já está com 95% das unidades vendidas em apenas seis meses de comercialização, segundo Paola Alambert, diretora de marketing do setor de incorporações da Abyara. Com isso, a empresa lançou em julho mais um projeto com 392 unidades dentro do mesmo conceito e investimento semelhante com o nome de Reserva Ecoville. "Chegamos à cidade no momento certo e com possibilidades de obtenção de crédito mais fácil e de mais longo prazo, em até 30 anos para o comprador", diz Paola.
     
    Há um pouco mais de tempo na capital paranaense, a construtora mineira MRV Engenharia, líder no mercado de construção residencial para a classe média no Brasil, também detectou o "boom" e está promovendo uma grande expansão dos seus negócios locais. A empresa lançou seu primeiro empreendimento na cidade em 1999 e hoje possui18 residenciais com 1.138 unidades lançadas. Nos últimos tempos a MRV estocou 144,5 mil m em terrenos para lançar 1.090 unidades residenciais em seis novos empreendimentos que juntos possuem potencial de vendas de R$ 116,5 milhões. Todos deverão ser residenciais na linha de condomínios fechados verticais, que obtiveram grande aceitação pelos curitibanos.
     
    A Gafisa, por sua vez, está no seu segundo empreendimento com padrão de comercialização acima de R$ 200 mil, mas segundo seu diretor de incorporaçção Brasil, Antônio Ferreira, "dentro de 30 dias estaremos fazendo lançamentos dentro da nossa linha FIT, mais popular, com imóveis entre R$ 80 mil a R$ 200 mil. Curitiba é um mercado bastante amplo e com muitas tendências", diz. O primeiro lançamento Ville Soleil, tinha unidades entre R$ 500 mil a R$ 800 mil e o segundo, o Orbit, vendeu 144 unidades entre R$ 300 mil a R$ 420 mil. "A cidade tinha poucos lançamentos e havia uma certa inibição nas empresas locais em virtude das dificuldades que enfrentavam e do preço baixo dos imóveis", acrescenta. Segundo ele, a única grande diferença do curitibano para os compradores de outros estados onde a empresa opera é a preferência por adquirir o imóvel quando está em construção e não no momento do lançamento como acontece em São Paulo e Rio de Janeiro.

     

    Fonte: CBIC
    07-08-2008 | 11:08
    A produção industrial do Paraná alcançou a segunda maior alta do País, com crescimento de 11,3% no primeiro semestre deste ano, em comparação com mesmo período de 2007, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A primeira posição ficou com o Espírito Santo (16,1%), enquanto o índice nacional apontou alta de 6,3%. O Paraná também alcançou elevação de 12,7% no mês de junho, em relação ao mesmo mês do ano passado, sendo superado apenas por Goiás (16,6%) e garantindo o 21º resultado positivo consecutivo. A taxa do Brasil ficou em 6,6%.

     

    Entre os estados do Sul, o Paraná aponta larga vantagem na indústria no primeiro semestre. Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram variação de 4,4% e 1,3% respectivamente - índices abaixo do crescimento nacional.

     

    Nos últimos 12 meses, o Paraná também segue entre os maiores desempenhos nacionais, com alta de 8,9%, superando ainda a produção industrial brasileira que fechou com alta de 6,7%. O Paraná novamente teve a segunda melhor posição entre os estados pesquisados, sendo apenas superado por Espírito Santo (13,2%) e empatando no mesmo período com São Paulo (8,9%).

     

    Segundo o secretário estadual da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho, o Paraná consolidou seu caráter industrial com políticas públicas voltadas principalmente ao pequeno e médio empreendedor.

     

    Para a presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Avani Slomp Rodrigues, os reflexos dos resultados apresentados pelo IBGE estão sendo e serão sentidos no comércio no curto e médio prazo.

     

    O presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), Ardisson Naim Akel, comentou que o resultado da pesquisa do IBGE mostra que o Paraná não é mais um estado agrícola, devido ao crescimento e ao investimento em setores de tecnologia e de produtos com valor agregado. ``Cada vez mais reconhecemos nossa participação nos setores de veículos automotores, fabricação de caminhões, editoração gráfica, e outros, como telecomunicações, por exemplo``, disse

     

     

    Fonte: CNT
    07-08-2008 | 11:08
         O volume de contratação de financiamento habitacional em Mato Grosso aumentou 32,12% neste primeiro semestre. De acordo com dados da Superintendência da Caixa Econômica Federal (CEF) no Estado, foram R$ 81,3 milhões em contratações de janeiro a junho de 2008, contra R$ 45,4 milhões no mesmo período do ano passado. Ou seja, de 1.569 unidades financiadas no primeiro semestre de 2007, o número passou para 2.073 em 2008, um incremento de 78,96%.
         
