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Domingo, 27 de Maio de 2018
NOTÍCIAS
    17-07-2008 | 11:07
    O coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros, previu ontem que o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) pode fechar o ano com resultado entre 11% e 12%, faixa já citada relatório semanal Focus do Banco Central (BC), que informa as expectativas de instituições financeiras no País sobre indicadores econômicos. Ele fez o comentário ao informar que a taxa em 12 meses até julho do IGP-10 acumula alta de 14,72% - a mais elevada desde outubro de 2003, quando subiu 18,94%. "Acho que nenhum analista tem feito projeções de IGPs abaixo de 10% para 2008", comentou.

     

    Quadros observou que, em um cenário com uma taxa em 2008 já bastante pressionada em seu acumulado em 12 meses, isso pode conduzir à pontos de inércia inflacionária para o primeiro semestre de 2009. "A taxa em 12 meses sempre demora um pouco para recuar, porque ela carrega taxas de elevações de preços que não estão mais ocorrendo", comentou.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    17-07-2008 | 11:07
    A alta dos índices de inflação, causada principalmente pela elevação dos preços internacionais dos alimentos e petróleo, reduz o ritmo de crescimento da indústria em 2008. Apesar disso, segundo Paulo Francini, diretor do departamento de economia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a atividade industrial ainda não está ruim.

     

    "Mas aquele vigor que observamos no ano passado já não existe mais. A demanda em alguns setores mostra um sinal de cansaço", explicou Francini.

     

    Segundo a Fiesp, a taxa de crescimento do emprego industrial deve ficar entre 3,5% e 4% este ano. Em 2007, a entidade registrou expansão 5,01%, com a geração de 104 mil vagas.

     

    Nesta terça-feira, a Fiesp divulgou que o nível de empregoda indústria de transformação do Estado de São Paulo subiu 0,21% (5.000 vagas criadas) em junho na comparação com o mês anterior, segundo dados sem ajuste sazonal. Em maio, a alta sobre abril tinha sido de 0,35%, com abertura de 8 mil vagas.

     

    Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, a alta no emprego no mês passado foi de 0,19%. No acumulado do primeiro semestre, o nível de emprego está 6,48% maior que no mesmo período do ano passado, com 141 mil novas vagas abertas. O setor que mais contratou foi o sucroalcooleiro, com 34.002 vagas.

     

    Juros: Para Francini, a inflação e as elevações dos juros básicos no país geram expectativas dos industriais quanto ao emprego no ano que vem.

     

    "O empresário não toma decisões lendo jornal mas conforme a demanda da sua empresa. "[A preocupação] sobre a taxa de crescimento se volta mais para 2009 que este ano", disse. Porém, ao contrário do que ocorre normalmente, a Fiesp não critica a atual política de elevação da taxa Selic do Banco Central para combater a inflação. "Nós achamos que a luta contra o crescimento da inflação tem de ser tomada. Acreditamos que vai crescer ainda mais a taxa de juros", argumentou Francini.

     

    Para a Fiesp, a alta da inflação é maior para a população de menor renda, pois essa faixa gasta a maior parte do salário com o consumo de alimentos, retraindo a demanda para outras coisas.

     

    Setores: No levantamento de junho, o setor de máquinas para escritórios e equipamentos de informática, principalmente, teve crescimento de 10,75% no emprego. Francini afirmou que a redução de tributos para a área de informática, com a redução da informalidade, reflete positivamente em todas as empresas do setor.

     

    "A demanda por produtos de informáticas cresce na proporção de dois dígitos", informou. Apesar de apresentar redução no emprego em junho, com variação negativa de 2,84% em relação a maio, o setor de Coque, Petróleo, Combustíveis nucleares e Álcool ainda lidera a geração de vagas no acumulado do ano, com 34,99%, seguido por alimentos e bebidas, com 28,50%.

     

    Nos dois setores, segundo a Fiesp, a plantação e colheita da cana-de-açúcar têm grande influência e é normal que a contratação de novos empregados fique estabilizada até o fim do ano.

     

    "O campo já está com os empregos que iria gerar [neste ano] e até o fim de 2008 o emprego na indústria deve estabilizar", informou Francini. Segundo o diretor da Fiesp, os meses de fevereiro, março, abril e maio serão utilizados para a contratação de mão-de-obra, e em novembro, dezembro e janeiro esses empregos temporários desaparecem.

     

    Fonte: Mídia News
    17-07-2008 | 11:07
         O desempenho econômico estadual, e do país como um todo, tem feito com que a maior parte da classe empresarial mato-grossense aposte em estabilidade e crescimento. O presidente do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso – Fecomércio/MT, Pedro Nadaf, em coletiva para a imprensa na manhã de hoje, 16/07, divulgou e avaliou as expectativas dos empresários do setor, conforme dados levantados pelo Departamento de Pesquisas Econômicas da entidade, em relação ao segundo semestre de 2008. Dentre outros números relevantes, ele destacou que 86% apostam no crescimento estadual, o maior percentual registrado desde 2003, ficou 21% acima do mesmo período do ano passado. Nadaf fez na oportunidade uma comparativa com as expectativas anteriores e apresentou também os números de títulos protestados, recuperação judicial e falências.
         
