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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018
NOTÍCIAS
    04-06-2008 | 11:06

    A economia do Brasil crescerá 4,8% este ano e 4,5% em 2009 após registrar uma progressão de 5,4% em 2007, seu maior ritmo de expansão desde 2004, indicam previsões divulgadas hoje pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

    Na edição anterior de suas "Perspectivas Econômicas", de dezembro do ano passado, a OCDE (da qual o Brasil não faz parte) previa que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceria 4,8% em 2007 e 4,5% em 2008 e em 2009.

    Em seu capítulo sobre o Brasil, a organização prevê agora que a demanda interna continuará sendo o principal motor da economia, apoiada por um "contínuo dinamismo" dos investimentos. Apesar da força do real, as exportações se mantiveram em um bom nível, mas o superávit comercial continuará diminuindo por causa do aumento das importações.

    Com relação à inflação, a OCDE prevê que o aumento do índice de preços ao consumidor passe de 4,5% em 2007 para 4,9% este ano antes de cair novamente para 4,5% em 2009. Com relação às taxas de juros se prevê um novo aumento durante o ano, após a registrada em abril passado, em consonância com a necessidade de uma "necessária" contenção monetária, antes que aconteça uma redução da taxa de juros em 2009.

     

    Por outro lado, a política fiscal continua seguindo a linha dos objetivos e o excedente orçamentário primário consolidado superou o 0,2 ponto percentual do objetivo do final do ano passado, ao alcançar 4% do PIB. A previsão é que seja de 3,8% do PIB em 2008 e em 2009, em harmonia com uma nova redução do endividamento público. A OCDE destaca que os mercados financeiros do Brasil agüentam muito bem as turbulências financeiras globais.

    Entretanto, uma deterioração do entorno financeiro global é justamente a maior fonte de risco para as boas perspectivas econômicas do Brasil, afirma o relatório.

    Apesar de a resistência do Brasil a choques externos ter ganhado força, uma desaceleração global mais grave que o previsto afetaria o crescimento de suas exportações, enquanto uma diminuição do "apetite" pelos ativos dos mercados emergentes prejudicaria as condições creditícias internas.

    As perspectivas de crescimento econômico do Brasil também se ressentiriam caso a política monetária fosse mais restritiva que o previsto e se deteriorassem mais a evolução e as antecipações inflacionárias.

    Fonte: Folha online

    Data: 04/06/2008

     

    04-06-2008 | 10:06
    A provável alta dos juros até o fim do ano deve encolher os prazos de financiamento e reduzir o ritmo de crescimento da oferta de crédito. A avaliação foi feita ontem pelo presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, durante o evento que premiou as melhores empresas de capital aberto do País. Para ele, o impacto mais forte se dará sobre o crédito pessoal, já que tanto o financiamento imobiliário como o automotivo tendem a sofrer menos em razão da facilidade de retomada do bem em caso de falta de pagamento. "Os bancos devem olhar com mais cautela as operações de concessão de crédito”, disse o executivo. Fonte: Diário de Cuiabá

     

    03-06-2008 | 17:06

    O presidente do Sinduscon-MT, Luis Carlos Richter Fernandes, participou na sexta-feira (dia 30), na seda do Sistema da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), da reunião mensal da Federação. Na ocasião foi aprovado o novo estatuto da instituição.

    Durante a reunião o empresário Mauro Mendes, que está afastado da presidência da Fiemt, também confirmou a sua pré-candidatura à prefeitura de Cuiabá.      

    03-06-2008 | 17:06
    Foi realizada no final da tarde desta segunda-feira (dia 02) a reunião mensal do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT). Participaram da reunião membros da diretoria e associados, que na oportunidade discutiram assuntos pertinentes aos profissionais da construção civil do Estado.  
    03-06-2008 | 17:06
    Empresários e profissionais que atuam na área da construção podem participar gratuitamente de palestras destinadas ao tema na próxima quinta-feira (05.06). Com destaque para as tecnologias inovadoras para o setor, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT) promove um ciclo de palestras na ‘Escola Senai da Construção’, no distrito industrial de Cuiabá. Durante o evento, diversos temas serão abordados, como a certificação de produtos na construção civil, segurança para máquinas pesadas e soluções de automação predial para edifícios inteligentes.

     

    “A qualificação é fundamental porque o setor da construção é que mais cresce no país. Nossos empresários e profissionais precisam estar atualizados com as inovações que ocorrem nos segmentos”, avalia a coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Tecnológico (Uetec) do Senai-MT, Fátima Matias. O ciclo de palestras faz parte do projeto ‘Eventos Técnicos’, que compõe o programa ‘Indústria em Ação’, promovido pelo Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt) em parceria com o governo do Estado. Até o final do ano serão realizados mais oito eventos técnicos destinados às seguintes áreas: alimentos e bebidas, couro e calçados, metal mecânica, gestão e tecnologia da informação.