         As facilidades ao crédito, a queda na taxa de juros e a cadeia produtiva da construção civil são os principais responsáveis por esse aumento – que é sentido também em esfera nacional. No primeiro semestre de 2008, a CEF obteve um volume de R$ 9,1 bilhões nas contratações realizadas em todo o país, superando em 33,82% o do primeiro semestre de 2007 (R$ 6,8 bilhões). Em quantidade, representa 201.956 unidades habitacionais a mais financiadas pela instituição financeira.
         
         Os financiamentos são ainda o principal instrumento para aquisição de imóveis no Brasil. Não à toa, a construtora Plaenge, com atuação em Cuiabá, possui um departamento especializado no trâmite entre cliente e agente financiador. O diretor regional da empresa, Rogério Fabian Iwankiw, explica que, com alguns meses de antecedência da entrega de um novo empreendimento, uma equipe especializada procura os interessados em financiamento e monta todo o processo do cliente para a entrega à instituição financiadora.
         
         "Para a empresa, o verdadeiro relacionamento começa na ocupação do imóvel. Como o financiamento precede a ocupação e gera uma grande expectativa ao cliente, nos aprimoramos em minimizar este trabalho, facilitando ao máximo essa etapa junto aos bancos”, completa Iwankiw.
         
         Saiba mais - A Plaenge faz parte de um grupo empresarial nacional com 38 anos de atuação. Em Cuiabá, chegou em 1983 e desde então entregou 39 edifícios, onde residem aproximadamente 10.000 pessoas. Nos estados em que atua, a construtora atualmente comercializa 23 empreendimentos imobiliários, num total de 122 prédios residenciais. Em Cuiabá, a Plaenge lidera o segmento imobiliário, sendo Top of Mind em sua categoria em Mato Grosso em 2006 e 2007.

     

    Fonte: 24 Horas News
    07-08-2008 | 11:08

    Mais de 500 contribuintes (empresas) mato-grossenses do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) serão obrigados a utilizar Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir do dia 1º de setembro para documentar suas transações comerciais.

    Por conta disso, a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz/MT) oferecerá a partir deste mês, treinamentos para orientá-los sobre as medidas necessárias a fim de aderir à sistemática. Para participar dos treinamentos, os contribuintes terão de se inscrever, de 10 a 1 5 de agosto, na Escola Fazendária, por meio do telefone (65) 3617-2794 ou do e-mail gef@sefaz.mt.gov.br.

    Para tanto, é preciso informar o nome da empresa, a inscrição estadual, CNPJ, município de localização da empresa, nome do representante a participar do treinamento com seu respectivo CPF, telefone e e-mail.

    Nos treinamentos, os contribuintes aprenderão a baixar o programa emissor da NF-e, a instalar o certificado digital, que garante a validade fiscal e jurídica da assinatura do emitente, e emitir o documento no modo de testes.

    Os treinamentos serão divididos por turmas, nos dias 19, 20, 21, 26, 27, 28 de agosto e 2, 3 e 4 de setembro, das 14h às 15h e das 16h às 17h, na Escola Fazendária, localizada na sede da Sefaz, em Cuiabá. As inscrições devem ser confirmadas, pois as vagas são limitadas em 15 por turma.

    As orientações serão fornecidas por meio da Superintendência do Centro Integrado de Atendimento ao Cliente (Sciac) e da Superintendência de Informações do ICMS (Suic) da Sefaz.

    OBRIGATORIEDADE

    A obrigatoriedade de utilização da NF-e a partir de 1º de setembro atingirá os seguintes segmentos:
    - fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas;
    - fabricantes de cimento;
    - fabricantes e distribuidores de medicamentos alopáticos para uso humano;
    - agentes que, no Ambiente de Contratação Livre (ACL), vendam energia elétrica ao consumidor final;
    - fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos; relaminados, trefilados e perfilados de aço; e
    - fabricantes de ferro gusa.

    Caso os contribuintes desses segmentos deixem de utilizar a sistemática, pagarão multa e terão suas mercadorias apreendidas, além de recolherem o ICMS devido. Isso porque, a partir de 1º de setembro, as notas fiscais em papel emitidas por esses contribuintes serão consideradas inidôneas, ou seja, não terão mais validade.

     

    Fonte: Mídia News
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