         Nadaf acredita que o bom desempenho no mercado mato-grossense se deve as commodities do estado no campo do agronegócios, que exerce um peso significante na economia regional. O presidente disse que a projeção de crescimento para Mato Grosso neste ano é de 10% do PIB.
         
         Foram ouvidos no período de 10 a 22 de junho de 2008, 400 empresas, 250 do comércio e 150 de serviços, na capital e 12 cidades mato-grossenses: Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sapezal, Sinop, Sorriso, Várzea Grande e Tangará da Serra.
         
         Em nível nacional, no que se refere ao crescimento econômico, 81% dos pesquisados, responderam positivamente, o percentual é também o maior desde 2003. Para se ter uma idéia, em relação ao ano passado, no mesmo período aumentou o grau de otimismo em 18%. Num comparativo, vale destacar que em 2005, no segundo semestre estava quase a metade 44%. O otimismo em Mato Grosso, que é hoje é 86%, estava no segundo semestre de 2007, na ordem de 65%, e em 2005, também mais baixo 53%. A média, entretanto, é sempre maior que a brasileira em nível de boas expectativas.
         
         
         
         Estabilidade, inflação
         
         No primeiro item da pesquisa, referente manutenção da estabilidade econômica no semestre, o percentual é de 85% positivo, neste caso o mesmo que do primeiro semestre e apenas um ponto percentual acima do mesmo período de 2007.
         
         O segundo item da pesquisa mostra resultado de queda nas expectativas positivas em relação a inflação em índices mais baixos nos próximos meses. Dos entrevistados, 43% acreditam que ficará no patamar entre 0 a 3%, no mesmo período do ano passado 58% apostavam neste percentual, e no primeiro semestre de 2008, 57%, uma queda, portanto, muito acentuada. Os demais percentuais respectivamente foram: 37%, de 3,1 a 6%, 12%, de 6.1 a 10%. E o mais preocupante, 8% respondeu que ultrapassará 10,1%, sendo que desde o segundo semestre de 2005 este percentual não passava de 1%.
         
         
         
          Posição de mercado e empregos
         
          No que se refere à posição sobre o mercado, 79% dos entrevistados revelam-se otimistas, aumentou 8% em relação ao mesmo período do ano passado, mas teve uma queda de 2% no que se refere ao primeiro semestre, que obteve o melhor número desde 2003.
         
          No que tange ao quesito emprego, 47% acreditam na estabilidade, 17% que diminua e 36 % que aumente. O percentual de aumento de emprego é o maior desde 2003. No mesmo período de 2007, 15% acreditava que aumentaria as vagas, e 68% apostavam na estabilidade. Ou seja, os empresários estarão contratando mais e demitindo menos, o que é um bom sinal para o mercado regional.
         
          Vendas
         
         Outro número apresentado, que demonstra estabilidade foi em relação às vendas, a maior parte respondeu que será efetuada neste semestre à vista, pois 27% revelaram esta tendência, a tendência se aproxima a da registrada no semestre passado, 28% e diminuiu 3% no mesmo período de 2007. Através do crediário e duplicatas, o percentual é 25%, superior em 1% tomando-se por base a última pesquisa feita em janeiro deste ano; 223% cheque pré-datado, 2% inferior, ao mesmo período e 25% no cartão de crédito, o mesmo resultado do segundo semestre de 2007.
         
         No tocante a prática de juros, o índice de 0 a 2% obteve a resposta da maioria dos entrevistados, 53%. Na seqüência, a pratica de 2,1 a 4%, foi de 25%, 16% acreditam que de 4.1% a 6% e de 6.1 a 8%, teve a resposta de 6%, nenhum acredita em prática superior a 8,1%.
         
         Sobre os governos
         
         Os governos estadual e federal foram avaliados na pesquisa de expectativas, e estão melhorando o desempenho na avaliação, sendo que o de Mato Grosso recebeu 13% de ótimo, no mesmo período em 2008 era de 9%; 42% no quesito bom; 37% regular e 8% ruim. Ao passo que o do Brasil teve o seguinte resultado: 4% ótimo, aumentou 3%, tomando-se por base o segundo semestre de 2007, e na seqüência 24% bom, 53% regular e 19% ruim.
         
         Nadaf apontou que o governo estadual está subindo no conceito empresarial devido a política adotada no sentido de promover melhorias de infra-estrutura, que tem beneficiado muito o interior. Segundo ele, as dificuldades enfrentadas hoje pelo segmento empresarial refere-se mais a falta de capital de giro, do que por questão tributária, sendo que esta reflete negativamente em alguns segmentos e atividades específicas, mas não no todo, falando-se globalmente do mercado interno. No que se refere ao governo federal, o mesmo também teve pontos mais favoráveis, o que Nadaf credita a estabilidade econômica.
         