     

    A gerente de Tecnologia e Educação (Getec) do Senai-MT, Lélia Brun, destaca a parceria com o Departamento Nacional (DN) do Senai para a realização das palestras. “O DN tem nos apoiado muito e isso reflete na qualidade dos serviços que oferecemos em Mato Grosso”, ressalta. Para participar do ciclo de palestras, os interessados devem se inscrever pelo e-mail tecnologia3.unetec@senaimt.com.br ou pelo telefone (65) 3611-1639 até a próxima quarta-feira (04.06). As vagas são limitadas.

     

     

    Programação:

     

    16h30– Palestra: ‘A Certificação de Produtos na Construção Civil’

    Palestrante:: Engenheiro do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), Júlio Cesar Calassara.

    17h20– Palestra: ‘Segurança para Máquinas Pesadas’

    Palestrante: Supervisor de Treinamento CNH-CE para América Latina da New Holland, Ronaldo Angelo Faggioli.

    19h15 – Palestra: ‘Produtos Inovadores em Hidráulica para Construção Civil’

    Palestrante: Gerente de Vendas para a região Centro-Oeste do Grupo Amanco, Fabrício Silva Ferreira Neves.

    20h- ‘Soluções de Automação Predial para Edifícios Inteligentes’

    Palestrante: Chefe de Produto da Shneider Eletric Brasil, José Antonio Torelli Bolota.

     

    Fonte- Assessoria Sistema Fiemt

     

    03-06-2008 | 16:06

    Já estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos para o mês de junho na ‘Escola SENAI da Construção’, no distrito industrial de Cuiabá. São mais de 400 vagas de cursos na área da construção, oferecidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT). Os cursos variam de 40h a 120h e são os seguintes: Apontador de Obras, Pintor de Obras, Instalador Hidráulico e Predial, Assentador de Revestimento Cerâmico, Almoxarifado, Assentador de Blocos Vazados, Armador de Ferros, Pedreiro de Alvenaria.

    Todos os cursos são destinados aos profissionais que estão fora do mercado de trabalho. “Nosso objetivo é atender a demanda do setor e qualificar os trabalhadores mato-grossenses que não possuem emprego”, destaca o diretor regional do Senai-MT, Gilberto Figueiredo. Segundo ele, 90% dos cursos oferecidos pela unidade, são gratuitos. “A maior parte dos cursos são destinados aos trabalhadores de baixo poder aquisitivo e que não possuem condições financeiras para investir em qualificação”.

    ESCOLA DA CONSTRUÇÃO – Inaugurada em dezembro de 2007, a ‘Escola SENAI da Construção’ foi criada para atender os setores da construção civil, elétrica e pesada. Com uma área total de cerca de 20 mil m2 - sendo 3.400 de área construída -, a unidade oferece mais de 60 cursos nas áreas de construção civil e pesada, eletroeletrônica, metal-mecânica, tecnologia da informação, segurança no trabalho, gestão e cerâmica.  

    A 'Escola Senai da Construção' está localizada na Avenida A, 956 - Distrito Industrial - Cuiabá. Outras informações sobre os cursos que a unidade oferece podem ser obtidas pelo telefone (65) 3611-9500.

    Fonte - Assessoria Sistema Fiemt

    03-06-2008 | 16:06

    Representantes do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) na pessoa do superintendente Ary Soares de Souza Junior, da coordenadora técnica, Lidianny Matos C. Camargo, da assessora de Qualidade, Karla Alexandra Setulbal Matos e do professor de cursos de Gestão de Qualidade, Adilson Batista, apresentaram, nesta segunda-feira (dia 2), aos membros da diretoria e associados do Sindicato, as proportas de cursos que o Instituto tem a oferecer para os profissionais da Construção Civil.

    A apresentação foi realizada logo após a reunião mensal do Sinduscon que também foi realizada nesta segunda-feira.

    03-06-2008 | 12:06
    Mato Grosso foi pioneiro na abertura das discussões sobre a reforma tributária nesta segunda-feira (2), na sede do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt). O evento - iniciativa da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) -, contou com a presença de cerca de duzentas pessoas interessadas no tema e reuniu o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, o deputado federal Antônio Palocci (PT-SP) - presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária (PEC 233/08), o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Goellner (DEM-MT) e o presidente do Sindicato das Indústrias da Cosntrução do Estado de Mato Grosso (Sinduscon-MT) Luis Carlos Richter Fernandes, além de diversos políticos estaduais e empresário locais. Um documento foi assinado por todas as autoridades presentes contendo manifesto em relação a alguns pontos da Reforma Tributária que atingem o Estado. 