         Títulos protestados
         
         O mês de junho teve um fechamento positivo no que se refere ao número de títulos protestados que caiu 13,40%, em relação ao mesmo período de 2007, e 9,64% no percentual comparativo acumulado do mesmo mês do ano de 2007, em relação a 2008. Para se ter uma idéia, de janeiro a junho de 2007 tiveram 24.621 ocorrências de protesto, e de janeiro a junho de 2008, 18.934. No que se refere a recuperação judicial a mesma se mantém equilibrada, com uma ocorrência e no tocante a falências, não ocorreram nenhuma no mês de junho, tendo o acumulado do ano cinco ocorrências.  

     

     

    Fonte: 24 Horas news
    17-07-2008 | 11:07
    O setor da construção civil registrou crescimento de 0,2% em maio na zona do euro, na comparação com o mês anterior. Portugal teve a maior queda mensal da União Européia, de 9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo gabinete de estatísticas europeu, o Eurostat.

     

    No conjunto de 27 países da União Européia (UE-27), a produção no setor da construção subiu 0,3% entre abril e maio. Na comparação com maio de 2007, os dados do Eurostat apontam queda de 1,1% na zona do euro. Na UE-27, o setor da construção cresceu 0,7% face a maio de 2007, ainda de acordo com o Eurostat.

     

    Nos 12 meses, a Espanha teve o maior recuo (10,8%), seguido por Portugal (queda de 6,8%) e República Tcheca (variação negativa de 2%). As maiores expansões do setor da construção foram registrados em Romênia (31,5%), Bulgária e Polônia (16,3%).

     

    Entre abril de 2007 e de 2008, o setor havia registrado queda de 1,7% na zona do euro e de 0,1% na UE-27.

     

    Fonte: Folha on-line
    16-07-2008 | 11:07

    O segmento de construção civil de Mato Grosso deve crescer aproximadamente 20%, nesse segundo semestre de 2008, em relação aos seis últimos meses de 2007. As expectativas são do Sindicato das Industrias da Construção Civil do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT). Para Luiz Carlos Fernandes, presidente do sindicato, um dos principais motivadores desse aumento de demanda do segmento seria o início das construções governamentais, como os desenvolvidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além do grande número de prédios que devem ser iniciados e finalizados neste semestre pelas construtoras do Estado. “O mercado está aquecido, no primeiro semestre deste ano nós já sentimos um aumento na demanda de, aproximadamente, 12%. Já para o segundo semestre nossa expectativa é que o crescimento de novas construções, em relação a 2007, seja de 20%, já que nesse período o mercado sempre está mais agitado, por causa do clima seco e vinda de novos investimentos”, acrescenta Fernandes.   Fonte: Folha do Estado
    16-07-2008 | 11:07

    Construção - período de desabastecimento esta no fim e a oferta volta a subir. Venda do produto cresceu 10% no segundo trimestre do ano.

     

    Após o período de desabastecimento de cimento no mercado local, a oferta do material comercializado em Mato Grosso volta a se estabilizar e o preço do produto cai em até 20% em algumas lojas de materiais de construção do Estado, chegando o saco de 50 quilos a ser encontrado por até R$ 19,99.  

     

    A queda no preço do produto foi impulsionada, principalmente, pelo aumento da oferta do cimento fornecido pela industria da Votorantim em Sergipe (Nordeste). A ação da empresa foi tomada para repor os estoques das revendedoras de materiais de construção de Estado.  

     

    Fonte: Folha do Estado
    16-07-2008 | 11:07
    Mato Grosso registrou aumento de 13,8% nas vendas em maio em relação ao mesmo período do ano passado. O índice de crescimento no comércio varejista local está nos mesmos patamares dos dois meses anteriores, quando cresceu 13,3% em março e 13,6% em abri. No acumulado do ano, a alta na comercialização é de 12,2% em relação aos cinco primeiros meses de 2007. Acesso ao crédito, estabilidade da moeda e juros baixos estão entre os fatores que contribuíram para o bom desempenho registrando entre janeiro e maio.

     

    Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados ontem. De acordo com o presidente da Câmara de Dirigentes de Cuiabá (CDL), José Alberto Aguiar, os bons números apresentados nos primeiros cinco meses deste ano são reflexo principalmente da recuperação dos preços das commodities agrícolas. Conforme ele, com a alta nos preços, todos os demais segmentos, inclusive o comércio varejista sente o reflexo da melhora.

     

    "Já havia uma realidade apontando para números positivos, pois desde o segundo semestre de 2007 o agronegócio vem registrando um bom cenário, o que contagia outros segmentos", diz ao revelar que para o segundo semestre a expectativa também é de crescimento, porém não nos mesmos patamares dos primeiros seis meses deste ano, porque no mesmo período do ano passado já houve incremento. Outro fator que pode frear o desempenho nas vendas é a alta dos juros, já que a inflação está apontando para uma alta.

     

    Seguindo o mesmo comportamento de crescimento, a receita do comércio varejista de Mato Grosso, conforme a pesquisa do IBGE, registrou expansão de 18,9%, maior que os 17,1% e 16,8%, verificados em março e abril, respectivamente. E também já era esperando, já que se aumenta as vendas, o lucro das empresas também obtém aumento. O presidente destaca ainda que um termômetro para as vendas deste semestre será o Dia dos Pais, comemorado em agosto.

     

    Dia do Comerciante- Hoje é comemorado o Dia do Comerciante. E ontem à noite, CDL e a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) recebeu comerciantes de vários segmentos para uma sessão especial para a data da Câmara Municipal de Cuiabá, que foi realizada na Fiemtec.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-07-2008 | 11:07
    Despertar o interesse os empresários de Mato Grosso para o mercado internacional. Este foi o objetivo do Encontro Emirados Árabes Unidos - Perspectivas e Oportunidades promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae) ontem à noite para cerca de 100 empresários de diversos setores da economia local. A idéia é que os empresários conheçam as potencialidades do mercado daquele país, especialmente da cidade de Dubai que vem despertando no cenário internacional como grande consumidor mundial, porém com pequena participação de produtos brasileiros.

     

    Para a gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae-MT, Marta Regina Torezam, com o mundo globalizado os micro e pequenos empresários têm de ir além dos mercados estadual e nacional e focar no mercado externo. "Temos muitos produtos e serviços que podemos oferecer e os empresários têm que conhecer este mercado para emplacar seus produtos, pois o Brasil e Mato Grosso têm tecnologia, mão-de-obra e produtos de grande aceitação naquele mercado. Só falta despertar para os negócios".

     

    Ela completa que grandes prestadores de serviços locais que podem fechar contratos com este país são os da rede hoteleira, construção civil e transporte, aumentando a pauta de exportação local, que hoje está composta basicamente de carnes, metalurgia (ferro e aço) e material de construção. No encontro de ontem, os empresários puderam ouvir opiniões e informações do secretário da Câmara Árabe-brasileira, Michel Alaby e do consultor internacional e guia turístico oficial de Dubai, Daniel Jabbour sobre o mercado existente nos Emirados Árabes Unidos

     

    O evento serviu como base também para o projeto Missão à China que será realizado em outubro e contará com a participação de 32 empresários mato-grossenses. Um dos roteiros é Dubai.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-07-2008 | 11:07
    Uma consulta em cinco principais casas de materias de construções de Cuiabá, sobre o preço do cimento constatou que houve uma queda de 12,4% em relação ao mês junho. Um saco de 50 kg das marcas Cauê (importado de Mato Grosso do Sul ) e Itaú (do município de Nobres -MT) está sendo comercializado entre R$ 21,90 a 23,90. No mês passado, pela falta do produto essas duas marcas chegaram a ser vendidas por R$ 25.

     

    Reconhecimento - O BICBanco recebeu o prêmio de melhor instituição financeira do segmento de middle market do Brasil pelo seu desempenho e foco na concessão de crédito, que representa atualmente 93% de sua carteira. O ranking, base para selecionar as melhores instituições do setor financeiro, foi elaborado pela agência de classificação de riscos Austin Rating.

     

    Incentivos - Aumento da competitividade, geração de emprego e renda são alguns dos frutos do Governo do Estado ao firmar acordos de regime de estimativa com os comerciantes de Mato Grosso. Os incentivos são responsáveis também em aumentar a arrecadação do ICMS por reduzir a informalidade e também a concorrência desleal no setor.  

     

    Fonte: Gazeta Digital
    16-07-2008 | 11:07
    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu ontem (15) 38 integrantes de uma organização criminosa especializada em adulteração de combustíveis, com sede em Alagoas e ramificações em São Paulo e na Bahia. As prisões são parte da Operação Paracelso, na qual foram executados também 34 mandados de busca e apreensão. Com a quadrilha, foram apreendidas 15 armas de fogo de diversos calibres, dinheiro, veículos de carga e de passeio e produtos adulterados.

    De acordo com a PRF, a quadrilha aliciava motoristas de caminhões de combustíveis, que partiam do Pólo Petroquímico de Camaçari (BA), em direção a Pernambuco, pela BR-101. Os caminhoneiros desviavam os veículos para galpões onde os criminosos roubavam parte do combustível e completavam a carga com água ou solventes. O material roubado era vendido com documentação adulterada para indústrias de produtos plásticos, embalagens e detergentes de São Paulo.

    O grupo agia ainda na adulteração de cimento de construção, adicionando cal e areia fina para camuflar o roubo de parte das cargas. Segundo a investigação da PRF, a organização seqüestrava e assassinava caminhoneiros, que não faziam parte do esquema.