    O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, que abriu as discussões, defendeu a redução da carga tributária para as atividades produtivas e a manutenção dos incentivos fiscais regionais. O Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy elogiou a iniciativa, expondo a opinião do Governo Lula sobre a Reforma. “Esta é uma das maiores preocupações do Governo. Estamos abrindo estas discussões e queremos que o Congresso aprove essa medida”, disse.

    Ele ponderou alguns pontos que devem ser mudados na legislação atual, entre eles o de impostos cumulativos, a tributação excessiva da folha salarial, a guerra fiscal entre os estados e a cobrança de tributos na origem. “Propomos a simplificação dos impostos e o fim desta guerra fiscal, de modo a fazer uma transição gradual, reduzindo progressivamente, com duração de até oito anos”. 

    Em relação a Mato Grosso, Appy informou que os empresários devem se tranqüilizar, pois o Estado não irá perder arrecadação, principalmente na mudança de cobrança de tributos para o destino. “As desonerações serão compensadas com o Fundo de Equalização de Receitas”, afirmou. Mesmo assim, o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Éder de Moraes Dias, disse estar preocupado com as possibilidades de perdas.  

    O deputado federal Antônio Palocci (PT-SP) - presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária (PEC 233/08) –, enfatizou que, como presidente da Comissão de Reforma Tributária, pretende que as discussões sobre o assunto sejam amplas, mas que a matéria seja votada na Câmara dos Deputados ainda este ano. Ele ponderou que Mato Grosso deve permanecer explorando sua vocação agroindustrial e que vai haver fundos de desenvolvimento regional para suprir os incentivos fiscais que, aos poucos, serão modificados. “Mato Grosso será o local onde os principais produtos que o mundo necessita serão cultivados, entre eles alimentos e energia. O que o mundo precisa, aqui tem.”

    Segundo a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que foi a mediadora do debate, esta iniciativa foi altamente rica para o Estado, pois as discussões foram amplas. “Acredito que este é o primeiro passo para que Mato Grosso se posicione perante a Reforma Tributária. Com a carta que retiramos deste fórum, poderemos ponderar nossos anseios ao presidente Lula, ao Appy e ao presidente da Comissão, Antônio Palocci”. 

    Entre os itens listados na carta estão: repartição mais eqüitativa das receitas; manter a competência tributária estadual; perdas com a reforma tributária (fundo de equalização-FER); desenvolvimento regional; desoneração de bens de capital; manutenção da compensação à desoneração das exportações; manutenção e convalidação dos incentivos fiscais; contra a tributação “por dentro” do IVA-F e do novo ICMS conforme prevista na proposta de reforma; apoio às emendas que aperfeiçoam a PEC 233/2008.Participaram do seminário o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan, o presidente licenciado da entidade, empresário Mauro Mendes, o secretário estadual de Fazenda, Éder Moraes, os senadores Serys Shlessarenko, Gilberto Goellner e Jaime Campos, os deputados federais Carlos Abicallil, Homero Pereira e Valtenir Pereira e o presidente do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes, Luiz Antônio Pagot.

     

    Fonte - Sistema Fiemt 
    03-06-2008 | 11:06
    Dobra a participação dos imóveis novos em evento da Caixa. A Rossi vai oferecer cinco empreendimentos, com apartamentos que custam a partir de R$ 110 mil. A MRV participará com sete, ao preço médio de R$ 100 mil. A RJZ/Cyrela levará quatro condomínios, com unidades que valem de R$ 86 mil em diante. Brascan, Goldfarb, Agra e Gercon estão entre as outras construtoras que comparecerão, em peso, ao 4oFeirão da Casa Própria, promovido pela Caixa Econômica Federal (CEF).
     
    Serão 23.125 imóveis novos e na planta, de 77 empresas, com valor médio de R$ 80 mil e que representam 42% do total de unidades em oferta (55.060). Os outros 58% (31.935) compõem a lista de imóveis usados. Na diferença entre novos e usados, está uma das novidades desta edição: nos anos anteriores, os novos representavam só 20% do total, informa o superintendente regional da CEF no Rio, José Domingos Vargas. Ou seja, a participação dobrou: - É o crescimento da construção civil. A produção de imóveis é enorme hoje. O evento acontecerá de quinta a domingo, no Riocentro.