    Os presos devem responder pelos crimes de formação de quadrilha, adulteração e comércio ilegal de derivados de petróleo, contrabando de armas e munições, sonegação fiscal, roubo de cargas, seqüestro e homicídio. Pelos cálculos da PRF, os criminosos adulteravam mensalmente mais de 600 mil litros de combustíveis e faturavam cerca de R$ 2 milhões.

     

    Fonte: Olhar Direto
    16-07-2008 | 11:07
         O IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) subiu 2%, em julho, contra 1,96% em junho. No ano, o índice acumula alta de 8,64% e nos 12 meses até julho, a alta acumulada foi de 14,72%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
         
         A metodologia aplicada na apuração do IGP-10 é a mesma do IGP-M e do IGP-DI --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
               
         O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 2,54% neste mês, contra alta de 2,21% em junho. Os Bens Finais desaceleraram, de de 1,65% em junho para 0,66% em julho, com destaque para o subgrupo alimentos in natura (de 8,03% para 1,11%). Excluídos os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, a alta foi de 0,58%, contra 1,08% um mês antes.
         
         O índice do grupo Bens Intermediários subiu 2,60% neste mês, contra 2,36% em junho. O destaque foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 1,20% passou para 2,20%). Excluído o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, a alta foi de 2,50%, contra 2,02% um mês antes.
         
         O índice de Matérias-Primas Brutas subiu de 2,64% em junho para 4,54% em julho, com destaque para soja em grão (de 1,33% para 12,88%), bovinos (de 5,90% para 11,15%) e milho em grão (de -2,93% para 6,93%). Já os itens arroz em casca (de 13,22% para -4,31%), minério de ferro (de 11,29% para -1,01%) e tomate (de 10,48% para 2,64%) subiram.
         
         O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) desacelerou para uma alta de 0,65% em julho, contra 0,93% em junho. O destaque foi o grupo Alimentação (de 2,40% para 1,56%), com os itens hortaliças e legumes (10,28% para -1,42%), panificados e biscoitos (4,30% para 0,86%) e massas e farinhas (3,84% para 1,20%).
         
         Também contribuíram para a desaceleração do índice os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,54% para 0,23%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,72% para 0,56%), Transportes (0,14% para 0,11%), Habitação (0,32% para 0,30%) e Vestuário (0,16% para 0,15%), com destaques para passagem aérea (10,78% para 0,92%), artigos de higiene e cuidados pessoais (1,02% para 0,79%), óleo diesel (6,23% para 2,06%), gás de bujão (1,74% para 0,28%) e calçados infantis (1,26% para -2,55%).
         
         O grupo Despesas Diversas (0,11% para 0,33%) foi o único a apresentar alta, com destaque para o item mensalidade para TV por assinatura (-0,48% para 0,66%).
         
         O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou em julho taxa de variação de 1,50%, abaixo do resultado do mês anterior, de 2,66%. A taxa do grupo Materiais recuou de 1,83% para 1,61%. O grupo Mão-de-Obra também desacelerou de 3,69% em junho para 1,40% em julho. Foram decrescentes os impactos dos reajustes salariais nas cidades de Goiânia e São Paulo e crescentes em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Apenas o grupo Serviços teve sua taxa de variação elevada, de 1,40% em junho para 1,48% em julho.
         
    Fonte: 24 Horas News
    16-07-2008 | 11:07
    O IPC-S referente ao período até o último dia 15 teve alta de 0,69%, 0,10 ponto percentual abaixo do índice registrado na coleta encerrada em 7 de julho. Foi a menor taxa de variação registrada pelo índice, desde a primeira semana de abril de 2008, quando o IPC-S apresentou variação de 0,64%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

     

    A principal contribuição para redução veio do grupo Alimentação, que passou de 1,93% para 1,56%. Dos 21 itens componentes do subgrupo Gêneros Alimentícios, 16 registraram desaceleração, com destaque para arroz e feijão (10,64% para 7,67%), carnes bovinas (7,94% para 6,99%) e massas e farinhas (1,45% para 0,81%).

     

    Os grupos Vestuário (0,40% para 0,09%), Educação, Leitura e Recreação (0,30% para 0,27%) e Despesas Diversas (0,40% para 0,36%) também tiveram desaceleração, com destaque para roupas (0,49% para 0,16%), passagem aérea (3,10% para 0,42%) e mensalidade para TV por assinatura (1,09% para 0,70%).

     

    Já os grupos Habitação (0,30% para 0,36%) e Transportes (0,11% para 0,17%) registraram alta, com destaque para tarifa de eletricidade residencial (-0,66% para 0,04%) e gás natural veicular (3,73% para 4,23%).

     

    O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a variação apurada na última divulgação, 0,59%. Nesta classe de despesa, os destaques foram os itens artigos de higiene e cuidado pessoal (que subiu de 0,84% para 0,93%) e medicamentos em geral (que desacelerou de 0,34% para 0,26%).