    Fonte: O Globo

    03-06-2008 | 10:06
    Mesmo que o cimento tenha faltado em alguns períodos, os financiamentos para compra de material de construção, reforma e ampliação continuam em alta em Mato Grosso. No primeiro trimestre de 2008 foram liberados R$ 25,183 milhões contra R$ 1,309 milhão no mesmo período do ano passado, um acréscimo de 1.823% de um ano para outro. Os dados são do Sistema Financeiro da Habitação, do Banco Central, e abrange recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

    Já para aquisição da casa própria, foram liberados R$ 17,640 milhões entre janeiro e março deste ano ante R$ 13,907 milhões do ano passado, incremento de 26,8%. O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Luiz Carlos Richter, afirma que o aquecimento vem sendo registrado desde o ano passado, mas poderia ser maior não fosse a falta do cimento.

    Quem compartilha da mesma opinião é o economista Vitor Galesso. Ele afirma que mesmo que o governo tenha boas intenções para aquecer o setor, por meio das obras o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e também as empresas privadas com seus empreendimentos, um problema de infra-estrutura (poucas fábricas) impede que Mato Grosso tenha um valor financeiro liberado maior. Mesmo com este entrave, Galesso ressalta que a construção civil é uma grande responsável pela geração de emprego e renda e a demanda por recursos está aumentando principalmente pela redução nos juros de financiamentos longos. (FR) 

    Da Redação

    Fonte: gazeta Digital

     

    03-06-2008 | 10:06

    Depois de ficar em falta, o cimento volta a aparecer nos estabelecimentos de Cuiabá e Várzea Grande, porém, em pequena quantidade. Proprietários de lojas de material de construção estão trazendo o produto de outros Estados até que o abastecimento pela indústria local seja restabelecido. O cimento está vindo do Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso do Sul traz duas consequências: uma positiva e outra negativa.

    Por um lado, os consumidores poderão adquirir o produto, mesmo que em volume menor, mas terá que desembolsar mais pelo produto, já que as empresas estão tendo que pagar a mais pelo transporte do cimento. Até ontem, a variação no preço do material básico para a construção civil acumulava uma alta de 107,5%, passando de até R$ 12 em janeiro para até R$ 24,90 cotado ontem à tarde. O aumento é motivado por dois fatores: escassez dos produto no mercado local, em decorrência da paralisação para manutenção do forno da fábrica da Votorantim Cimentos, localizada em Nobres, somada à majoração por conta do transporte do produto até as cidades mato-grossenses.

    O presidente da Associação dos Comerciantes de Material de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT), Wenceslau Souza Júnior, afirma que mesmo que a fábrica tenha voltado a operar normalmente na semana passada, levará pelo menos até o final da semana que vem para que a oferta seja normalizada no Estado. "A indústria responde por 80% do abastecimento local, outros 20% vêm de outros Estados. O problema é que temos apenas uma fábrica para abastecer Mato Grosso e a falta dela prejudica todo o mercado".

    No primeiro bimestre deste ano o Estado consumiu 140,393 mil toneladas de cimento, aumento de 32,1% sobre as 106,246 mil (t) contabilizadas no mesmo período de 2007. Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic).

     Fabiana Reis
    Da Redação

    Fonte: Gazeta Digital

     

     

    03-06-2008 | 10:06
    Reforma Tributária foi discutida ontem por especialistas e políticos do Estado durante seminário realizado na Federação das Indústrias

    Senadores Serys Slhessarenko, Gilberto Goellner e Jayme Campos, ao lado do deputado federal Antonio Palocci discutem Reforma Tributária

    JULIANA SCARDUA
    Da Reportagem
    Mato Grosso cobra junto ao governo Lula e Congresso Nacional a revisão do percentual do Fundo de Participação dos Estados (FPE), congelado há 20 anos, e reforços no futuro Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional para amenizar os impactos da reforma tributária sobre as receitas do Estado. O prejuízo é calculado em R$ 2,6 bilhões ao ano.

    As reivindicações foram reforçadas ontem ao secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernardo Appy, e ao deputado federal Antônio Palocci (PT-SP), presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária, durante debate em Cuiabá. O evento reuniu autoridades e empresários durante todo o dia, no auditório da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).

    As medidas são exigidas por Mato Grosso e Estados do Centro-Oeste e Norte do país como mecanismos de compensação efetiva das perdas calculadas com as mudanças no sistema tributário do país. O maior temor recai sobre a extinção de programas de concessão de incentivos fiscais, mola propulsora ao crescimento econômico de Estados menos desenvolvidos, entre eles Mato Grosso.