     

    A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 22, será divulgada no dia 23.

     

    Fonte: Folha on-line
    15-07-2008 | 11:07
    Financial Times destaca avanço do setor de imóveis em mercados emergentes.A urbanização, o crescimento da classe média e a maior oferta de empréstimos estão impulsionando o mercado imobiliário nas economias emergentes, enquanto o resto do mundo permanece estagnado, afirma uma reportagem publicada na edição desta terça-feira do diário financeiro britânico Financial Times.

     

    De acordo com uma pesquisa citada pelo jornal, o volume de negócios nos países industrializados caiu 54% no primeiro trimestre de 2008 em comparação com o mesmo período do ano passado.

     

    Em contrapartida, diz o estudo feito pela Real Capital Analytics e reproduzido pelo FT, o número de transações nos mercados emergentes subiu 43% nos primeiros três meses do ano.

     

    "Um dos mercados emergentes que mais atrai fluxo de investimento de capital é o Brasil", afirma o jornal. "Com mais de US$ 1 bilhão de negócios fechados a cada trimestre em transações imobiliárias, o país sai à frente de outros rivais da região, como Argentina, México e Chile".

     

    Salários em alta, inflação em baixa e moeda estável estimularam o setor da construção no país, dizem analistas ouvidos pelo FT.

     

    "O Brasil é um bom lugar para se estar atualmente. A combinação de crescimento econômico forte e condições financeiras favoráveis fazem do país um lugar sedutor", afirma ao jornal Sam Lieber, presidente de um fundo de investimentos imobiliários nos Estados Unidos.

     

     Centro econômico

    O jornal americano Christian Science Monitor destacou em reportagem nesta terça-feira o bom momento da economia brasileira, que está "captando um leque de investimentos estrangeiros em setores variados como o da construção imobiliária e de máquinas para agricultura".

     

    "É uma reviravolta fora do comum para um país acostumado ao avanço e ao fracasso, e reforça o lugar do Brasil como o centro de poder da América Latina", afirma o jornal.

     

    "Apesar de muitos países estarem se saindo bem na região - a América Latina está desfrutando de um dos melhores períodos de crescimento econômico em 40 anos, as Nações Unidas lançaram um relatório no mês passado que confirma: o Brasil está ultrapassando seus vizinhos", afirma o Christian Science.

     

    Ainda segundo o jornal, os bons ventos parecem ter chegado para ficar.

     

    "Enquanto o resto do mundo aperta o cinto com medo de recessão, os brasileiros estão colocando as mãos no bolso e tirando dinheiro."

     

    Fonte: Portal G1
    15-07-2008 | 11:07
    Pela 16ª semana seguida, pesquisa feita pelo Banco Central no mercado financeiro aponta para uma alta nas previsões para a inflação deste ano. A projeção média passou de 6,40% para 6,48%, bem próxima do teto da meta, fixado em 6,50%.

     

    Os números do levantamento indicam, porém, que a elevação nas previsões do mercado teria sido maior se não fosse o resultado ligeiramente abaixo do esperado registrado em junho pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). O índice teve alta de 0,74% em junho, enquanto o mercado projetava aumento de 0,78%.

     

    Porém, não há sinais de que o dado do mês passado tenha sido entendido pelos analistas como uma indicação de que a inflação começa a perder força.

     

    Tanto que a projeção para o IPCA do ano que vem subiu pela quinta semana seguida e chegou aos 5% pela primeira vez -estava em 4,91% no levantamento feito uma semana antes. As estimativas feitas para o comportamento da economia no próximo ano mostram que o reajuste nos preços administrados será um dos fatores de pressão inflacionária.

     

    Mesmo com esse maior pessimismo em relação à inflação, a pesquisa não mostra, pelo menos por enquanto, apostas de um aumento mais forte nos juros básicos da economia. Se tudo correr como esperam os analistas ouvidos pelo BC, a taxa Selic irá subir 0,5 ponto percentual e chegará a 12,75% ao ano na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do BC), marcada para a próxima semana, e continuará em alta até atingir 14,25% em dezembro próximo.

    Fonte: NTC e Logística
    15-07-2008 | 11:07
    As vendas do comércio varejista do país cresceram 0,6% em maio, na comparação com o mês anterior, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a maio de 2007, houve expansão de 10,5%. Segundo o IBGE, o resultado em relação a abril expressa uma pequena aceleração no ritmo de vendas.

     

    O resultado nos primeiros cinco meses deste ano, na comparação com o mesmo período de 2007, revela alta de 10,9%. Nos últimos 12 meses terminados em maio, a expansão das vendas do comércio é de 10,3%. A receita nominal das vendas do comércio em maio em relação a abril teve crescimento de 1,3%; na comparação com maio de 2007, a alta foi de 16,6%.