    A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) aponta que o quinhão de Mato Grosso no FPE está há cerca de 20 anos ‘estacionado’ em 2,3%. Em paralelo, o fundo de desenvolvimento vislumbrado no projeto de reforma defendido pelo governo Lula prevê a partilha de 4,1% do bolo federal da arrecadação entre os Estados, percentual considerado ínfimo pelas unidades da Federação, que defendem a pedida mínima de 8,3%. Caso aprovado, o percentual poderá representar mais de R$ 6 bilhões anuais em recursos para obras em infra-estrutura e outros projetos.

    A reforma tem como principal paradigma a desoneração da produção e a redução da burocracia que marca hoje a gama de alíquotas e políticas fiscais particulares em cada unidade da Federação. Contudo, as alterações no sistema, especificamente na autonomia dos Estados em legislar sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), provoca nos últimos anos atritos constantes no discurso travado entre chefes de Estado, empresários e governo federal.

    Apesar do prognóstico de perdas ostentado por vários Estados, Bernardo Appy sustenta que a previsão elaborada pelo governo aponta para números altamente positivos, apesar do fim à guerra fiscal. Segundo o secretário, a projeção é de incremento de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões ao ano nas receitas dos Estados. Ainda no pós-reforma, a perspectiva da Fazenda é de crescimento extra de 0,5% nos índices de desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do país nos próximos 20 anos.

    Durante o evento, os argumentos pareciam pouco convencer a autoridades mato-grossenses presentes, entre elas o governador Blairo Maggi. “Mato Grosso entende que os incentivos são um instrumento de desenvolvimento muito grande, ou melhor, o único. O temor é de que não se perca a capacidade de investimentos e de manutenção (da máquina) do Estado”, alertou. A expectativa é que a PEC 233/08 seja votada na comissão especial até o final do semestre.

     

    Fonte: Diário de Cuiabá
    03-06-2008 | 10:06

    Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, que esteve em Cuiabá para participar de um seminário

    Éder Moraes ressalta que a estimativa do governo do Estado é que os cofres estaduais sofrerão baixa de R$ 2,6 bilhões na arrecadação
    Valéria Cristina Carvalho
    Da Redação

    A Reforma Tributária, da forma como está hoje, é mais prejudicial do que benéfica ao Estado de Mato Grosso. A conclusão é do secretário de Estado de Fazenda, Éder Moraes, após ouvir uma explanação do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, que esteve em Cuiabá para participar de um seminário sobre o assunto ontem, na Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt). A estimativa do governo é que os cofres estaduais sofrerão uma baixa de R$ 2,6 bilhões na arrecadação. Em contrapartida, o que a União tem para oferecer como ressarcimento são apenas R$ 330 milhões, por meio do Fundo de Equalização de Receitas (FER).

    Desse total de perdas, R$ 1,2 bilhões se referem ao fim dos programas de incentivo fiscal, que serão extintos com a reforma, prevista na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 233/2008, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. Além do FER, a PEC também propõe a criação de um Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR). Esse novo substituiria todos os demais fundos de desenvolvimento existentes atualmente (FCO, FNE, FDA) e teria recursos da ordem de 4,1% do orçamento da União, que é praticamente o mesmo percentual de hoje. Ao longo de oito anos, que seria um tempo de transição para os estados se adaptarem às perdas que podem vir com a reforma, o FNDR aumentaria para 4,8%.

    Para o secretário de Fazenda, é um crescimento muito pequeno para um período longo de tempo. De acordo com ele, a Frente Parlamentar do Centro-Oeste sugere 8,6% e o Conselho de Política Fazendária (Confaz) propõe 13%. Moraes destaca que a preocupação com a reposição das perdas é grande e que a União tem que ceder mais. "Mato Grosso fica longe dos grandes centros de consumo e os incentivos fiscais são o único atrativo que temos para a instalação de indústrias na região. Precisamos de recursos suficientes para suprir as perdas".

    O secretário também fala da necessidade de maior tempo para transição do processo. Na opinião dele, em vez de sete anos deveriam ser 15 anos. Moraes aponta que o assunto é tão polêmico que já foram apresentadas 585 emendas ao texto original da PEC. Ele salienta que após equilibrados esses pontos de divergência, a reforma tributária pode até vir a ser interessante.

     

    Fonte: gazeta Digital

     

    03-06-2008 | 10:06

    Em quase duas horas de explicações sobre os pontos da Reforma Tributária, Bernard Appy fez questão de deixar claro que o "bolo" dos estados ganha com as mudanças. Ele admite que alguns perderão receita de início, mas também garante que as perdas serão ressarcidas pelos mecanismos de compensação. Em síntese, ele afirma que a reforma é boa porque simplifica o sistema tributário, reduzindo para três os sete tributos existentes hoje; diminui em 6% a contribuição patronal sobre a folha de pagamento e ainda vai aumentar em 11% a economia brasileira.

    O fim dos incentivos fiscais, que para Mato Grosso é visto como ponto negativo, Appy considera como positivo. Segundo ele, como a concessão dos incentivos se generalizou, até mesmo grandes centros estão criando esses mecanismos o que torna a situação entre os estados ainda mais desigual. Ou seja, cada vez mais os incentivos precisam ser maiores por parte dos estados periféricos. Como um exemplo absurdo ele citou o fato de estados onde não há pecuária estarem incentivando a instalação de frigoríficos.

    Appy afirma que a política de compensação vai funcionar. Segundo ele, se os recursos previstos não forem suficientes, o governo federal vai bancar o necessário para que os estados não tenham redução de arrecadação durante o processo de transição. O que está previsto na reforma é reposição das perdas utilizando os recursos de compensação da desoneração das exportações, como a Lei Kandir.

    A União vai pegar o que seria transferido para alguns estados com esse fim e destinar aos estados que tiverem perdas com a mudança da cobrança do ICMS no destino em vez da origem. Ou seja, a justificativa é que estados que terão ganhos na arrecadação com a mudança não precisarão da compensação das exportações. (VC)

    Da Redação

    Fonte: Gazeta Digital

     

    03-06-2008 | 10:06

    Na véspera de mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve promover novo aumento da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro aumentou as preocupações com a inflação e já acendeu a luz de alerta para o próximo ano. Na pesquisa Focus, feita semanalmente pelo BC entre instituições financeiras e empresas de consultoria, os analistas elevaram de 4,50% para 4,60% a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2009. Com a alta, a estimativa ficou, pela primeira vez, acima do centro da meta de inflação, que é de 4,50%.

    A subida na expectativa de inflação reforçou a aposta de que o Banco Central (BC) deve ser ainda mais rigoroso no ciclo de aumento do juros iniciado no mês passado. A pesquisa, divulgada ontem, mostrou que a aposta majoritária do mercado, agora, é que a Taxa Selic deve terminar 2008 em 13,75% ao ano, o que indica alta de dois pontos porcentuais até dezembro.

    Na semana passada, a estimativa era de elevação de 1,75 ponto no mesmo período. Entre alguns operadores do mercado, a pesquisa Focus reforçou a aposta de alta do juro de 0,75 ponto na reunião do Copom, que começa amanhã e termina quarta-feira.

    "Se o juro subir 0,75 ponto em junho, a expectativa para o final do ano pode subir ainda mais", diz o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto.

    Outra corrente dos analistas econômicos acredita que o Copom vai aumentar a Selic de 0,50 ponto.

    Fernando Nakagawa
    Brasília/AE

    Fonte: Gazeta Digital

     

    03-06-2008 | 10:06
    Analistas de mercado esperam que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve a taxa básica de juros (Selic) nesta semana, de 11 75% para 12,25% ao ano. A projeção consta do boletim Focus, publicação do Banco Central elaborada semanalmente com base em pesquisa feita com analistas sobre os principais indicadores da economia.

    A expectativa é que a Selic chegue a 13,75% até o final do ano com redução em 2009 até fechar o período em 12,50%. Na semana anterior, a projeção dos analistas era que a Selic chegasse ao final deste ano em 13,50% e ficasse em 12,25% em 2009.

    Fonte: Diário de Cuiabá

     

    02-06-2008 | 10:06

    Será realizada nesta segunda-feira (02) a reunião mensal com os associados do Sinduscon – MT. O evento que está marcado para começar às 17h30, terá 15 minutos de tolerância, tem como pauta: assuntos administrativos, atividades da diretoria, além de assuntos gerais.

    Após a reunião uma equipe do IEL irá fazer uma rápida apresentação sobre os cursos voltados para a área da qualidade com atuação na Construção Civil.  

    PS.: Os Senhores Associados que necessitem ser representados nas Assembléias Gerias e nas reuniões da Diretoria e Associados desta entidade, deverão munir seu representante com procuração particular (modelo já enviado) e com firma reconhecida; a Procuração deverá ser especifica para cada evento.

    02-06-2008 | 10:06

    Reação positiva no início do ano leva a Sefaz a projetar crescimento de 15% para 2008. Fim da crise do agronegócio e queda das taxas de juros influenciaram números


    A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços no primeiro quadrimestre de 2008 ficou acima das projeções dos economistas. Os números da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), apontam crescimento de 16,84% no período, com a arrecadação saltando de R$ 1,05 bilhão para R$ 1,23 bilhão, no acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, em relação a igual período de 2007.