     

    O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (segmento que exerce a maior influência entre os itens pesquisados no comércio) reverteu a queda vista em abril e registrou crescimento de 1,1% no volume de vendas, na comparação com abril. Em relação a maio de 2007, houve alta de 8,4%. No acumulado de janeiro a maio, o setor ainda tem elevação de 3,8% nas vendas, e no acumulado dos últimos 12 meses, alta de 6,5%.

     

    Sete das dez atividades pesquisadas registraram elevação em maio, com destaque para o setor de materiais para escritório, informática e comunicação, que teve alta de 5,1%. Outro setor com alta foi o de outros artigos de uso pessoal e doméstico (lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos e brinquedos, entre outros), com crescimento nas vendas de 2% frente a abril.

     

    O comércio varejista ampliado --que inclui vendas de veículos e material de construção-- registrou alta de 0,8% em maio frente a abril. Em relação a maio de 2007, houve alta de 11,3%.

     

    Fonte: Folha on-line
    15-07-2008 | 11:07
    Nesta terça-feira, 15/07. Às 19 horas, no Centro de Eventos do Pantanal – Auditório das Árvores – o Sebrae e Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme) promovem Encontro Emirados Árabes Unidos – Perspectivas e Oportunidades, com a presença do secretário da Câmara Árabe–Brasileira, Michel Alaby, e do consultor internacional e guia turístico oficial de Dubai, Daniel Jabbour. O secretário de Indústria, Pedro Nadaf, estará participando do evento voltado a empresários interessados em conhecer as potencialidades de Dubai.
         
         A intenção é promover negócios, aproveitando o roteiro da programação da missão empresarial para a CantonFair, em outubro, em Guangzhou, na China.
         
         Na pauta do encontro, temas como exportação para Dubai, reimportação e reexportação via Dubai, dados e informações de mercado, investimentos e turismo e as facilidades nos demais emirados (Abu Dabi, Sharjah, Ras Al Khaimah, Umm Al Qwain, Ajman e a Fujairah). 

     

    Fonte: 24 Horas news
    15-07-2008 | 11:07
    As vendas de cimento no País atingiram 23,9 milhões de toneladas no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados divulgados ontem pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). O volume representa um aumento de 14,8% em relação ao mesmo período de 2007.

    No acumulado em 12 meses, a alta verificada é de 13,7%, para 47,8 milhões de toneladas. Se consideradas as exportações, o crescimento no semestre cai para 13%. Embora esse seja um setor de pouca tradição no mercado externo - os embarques representaram apenas 1,3% do total das vendas -, houve uma queda significativa nas exportações. As vendas internacionais caíram de 624 mil, de janeiro a junho de 2007, para 328 mil toneladas em 2008, o que significa uma redução de 47,5%.

    "As exportações diminuíram bastante porque as empresas estão redirecionando a produção para o mercado interno", disse o secretário-executivo do SNIC, José Otávio Carvalho. Ele destacou os investimentos em infra-estrutura, puxados pelo PAC, e principalmente o avanço do mercado imobiliário como os fatores responsáveis pelo crescimento nas vendas de cimento no País. As taxas verificadas estão acima das expectativas do sindicato, contou Carvalho.

    Os números dos primeiros meses do ano já levaram a entidade a revisar para cima as previsões para este ano, dos iniciais 11% para 12% de aumento nas vendas. "No segundo semestre deve haver um crescimento menor, pois a segunda metade de 2007 foi um período muito forte", explicou Carvalho.

    "Mas é evidente que é um resultado bom para o setor", acrescentou. As previsões para 2008 indicam uma aceleração quando comparado ao registrado em 2007, quando as vendas foram 10% maiores que no ano anterior. Para o ano que vem, Carvalho arrisca uma projeção de mais 7,5% e 8% de aumento.

    De acordo com ele, depois de um período de crescimento vegetativo do País no começo da década, em 2006 a indústria de cimento conseguiu se recolocar nos patamares de produção e vendas que tinha em 1999. "O ano de 2007 foi o primeiro de crescimento efetivo que tivemos", disse. Desempenho nas regiões O Sudeste continua sendo a região que mais vende, fornecendo mais da metade do volume comercializado no País.

    A região vendeu 12,3 milhões de toneladas no primeiro semestre, alta de 10% sobre mesmo período de 2007. As regiões que mais cresceram foram o Norte (945 mil toneladas, alta de 31,2%) e o Sul (3,7 milhões de toneladas, 30% mais). Carvalho explicou que, no semestre, algumas fábricas de São Paulo e Mato Grosso tiveram problemas, o que deve ter puxado as vendas no Sul e Norte para abastecimento das outras regiões.

     

    Fonte: Mídia News
    15-07-2008 | 11:07
    O deputado Sérgio Ricardo alertou o governador Blairo Maggi, do mesmo partido, para a urgência da criação da secretaria estadual de Habitação. A defesa do parlamentar foi feita na tarde de ontem, durante realização da audiência pública que discutiu a LDO.