    Na avaliação do assessor especial da Sefaz, economista Vivaldo Lopes, “Mato Grosso retomou definitivamente os rumos do crescimento e, por conta disto, a tendência é de que em 2008, a arrecadação de ICMS continue crescendo”.

    Para ele, 2007 “foi o ano da recuperação econômica de Mato Grosso”, quando os preços das commodities reagiram e os níveis de crescimento atingiram seus patamares mais altos dos últimos anos. “2008 será o ano da consolidação da nossa economia, quando deveremos retomar os níveis de crescimento antes da crise do agronegócio”.

    Levando-se em conta indicadores como consumo de energia, arrecadação de impostos (estadual e federal), empregos formais, exportações e outros componentes, ele chega à conclusão de que Mato Grosso deu um salto expressivo em sua economia.

    “Esses indicadores mostram que em 2007 o comportamento da economia mato-grossense foi muito bom. Quando ocorre esse aquecimento nas atividades econômicas, há um reflexo direto na arrecadação de impostos e no nível dos investimentos”, analisou.

    Lopes aponta algumas razões para o crescimento da arrecadação, como o fim da crise do agronegócio, queda das taxas de juro e controle inflacionário. “Para 2008 a nossa expectativa é de que a arrecadação apresente crescimento ainda maior que o do ano passado, na casa de 15%”, estima.

    FISCALIZAÇÃO - Outro fator que teve forte influência no desempenho da arrecadação no ano passado, segundo o economista, foi a boa performance da máquina arrecadadora do Estado. “A máquina fazendária está muito bem aparelha e, com isso, pudemos inclusive superar as projeções de arrecadação para o período. Acredito que temos tudo para continuar crescendo”, afirmou Lopes.

    Ele atribui o resultado também ao “esforço fiscal concentrado” da Secretaria de Fazenda. “Reforçamos nosso aparelhamento fiscal e desenvolvemos ações especiais nos postos de fronteira”, diz, lembrando que a Sefaz está implementando um conjunto de medidas visando o fortalecimento da arrecadação no Estado sem aumentar os impostos.

    Na avaliação do presidente do Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais (Sinfate), Otarci Nunes da Rosa, o aumento da arrecadação é resultado de uma série de fatores conjunturais, como a recuperação econômica do Estado, a chegada dos novos fiscais e a nova visão de planejamento adotada pelo secretário Éder de Moraes Dias. “Realmente, ele {Éder] deu um novo rumo à política fiscal do Estado e os resultados já começam a aparecer”.

    INVESTIMENTOS – Por conta disso, o economista Vivaldo Lopes diz que o momento é oportuno para investimentos, especialmente em função da perspectiva de crescimento para o Brasil e para a economia mundial, que continua aquecida.

    “Observamos a expansão do consumo, do crédito e o aumento dos investimentos externos no Brasil”, afirma Vivaldo, acrescentando que o país tem tudo para manter a estabilidade econômica através do controle inflacionário, taxas de juros mais baixas e maior oferta de emprego.
    MARCONDES MACIEL
    Da Reportagem

    Fonte: Diário de Cuiabá
    02-06-2008 | 10:06

    O debate sobre a criação do Fundo Soberano do Brasil mostrou que o presidente Lula, cada vez mais, busca conselhos fora do governo para conduzir sua política econômica. No episódio em curso, por sinal, ele foi pressionado por seus interlocutores a tomar uma decisão à qual resistia: admitir um esforço fiscal maior neste ano.

    Desde que o ministro Guido Mantega (Fazenda) comunicou como seriam as regras de funcionamento do fundo, Lula conversou com vários economistas de dentro e de fora do governo para decidir sobre o melhor formato desse novo instrumento, que será apresentado na terça-feira ao Conselho Político do governo.

    O presidente ouviu de pelo menos quatro economistas que ele deveria se limitar, no momento, a elevar o superávit primário e deixar a criação do fundo para outro momento: Luiz Gonzaga Belluzzo, Delfim Netto, João Paulo dos Reis Velloso e Aloizio Mercadante, senador pelo PT de São Paulo.

    Esses economistas, com a ajuda do ex-ministro e deputado Antonio Palocci Filho (PT-SP), disseram a Lula que o dinheiro do esforço fiscal adicional não deveria ser usado neste momento para a compra de dólares. Isso poderia prejudicar o combate à inflação e reduziria o impacto do anúncio de uma redução de gastos nas expectativas do mercado.

    Lula, porém, sempre foi simpático à idéia de criar o fundo. Era estimulado pelo presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho, outro interlocutor freqüente do presidente para questões econômicas.

    Desde o início, Mantega avaliou que a criação do fundo poderia ser a oportunidade de conjugar as duas coisas: aumentar o superávit primário e destinar os recursos para o caixa do fundo soberano.

    Assim, faria uma economia extra de gastos públicos e ajudaria o BC no combate à inflação. Ao mesmo tempo, usaria o dinheiro do fundo para operar no mercado de câmbio e evitar a desvalorização mais acentuada do dólar.

    Na tentativa de vender bem a idéia, Mantega e Coutinho enfatizaram os detalhes do novo fundo e focaram a estratégia no fato de ele ser criado com o excesso de arrecadação, funcionar como instrumento adicional para intervenção no câmbio e ser uma fonte de recursos no exterior para financiar a expansão de empresas brasileiras.

    Com isso, acabaram atravessando o discurso, bateram de frente com os demais economistas-conselheiros do presidente Lula e embolaram o meio-de-campo. Coutinho saiu da linha de frente, e Mantega ficou sozinho.

    Solução construída

    Depois de ver sua idéia bombardeada dentro e fora do governo, o ministro tentou recomeçar do zero e buscou uma saída negociada. O próprio presidente Lula pediu que ele "construísse uma solução" em conjunto com Palocci e Mercadante.

    O ministro da Fazenda disse aos dois petistas que defendia o ajuste fiscal adicional para acabar com o discurso do Banco Central de que está sozinho no combate à inflação. A resistência vinha do Palácio do Planalto, mais precisamente do próprio presidente e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

    Na conversa com Palocci e Mercadante, Mantega afirmou que concordava em postergar o uso do fundo para operar no mercado de câmbio. Até porque, para isso, precisa ter o fundo aprovado pelo Congresso e regulamentado. Mas, para convencer Lula a fazer o ajuste fiscal adicional, ele considerava fundamental dizer que a medida viria acompanhada do fundo soberano.

    Assim, o esforço fiscal maior ganha uma cara nova, e o governo, argumento para rebater a tese de que está seguindo o mesmo receituário econômico de sempre.

    Mantega entrou em contato com o presidente para pedir sua aprovação ao modelo fechado, o que conseguiu na última quinta-feira. Um assessor do presidente comentou na sexta-feira que o episódio do fundo soberano mostrou claramente que no segundo mandato o Ministério da Fazenda não tem a mesma autonomia do primeiro, quando era comandado por Palocci.

    Mantega conta com a confiança de Lula, mas o presidente faz questão de ouvir seus interlocutores econômicos preferidos --Belluzzo, Delfim e Palocci- antes de tomar qualquer decisão na área econômica.

    Isso tem gerado especulações sobre um possível enfraquecimento de Mantega, que poderia estar correndo o risco de perder o cargo. Um auxiliar de Lula diz, no entanto, que ele é o ministro da Fazenda ideal, já que não faz sombra ao presidente Lula e não tem receio de recuar diante das pressões do Palácio do Planalto.
    Fonte: Folha de S.Paulo

    02-06-2008 | 10:06
    As obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) que dependem do Orçamento federal seguem em ritmo considerado "lentamente ridículo" por empresários ligados à área de infra-estrutura, mas a iniciativa privada --ao lado da Petrobras e de alguns Estados-- já tomou a dianteira na infra-estrutura do país, informa Fernando Canzian em reportagem na edição da Folha deste domingo.Segundo o texto, dados dos primeiros cinco meses do ano (até 28 de maio) do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira) mostram que, de um orçamento de R$ 15,7 bilhões para o PAC autorizado para 2008, só 0,74% (R$ 116,7 milhões) foi desembolsado até agora. Já os investimentos das empresas, principalmente nos setores de petróleo, siderurgia e mineração, que também têm impacto positivo para a infra-estrutura rodoviária e portuária, ganharam novo ritmo.

    Na sexta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai esperar o fim do processo eleitoral para voltar a inaugurar obras do PAC nas capitais do país. Em março, Lula havia afirmado que passaria o primeiro semestre do ano viajando e inaugurando obras pelo país. "Agora minha vida vai ser essa. Menos tempo em Brasília, mais tempo viajando esse país. Porque quanto mais obra, mais emprego e mais renda [vamos ter]. E melhor será a qualidade de vida das pessoas", disse ele em Araraquara (SP).

    Na segunda-feira (26), a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse, em entrevista no "Programa do Jô", da Globo, que o PAC tem uma família grande, formada por ministros, governadores e prefeitos envolvidos nas obras do programa. Dilma, que é chamada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva de "mãe do PAC", admitiu que é uma "mãe cuidadosa".

    Fonte: Folha Online

     

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