    O parlamentar questionou os números trabalhados no Estado a respeito do déficit habitacional. “Esse número de 150 mil referentes ao déficit habitacional para mim é muito maior. Acredito que o déficit seja de aproximadamente 300 mil”, ponderou. O parlamentar solicitou empenho do governo para melhorar os investimentos dirigidos ao setor.

    “Insisto que seja criada uma Secretaria para cuidar do setor da habitação. Insisto para a rediscussão de prioridades da sociedade que hoje deixam a desejar na LDO. O setor da habitação deve ser uma das principais ações do governo”, disse.

    De acordo com o parlamentar, a formatação da pasta abre melhores perspectivas para obtenção de recursos. Segundo o secretário estadual de Planejamento, Yênes Magalhães, a Seplan disponibilizou equipe técnica para dar suporte a elaboração de emendas parlamentares. (SF) 

     

    Fonte: Diário de Cuiabá

    15-07-2008 | 11:07
    Mato Grosso registra incremento de 151,1% nos financiamentos para habitação nos primeiros cinco meses deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e maio de 2008 foram emprestados R$ 68,707 milhões destinados para aquisição da casa própria ou para compra de material de construção contra R$ 27,355 milhões em igual intervalo do ano anterior. Os dados são do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), do Banco Central (BC) por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

     

    Estratificando os números, do total liberado este ano, 51,1% o equivalente a R$ 35,138 milhões foram destinados ao financiamento da obra, da compra do material de construção ou para reforma e ampliação das casas já existentes. Na comparação com o ano anterior, quando foram financiados R$ 2,026 milhões, a variação é de 1.637%. Já os recursos destinados à aquisição de imóveis somaram R$ 33,569 milhões este ano ante os R$ 25,329 milhões registrados nos cinco primeiros meses de 2007, um crescimento de 32,5%.

     

    A alta nas liberações vem sendo registrada desde o ano passado. Na análise do economista e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Benedito Dias Pereira, o crescimento verificado nas liberações de recursos para serem aplicados na habitação é decorrente da estabilidade da economia, diante do baixo índice de inflação. Ele explica que com um cenário positivo e sem sinais de instabilidade, os meios mais utilizados pelas pessoas para aplicar e aumentar os rendimentos é o depósito na caderneta de poupança, aumentando a captação dos recursos por parte dos agentes financeiros. Assim, afirma ele, os investimentos em ações, ouro e dólar dão lugar à poupança.

     

    "As instituições financeiras devem destinar uma parte do dinheiro depositado na caderneta de poupança para a habitação. Como cresceu o volume de recursos, um maior número de pessoas foram atendidas e a demanda que era grande deu uma reduzida, mas ainda há déficit de moradia", diz o economista ao avaliar que entre os fatores que estão atraindo as pessoas para a tomada de empréstimos são as taxas de juros menores, facilidade no acesso ao crédito e prazo maior para liquidação da dívida. Ele acrescenta também que se o cenário permanecer assim nos próximos meses, os resultados de 2008 serão ainda mais positivos que os de 2007.

     

    Fonte: Gazeta Digital
    15-07-2008 | 11:07
    Para a maioria das pessoas envolvidas no dilema do aquecimento global, o dióxido de carbono é o vilão e as árvores são instrumentos para a salvação do planeta. Além de produzir madeira, sombras e frutos, elas também seqüestram carbono e liberam oxigênio na atmosfera. O pesquisador da Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (GPEA) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), João Carlos Gomes, que também é técnico da Smades, explica que o plantio do Ipê-roxo não é aleatório.

     

    A planta é campeã no seqüestro de carbono. Leva 15 anos para ficar grande e é mais resistente aos impactos. No período de maio a agosto, por exemplo, a falta de água não a impede de reagir, produzindo bonitos buquês de flores. A sua florada é aromática o que atrai abelhas e beija-flores. A beleza também alivia a poluição visual da grande cidade. "Arrancá-lo consiste num grande prejuízo, ainda mais se na substituição forem usadas espécies com madeiras mais leve que seqüestram menos carbono do que aquelas que são mais duras e pesadas".

     

    Gomes pontua que há diferenças entre as espécies. Um pé de imbaúba retém apenas a metade de carbono fixada por um Ipê-roxo da mesma idade e tamanho, o mesmo acontece com as demais árvores de grande porte. As igrejas das cidades históricas sobreviveram porque usaram o Ipê em sua estrutura. O outro lado da moeda é que essa espécie, tão disputada na construção civil, está ameaçada de extinção. Ela chega a 60 anos e, em seu habitat, no meio de florestas preservadas, existem exemplares centenários. Em 40 anos, ela pode sugar 2,29 toneladas de CO2 da atmosfera.

     

    Cada árvore, além de retirar o dióxido de carbono de circulação, libera oxigênio na fotossíntese. Para processar energia solar, ela precisa de água, captada no solo pelas raízes. (RD)

     

    Fonte: Gazeta Digital
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